domingo, 25 de outubro de 2026

A intensificação dos atos de violência dos colonos judeus

Há pouco tempo, ocorreu um incidente em que colonos judeus atacaram uma delegação de diplomatas europeus numa aldeia da Cisjordânia. Diplomatas da França, da Bélgica e da Polônia foram vítimas do ataque.

Os países em questão reagiram imediatamente.

O ministro das Relações Exteriores da Bélgica exigiu que as autoridades israelenses protegessem os palestinos, garantissem a segurança dos diplomatas e jornalistas, levassem os responsáveis perante a Justiça e pusessem fim à impunidade dos colonos judeus violentos. O Ministério das Relações Exteriores da Polônia também insistiu que as autoridades israelenses esclarecessem detalhadamente a situação o mais rápido possível, identificassem os responsáveis e os responsabilizassem. O ministro das Relações Exteriores da França classificou o ataque como um ato extremamente odioso e exigiu a prisão imediata dos responsáveis.

Como sempre, as autoridades israelenses tentaram mais uma vez esquivar-se da responsabilidade com explicações convenientes. O ministro das Relações Exteriores declarou que condenava veementemente os "graves atos de violência dos arruaceiros" e alardeou que seu ministério estava apoiando a aplicação da lei.

Os militares alegaram que não havia tropas israelenses na região onde ocorreu o incidente no momento do ataque e que a visita dos diplomatas europeus não havia sido realizada em coordenação com eles. Segundo sua justificativa, não tinham conhecimento prévio do itinerário da visita e, portanto, não tinham responsabilidade pelo ocorrido.

É o mesmo que tentar enganar os outros fingindo que nada aconteceu.

Os atos de violência dos colonos judeus estão se intensificando precisamente sob a proteção e por instigação das autoridades israelenses.

No passado, os atos de violência dos colonos judeus eram cometidos esporadicamente e em locais limitados, mas, nos últimos anos, passaram a ser praticados de maneira generalizada e sistemática. Eles invadem mesquitas e ateiam fogo nelas, além de atacar palestinos que trabalham na agricultura. Ao menor pretexto, cercam as casas dos palestinos e cortam o abastecimento de água potável e eletricidade. Também saqueiam seus bens.

Desde 2023, foram registrados mais de 6.000 ataques de colonos judeus que causaram vítimas e danos materiais. Mais de 130 localidades palestinas foram total ou parcialmente demolidas.

Somente entre o final de setembro e o início de outubro, foram cometidos 377 atos de violência em mais de 160 localidades palestinas.

A opinião pública nacional e internacional considera que tudo isso é resultado das ações das próprias autoridades israelenses.

As autoridades israelenses já aprovaram medidas adicionais para reforçar o controle sobre a Cisjordânia e permitir que os colonos judeus se apropriem de terras a preços ainda mais baixos.

Recentemente, o ministro da Defesa de Israel emitiu ordens para intensificar as operações militares na Cisjordânia, aumentar o número de postos de controle, expulsar os palestinos dos campos de refugiados e manter tropas ali permanentemente.

Como um ladrão que se faz de vítima, ele ameaçou lançar um ataque total contra a Autoridade Palestina caso as forças de segurança palestinas presentes na Cisjordânia apontassem suas armas contra as tropas israelenses e os colonos.

Encorajados por isso, os grupos violentos chegaram ao ponto de atacar diplomatas de outros países.

Israel está tentando anexar todo o território palestino por todos os meios possíveis.

Para concretizar essa política de expansão territorial, está utilizando os colonos judeus como tropas de choque.

Ho Yong Min

Rodong Sinmun

Protestos populares que se transformam nos piores episódios de violência da Europa

Grandes manifestações antigovernamentais têm ocorrido sucessivamente em vários países europeus, voltando a revelar o caráter enganoso de slogans políticos como "sociedade do bem-estar" e "igualdade de oportunidades".

Na França, manifestações de protesto contra as políticas antipopulares das autoridades transformaram-se, em décadas, nos piores episódios de violência. A situação atual está fora de controle.

Centenas de milhares de pessoas saíram às ruas em dezenas de cidades, incluindo Paris. Faixas com palavras de ordem contra o presidente, os ricos e a polícia cobriram as fileiras dos manifestantes. Alguns manifestantes enfurecidos destruíram edifícios públicos e entraram em confronto com a polícia. Também incendiaram veículos. Em Limoges, o edifício da prefeitura foi incendiado, enquanto, em Lyon, o escritório de turismo foi consumido pelas chamas. Em consequência, foram impostas medidas de toque de recolher noturno em várias cidades.

