sexta-feira, 23 de outubro de 2026

A formação da primeira organização partidista jucheana, a expansão e o fortalecimento das organizações partidistas de base

Após a Conferência de Kalun, desenvolveu-se vigorosamente a luta para levar à prática a linha revolucionária jucheana. Acima de tudo, avançou rapidamente o trabalho de criação de organizações partidistas revolucionárias e de organizações partidistas de base.

Somente criando organizações partidistas revolucionárias orientadas pela Ideia Juche seria possível promover corretamente os preparativos para a fundação do Partido, de acordo com as orientações da Conferência de Kalun.

O grande Líder camarada Kim Il Sung dedicou atenção prioritária à formação da primeira organização partidista, capaz de desempenhar um papel de vanguarda e de núcleo na condução unificada do trabalho de criação das organizações partidistas de base.

Somente formando primeiro essa organização partidista com quadros preparados e elevando continuamente seu papel de vanguarda seria possível organizar e ampliar com êxito as organizações partidistas de base a partir dela, garantir plenamente a unidade ideológica e a unidade de ação das organizações partidistas e realizar a direção unificada do movimento comunista e da luta de libertação nacional antijaponesa em nosso país.

Naquela época, já estavam reunidas as condições para criar organizações partidistas revolucionárias.

A Ideia Juche, ideia reitora da revolução, havia sido criada, numerosos jovens comunistas da nova geração haviam amadurecido e também se havia estabelecido uma base de massas capaz de sustentar a criação de organizações partidistas, graças à conscientização e à organização de amplas camadas populares, incluindo operários e camponeses.

Sob a direção do grande Líder camarada Kim Il Sung, em 3 de julho de 1930, foi convocada em Kalun uma reunião para formar a primeira organização partidista.

Participaram da reunião membros selecionados entre os quadros dirigentes da União da Juventude Comunista e da União da Juventude Anti-imperialista que haviam participado da Conferência de Kalun.

Na reunião, o grande Líder garantiu o ingresso no partido dos quadros dirigentes da União da Juventude Comunista e da União da Juventude Anti-imperialista e proclamou solenemente a formação da primeira organização partidista. Cha Kwang Su, Kim Hyok, Choe Chang Gol, Kye Yong Chun, Kim Won U, Choe Hyo Il, Kim Ri Gap, Kim Hyong Gwon, Pak Kun Won e Ri Je U, entre outros, tornaram-se membros da primeira organização partidista.

Em seu histórico discurso intitulado "Por ocasião da formação da organização partidista", proferido na reunião, o grande Líder esclareceu a inevitabilidade e o significado da formação da primeira organização partidista, bem como seu caráter, sua missão e suas tarefas de luta.

A formação da primeira organização partidista teve um enorme significado histórico.

O estimado Dirigente camarada Kim Jong Il assinalou o seguinte:

"Esta era a primeira organização partidista que tinha a Ideia Juche como ideia reitora e foi uma gloriosa organização partidista que constituiu a origem de nosso partido." ("O Partido do Trabalho da Coreia é um partido revolucionário jucheano que herdou a gloriosa tradição da União para Derrotar o Imperialismo", edição única, pp. 5–6.)

A formação da primeira organização partidista foi um acontecimento histórico que anunciou o surgimento, em nosso país, da primeira organização partidista revolucionária de tipo novo da classe operária, de tipo Juche.

Essa primeira organização partidista, que tinha a Ideia Juche como ideia reitora, era a organização partidista que viria a constituir a origem de nosso partido, o partido revolucionário jucheano que seria fundado posteriormente. Em outras palavras, era o embrião e a semente de nosso partido e uma organização que tinha importância fundamental para a organização e a expansão das organizações partidistas de base.

Posteriormente, sob a direção do grande Líder, os membros da primeira organização partidista desempenharam um papel importante no trabalho de construção das organizações partidistas. Com a formação da primeira organização partidista, foi possível desenvolver vigorosamente a luta para cumprir a orientação de fundação do partido apresentada na Conferência de Kalun, e a luta pela realização da causa revolucionária do Juche, iniciada pelo grande Líder, entrou em uma nova etapa, na qual passou a ser conduzida sob a direção de organizações partidistas revolucionárias.

Após formar a primeira organização partidista, o grande Líder camarada Kim Il Sung ampliou rapidamente as organizações partidistas a partir dela. Para expandir as organizações partidistas de base, foram enviados jovens comunistas da nova geração, incluindo membros da primeira organização partidista, a diversas regiões do norte da Coreia e da Manchúria.

