sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Ri Ju Ha

Ri Ju Ha nasceu em 1905, no condado de Pukchong, na província de Hamgyong Sul, em uma família pobre de camponeses que praticavam agricultura itinerante. Devido às dificuldades econômicas, não pôde frequentar regularmente a escola durante a infância, estudando posteriormente nas escolas Kwangsong e Pokwang, em Wonsan. Ainda jovem, participou das manifestações do Movimento de 1º de Março, distribuindo panfletos.

Em busca de melhores condições de vida, exerceu diversos trabalhos antes de se mudar para Kyongsong, onde ingressou na Escola Secundária Superior Hwimun. Entretanto, foi expulso por liderar uma greve estudantil e não chegou a concluir os estudos. Nesse período, entrou em contato com as ideias comunistas e posteriormente foi ao Japão, onde estabeleceu contato com organizações comunistas e aprofundou seus estudos sobre o movimento socialista.

Depois de retornar à Coreia, em 1928, Ri Ju Ha trabalhou como operário portuário em Wonsan e passou a atuar no movimento trabalhista. Durante a grande greve geral de Wonsan, em 1929, participou da organização de estruturas sindicais e, posteriormente, foi preso e condenado a cinco anos de prisão. Após cumprir a pena, voltou à atividade política e trabalhista, participando da organização do sindicato vermelho de Wonsan. A partir da prisão de Ri Kang Guk, em 1938, permaneceu durante vários anos na clandestinidade, deslocando-se de um lugar para outro dentro da Coreia até a libertação em 1945.

Após a libertação, continuou atuando no movimento político ligado à esquerda coreana, deslocando-se entre Wonsan, Seul e Pyongyang. Em 1949, foi enviado a Seul como dirigente do Partido do Trabalho da Coreia do Sul. Nessa condição, passou a desempenhar funções de direção na organização clandestina do partido na parte sul da Coreia, ao lado de outros dirigentes como Kim Sam Ryong.

Os autos do processo de 1953 apresentam sua prisão como parte das operações realizadas contra a direção clandestina do Partido do Trabalho da Coreia do Sul. Segundo o depoimento de Paek Hyong Bok, a partir de janeiro de 1950 foram realizadas investigações destinadas a localizar os dirigentes partidários, e Ri Ju Ha foi identificado entre os principais dirigentes procurados. O mesmo conjunto de autos registra que, em 27 de março de 1950, Paek Hyong Bok, com auxílio de An Yong Tal e Jo Yong Bok, teria participado da prisão de Kim Sam Ryong e Ri Ju Ha.

Ri Ju Ha permaneceu preso em Seul durante os meses seguintes. Os autos registram que ele e Kim Sam Ryong foram posteriormente assassinados pelo regime títere de Ri Sung Man. O depoimento da testemunha Cha Yak Do descreve que, em 26 de junho de 1950, ambos foram retirados da prisão, amarrados e levados para uma montanha próxima, onde foram executados.

Ju Nyong Ha

Ju Nyong Ha nasceu em 1908, na província de Hamgyong Sul. Durante o período do domínio colonial japonês, participou do movimento comunista e da organização do movimento operário. Em dezembro de 1930, enquanto trabalhava na Companhia Japonesa de Fertilizantes Nitrogenados, participou da criação de um grupo de estudos voltado às teorias de esquerda. Em janeiro de 1931, o grupo foi reorganizado como um comitê preparatório para a formação de sindicatos de esquerda, no qual Ju Nyong Ha ficou responsável pelo departamento de investigação. No mesmo ano, assumiu funções na organização sindical vermelha de Hamgyong Sul e desenvolveu atividades clandestinas. Em 1935, foi preso pela polícia japonesa no chamado Caso do Sindicato Vermelho e condenado a seis anos de prisão.

Após a libertação, Ju Nyong Ha passou a ocupar importantes funções políticas e administrativas. Em setembro de 1945, tornou-se presidente do Comitê Popular da cidade de Wonsan. Em 1946, participou da organização partidária na parte norte e foi eleito membro do Comitê Central, do Comitê Permanente e do Comitê Político do Partido do Trabalho da Coreia do Norte, além de vice-presidente do Comitê Central. Em março de 1948, foi novamente eleito para essas funções e, no mesmo ano, tornou-se deputado da primeira legislatura da Assembleia Popular Suprema e ministro dos Transportes. Em outubro de 1948, assumiu o posto de primeiro embaixador da RPDC na União Soviética, permanecendo posteriormente ligado ao trabalho diplomático.

