terça-feira, 29 de setembro de 2026

O que mostram os violentos protestos e as lutas grevistas

Recentemente, na França, ocorreram simultaneamente greves e manifestações em várias partes do país.

Os trabalhadores das empresas francesas de eletricidade e gás entraram em greve em oposição à revisão, pelo governo, das medidas preferenciais concedidas aos trabalhadores do setor elétrico. A maioria dos trabalhadores das empresas participou da greve. Do lado sindical, afirmou-se que esta foi a greve com a maior participação da história das empresas.

Em uma região do sudoeste do país, pescadores bloquearam um depósito de combustível e entraram em confronto com a polícia, protestando contra as autoridades por não melhorarem as precárias condições de trabalho.

Em várias cidades, como Paris, Nice, Lille e Marselha, estudantes e professores saíram às ruas exigindo a retirada das medidas de aumento das mensalidades universitárias, maior apoio ao setor do ensino superior e melhoria das condições de alojamento dos estudantes.

Até mesmo policiais realizaram manifestações de protesto. Em Paris, entre 4.000 e 5.000 policiais realizaram manifestações na Avenida dos Campos Elísios e diante do Parlamento, exigindo aumento salarial e melhoria das condições de trabalho. Também ocorreram manifestações de policiais nas praças da cidade e nas proximidades dos aeroportos. Mais de 10.000 policiais participaram.

Bombeiros e enfermeiros, membros de organizações de proteção ambiental e animal e integrantes de organizações de mulheres também realizaram greves e manifestações em todo o país, exigindo, entre outras coisas, a melhoria das condições de vida.

Embora funcionários do governo estejam se apressando para resolver a situação, promovendo negociações com os manifestantes, diz-se que isso não está surtindo efeito.

Também ocorreram manifestações em grande escala na Romênia.

Camponeses e criadores de gado do país reuniram-se na praça diante dos prédios do governo e realizaram protestos, exigindo a retirada das injustas medidas de restrição às exportações de ovinos.

Recentemente, a União Europeia exigiu que a Romênia proibisse as exportações de ovinos até o final de 2026, sob o pretexto de prevenir a ocorrência de doenças no gado. O governo romeno acatou essa exigência.

Os camponeses e criadores de gado protestaram contra o governo, que, submetendo-se à União Europeia, prejudicava seus interesses.

Inicialmente, a manifestação ocorreu de maneira pacífica. Porém, quando as autoridades policiais tentaram bloqueá-la à força, alegando que se tratava de uma manifestação não autorizada, ela se transformou em um confronto violento. Manifestantes enfurecidos atiraram pedras e garrafas de água contra os policiais, que responderam com jatos de água, fazendo com que a situação se tornasse cada vez mais tensa. Dezenas de pessoas ficaram feridas.

Os organizadores da manifestação declararam que não interromperiam a luta caso suas exigências não fossem atendidas e advertiram que, se o governo não tomasse as medidas correspondentes, seguiriam de ônibus para Bruxelas, na Bélgica, onde está localizada a sede da União Europeia.

Vários meios de comunicação de diferentes países noticiaram a situação dos violentos protestos ocorridos no país com títulos como "Os protestos na Romênia se transformaram em uma guerra entre a polícia e os camponeses", "Camponeses romenos entram em confronto com a polícia em Bucareste em protesto contra as medidas da União Europeia", "Camponeses romenos protestam contra as restrições às exportações" e "Protestos na Romênia se transformam em atos de violência".

Outros sindicatos, insatisfeitos com a excessiva política de austeridade do governo romeno, também deram sinais de que poderiam se juntar aos protestos dos camponeses e criadores de gado. Especialistas analisaram que, caso os protestos se ampliassem, a situação poderia avançar para uma situação ainda mais incontrolável.

Alarmada, a União Europeia teve de retirar suas medidas.

A crise econômica que o Ocidente enfrenta atualmente é abrangente e catastrófica, envolvendo os setores industrial, financeiro e monetário. Em todos os países capitalistas, isso se tornou um fenômeno generalizado. Além disso, após o início da situação na Ucrânia, a grande maioria dos países europeus declarou confronto com a Rússia e rompeu os vínculos econômicos com ela, provocando assim, por iniciativa própria, uma crise energética.

Esses países não têm qualquer medida capaz de solucionar a grave crise econômica.

Por isso, cresce o sentimento antigovernamental e tornam-se cada vez mais agudas as contradições e os conflitos de classe.

Os violentos protestos e as greves que estão ocorrendo nos países europeus mostram claramente que a sociedade capitalista está mergulhando em uma situação de crise extrema.

Ho Yong Min

Rodong Sinmun 

A ampliação dos depósitos de munições do Japão é um ato de autodestruição que transforma o arquipélago em um gigantesco barril de pólvora

Recentemente, os reacionários japoneses estão se empenhando plenamente na ampliação dos depósitos de munições das "Forças de Autodefesa", sob o pretexto de reabastecer as munições para o "fortalecimento do poder de defesa".

