segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Algumas tarefas para melhorar e fortalecer o trabalho de saúde pública e de higiene

Discurso de conclusão do camarada Kim Il Sung na L.XII sessão do Comitê Popular da Coreia do Norte

19 de março de 1948

Como foi assinalado pelo informe e pelas intervenções, até agora foram registrados certos êxitos no trabalho do Departamento de Saúde Pública, mas também foram reveladas várias deficiências que deverão ser necessariamente corrigidas.

Uma das principais deficiências de que padece o Departamento de Saúde Pública em seu trabalho é a falta de disciplina e ordem; o interior de suas fileiras não é saudável e os funcionários trabalham com atitudes burocráticas. Eles não realizam uma direção e um controle constantes do trabalho dos órgãos inferiores, mas, quando o fazem, não os realizam de maneira substancial, e sim habitualmente se retiram depois de serem convidados. E assim acontece que os funcionários do Departamento de Saúde Pública desconhecem a situação real nas unidades inferiores. Esse desconhecimento os leva a lançar mão do burocratismo. O próprio desconhecimento dessa situação é uma expressão do burocratismo. Os funcionários do Departamento de Saúde Pública deveriam se esforçar para acabar com os métodos de trabalho burocráticos e para melhorar realmente o serviço de saúde pública e de higiene.

O Departamento de Saúde Pública deve conhecer e controlar constantemente o trabalho dos órgãos administrativos e dos hospitais e clínicas que estejam sob sua responsabilidade, assim como exercer sobre eles a direção e o controle de maneira planificada.

Conhecer e controlar o trabalho das instituições inferiores, bem como dirigi-las e controlá-las bem, é uma das questões-chave das quais dependem o êxito do trabalho deste Departamento e do serviço de saúde pública em seu conjunto. Melhorar a direção e o controle do trabalho das unidades inferiores tem a maior importância nas condições de hoje, quando subsistem os resíduos do imperialismo japonês no âmbito da saúde pública e o nível político e prático de seu pessoal ainda é baixo. Somente intensificando o trabalho de direção e controle sobre as unidades inferiores será possível erradicar cabalmente os vestígios do imperialismo japonês no campo da saúde pública e obter êxito na promoção da saúde de um povo que já é mestre do país.

É conveniente que o pessoal do Departamento de Saúde Pública vá às unidades inferiores de acordo com o plano para dirigir e verificar detalhadamente o cumprimento das resoluções e diretrizes do Partido e do Estado para este setor, a assistência médica aos enfermos e o serviço de higiene e profilaxia. Por exemplo, quando dirigem e inspecionam um hospital, devem fazê-lo nos mínimos detalhes para constatar se todo o seu pessoal, desde o diretor até os médicos e enfermeiras, trata os pacientes com amabilidade, se diagnostica e prescreve corretamente e administra devidamente os medicamentos. Mas exercer a direção ou o controle não deve limitar-se a procurar defeitos. Em todo caso, deve significar uma ajuda aos órgãos inferiores para o desenvolvimento de seu trabalho. Os funcionários do Departamento de Saúde Pública, em vez de se fixarem apenas nas deficiências das unidades inferiores, deverão buscar suas causas, indicar concretamente como corrigi-las e resolver os problemas pendentes sob sua responsabilidade.

É necessário intensificar a educação dos trabalhadores da saúde pública, para formá-los como autênticos servidores do povo, entregues com abnegação à pátria e ao povo.

Depois da libertação, a mentalidade dos médicos mudou muito no processo da construção de uma nova Coreia, uma Coreia democrática. Hoje não podemos considerá-los médicos que apenas ambicionam dinheiro e não pensam na vida do homem. Mas ainda é prematuro dizer que todos eles são autênticos médicos do povo, que o servem fielmente.

