quinta-feira, 30 de julho de 2026

Jon Ok Hwa

A camarada Jon Ok Hwa destacou-se como tecelã da Fábrica Têxtil de Pyongyang durante o período da construção socialista, tornando-se uma das representantes do movimento Chollima. Operando 80 teares e cumprindo os planos econômicos nacionais com resultados de 200%, demonstrou dedicação ao trabalho e elevado senso de responsabilidade, contribuindo para o desenvolvimento da indústria têxtil do país.

Após mais de quatro décadas de trabalho na fábrica, continuou atuando com o mesmo entusiasmo, transmitindo sua experiência às novas gerações de trabalhadoras. Reconhecida por seus feitos produtivos, recebeu o título de Heroína do Trabalho da República Popular Democrática da Coreia e tornou-se um exemplo das operárias que participaram da reconstrução e do avanço econômico do país.

Ri Sin Ja

A camarada heroína Ri Sin Ja destacou-se durante a Era Chollima como uma agitadora rural que dedicou seus esforços à transformação dos camponeses e ao aumento da produção agrícola. Trabalhando junto aos membros de sua brigada, corrigiu deficiências por meio do exemplo pessoal e da dedicação sincera, contribuindo para fortalecer o espírito coletivo e o entusiasmo pelo trabalho.

Pelo seu trabalho no campo e sua contribuição à educação ideológica dos trabalhadores agrícolas, tornou-se uma figura conhecida em todo o país e recebeu o título de Heroína do Trabalho da República Popular Democrática da Coreia. Sua trajetória é apresentada como exemplo do papel das trabalhadoras rurais na construção socialista e no desenvolvimento da agricultura do país.

Thae Son Hui

A camarada heroína Thae Son Hui foi a primeira piloto feminina do Exército Popular da Coreia e destacou-se durante a Guerra de Libertação da Pátria por sua coragem nos combates aéreos. Realizando voos de baixa altitude e ataques surpresa, cumpriu missões contra posições militares inimigas, incluindo a destruição de instalações e equipamentos, demonstrando elevado espírito de luta e determinação.

Pelos seus feitos durante a guerra, recebeu o título de Heroína da República Popular Democrática da Coreia em 1951. Após o conflito, continuou dedicando-se ao trabalho no Exército Popular da Coreia e à transmissão da experiência da guerra às novas gerações, permanecendo como exemplo da participação das mulheres coreanas na defesa do país.


Sin Pho Hyang

A camarada heroína Sin Pho Hyang trabalhou na então Fábrica de Máquinas de Rakwon durante a Guerra de Libertação da Pátria, dedicando-se com firmeza à produção de granadas e ao esforço industrial necessário para a vitória. Mesmo sob persistentes ataques aéreos e grandes dificuldades, cumpriu suas tarefas com elevado senso de responsabilidade, contribuindo para manter a produção em condições de guerra.

Quando o grande Líder camarada Kim Il Sung visitou a fábrica, Sin Pho Hyang afirmou com convicção que, uma vez conquistada a vitória, a reconstrução do país não seria um problema. Sua confiança na vitória e sua determinação diante das adversidades tornaram-se uma expressão do espírito das trabalhadoras da retaguarda, que sustentaram a produção de guerra e participaram ativamente da defesa da República.

Felicito a fundação da revista "Joson Nyosong"

6 de setembro de 1946

Prezadas mulheres coreanas:

Permitam-me dirigir minhas calorosas saudações às mulheres coreanas que tiveram de suportar uma dupla e tripla subjugação devido à opressão do imperialismo japonês durante 36 anos e ao anacrônico hábito da predominância do homem sobre a mulher — hábito que persistiu ao longo de milhares de anos — e que, após acolherem com grande emoção a libertação de 15 de agosto, estão empenhadas na obra de construção do país e no movimento de emancipação da mulher, consagrando a eles seus belos e nobres sentimentos e todo o seu entusiasmo.

Entre as mulheres da Coreia do Norte, que amam verdadeiramente nossa nação e se esforçam para conquistar a autêntica liberdade e igualdade das mulheres, mais de seiscentas mil estão reunidas sob a bandeira da União das Mulheres. Vocês, membros desta União, não apenas integram uma organização, mas, além disso, unindo-se umas às outras, constituem uma poderosa força que contribui para a edificação da Coreia democrática. Este é um grande acontecimento, jamais conhecido antes na história coreana.

No campo, numerosas mulheres marcharam à frente da luta pela reforma agrária e hoje trabalham para elevar a produção agrícola, enquanto nas fábricas, lado a lado com os homens, impulsionam com grande empenho a campanha ofensiva pela produção. Além disso, as mulheres intelectuais trabalham dia e noite para erradicar o analfabetismo em todos os cantos do país, tanto nas cidades quanto no meio rural. Ao pensar nesses fatos emocionantes, com que força baterão e arderão seus corações, camaradas!