As "Forças de Autodefesa" do Japão, que possuem 1.400 depósitos de munições em todo o país, planejam aumentar esse número em cerca de 130 depósitos, construídos de acordo com projetos padronizados, até 2032.

Dos 65 depósitos cuja localização já foi definida e cujos projetos e obras estão em andamento, três já foram concluídos até agosto deste ano, enquanto os cerca de 65 restantes terão seus locais definidos e entrarão na etapa de execução a partir de 2027.

Diz-se que a escala da ampliação dos depósitos de munições aumentará ainda mais em relação ao planejado, conforme as autoridades japonesas revisem oficialmente, ainda este ano, três documentos relacionados à segurança, incluindo a "Estratégia de Segurança Nacional".

A ampliação dos depósitos de munições significa preparar-se para o prolongamento da guerra.

Não é de modo algum por acaso que a atual governante do Japão vem alardeando, desde o início do ano, que é necessário preparar-se para uma guerra prolongada.

Isso constitui uma prova viva de que o Japão, país de criminosos de guerra, está dando como fato consumado não apenas uma guerra de agressão, mas também uma guerra prolongada que possa ocorrer durante seu curso, e está inclusive tomando medidas antecipadas para fortalecer sua capacidade de sustentar o combate.

Hoje, os reacionários japoneses perseguem abertamente uma estratégia de guerra para realizar suas ambições de nova agressão e estão se tornando cada vez mais frenéticos para concretizá-la.

Como se sabe, após Takaichi assumir o poder, as autoridades japonesas vêm impondo abertamente políticas extremamente perigosas e neomilitaristas que os governos anteriores sequer ousaram considerar, como a revisão dos "Três Princípios sobre a Transferência de Equipamentos de Defesa" e de suas diretrizes de aplicação e o aumento drástico do "orçamento de defesa", visando à intensa operação da "indústria de guerra".

Além disso, estão se empenhando na conclusão dos preparativos para uma guerra de agressão, despejando enormes quantias no desenvolvimento de mísseis hipersônicos lançados debaixo d'água, na implantação em grande escala de drones de ataque e na resposta às "novas formas de combate", incluindo a introdução de inteligência artificial no sistema de comando das "Forças de Autodefesa", bem como na implantação adicional de mísseis de longo alcance dotados de "capacidade de atacar bases inimigas".

Como é amplamente conhecido, o Japão, país de criminosos de guerra que não pode possuir nem direito de participação em guerras e direito de beligerância, muito menos um exército regular, já está assumindo plenamente a aparência de um Estado beligerante e agora pretende inclusive levar em conta uma guerra prolongada, ampliando em grande escala os depósitos de munições por todo o país.

A iniciativa dos militaristas, semelhantes a víboras, de ampliar os depósitos de munições enquanto tentam, o quanto antes, ingressar no caminho da agressão ao exterior é um ato de autodestruição que transforma todo o arquipélago em um gigantesco barril de pólvora prestes a explodir.

É um fato histórico inegável que o militarismo japonês, que há um século desencadeou guerras de agressão sangrentas com a ambição de dominar o mundo inteiro, acabou afundando e se debatendo no atoleiro de uma guerra prolongada na Ásia, até finalmente ser derrotado.

Os neomilitaristas japoneses devem compreender claramente que, se esquecerem a dolorosa lição desse passado e novamente enlouquecerem na tentativa de realizar a todo custo o sonho ilusório da "Esfera de Coprosperidade da Grande Ásia Oriental", isso apenas provocará uma segunda derrota.

Agência Central de Notícias da Coreia

Autossustento na economia

Explicação de terminologias políticas

O autossustento na economia é o princípio orientador para implementar a independência no campo econômico.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Devemos fortalecer por todos os meios o autossustento e o caráter jucheano da economia nacional."

O princípio do autossustento economia esclarece o caminho para realizar a independência das massas do povo trabalhador no âmbito da vida econômica da sociedade e apresenta a direção, o conteúdo e os métodos para a construção econômica de um Estado independente e para a edificação da base material do socialismo.

Implementar o princípio do autossustento na economia significa eliminar a subordinação e a dependência econômicas, satisfazer por conta própria e de maneira adequada as necessidades materiais do país e do povo e construir uma economia capaz de avançar com as próprias pernas.

A economia autossustentada é uma economia que se desenvolve apoiando-se nas próprias forças e tecnologias e nos próprios recursos, uma economia que, mesmo em meio às flutuações da economia mundial, produz e garante por conta própria, de maneira adequada, as necessidades materiais necessárias ao desenvolvimento do Estado e à melhoria da vida do povo.