Ainda não são poucos os que possuem pouca consciência de serviço à pátria e ao povo. Há alguns que se comportam a seu bel-prazer, de maneira indisciplinada, e não consagram todo o seu saber, inteligência e devoção ao tratamento dos pacientes. Os médicos do hospital especial e do hospital central, tendo a seu cargo o tratamento dos quadros, não se empenham muito em sua missão, mas sabem fazer alarde de sua competência. Se os quadros, ocupados com o trabalho, não podem ir ao hospital, os médicos deveriam visitá-los pessoalmente para prestar-lhes assistência, mas não procedem assim. Não podemos considerar isso senão como uma conduta imprópria, indigna da profissão de médico, pessoa responsável pela vida do homem.

A principal causa dessa conduta observada entre alguns médicos reside, primeiro, em que neles persiste o velho hábito de trabalhar e viver com a liberalidade dos tempos da dominação colonial do imperialismo japonês e, depois, em que o Departamento de Saúde Pública não educou devidamente os médicos.

Nós, em vez de nos limitarmos a dizer que os trabalhadores da saúde pública estão atrasados política e ideologicamente, devemos conduzi-los a servir à pátria e ao povo. Para isso, devemos estabelecer como tarefa fundamental a elevação de seu nível de consciência ideológica e intensificar sua formação ideológica. Conseguiremos assim que dediquem toda a sua inteligência e devoção ao trabalho de saúde, com a determinação de prestar serviço à pátria e ao povo em qualquer situação, por mais difícil que seja.

Além disso, é preciso reforçar o controle sobre os trabalhadores da saúde pública. Quem quer que seja, se atuar individualmente, afastado do controle da organização, não poderá cumprir bem sua missão. Ademais, como ainda restam diversos vestígios da velha ideologia entre o pessoal sanitário, se não intensificarmos o controle, este não se esforçará ao máximo para cumprir sua tarefa. O controle sobre o homem é tanto mais necessário quanto mais baixo for seu nível de consciência ideológica. Daí ser indispensável intensificar o controle sobre esse pessoal.

O Departamento de Saúde Pública deverá estabelecer entre o pessoal médico uma férrea disciplina terapêutica e exigir que ela seja observada rigorosamente. Caso os médicos não a cumpram e se mostrem irresponsáveis no tratamento, administrando incorretamente os medicamentos, deverão ser-lhes aplicadas sanções ou punições legais conforme a gravidade da falta.

É preciso prestar profunda atenção à elevação do nível profissional e da qualificação do pessoal médico. Sendo pessoas que cuidam da vida humana, devem ser, naturalmente, especialistas altamente competentes em seu trabalho. Para elevar o nível profissional e a qualificação dos trabalhadores médicos, o Departamento de Saúde Pública deverá organizar amplamente entre eles, por exemplo, cursos de curta duração, seminários técnicos, encontros para intercâmbio de experiências, e orientá-los também a se esforçarem diariamente para adquirir conhecimentos da técnica médica avançada.

A preparação de um grande número de trabalhadores médicos capazes de servir com abnegação à pátria e ao povo é uma das tarefas mais importantes para melhorar e fortalecer o serviço de saúde.

Agora, devido à falta de pessoal, no campo da saúde pública são insuficientes não apenas o trabalho preventivo, mas também o tratamento dos enfermos. Essa presunção que têm os médicos dos tempos passados deve-se em grande medida à escassez de profissionais da medicina.

Propusemo-nos a tarefa de colocar médicos em todos os condados que não os tenham, a fim de prestar melhor assistência médica à população. Para levá-la a bom termo, é urgente, antes de tudo, preparar um bom contingente de médicos. O Departamento de Saúde Pública e o Departamento de Educação deveriam aproveitar adequadamente as condições e possibilidades existentes para preparar, no mais curto prazo possível, um número considerável de trabalhadores médicos que tenham assimilado bem as ideias democráticas e a técnica médica avançada.