Esses protestos começaram em setembro, quando a indignação dos estudantes explodiu em escolas secundárias do norte de Paris devido às precárias condições de ensino, transformando-se num movimento nacional contra diversos males sociais.

Um dos participantes das manifestações declarou: "Estamos lutando porque o custo de vida é excessivamente elevado, porque os preços dos combustíveis são excessivamente altos e porque os estudantes estão sendo alvo de ataques violentos pelo simples fato de exigirem a melhoria das condições educacionais."

A imprensa estrangeira informou que centenas de manifestações estão planejadas para o futuro e que a presença de alguns grupos de manifestantes usando coletes amarelos e bloqueando estradas faz lembrar os protestos que abalaram toda a França há alguns anos.

O movimento dos "coletes amarelos" foi uma onda de protestos iniciada em novembro de 2018, na qual centenas de milhares de pessoas se manifestaram contra as políticas antipopulares das autoridades, incluindo a revisão da legislação trabalhista, a reforma previdenciária e a reforma da saúde. Desde então, greves de grandes proporções sucederam-se durante vários anos. Em setembro do ano passado, um milhão de pessoas de diversos setores, incluindo trabalhadores da educação, dos transportes, da saúde e da energia, realizaram greves e manifestações de protesto contra as políticas de austeridade das autoridades.

Os efeitos dos atuais protestos franceses estão se espalhando por vários outros países europeus.

Na Bélgica, organizações estudantis realizaram manifestações contra a reforma educacional que provoca o aumento dos custos da educação, entrando em confronto com a polícia.

Em Portugal, dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas de Lisboa para protestar contra o aumento dos preços das habitações e de outros custos de vida. Na Grécia, manifestações que exigiam a melhoria das condições educacionais e do funcionamento dos hospitais provocaram perturbações nas atividades das escolas e dos hospitais.

Em Milão, na Itália, os protestos contra o elevado custo de vida transformaram-se em tumultos. Também ocorreram manifestações em Bolonha, onde a polícia disparou jatos de água contra a multidão.

Na Albânia, manifestações estudantis que denunciavam a corrupção das autoridades, a falta de empregos e o nível deplorável da educação tomaram o centro da capital, Tirana, durante uma semana, antes de se estenderem a outras cidades. Os manifestantes, que exigiam a renúncia do primeiro-ministro, incendiaram edifícios governamentais e bancos, quebraram vitrines de lojas e arrancaram blocos das calçadas para atirá-los contra a polícia mobilizada para reprimir os protestos.

Embora os protestos populares que ocorrem em vários países europeus tenham diferentes causas imediatas, suas causas fundamentais são quase sempre semelhantes.

Muitos países europeus enfrentam atualmente uma grave crise socioeconômica.

A crise energética provocada pelo início da situação na Ucrânia agravou-se ainda mais com a deterioração da situação no Oriente Médio, levando numerosas empresas à falência e provocando um aumento acentuado do desemprego. Na França, a taxa de desemprego atingiu seu nível mais elevado desde 2021. Somente no segundo trimestre, o número de desempregados chegou a 2,7 milhões. A crise fiscal também se agrava em consequência da assistência prestada à Ucrânia e da expansão imprudente dos gastos militares.

No final do primeiro trimestre do ano passado, a dívida pública da França atingiu 3 trilhões e 346 bilhões de euros, correspondendo a 114% do produto interno bruto. A dívida pública de muitos outros países, como Grécia, Bélgica e Reino Unido, também supera o produto interno bruto. Não é exagero dizer que toda a Europa está afundando numa armadilha da dívida.

Desorientados, os governos dos países europeus estão reduzindo os gastos públicos e reajustando as políticas de emprego. Ao mesmo tempo que intensificam a exploração dos trabalhadores, adotam políticas de favorecimento aos ricos, falando em "recuperação econômica". Como resultado, as condições de vida dos trabalhadores deterioram-se e a desigualdade entre ricos e pobres atinge níveis extremos.

Isso desencadeou a luta das massas trabalhadoras para defender seu direito à existência.

É evidente que os protestos populares que varrem a Europa são consequência das políticas antipopulares.

Jang Chol

Rodong Sinmun 

Realizado em Pequim o encontro comemorativo pelo 90º aniversário da vitória da Longa Marcha do Exército Vermelho Operário e Camponês da China

O encontro comemorativo pelo 90º aniversário da vitória da Longa Marcha do Exército Vermelho Operário e Camponês da China foi realizado no dia 22, no Grande Salão do Povo, em Pequim.