A construção de uma economia autossustentada é uma exigência indispensável para desenvolver a economia socialista ao nosso estilo, sob a bandeira da autoestima. No mundo de hoje, em que, sem ter o que é próprio e sem a vontade de fortalecer as próprias forças, não se pode nem sequer sobreviver, quanto mais preservar a dignidade, devemos erguer bem alto a bandeira da autoconfiança e consolidar firmemente a força econômica do país para poder acelerar, em quaisquer circunstâncias, a construção de uma potência econômica e a melhoria da vida do povo e defender a dignidade do Estado e do povo.

A construção de uma economia autossustentada é uma exigência conforme às leis do desenvolvimento para manter uma linha independente na política e fortalecer incessantemente o poder político e militar do Estado. Se não for alcançado o autossustento econômico e muitos produtos de outros países entrarem nos setores econômicos e nas esferas da vida social, fazendo com que as pessoas se acostumem a utilizá-los, começarão a surgir ilusões e dependência em relação aos outros, e a convicção no socialismo ficará abalada. Somente desenvolvendo a economia nacional em uma economia que permaneça inabalável diante das sanções econômicas e das manobras de bloqueio dos imperialistas, bem como das flutuações da economia mundial, será possível garantir firmemente, no plano material e técnico, a superioridade das forças armadas de autodefesa e defender a dignidade e a soberania do Estado.

A construção de uma economia autossustentada é uma exigência de princípio para alcançar a vitória decisiva no confronto anti-imperialista e anti-EUA. Os reacionários imperialistas intensificam a ofensiva político-militar contra os países socialistas e os países independentes e anti-imperialistas, ao mesmo tempo que persistem obstinadamente nas manobras de sanções econômicas e bloqueio. Devemos varrer as sanções das forças hostis com a onda do autossustento e da autossuficiência.

As brilhantes vitórias e conquistas alcançadas hoje pelo nosso povo na construção da economia socialista demonstram claramente a justeza e a vitalidade do autossustento na economia.

Rodong Sinmun

A primeira melodia que soou no piano cheio de carinho

Notas de visitas ao "Pavilhão dos camaradas de armas da revolução"

No "Pavilhão dos camaradas de armas da revolução" do Museu da Revolução Coreana também estão expostos materiais sobre o compositor senhor Ri Myon Sang, que deixou uma marca nítida na história do desenvolvimento da música Juche.

O fato de o senhor Ri Myon Sang ter podido criar obras-primas musicais que a pátria e o povo recordam como tesouros nacionais não se deveu simplesmente ao seu talento musical excepcional. Como cresceu e se tornou um verdadeiro compositor desfrutando de uma vida de grande valor no seio do grande Partido, pôde criar magnificamente obras-primas da época e apresentá-las ao mundo.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"O Líder amava e confiava nos camaradas da revolução como em si mesmo e lhes concedia todo o amor que podia oferecer."

Era 8 de abril de 1978.

O senhor Ri Myon Sang, que havia participado de uma reunião, recebeu um telefonema de um funcionário do Comitê Central do Partido, ordenando-lhe que fosse rapidamente para casa.

(O que terá acontecido em casa?)

Pensando nisso, ele dirigiu-se apressadamente para casa. Ao chegar, sua esposa também, sem saber o motivo, perguntou o que havia acontecido.

Enquanto toda a família permanecia andando de um lado para outro, cheia de dúvidas, ouviu-se do lado de fora o som da buzina de um automóvel e, pouco depois, algumas pessoas entraram em sua casa. O funcionário responsável do Comitê Central do Partido que veio com elas contou ao senhor Ri Myon Sang o seguinte.

Tudo havia acontecido justamente no dia anterior.

O grande General, que estava transmitindo valiosos ensinamentos aos funcionários, permaneceu pensativo por algum tempo e perguntou se aquele dia era 7.

Pouco depois, o grande General disse que o dia seguinte era justamente o aniversário do presidente do Comitê Central da União dos Músicos.

Os funcionários não puderam deixar de sentir o coração aquecido ao contemplar o grande General, que, mesmo tão ocupado, não havia esquecido o aniversário de um funcionário e se preocupava com ele.

O grande General disse que o camarada Ri Myon Sang havia lutado ativamente, desde os primeiros dias após a libertação, pela implementação das ideias e da linha do nosso Partido no campo da literatura e das artes, e havia feito uma grande contribuição para o desenvolvimento da música e das artes do país, acrescentando que deveria enviar-lhe um novo piano como presente por ocasião de seu 70º aniversário.

Ao receberem essa comovente notícia, o senhor Ri Myon Sang e sua família derramaram lágrimas ardentes, tomados pela emoção.

O senhor Ri Myon Sang lembrou-se de que, nos anos de sofrimento, desejando ouvir a primeira melodia da canção que havia composto, tentou reproduzi-la à noite no piano da escola, mas foi descoberto por um policial japonês, sofreu a humilhação de ser chamado de "ladrão de piano" e chegou a ser expulso da escola.

Quem lhe presenteou o piano que ele tanto desejava possuir foi o grande Líder.