É preciso proporcionar maiores benefícios aos médicos. O Departamento de Saúde Pública levantou essa questão e procura resolvê-la, o que está certo, naturalmente. No entanto, não é correto buscar a solução dessa tarefa no aumento dos salários. Aqui, deve-se fornecer-lhes prioritariamente calçados, tecidos para roupas e outros artigos de primeira necessidade, e resolver também o problema da moradia dentro das possibilidades do Estado. Assim, desfrutarão de um bem-estar muito melhor que o atual. Melhorando o nível de vida dos médicos, os médicos privados também se incorporarão aos hospitais ou clínicas do Estado.

Com o objetivo de melhorar o serviço médico para os trabalhadores, é necessário aumentar decisivamente o número de hospitais e clínicas. De acordo com o previsto no plano deste ano, temos de construir mais hospitais estatais e abrir mais clínicas e dispensários na cidade e no campo.

E, ao mesmo tempo, procurar melhorar as condições dos hospitais e clínicas atualmente existentes. Como suas instalações e equipamentos são insuficientes, os hospitais e clínicas encontram dificuldades no tratamento dos enfermos. É indispensável que o Departamento de Saúde Pública os dote do necessário o mais rápido possível. Deve também preparar salas confortáveis para os enfermos nos hospitais.

Os hospitais e clínicas do Estado são propriedade comum de todo o povo. Os órgãos do Poder popular melhorarão a direção dessas instituições, de modo que possam ser mantidas em condições ideais.

É preciso implantar o sistema de atendimento médico por zonas e reforçar ainda mais o trabalho higiênico e profilático.

Este último aspecto é uma tarefa de suma importância para erradicar todo tipo de hábitos anti-higiênicos e incultos e prevenir as doenças entre os trabalhadores. O Departamento de Saúde Pública e a Comissão Central de Profilaxia devem realizá-la com energia.

Antes de tudo, é necessário difundir amplamente os conhecimentos sanitários e higiênicos entre os trabalhadores. Para isso, deverão ser utilizados jornais, revistas e outras diversas publicações, e realizar-se em grande escala a propaganda higiênica, mobilizando os partidos políticos, as organizações sociais e as instituições de ensino.

Um aspecto importante da higiene e da profilaxia é preparar adequadamente os alimentos. Se o homem os ingerir muito salgados, isso poderá causar-lhe doenças do estômago e outras enfermidades. Deve-se intensificar a propaganda para que todas as famílias preparem bem os alimentos. É aconselhável ensinar, daqui em diante, às alunas das escolas secundárias básicas e superiores a arte culinária.

Com vistas a reforçar o trabalho de higiene e profilaxia, é conveniente criar instalações sanitárias adequadas em todos os lugares onde residam pessoas. O Departamento de Saúde Pública e a Comissão Central de Profilaxia devem dotar as fábricas e empresas de instalações de higiene industrial, como sistemas de ventilação e de aspiração de poeira, e tomar medidas para criar nas localidades rurais estabelecimentos de higiene, como banhos públicos e barbearias.

Deve-se manter a limpeza nas ruas e bairros por meio de um movimento de todo o povo e conseguir que todos cuidem devidamente de sua higiene pessoal.

Para a promoção contínua da saúde dos trabalhadores, é necessário proporcionar-lhes um melhor serviço de casas de repouso e sanatórios. Este ano, um número maior de operários, técnicos e empregados, quase 1,5 vez mais que no ano passado, será beneficiado por esse serviço, pelo que o Departamento do Trabalho e o Departamento de Saúde Pública terão de realizar um bom trabalho organizativo para assegurar-lhes descanso suficiente. Para a saúde dos trabalhadores, é uma medida de importância promover ativamente a educação física. Em todos os setores e unidades devem ser instaladas barras fixas, barras paralelas e outros aparelhos esportivos para que todos possam praticá-la. Em particular, é preciso normalizar os exercícios durante o intervalo do trabalho nas fábricas, empresas e escritórios.

