sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Primeira organização partidista

Isso ocorreu durante o período da luta revolucionária antijaponesa organizada e dirigida pelo grande Líder camarada Kim Il Sung.

Na noite de 3 de julho de 1930, realizou-se uma reunião de fundação da primeira organização partidista, sob a direção do camarada Kim Il Sung, na sala de aula da Escola Jinmyong.

Participaram da reunião os jovens comunistas Cha Kwang Su, Kim Hyok, Choe Chang Gol, Kye Yong Chun, Kim Won U e Choe Hyo Il.

O camarada Kim Il Sung proferiu o histórico discurso intitulado "Por ocasião da constituição da organização partidista".

Em seu discurso, destacou a necessidade de criar o partido para realizar a revolução e analisou seriamente as lições do Partido Comunista da Coreia, que se dedicava apenas a disputas faccionistas, afastado das massas populares.

"Um partido fundado mediante a proclamação da constituição de seu comitê central numa reunião de algumas poucas pessoas, sem ter estabelecido uma base organizativa e ideológica, é incapaz de desempenhar o papel de Estado-Maior da revolução e resistir à repressão inimiga", expressou. "Levando em consideração essa séria lição, não devemos apressar impacientemente a formação do comitê central do partido sem qualquer preparação, mas preparar cuidadosamente sua fundação", enfatizou.

Em seguida, esclareceu claramente as tarefas que os membros da organização partidista deveriam cumprir.

Após um momento de reflexão, prosseguiu:

"Ainda temos diante de nós o longo e tortuoso caminho da revolução, pois nossa luta mal começou.

Nós, que somos os primeiros membros da organização do partido revolucionário, profundamente conscientes da grande responsabilidade que assumimos perante a pátria e a revolução, temos de continuar avançando rumo à vitória da revolução coreana, abrindo corajosamente caminho em meio às adversidades."

Imediatamente, todos os presentes se levantaram e aplaudiram estrondosamente.

A primeira organização partidista constituída pelo camarada Kim Il Sung, sendo uma organização partidista revolucionária jucheana, tendo como ideia reitora a imortal Ideia Juche, era o embrião e a semente de nosso Partido e tinha importância orientadora na criação de organizações de base do Partido.

Posteriormente, essa primeira organização partidista recebeu o nome de Associação de Camaradas Konsol.

Sim Yong Jin

Naenara

Partido do povo

O Partido do Trabalho da Coreia (PTC), guia da revolução coreana e orientador de nosso Estado e povo, celebra o 81º aniversário de sua fundação, possuindo a mais longa história entre os partidos socialistas no poder.

Sua história de mais de oito décadas é a trajetória de um Partido que sempre colocou as massas populares em primeiro lugar, considerando-as como o céu e dedicando-se inteiramente a elas.

O grande Líder camarada Kim Il Sung construiu o PTC como um Partido revolucionário invencível, uma verdadeira organização política dirigente que luta pelo povo, unindo-se a ele como um só corpo.

O grande Dirigente camarada Kim Jong Il fortaleceu-o como o Partido do povo, que assume plena responsabilidade pelo destino deste e cuida dele, cria raízes profundas entre as massas, compartilha com elas a vida e a morte e impulsiona a revolução e a construção mobilizando sua força e inteligência.

Hoje, tendo no mais alto posto o estimado camarada Kim Jong Un, destacado ideólogo e teórico e generoso pai do povo, o Partido do Trabalho da Coreia estabelece o mais elevado padrão de serviço ao povo na nova era da revolução jucheana.

Somente quando o povo está saudável e vigoroso é que tudo nesta terra encontra sua razão de existir, e até mesmo as imensas riquezas só têm valor para o povo. De acordo com esse ideal do estimado camarada Kim Jong Un, nesta terra é concedida a máxima e absoluta prioridade ao povo.

Foram apresentados grandes projetos antes inimagináveis, como o programa da revolução rural da nova época e a política de desenvolvimento local, enquanto novas esferas destinadas a melhorar a vida do povo continuam sendo ampliadas sem interrupção.

Em todas as realizações que demonstram o vertiginoso avanço do Estado, como os novos bairros residenciais e as moradias na capital e no campo, as modernas fábricas da indústria local, as empresas de maricultura e as avançadas instalações de saúde, manifesta-se o espírito de serviço ao povo do PTC, que não conhece satisfação nem limites quando se trata de servir às massas populares.