Certo dia, após a libertação, o Líder disse que os compositores estavam enfrentando dificuldades na criação musical por não terem pianos, que não era possível compor adequadamente sem um piano e que, embora as condições do país ainda fossem um pouco difíceis, era preciso providenciar pianos para os compositores, e enviou-lhe um piano como presente.

Junto daquele piano cheio de carinho, ele criou inúmeras canções.

Em meio ao curso turbulento de uma época marcada pela Guerra de Libertação da Pátria, pela reconstrução pós-guerra e pela construção do socialismo, dedicou toda a sua paixão e sabedoria e, junto daquele piano, criou obras-primas que o povo amava. E naquele dia, o grande General continuava exatamente o amor do Líder paterno e enviava-lhe um novo piano.

O senhor Ri Myon Sang acariciou com profunda emoção o piano enviado pelo grande General. Então sentou-se diante dele e começou a tocar a canção que havia composto, "Ó Partido-Mãe".

…

Como comparar ao céu o teu amor

Como comparar ao mar a tua benevolência

Somos filhos e filhas de um Partido feliz

Corremos em direção a um futuro amplo

…

A obra-prima que contém a denominação de Partido-Mãe, um chamado que nenhum outro Partido deste mundo poderia possuir e o nobre nome que o nosso povo ofereceu ao grande Partido, ressoou solenemente no piano cheio de carinho.

Verdadeiramente, o abraço do grande Líder e do grande General era um abraço infinitamente benevolente que salvou o destino cheio de vicissitudes do senhor Ri Myon Sang e lhe concedeu uma vida de grande valor. Era o abraço do grande amor em que todo o nosso povo confia e segue até os confins do céu e da terra e no qual viverá de geração em geração, o abraço de uma vida cheia de benevolência.

Choe Mun Gyong

Rodong Sinmun

Os autores da provocação devem estar dispostos a pagar o preço da farsa que eles mesmos fabricaram

Nestes dias, os gângsteres da República da Coreia cometeram novamente um ato provocativo para nos irritar, publicando os resultados da investigação sobre o caso da explosão de uma mina ocorrido na zona da linha fronteiriça sul.

É tão vulgar e pueril a encenação dos sujeitos da RC.

Sem dúvida, tal peça não é algo novo.

Naquele momento em que ocorreu, em 21 de setembro, a explosão da mina em questão, já havíamos suposto o roteiro técnico de Seul e também percebido a má intenção da farsa orquestrada pelos gângsteres militares da RC.

Em conclusão, o presente caso é uma farsa semelhante ao escandaloso "caso da mina de madeira" de mais de 10 anos atrás, tanto no momento da provocação quanto no método.

Naquela época, os títeres vincularam a nós o caso da "explosão de mina" na frente ocidental e usaram-no como pretexto para agravar gradualmente a situação.

O que não pode ser ignorado neste caso é que os gângsteres armados da RC estão preparando a "justificativa" para uma provocação política e militar contra nós, falando abertamente em "executar a medida adequada e correspondente" depois de inventarem resultados infundados.

Não seria uma obra espetacular a conduta suja deles, que, ao fazerem uma mina explodir em um local irreconhecível, insistem na clara violação do acordo de armistício, lançando suspeitas sobre alguém sem qualquer fundamento.

É uma atitude tão absurda, maliciosa e bandidesca.

Incentivados pelo recém-nomeado ministro da Defesa Nacional, os politiqueiros de Seul, inclusive os sujeitos do Partido Poder do Povo, alardeiam a necessidade de reinstalar os alto-falantes anti-RPDC, já retirados.

É vaga a alegação de que determinaram facilmente a origem da mina que explodiu no descampado onde ninguém entrou durante mais de meio século.

Mas é o cúmulo da tolice e do absurdo a atitude dos sujeitos da RC, que atribuem a culpa do caso a outros e preparam as "provas materiais" para comprová-lo.

Relacionando-o às últimas loucuras cometidas pelos canalhas de uniforme militar da RC nos arredores da fronteira sul, observamos atentamente por que neste momento se faz necessário o "incidente da mina".

As ações provocativas dos inimigos nas proximidades da fronteira sul tornam-se cada dia mais frenéticas.

Como todos sabem, há dois anos nosso exército vem erguendo a barreira na fronteira sul como parte dos trabalhos para consolidá-la, e isso constitui um exercício da soberania que nada tem a ver com qualquer objetivo militar.

Entretanto, sob o pretexto infundado de que nossos efetivos mobilizados na obra "cruzaram a linha fronteiriça", os belicistas militares da RC transmitem avisos pelo rádio e efetuam disparos de advertência, ameaçando assim gravemente a segurança física de nossos militares.

Sobretudo, desde agosto, os inimigos vêm agindo de maneira grosseira, repetindo diariamente os avisos e os disparos de advertência.

Quanto ao alegado "cruzamento da linha fronteiriça" por nossos militares, de que fala a camada militar da RC, trata-se de uma insistência intencional e planejada para nos imputar a culpa pelo agravamento da situação.