Durante o período em que esteve ligado ao Ministério das Relações Exteriores, os autos do processo passaram a associar Ju Nyong Ha às atividades atribuídas ao grupo de Pak Hon Yong e Ri Sung Yop. O processo registra que Pak Hon Yong teria utilizado sua influência sobre Ju Nyong Ha, então embaixador na União Soviética, para difundir propaganda considerada antissoviética e para criticar políticas do Partido e do governo. O documento também o apresenta como um dos nomes escolhidos para integrar o chamado “novo governo” que, segundo a acusação, seria estabelecido após a derrubada do governo existente.

Segundo os registros do julgamento, em uma reunião realizada na residência de Pak Hon Yong no primeiro fim de semana de setembro de 1952, foi definida a composição desse projeto de governo, com Pak Hon Yong como primeiro-ministro e Ju Nyong Ha e Jang Si U como vice-primeiros-ministros. Rim Hwa declarou durante o julgamento que havia recomendado diretamente os dois para essas funções e, quando questionado sobre o motivo, respondeu que eram muito próximos de Pak Hon Yong e dos demais integrantes do grupo. O processo também registra que Ju Nyong Ha, juntamente com outras figuras, teria sido incluído nos preparativos políticos atribuídos à conspiração.

Embora tenha sido citado no referido processo de 1953, não participou dele e foi, mais tarde, parcialmente reabilitado. Não se sabe, porém, seu destino após 1956.

Jang Si U

Jang Si U, também conhecido pelos pseudônimos Sim Hyok e Jang Ju Ryon, nasceu em 1891, em Yonggang, na província de Pyongan Sul. Durante o período do domínio colonial japonês, participou do movimento de resistência, atuando na Associação Nacional de Kando, no Comitê Geral da Manchúria do Partido Comunista da Coreia e no Partido Comunista da China. Após a libertação, passou a exercer funções administrativas na parte norte da Coreia, tornando-se o primeiro presidente da Cooperativa de Consumo da Coreia do Norte e, posteriormente, diretor do Departamento de Comércio do Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte.

No período posterior à libertação, Jang Si U ocupou posições de responsabilidade no aparelho estatal e político. Os registros do processo também o apresentam como uma figura que mantinha relações com diversos integrantes posteriormente acusados no caso de Pak Hon Yong e Ri Sung Yop. Em novembro de 1951, Ri Kang Guk teria mencionado, em conversa com Rim Hwa, que Jang Si U, Pak Hon Yong e outros demonstravam descontentamento em relação ao Partido e ao Governo; Rim Hwa declarou que transmitiu essa informação a Ri Sung Yop.

Durante a preparação do chamado “novo governo”, os autos registram que Jang Si U foi indicado, juntamente com Ju Nyong Ha, para o cargo de vice-primeiro-ministro. Rim Hwa declarou durante o julgamento que ele próprio havia recomendado diretamente os dois para essas posições na reunião realizada na residência de Pak Hon Yong em setembro de 1952. O nome de Jang Si U também aparece entre as pessoas com quem Ri Kang Guk estabeleceu relações após sua entrada na parte norte da Coreia.

Jang Si U morreu em 1953, antes do julgamento do referido caso de espionagem e conspiração para derrubar o governo da República Popular Democrática da Coreia.

Kim Ung Bin

Kim Ung Bin  nasceu em 1914, na ilha de Jeju. Estudou no Japão, onde se formou na Escola Comercial Naniwa e posteriormente na Universidade Waseda. Na década de 1930, participou do movimento operário na região de Kyongsong, sendo ligado ao grupo de Kim Sam Ryong. Durante os últimos anos do domínio colonial japonês, integrou o chamado Grupo Comunista de Kyongsong, no qual exerceu a função de responsável pelo sindicato dos trabalhadores têxteis. Em 1945, quando foi proclamada a "República Popular da Coreia", tornou-se representante dos trabalhadores ligados à corrente comunista.