Considero necessário elaborar e promulgar, daqui em diante, uma lei sobre o melhoramento e a intensificação do trabalho de saúde pública e de higiene.

Ri Jong Mok

Ri Jong Mok nasceu em 1928, no condado de Kosan, província de Kangwon, filho de uma família de camponeses pobres. Após a libertação da Coreia, estudou e trabalhou em diferentes áreas. No pós-guerra, ingressou na Universidade Kim Il Sung, formando-se em 1956, e iniciou sua carreira como pesquisador antes de passar, em 1961, ao trabalho de relações exteriores.

Durante décadas, dedicou-se ao trabalho diplomático e ocupou importantes cargos no Ministério das Relações Exteriores. Participou de várias sessões da Assembleia Geral da ONU e de reuniões internacionais, defendendo as posições da RPDC sobre a questão coreana, a substituição do armistício por um acordo de paz e a retirada das forças estrangeiras da Coreia do Sul. Em 1975, foi eleito membro do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia.

Ri Jong Mok também participou de atividades diplomáticas no Movimento dos Países Não Alinhados e nas relações entre a RPDC e outros países. Em 1984, foi nomeado primeiro vice-ministro das Relações Exteriores e, no mesmo ano, participou de negociações com a União Soviética. Ao longo de sua trajetória, recebeu reconhecimento por sua contribuição ao trabalho externo do Partido e do Estado.

Em 15 de julho de 1985, Ri Jong Mok morreu aos 57 anos em consequência de um acidente de trânsito. Foi sepultado no Cemitério dos Mártires Patrióticos. Materiais sobre sua vida e atividade diplomática foram posteriormente incorporados ao Museu da Revolução Coreana, onde seu nome figura entre os quadros que dedicaram sua vida ao trabalho pelo Partido e pelo Estado.

Ji Min Suk

Ji Min Suk, de 68 anos, vive no distrito de Pohang, cidade de Chongjin. Iniciou sua vida profissional há 42 anos como operária de uma fábrica no condado de Onsong e, posteriormente, trabalhou durante 15 anos como gerente de um restaurante em Chongjin. Por sua dedicação à sociedade e ao coletivo, recebeu em 2011 o título de benemérita de patriotismo socialista.

Após receber a aposentadoria em 2021, passou a trabalhar como agricultora honorária na brigada de jovens da Fazenda Jikha, no distrito de Chongam. Desde então, dedica-se ao cultivo de uma parcela de cerca de 1.500 pyong, acompanhando e ajudando os mais de 40 jovens da brigada, formados na Universidade Agrícola de Chongjin.

A camarada Ji Min Suk considera que sua tarefa é apoiar os jovens que escolheram criar raízes no campo e ajudá-los a se tornarem responsáveis pelo futuro da fazenda. Além do trabalho agrícola, transmite aos jovens as experiências das gerações anteriores e procura incutir neles o senso de dever para com o trabalho agrícola. Sob sua orientação, a brigada alcançou resultados destacados no trabalho agrícola.

Mesmo após a aposentadoria, a camarada Ji Min Suk continua trabalhando no campo e cumprindo sua responsabilidade como benemérita de patriotismo socialista. Seu trabalho é apresentado como exemplo da dedicação de pessoas que, independentemente da idade ou posição, continuam contribuindo para o desenvolvimento da agricultura e para a formação da nova geração.

Televisão Central da Coreia 

Orgulhosos cientistas da Universidade Kim Il Sung

Na Universidade Kim Il Sung, supremo centro de educação e ciência do país, há muitos cientistas que dão grande contribuição ao desenvolvimento econômico e à melhoria da vida da população.