Dito claramente, nossos militares não cruzaram a linha fronteiriça nem uma única vez.

Isso é procurar briga e provocar.

A camada militar da RC deve pensar primeiro no que o mundo diria sobre sua incapacidade de discernir a linha divisória visível e distinguir seu próprio território do território alheio.

Não ficaremos de braços cruzados diante dos preocupantes atos hostis nos arredores da linha fronteiriça.

Os inimigos devem estar bem preparados caso um projétil, ainda que seja uma bala, caia em nosso território.

Se os gângsteres militares da RC dispararem contra nossos militares mobilizados nos trabalhos de consolidação da fronteira sul, nossas unidades fronteiriças empreenderão uma retaliação imediata e impiedosa.

A orientação de ação de resposta correspondente já foi distribuída às subunidades de defesa da linha fronteiriça, e nosso exército decidiu tomar a medida de posicionar mais meios de contra-ataque táticos voltados para a Zona Desmilitarizada da 21ª Divisão de Infantaria do 3º Corpo do Exército da RC.

Digo novamente que os canalhas deverão enfrentar uma situação nunca experimentada até hoje se persistirem em atos maliciosos e provocações contra a RPDC nas regiões fronteiriças e, por sua vez, avançarem para a violação do território da RPDC e de sua soberania militar.

Advirto seriamente que seria melhor calcular bem os ganhos e as perdas com pensamento racional.

Eles se encontrarão em uma situação miserável e catastrófica se demonstrarem "bravura" com uma temeridade que não atrai ninguém.

Não será interessante o clímax da farsa fabricada por Seul, e a responsabilidade por todas as consequências recairá sobre os protagonistas da provocação.

Kim Yo Jong, diretora de departamento do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia

Agência Central de Notícias da Coreia

Pela consolidação das bases econômicas da pátria

Discurso do camarada Kim Il Sung na Fábrica Popular da Zona de Hungnam

22 de fevereiro de 1948

Operários, técnicos e empregados da zona de Hungnam, dedicados à construção da pátria:

Em todas as épocas, os criadores da história são as massas populares e, em particular, a principal força que faz avançar a sociedade moderna é a classe operária.

No passado, na Coreia, a classe operária lutou heroicamente contra os salteadores, os imperialistas japoneses e, após a libertação, esforça-se dia e noite com abnegação pela criação de uma pátria democrática, rica e poderosa. Isto significa que a classe operária é a parcela mais importante do povo coreano e a mais digna de confiança na luta para construir uma Coreia democrática, unificada e independente, para colocar nossa pátria entre os países avançados do mundo.

Na Coreia do Sul, a classe operária também é aquela que luta com maior audácia, à frente da população, contra os imperialistas ianques e os reacionários internos.

Graças à grande força criadora da classe operária, na Coreia do Norte foram restauradas fábricas e minas destruídas e colocadas em funcionamento as ferrovias.

Nossos operários, técnicos e empregados administram sabiamente as fábricas que restauraram com suas próprias mãos, produzindo o necessário para consolidar firmemente as bases econômicas da pátria e elevar o nível de vida do povo.

Nesta Fábrica Popular da Zona de Hungnam, que esteve em poder dos imperialistas japoneses durante seu domínio, nossos operários produzem hoje em grande quantidade os adubos químicos de que os camponeses tanto necessitam. Da mesma forma, graças ao extraordinário entusiasmo criador de nossos operários e técnicos, produz-se ferro-gusa na Fundição de Ferro de Hwanghae e funcionam normalmente várias centrais elétricas, como a de Suphung e as do rio Jangjin.

Tudo demonstra que estamos em plenas condições de construir com nossos próprios meios um Estado soberano e independente, rico e poderoso.

Tendo nacionalizado em 1946 as indústrias e realizado outras reformas democráticas, nosso povo abriu um amplo caminho para a construção de uma pátria rica e poderosa; em 1947 elaborou e cumpriu com êxito o primeiro plano para a economia nacional. Com isso, acumulamos muitas e valiosas experiências, fortalecendo ao mesmo tempo a convicção de que podemos construir com nossos próprios esforços uma economia nacional autossustentada. Sobre esta base, elaboramos o plano da economia nacional para o ano de 1948 e estamos trabalhando para cumpri-lo com êxito.

Todos esses triunfos na construção econômica foram possíveis graças ao fato de ter sido estabelecido firmemente um autêntico Poder popular e de nosso povo ter oferecido apoio ativo à sua política. Sem o Poder popular, sequer teríamos podido imaginar esses êxitos. Além disso, por mais que produzíssemos trabalhando com afinco, sem o Poder popular teríamos ficado privados de tudo isso pelos imperialistas estrangeiros ou pelos latifundiários e capitalistas nativos. Por essa razão, se nosso povo quer construir uma sociedade feliz, deve estabelecer em toda a Coreia um autêntico poder do povo, como é o Comitê Popular da Coreia do Norte.