No final de setembro de 1930, o grande Líder atravessou a rigorosa rede de vigilância dos inimigos e chegou à região de Onsong. Ali, orientou as atividades dos jovens comunistas enviados para a região e o trabalho das organizações revolucionárias, conduzindo os esforços para formar organizações partidistas de base.

Diante dos membros da primeira organização partidista colocou-se a tarefa de, com base na orientação para a fundação do partido, ampliar as organizações partidistas de base por vastas regiões, sobretudo nas áreas que se tornariam importantes bases da luta armada antijaponesa, estabelecer um sistema unificado de direção sobre elas, assegurar a direção partidista das organizações revolucionárias e dos movimentos de massas nas respectivas regiões e consolidar firmemente a base de massas da revolução.

Sob a direção do grande Líder, em 1º de outubro de 1930, foi formada uma organização partidista na colina Turu, condado de Onsong.

Na reunião de formação da organização partidista, o grande Líder analisou o significado da criação de organizações partidistas no interior do país e esclareceu as tarefas que se apresentavam às organizações partidistas nacionais para garantir a direção partidista das organizações revolucionárias do país e ampliar e desenvolver a luta revolucionária do povo a um nível superior.

Após a formação da organização partidista na colina Turu, condado de Onsong, as organizações partidistas expandiram-se rapidamente por toda a região da fronteira norte.

Os membros da primeira organização partidistas enviados a diversas regiões da Manchúria também desenvolveram ativamente o trabalho de construção partidista, de acordo com as condições concretas de cada região, e formaram organizações partidistas com integrantes da nova geração oriundos das fileiras dos operários e camponeses, que haviam sido integrados em organizações revolucionárias, como a União da Juventude Anti-imperialista de Changchun e outras, e se fortalecido na prática revolucionária.

Dessa maneira, numerosas organizações partidistas de base foram criadas nas regiões do norte de nosso país, na região da Manchúria Oriental e em várias outras localidades.

Com a expansão das organizações partidistas de base por vastas regiões, surgiu como questão importante o estabelecimento de um sistema de organização e direção que garantisse sua orientação unificada.

Nas conversas mantidas com quadros partidistas e da União da Juventude Comunista em Chaoyangchuan, condado de Yanji, em outubro de 1930, e no curso de formação realizado em Dunhua na primavera de 1931, o grande Líder esclareceu questões fundamentais para estabelecer esse sistema de organização e direção, como a observância dos princípios do centralismo democrático e do trabalho clandestino na organização e direção partidistas, a criação de organizações partidistas de todos os níveis e o estabelecimento de contatos unilineares entre as organizações partidistas nas regiões sob controle inimigo.

Com base nas orientações apresentadas pelo grande Líder, avançaram ativamente tanto o trabalho de criação de organizações partidistas de base e de todos os níveis quanto o estabelecimento de um sistema de organização e direção partidistas que garantisse sua orientação unificada. Nesse processo, foi-se estruturando de maneira ordenada um sistema de organização e direção partidistas que se estendia dos comitês partidistas de condado até as células partidistas.

Assim, após a formação da primeira organização partidista, o trabalho de construção partidista desenvolveu-se vigorosamente, possibilitando fortalecer a direção partidista sobre o movimento de massas e impulsionar vigorosamente o movimento de libertação nacional antijaponês.

História do Partido do Trabalho da Coreia, Seção 5, páginas 30, 31 e 32,  Editora do Partido do Trabalho da Coreia

Realizada 3ª Conferência dos Chefes de Companhia do Exército Popular da Coreia

Reunião histórica para um novo marco na formação de um exército de elite

Realizou-se nos dias 22 e 23, na capital, a 3ª Conferência dos Chefes de Companhia do Exército Popular da Coreia (EPC), num momento em que se destaca ainda mais o papel central e de vanguarda do lendário EPC na grandiosa luta de transformações destinada a abrir uma nova era de prosperidade, preservando firmemente a sagrada soberania da gloriosa República Popular Democrática da Coreia (RPDC) e a honra de seu povo.

Este encontro, primeiro evento de todo o exército após o 9º Congresso do Partido do Trabalho da Coreia (PTC), tem importante significado prático para redobrar a força motriz da construção de um poderoso exército da nova época, mobilizando todos os chefes de companhia na luta para transformar todas as suas unidades em unidades de elite, que defendam resolutamente a ideia e a causa do Partido, e em unidades de armas combinadas capazes de cumprir de maneira independente e satisfatória as missões de combate, tomando invariavelmente como ponto de partida e questão fundamental do fortalecimento de todo o exército a consolidação das companhias, principais unidades de combate do EPC e bases da vida dos soldados.