É por isso que nosso povo está firmemente convencido de que seus sonhos e ideais se concretizarão sem falta sob a liderança do estimado camarada Kim Jong Un, chama o PTC de Partido-Mãe e o apoia, depositando nele uma confiança ilimitada.

Torres singulares

Conhecimentos gerais internacionais

- Torre do Relógio de Berna

Na parte ocidental da cidade de Berna, capital da Suíça, ergue-se uma torre que marca as horas, ou seja, uma torre do relógio. Foi construída no século XII e é famosa por conservar até hoje sua aparência original.

No alto da torre há uma estátua do duque Berthold von Zähringen e uma figura de urso. Quando a estátua toca o sino que anuncia as horas, o urso gira. O duque Berthold von Zähringen é conhecido como fundador da cidade de Berna, e o urso é considerado seu símbolo.

Existe uma lenda relacionada a isso. No final do século XII, o duque  Berthold von Zähringen procurava um local para estabelecer um novo povoado. Um caçador lhe disse que o lugar onde hoje se encontra Berna parecia adequado para a construção de uma cidade. O duque seguiu sua sugestão e declarou que daria ao novo povoado o nome do primeiro animal que caçasse. O primeiro animal que ele capturou foi um urso. Assim, a palavra alemã "Bär", que significa urso, deu origem ao nome do novo povoado, Berna.

Berna tornou-se a capital da Suíça em 1848.

- Torres de Água do Kuwait

No Kuwait existem as Torres de Água do Kuwait, construídas em 1971, por ocasião do décimo aniversário do Dia Nacional do país.

O conjunto é composto por três torres pontiagudas de tamanhos diferentes. Consideradas em seu conjunto, suas formas lembram tanto os minaretes de uma mesquita islâmica quanto foguetes instalados em plataformas de lançamento. A maior das três torres tem 180 metros de altura e possui duas estruturas esféricas um pouco acima da metade de sua altura. Na parte superior há um restaurante com capacidade para acomodar simultaneamente 400 pessoas e um jardim interno, enquanto na parte inferior existe um reservatório com capacidade para armazenar 4.500 metros cúbicos de água.

Como o Kuwait não possui rios e quase não chove durante todo o ano, foram investidas enormes quantias na construção de usinas de dessalinização para resolver o problema da escassez de água. A água purificada nessas instalações é armazenada nos reservatórios das torres.

A segunda torre mais alta mede 140 metros.

Ela também possui um reservatório com capacidade para armazenar 4.500 metros cúbicos de água.

A terceira torre, a mais baixa, está equipada com dispositivos de iluminação. Quando escurece, suas inúmeras luminárias em forma de flores iluminam e embelezam as ruas.

- Torre Inclinada de Pisa

Na cidade de Pisa, na Itália, encontra-se uma catedral de estilo arquitetônico românico.

Embora a Catedral de Pisa não possua muitas construções particularmente notáveis, atrai numerosos turistas.

Isso se deve ao seu campanário inclinado de oito andares.

A construção da torre começou em 1173, mas, durante as obras, ocorreu um problema: a torre começou a inclinar-se devido ao afundamento do terreno. Após divergências de opinião entre os arquitetos, a construção foi concluída por volta de 1350, mantendo-se inclinada. A Torre Inclinada de Pisa, que desde o início se ergueu em uma posição extremamente arriscada, permanece de pé até hoje, sem desabar.

No mundo da arquitetura, considera-se um verdadeiro milagre que uma torre tão alta tenha permanecido inclinada e de pé durante centenas de anos.

A sombria perspectiva de solução do problema dos refugiados

Um dos problemas mais agudos em todo o mundo é o dos refugiados.

Essa questão está sendo discutida não apenas nos fóruns da ONU, mas também nas reuniões de organizações regionais e até mesmo nas mesas de negociações entre países individualmente.

No final do ano passado, o número de refugiados chegou a 117,8 milhões. Isso significa que, no mundo, aproximadamente uma em cada 70 pessoas é refugiada.

O problema está no fato de que esse número continua aumentando.

Em consequência da situação no Oriente Médio, o número de refugiados nessa região já havia chegado a 25 milhões em meados de março.

Segundo informações recentes, com a intensificação dos conflitos armados no Iêmen, mais de 140 mil pessoas foram obrigadas a abandonar seus lares e estão passando dias extremamente difíceis, sem abrigo nem alimentos.

Em mais de 30 localidades do Sudão do Sul, mais de 660 mil refugiados estrangeiros encontram-se temporariamente abrigados. A maioria deles é formada por pessoas de países vizinhos que entraram no país para escapar da guerra civil que continua se prolongando.