Atualmente, a população do Sul desperta e se une ainda mais na luta contra os imperialistas ianques e seus lacaios, enquanto a população do Norte alcança a cada dia maiores avanços na construção econômica em apoio ao comitê popular, autêntico poder do povo. As forças patrióticas e democráticas do Norte e do Sul construirão sem falta, em um futuro próximo, um Estado unificado, democrático e independente, rechaçando as manobras agressivas dos imperialistas ianques.

Camaradas:

Hoje, o povo coreano tem diante de si a importante tarefa de fazer fracassar a política de escravização colonial promovida pelo imperialismo ianque e conquistar para a pátria a reunificação e a independência. Para cumpri-la, a população da Coreia do Norte deve consolidar a vitória obtida nas reformas democráticas, fortalecer as bases econômicas da pátria e, por enquanto, concentrar todos os esforços no cumprimento do plano da economia nacional de 1948.

Agora, gostaria de me referir a algumas tarefas que se apresentam a vocês.

Cabe-lhes, antes de tudo, a importante tarefa de cumprir pontualmente os objetivos do plano que o Estado atribui à fábrica. Tenham em mente que o plano da economia nacional do Estado em seu conjunto só poderá ser cumprido satisfatoriamente quando cada uma e todas as fábricas e empresas cumprirem normalmente seus planos. Que cada oficina, cada brigada e cada operário superem sem exceção suas tarefas, estabelecendo na fábrica um regime e uma ordem, melhorando a administração da empresa e empregando racionalmente a mão de obra.

Deverão procurar por todos os meios elevar o nível de nossa técnica, que ficou atrasado devido ao cruel domínio colonial do imperialismo japonês. Estudem todos enquanto trabalham, esforcem-se para dominar o manejo de suas máquinas, para se formar como operários altamente qualificados e, mais adiante, como técnicos.

Além disso, deverão dedicar o máximo empenho ao cuidado das máquinas e instalações da fábrica e à economia dos materiais do Estado. As máquinas ou instalações, matérias-primas ou materiais que temos hoje não se destinam ao lucro de nenhum indivíduo ou de uma minoria de exploradores, como acontecia antigamente, mas são bens valiosos de que o Estado e o povo dispõem para desenvolver a economia nacional e melhorar o bem-estar de todo o povo. Tenham presente que, quanto mais eficazmente utilizarem as máquinas da fábrica e mais economizarem matérias-primas e materiais, mais forte será a força econômica da pátria e mais elevado será o nível de vida de nosso povo.

Além disso, devem estar sempre atentos às conspirações dos reacionários, que tentam destruir nossas fábricas e empresas e aquilo que já foi construído por nosso povo. Desenvolvendo uma luta de todo o povo contra os reacionários, é preciso descobrir e frustrar a cada passo suas atividades subversivas e proteger bem nossas fábricas e empresas.

Camaradas:

Herdamos do imperialismo japonês uma indústria atrasada de tipo colonial, formada apenas por fábricas, minas e empresas que não passavam de meras aparências. Daí as muitas dificuldades que encontramos para o rápido desenvolvimento da economia nacional e a melhoria da vida do povo.

Em vez de nos desanimarmos diante dessas dificuldades, devemos vencê-las com audácia e restaurar as fábricas e empresas destruídas e aumentar a produção, trabalhando com toda a nossa energia, inteligência e talento. Somente assim poderemos enriquecer e fortalecer nossa pátria e elevar o nível de vida do povo. Trabalhemos todos com coragem pelo bem da pátria e do povo, travando uma tenaz luta ideológica contra o medo das dificuldades e a indolência no trabalho.

Sem vencer as dificuldades, tampouco o povo soviético teria podido transformar sua pátria em um Estado socialista tão rico e poderoso como o de hoje. Elevou-a à posição de primeira potência mundial e tornou-a um inexpugnável baluarte da paz mundial porque lutou heroicamente pela pátria, pela libertação e pela felicidade eterna dos povos e pela paz mundial, apertando o cinto, com uma ração de cem ou duzentos gramas de pão por dia e vencendo toda sorte de dificuldades nas duríssimas condições do cerco imperialista.

Embora enfrentemos dificuldades, podemos dizer que hoje estamos em uma situação muito mais favorável do que aquela em que o povo soviético construía o socialismo em um só país. A questão depende da audácia e da energia com que nosso povo trabalhe na forja de uma nova vida, superando todos os obstáculos que encontrar em seu caminho, unido estreitamente em torno do Comitê Popular, seu verdadeiro poder.

Sem vencer as dificuldades, sem empreender nenhuma obra, não podemos forjar nossa felicidade. O caminho que devemos seguir é enfrentar as dificuldades, construir a economia e consolidar suas bases com nossos próprios esforços.