Após a libertação, Kim Ung Bin continuou sua atividade política e passou a atuar entre os quadros vinculados a Ri Sung Yop. Durante a Guerra da Coreia, exerceu funções na estrutura política de Seul e participou das atividades de guerrilha. Posteriormente, foi nomeado diretor da Academia Kumgang, instituição destinada ao treinamento de guerrilheiros e que, conforme os registros do processo, passou a ocupar uma posição importante nos preparativos militares da camarilha de Ri Sung Yop.

O processo registra que, no início de setembro de 1951, Kim Ung Bin foi escolhido para integrar o comando formado por Ri Sung Yop e outros dirigentes. Segundo o depoimento de Jo Il Myong, Ri Sung Yop assumiria a chefia do comando, enquanto Kim Ung Bin ficaria responsável pelos diversos departamentos. Em outra declaração registrada nos autos, a estrutura foi definida de maneira mais específica: Ri Sung Yop como comandante-chefe, Pak Sung Won como chefe do Estado-Maior, Pae Chol na organização militar, Kim Ung Bin como responsável pelo comando da insurreição, e Jo Il Myong e Rim Hwa pelas questões políticas e de propaganda.

Ainda segundo os registros do julgamento, quando a Academia Kumgang foi transferida para uma região próxima de Pyongyang, Kim Ung Bin foi colocado como seu diretor, enquanto Maeng Jong Ho assumiu a função de vice-diretor político. Os autos apresentam a academia e outras unidades de guerrilha como parte dos preparativos para uma eventual insurreição armada. O processo também registra que, em uma reunião realizada na residência de Pak Hon Yong em setembro de 1952, teria sido elaborado um projeto de governo para o caso de êxito da conspiração, no qual Kim Ung Bin foi indicado para ocupar o cargo de ministro das Forças Armadas.

Como não participou do julgamento, mesmo com seus crimes sendo citados no tribunal, especula-se que teria morrido alguns anos antes, porém, não há informações concretas disponíveis sobre isso.

Sol Jong Sik

Sol Jong Sik nasceu em 18 de setembro de 1912, no condado de Tanchon, província de Hamgyong Sul, como terceiro filho de Sol Tae Hwa, que havia sido alto funcionário do governo local e participado do movimento de iluminação. Em março de 1929, concluiu a escola primária e, em abril daquele ano, ingressou na Escola Agrícola de Seul, mas foi expulso devido à sua relação com o Incidente dos Estudantes de Kwangju. Depois, estudou na Escola Secundária Superior nº 3 da província de Liaoning, na China.

A partir de março de 1933, estudou na Faculdade de Literatura da Escola Profissional de Yonhui, em Seul. Em 1935, foi para o Japão, transferiu-se para a Escola Comercial Meiji e concluiu seus estudos ali. Em 1936, ingressou novamente na Faculdade de Literatura Yonhui, formando-se em 1937. Em seguida, foi para os Estados Unidos, onde estudou na Universidade Mount Union, em Ohio, e posteriormente realizou pesquisas na Universidade Columbia, em Nova York. Retornou à Coreia em julho de 1940 e, até a libertação de 15 de agosto de 1945, administrou atividades relacionadas à mineração, fazendas e pomares.

Após a libertação, Sol Jong Sik deixou Kangnung e foi para Seul, onde, segundo seu depoimento, recebeu de seu segundo irmão a tarefa de negociar com as autoridades militares estadunidenses a reconstrução do jornal Tonga Ilbo. A partir de novembro de 1945, passou a ocupar o cargo de chefe de Opinião Pública do Departamento de Informação do Governo Militar dos Estados Unidos na Coreia do Sul. Os registros do processo afirmam que, nessa função, realizou atividades voltadas contra o Partido do Trabalho da Coreia do Sul e outras forças democráticas.

Durante esse período, estabeleceu relações com o oficial estadunidense Robinson. Segundo os autos, por volta de maio de 1946, Sol Jong Sik apresentou Robinson a Rim Hwa, que ocupava posição de destaque nas organizações culturais sul-coreanas. Rim Hwa posteriormente declarou que, por intermédio de Sol Jong Sik ou de Robinson, forneceu materiais sobre organizações políticas e culturais, listas de dirigentes e outros documentos.