Kim Nam Chol, professor, doutor, candidato a acadêmico e chefe de sala do Instituto de Óptica da Faculdade de Física, é amplamente conhecido no país como explorador da ciência e tecnologia da informação quântica e desenvolvedor da tecnologia de comunicação criptográfica quântica. Aos 30 anos de idade, lançou as bases para o desenvolvimento da tecnologia da informação quântica, que constitui um conteúdo principal da ciência e tecnologia quântica. Naqueles dias, desenvolveu a técnica de comunicação criptográfica quântica por fibra óptica e lançou um fundamento acadêmico para sua aplicação prática. Além disso, preparou as condições para a formação de talentos promissores no campo da ciência e tecnologia quântica.

Kang Jin U, candidato a acadêmico, professor, doutor e chefe de cátedra da referida faculdade, desfruta de prestígio mundial nos domínios da cosmologia e da teoria das partículas elementares.

Yu Chol Jun, candidato a acadêmico, professor, doutor e chefe de cátedra da Faculdade de Ciência dos Materiais, é um cientista talentoso que, já aos vinte anos de idade, apresentou novas teorias de design de materiais. Projetou novos materiais energéticos e publicou muitas de suas teses em prestigiosas revistas acadêmicas internacionais. E, em junho passado, recebeu uma medalha de cientista e um diploma da associação internacional de materiais avançados.

Im Song Jin, candidato a acadêmico, professor, doutor e chefe de sala do Instituto de Óptica da Faculdade de Física, é o primeiro vencedor do prêmio de ciência natural de nosso país. É um físico de prestígio que desenvolveu a óptica não linear, um ramo avançado da ciência básica, e se especializou em seu estudo teórico. Desenvolveu um moderno analisador infravermelho de gases, muito necessário em diversos setores e unidades da economia nacional, atraindo a atenção dos círculos científicos e econômicos.

Choe Chun Hwa, professora, doutora e pesquisadora do Instituto de Processamento de Informação Visual da Faculdade de Inteligência Artificial, Im Wan Bin, doutor e diretor da Agência de Intercâmbio de Ciência e Tecnologia Avançada, e muitos outros cientistas dedicam todos os seus esforços a elevar o prestígio acadêmico da universidade e desenvolver a educação e a ciência do país.

Ham Kwang Hyok

Naenara 

Histórica reunião da célula do Partido que lançou os alicerces para o fortalecimento de todo o Partido

Kim Jong Ho, Faculdade de Finanças e Contabilidade da Universidade Kim Il Sung

À medida que se aproxima dia após dia o aniversário da fundação do Partido, o povo coreano grava no fundo do coração os feitos imortais do grande Líder camarada Kim Il Sung na realização da causa da construção do partido revolucionário jucheano.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"O Partido do Trabalho da Coreia, fundado pelo grande camarada Kim Il Sung, é o glorioso partido de Kim Il Sung e Kim Jong Il, que, sob a liderança excepcional e refinada do camarada Kim Il Sung e do camarada Kim Jong Il, se fortaleceu e desenvolveu como um partido revolucionário invencível e conduziu a revolução e a construção pelo caminho de brilhantes vitórias."

Entre as numerosas histórias revolucionárias que transmitem os feitos imortais do grande Líder para o fortalecimento e desenvolvimento do nosso Partido encontra-se também a inesquecível história da primeira reunião da célula do Partido do Comitê Organizador Central do Partido.

Logo após a libertação, o grande Líder fez com que se organizasse uma célula do Partido no Comitê Organizador Central do Partido e determinou que, como primeiro ponto da ordem do dia da reunião da célula, fosse discutida a questão de como fortalecer e desenvolver o trabalho da célula do Partido.

Assim, em 3 de novembro de 1945, realizou-se a histórica primeira reunião da célula do Partido.

Nesse dia, o grande Líder afirmou que os membros do Partido deveriam participar da vida da célula do Partido em condições de igualdade e que ele próprio também era um membro da célula do Partido. Sentou-se sem qualquer formalidade nos bancos de madeira dispostos em duas fileiras para os membros do Partido se sentarem e participou da reunião.

Na reunião, foram discutidas e decididas questões relativas à organização de uma célula do Partido no Comitê Organizador Central do Partido e às tarefas para fortalecer o trabalho da célula do Partido.