Estou certo de que o povo trabalhador da Coreia, encabeçado pela classe operária, que outrora lutou tão valentemente contra o imperialismo japonês e dedicou esforços à construção da pátria após a libertação, alcançará brilhantes êxitos na edificação de sua economia nacional, apesar de todas as dificuldades, mediante sua luta heroica e seu trabalho criador.

Temos diante de nós uma perspectiva amplíssima e a vitória é nossa. Marchemos todos para a frente, rumo a novas vitórias, para alcançar a liberdade e a independência, a prosperidade e o desenvolvimento da pátria, para fundar a República Popular Democrática da Coreia.

Viva a classe operária da Coreia!

Viva o Comitê Popular da Coreia do Norte!

Viva a República Popular Democrática da Coreia!

Discurso de conclusão do camarada Kim Il Sung na 2ª Conferência da Organização do Partido na província de Hamgyong Sul

21 de fevereiro de 1948

Camaradas:

Na sessão de hoje, muitos camaradas delegados proferiram calorosos discursos, apreciando altamente o trabalho do Comitê Central do Partido e expressando-lhe sua absoluta confiança. Isso significa que as organizações e os militantes do Partido na província de Hamgyong Sul estão unidos ideológica e volitivamente com o Comitê Central e apoiam fielmente sua direção, agrupados monoliticamente em torno dele. Este fato me agrada muito.

Desde o primeiro dia de sua fundação, nosso Partido não deixou de ser a espinha dorsal na luta pela construção de um Estado democrático, soberano e independente. Graças à sua intensa atividade, foram estabelecidas e consolidadas na Coreia do Norte as bases democráticas e preparado um sólido alicerce para essa construção.

Sob a direção do Comitê Central, as organizações do Partido na província de Hamgyong Sul realizaram até hoje muitos feitos na luta pela construção de uma nova Coreia democrática. Sobretudo, depois que o comitê provincial do Partido foi constituído com pessoas honestas, essas organizações deram grande contribuição à unidade ideológica do Partido, desenvolvendo ações enérgicas para desmascarar e frustrar as intrigas dos faccionistas e separatistas locais, apoiando-se firmemente na linha do Partido.

Diante disso, expresso meus mais calorosos agradecimentos a todas as organizações do Partido na província de Hamgyong Sul e a todos os camaradas  delegados.

Com base nos problemas apresentados nas intervenções, vou falar brevemente sobre algumas tarefas que as organizações e os militantes do Partido nesta província devem cumprir.

Primeiro, as organizações do Partido devem intensificar o trabalho organizativo para pôr em prática a linha política do Partido.

Como essa linha visa assegurar ao povo seus interesses e sua felicidade, é preciso mobilizar as massas populares para levá-la a cabo. É precisamente isso que podemos chamar de trabalho organizativo para pôr em prática a linha política do Partido.

Esse trabalho não deve ser realizado de maneira estereotipada, mas por meio de diversos métodos, de acordo com a realidade concreta.

As organizações do Partido devem estar sempre bem integradas com o povo, explicar e propagar em seu meio a linha política do Partido, ouvir atentamente suas demandas, conhecer profundamente sua psicologia e, com base nisso, organizar e dirigir o trabalho para materializar a linha política do Partido. Assim, devem fazer com que as massas populares tenham firme convicção na justeza dessa linha política e se mobilizem conscientemente na luta por sua materialização. O comitê provincial do Partido dará direção e ajuda cotidianas às suas organizações inferiores para a eficaz aplicação da linha política.

Se os funcionários do comitê provincial e dos demais comitês do Partido em todos os níveis quiserem organizar e dirigir corretamente o trabalho de cumprimento da linha política, é essencial que se armem firmemente com a política de nosso Partido e com o marxismo-leninismo. Em sua intervenção, um camarada disse que, por falta de preparação teórica, seguiu os faccionistas sem poder compreender que seus argumentos eram contrários à linha política do Partido; outro, comparando-se a um navegador sem bússola, disse que trabalhou ao acaso, agindo de maneira burocrática, porque desconhecia a política do Partido. Creio que foram feitas autocríticas sinceras, com expressões muito apropriadas. Se os funcionários do Partido não fizerem sua a linha de nosso Partido e o marxismo-leninismo, então é evidente que não poderão compreender que os sofismas dos faccionistas contradizem a linha política do Partido, nem conduzir corretamente as massas populares na sua realização. Por isso, devem esforçar-se constantemente para assimilar plenamente a linha de nosso Partido e o marxismo-leninismo.

Segundo, é dever das organizações do Partido intensificar a luta ideológica em seu seio.

Esta é uma arma importante para alcançar a unidade orgânica do Partido e assegurar-lhe uma ideologia única. Assegurar ambas é uma garantia decisiva para manter a honra de nosso Partido e elevar seu poderio. A experiência mostra que somente intensificando a luta ideológica é possível evitar os desvios esquerdistas e direitistas no Partido e assegurar sua unidade orgânica e ideológica.