O encontro analisou e fez um balanço geral dos êxitos e das experiências alcançados nos últimos anos na luta pela materialização da linha de construção de um poderoso exército, baseada na atribuição de importância às companhias e em seu fortalecimento.

Além disso, debateu as tarefas e as medidas práticas para transformar todas as companhias do exército em coletivos de elite, capazes de garantir plenamente a vitória na guerra revolucionária nos aspectos militar e técnico, alcançando progressos reais e fundamentais no aprimoramento da capacidade de combate das companhias, de acordo com a meta de fortalecimento dessas unidades atualmente apresentada pelo Partido.

A conferência foi dirigida pelo estimado camarada Kim Jong Un, secretário-geral do PTC e Presidente de Assuntos Estatais da RPDC.

O Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC foi recebido com cortesia pelos principais comandantes do Ministério da Defesa Nacional e pelos comandantes militares e políticos das grandes unidades combinadas do EPC.

Quando o camarada Kim Jong Un subiu à tribuna, irromperam estrondosas aclamações de todos os participantes em homenagem ao invencível Comandante de aço, que inaugura a era dourada do fortalecimento das forças armadas revolucionárias com sua original ideia de construção militar e sua destacada arte de comando.

Participaram do encontro os chefes de companhia das forças armadas da RPDC e os dirigentes dos órgãos militares e políticos de todos os níveis.

Ocuparam os assentos da tribuna o vice-presidente da Comissão Militar Central do PTC, camarada Pak Jong Chon; o ministro da Defesa Nacional da RPDC, camarada Kim Song Gi; o primeiro vice-diretor da Direção Política Geral do EPC, camarada Yu Kwang U; o chefe do Estado-Maior-Geral do EPC, camarada Ri Yong Gil; os comandantes militares e políticos de todos os serviços de forças armadas e das grandes unidades combinadas do EPC; e os chefes de companhia que se destacaram na materialização da linha militar do Partido.

O hino nacional da RPDC foi executado solenemente.

O camarada Kim Jong Un proferiu o discurso programático intitulado "A construção de um poderoso exército na nova época e a missão dos chefes de companhia".

O camarada Kim Jong Un expressou a profunda emoção de se reunir com os chefes de companhia, jovens de vanguarda das forças armadas e comandantes das principais unidades de combate, na 3ª Conferência dos Chefes de Companhia do EPC, que fornecerá uma orientação clara para o percurso histórico da causa da construção de um poderoso exército da nova época. Expressou também sua gratidão a todos os chefes de companhia que servem de sustentáculo à invencibilidade das forças armadas revolucionárias e à prosperidade da pátria na base do exército.

"A história de luta do EPC também registra os nobres vestígios do serviço responsável e abnegado dos chefes de companhia", afirmou.

Avaliou que os comandantes das unidades de combate, que permanecem fiéis ao seu dever com elevada consciência e dedicação, considerando a vida dedicada à pátria e aos seus companheiros como sua honra mais valiosa, constituem a força do exército e o orgulho do Partido e do Estado.

E enviou uma saudação de estímulo militante a todos os oficiais e soldados das companhias do EPC, que continuam seus dias de serviço militar em defesa da soberania estatal e pela construção socialista.

Esclareceu o propósito desta conferência, convocada pelo CC do PTC como o primeiro encontro do ramo militar após o último congresso partidista, que apresentou a formação de um exército superpoderoso de nível mundial como tarefa primordial e meta realista a ser cumprida durante o período do novo plano perspectivo.

Destacou que a companhia é precisamente o elo fundamental ao qual o CC do Partido dedica invariavelmente sua atenção e para cujo fortalecimento pretende canalizar maiores forças, e que ela ocupa uma posição ainda mais importante na grande causa da construção militar sem precedentes na história que leva-se adiante hoje.

Prosseguiu afirmando que a linha de construção de um exército poderoso, baseada na valorização e no fortalecimento das companhias, é a melhor opção para transformar o mais rapidamente possível o aspecto de todo o exército.

"O rumo geral do fortalecimento das companhias é elevar sua capacidade de combate e melhorar seu aspecto à altura do prestígio e da majestade das forças revolucionárias de elite", disse, afirmando que o poderio do exército aumentará consideravelmente se todas as companhias se transformarem em forças de combate ideológica e espiritualmente puras, militar e tecnicamente poderosas e perfeitas em sua aparência regulamentarizada.

