quinta-feira, 2 de julho de 2026

Associação de Camaradas Konsol

Completam-se 96 anos desde a fundação da Associação de Camaradas Konsol, origem do Partido do Trabalho da Coreia.

Na histórica Conferência de Kalun (realizada de 30 de junho a 2 de julho de 1930), o grande Líder camarada Kim Il Sung apresentou a original orientação de fundar o Partido constituindo primeiro as organizações de base e expandindo-as continuamente.

Em 3 de julho, constituiu a primeira organização partidista com revolucionários da nova geração e deu-lhe o nome de Associação de Camaradas Konsol, refletindo o propósito e a vontade de encontrar e reunir camaradas que compartilhassem a vida e a morte para levar adiante a revolução coreana.

Naquela época, em que predominavam o servilismo às grandes potências e o dogmatismo, essa organização política tornou-se o embrião do Partido do Trabalho da Coreia e a base de suas organizações primárias.

O grande Líder escreveu o seguinte em suas memórias, "No Transcurso do Século":

"De fato, não havia palavras capazes de expressar nossa alegria e dignidade por termos jurado solenemente, diante da época e da história, consagrar todo o nosso ser à revolução, como militantes do Partido da Coreia."

A partir daquele dia, a luta dos revolucionários coreanos pela construção de um partido independente pôde avançar com passos firmes no calor da guerra revolucionária antijaponesa.

Os êxitos e as experiências acumulados durante os dias da luta revolucionária antijaponesa serviram como preciosos recursos e sólida base que tornaram possível a fundação, em curto espaço de tempo, do Partido do Trabalho da Coreia após a libertação da Coreia, em 15 de agosto de 1945.

Agência Central de Notícias da Coreia 

Pagode de Nove Andares do Templo Anguk

O Pagode de Nove Andares do Templo Anguk é um pagode de pedra situado diante do Pavilhão Taepyong do Templo Anguk, localizado no bairro Ponghak, cidade de Phyongsong, província de Pyongan Sul. Em geral, considera-se que foi construído após meados do período de Coryo (Estado feudal de nosso país que existiu de 918 a 1392). O pagode possui planta quadrada e altura de 6,23 m.

Atualmente, o pagode é composto por uma base de dois níveis, um corpo de oito andares e o remate superior.

Em cada face da base inferior foram esculpidos dois relevos côncavos em forma de flor de lótus, sendo que, na parte inferior central de cada um deles, há um ornamento em forma de ramalhete de flores.

Na face frontal da pedra do corpo do primeiro andar foi esculpida uma porta decorativa, dentro da qual se pode ver uma abertura quadrada.

O Pagode de Nove Andares do Templo Anguk apresenta uma redução pouco acentuada entre os andares e possui a base, o corpo e as pedras do telhado relativamente altos, transmitindo, em seu conjunto, a impressão de elevar-se em direção ao céu.

O Pagode de Nove Andares do Templo Anguk constitui um valioso patrimônio para o estudo das técnicas de construção e escultura em pedra de nossos antepassados daquela época.

Kim Myong Hwa

Naenara

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Lancha-Torpedeira que recebeu o título de Heroína da RPDC

Em exibição no Museu da Vitória na Guerra de Libertação da Pátria, na RPDC, encontra-se a lancha-torpedeira nº 21, que testemunha os feitos heroicos dos marinheiros do Exército Popular da Coreia (EPC).

Durante a Guerra de Libertação da Pátria, essa embarcação de 17 toneladas, capitânia do 2º Destacamento de Lanchas-Torpedeiras, prestou um grande serviço na batalha naval travada nas águas próximas de Jumunjin, ao afundar o cruzador pesado Baltimore, de 17.300 toneladas, pertencente aos imperialistas estadunidenses.

Após a batalha naval, os imperialistas estadunidenses afirmaram que ela faria até mesmo os deuses chorarem, enquanto meios de comunicação de todo o mundo destacaram o combate, noticiando que lanchas-torpedeiras haviam afundado um cruzador pesado e que aquilo não fora uma batalha, mas um milagre, chegando a chamá-lo de um mistério da RPDC.

O grande Líder camarada Kim Il Sung afirmou que os bravos feitos dos marinheiros do 2º Destacamento de Lanchas-Torpedeiras, que afundaram o cruzador pesado das forças agressoras imperialistas estadunidenses e destruíram um cruzador leve com apenas quatro lanchas-torpedeiras, brilharão para sempre, registrados não apenas na história naval da RPDC, mas também na história das guerras navais do mundo.

Em setembro de Juche 99 (2010), o estimado camarada Kim Jong Un visitou o Museu Comemorativo à Vitória na Guerra de Libertação da Pátria e declarou que a lancha-torpedeira nº 21 é uma embarcação meritória e que o fato de os marinheiros do EPC terem afundado o cruzador pesado Baltimore das forças agressoras imperialistas estadunidenses com apenas quatro lanchas-torpedeiras durante a guerra constitui um milagre digno de ser registrado de maneira especial na história das guerras navais mundiais.

Em 17 de julho de 2012, foi concedido à lancha-torpedeira nº 21, símbolo da história da Marinha do Exército Popular da Coreia, o título de Heroína da RPDC.

Agência Central de Notícias da Coreia 

As façanhas militares que trouxeram o 27 de julho da vitória na guerra — A vitória na Batalha Naval de Jumunjin


"Afundar um cruzador pesado com lanchas-torpedeiras não é uma batalha, mas um milagre." "É o primeiro milagre entre os milagres na história das batalhas navais mundiais."

Foi assim que as pessoas em todo o mundo elogiaram, na época, a vitória alcançada pelos bravos marinheiros do nosso Exército Popular na Batalha Naval de Jumunjin durante a Guerra de Libertação da Pátria.

Após conduzir à vitória a operação de libertação de Seul, o grande Líder camarada Kim Il Sung convocou, em 30 de junho de 1950, um comandante da Marinha e ordenou que quatro lanchas-torpedeiras do 2º Destacamento de Lanchas-Torpedeiras destruíssem o grupo de navios de guerra dos imperialistas estadunidenses que atuava no Mar Leste.

Naquele momento, o grupo naval estadunidense era composto pelo cruzador pesado "Baltimore", um cruzador leve e um contratorpedeiro oceânico, equipados com cerca de 200 peças de artilharia de diversos calibres e contando com mais de 3.350 militares.

Em comparação, o destacamento de lanchas-torpedeiras do nosso lado possuía apenas um quatrocentésimo quadragésimo do poder de armamento do inimigo e apenas um centésimo quinto de seu efetivo.

Mesmo em termos de deslocamento, a diferença entre nossas lanchas-torpedeiras e o cruzador pesado inimigo era de 1 para 1.000.

Ao comandante, que não conseguia esconder sua surpresa diante de uma diferença de forças tão enorme, o grande Líder afirmou que, estando nossos marinheiros plenamente preparados político-ideologicamente, seria perfeitamente possível destruir o grupo de navios de guerra dos imperialistas estadunidenses desde que a tática fosse corretamente empregada. Ele explicou minuciosamente as vulnerabilidades do inimigo, os métodos táticos para desferir um ataque de surpresa e até mesmo o momento exato para iniciar a ofensiva.

Na madrugada de 2 de julho, ao iniciarem o ataque contra o grupo de navios de guerra dos imperialistas estadunidenses nas águas próximas de Jumunjin, os marinheiros do Exército Popular aplicaram habilmente as táticas de combate a curta distância, ataque de surpresa e manobra de atração indicadas pelo grande Líder, lutando com bravura e alcançando o feito de afundar, com apenas quatro lanchas-torpedeiras, o cruzador pesado que o inimigo se gabava de chamar de "ilha flutuante", além de danificar gravemente um cruzador leve.

A vitória na Batalha Naval de Jumunjin contribuiu para garantir o êxito das operações das unidades combinadas de infantaria do Exército Popular que avançavam ao longo da costa oriental.

Agência Central de Notícias da Coreia

China intensifica educação das novas gerações

O Partido e o governo da China estão dedicando grandes esforços ao trabalho de educar a nova geração para dar continuidade à causa do Partido.

Recentemente, o secretário-geral Xi Jinping, em uma carta de resposta enviada aos jovens pioneiros que atuam como guias voluntários com lenços vermelhos no Memorial do 1º Congresso do Partido Comunista da China, em Xangai, e no Memorial Revolucionário do Lago Nanhu, na cidade de Jiaxing, província de Zhejiang, destacou que este ano marca o 105º aniversário da fundação do Partido Comunista da China e que a causa do Partido exige uma luta contínua de geração em geração. Ressaltou ainda que os jovens devem erguer bem alto a bandeira dos Jovens Pioneiros, seguir o Partido, dar continuidade à tradição revolucionária, desenvolver seus conhecimentos e talentos, fortalecer sua vontade e seu caráter e tornar-se jovens vermelhos do Partido e do povo. Nesses memoriais, os membros dos Jovens Pioneiros apresentam aos visitantes explicações sobre a história do Partido Comunista da China, as histórias da revolução e os feitos dos heróis. Por meio desse processo, aprofundam em seus corações o amor pelo Partido, pelo Estado e pelo socialismo.

O Partido e o governo da China consideram uma importante tarefa da juventude chinesa na nova era fortalecer sua organização e mobilização para contribuir para a concretização da segunda meta centenária.

Na cerimônia comemorativa do 100º aniversário da fundação da Liga da Juventude Comunista da China, realizada em maio de 2022, foi destacado que, sob a direção do Partido, a Liga conduziu os jovens a dedicarem todas as suas forças à conquista da independência nacional, da libertação do povo, da prosperidade do país e da felicidade do povo. Também foi enfatizada a necessidade de que os numerosos membros da Liga na nova era cultivem elevados ideais, manifestem um forte espírito patriótico, esforcem-se para tornar-se a força principal e a vanguarda em todos os setores e cumpram rigorosamente seus deveres como membros da organização, mantendo-se firmemente ligados à realidade.