Nos campos de refugiados da província de Ituri, na República Democrática do Congo, onde vivem centenas de milhares de pessoas, continuam surgindo casos confirmados de ebola, provocando sérias preocupações na comunidade internacional.

A principal causa do rápido aumento do número de refugiados são os inúmeros conflitos armados, grandes e pequenos, que não cessam em diversas partes do mundo. A "guerra contra o terrorismo" e as "revoluções coloridas" desencadeadas pelo Ocidente provocaram desordem e caos sociais, pobreza e fome em numerosos países, gerando uma enorme crise de refugiados.

A situação dos refugiados está se agravando ainda mais em consequência das intervenções militares ocidentais, realizadas sob o pretexto de estabilizar a situação e eliminar as forças terroristas.

As catástrofes naturais, como secas, chuvas torrenciais e inundações provocadas pelo aquecimento global, assim como diversas doenças, também estão entre os fatores que dão origem ao problema dos refugiados.

Neste ano, com o agravamento dos fenômenos naturais extremos, continua aumentando o número de pessoas conhecidas como "refugiados climáticos".

Durante o deslocamento para outros países, em busca de escapar dos conflitos armados e da fome, numerosas pessoas estão perdendo a vida. No ano passado, esse número chegou a aproximadamente 7.660.

Somente entre o final de março e o início de abril deste ano, mais de 180 pessoas morreram ou desapareceram após o naufrágio de embarcações que transportavam refugiados nas águas costeiras de vários países, entre eles a Líbia, a Tunísia e a Turquia. Incidentes desse tipo continuam ocorrendo até hoje.

A situação dos refugiados é verdadeiramente miserável.

A fome extrema, as doenças e a morte os perseguem a cada passo. Nas instalações de saúde das regiões assoladas por conflitos armados, há uma escassez absoluta de medicamentos básicos e equipamentos médicos, tornando impossível tratar até mesmo as doenças mais comuns.

Além disso, os ataques contra veículos que transportam materiais de ajuda, instalações médicas e os próprios refugiados ocorrem sucessivamente, agravando ainda mais a catástrofe humanitária.

Os refugiados também são alvos importantes de grupos criminosos. Em particular, a maioria das crianças e dos jovens que chegam à Europa acaba sendo vítima do tráfico de pessoas, tendo suas vidas arruinadas.

Embora o número de refugiados continue aumentando e suas condições se tornem cada vez mais miseráveis, a assistência internacional está se enfraquecendo ainda mais. Isso ocorre porque os países ocidentais, os principais responsáveis pela origem do problema dos refugiados, estão reduzindo drasticamente os valores destinados à ajuda. Por essa razão, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados foi obrigado a reduzir seu orçamento para este ano em 15% em relação ao ano passado e a demitir 30% de seus funcionários.

Na comunidade internacional, continuam se levantando vozes que exigem o fim das ações nefastas do Ocidente, que fomenta e intensifica conflitos e confrontos, a erradicação da pobreza e da fome e a interrupção urgente do aquecimento global, que provoca diversas catástrofes naturais, a fim de solucionar a crise dos refugiados.

Ho Yong Min

Rodong Sinmun 

O Japão jamais poderá se livrar da infâmia de país inimigo

O Japão está tentando abertamente eliminar da Carta das Nações Unidas as cláusulas relativas aos países inimigos.

Há pouco tempo, a primeira-ministra Takaichi declarou na Assembleia Geral da ONU que, por ser um "país pacífico" e manter a política de "defesa exclusiva", o Japão contribuiu para a paz e a prosperidade mundiais e, por isso, exige a eliminação das cláusulas relativas aos países inimigos da Carta da ONU. O secretário-chefe do Gabinete, Kihara, também realizou uma coletiva de imprensa e afirmou que a eliminação dessas cláusulas constitui tanto uma compreensão comum da comunidade internacional quanto a posição e a opinião do Japão, devendo ser respeitada pelos Estados-membros da ONU.

Isso é, de fato, o cúmulo da desfaçatez, da estupidez e da falta de bom senso.

O Japão é um país criminoso de guerra e derrotado na guerra, e está classificado como país inimigo nos termos dos artigos 53 e 107 da Carta da ONU. Isso constitui uma punição justa imposta ao Japão por ter cometido crimes monstruosos contra a humanidade e contém o propósito de fazê-lo acertar definitivamente as contas com seu passado e impedir que volte a trilhar o caminho da agressão.