Ressaltou que essas principais unidades de combate do EPC devem encarnar a potência e a garbosidade das forças armadas e que o prestígio do poderoso exército deve se manifestar em seu aspecto. Expôs, então, a vontade invariável do CC do Partido de abrir o caminho mais rápido para a formação de um poderoso exército da nova época, depositando confiança em todos os comandantes de companhia do exército.

Referiu-se à importância do papel desempenhado pelos comandantes de companhia na luta para transformar, o quanto antes e simultaneamente, todo o exército em forças armadas de elite, de acordo com o projeto do Partido e as exigências da revolução.

"Esta conferência deve servir de ocasião para dar início a novas mudanças, compreendendo corretamente a posição ocupada pelas companhias na construção militar da nova época e mobilizando-se de maneira ainda mais ativa", observou, apresentando as tarefas e os caminhos de combate que devem ser considerados fundamentais para o fortalecimento das companhias, células da construção de um exército poderoso.

Explicou a meta principal do fortalecimento da capacidade de combate das companhias, que o Partido procura impulsionar vigorosamente tomando o presente encontro como ponto de partida, bem como o significado transcendente desse fortalecimento para o cumprimento da orientação militar e estratégica do Partido.

Exigiu que os comandantes de companhia, que convivem intimamente com os soldados, compreendam sempre, de coração, a confiança e a incumbência do povo, que lhes confiou seus filhos, e dediquem toda a sua sinceridade e devoção à transformação de suas unidades em lares queridos dos soldados, sendo seus verdadeiros irmãos e companheiros antes de serem oficiais.

Esclareceu os problemas de princípio que se apresentam aos comandantes de companhia, comandantes da nova geração que devem levar adiante a natureza do exército como exército partidista e ideológico e que são vanguardistas encarregados de alcançar a vitória, dirigindo diretamente os soldados no campo de batalha. Abordou também os trabalhos destinados a consolidar as companhias como coletivos de elite no plano ideológico e a melhorar constantemente a administração das companhias e a vida dos soldados em meio à férrea disciplina militar.

Disse que o problema fundamental para cumprir com êxito as importantes tarefas de fortalecimento das companhias reside na preparação completa de seus comandantes nos planos ideológico, moral e prático, bem como no desempenho satisfatório de suas funções de organizadores e comandantes. Referiu-se também às capacidades político-ideológicas e prático-militares que devem possuir os comandantes de companhia das forças armadas da República, empenhadas na construção de um exército poderoso realizada segundo a decisão do CC do PTC.

Sublinhou que o espírito principal do presente encontro consiste em construir um exército superpoderoso e acelerar uma revolução militar ao estilo coreano por meio da formação de companhias superpoderosas.

"Quando todas as companhias do exército estiverem preparadas como unidades de elite, o estado de prontidão para o combate das nossas forças armadas será aperfeiçoado e será alcançada a meta de construção de um exército poderoso da nova época", observou. Expressou a convicção de que todos os comandantes de companhia do EPC conquistarão infalivelmente a nova meta do fortalecimento das companhias, tendo sempre presente sua missão na construção de um exército poderoso e cumprindo responsavelmente suas funções.

Todos os participantes lançaram estrondosas aclamações, prestando a mais elevada homenagem ao general sem igual que proclamou o grande programa imortal para a potência eterna e a invencibilidade das forças revolucionárias.

E reafirmaram sua férrea vontade de demonstrar claramente a honra e a superioridade absoluta das forças armadas, que garantem o avanço vitorioso da pátria e da revolução, empunhando com ainda mais firmeza a bandeira de combate do fortalecimento das companhias entregue pelo camarada Kim Jong Un.

O informe da ocasião foi apresentado pelo ministro da Defesa Nacional, camarada Kim Song Gi.

"Os sete anos transcorridos desde a 5ª Conferência de Comandantes e Instrutores Políticos de Companhia do EPC constituem uma crônica orgulhosa em que foram demonstradas sem reservas a potência e a bravura das nossas incomparáveis forças armadas revolucionárias, superiores às de outros exércitos do mundo, e obtidos notáveis avanços na luta para fortalecer todas as companhias do exército como unidades de elite.

Graças à sábia direção do estimado camarada Kim Jong Un, que apresentou princípios e orientações científicos para fortalecer nossas forças armadas revolucionárias como forças poderosas de elite e fez cultivar em todo o exército a ideia revolucionária e a força espiritual, reinam em todas as companhias do exército o espírito inabalável e o ímpeto característicos das nossas forças armadas revolucionárias, invencíveis e poderosas graças à ideologia", mencionou.