Na realização do 19º Congresso da Liga da Juventude Comunista da China, em junho de 2023, também foi tratado como tema central que a Liga deve desenvolver continuamente seu trabalho de acordo com as decisões, diretrizes e planos do Comitê Central do Partido, conduzindo amplos setores da juventude a escreverem um novo e brilhante capítulo do movimento da juventude chinesa na nova era.

Muitos jovens, atendendo ao chamado do Partido e do povo, vêm desempenhando o papel de pioneiros em diversos setores. Os comitês e organizações partidistas em todos os níveis apoiam ativamente a Liga da Juventude Comunista para que desenvolva seu trabalho de maneira criativa, de acordo com suas próprias características.

O Partido e o governo da China também dedicam profunda atenção ao fortalecimento do espírito patriótico entre crianças e jovens.

Nas diversas bases de educação patriótica existentes em todo o país, são amplamente divulgados o percurso histórico do Partido Comunista da China, bem como suas realizações e experiências acumuladas ao longo desse processo. As histórias sobre o Partido Comunista da China e sobre o socialismo com características chinesas na nova era têm servido de grande estímulo para as novas gerações.

Em 2024, foi distribuído um guia técnico destinado a padronizar a construção das instalações memoriais dedicadas aos mártires, em conformidade com as medidas adotadas pelo Partido e pelo governo para preservar eternamente seus feitos. O guia determina que essas instalações desempenhem plenamente sua função como importantes centros de educação patriótica. Em consequência, tem sido incentivada a realização das cerimônias de ingresso nos Jovens Pioneiros e na Liga da Juventude Comunista nesses memoriais.

Atualmente, na China, os vestígios históricos que retratam o processo da revolução chinesa são considerados um valioso patrimônio do Partido e do Estado, servindo como material didático vivo para promover as tradições e a cultura revolucionárias, fortalecer a construção da civilização espiritual socialista e despertar o entusiasmo patriótico. Esses vestígios históricos desempenham um importante papel no estudo da história do Partido, na educação das novas gerações, na formação das tradições revolucionárias e na educação patriótica.

Ho Yong Min

Rodong Sinmun

A Guerra da Coreia foi uma "cruzada anticomunista" das forças aliadas imperialistas

A Guerra da Coreia, travada na década de 1950 do século passado, foi, ao mesmo tempo, o primeiro confronto de forças entre a Coreia e os Estados Unidos e o primeiro grande embate entre os dois blocos que, após a Segunda Guerra Mundial, se opunham: o campo democrático e o campo imperialista.

Após o término da Segunda Guerra Mundial, a correlação de forças no mundo foi reorganizada, tendo de um lado o campo democrático, composto pelos países socialistas e pelos novos Estados que aspiravam à construção de uma nova sociedade, e, de outro, o campo imperialista liderado pelos Estados Unidos. A confrontação entre os dois blocos tornava-se cada vez mais acirrada.

O objetivo de política externa que os imperialistas estadunidenses colocaram como prioridade, ao liderarem a escalada da tensão internacional, era a concretização de sua estratégia de dominação mundial.

Em sua mensagem ao Congresso, de 19 de dezembro de 1945, o presidente dos Estados Unidos, Truman, declarou que os estadunidenses finalmente assumiam a posição de liderança mundial que o presidente Wilson desejara lhes conferir após a Primeira Guerra Mundial e que os Estados Unidos deveriam assumir voluntariamente a missão de liderar o mundo. Em março de 1947, apresentou ainda a chamada "Doutrina Truman" perante uma sessão conjunta das duas casas do Congresso dos Estados Unidos.

A "Doutrina Truman" era uma política de confrontação que, sob o pretexto de defender o "mundo livre" diante da suposta "ameaça comunista", se opunha aos países socialistas e aos países de democracia popular, intensificando as tensões internacionais. Sua proclamação constituiu uma declaração de guerra contra as forças socialistas e as forças independentes do mundo.

Para os Estados Unidos, impedir a expansão das forças democráticas havia se tornado uma questão de extrema importância para sua própria sobrevivência.

Após a Segunda Guerra Mundial, a esfera de dominação do imperialismo diminuiu rapidamente, enquanto a crise política e econômica do capitalismo se aprofundava a cada dia.

Em contrapartida, numerosos países da Europa e da Ásia, anteriormente colônias ou semicolônias, conquistaram sucessivamente a independência e ingressaram no caminho do desenvolvimento democrático.

O vigoroso avanço da União Soviética e dos demais países socialistas e de democracia popular, que alcançavam notáveis êxitos na construção de uma nova sociedade, seguindo firmemente o caminho do progresso e do desenvolvimento, mergulhava o imperialismo em crescente inquietação e temor.

Percebendo que, caso não conseguisse conter o desenvolvimento e o fortalecimento dos países democráticos, entre eles a nossa República, as forças socialistas se expandiriam e se fortaleceriam ainda mais, o imperialismo estadunidense mobilizou seus países seguidores e proclamou abertamente uma confrontação contra o campo democrático, sob o pretexto de "eliminar a ameaça comunista". Isso marcou o início de uma "cruzada anticomunista", que reproduzia as Cruzadas dos séculos XI a XIII, quando senhores feudais da Europa Ocidental, dominados pela cobiça por terras e riquezas, conduziram exércitos invasores ostentando a cruz nos ombros e, sob o pretexto de "libertar" a Terra Santa dos muçulmanos do Oriente, devastaram, destruíram e saquearam indiscriminadamente diversos países orientais.

Os imperialistas estadunidenses decidiram iniciar essa campanha de agressão pela Coreia.

Essa decisão estava relacionada à importância geopolítica da Península Coreana.

No documento ultrassecreto nº 4849, elaborado pelo Escritório de Pesquisa e Inteligência do Departamento de Estado dos Estados Unidos em 28 de janeiro de 1949, afirmava-se:

"Em virtude da posição geográfica ocupada pela Coreia no Nordeste Asiático, controlar a Coreia e seu povo é de grande valor para qualquer outro país que tenha interesses no Extremo Oriente" e "não há dúvida alguma quanto à importância política da Coreia para os Estados Unidos".

MacArthur, então comandante das forças estadunidenses no Extremo Oriente, declarou que, ao conquistar a Coreia, "poderíamos cortar completamente a única linha de abastecimento que liga a Sibéria soviética ao sul... e controlar toda a região entre Vladivostok e Singapura".

O cálculo dos Estados Unidos era que, dominando a Coreia, poderiam controlar o continente asiático e, posteriormente, conquistar o mundo. Foi por isso que decidiram disparar na Coreia o primeiro tiro de sua guerra de agressão voltada para a dominação mundial.

Uma razão ainda mais importante para que os imperialistas estadunidenses escolhessem a nossa República como o primeiro alvo de sua guerra de agressão foi o fato de considerarem a Coreia como o campo decisivo de confronto com a democracia e como um laboratório para testar o êxito de sua estratégia de dominação mundial.

Naquela época, o povo coreano, recém-libertado do domínio colonial japonês, avançava vigorosamente pelo caminho da construção de um Estado independente e soberano. A realidade de nossa República, que superava a prolongada herança colonial e ampliava os êxitos da construção de uma nova sociedade e das reformas democráticas, refletia plenamente o desenvolvimento vitorioso do campo democrático. Isso não podia deixar de representar uma séria ameaça para os imperialistas estadunidenses, que buscavam a dominação mundial.

Os imperialistas estadunidenses consideravam o esmagamento da nossa República ainda em seus primeiros anos de existência como um elo fundamental para eliminar as forças democráticas e concretizar sua estratégia de dominação mundial.

O relatório apresentado em 1946 por um enviado especial de Truman afirmava: "Francamente... a Coreia é, na Ásia, o campo de batalha ideológico do qual depende o sucesso ou o fracasso dos Estados Unidos. Este é o lugar onde será testado se, em desafio ao feudalismo derrotado, o sistema democrático (a democracia ao estilo estadunidense) poderá ser aceito ou se o comunismo se fortalecerá ainda mais."

Essa declaração demonstra claramente qual era o objetivo final perseguido pelos imperialistas estadunidenses na Guerra da Coreia. Em outras palavras, para os Estados Unidos, a questão de colonizar ou não a Coreia era uma questão vital que decidiria, em escala mundial, se seria possível conter ou não a expansão do campo democrático.

Em julho de 1947, um enviado especial do presidente dos Estados Unidos enfatizou em seu relatório: "A independência da Coreia constitui uma séria ameaça aos interesses gerais dos Estados Unidos e jamais deve ser permitida." Posteriormente, meios de comunicação ocidentais também revelaram que, "após a vitória do Partido Comunista na China e o fortalecimento das forças de esquerda no Vietnã, nas Filipinas e em outros países, Truman escolheu a Coreia como o local para demonstrar sua firmeza". Esses fatos comprovam claramente essa realidade.

A sinistra intenção dos imperialistas estadunidenses de fazer da Guerra da Coreia a primeira etapa da destruição do campo democrático aparece de forma ainda mais evidente no plano "A, B, C", um roteiro para uma nova guerra mundial.

De acordo com esse plano elaborado pelos Estados Unidos, a guerra seria dividida em três fases: A, B e C. Na fase A, as forças estadunidenses e o exército títere da República da Coreia iniciariam a guerra de agressão contra a RPDC; nas fases B e C, a guerra seria expandida para a Manchúria e a Sibéria. O início da Guerra da Coreia, em 25 de junho de 1950, provocado pelos imperialistas estadunidenses, representou justamente a execução da fase A desse plano.

Os imperialistas estadunidenses reuniram e empregaram todos os recursos humanos e materiais que podiam mobilizar para a frente coreana, além de convocarem seus países seguidores, na tentativa de subjugar o nosso povo.

Para envolver tropas de países aliados na Guerra da Coreia, os imperialistas estadunidenses intensificaram ainda mais, antes mesmo do início da guerra, sua cooperação com esses países.