Também no passado, autênticas filhas da Coreia, admiráveis e valentes, lutaram para libertar o país e a nação e conquistar os direitos da mulher, sacrificando sua bela juventude no interior do país sem temer a feroz perseguição do inimigo e a prisão, ou derramando seu sangue vermelho pelas montanhas e campos da distante terra da Manchúria.

Essas atividades brilhantes e gloriosas de nossas mulheres, tanto de ontem quanto de hoje, demonstram que o movimento feminino é parte integrante do movimento social e que as mulheres só podem desfrutar de direitos iguais aos dos homens e alcançar sua completa emancipação social quando consagrarem todo o seu ser, ao lado dos homens, à luta para libertar a nação e construir um novo país.

As mulheres só se emanciparão plenamente quando, como parte integrante do conjunto dos membros da sociedade, promoverem uma luta vigorosa para resolver os problemas colocados, seja na frente produtiva das fábricas e do meio rural, seja na frente política e cultural, demonstrando a mesma dedicação e consciência que os homens. Este é precisamente o único caminho que nossas mulheres coreanas devem seguir.

Conhecemos bem as relações feudais, que tratam as mulheres como escravas. Sob o regime feudal, elas estavam afastadas de todas as atividades sociais, inclusive da produção econômica. Se as organizações femininas levantarem a voz pela emancipação da mulher deixando de lado as atividades econômico-produtivas e outras tarefas sociais relacionadas direta ou indiretamente com elas, tais organizações se transformarão, sem dúvida alguma, em clubes de mulheres ricas.

À margem da democracia não pode existir nosso movimento feminino. Além de compreenderem profundamente o que é a verdadeira democracia, as mulheres levarão adiante com energia a luta contra os pró-japoneses, pró-estadunidenses, traidores da nação e outros reacionários que se opõem à democracia. Se as mulheres, por mais que trabalhem, não tiverem consciência do que é a democracia e não demonstrarem entusiasmo pelo movimento democrático, as organizações que as reúnem serão entidades idênticas à “sociedade de mulheres patriotas” dos imperialistas japoneses.

Nossas mulheres devem unir suas forças, ensinar e aprender reciprocamente. Precisamente esse é o caminho que conduz à verdadeira democracia, em conformidade com nossa linha de construção do país.

Lutar pela democracia é a questão fundamental na edificação da nova pátria. No primeiro artigo do programa da União das Mulheres estipula-se claramente que ela lutará pelo estabelecimento de um governo democrático.

Desejo que nossas mulheres, mães e filhas da Coreia que verdadeiramente amam o país, assumam e cumpram metade da tarefa de edificação da nova pátria democrática, preservando intactas suas belas qualidades como mulheres da Coreia democrática.

Felicito a fundação da revista "Joson Nyosong", certo de que ela será uma guia querida e segura para instruir e formar nossas mulheres.

*Joson Nyosong significa "Mulher Coreana"

Promulgação da Lei da Igualdade entre Homens e Mulheres e a posição das mulheres

Na época atual, em que se abre uma nova era de prosperidade do Estado, há mulheres que deixam as marcas de uma vida valiosa em diversos campos da revolução e da construção.

Entre elas figuram as militares que defendem firmemente a linha de defesa da pátria, as esposas de oficiais, as professoras que dedicam sua consciência íntegra à educação das gerações futuras, as cientistas que se dedicam à pesquisa científica alimentando preciosos sonhos e elevados ideais e as mulheres que alcançam notáveis êxitos em seus postos de trabalho.

Essa realidade é inconcebível à margem do dia 30 de julho de 1946, data em que foi promulgada a Lei da Igualdade entre Homens e Mulheres.

Olhando retrospectivamente, a situação de nossas mulheres era indescritivelmente trágica no início do século passado.

Elas não possuíam nem os direitos elementares nem a liberdade, para não falar da participação na vida sociopolítica, e não tinham outra alternativa senão viver dentro dos limites das relações familiares feudais medievais e em meio a toda sorte de infortúnios e sofrimentos, sendo submetidas a brutais explorações, opressões, desprezos e humilhações durante a dominação militar do imperialismo japonês.

O grande Líder camarada Kim Il Sung, que retornou à pátria após recuperar o país que havia sido privado pelo imperialismo japonês, considerou a questão da mulher, que representa metade da população, não simplesmente como um problema de melhorar sua condição, mas como uma parte da revolução coreana, uma das importantes tarefas históricas.

Já em 1926, fez fundar a Associação de Mulheres Antijaponesas, uma organização revolucionária de massas feminina, dedicou profunda atenção à sua ampliação e fortalecimento durante o período da Luta Armada Antijaponesa e preparou a base histórica do movimento de emancipação das mulheres de nosso país, esclarecendo a questão do direito à igualdade entre homens e mulheres no “Programa de 10 Pontos da Associação para a Restauração da Pátria”.