Afirmou que a confiança absoluta do camarada Kim Jong Un, que apresenta o EPC como núcleo central e locomotiva do desenvolvimento integral do socialismo, serve de principal fonte que permite a todos os militares escrever continuamente novas crônicas de criação e façanhas na vanguarda da luta para concretizar o ardente desejo dos militares e do povo.

Ressaltou que foram alcançados resultados valiosos nos trabalhos destinados a intensificar o poderio político-militar das companhias graças ao elevado entusiasmo revolucionário e aos esforços abnegados de todos os comandantes de companhia do EPC, que têm apoiado fielmente a ideia de dar prioridade às companhias.

"Foram cultivadas como qualidades ideológicas e espirituais dos oficiais e soldados do EPC a nobre concepção da vida, que encontra orgulho e dignidade no caminho da execução das ordens do Partido, considerando seu cumprimento como a mais elevada honra, e a sincera devoção patriótica de dedicar a própria vida, preciosa, ao Partido e à pátria sem esperar qualquer recompensa", destacou. Prosseguiu afirmando que as companhias se consolidaram como firme baluarte da defesa intransigente do CC do Partido.

Acrescentou que os comandantes de companhia manifestaram plenamente a capacidade de combate de suas unidades na luta pela defesa da segurança da pátria e do povo, considerando a tarefa de frustrar todos os desafios à soberania e à segurança da República e garantir militarmente a paz e o desenvolvimento como seu primeiro dever revolucionário e missão importantíssima das forças armadas revolucionárias. "Também obtiveram notáveis êxitos na implementação da orientação do Partido de promover revoluções no treinamento", apontou.

Prosseguiu afirmando que as companhias realizaram milagres surpreendentes aos olhos do mundo nos grandes canteiros de obras, a fim de concretizar o desejo do Partido e o ideal do povo, correspondendo com fidelidade e façanhas à grande confiança do CC do Partido, que convoca o EPC em primeiro lugar sempre que surgem dificuldades no avanço da revolução e se apresentam tarefas imensas.

O informe analisou os desvios que devem ser superados a todo custo para fortalecer as companhias.

"A transformação de todas as companhias do EPC em unidades de elite depende da consciência e da dedicação de seus comandantes, encarregados dessa tarefa", disse e exortou-os a lutar com ainda mais vigor para apoiar fielmente a ideia e a direção do camarada Kim Jong Un e consolidar por todos os meios a capacidade de combate de suas unidades, tendo sempre presente a pesada missão de estarem encarregados das principais unidades de combate do invencível e heroico exército de nível mundial.

Em seguida, foram exibidos materiais multimídia sobre o nobre universo ideológico e espiritual e a elevada capacidade de comando militar dos comandantes de companhia que cumpriram as ordens do Partido ao risco da própria vida.

Os vídeos também apresentaram as novas experiências dos comandantes de companhia, adquiridas na luta prática pela implementação da ideia e da orientação do Partido de dar prioridade às companhias.

As excelentes experiências adquiridas pelos comandantes de companhia no processo de intensificação dos treinamentos de combate real, tomando os exercícios como a primeira tarefa revolucionária a ser cumprida em quaisquer condições e ambientes, conforme as exigências da época, que demanda uma mudança qualitativa do exército, comoveram profundamente os presentes.

Ao assistirem aos materiais multimídia, os participantes assimilaram métodos e excelentes experiências para concentrar todas as forças no fortalecimento da capacidade de combate das companhias e transformá-las em unidades de elite sem rival, bem preparadas para cumprir com exatidão e rapidez as missões assumidas nas condições e circunstâncias mais difíceis.

Reforçaram mais uma vez sua determinação de comprovar sua fidelidade patriótica perante o Partido e o Estado não pelos resultados, mas pela perfeição dos preparativos para o combate.

O local da conferência transbordava de extraordinária determinação e entusiasmo combativo dos oficiais da nova geração, decididos a lutar com valentia na vanguarda dos postos de defesa e construção, em prol do grande camarada Kim Jong Un, da vitória fulminante da grandiosa causa de construir um país próspero e um exército poderoso, e da tranquilidade e felicidade do povo.

Realizou-se uma cerimônia de entrega de condecorações do Partido e do Estado aos exemplares comandantes de companhia que se destacaram no fortalecimento de suas unidades.

O primeiro vice-diretor da Direção Política Geral do EPC, camarada Yu Kwang U, leu o decreto do Presidium da Assembleia Popular Suprema da RPDC.

O diploma de honra em nome do Secretário-Geral do PTC foi concedido aos camaradas Choe Kon, Yun Myong Nam e An Ok Gyong.

A Ordem da Bandeira Nacional de primeira classe foi concedida a cinco pessoas, a de segunda classe a 17, a de terceira classe a 50, e a Medalha de Mérito Militar a 172.