Entre 1949 e 1950, os imperialistas estadunidenses firmaram tratados de defesa e alianças militares com diversos países da Europa, da Ásia e das Américas, definindo conjuntamente as responsabilidades relacionadas à condução da guerra. Além disso, estabeleceram na área ocupada pelo regime títere da RC um "Centro de Recepção das Forças da ONU", destinado a enviar rapidamente para o campo de batalha, como bucha de canhão, os mercenários recrutados nos países seguidores sob o disfarce das chamadas "Forças da ONU".

As tropas invasoras enviadas para a frente coreana totalizavam mais de dois milhões de soldados, incluindo um terço do Exército dos Estados Unidos, um quinto de sua Força Aérea, a maior parte da Frota do Pacífico e os contingentes militares dos países seguidores.

Nosso Estado, fundado havia apenas dois anos, foi obrigado a travar, durante três anos, uma sangrenta guerra contra as imensas forças militares da principal potência imperialista, que, segundo se dizia, jamais havia sofrido uma única derrota ao longo de mais de cem anos de história de agressões, além dos exércitos de seus países seguidores.

Um correspondente soviético que atuou durante a Guerra da Coreia comentou: "Se a Guerra Soviético-Alemã foi uma guerra entre grandes exércitos e entre os Aliados e o Eixo, a Guerra da Coreia foi um confronto que fugia a todo o senso comum: de um lado, um enorme exército que sonhava com a dominação mundial; do outro, um exército que havia nascido praticamente ontem; de um lado, as forças unidas de uma coalizão de países; do outro, um único país de pequeno porte."

Na história das guerras mundiais, jamais existira um conflito em que os dois lados apresentassem uma diferença tão gigantesca de forças quanto na Guerra da Coreia.

O fato de os Estados Unidos terem gasto mais de 20 bilhões de dólares em despesas militares e consumido mais de 73 milhões de toneladas de material bélico — quantidade equivalente a onze vezes o material consumido durante a Guerra do Pacífico — demonstra suficientemente até que ponto eles se lançaram de forma desenfreada na tentativa de concretizar sua ambição de agredir a Coreia.

Entretanto, movido pelo ardente amor àquilo que lhe pertencia e por um ódio implacável ao inimigo, o nosso povo demonstrou heroísmo incomparável e espírito de sacrifício, aniquilando os invasores armados e defendendo gloriosamente a dignidade da pátria. A luta do povo coreano para repelir a invasão das forças aliadas imperialistas foi não apenas uma guerra de defesa nacional para proteger o destino de sua pátria, mas também uma guerra justa em defesa da paz e da segurança do mundo.

Os povos progressistas do mundo condenaram unanimemente a natureza agressiva e bárbara dos imperialistas estadunidenses e manifestaram apoio e solidariedade ao povo coreano, que se levantara em defesa da causa justa.

A "cruzada anticomunista" das forças imperialistas mundiais lideradas pelos imperialistas estadunidenses estava condenada ao fracasso.

Em julho de 1953, os imperialistas estadunidenses acabaram sendo obrigados a se render diante do povo coreano, e, após três anos da Guerra de Libertação da Pátria, o nosso povo conquistou uma brilhante vitória.

Ao alcançar essa grande vitória, o nosso povo quebrou o orgulho dos imperialistas estadunidenses, que se vangloriavam de ser "os mais fortes do mundo", destruiu completamente o mito de sua pretensa invencibilidade e marcou o início do declínio do imperialismo estadunidense. A humanidade foi salva do risco de uma nova guerra mundial após a Segunda Guerra Mundial, e a paz e a segurança mundiais foram firmemente preservadas.

A derrota militar, política e moral irreparável sofrida pelos imperialistas estadunidenses na Guerra da Coreia revelou diante do mundo inteiro a decadência e a fragilidade do imperialismo. Publicações burguesas chegaram a reconhecer que, na Guerra da Coreia, os Estados Unidos sofreram o maior número de baixas de sua história militar e experimentaram um "derramamento de sangue sem precedentes".

Com o fracasso da criminosa tentativa de agressão dos imperialistas estadunidenses na Guerra da Coreia, a ofensiva das forças aliadas imperialistas para eliminar as forças democráticas fracassou completamente desde o primeiro passo, enquanto o declínio e a decadência das forças reacionárias se aprofundaram ainda mais.

A grande vitória do povo coreano na Guerra de Libertação da Pátria gravou de forma inequívoca na história a verdade de que nenhum agressor pode derrotar um povo dotado de firme espírito revolucionário e ardente patriotismo.

Tendo como marco a vitória na Guerra de Libertação da Pátria, a configuração política mundial passou a favorecer ainda mais as forças democráticas, e o curso da época em direção à independência e ao socialismo acelerou-se ainda mais.

Foi porque o heroico povo coreano defendeu como uma fortaleza inexpugnável a linha de frente do campo democrático que os países socialistas e os países de democracia popular puderam acelerar vigorosamente seu desenvolvimento em um ambiente de paz, enquanto o entusiasmo em favor do socialismo se intensificou ainda mais em todas as partes do mundo.

Un Jong Chol

Rodong Sinmun

Inovemos a orientação criativa no setor da literatura e das artes

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“No setor da literatura e das artes, é preciso criar muitas obras-primas da época, dotadas de elevado conteúdo ideológico e artístico e capazes de comover profundamente as pessoas, acompanhando o ritmo do avanço de nossa revolução e da fervilhante realidade.”

O histórico 9º Congresso do Partido enfatizou de maneira importante que, no setor da literatura e das artes, não se pode esperar a criação de excelentes obras nem atividades artísticas que correspondam às exigências do Partido, do povo, da época e da realidade se o trabalho continuar sendo realizado de forma esquemática e mecânica, com base nos padrões e critérios do passado. Por isso, destacou a necessidade de renovar e inovar a orientação e a avaliação das obras.

Realizar corretamente a orientação de acordo com as transformações da época e o elevado entusiasmo das massas é importante em todos os setores e unidades, mas constitui uma questão ainda mais premente para o setor da literatura e das artes, que deve estar na vanguarda de seu tempo.

Hoje, o principal obstáculo à criação de obras-primas continua sendo o esquematismo ultrapassado, os velhos moldes e o empirismo.

O aspecto fundamental da orientação criativa é a orientação política e, nesse sentido, o mais importante é definir corretamente a direção da criação das obras. Assim como um navio precisa de um bom timoneiro para chegar ao destino em meio ao vasto oceano, a criação artística, que deve apresentar continuamente algo novo, também não pode alcançar os resultados esperados se não receber uma orientação adequada.

É evidente que, se tenta-se medir tudo com os critérios do passado, sem acompanhar as exigências da nova era em desenvolvimento, não poderão surgir obras novas, inovadoras e originais.

A orientação criativa consiste justamente em apoiar ativamente a descoberta e a concretização do novo e conduzir todo o processo com espírito de inovação. Quando falta sabedoria, ela deve ser complementada; quando falta coragem, ela deve ser estimulada. É por meio de uma orientação que impulsione escritores e artistas a desenvolverem suas atividades criativas com ousadia e engenhosidade que surgem as obras desejadas pelo nosso Partido e as obras-primas sinceras e comoventes aguardadas pelo povo.

A série televisiva "na Planície Paekhak", que despertou grande repercussão na sociedade, também não pode ser dissociada de uma orientação criativa conduzida inteiramente com espírito de inovação.

Desde a literatura dramática até a escolha do elenco e a composição das canções-tema, em todas as etapas do processo, aquilo que os funcionários responsáveis pela orientação criativa combateram e superaram foram os costumes, os moldes, os velhos hábitos e as concepções cristalizadas do passado. Foi graças a uma orientação que exigiu retratar a realidade sob uma perspectiva nova, original e autêntica que pôde nascer uma obra impregnada da política do Partido em todos os seus aspectos e que reproduz fielmente a vida real do povo.

Para renovar de maneira criativa e inovadora a orientação criativa, é necessário, antes de tudo, realizar corretamente a orientação política das obras.

A implementação rigorosa da política do Partido é, ao mesmo tempo, um processo de criação do novo.

Os funcionários encarregados da orientação criativa devem conduzir esse trabalho de forma inovadora para que escritores e artistas produzam numerosas obras que reflitam com veracidade e realismo o conteúdo e as exigências políticas, a essência e a orientação da época, bem como os sentimentos, o pensamento e a vida do nosso povo, alcançando também elevada qualidade artística.

Quanto mais elevado for o discernimento e mais amplo for o campo de visão, tanto maior será o nível da orientação. Os funcionários responsáveis pela orientação criativa devem considerar sua competência como sua própria força vital e, com ela, romper os moldes esquemáticos e criar o novo.

É necessário ampliar os horizontes de escritores e artistas, despertar sua inspiração, apoiar ativamente concepções ousadas, métodos engenhosos e novos elementos de representação e, assumindo conjuntamente a responsabilidade por esse processo, desenvolver sua independência, autonomia e criatividade.

Na orientação criativa não podem existir critérios rígidos e imutáveis.

Quando o setor da literatura e das artes renovar continuamente sua orientação criativa de forma inovadora, em conformidade com as exigências da era do desenvolvimento integral, surgirão ainda mais obras-primas capazes de elevar a consciência revolucionária, a consciência criadora e o espírito de luta do povo, mobilizando amplas massas para a implementação da política do Partido.

Ji Song Chol

Rodong Sinmun 

Questões às quais se deve dar atenção na piscicultura em arrozais durante a estação chuvosa

Durante a estação chuvosa, as fortes chuvas e os ventos intensos criam condições desfavoráveis para a piscicultura em arrozais.

Caso o manejo não seja realizado adequadamente nesse período, isso poderá afetar negativamente a criação de peixes nos arrozais.

Todos os funcionários e trabalhadores das unidades que praticam a piscicultura em arrozais devem ter isso em mente e estabelecer rigorosamente medidas para proteger os peixes e criá-los com segurança durante a estação chuvosa.

Antes de tudo, é preciso impedir que a água dos arrozais transborde os diques devido às enchentes. É importante reparar adequadamente as instalações de drenagem e os tubos de extravasamento para garantir o bom escoamento da água.