Nesse dia, o grande Líder, ao proferir um discurso na reunião, afirmou que a célula do Partido é a organização de base do nosso Partido e o ponto de apoio da vida partidista dos membros do Partido, e que, assim como o corpo humano é constituído por células, o Partido também é formado por numerosas células partidistas. Apontou que, assim como, para uma pessoa ser saudável, todas as células do corpo devem ser fortes, para que nosso Partido se torne um partido poderoso, as células do Partido devem ser saudáveis e desempenhar bem seu papel. Ao mesmo tempo, ensinou que todos os membros do Partido, sem exceção, devem pertencer a uma célula do Partido e levar nela sua vida partidista, e que nem os funcionários partidistas provinciais nem os funcionários do Comitê Organizador Central do Partido poderiam constituir exceção.

Verdadeiramente, os ensinamentos do grande Líder naquele dia foram, em si mesmos, uma preciosa diretriz para o trabalho das células do Partido, e a atitude que ele demonstrou para com a célula do Partido foi um sublime exemplo que todos os membros do Partido devem seguir e aprender.

Embora tenham transcorrido mais de 80 anos desde aquele inesquecível dia, a reunião da célula do Partido daquele dia ainda hoje transmite ao mundo a grandeza do grande Líder, que, colocando-se na posição de um simples membro do Partido e dedicando tudo de si ao fortalecimento e desenvolvimento do Partido, permanece para sempre brilhando na história do nosso Partido como uma reunião histórica que lançou os alicerces para o fortalecimento de todo o Partido.

Ryongnamsan

domingo, 4 de outubro de 2026

Patrimônio natural - Fóssil de ave-lagarto da Coreia

Está exposto no Museu de História Natural da Universidade Kim Il Sung o fóssil de ave-lagarto da Coreia.

Este patrimônio natural foi desenterrado em 10 de março de 1989, no bairro de Paektho, na cidade de Sinuiju, província de Phyongan Norte.

Depois de ser informado de que o fóssil descoberto em uma camada geológica de quase 150 milhões de anos é de uma ave-lagarto, o grande Líder camarada Kim Il Sung deu-lhe o nome atual e afirmou que essa descoberta permite saber que nosso país é o berço das aves.

No fóssil podem ser vistos os ossos da cabeça, das asas e do pescoço, bem como as penas de voo.

Essa ave, de forma mais primitiva, comprova que as aves se separaram dos répteis.

Esse fóssil tem grande importância para o estudo da biodiversidade e do habitat.

Agência Central de Notícias da Coreia

A ambição de nuclearização escondida sob o véu da "desnuclearização"

Os atos do Japão, que avançou incessantemente rumo à restauração do militarismo

O Japão propaga que é o único país do mundo vítima de bombas atômicas e que a "desnuclearização" constitui sua política nacional básica.

No entanto, a política que proclama e as ações que tem tomado são fundamentalmente opostas entre si.

Olhando para o passado, um dos países que deram início, antes de qualquer outro no mundo, à nuclearização foi justamente o Japão.

Após sua derrota na Segunda Guerra Mundial, o Japão inseriu em sua Constituição a disposição de que não possuiria forças militares terrestres, navais e aéreas nem direito de beligerância, e, em dezembro de 1967, o então primeiro-ministro japonês Sato apresentou os "Três Princípios Não Nucleares": "não fabricar, não possuir e não introduzir armas nucleares".

Entretanto, isso não passava de um manto de seda destinado a encobrir sua persistente ambição nuclear.

Considerando que não havia conseguido realizar sua ambição da "Esfera de Coprosperidade da Grande Ásia Oriental" devido ao fracasso no desenvolvimento de armas nucleares, os revanchistas começaram a se dedicar à nuclearização a partir da década de 1950.

