quarta-feira, 18 de março de 2020

Imperialismo japonês, saqueador de bens culturais da Coreia


Depois de ocupar ilegalmente o território coreano a princípios do século passado, o imperialismo japonês começou a destruir e saquear os bens culturais da nação coreana.

Em particular, escolheu como alvos principais de rapina Pyongyang, capital de Kojoson e Koguryo, e Kaesong, capital de Koryo.

Os vandálicos japoneses irromperam no mausoléu do rei Tongmyong pelo teto de sua antessala e roubaram e destruíram todas as relíquias conservadas ali. E escavaram ilegalmente e destruíram mais de 1400 tumbas antigas de Koguryo distribuídas nas periferias do monte Taesong em Pyongyang.

Mobilizaram até os militares para o desenterramento da tumba do rei Kongmin e levaram as relíquias equivalentes a mais de 10 vagões.

Durante sua colonização de mais de 40 anos,  eles praticaram o vandalismo em mais de 200 mausoléus reais e mais de 11 mil tumbas antigas.

Chegava ao extremo sua cobiça pelas porcelanas de Koryo.

Este fato se constata com mais de 30 mil porcelanas de Koryo saqueadas e conservadas atualmente em museus nacionais e privados, galerias, colégios e templos e outras partes do Japão.

Os bandidos japoneses roubaram os pagodes, as estátuas e o livro sagrado budista dos templos coreanos e até as pinturas das tumbas de Koguryo.

Destruíram quase por completo a cidadela de Pyongyang, os castelos dos montes Taesong e Kuwol e outras muitas muralhas que transmitem a história de luta contra os agressores.

Assim, o saque e a destruição de patrimônios culturais foram um tremendo crime imperdoável que perseguiram o objetivo de exterminar a nação coreana ao suprimir sua tradição cultural e espírito nacional.

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