Também é necessário fixar firmemente as estruturas instaladas para impedir que os peixes saltem para fora, de modo que não sejam derrubadas pelos tufões nem se desprendam dos diques dos arrozais devido às enchentes, além de reforçar bem esses diques.

Além disso, quando ocorrerem chuvas intensas, deve-se impedir a entrada de água barrenta proveniente do exterior, bloqueando a entrada de água, abrindo os tubos de extravasamento e drenando a água conforme o volume das chuvas.

Também é necessário dar atenção à questão da alimentação.

Durante a estação chuvosa, quando os dias nublados se prolongam e a temperatura da água diminui, a atividade alimentar dos peixes torna-se menos intensa. Por isso, se a ração for fornecida na mesma quantidade de costume, eles poderão sofrer de indigestão. Assim, deve-se ajustar a quantidade de alimento, dando atenção à melhoria do seu crescimento. A ração deve ser completamente seca para evitar sua deterioração.

Outro aspecto que não deve ser negligenciado é a adoção das medidas necessárias para evitar que os peixes adoeçam.

Durante a estação chuvosa, devido a diversos fatores, aumenta a possibilidade de ocorrência de doenças nos peixes. Portanto, deve-se desinfetar rigorosamente os utensílios e garantir quantidades suficientes de extrato de folhas de tabaco e de ambrósia para utilizá-los na prevenção de doenças.

Jong Song Il

Rodong Sinmun

Realizado ato comemorativo pelo 10º aniversário da orientação de campo do estimado pai Marechal Kim Jong Un à Escola Secundária de Órfãos de Pyongyang


O ato comemorativo pelo 10º aniversário da orientação de campo do estimado pai Marechal Kim Jong Un à Escola Secundária de Órfãos de Pyongyang foi realizado no dia 1º, no local.

Participaram do ato funcionários dos setores pertinentes, empregados, professores e demais trabalhadores da escola, bem como os alunos, tendo sido apresentado um informe comemorativo.

O orador afirmou que, por ocasião do significativo dia em que o estimado Marechal deixou as marcas de sua direção na Escola Secundária de Órfãos de Pyongyang, todos os professores, demais trabalhadores e alunos da escola recordam mais uma vez, com profunda emoção, a imensa benevolência do afetuoso pai, que dedicou toda a sua solicitude e incansáveis esforços para transformar a escola em um palácio do aprendizado e um lar de felicidade, dotado das melhores condições educacionais e do mais elevado ambiente de vida.

Mencionou que, ao visitar pessoalmente a escola, concluída em 2 de julho de 2016, o estimado pai Marechal orientou com atenção e em detalhes as questões relacionadas à educação, à formação e à administração da escola, preocupado para que os alunos não sofressem sequer o menor inconveniente em sua vida cotidiana.

Afirmando que, ao longo dos últimos 10 anos, o estimado pai Marechal enviou anualmente aos alunos presentes repletos de carinho, juntamente com inúmeros alimentos, produtos industriais e modernos equipamentos educacionais, disse que, sob o caloroso amparo desse amor sem limites, os alunos fazem florescer plenamente seus sonhos e esperanças, crescendo felizes, sem nada a invejar ao mundo.

Enfatizou que todos os professores e demais trabalhadores devem conservar profundamente o orgulho de trabalhar nesse glorioso local onde estão gravadas as realizações da direção do Partido e aperfeiçoar ainda mais o trabalho de educação e formação dos alunos.

Mencionou que devem criar e introduzir ativamente métodos de ensino estreitamente vinculados aos modernos meios educacionais, desenvolver vigorosamente as atividades extracurriculares e preparar solidamente os alunos como talentos dotados de elevadas qualidades morais e espirituais, amplos conhecimentos e elevada capacidade prática.

Afirmou que os professores e demais trabalhadores devem dedicar-se aos alunos com o afeto atencioso de pais verdadeiros e solucionar de forma inovadora as questões relacionadas à administração e ao funcionamento da escola.

Por fim, enfatizou que todos os professores e demais trabalhadores devem gravar ainda mais profundamente em seus corações o elevado amor do estimado pai Marechal Kim Jong Un pelas novas gerações e alcançar novos êxitos no trabalho de educação e formação, em conformidade com as exigências da era do desenvolvimento integral.

Para realizar com eficiência o ensino encaminhado a regularizar a gestão empresarial

Discurso proferido pelo grande Líder camarada Kim Il Sung no ato comemorativo pelo 20º aniversário da fundação da Universidade da Economia Popular em 30 de junho de 1966.

Hoje gostaria de falar sobre algumas questões relacionadas à realização de um ensino eficaz na Universidade da Economia Popular, a fim de melhorar a gestão econômica do país.

Esta universidade tem a importante missão de formar satisfatoriamente os dirigentes da economia necessários para a construção do socialismo. Somente quando esta instituição formar um grande contingente de quadros competentes por meio de um trabalho docente eficiente será possível administrar adequadamente as fábricas e empresas dos diversos setores da economia nacional e acelerar a construção do socialismo.

A economia socialista, baseada na propriedade social dos meios de produção, é uma economia coletiva e planificada, administrada de acordo com um plano, mediante a força e a capacidade conjuntas de seus dirigentes e das massas produtoras. Por isso, para administrá-la corretamente, é necessário fazer com que estes trabalhem com elevado grau de consciência e senso de responsabilidade, elevando seu nível de formação ideológica, e que suas atividades sejam regulamentadas segundo normas estabelecidas, implantando uma rigorosa disciplina e ordem na administração econômica. A realidade atual, em que a economia nacional cresce consideravelmente em dimensão e a produção se desenvolve em ritmo acelerado, exige de forma imperiosa a regularização da gestão empresarial.

Alcançar esse objetivo por meio do aperfeiçoamento da administração econômica apresenta-se hoje como uma questão de suma importância para a construção econômica socialista de nosso país.

Até agora obtivemos enormes êxitos na construção da economia socialista e, nesse processo, registramos um progresso notável na gestão empresarial. No entanto, o nível da administração da economia nacional em geral ainda não é muito elevado, e observam-se não poucos defeitos na gestão das empresas. Alguns dirigentes da economia não administram as empresas de maneira científica, conforme as exigências das leis da economia socialista e, por conseguinte, não utilizam eficazmente as máquinas e os equipamentos, desperdiçando enorme quantidade de materiais e força de trabalho.

O baixo nível da gestão empresarial entre os dirigentes da economia de nosso país decorre de determinadas causas.

Isso está relacionado, antes de tudo, com o fato de que eles não possuíam experiência anterior na administração de fábricas.

A maioria dos diretores de fábricas e empresas, bem como dos demais dirigentes da indústria, é de origem operária. No passado, os operários de nosso país, empregados pelo imperialismo japonês e pelos capitalistas e submetidos à humilhação e ao desprezo, foram obrigados a realizar trabalho escravo e sequer podiam pensar na administração das fábricas. Não apenas eles, mas também os intelectuais que possuíam conhecimentos técnicos não participavam da administração, servindo apenas como subordinados dos imperialistas japoneses.

O baixo nível da gestão empresarial entre os dirigentes da economia também está relacionado com o fato de que eles não receberam uma formação prática adequada.

De fato, eles não receberam essa formação de maneira sistemática. Nem mesmo os graduados da Universidade da Economia Popular receberam uma formação prática eficiente, quanto mais aqueles que nunca estudaram nessa instituição. Até agora, neste estabelecimento de ensino, os alunos receberam apenas conhecimentos teóricos, baseados no manual de administração, sem que lhes fossem ministradas instruções práticas e concretas que pudessem aplicar com proveito na gestão das fábricas e empresas. Como resultado, embora muitos dirigentes da economia tenham se formado ali, eles não administram corretamente as empresas.

É verdade que, até o presente, esses dirigentes deram grandes contribuições à construção da economia socialista e que, graças à sua atuação, as fábricas e empresas dos diversos setores econômicos do país continuam funcionando. Contudo, não podemos nos dar por satisfeitos com isso. Devemos elevar decisivamente o nível da gestão empresarial dos dirigentes da economia.

Para cumprir essa tarefa, é necessário melhorar e fortalecer o ensino na Universidade da Economia Popular.

Doravante, essa instituição deverá intensificar o ensino prático voltado para capacitar os alunos nos métodos de gestão empresarial por meio de atividades práticas.

Somente assim eles poderão administrar corretamente as empresas de acordo com regulamentos uniformes quando forem designados para os diversos setores da economia nacional. Esse estabelecimento de ensino não deve apenas receber e formar muitos jovens como dirigentes da economia, mas também admitir e requalificar os diretores, engenheiros-chefes e vice-diretores em exercício. Somente quando todos os dirigentes da economia atuarem de acordo com os regulamentos aprendidos nessa instituição será possível regularizar a gestão empresarial.

Realizar adequadamente o ensino voltado para a regularização da gestão empresarial constitui hoje a tarefa mais importante com que se defronta a Universidade da Economia Popular.

Para cumpri-la, é indispensável preparar os meios e as condições correspondentes. Atualmente, não existe um manual bem elaborado para ensinar aos alunos a prática da administração, nem um regulamento de gestão que possa servir de modelo para a administração das empresas, tampouco uma fábrica-modelo ou salas de estudo devidamente equipadas para preparar os alunos nas atividades correspondentes. Nessas condições, é impossível formar dirigentes da economia capazes de regularizar a gestão empresarial.

Antes de tudo, é preciso estabelecer regulamentos corretos para a administração das fábricas e empresas.

Sem regulamentos uniformes, não é possível regularizar a gestão empresarial. Embora a teoria econômica contida nos livros seja fácil de memorizar, aplicá-la nas atividades práticas para conduzir a economia com competência não é tarefa simples. Sobretudo, não é nada fácil assegurar a unidade na administração das numerosas fábricas e empresas do país. Por isso, são indispensáveis regulamentos administrativos que sirvam de modelo para a gestão das empresas.