Sem se contentarem com os êxitos já alcançados na luta pela unidade e coesão do Partido, as organizações do Partido na província de Hamgyong Sul devem intensificar continuamente a luta contra as tendências esquerdistas e direitistas. Seria um julgamento precipitado e prematuro pensar que a unidade e a coesão totais e estáveis já foram alcançadas no Partido simplesmente pelo fato de terem sido derrotados os faccionistas, os oportunistas de esquerda e de direita e os separatistas locais que estavam infiltrados na organização do Partido na província. Tendo em conta que, no passado, as maquinações dos faccionistas e dos separatistas locais foram graves nesta província, não se deve esquecer que ainda permanecem muitas consequências disso. Se a luta contra essas sequelas for negligenciada por um só momento, poderão surgir novamente indivíduos da mesma espécie e minar a unidade e a coesão do Partido. Sendo assim, as organizações do Partido na província de Hamgyong Sul devem sustentar pacientemente a luta ideológica para eliminar essas consequências.

Terceiro, o comitê provincial do Partido deve prestar profunda atenção à consolidação das organizações inferiores.

O principal aqui consiste em consolidar as células. A célula é a organização de base do Partido que executa diretamente a linha e a política do Comitê Central e organiza e orienta a vida orgânica de seus membros. Somente fortalecendo-a será possível fortalecer também as organizações do Partido no cantão, condado e província e, posteriormente, todo o Partido.

O comitê provincial do Partido deve procurar fazer com que todas as células da província tenham capacidade de realizar seu trabalho de maneira ativa, profundamente enraizadas nas massas. Para isso, deve elevar o nível político e teórico dos militantes por meio da intensificação de sua formação política e, especialmente, preparar um bom número de membros nucleares nas células.

O comitê provincial do Partido orientará todas as organizações inferiores a aprenderem bem umas com as outras suas melhores experiências de trabalho e a aplicá-las de acordo com sua realidade concreta.

Quarto, é necessário que os funcionários e os militantes do Partido sejam sempre fiéis às suas palavras.

O nosso é um partido que herdou as tradições de luta dos verdadeiros comunistas da Coreia, um partido empenhado na construção de um Estado democrático, soberano e independente, e um partido organizado com os melhores elementos de operários, camponeses e intelectuais trabalhadores. Portanto, cada um de seus militantes deve desempenhar o papel de vanguarda na construção de uma nova pátria não apenas com palavras, mas agindo de fato. Que todos os militantes adquiram conhecimentos de economia e técnica e sejam hábeis em seu trabalho. Em outras palavras, os torneiros devem tornar-se operários capazes de manejar bem seus tornos; os capitães de navio, motoristas de caminhão e maquinistas de locomotiva, bons profissionais de sua especialidade; os militares, possuidores de boas qualidades de comando, conhecedores da teoria militar e da arte do tiro; os membros da segurança, combatentes capazes de descobrir a tempo os inimigos do povo, aqueles que violam os interesses da pátria e do povo; e os funcionários administrativos, pessoas versadas no trabalho de seus respectivos setores.

Quinto, as organizações e os militantes do Partido devem esforçar-se para consolidar a Frente Unida Nacional Democrática.

Seu fortalecimento é uma das questões mais importantes na etapa atual. Porque somente assim poderemos acelerar a construção de um Estado soberano e independente, rico e poderoso, agrupando todas as forças patrióticas e democráticas.

Com o propósito de consolidar a Frente Unida Nacional Democrática, é necessário que as organizações do Partido em todos os níveis e todos os seus militantes trabalhem bem com as organizações e os membros dos partidos amigos.

Cabe-lhes reforçar a solidariedade com uns e outros e cooperar mutuamente, mantendo contatos constantes e estreitos.

Além disso, compete-lhes exercer influência sobre as organizações e os membros dos partidos amigos por meio de exemplos práticos, mantendo firmemente a independência, o caráter progressista e a superioridade de nosso Partido, de modo que eles ofereçam sua colaboração ativa na construção de um Estado soberano e independente. Se cada um dos mais de 700 mil integrantes de nosso Partido mantiver contato com um integrante dos partidos amigos ou com uma pessoa sem filiação e exercer sobre ele uma boa influência do Partido, poderemos orientar uma massa de mais de 700 mil pessoas a desempenhar um papel exemplar na construção de um Estado soberano e independente.

Para terminar, quero sublinhar que se deve travar uma luta enérgica para superar o plano da economia nacional de 1948, aproveitando as experiências de tê-lo feito brilhantemente com o de 1947 e, sobretudo, aumentar a produção de artigos de primeira necessidade para a população. Os membros do Partido devem fazer todo o possível para elevar a produtividade do trabalho, reduzir o custo de produção e eliminar os fenômenos de desperdício.

Estou certo de que todas as organizações e os membros do Partido na província de Hamgyong Sul cumprirão brilhantemente as tarefas indicadas pelo Comitê Central, unidos estreitamente em torno dele.