Em 1956, quando foi criado, na Agência de Ciência e Tecnologia, um departamento encarregado de controlar e dirigir de maneira unificada o setor nuclear, juntamente com a criação de suas organizações subordinadas, o Japão começou secretamente a promover um novo plano nuclear.

Acima de tudo, era necessário estabelecer uma base jurídica para a nuclearização.

Em maio de 1957, o então primeiro-ministro japonês declarou que as pessoas diziam que até mesmo mencionar armas nucleares constituía uma violação da Constituição, mas que "essa interpretação não é correta". As declarações feitas por sucessivos governantes sobre a legitimidade da posse de armas nucleares tinham como objetivo lançar as bases favoráveis à criação da estrutura jurídica para a nuclearização.

Em 1978, as autoridades japonesas divulgaram uma "resposta do governo" afirmando que "podem possuir armas nucleares" mesmo enquanto a "Constituição Pacifista" existisse, inseriram a necessidade da posse de armas nucleares em documentos oficiais e também manipularam a Lei Básica de Energia Atômica de modo que ela pudesse ser utilizada para o desenvolvimento de armas nucleares.

O plano de nuclearização dos reacionários japoneses entrou na etapa prática a partir da execução do Primeiro Plano de Desenvolvimento da Capacidade de Defesa. Na escola de oficiais das "Forças de Autodefesa" terrestres, foram realizados treinamentos ultrassecretos para o emprego de armas nucleares, enquanto na escola de química foram formados efetivos necessários para operações nucleares.

Em diversos grupos e instalações de pesquisa, incluindo o Instituto de Pesquisa de Fusão Nuclear, o Instituto de Pesquisa de Engenharia do Ciclo do Combustível Nuclear e o Instituto de Pesquisa de Ciências Nucleares, foram realizados intensamente estudos destinados a utilizar a energia nuclear no setor militar.

O "Livro Branco da Defesa", publicado em 1970, estabeleceu como objetivo "desenvolver e possuir armas nucleares por conta própria", além de assegurar porta-aviões nucleares, submarinos nucleares e outros meios.

O desenvolvimento japonês de tecnologia nuclear e de meios de lançamento chegou atualmente a um nível que lhe permite realizar a nuclearização.

Em particular, o estoque japonês de materiais nucleares de grau militar está entre os maiores do mundo.

Paralelamente à construção de reatores nucleares no período pós-guerra, foram instaladas instalações de produção de plutônio, estabelecendo uma base capaz de produzir materiais nucleares de grau militar. Ao mesmo tempo, intensificaram-se os esforços para obter grandes quantidades de plutônio de outros países.

A respeito disso, meios de comunicação ocidentais, incluindo o jornal estadunidense "Christian Science Monitor", criticaram a quantidade de plutônio adquirida pelo Japão, afirmando que ela "excede em muito" as necessidades de uso pacífico, enquanto até mesmo físicos japoneses denunciaram que "não faz sentido do ponto de vista lógico considerá-lo uma questão energética".

Na década de 1990, um especialista japonês em questões nucleares previu que, no início do século XXI, seu país possuiria mais plutônio do que os Estados Unidos e a Rússia.

Não é de modo algum condizente que o Japão, que construiu todas as bases materiais e técnicas necessárias para possuir milhares de armas nucleares a qualquer momento e aguarda ansiosamente uma oportunidade, fique falando de "desnuclearização".

Atualmente, as autoridades japonesas falam abertamente que os "Três Princípios Não Nucleares" devem ser revistos e, ao mesmo tempo, revelam de maneira explícita sua ambição de nuclearização, dedicando-se, entre outras coisas, ao desenvolvimento de submarinos movidos a energia nuclear.

Na realidade, o Japão não é um Estado não nuclear, mas um país que, desde o século passado, vem prosseguindo incessantemente por um longo período seu caminho rumo à nuclearização, tendo enterrado uma bomba-relógio nuclear na região da Ásia-Pacífico.

Un Jong Chol

Rodong Sinmun