Atualmente, como as fábricas e empresas não asseguram uniformidade na administração dos equipamentos, materiais, força de trabalho e outros aspectos, os professores universitários que nelas realizaram atividades falam aos alunos cada um à sua maneira, ainda que tratem dos mesmos temas. Dessa forma, não é possível instruí-los corretamente na prática da administração, nem o trabalho docente pode contribuir para a regularização da gestão empresarial.

O mais importante na criação das condições de ensino para essa regularização é preparar adequadamente os materiais didáticos.

Ao cumprir essa tarefa, devem ser incluídos principalmente no manual de administração os temas referentes aos princípios estabelecidos pela política do Partido e pela teoria econômica, enquanto os regulamentos de administração das empresas devem tratar dos aspectos práticos de sua gestão. Uma vez elaborados de forma adequada, esses regulamentos servirão como excelentes materiais para o ensino destinado à regularização da gestão empresarial.

Agora, como devemos elaborá-los?

Ninguém escreveu um livro sobre esse assunto nem criou um modelo. Devemos elaborá-los de maneira jucheana e científica, em conformidade com a natureza do regime socialista, baseando-nos na política do nosso Partido e na experiência prática da construção socialista de nosso país.

Para elaborá-los adequadamente, é necessário que os professores dessa instituição permaneçam cerca de seis meses nas fábricas e empresas, onde, atuando como auxiliares de chefes de brigada, chefes de oficina e diretores, experimentem diretamente o cumprimento das respectivas funções. Até agora, eles apenas leram livros em seus escritórios e nunca exerceram esses cargos. Portanto, não os conhecem de maneira aprofundada nem possuem domínio da prática. Por isso, não podem redigir os regulamentos para a administração das empresas e, mesmo que os elaborassem, eles não seriam satisfatórios. Assim, devem ir às fábricas e empresas, experimentar o exercício das funções de chefe de brigada, chefe de oficina e diretor, reunir aquilo que possa servir de modelo, debatê-lo amplamente e somente depois elaborar esses regulamentos. Somente dessa forma será possível redigir regulamentos corretos para a gestão empresarial.

Ao elaborá-los, não se deve seguir cegamente as opiniões de determinados quadros nem tomar suas atividades como modelo absoluto. Nem tudo o que eles dizem pode ser considerado correto, nem todas as suas práticas são perfeitas. Por isso, suas experiências devem servir apenas como referência.

É preciso elaborar esses regulamentos tomando como unidades a brigada, a oficina e a empresa.

Primeiramente, devem ser definidos os deveres e o papel da brigada; em seguida, os da oficina; e, por fim, os da empresa. Além disso, é necessário regulamentar, por áreas, as atividades da gestão empresarial, tais como o trabalho com o pessoal, a manutenção técnica, a administração de materiais, a gestão da força de trabalho e outros aspectos.

O conteúdo dos regulamentos para a gestão das empresas deve possuir, ao mesmo tempo, caráter geral e concreto.

Não é possível elaborar regulamentos separados para cada setor da economia nacional, nem preparar apenas um regulamento e impor rigidamente sua observância a todos os demais setores. Portanto, eles devem ser elaborados de forma que tenham um caráter geral, aplicável às fábricas e empresas de todos os setores, e que definam concretamente os procedimentos a serem seguidos pelos trabalhadores na gestão empresarial. A indústria divide-se em indústria pesada e indústria leve, sendo que a primeira se subdivide em mineração, metalurgia, indústria mecânica, indústria química e outros ramos com características específicas. Entretanto, isso não significa que existam diferenças essenciais nos métodos de manutenção dos equipamentos, de garantia do fornecimento de materiais ou de organização da força de trabalho. Por isso, se forem elaborados regulamentos adequados, será possível utilizá-los nas fábricas e empresas dos diversos setores.

Esses regulamentos não devem ser extensos, mas sim compactos e de fácil manuseio, para que os trabalhadores possam levá-los consigo.

Depois de elaborado o projeto desses regulamentos, nós o examinaremos e o submeteremos a uma ampla discussão de massas, com vistas ao seu aperfeiçoamento.

Por outro lado, é necessário preparar fábricas-modelo para os diversos setores da economia nacional.

Se forem selecionadas algumas fábricas e preparadas como modelo para cada um desses setores, dirigindo-as eficientemente de acordo com as exigências dos regulamentos administrativos, não apenas será possível generalizar sua experiência em todo o país, como também a Universidade da Economia Popular poderá ensinar eficazmente aos alunos os métodos de gestão empresarial, utilizando essas fábricas como bases para a prática.

Essa instituição pretende preparar salas de estudo da economia nacional por setores. Contudo, por mais bem equipadas que elas estejam, jamais poderão igualar-se às fábricas reais, pois se limitarão a exibir fotografias, diagramas, maquetes e outros recursos semelhantes.

É claro que esses recursos podem auxiliar no ensino prático. Entretanto, somente com eles não é possível ensinar corretamente aos estudantes os procedimentos para dirigir as empresas. Ainda que a universidade lhes ministre aulas e os faça participar de diversas formas de discussão e de atividades práticas, eles não conseguirão desempenhar adequadamente suas funções depois de formados se não lhes for proporcionada a experiência real de atuar nas fábricas de acordo com as exigências dos regulamentos administrativos.

Por isso, o melhor é estabelecer excelentes fábricas-modelo e fazer com que os alunos realizem nelas um longo período de prática.

Criar modelos e fazer com que deles se aprenda é um método extremamente eficaz para instruir e educar as pessoas. Durante o período da Luta Armada Antijaponesa, incorporamos às guerrilhas tropas de guerrilheiros sob a bandeira da frente unida. No início, seus integrantes eram indisciplinados e viviam de maneira desorganizada. Preparavam a comida separadamente; ao acampar, dormiam em pequenos grupos de dois ou três homens que tinham afinidade entre si; faziam suas necessidades em qualquer lugar e nem sequer se lavavam regularmente. Nessas condições, que capacidade combativa ou que aparência militar poderiam ter?

Designamos uma unidade diretamente subordinada ao Comando para educá-los, dando-lhes o exemplo ao conviver com eles. Naquela época, nós, guerrilheiros, mesmo quando permanecíamos apenas uma noite em determinado lugar, delimitávamos a área do acampamento, cavávamos fossas e construíamos locais específicos para lavar-se e para as necessidades sanitárias. Todas as manhãs nos lavávamos e mantínhamos sempre uma aparência asseada. Ao observarem nosso comportamento, os integrantes dessas tropas foram, pouco a pouco, convencendo-se de que aquele era o modo correto de agir. Em pouco tempo abandonaram seus antigos hábitos, passaram a preparar a comida em um único local, a lavar-se regularmente e a viver de maneira organizada.

No começo, eles também não sabiam combater. Assim que avistavam o exército japonês, abriam fogo mesmo quando ele ainda se encontrava muito distante e, em seguida, fugiam. Naquela época, um metralhador dessas tropas veio pedir-me autorização para abrir fogo contra o inimigo quando este ainda estivesse a uma distância de 700 ou 800 metros, dizendo que, se deixasse os soldados se aproximarem mais, seu coração disparava e ele já não conseguia manejar a metralhadora. Então mostrei-lhe como os guerrilheiros deixavam o inimigo aproximar-se antes de abatê-lo com disparos certeiros. Posteriormente, pouco a pouco, ele recuperou a coragem e passou a combater com eficiência.

Esse é precisamente o método de educação por meio de exemplos práticos.

Esse método de instrução também é o mais eficaz no ensino dos alunos. É muito melhor levá-los às fábricas-modelo e mostrar-lhes os fatos na prática do que mantê-los em sala de aula e explicar-lhes as mesmas coisas cem vezes.

Aos quadros responsáveis pelos departamentos econômicos do Comitê Central do Partido e do Conselho de Ministros foi atribuída a tarefa de preparar essas fábricas, mas eles não a estão executando de maneira satisfatória. Juntamente com os professores da Universidade da Economia Popular, deverão prepará-las adequadamente.

Seria conveniente selecionar e preparar como fábricas-modelo, para cada setor da economia nacional, algumas fábricas de Pyongyang e de seus arredores, como as dos ramos da indústria mecânica, metalúrgica, indústria leve, mineração e outros. No setor da indústria mecânica, poderia ser preparada como fábrica-modelo a Fábrica de Aparelhos Elétricos de Taean; na indústria de metais não ferrosos, a Fundição de Metais Não Ferrosos de Nampho; na indústria têxtil, a Fábrica Têxtil de Pyongyang; e, na mineração, a Mina de Carvão de Anju.

É importante preparar adequadamente a fábrica-modelo da indústria mecânica. Esse setor constitui o núcleo da indústria pesada e a base do desenvolvimento de todos os setores da economia nacional e do progresso tecnológico. Contudo, como a história do desenvolvimento da indústria mecânica em nosso país é relativamente curta, o nível da engenharia mecânica ainda é baixo, assim como o da gestão dos funcionários desse setor. Para desenvolver rapidamente a indústria de maquinaria nessas circunstâncias, é necessário preparar devidamente a fábrica-modelo do setor e generalizar sua experiência em todas as demais fábricas semelhantes.

Uma vez estabelecidas as fábricas-modelo, é preciso levar os estudantes para realizarem nelas extensas atividades práticas.

O principal defeito de que padecem atualmente nossos dirigentes da economia é que aqueles que dominam a teoria carecem de experiência na administração das fábricas, enquanto os que possuem experiência prática desconhecem a teoria. O fato de não reunirem capacidade teórica e prática constitui uma grave deficiência. Portanto, depois de ensinar aos alunos a teoria econômica e os regulamentos administrativos, a instituição deve organizar numerosas atividades práticas. Somente assim será possível formar dirigentes da economia competentes, dotados tanto de capacidade teórica quanto de experiência prática.

Quanto aos estudantes do curso para diretores, é necessário que, após aproximadamente um ano de aulas na universidade, realizem pelo menos seis meses de prática nas fábricas-modelo. Durante sua permanência nessas fábricas, deverão assimilar completamente todas as atividades diárias de um diretor, desde sua chegada ao local de trabalho até o encerramento do expediente. Além disso, durante esse período de prática, deverão exercitar a elaboração do plano de produção e do seu próprio plano de trabalho.