O presidente Xi Jinping participou do ato comemorativo junto com quadros dirigentes do Partido e do Estado e representantes de diversos setores da sociedade.

Após a declaração de abertura da reunião, todos os participantes cantaram em coro o hino nacional da República Popular da China e observaram um minuto de silêncio em memória dos mártires que sacrificaram heroicamente suas vidas durante a Longa Marcha e no curso da luta revolucionária em várias regiões.

O presidente Xi Jinping proferiu um importante discurso.

Ele mencionou que, nos 90 anos transcorridos desde a vitória da Longa Marcha, o Partido Comunista da China uniu e conduziu o povo, empreendendo repetidamente grandes marchas e alcançando vitórias em cada período histórico da revolução e da construção.

Afirmando que é preciso recordar a história para abrir caminho para o futuro, ele declarou que todo o Partido, todo o Exército e todas as etnias do país devem unir-se ainda mais firmemente em torno do Comitê Central do Partido, promover ativamente o grande espírito da Longa Marcha, impulsionar incessantemente a causa iniciada pelos predecessores revolucionários e esforçar-se para criar uma história gloriosa no caminho da nova Longa Marcha.

Ele declarou que, graças aos esforços conjuntos de todo o Partido, de todo o Exército e de todas as etnias do país, foi alcançada a primeira meta centenária de luta: construir integralmente uma sociedade moderadamente próspera. Apontou que, atualmente, a China avança na nova jornada rumo à segunda meta centenária de luta: construir integralmente um poderoso Estado socialista modernizado.

Ressaltando que a nova jornada é uma expedição repleta de glória e sonhos, uma nova Longa Marcha do Partido e do povo, ele enfatizou que é necessário manter os ideais, as convicções e o objetivo fundamental do Partido, implementar integralmente o pensamento do socialismo com características chinesas da nova era, conservar na memória o propósito original e a missão e, apoiando-se plenamente no povo, criar novas realizações históricas.

O encontro terminou ao som da canção "A Internacional".

Agência Central de Notícias da Coreia

Realizado ato comemorativo pelo 80º aniversário da fundação do "Kulloja", órgão do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia

O ato comemorativo pelo 80º aniversário da fundação do "Kulloja", órgão do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, foi realizado no dia 25, no Palácio Cultural do Povo.

Participaram da reunião funcionários dos setores relacionados, dos ministérios e dos órgãos centrais, funcionários destacados e membros da redação do "Kulloja", jornalistas e editores da Editora do Partido do Trabalho da Coreia, bem como funcionários de propaganda teórica de Pyongyang.

O camarada Kim Song Chan, diretor da Editora do Partido do Trabalho da Coreia e redator-chefe responsável, apresentou o relatório comemorativo.

O orador afirmou que o 80º aniversário da fundação do "Kulloja", órgão do Comitê Central do Partido, está sendo celebrado de maneira significativa num momento em que se desenvolve vigorosamente a luta para abrir uma nova era de apogeu no fortalecimento de todo o Partido e no desenvolvimento integral do Estado, elevando ao máximo a força da ofensiva ideológica e o poder de penetração do trabalho ideológico, em cumprimento das tarefas programáticas apresentadas no 9º Congresso do Partido do Trabalho da Coreia e no 3º Curso dos Funcionários do Setor de Propaganda do Partido do Trabalho da Coreia.

Ele destacou que a fundação, em 25 de outubro de 1946, da revista político-teórica do Partido, "Kulloja", foi um acontecimento histórico de grande significado político para mobilizar todo o Partido e todo o povo na construção de um partido revolucionário jucheano e de uma pátria próspera e poderosa.

"Com a fundação da revista 'Kulloja', nosso Partido passou a dispor de um confiável porta-voz, capaz de explicar e propagar de maneira mais ativa a veracidade e a justeza das ideias e da causa do líder, em conformidade com seu caráter revolucionário e sua missão, bem como de uma poderosa arma ideológica e teórica para imbuir profundamente as massas das políticas do Partido e organizá-las e mobilizá-las para sua implementação", afirmou.

Mencionou que o grande Líder camarada Kim Il Sung tomou a iniciativa de criar uma revista teórica do Partido, determinou que ela recebesse o nome de "Kulloja" e a orientou sabiamente para que cumprisse plenamente sua missão e suas tarefas.

