Por ocasião do 81º aniversário da libertação da pátria, os trabalhadores da capital visitam o Arco do Triunfo.
O monumento da época do Partido do Trabalho, erguido em abril de 1982 ao pé da colina Moran, mostra as atividades revolucionárias do grande Líder camarada Kim Il Sung, que conseguiu a libertação da pátria na luta armada contra o poderoso exército japonês de um milhão de efetivos, sem contar com uma retaguarda estatal nem com o apoio de um exército regular.
Pode-se ver por todo o país monumentos que transmitem as façanhas imortais do grande Líder realizadas pela libertação da pátria.
O Conjunto Monumental de Wangjaesan mostra as façanhas do Líder, que convocou a histórica Conferência de Wangjaesan em março de 1933 e apresentou a orientação de ampliar a luta armada para o interior da pátria, a fim de infundir nos coreanos, que viviam oprimidos sob a dominação colonial dos imperialistas japoneses, a esperança na libertação da pátria e a convicção na vitória da revolução.
Na cidade de Hyesan, na província de Ryanggang, encontra-se o Monumento à Vitória na Batalha de Pochonbo.
Ao avançar sobre Pochonbo, conduzindo o grosso do Exército Revolucionário Popular da Coreia em junho de 1937, o Líder desferiu um golpe demolidor contra os imperialistas japoneses e demonstrou a todo o mundo que a Coreia estava viva.
Os visitantes de Pochonbo assimilam as tradições revolucionárias do Partido criadas durante o período da luta armada antijaponesa.
O Conjunto Monumental de Samjiyon e o Obelisco à Vitória na Batalha da Região de Musan também descrevem, em termos ideológicos e artísticos, o fato histórico de que o Líder voltou a travar uma batalha na pátria em maio de 1939 para inspirar no povo a convicção na libertação da pátria e ensinou que a luta armada era a única saída e a garantia do triunfo da revolução coreana.
Os monumentos simbolizam as imortais façanhas revolucionárias do Líder e constituem a riqueza de eterna duração da revolução coreana.

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