Os diretores devem saber elaborar corretamente os planos mensais, trimestrais e anuais. A economia socialista não pode avançar um único passo sem planejamento. Na sociedade socialista, constitui uma lei que a economia se desenvolva de maneira planificada e equilibrada. Na gestão empresarial, o trabalho de planejamento representa o ponto de partida de todas as demais tarefas e a questão fundamental que determina seu conjunto. Entretanto, atualmente os diretores não sabem elaborar planos de maneira adequada. Alguns limitam-se a assinar, sem qualquer exame, os planos elaborados de forma burocrática pelos chefes das seções de planejamento em seus escritórios e os encaminham aos ministérios. Estes, por sua vez, sem submetê-los a uma análise concreta, apenas os reúnem e os enviam ao Comitê Estatal de Planificação. Em consequência desse formalismo na elaboração dos planos, eles não são devidamente cumpridos e ocorrem inúmeros casos em que o Estado sofre grandes prejuízos por realizar aquilo que não deveria ser feito e deixar de executar o que era necessário. Portanto, a Universidade da Economia Popular deve ensinar corretamente os diretores a elaborar e analisar os planos de produção.

Além disso, é necessário organizar adequadamente as salas de estudo da economia nacional para cada setor.

Se essa tarefa for cumprida, será possível realizar o trabalho docente com eficiência, e os alunos poderão consolidar os conhecimentos adquiridos por meio de recursos visuais, como painéis gravados, painéis em alto-relevo e maquetes.

Essas salas devem ser bem equipadas e possuir características próprias como instalações destinadas ao ensino visual.

Antes de tudo, devem ser adequadas ao treinamento dos alunos nos procedimentos administrativos.

Os painéis gravados, os painéis em alto-relevo e as maquetes devem funcionar como objetos reais, de modo que os estudantes possam praticar de forma simulada e repetida os procedimentos administrativos até adquirirem habilidade. Somente assim terão valor como recursos didáticos e prestarão auxílio efetivo ao aprendizado dos alunos. Se as salas de estudo forem preparadas apenas como uma exposição, não servirão para nada.

Além disso, elas devem ser organizadas de modo que permitam mostrar comparativamente o que é correto e o que é incorreto na gestão empresarial.

Devem demonstrar concretamente por que é importante administrar as empresas de acordo com os regulamentos e quais são os resultados de observá-los ou violá-los. Por exemplo, a sala de estudo da indústria mecânica deve mostrar como as máquinas devem ser mantidas e limpas, em que intervalos de tempo devem ser lubrificadas e quais são as consequências de não realizar essa tarefa no momento oportuno. A sala de estudo sobre manutenção térmica deverá apresentar o princípio de funcionamento de seus equipamentos, a forma correta de conservar o calor e os resultados obtidos quando essa tarefa é bem executada ou, ao contrário, quando é negligenciada. A sala de estudo da indústria elétrica, por sua vez, deve demonstrar quanta eletricidade pode ser economizada quando sua administração é realizada adequadamente e quanto se desperdiça quando isso não ocorre.

Nas salas de estudo também devem ser expostos diversos dados.

Em especial, devem ser apresentados numerosos exemplos positivos e negativos observados na gestão empresarial. Esses materiais deverão servir de referência tanto para os professores durante as aulas quanto para os alunos durante seus estudos.

Também é necessário produzir um grande número de filmes científicos.

Se forem utilizados adequadamente, os alunos poderão conhecer a situação do desenvolvimento econômico de nosso país mesmo na sala de projeção de filmes e aprofundar seus conhecimentos em estreita relação com a realidade concreta. Por isso, deve-se dedicar a devida atenção à produção e à utilização de filmes científicos.

Cabe a nós produzir muitos filmes científicos que reflitam a situação atual do desenvolvimento econômico de nosso país.

Atualmente, alguns quadros e estudantes não conhecem com precisão quais fábricas existem em nosso país nem quantas são. Devemos produzir algumas dezenas de filmes científicos abrangentes sobre a indústria extrativa, a metalúrgica, a química, a indústria leve e os demais setores da economia nacional, para dar a conhecer aos quadros e estudantes a situação real de seu desenvolvimento. Esses filmes devem permitir que os alunos compreendam a situação atual dos diversos setores econômicos, ampliem seus conhecimentos sobre eles e aprofundem sua compreensão da gestão empresarial.

Recentemente, os Estúdios de Documentários produziram um filme sobre a organização cuidadosa da vida econômica do país, mas nele aparecem apenas os defeitos. Um filme que mostra somente os aspectos negativos não possui valor educativo. É preciso registrar, juntamente com os defeitos, os exemplos positivos de organização cuidadosa da vida econômica do país, realizada com espírito de responsabilidade e atitude de dono.

O filme científico que apresente os métodos de gestão empresarial e os processos produtivos deve estar de acordo com o sistema e o conteúdo da disciplina de prática administrativa e tecnológica. Além disso, deve ser produzido de maneira que permita mostrar até mesmo os detalhes que os materiais didáticos e as salas de estudo não conseguem explicar. Se forem produzidos bons filmes desse tipo, eles poderão servir com grande eficácia como materiais auxiliares para as disciplinas de prática administrativa e tecnológica.

Além do ensino prático, esta universidade deve fortalecer também o ensino teórico.

Sem munir solidamente os estudantes com a linha, a política e a teoria econômica do nosso Partido, é impossível formá-los como dirigentes da economia verdadeiramente competentes.

Atualmente, alguns desses dirigentes, por não dominarem plenamente a teoria econômica, frequentemente violam as leis objetivas na direção econômica e na gestão empresarial e não cumprem satisfatoriamente as tarefas revolucionárias que lhes são atribuídas.

Os trabalhadores da planificação também cometem diversos desvios em seu trabalho por não compreenderem corretamente as leis da economia socialista e a teoria da planificação. Em especial, não aplicam adequadamente em seu trabalho a linha revolucionária de massas nem a orientação do nosso Partido para a unificação e a pormenorização do plano. Alguns chegam até mesmo a considerar impossível a pormenorização do plano e, por isso, não se esforçam com perseverança para realizá-la, continuando a elaborar os planos de maneira subjetivista e formalista, apegando-se aos antigos métodos.

Também os dirigentes da agricultura trabalham de maneira subjetivista por não compreenderem corretamente as exigências das leis econômicas objetivas.

Nos últimos anos, eles impuseram aos camponeses o cultivo da soja como cultura principal. Contudo, os camponeses não aceitaram essa medida, pois a soja apresenta baixa produtividade e baixo valor comercial. Isso demonstra que os próprios camponeses conhecem melhor a lei do valor. Como a soja produz pouco, desde a antiguidade ela nunca foi cultivada em nosso país, de reduzida superfície agrícola, como cultura principal. Mesmo na província de Hamgyong Norte, onde se dizia que seu cultivo era bem-sucedido, ela não era plantada como cultura principal, mas apenas em cultivo consorciado. Era natural, portanto, que os camponeses não aceitassem essa imposição. Para que eles cultivassem a soja como cultura principal, seria necessário aumentar sua produtividade por unidade de área mediante a introdução de métodos avançados de cultivo ou elevar seu preço.

A Universidade da Economia Popular deve fortalecer o ensino teórico para elevar decisivamente o nível dos dirigentes da economia.

Esta universidade terá muitas tarefas a cumprir no futuro. Por isso, deve estabelecer uma correta ordem de prioridades em suas atividades e concentrar suas forças no elo principal. Neste momento, deve dedicar sua atenção fundamental à criação dos meios e das condições necessários para o ensino voltado à regularização da gestão empresarial, sobretudo à elaboração dos regulamentos para a administração das empresas.

Estou convencido de que todos os professores, funcionários e estudantes desta universidade cumprirão exemplarmente as honrosas tarefas que se apresentam diante de sua instituição, promovendo, assim, uma inovação na formação dos quadros nacionais.

Crescimento Econômico e Estratégia de Reajuste e Reforço

Nos últimos cinco anos, a RPDC cumpriu, em seus aspectos principais, o plano quinquenal de desenvolvimento da economia nacional e alcançou um crescimento e desenvolvimento sustentados da economia nacional como um todo.

Foram fortalecidos os vínculos orgânicos entre os principais setores industriais que constituem a espinha dorsal da economia autossustentada, e esforços constantes foram envidados para melhorar o padrão de vida da população, resultando em um notável aumento do produto interno bruto (PIB).

Esse êxito é atribuído à estratégia econômica do Partido do Trabalho da Coreia.

Quando o Partido apresentou essa estratégia, o país enfrentava a situação subjetiva e objetiva mais severa desde sua fundação. As tentativas frenéticas das forças hostis de privá-lo de seu direito à existência e ao desenvolvimento, bem como ameaças inesperadas, como a crise sanitária global, representavam sérios obstáculos ao seu desenvolvimento.

Para enfrentar essa conjuntura, o PTC, em seu Oitavo Congresso, realizado em janeiro de 2021, apresentou a estratégia de reajuste e reforço, o plano mais científico e sábio para alcançar o desenvolvimento da economia nacional como um todo por meio da força da autoconfiança.

De acordo com essa estratégia, o país empreendeu esforços para reconstruir, reforçar e desenvolver tecnicamente todos os setores da economia, a fim de aperfeiçoar a estrutura de produção independente e fortalecer os setores atrasados.

O Conselho de Ministros, a Comissão Estatal de Planificação e outros órgãos de direção econômica trabalharam para proporcionar aos estabelecimentos industriais as condições necessárias às atividades de produção e gestão.

Em meio aos redobrados esforços em todo o país para regularizar a produção em todos os setores da economia, o setor da indústria metalúrgica aperfeiçoou ainda mais as linhas de produção das bases siderúrgicas baseadas no Juche, enquanto o setor da indústria química alcançou grandes avanços no estabelecimento de processos técnicos, na expansão da capacidade produtiva e na produção de fertilizantes.