Afirmou que o grande Dirigente camarada Kim Jong Il orientou os planos editoriais de cada edição e numerosos artigos importantes, além de elevar ao mais alto nível a autoridade teórica do "Kulloja" mediante a publicação na revista de suas obras clássicas imortais, escritas pessoalmente por ele, e de conceder imenso amor e benevolência aos jornalistas e editores.

Ressaltou que os 80 anos de história do "Kulloja" brilham com ainda mais esplendor graças à presença do estimado camarada Kim Jong Un, grande mestre da teoria e da ideologia e destacado dirigente.

"O estimado camarada Secretário-Geral, que colocou a revista político-teórica do Partido na vanguarda da propaganda ideológica e teórica destinada à realização da causa de transformar toda a sociedade segundo o Kimilsungismo-Kimjongilismo, estabeleceu orientações programáticas para melhorar o trabalho editorial, incluindo a necessidade de estabelecer uma orientação política firme no trabalho de propaganda teórica, refletir o espírito da época, garantir o caráter científico, compreender corretamente as novas questões políticas e implementá-las rigorosamente", afirmou.

Ele mencionou que, sob a sábia direção dos grandes homens sem igual, o "Kulloja" defendeu resolutamente, no plano político-ideológico e teórico, as ideias e a direção do Comitê Central do Partido em cada período e etapa do desenvolvimento da revolução, cumprindo plenamente sua missão.

O orador afirmou que hoje se apresenta diante de nós a honrosa tarefa de impulsionar ainda mais a marcha geral de todo o povo para alcançar com êxito as novas metas de perspectiva, fortalecendo e melhorando fundamentalmente o trabalho ideológico do Partido, a fim de imbuir solidamente os funcionários, os militantes do Partido e os trabalhadores da ideia revolucionária do Comitê Central, em cumprimento do grandioso programa de luta apresentado pelo Congresso do Partido.

Enfatizou que os membros da redação, os comentaristas, os jornalistas e os editores devem tomar o pensamento e a teoria jucheanos do nosso Partido sobre a publicação e a imprensa como orientação fundamental para suas atividades de redação e edição, aplicá-los rigorosamente e melhorar continuamente o conteúdo e a forma editorial da revista.

Ele mencionou que devem promover vigorosamente a emulação de conhecimentos, possuir consciência política e qualificação profissional como funcionários de propaganda teórica, estabelecer o hábito de aprender continuamente e estudar com afinco, preparando-se todos como especialistas versáteis, dotados de conhecimentos e habilidades em diversas áreas e de elevada capacidade de escrita.

O orador enfatizou que todos os funcionários, jornalistas e editores devem estar sempre conscientes da posição e da importância do órgão do Comitê Central do Partido no trabalho ideológico partidista e cumprir plenamente seu dever como guardas ideológicos que defendem com a caneta as ideias e a direção do estimado camarada Kim Jong Un, contribuindo sinceramente para transformar o "Kulloja" numa poderosa revista político-teórica do Partido.

Agência Central de Notícias da Coreia

Tarefas importantes que se apresentam na melhoria da gestão do Estado

Armemo-nos completamente com a ideia revolucionária do grande camarada Kim Jong Un!

A ideia revolucionária do grande camarada Kim Jong Un coloca a melhoria da gestão do Estado como a questão mais importante e urgente para consolidar e desenvolver o regime estatal e social, esclarecendo de maneira abrangente as tarefas e os métodos para sua realização.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Devemos consolidar o sistema político do Estado socialista e manifestar plenamente sua força."

O regime estatal e social do nosso país é a mais preciosa conquista da revolução, uma poderosa arma que garante a soberania, o direito à existência e o direito ao desenvolvimento do nosso povo e permite impulsionar vigorosamente a construção socialista. A realidade em que a dignidade e a posição da nossa República se elevam cada vez mais e a revolução entra numa nova etapa exige que o regime estatal e social seja ainda mais consolidado e desenvolvido em consonância com essa realidade.

A tarefa importante que se apresenta na melhoria da gestão do Estado é, antes de tudo, realizar uma gestão estatal unificada, científica e prospectiva.

Nosso país é um verdadeiro Estado socialista que incorpora o ideal da primazia das massas populares, e a garantia importante para demonstrar vigorosamente a superioridade e a força do poder estatal do nosso país reside em realizar a gestão do Estado segundo os princípios socialistas.