No local da cerimônia reinavam a infinita gratidão e o juramento de fidelidade ao camarada Kim Jong Un, que tanto valoriza os esforços abnegados dos comandantes de companhia encarregados da base do exército.

O presente encontro constituiu um marco significativo que preparou uma virada decisiva na luta para consolidar todas as companhias do EPC como destacamentos bem preparados nos planos ideológico-espiritual e técnico-militar, e como pilares do poderio das forças armadas revolucionárias e da prosperidade do Estado.

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Convenção de Montreux

Conhecimentos gerais internacionais

É uma convenção internacional relativa ao regime dos estreitos do Mar Negro, assinada em 20 de julho de 1936, em Montreux, na Suíça.

Foi concluída entre dez países, incluindo a União Soviética, a Inglaterra, a Bulgária, a Grécia e a Turquia. Também é conhecida como Convenção de Montreux sobre o Regime dos Estreitos.

A convenção tem por objetivo revogar o Tratado de Lausanne de 1923, que regulamentava a livre navegação de todos os navios mercantes e de guerra nos estreitos do Mar Negro, tanto em tempo de paz como em tempo de guerra, e estabelecer um novo regime de passagem.

De acordo com a convenção, os navios mercantes têm liberdade de passagem em tempo de paz, a qualquer hora e sem formalidades, independentemente de sua nacionalidade ou da natureza da carga transportada. Entretanto, os navios mercantes que entram nos estreitos vindos do Mar Egeu ou do Mar Negro devem submeter-se à inspeção sanitária na entrada dos estreitos, em conformidade com o regulamento sanitário internacional e as disposições pertinentes da Turquia.

Os navios mercantes mantêm a liberdade de passagem como em tempo de paz quando a Turquia se encontra em estado de guerra, desde que não prestem auxílio ao inimigo; caso a Turquia esteja sob ameaça de guerra, essa liberdade fica condicionada à navegação exclusivamente durante o dia e pelas rotas designadas pelo país.

Embora não haja grandes restrições aos navios auxiliares de guerra, os demais navios de guerra, independentemente de sua nacionalidade, só podem atravessar os estreitos durante o dia e sob regras rigorosas, tanto em tempo de paz como em tempo de guerra.

As restrições aos navios de guerra de países que não são ribeirinhos do Mar Negro são particularmente rigorosas. Além disso, a convenção regulamenta detalhadamente o regime de passagem dos navios de guerra quando a Turquia é um país beligerante ou se encontra sob ameaça de guerra.

Diferentemente do Tratado de Lausanne, a Convenção de Montreux prevê a aplicação de restrições aos navios de guerra dos países não ribeirinhos, mas apresenta uma deficiência fundamental ao permitir a livre navegação sob determinadas condições.

Na prática, durante a Segunda Guerra Mundial, a convenção não conseguiu impedir a passagem de navios de guerra dos países fascistas pelos estreitos do Mar Negro, colocando assim em grave risco a segurança dos países ribeirinhos.

Por esse motivo, foram apresentadas propostas para rever a convenção, e a Conferência de Potsdam, em julho de 1945, tomou uma decisão relacionada a essa questão. No entanto, até hoje, nada mudou.

Rodong Sinmun

Mar Negro, onde a tensão se agrava dia após dia

Há pouco tempo, o secretário-geral da OTAN declarou a intenção de intensificar ainda mais as atividades militares no Mar Negro. Afirmando que, até agora, a OTAN havia reforçado o destacamento de tropas no flanco oriental, ele disse que a organização continuará acompanhando de perto a situação de segurança e ajustará, conforme necessário, sua postura de dissuasão e defesa.

A tensão nas águas do Mar Negro agrava-se dia após dia. Nesse contexto, a intenção da OTAN de aumentar ainda mais a pressão sobre a Rússia prenuncia uma situação preocupante.

O agravamento do confronto entre a Rússia e a OTAN no Mar Negro deve-se às manobras da OTAN para acelerar a militarização dessa região.

Desde o início do século XXI, a OTAN tem perseguido incessantemente sua expansão para o leste, com o objetivo de estabelecer um arco de cerco que se estenda do Mar Báltico ao Cáucaso Meridional, passando pelo Mar Negro.

Por sua ligação com o Mediterrâneo, a oeste, e com o Mar de Azov, a leste, o Mar Negro constitui um ponto estratégico militar de importância crucial que conecta a Ásia, a Europa e a África. Em particular, a região do Cáucaso, situada entre o Mar Negro e o Mar Cáspio, é rica em recursos energéticos, incluindo gás e petróleo.