O setor da indústria de construção de máquinas produziu as máquinas e os equipamentos necessários ao desenvolvimento dos setores econômicos e à implementação do programa da revolução rural da nova era e da nova política de desenvolvimento regional, impulsionando ativamente o desenvolvimento da economia nacional como um todo.

O setor da indústria de energia elétrica manteve uma tendência de rápido crescimento ao ampliar o alcance de seu desenvolvimento, enquanto o setor da indústria carbonífera atendeu satisfatoriamente à demanda de diversos setores econômicos por carvão por meio de um movimento de aumento da produção.

O setor da indústria de mineração atingiu as metas de produção de minerais não ferrosos e não metálicos e reforçou e ampliou sua base produtiva geral, estabelecendo uma sólida plataforma para que a economia nacional como um todo ingressasse na etapa seguinte de desenvolvimento.

O setor da indústria leve construiu ou modernizou numerosas bases de produção, o que levou ao aumento da capacidade produtiva existente.

Tendo compreendido ainda mais profundamente, por meio da luta para implementar a estratégia econômica do PTC, a validade da linha de construção de uma economia autossustentada, o povo coreano avança agora vigorosamente pelo caminho do desenvolvimento integral do país, erguendo a bandeira da autoconfiança e da autossuficiência, conforme indicado pelo Nono Congresso do PTC, realizado em fevereiro de 2026.

Kim Sol Song

Naenara

As crianças mais felizes do mundo

Passaram-se cinco anos desde o estabelecimento da nova política de cuidado das crianças graças à nobre concepção sobre as futuras gerações do estimado camarada Secretário-Geral.

Há cinco anos, em uma reunião plenária do Comitê Central do Partido, ele apresentou como importante pauta a melhoria e o fortalecimento da política de cuidado das crianças e fez com que fosse estabelecida como política o fornecimento de produtos lácteos e alimentos nutritivos a todas as crianças do país às custas do Estado.

Essa foi uma grande decisão que somente o estimado camarada Secretário-Geral, verdadeiro pai de todas as crianças do país, que deseja que a nova geração, crescendo em um período de dificuldades sem precedentes, alimente-se bem desde a infância e cresça saudável em boas condições, poderia tomar.

De acordo com a nova política de cuidado das crianças, foram estabelecidos um rigoroso sistema e uma rigorosa ordem para fornecer diariamente, sem falta, produtos lácteos frescos a todas as crianças.

Assim, as crianças coreanas, nutrindo-se do afeto e do amor do grande pai, crescem felizes, saudáveis e vigorosas.

Dedicar ainda mais amor às crianças quanto mais se multiplicam as dificuldades e avançar firmemente, com a força desse amor, rumo ao futuro do comunismo é o modo invariável de avanço e desenvolvimento da revolução coreana.

Os aspectos alegres e animados das crianças inspiram em nosso povo uma satisfação ainda maior e o orgulho de ser revolucionário e lutador pelo crescimento saudável e pela felicidade das futuras gerações.

terça-feira, 30 de junho de 2026

Forças de Segurança Social

Desde os primeiros momentos da reorganização política da península coreana após a libertação, a construção de instituições responsáveis pela segurança interna e pela proteção das fronteiras constituiu uma dimensão essencial do novo Estado em formação no Norte. Ao lado da estruturação das forças armadas regulares, consolidou-se gradualmente um conjunto de unidades voltadas à vigilância territorial, ao controle de áreas sensíveis e à manutenção da ordem pública, cuja evolução histórica desemboca nas atuais Forças de Segurança Social (사회안전군).

A formação dessas unidades não pode ser compreendida como um processo isolado, mas como parte do esforço mais amplo de institucionalização do poder estatal no norte da Coreia. Sob a administração do então Ministério do Interior, começaram a ser organizadas forças de segurança com funções específicas, distintas das forças militares regulares, ainda que frequentemente interligadas em termos operacionais e estratégicos.

Entre as primeiras estruturas relevantes nesse processo destaca-se a criação de unidades de guarda voltadas à vigilância da Linha do Paralelo 38. Em julho de 1947, foi organizada em Sariwon a Guarda do Paralelo 38, com um efetivo inicial de aproximadamente dois mil homens. Formada a partir das unidades de segurança subordinadas ao Ministério do Interior, sua missão consistia em reforçar a vigilância da linha divisória e responder aos crescentes incidentes registrados na região fronteiriça.

A deterioração da situação política na península levou à rápida ampliação dessa estrutura. No início de 1948, as unidades de guarda foram reorganizadas e unificadas, adquirindo uma organização de caráter permanente e maior capacidade operacional. Ao longo do ano seguinte, novas brigadas foram constituídas para dividir a responsabilidade pela vigilância da Linha do Paralelo 38, consolidando um sistema de defesa fronteiriça distribuído por diferentes setores.

O fortalecimento dessas forças refletiu-se também em seu crescimento material. Dados orçamentários da época indicam que o contingente subordinado ao Ministério do Interior passou de cerca de vinte e cinco mil integrantes em 1947 para aproximadamente cinquenta mil a partir de 1948, acompanhado por um expressivo aumento dos recursos destinados à manutenção, ao treinamento e à expansão das unidades de guarda.

Essa reorganização mostrou-se decisiva diante do agravamento das tensões na península. Ao longo de 1949, as forças do exército títere sul-coreano, instigadas pelos imperialistas estadunidenses, intensificaram as incursões armadas ao longo da Linha do Paralelo 38, totalizando mais de 2.610 provocações naquele ano — número superior em mais de 2,8 vezes ao registrado em 1948. As forças de guarda da República responderam fortalecendo a vigilância da fronteira e frustrando sucessivamente essas tentativas de agressão, desempenhando um papel fundamental na defesa do país às vésperas da Guerra de Libertação da Pátria (1950–1953).

A experiência acumulada na defesa das fronteiras revelou-se decisiva quando eclodiu a Guerra de Libertação da Pátria, em junho de 1950. Enquanto o Exército Popular da Coreia conduzia as principais operações militares contra as forças invasoras, as unidades de guarda desempenharam importantes missões na retaguarda, assegurando a proteção de instalações estratégicas, a manutenção da ordem nas áreas libertadas, a vigilância das comunicações e o apoio às operações militares. Ao mesmo tempo, participaram da contenção das ofensivas inimigas em diferentes setores da fronteira e contribuíram para preservar a estabilidade das regiões sob controle da RPDC durante todo o conflito.

Encerrada a guerra e iniciada a reconstrução socialista do país, a estrutura das forças de guarda continuou a ser aperfeiçoada para responder às novas necessidades da defesa nacional e da segurança interna. O processo culminou, em outubro de 1962, com a criação do Ministério da Segurança Social e da Guarda Popular da Coreia, que passou a reunir sob uma estrutura unificada as unidades responsáveis pela vigilância das fronteiras, pela segurança interna e pela proteção de instalações estratégicas.

Nas décadas seguintes, a organização dessas forças sofreu ajustes sucessivos, refletindo mudanças na estrutura administrativa do Estado. Parte das funções ligadas à segurança política e ao controle interno foi redistribuída entre diferentes órgãos ao longo dos anos 1980, enquanto aspectos relacionados à vigilância de fronteiras passaram por novas reconfigurações em meados da década de 1990, incluindo sua vinculação a estruturas subordinadas ao setor militar.

Em 2010, a instituição passou por uma nova reorganização administrativa e adotou a denominação Forças de Segurança Interna do Povo Coreano (조선인민내무군), permanecendo subordinada ao então Ministério da Segurança Popular. Embora a mudança refletisse uma atualização da estrutura organizacional, suas atribuições essenciais continuaram voltadas à proteção das fronteiras, da ordem pública e das principais instalações estratégicas do Estado.

Uma década mais tarde, em 2020, a denominação Forças de Segurança Social (사회안전군) passou a ser utilizada oficialmente, refletindo a evolução institucional do órgão. 

Atualmente, as Forças de Segurança Social são caracterizadas por uma natureza híbrida, desempenhando simultaneamente funções de segurança pública e de caráter paramilitar. Em tempos de paz, atuam na vigilância de fronteiras terrestres e marítimas, proteção de instalações estratégicas como edifícios governamentais, centros industriais, usinas de energia e outras infraestruturas essenciais. Em situações de conflito armado, suas unidades podem ser integradas às operações do Exército Popular da Coreia, o que reforça sua relevância dentro do sistema de defesa nacional.

Historicamente, as funções tradicionalmente associadas à atividade policial — como investigação criminal, patrulhamento urbano, manutenção da ordem pública e fiscalização do trânsito — sempre foram desempenhadas pelos órgãos de Segurança Social. Desde a libertação da Coreia, a RPDC adotou uma terminologia própria para essas atividades, substituindo a nomenclatura policial convencional por conceitos ligados à segurança pública e à proteção social, em um contexto marcado pelo rompimento com as instituições e a terminologia herdadas do período de ocupação colonial japonesa. Ao longo de décadas, esse modelo constituiu uma característica singular do sistema administrativo da RPDC.

Passados mais de setenta anos desde a criação das primeiras instituições de segurança da nova Coreia, esse modelo ingressa agora em uma nova etapa de desenvolvimento. Durante uma sessão recente da Assembleia Popular Suprema, o camarada Kim Jong Un anunciou a proposta de introdução de um sistema policial adequado às condições da República, destacando que a medida visa aperfeiçoar o sistema jurídico nacional e fortalecer os mecanismos de garantia da segurança do Estado e da estabilidade social por meio de uma estrutura mais especializada.

A trajetória das Forças de Segurança Social revela, assim, um processo contínuo de adaptação institucional ao longo de diferentes etapas do desenvolvimento estatal. Desde as primeiras unidades de vigilância do Paralelo 38 até a estrutura contemporânea, observa-se uma linha de continuidade marcada pela ampliação de funções, pela reorganização administrativa e pela manutenção de um papel central na proteção da soberania e da estabilidade interna.