Para garantir a unidade da gestão estatal, é necessário estabelecer uma disciplina e uma ordem rigorosas pelas quais o Estado abranja, sem exceção, todos os objetos existentes no território da República e os dirija e administre de maneira unificada. A gestão estatal unificada será realizada quando, com base no princípio do centralismo democrático, todos os setores e todas as unidades obedecerem às decisões e instruções do Estado, e quando as responsabilidades e atribuições de todas as instituições e unidades forem claramente definidas e rigorosamente respeitadas. É necessário identificar os fenômenos e fatores que prejudicam ou dificultam a garantia da unidade da gestão estatal e tomar medidas administrativas e jurídicas a seu respeito.

Para garantir o caráter científico da gestão estatal, é importante eliminar as lacunas no processo de organização e orientação da execução das políticas do Partido, das leis, decisões e instruções do Estado, bem como fazer com que todo o processo de orientação e gestão seja conduzido de maneira contínua como um processo de acompanhamento e controle baseado em dados numéricos. Elaborar e executar com precisão os planos prospectivos e os planos por etapas nas instituições estatais, assim como sistematizar, regularizar e normatizar o trabalho de todas as instituições estatais, são questões importantes para concretizar o caráter prospectivo da gestão estatal.

A tarefa importante que se apresenta na melhoria da gestão do Estado é, em seguida, fortalecer o sistema estatal de gestão de crises.

Construir solidamente um sistema e uma base de gestão de crises capazes de responder oportunamente a qualquer situação imprevista é uma exigência indispensável para alcançar o desenvolvimento estável e contínuo do Estado e garantir a segurança do povo. É necessário fortalecer o sistema estatal de gestão de crises para enfrentar as três grandes crises que ameaçam a existência e o desenvolvimento do Estado e a segurança do povo: a crise de guerra, a crise epidêmica e as catástrofes naturais.

É necessário acelerar a construção da capacidade estatal de prevenção de epidemias, fortalecer o sistema de gestão de crises decorrentes de desastres e sua base material e técnica, e adotar todas as medidas necessárias para que seja possível passar imediatamente ao sistema de guerra. É importante reorganizar e reforçar o sistema estatal de trabalho capaz de responder às crises epidêmicas, abrangendo o registro e a comunicação de informações, o bloqueio e a contenção, o isolamento e o tratamento, a desinfecção, a vigilância médica, os exames e as inspeções médicas, os testes de vírus, a propaganda sanitária, a pesquisa científica e a informatização da prevenção de epidemias, bem como fortalecer as forças do setor de prevenção de epidemias e sua base material e técnica. Além disso, é necessário estabelecer de maneira ordenada um sistema estatal de gestão de crises decorrentes de desastres para enfrentar diferentes tipos de catástrofes naturais, como tufões, incêndios florestais, incêndios, deslizamentos de terra, raios e terremotos, e assegurar preparativos materiais e técnicos suficientes para minimizar os danos causados por desastres naturais e realizar oportunamente as operações de resgate e recuperação. Ao mesmo tempo, é necessário estabelecer de maneira ordenada o sistema e a ordem de guerra para mobilizar plenamente todos os recursos humanos e materiais do país em prol da vitória na guerra. É importante realizar regularmente exercícios práticos de preparação para a guerra, a fim de familiarizar todo o povo com o sistema de guerra.

A tarefa importante que se apresenta na melhoria da gestão do Estado é, em seguida, fortalecer todas as cidades e os condados do país.

As cidades e os condados são unidades territoriais que ocupam áreas determinadas do país e, ao mesmo tempo, centros nos quais se desenvolvem de maneira integrada as atividades de todos os setores e campos da vida social, incluindo a política, a economia e a cultura. O fortalecimento das cidades e dos condados permite que todas as regiões e todos os setores alcancem um desenvolvimento simultâneo e que os recursos humanos, materiais e intelectuais do país sejam mobilizados de maneira eficaz e eficiente, impulsionando de forma equilibrada o desenvolvimento nacional.

A política do nosso Partido para o fortalecimento das cidades e dos condados estabelece como objetivo geral transformar todos eles em bases estratégicas de um Estado socialista poderoso, civilizado e próspero, bem como em regiões desenvolvidas com características próprias, com base numa análise científica da posição e do papel que as cidades e os condados ocupam na construção socialista.

É necessário observar determinados princípios para resolver satisfatoriamente os numerosos e complexos problemas teóricos e práticos que surgem durante a luta pelo fortalecimento e desenvolvimento das cidades e dos condados, que desempenham um papel importante na construção socialista. Os princípios que devem ser mantidos nesse fortalecimento são o de erguer-se com as próprias forças e avançar por seus próprios meios, o de aproveitar as condições e características específicas de cada região e o de inovar todas as atividades de acordo com as exigências do novo século, avançando incessantemente para etapas cada vez mais elevadas.