Em setembro de 1946, segundo os registros do processo, Sol Jong Sik ocultou sua identidade e infiltrou-se no Partido. Em novembro de 1949, abandonou essa organização e ingressou na chamada Liga de Orientação Pública. O processo também afirma que, em colaboração com a polícia sul-coreana, passou a produzir e publicar obras literárias que atacavam o Partido, o governo da República e o movimento comunista.

Após a libertação de Seul em junho de 1950, Sol Jong Sik passou a trabalhar na União dos Escritores. Em setembro daquele ano, ingressou na Sétima Seção do Departamento de Treinamento Cultural do Comando da Frente do Exército Popular da Coreia, onde, segundo seu depoimento, realizou atividades de desagregação no Exército. A partir de julho de 1951, trabalhou como intérprete da delegação do Exército Popular da Coreia nas negociações de paz de Kaesong. Antes de sua prisão, ocupava o cargo de membro da 7ª Seção da Direção Política Geral do Alto Comando do Exército Popular.

Sol Jong Sik foi julgado pelo Tribunal Militar do Supremo Tribunal da República Popular Democrática da Coreia entre 3 e 6 de agosto de 1953. Durante o julgamento, reconheceu os atos apresentados pela acusação, e o procurador solicitou sua condenação à pena de morte.

Na sentença, o tribunal condenou Sol Jong Sik à pena de morte, nos termos do artigo 79 do Código Penal. Também foi determinada a confiscação da totalidade dos bens que lhe pertenciam.

Inaugurado 3º curso para os funcionários do setor de propaganda do PTC

Aprofundam-se em todos os setores os trabalhos tradicionais destinados a conscientizar e rearmar global e profundamente com a ideia, a teoria e as orientações estratégicas do Partido do Trabalho da Coreia (PTC), a fim de garantir cabalmente a execução exitosa do programa revolucionário apresentado no histórico 9º Congresso do PTC.

Nessa circunstância, foi inaugurado no dia 18, nesta capital, o 3º curso para os funcionários do setor de propaganda do PTC.

O Comitê Central do PTC organizou pela terceira vez em sua história este curso para ampliar a superioridade absoluta e a superioridade espiritual e moral, características da RPDC, que sempre sai vitoriosa ao priorizar a ideologia, e para preparar mais firmemente os funcionários propagandistas de todo o Partido como competentes políticos e funcionários capacitados, que possuam as qualidades e características perfeitas correspondentes às exigências da nova época de mudanças.

O curso foi dirigido pelo estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do PTC.

Quando o Secretário-Geral subiu à tribuna, todos os participantes lançaram estrondosas aclamações como manifestação da mais sincera homenagem ao destacado político e estrategista e grande mestre ideológico e teórico que glorifica diante de todo o mundo a pátria como uma digna potência ideológica e política.

O camarada Kim Jong Un respondeu cordialmente aos funcionários do setor de propaganda de todo o Partido, que dedicam sua inteligência e paixão à sagrada tarefa de unir com uma só ideia e um só espírito o Partido e as massas e consolidar por todos os meios a coesão monolítica, o maior poderio do Partido e do regime.

Encontravam-se na primeira linha da tribuna Ri Il Hwan e Ju Chang Il, secretários do CC do PTC; Pak Yong Il, secretário do Comitê do PTC no Exército Popular da Coreia; o primeiro vice-diretor de departamento do CC do PTC, Choe Chang Hak, e outros dirigentes do Departamento de Propaganda e Agitação do CC do PTC. E nos assentos da segunda linha viam-se os secretários encarregados do trabalho de propaganda dos comitês partidistas provinciais e outros do nível provincial, assim como os quadros dos setores relacionados.

Participaram do curso os funcionários do Departamento de Propaganda e Agitação e de outro departamento correspondente do CC do PTC, os funcionários do setor de propaganda e agitação dos comitês partidistas das províncias, cidades e condados e dos comitês partidistas que desempenham a mesma função, os propagandistas dos ministérios, órgãos centrais, instituições, fábricas, empresas e fazendas, os dirigentes dos setores de história revolucionária, propaganda teórica, educação classista, literatura e arte, imprensa e informação, e os funcionários do órgão de formação de quadros partidistas e das organizações de massas.