Essa evolução não se apresenta como ruptura, mas como um processo de transformação gradual, no qual diferentes formas organizacionais foram sendo incorporadas às exigências concretas de cada período histórico. Nesse sentido, a história das Forças de Segurança Social reflete, em paralelo, a própria trajetória de construção e consolidação do Estado na República Popular Democrática da Coreia.
 
Lenan Menezes da Cunha

Embaixada chinesa oferece banquete em comemoração ao 105º aniversário do Partido Comunista da China

Em comemoração ao 105º aniversário da fundação do Partido Comunista da China, o embaixador extraordinário e plenipotenciário da República Popular da China em nosso país, camarada Wang Yajun, ofereceu um banquete comemorativo na embaixada, em 30 de junho.

Foram convidados para a recepção o membro do Presidium do Bureau Político do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia e secretário do Comitê Central do Partido, Jo Yong Won; o membro do Bureau Político do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia e secretário do Comitê Central do Partido, Kim Song Nam; funcionários dos setores competentes e membros do corpo diplomático acreditado em nosso país.

Também participaram integrantes da Embaixada da República Popular da China, visitantes chineses que se encontram no país e chineses residentes.

Na recepção, o camarada Wang Yajun fez um discurso.

Ele afirmou que, desde sua fundação, o Partido Comunista da China uniu e liderou o povo para construir uma Nova China em que o povo é o dono do país, estabeleceu as condições fundamentais para a grande revitalização da nação chinesa e contribuiu para o desenvolvimento e o progresso da humanidade.

Declarou estar convencido de que, sob a sábia liderança do secretário-geral Kim Jong Un, que herdou e desenvolveu as ideias de construção partidista do camarada Kim Il Sung e do camarada Kim Jong Il, apresentou a linha de cinco pontos da construção do Partido na nova era e inaugurou um novo auge no fortalecimento de todo o Partido, o Partido do Trabalho da Coreia se fortalecerá ainda mais e alcançará novos e maiores êxitos na realização da causa socialista da Coreia.

Afirmando que a corrente fundamental das relações de amizade entre China e RPDC consiste em compartilhar o destino ao longo das gerações, apoiar-se mutuamente, proteger-se reciprocamente e manter uma sincera unidade, ele destacou que as relações entre os dois partidos desempenharam um papel de vanguarda no desenvolvimento das relações entre os dois países. Ressaltou ainda que, desde o início da nova era, o secretário-geral Xi Jinping e o secretário-geral Kim Jong Un realizaram sete encontros históricos, mantiveram estreita comunicação estratégica e escreveram continuamente novos capítulos da amizade entre os dois partidos e os dois países.

Ele expressou a disposição do Partido Comunista da China de implementar plenamente o importante consenso alcançado pelos máximos dirigentes dos dois partidos e dos dois países, fortalecer a comunicação estratégica, aprofundar o intercâmbio de experiências na administração do Partido e do Estado e orientar o desenvolvimento saudável e estável das relações China-RPDC, proporcionando maior felicidade aos povos dos dois países e defendendo conjuntamente a paz e o desenvolvimento da região.

Em seguida, o camarada Kim Song Nam fez um discurso.

Ele felicitou calorosamente o 105º aniversário da fundação do Partido Comunista da China e mencionou que o Partido Comunista da China vem alcançando resultados notáveis no fortalecimento de seu papel dirigente, na realização do desenvolvimento qualitativo da economia e da estabilidade social, bem como na consolidação da posição internacional do país.

Afirmando que todas as conquistas alcançadas atualmente pela China são inseparáveis da correta liderança do Partido Comunista da China e do sistema socialista escolhido e construído pelo povo chinês, ele disse que a história do Partido Comunista da China também registra a amizade construída ao longo das lutas e vitórias conjuntas dos dois partidos e dos dois países em prol de uma causa comum.

Ele enfatizou que, com base na profunda amizade entre o estimado camarada Kim Jong Un e o respeitado secretário-geral Xi Jinping, a amizade RPDC-China foi elevada a um novo patamar e que, durante o histórico encontro em Pyongyang realizado este ano, os líderes dos dois partidos expressaram sua firme determinação de desenvolver as tradicionais relações de amizade entre os dois países como um modelo das mais sólidas e estratégicas relações entre Estados socialistas.

Expressou votos de que o povo chinês, firmemente unido em torno do Comitê Central do Partido, tendo o camarada Xi Jinping como núcleo, alcance vitórias ainda maiores na luta pela construção de uma poderosa nação socialista modernizada e pela realização da grande revitalização da nação chinesa.

Os participantes da recepção brindaram desejando saúde ao estimado camarada Kim Jong Un e ao respeitado camarada Xi Jinping.

A recepção transcorreu em uma atmosfera repleta de camaradagem e amizade.

Antes da recepção, foi realizado na embaixada um seminário de intercâmbio de experiências sobre a construção partidista entre a RPDC e a China, por ocasião do 105º aniversário da fundação do Partido Comunista da China.

No seminário foram apresentadas as valiosas experiências de construção partidista do Partido do Trabalho da Coreia, que coloca o princípio de dar primazia às massas populares como sua ideologia e método políticos e promove o desenvolvimento integral do socialismo com base na confiança e no apoio absolutos do povo, bem como do Partido Comunista da China, que, mantendo sempre vivos seus ideais e sua missão original, une o povo para promover transformações. Também foram expressas as intenções de fortalecer e desenvolver continuamente a cooperação entre os dois partidos na sagrada jornada em defesa do socialismo, da independência e da justiça.

Fortalecimento contínuo do Partido Comunista da China

Há 105 anos, em um período extremamente difícil, quando o destino da nação chinesa se encontrava em um momento decisivo entre a sobrevivência e a ruína, foi fundado o Partido Comunista da China.

A fundação do partido revolucionário tornou-se um acontecimento histórico que permitiu à China avançar vigorosamente rumo a um futuro brilhante.

Em meio a todas as tempestades da história, o Partido Comunista da China fundou a Nova China, consolidou sua posição como organização política dirigente e conduziu vitoriosamente a construção socialista.

Hoje, o Partido Comunista da China está empenhado em fortalecer e desenvolver ainda mais o Partido, em conformidade com o avanço da construção de um Estado socialista modernizado para uma nova etapa.

Na 5ª Reunião Plenária da 20ª Comissão Central de Inspeção Disciplinar do Partido Comunista da China, realizada em janeiro, o secretário-geral Xi Jinping enfatizou a necessidade de promover a administração rigorosa e abrangente do Partido por meio de padrões mais elevados e medidas mais concretas. Ele afirmou que é preciso submeter o exercício do poder a um sistema institucional mais científico e eficaz, impulsionar de maneira ainda mais firme e resoluta a luta contra a corrupção e, assim, oferecer uma sólida garantia para a realização dos objetivos e tarefas do 15º Plano Quinquenal.

Desde o 18º Congresso do Partido, o Partido Comunista da China vem desenvolvendo de forma aprofundada a construção do estilo de trabalho do Partido, da integridade política e a luta contra a corrupção, alcançando uma série de resultados.

Foram corrigidos estilos e práticas inadequados, eliminando numerosos problemas crônicos que permaneceram sem solução durante muito tempo.

À medida que o estudo e a educação sobre a disciplina partidista foram conduzidos de maneira substancial, a consciência dos membros do Partido quanto ao cumprimento da disciplina aumentou significativamente.

Com a intensificação contínua da luta contra a corrupção, foram eliminadas as condições e o ambiente que favoreciam seu surgimento.

Também foram realizadas profundas campanhas de retificação voltadas aos casos de corrupção, enquanto a capacidade de liderança do Partido na luta anticorrupção e sua capacidade de administrar o Partido de forma rigorosa e abrangente foram ainda mais fortalecidas.

O Partido Comunista da China não se mostra satisfeito com esses resultados e vem estabelecendo objetivos ainda mais elevados para o fortalecimento da disciplina.

Está implantando um sistema de educação disciplinar de longo prazo, fazendo com que a formação em disciplina acompanhe todo o ciclo de desenvolvimento dos quadros e seja integrada a todo o processo de gestão organizacional. Ao mesmo tempo, busca conciliar uma supervisão rigorosa com o incentivo para que os quadros assumam responsabilidades e alcancem resultados, permitindo-lhes cumprir a disciplina enquanto obtêm êxitos em seu trabalho.

O trabalho de construção do estilo do Partido também está sendo impulsionado com vigor.

No ano passado, o secretário-geral Xi Jinping emitiu importantes instruções relacionadas à construção do estilo do Partido.

Ele afirmou que o estilo do Partido representa sua própria imagem, está diretamente ligado ao apoio ou à oposição das massas populares e diz respeito à própria sobrevivência do Partido. Ressaltou ainda que é necessário intensificar ainda mais a construção do estilo do Partido, formar um contingente de membros com elevado espírito partidista e disciplina rigorosa, para que o Partido Comunista da China continue correspondendo às expectativas do povo, unindo-o, liderando-o e cumprindo com êxito a missão histórica que assumiu.

O Partido Comunista da China vem promovendo a construção do estilo do partido por meio da aplicação contínua dos oito requisitos centrais destinados a combater o formalismo, o burocratismo, o hedonismo, o luxo e o desperdício.

Busca fazer com que os quadros e membros do Partido, trabalhando unidos com um excelente estilo de atuação, abram continuamente novas perspectivas para o desenvolvimento.

Também está elevando a orientação e a eficácia da educação sobre o estilo de atuação, reforçando a formação e a orientação dos quadros recém-promovidos e daqueles que ocupam postos-chave.

O Partido Comunista da China também dedica grande atenção ao fortalecimento do espírito partidista de seus membros.

Considera como elemento fundamental desse trabalho fortalecer os ideais e as convicções, cultivar a lealdade ao Partido, manter o compromisso de servir ao povo, preservar elevadas qualidades morais e defender a honestidade e a integridade.

À medida que se aprofunda a luta para manter e desenvolver o socialismo com características chinesas na nova era, o Partido Comunista da China dedica esforços ainda maiores ao fortalecimento da construção partidista e à ampliação de suas funções e de seu papel.

Kim Su Jin

Rodong Sinmun