Impulsionar ativamente a construção socialista no campo, desenvolver a indústria local e transformar radicalmente a aparência de todas as cidades e dos condados constituem as tarefas fundamentais para seu fortalecimento.

Os meios para fazer com que todas as cidades e todos os condados contribuam para o desenvolvimento do socialismo ao nosso estilo por meio de seu próprio desenvolvimento consistem em elevar o papel dos comitês populares das cidades e dos condados e dos comitês de gestão agrícola, bem como reforçar os investimentos e o apoio do Estado.

Rodong Sinmun 

Representante permanente da RPDC junto à ONU envia carta ao presidente do Conselho de Segurança da ONU

O representante permanente da República Popular Democrática da Coreia junto à ONU enviou, no dia 25, uma carta ao presidente do Conselho de Segurança da ONU, a respeito do ato provocativo cometido pela República da Coreia ao atribuir, sem fundamento, à RPDC a responsabilidade pelo suspeito “caso de explosão de mina”, ocorrido em 21 de setembro nas proximidades da fronteira sul da RPDC.

"O chamado 'incidente' é uma manobra astuta destinada a atrasar e impedir a fortificação da fronteira sul da RPDC, criticando-a como uma 'invasão militar', e uma farsa orquestrada pela República da Coreia com o propósito de se livrar da culpa pelo agravamento da situação na Península Coreana", revela a carta, que prossegue:

"Sendo uma medida de autodefesa para proteger a segurança territorial contra a ameaça de agressão externa, a fortificação da fronteira pela RPDC constitui um exercício legal e justo de soberania, em conformidade com a Carta da ONU e o direito internacional.

No entanto, a República da Coreia comete, sem qualquer hesitação, atos provocativos extremamente imprudentes, como disparos de intimidação contra os nossos militares mobilizados nessa obra.

Isso constitui uma grave violação do parágrafo 4 do artigo 2.º da Carta da ONU, segundo o qual os países devem abster-se, nas relações internacionais, de recorrer à força ou à ameaça contra a integridade territorial de qualquer Estado.

Gostaria de lembrar que a RPDC tem o direito legítimo de exercer a autodefesa, previsto no artigo 51.º da Carta da ONU, caso a República da Coreia invada o território do nosso Estado, por menor que seja a incursão, ou pratique uma provocação direta que ponha em risco a segurança e a vida dos nossos militares.

Se a República da Coreia violar, apesar da nossa advertência, a soberania e a integridade territorial da RPDC, toda a responsabilidade recairá sobre ela."

Agência Central de Notícias da Coreia

Qiu Shaoyun

Qiu Shaoyun nasceu em 1931, no condado de Tongliang, província de Sichuan, China. Em dezembro de 1949, ingressou no Exército de Libertação Popular da China e, em março de 1951, incorporou-se ao Corpo de Voluntários do Povo Chinês para participar da guerra contra a agressão imperialista estadunidense. Durante o deslocamento para a frente de combate, arriscou a própria vida para salvar uma criança coreana de uma casa em chamas.

Em outubro de 1952, durante os preparativos para o ataque à altitude 391, na província de Kangwon, Qiu Shaoyun integrou uma unidade que se posicionou às escondidas nas proximidades das posições inimigas. A missão exigia absoluto silêncio para preservar o disfarce das tropas e garantir o êxito do ataque surpresa.

Em 12 de outubro, uma bomba incendiária lançada pelo inimigo caiu perto de seu esconderijo, e as chamas rapidamente envolveram seu corpo. Embora pudesse ter tentado salvar-se, lançando-se numa vala próxima, Qiu Shaoyun permaneceu imóvel e em silêncio, consciente de que qualquer movimento poderia revelar a posição de seus companheiros. Suportou o fogo por mais de 30 minutos, sacrificando a própria vida para assegurar o cumprimento da missão.

Por seu heroísmo e espírito de sacrifício, recebeu postumamente a distinção de Mérito Especial e o título de Herói de Combate de Primeira Classe do Corpo de Voluntários do Povo Chinês. A República Popular Democrática da Coreia também lhe concedeu o título honorífico de Herói da RPDC, a Medalha Estrela de Ouro e a Medalha da Bandeira Nacional de Primeira Classe. Sua memória permanece como exemplo de fidelidade à missão e de dedicação à luta comum dos povos chinês e coreano.