Por essa razão, a OTAN ampliou sua intervenção militar com o objetivo de enfraquecer a influência tradicional da Rússia no Mar Negro e expandir sua própria esfera de influência.

Recentemente, a OTAN também vem promovendo um plano para abrir uma nova rota na Bulgária destinada ao posicionamento de armamentos modernos e ao envio de tropas, bem como para construir uma grande base militar. Atualmente, 1.200 militares da OTAN estão permanentemente estacionados nesse país. Na Romênia, também estão sendo introduzidos equipamentos militares de tecnologia avançada da OTAN. No ano passado, caças alemães "Eurofighter" foram posicionados na Polônia.

A Turquia, em conformidade com a Convenção de Montreux, não permite desde 2022 a passagem pelo Mar Negro de navios de guerra de países que não são ribeirinhos desse mar. Contudo, isso não passa de meras palavras, sem correspondência com a realidade. Nos últimos anos, as provocações militares da OTAN contra a Rússia nessa região intensificaram-se mais do que nunca. Em maio deste ano, a OTAN realizou freneticamente no Mar Negro o exercício militar naval denominado "OPEX-26" e vem promovendo repetidamente perigosas provocações militares, como os exercícios "Sea Shield", "Sea Breeze" e "Dacian Fall".

Atualmente, o Mar Negro é palco de intensos combates entre a Rússia e a Ucrânia.

Em represália às derrotas no campo de batalha, a Ucrânia ataca indiscriminadamente navios mercantes e petroleiros russos, chegando inclusive a lançar ataques com drones e mísseis contra embarcações de bandeira estrangeira. Os drones ucranianos abatidos pelas forças russas de defesa antiaérea sobre o Mar Negro e o Mar de Azov chegam a dezenas ou centenas por dia. Recentemente, até navios mercantes turcos foram atacados pela Ucrânia.

É um fato amplamente conhecido que as imprudentes manobras de confronto antirrussas da Ucrânia são realizadas com o apoio militar ativo da OTAN, por intermédio dos países-membros ribeirinhos do Mar Negro. Um exemplo concreto é o porto de Constança, na Romênia, que constitui uma das principais rotas de apoio militar à Ucrânia.

A Rússia declarou sua firme determinação de defender a região costeira do Mar Negro contra os planos belicistas do Ocidente e está tomando fortes contramedidas, entre elas o reforço da Frota do Mar Negro.

É impossível prever as consequências catastróficas que poderá provocar a intenção da OTAN de aumentar a pressão militar sobre a Rússia sob o pretexto de um "ajuste da postura de dissuasão", numa região tão sensível, onde as forças militares de ambos os lados se encontram em confronto direto e em estado de alerta.

O incidente ocorrido em 2021, quando navios de guerra britânicos violaram as águas territoriais russas no Mar Negro e foram alvo de disparos de advertência, já demonstra que mesmo o menor acidente fortuito nessa região pode desencadear um conflito militar.

Em setembro, o primeiro-ministro eslovaco denunciou que o Ocidente está tentando transformar o confronto entre a Rússia e a Ucrânia num conflito entre a Rússia e a OTAN. À luz dessa declaração, fica evidente que o Mar Negro está se transformando, por iniciativa da OTAN, em mais um palco de confronto contra a Rússia.

Un Jong Chol

Rodong Sinmun

Problema do aumento da temperatura global que causa preocupação

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente divulgou fatos alarmantes relacionados ao aumento da temperatura.

Um relatório divulgado pela organização no dia 21 assinala que não será possível alcançar a meta internacional de limitar a elevação da temperatura a 1,5 °C em relação ao período anterior à Revolução Industrial.

Em novembro do ano passado, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente já havia publicado um relatório segundo o qual, mesmo que os países signatários do Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas alcancem suas metas de redução das emissões de dióxido de carbono até 2035, a temperatura média global subirá de 2,3 a 2,5 °C em relação ao período anterior à Revolução Industrial e, caso não sejam adotadas medidas urgentes, aumentará 2,8 °C até o final deste século.

A meta de limitar o aumento da temperatura global a menos de 1,5 °C em relação ao nível anterior à Revolução Industrial foi estabelecida no Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas, que entrou em vigor há dez anos.

Entretanto, em 2024, o aumento da temperatura atingiu 1,55 °C em relação ao período anterior à Revolução Industrial, ultrapassando esse limite pela primeira vez.