Após a libertação do país (15 de agosto de 1945), embora estivesse extremamente ocupado, fez fundar uma organização que abrangesse amplos setores das mulheres para que elas cumprissem fielmente sua responsabilidade e seu papel na construção da nova Coreia democrática e promulgou a Lei da Igualdade entre Homens e Mulheres em 30 de julho de 1946.

Graças à histórica proclamação da libertação da mulher, nossas mulheres passaram a se apresentar como dignas protagonistas da construção da nova sociedade, com os mesmos direitos que os homens.

Desde então, nossas mulheres puderam registrar feitos heroicos, demonstrando a firmeza da mulher coreana tanto na época da construção da nova pátria quanto durante a Guerra de Libertação da Pátria, a reconstrução pós-guerra e em cada década da construção socialista.

Hoje, em nosso país, as mulheres desempenham um papel importante na sagrada causa do desenvolvimento e da prosperidade integral do Estado.

Sim Chol Jun

Naenara

Rússia orienta tudo para a defesa da soberania nacional

Recentemente, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em um discurso proferido no fórum “Tudo pela vitória!”, realizado por ocasião do 15º aniversário da criação da Frente Popular de Toda a Rússia, enfatizou que o fato de a Rússia estar desenvolvendo sua economia e seu poder militar e obtendo resultados no setor da indústria de defesa, apesar das sanções e pressões do Ocidente, é resultado dos esforços da Frente Popular de Toda a Rússia, que uniu dezenas de milhões de cidadãos.

Ao mesmo tempo, afirmou com convicção que a força da Rússia reside em superar sempre todas as dificuldades e desafios, e que, justamente por isso, o país seguirá apenas em frente.

Desde o início da operação militar especial, a Rússia tem dedicado grandes esforços para unir todo o povo em torno do patriotismo e mobilizá-lo para a luta pela conclusão vitoriosa da operação militar especial e pela defesa da soberania nacional.

Em diversas ocasiões, incluindo o Dia da Vitória, organiza eventos significativos para incutir o espírito patriótico nos cidadãos e educá-los para que dediquem tudo de si à sagrada pátria.

No ano passado, durante a cerimônia de entrega da Medalha de Herói da Rússia realizada por ocasião do Dia dos Heróis da Pátria, o presidente Putin declarou que o orgulho pela própria pátria e os feitos heroicos e as vitórias alcançadas pelas gerações anteriores unem todo o povo. Enfatizou que a Rússia é forte e vitoriosa justamente porque está unida com base no respeito pelos feitos dos heróis, no senso de responsabilidade diante do país, na consciência de compartilhar um destino comum com a pátria e no verdadeiro amor pela pátria.

Fazendo da educação patriótica uma política importante, a Rússia produz programas televisivos relacionados a esse tema, promove a exibição de filmes artísticos produzidos na época soviética sobre a história da vitória e de séries televisivas que mostram a cultura e as tradições do povo russo, orientando também a atividade criadora dos artistas para elevar o patriotismo do povo e impulsionar a unidade social.

Numerosos jovens e adultos, que consideram a defesa da soberania nacional e o serviço à pátria como uma causa sagrada, voluntariam-se para participar da operação militar especial e demonstram força indomável e patriotismo, realizando feitos heroicos nos combates contra o neonazismo. O apoio aos combatentes da operação militar especial e às suas famílias também vem sendo reforçado.

Enquanto o desenvolvimento e a produção de drones são intensificados em nível nacional, um número considerável de empresas passou a participar voluntariamente da produção de drones e de outros materiais militares.

Graças aos esforços ativos dessas empresas, o número de drones fornecidos às forças armadas russas este ano deverá ser mais do que o dobro do fornecido no ano passado.

Também vêm sendo alcançados resultados notáveis no trabalho destinado a estabilizar a vida e a economia dos habitantes das regiões recentemente integradas.

No Donbass e na Novorossiya, foram restaurados ou construídos do zero cerca de 25 mil diversos tipos de instalações, incluindo escolas, hospitais, clínicas, instalações esportivas, infraestrutura energética e infraestrutura urbana.

Foram construídas numerosas moradias, e cerca de 260 empresas industriais iniciaram suas operações.

Além disso, foram construídos ou reparados mais de 8 mil quilômetros de estradas, incluindo a rodovia circular do Mar de Azov. Essa rodovia circular, uma moderna via principal que conecta as regiões costeiras do Mar de Azov, está abrindo novas possibilidades para investimentos e comércio nessas regiões.

A política do governo russo e seus esforços ativos para implementar essa política, visando concluir vitoriosamente a operação militar especial e defender firmemente a soberania nacional por meio da continuidade da grande história da vitória e da tradição patriótica, recebem amplo apoio e simpatia da população.

Kim Su Jin

Rodong Sinmun