Na atualidade, o mais importante para o Japão é cumprir suas obrigações como país inimigo, conforme estabelecido na Carta da ONU.

Entretanto, as declarações e a conduta das autoridades japonesas estão em completa contradição com isso.

Mesmo hoje, 80 anos após a derrota, o Japão não apenas se recusa a indenizar, mas sequer reconhece os crimes de seu passado, quando invadiu países asiáticos, incluindo nosso país, e infligiu sofrimentos e infortúnios incalculáveis a seus povos. Pelo contrário, entre as autoridades japonesas proliferam declarações absurdas que glorificam os atos de agressão do imperialismo japonês. Ora proclamam que travaram uma "guerra justa para libertar a Ásia da agressão europeia", ora apresentam criminosos de guerra de classe especial como "patriotas" e "heróis". Grupos de políticos dirigem-se ao Santuário Yasukuni, símbolo do militarismo, curvam a cabeça em reverência e invocam as almas dos criminosos de guerra. Neste ano, no aniversário da derrota do imperialismo japonês, numerosos políticos, incluindo o ministro da Defesa, visitaram o Santuário Yasukuni, enquanto Takaichi, chefe do governo, também prestou homenagem à distância e ofereceu um tributo ritual.

As persistentes visitas dos políticos ao Santuário Yasukuni revelam a posição e a atitude insolentes do Japão, que se recusa a refletir sobre sua guerra de agressão, e equivalem a um sinal desafiador enviado à comunidade internacional de que pretende voltar a empreender agressões.

O Japão está agindo de maneira imprudente para reproduzir seu passado criminoso, escondendo-se sob o disfarce de "país pacífico".

Já descartou por completo até mesmo o princípio da "defesa exclusiva", que não passava de uma fachada, e agora acelera abertamente os preparativos para uma guerra de agressão. Está aumentando drasticamente os gastos militares e adquirindo e mobilizando em larga escala mísseis de longo alcance, aviões de combate e grandes navios de guerra.

As "Forças de Autodefesa" realizam frequentemente exercícios de guerra com forças multinacionais em território japonês e chegam a lançar mísseis para além de suas fronteiras, aperfeiçoando métodos de agressão. Há poucos dias, também realizaram o exercício militar conjunto "Orient Shield" com os exércitos dos Estados Unidos e da Austrália. O Japão busca a expansão militar, agrava deliberadamente a situação regional e avança a toda velocidade pelo caminho de uma nova agressão. Em vez de contribuir para a paz e a prosperidade da região, cria obstáculos a elas e ameaça continuamente o ambiente de segurança.

O fato de um Japão nessas condições exigir a eliminação das cláusulas relativas aos países inimigos da Carta da ONU constitui um ato extremamente perigoso, destinado a libertar-se completamente das restrições impostas a um país criminoso de guerra e transformar-se descaradamente em um Estado beligerante.

O Japão deve deixar de agir tolamente e começar por cumprir aquilo que lhe cabe. Isso significa indenizar pelos crimes do passado e abandonar suas manobras de remilitarização e rearmamento.

A comunidade internacional deve manter uma forte vigilância e responder com firmeza às flagrantes ações neomilitaristas do Japão, que promove freneticamente o aumento dos armamentos e avança a toda velocidade pelo caminho de uma nova agressão.

Ri Hak Nam

Rodong Sinmun

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

O caminho único percorrido seguindo o Partido

Qual é o caminho que nosso povo percorreu?

Neste momento em que se aproxima o significativo aniversário de fundação do Partido, diante desta pergunta histórica, todos respondem da seguinte maneira:

O caminho único percorrido seguindo o grande Partido do Trabalho da Coreia!

Nestas poucas palavras está condensada toda a história do povo coreano, bem como a resposta mais clara à questão de onde se encontra o rumo da vitória absoluta e imutável.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"A revolução coreana avança não graças a uma força misteriosa concedida pelo céu, mas sustentada pela grande força de nosso povo, incluindo a heroica classe operária Kim Il Sung-Kim Jong Il, que segue e defende o Partido com devoção absoluta."

Um país de milagres, um povo heroico!

Esta é a imagem nítida que o mundo inteiro tem de nossa pátria e do povo coreano, ao contemplar o passado e o presente que transcorreram nesta terra sob a liderança do Partido.

Na história de um país e de uma nação, serão várias décadas um período longo ou curto?