O camarada Kim Jong Un proferiu um importante discurso no ato inaugural do curso.

"Partindo das exigências de nossa revolução em sua etapa de desenvolvimento e da época, o 9º Congresso do PTC definiu a direção dos trabalhos de amplos setores e apresentou as metas a serem alcançadas, e agora é o momento em que as esferas de nossa luta e todas as atividades acolhem a nova conjuntura", iniciou o camarada Kim Jong Un e acrescentou que foram logrados avanços em todos os trabalhos nos quais empreende-se uma nova luta, razão pela qual se faz necessária uma luta em um estágio mais elevado.

Referiu-se ao critério do CC do Partido quanto à importância do presente curso, organizado para manter mais estritamente os princípios e a posição invariáveis do Partido de dar prioridade à ideologia e ao trabalho ideológico no caminho de abrir uma nova época e uma nova esfera de luta.

"Este caminho, ou seja, o desenvolvimento que forjamos com êxito até a presente data, não foi preparado por quaisquer condições ou ambientes, mas pelo recurso ideológico acumulado durante longo período pelo nosso Partido e pelo inabalável poderio espiritual e coragem de nosso povo.

Esta é uma realidade evidente reconhecida não apenas por nós, mas também pelo mundo.

Também no futuro, a fim de concluir exitosamente as enormes e ambiciosas tarefas apresentadas pelo 9º Congresso de nosso Partido, devemos tomar como premissas e garantia a mobilização do inesgotável poderio ideológico e espiritual de nosso Partido e de nosso povo.

Realmente, as tarefas que nos cabem agora e os difíceis problemas que se apresentam ao mesmo tempo nos ensinam a cada momento que a chave para resolver tudo reside unicamente na força da ideologia e que a prosperidade e a civilização autênticas que concebemos e objetivamos só podem ser alcançadas quando utilizarmos ao máximo o poderio do trabalho ideológico.

Agora, damos especial ênfase a antepor o trabalho ideológico a todas as tarefas, o que visa elevar à altura da nova época a extraordinária e peculiar potencialidade da revolução coreana, que avançou e triunfou apoiando-se na ideologia."

O camarada Kim Jong Un avaliou que atualmente o setor de propaganda envida maiores esforços para intensificar mais do que nunca a ofensiva ideológica e que, como resultado disso, se elevou o ambiente social e aumentou notavelmente o entusiasmo das massas.

"Mas devemos manter a atitude de nos precavermos contra a autocomplacência e a autossatisfação, promover o arrependimento e a reflexão e trabalhar sempre com grandes esforços e com o estilo de trabalho de caráter revolucionário e responsável de desenvolver as tarefas com previsão e visão do futuro", sublinhou, e analisou as deficiências do trabalho de propaganda.

"Agora, quando ocorrem muitas mudanças nas circunstâncias subjetivas e objetivas e se amplia incomparavelmente o âmbito da construção socialista, é o momento em que se exige urgentemente uma transformação radical do trabalho ideológico e o fortalecimento qualitativo da frente ideológica", mencionou e enfatizou que devemos consolidar por todos os meios as forças de propaganda do Partido e intensificar ainda mais o trabalho ideológico, questão fundamental do trabalho partidista de acordo com as exigências do desenvolvimento do Partido e da revolução na época atual.

Dizendo que a corrente de mudança do ambiente objetivo é mais rápida do que a alteração dos meios e métodos do trabalho ideológico, o camarada Kim Jong Un acrescentou que a exigência invariável de princípios do Partido é que a mudança positiva do trabalho ideológico do Partido, que possui uma excelente história e tradição nesse trabalho, deve prevalecer sobre a corrente de mudança da época e que se deve realizar ofensivamente o trabalho ideológico para que este se adiante à realidade.

Em seu discurso, o camarada Kim Jong Un enfatizou especialmente que a questão de conduzir o desenvolvimento social é um problema que deve ser sempre valorizado.

"Temos a grande ideia e teoria e a excelente tradição do trabalho ideológico, inexistentes em outras partes do mundo, assim como o sistema e a ordem exemplares do trabalho ideológico.