No ano passado, as emissões mundiais de gases de efeito estufa totalizaram 58,4 bilhões de toneladas em equivalente de dióxido de carbono, quase o mesmo volume do ano anterior. Segundo se afirma, para minimizar o aumento da temperatura, as emissões deverão ser reduzidas em 18% até 2030 e em 45% até 2035, em comparação com 2025.

No entanto, diante da situação atual, prevê-se que a temperatura aumente 2,8 °C ao longo do século XXI.

Mesmo que todos os países alcancem as metas nacionais de redução de emissões que estabeleceram, a temperatura aumentará 2,6 °C; e, mesmo que as emissões e a absorção se equilibrem, o aumento será de 2,1 °C.

Para reduzir novamente a elevação da temperatura ao limite de 1,5 °C, seria necessário remover da atmosfera 320 bilhões de toneladas de dióxido de carbono. Contudo, especialistas ambientais consideram incertas as possibilidades de concretizar essa medida.

Comentando a questão, o diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente afirmou: "Quanto mais a temperatura ultrapassar significativamente os 1,5 °C e quanto mais tempo essa situação persistir, maiores serão os impactos do aquecimento global, como inundações devastadoras e ondas de calor. Devemos empregar todos os meios possíveis para minimizá-los."

Rodong Sinmun

Treinamento ideológico

Explicação de terminologias políticas

O treinamento ideológico consiste em cultivar e transformar continuamente a própria ideologia. Em outras palavras, é o processo pelo qual os funcionários, os militantes do Partido e os trabalhadores superam, por meio da luta ideológica e da prática revolucionária, as doenças ideológicas e os resquícios de ideias ultrapassadas que possuem, cultivando e transformando continuamente sua própria ideologia.

Para os revolucionários que devem percorrer até o fim o longo caminho da revolução, o treinamento ideológico é uma tarefa extremamente importante, que não deve ser negligenciada nem interrompida por um único instante.

O estado da consciência ideológica das pessoas não é imutável, e sua determinação ideológica tampouco se eleva por si só. Assim como o aço enferruja quando deixado como está, mesmo uma pessoa bem preparada não poderá impedir a deterioração ideológica se não se esforçar conscientemente para cultivar a si mesma e se fortalecer continuamente, acabando por enveredar pelo caminho da traição à revolução. As pessoas podem adquirir plenamente as qualidades e os atributos próprios de um revolucionário por meio do processo de fortalecimento revolucionário de si mesmas, alimentando-se constantemente de conhecimentos políticos e ideológicos.

O estudo da política do Partido pode ser considerado a primeira etapa importante do treinamento ideológico. Somente por meio do estudo regular as pessoas podem consolidar ainda mais sua ideologia originalmente sã e dedicar-se à execução das tarefas revolucionárias com renovado vigor. É necessário aprofundar continuamente o estudo da política do Partido para que as pessoas assimilem as ideias e a linha do Partido como convicções firmes, cultivem incessantemente sua consciência política e cumpram plenamente suas responsabilidades e deveres perante o Partido, a revolução, a pátria e o povo.

A vida organizativa revolucionária é a fornalha do treinamento ideológico. O elevado espírito revolucionário, o senso de organização e a disciplina só podem ser adquiridos por meio da vida organizativa revolucionária. Por isso, todas as pessoas, sem exceção, devem esforçar-se conscientemente para trabalhar e viver sob a orientação e o controle da organização, fortalecendo e cultivando revolucionariamente a si mesmas por meio da vida organizativa.

Fortalecer ainda mais todos os membros da sociedade na luta prática revolucionária é uma das importantes maneiras de revolucioná-los. Todas as organizações do Partido e das massas trabalhadoras devem educar e orientar todos os membros da sociedade para que se empenhem na execução das tarefas revolucionárias que lhes foram confiadas, permitindo-lhes, assim, fortalecer-se continuamente na prática.

Rodong Sinmun

Sobre a concessão do título de Distrito Modelo do Sistema Orçamentário Local ao distrito de Raknang, cidade de Pyongyang

N.º 177, de 14 de outubro de 2026

Sobre a concessão do título de Distrito Modelo do Sistema Orçamentário Local ao distrito de Raknang, cidade de Pyongyang

O Presidium da Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia concede o título de Distrito Modelo do Sistema Orçamentário Local ao distrito de Raknang, cidade de Pyongyang, que, apoiando firmemente a orientação do Partido sobre o sistema orçamentário local, alcançou êxitos no desenvolvimento econômico e na melhoria da vida do povo, desenvolvendo a indústria leve e a agricultura e melhorando as atividades de serviços para aumentar as receitas orçamentárias.

Presidium da Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia

Pyongyang

Rodong Sinmun