Há pouco mais de 80 anos, nosso povo sequer dispunha de uma estrada pela qual pudesse caminhar tranquilamente e, chutado de um lado para outro como as pedras à beira do caminho, lamentava a dor de viver como escravo de um país arruinado.

Entretanto, hoje tornou-se o povo mais forte do mundo, que desfruta de elevada dignidade graças à independência e desbrava o próprio caminho com suas próprias forças. Quão alto chegamos e que salto extraordinário nossa pátria realizou!

Isso não foi, de modo algum, uma casualidade concedida pelo céu, nem uma sorte excepcional que nos coube.

Foi porque existiu o grande Partido do Trabalho da Coreia, a grande mãe que nasceu assumindo a responsabilidade pelo destino do povo e que, ao longo de muitas décadas, cuidou dele com extrema dedicação, conduzindo-o exclusivamente pelo caminho da vitória e da glória.

A expressão "superando as encruzilhadas da história, nas quais outros teriam caído mais de cem ou mil vezes" já foi ouvida tantas vezes que se tornou familiar. Ela não é um floreio retórico nem uma frase literária inventada por nosso povo para exagerar a própria história e vangloriar-se.

Será que todas as gerações da República percorreram estradas planas, realizando apenas aquilo que parecia possível e que qualquer um poderia fazer com facilidade?

Houve o caminho pioneiro da fundação do Estado, no qual a Coreia, oprimida pelo duplo jugo do colonialismo e do feudalismo, foi erguida como um Estado independente e soberano, digno e altivo; houve o caminho em meio ao mar de fogo da guerra, quando, diante da agressão das forças imperialistas coligadas, impedimos uma nova guerra mundial e defendemos a liberdade e o destino da pátria; houve os caminhos ásperos e acidentados da reconstrução do pós-guerra, quando criamos cem e mil a partir do zero, assim como o doloroso e amargo caminho da Marcha Árdua e da marcha forçada, cuja lembrança é difícil até mesmo suportar...

Pelos critérios comuns de cálculo, esse caminho era absolutamente impossível de percorrer. A grande mãe que concedeu ao povo uma força ilimitada para desbravá-lo foi justamente o Partido do Trabalho da Coreia. Porque existia um Partido agradecido, que confiava no povo acima de tudo e o impulsionava; um Partido-Mãe, que considerava o povo seu bem mais precioso e o educava com imenso carinho; e o invicto Partido do Trabalho da Coreia, que jamais conheceu um erro de orientação ou uma derrota, nosso povo pôde criar uma nova e grandiosa história da Coreia, erguendo-se com dignidade diante de todos, neste mundo tão complexo e turbulento. Isso foi possível porque avançou agarrando-se à mão orientadora do grande Partido como à mão que determinava seu destino, sem a qual não poderia sobreviver nem por um instante.

Diz-se que por trás de um filho exemplar há pais exemplares. No caminho percorrido por nosso povo, que nos enche de orgulho só de recordá-lo, está a história da dedicação de nosso Partido, que lutou e tornou a lutar pela conquista dessas gloriosas vitórias e dessa glória. Em cada passo dado por nosso povo estão gravadas as profundas preocupações de nosso Partido, que elaborou os planos estratégicos para os milagres e as vitórias.

Como poderia o povo deixar de seguir de corpo e alma um Partido tão digno de gratidão e tão grandioso, que abriu caminho na vanguarda por um trajeto pioneiro jamais visto em qualquer outra história do mundo e elevou o povo ao pináculo do século?

O caminho da vitória percorrido por nosso povo é diretamente proporcional ao caminho de dificuldades e dedicação trilhado pelo grande Partido do Trabalho da Coreia, que tem como traço de trabalho partidista o serviço abnegado ao povo.

Contemplando a bandeira do Partido que tremula bem alto sob o céu de outubro, tão significativo, nosso povo recorda com profunda emoção os mais de dez anos durante os quais fez a revolução tendo o estimado camarada Kim Jong Un, um grande homem sem igual, no mais alto posto de nosso Partido. E grava ainda mais profundamente a verdade de que nossa dignidade, felicidade, glória e futuro se encontram no caminho de seguir o Partido.

O caminho da fidelidade e do patriotismo!

Não seria esta, de fato, mais uma definição do caminho de glória e vitória percorrido pelo povo, que confiou em nosso Partido e o seguiu? Não seria este o caminho da convicção e da vontade de nosso povo, que deverá continuar trilhando para sempre, sem jamais mudar de coração?

Guardando a convicção inabalável de que, mesmo que o céu desabe, enquanto permanecer firme a tradição da devoção absoluta e da fidelidade unânime, nosso futuro brilhante estará garantido, o povo encontra o verdadeiro sentido de sua vida somente no seio do Partido. Confia exclusivamente no Partido e orienta sua vida para onde ele aponta e na direção que ele determina. Quando o Partido chama, o povo se levanta como montanhas, desloca montanhas, aterra mares, doma a fúria da natureza e abre uma estrada ampla e firme rumo à vitória.

Todos unidos em resposta ao chamado do Partido!

Guiado por esse espírito, o povo enfrenta de peito aberto qualquer dificuldade, sem medo nem hesitação, e abre vigorosamente o caminho para a revitalização integral do Estado. Quão grandioso e comovente é o caminho percorrido pelo povo coreano seguindo o nosso grande Partido!

Diz-se que sobre as pegadas deixadas por uma pessoa ao longo da vida permanecem as lembranças, mas sobre a trajetória percorrida pelo povo de um país permanece a verdade da história. Podemos afirmar com certeza que essa verdade é a seguinte: enquanto houver a liderança do Partido do Trabalho da Coreia, a vitória será para sempre nossa; e, se confiarmos e seguirmos apenas o Partido do Trabalho da Coreia, encontraremos somente glória e felicidade.

Jamais mudaremos de coração, nem por um instante, neste caminho que percorremos seguindo o nosso Partido! Seguiremos sempre e cada vez mais longe pelo único caminho da fidelidade, seguindo a rota traçada pelo Partido!

Esta é a voz de convicção que ecoa do povo de todo o país ao recordar o caminho percorrido e contemplar aquele que ainda deverá trilhar. É a voz da opinião popular da Coreia, que faz estremecer o céu e a terra.

Kim Chong Song

Rodong Sinmun 

Senso de dever organizacional partidista

Explicação de terminologias políticas

O senso de dever organizacional partidista é a concepção e a atitude que um militante do Partido adota em relação à organização partidista. Em outras palavras, é a concepção organizativa que determina como o militante do Partido vê e trata a organização partidista e como aceita sua orientação e seu controle.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"É necessário participar conscientemente da vida orgânica com elevado senso de dever organizacional, cumprir em tempo oportuno as decisões da organização e as tarefas atribuídas, e manifestar amplamente o espírito coletivista."

A organização partidista vincula os militantes do Partido, ideológica e organizativamente, ao líder, centro do organismo de vida sociopolítica, permitindo-lhes engrandecer a vida política que lhes é concedida pelo líder. Além disso, a organização partidista orienta todos os integrantes do coletivo sociopolítico a apoiar com lealdade a ideia e a liderança do líder. Uma vez que a vida sociopolítica concedida pelo líder é protegida pela organização partidista e a ideia e a liderança do líder se concretizam por meio dela, a questão da consciência da organização partidista é, em última análise, uma questão de concepção e atitude em relação à vida sociopolítica concedida pelo líder, bem como de posição e postura diante da maneira de apoiar sua ideia e sua liderança.

Ter uma concepção correta da organização partidista significa valorizá-la, tratá-la com dignidade, dedicar-lhe o coração e realizar o trabalho e conduzir a vida apoiando-se firmemente nela. Somente reforçando a educação e o controle para que os militantes do Partido adquiram uma concepção correta da organização partidista será possível prepará-los como revolucionários dotados de fidelidade ilimitada ao Partido, à revolução, à pátria e ao povo, bem como de forte espírito organizativo e disciplina.

Todos os militantes do Partido devem tratar com dignidade a organização partidista como protetora de sua vida política, informar-lhe sem exceção os problemas grandes e pequenos que surgem no trabalho e na vida, e esforçar-se conscientemente para receber sua orientação e seu controle.

Além disso, devem possuir elevada consciência da organização partidista e executar rigorosamente as decisões da organização e as tarefas que lhes forem atribuídas.

Em particular, os funcionários devem participar da vida partidista de maneira consciente e sincera, adotando a postura de um membro comum do Partido.

Na vida partidista, não pode haver membros superiores ou inferiores, nem membros que constituam exceções, e a aplicação de uma dupla disciplina jamais deve ser permitida. Por meio do recebimento e da execução das tarefas partidistas que lhes são atribuídas, os funcionários devem elevar seu senso de dever organizacional partidista, aprimorar sua formação partidista e tornar-se exemplos para os demais membros do Partido.

Rodong Sinmun