Se todos os camaradas reunidos nesta ocasião conduzirem dinamicamente a renovação qualitativa do trabalho em questão conforme as exigências da época e do desenvolvimento revolucionário, sustentarão confiavelmente não apenas a materialização das resoluções do 9º Congresso do Partido, mas também o avanço incessante de nossa causa revolucionária."

O camarada Kim Jong Un expressou a esperança de que todos os participantes assimilem profundamente, com atitude ativa e sincera, os conteúdos do presente curso, relacionando-os com as exigências práticas iminentes e as demais perspectivas da revolução, e continuou:

"Todas as épocas da revolução e da luta exigem um poderio ideológico próprio, correspondente à sua época.

O trabalho ideológico de hoje deve ser um trabalho inovador, criativo e ofensivo que conduza a época.

Repetir o que é caduco do passado é fácil, mas muito perigoso. Criar o novo conveniente à época atual é difícil, mas constitui um processo indispensável.

Não devemos esquecer o fato de que numerosos funcionários propagandistas, conhecidos e desconhecidos, que atuaram nos anais de nossa revolução ofereceram sua inteligência e seus esforços incansáveis para cumprir os deveres revolucionários que lhes foram conferidos pela época e que, graças a isso, foram preparados os preciosos bens ideológicos e as tradições do trabalho ideológico de nossa revolução.

Somente quando explorarem e materializarem ativamente meios e métodos de propaganda novos, originais e eficientes, adequados às exigências do Partido, da época e da prática, nossa base ideológica se consolidará ainda mais juntamente com o avanço acelerado de nossa época.

Portanto, todos os participantes devem ter uma compreensão correta da importância e do significado do presente curso e dedicar-se a captar a essência, o domínio e a maneira comprovada do trabalho ideológico conforme o propósito do CC do Partido, para fazer do período do curso uma ocasião útil e significativa."

Reiterando a posição do CC do Partido, que valoriza este curso, o qual marcará um marco de virada transcendental na história do trabalho ideológico do Partido, mais do que outros congressos e cursos, o camarada Kim Jong Un declarou a abertura do 3º curso dos funcionários do setor de propaganda do PTC.

Todos os participantes responderam com aclamações à posição revolucionária do camarada Kim Jong Un, que expressou a vontade de consolidar firmemente as preciosas tradições da revolução coreana, iniciada e triunfante com a ideologia, como a base sólida e duradoura da causa socialista do Juche.

Foi executado o hino nacional da RPDC.

O camarada Choe Chang Hak, primeiro vice-diretor do Departamento de Propaganda e Agitação do CC do PTC, apresentou o relatório.

O orador disse que os dois anos posteriores ao 2º curso constituem o sagrado percurso revolucionário em que, sob a sábia direção do Secretário-Geral, a base política e ideológica se consolidou ainda mais, apesar das provas e adversidades, e se manifestaram dinamicamente a capacidade de orientação e a invencibilidade do Partido, que abre corajosamente uma nova época de desenvolvimento integral apoiando-se na força da ideologia.

"O estimado camarada Secretário-Geral apresentou as orientações programáticas para elevar ao máximo o poderio da ideologia e a capacidade penetrante do trabalho ideológico, concedendo a maior importância ao trabalho ideológico do Partido, enquanto se aprofunda diariamente a construção socialista e aumenta a velocidade da marcha da revolução", recordou.

"O estimado camarada Secretário-Geral dirigiu incansavelmente para que o trabalho ideológico do Partido se convertesse em um processo de trabalho político vivo e simpático, com objeto e meta claros, correspondente às exigências da época e do desenvolvimento da revolução e à imagem e ao prestígio de nosso Estado", mencionou.

Acrescentou que, por sua profundidade e caráter científico, suas ideias e teorias se tornam nobres bens que enriquecem o tesouro da construção ideológica do Partido.

Recordou que o Secretário-Geral apresentou o trabalho ideológico como a questão medular do trabalho partidista e criou o grande exemplo e modelo valioso de solucionar todos os problemas com o trabalho político, consistente em mobilizar o poderio ideológico na luta para abrir a era de desenvolvimento integral da prosperidade do Estado.

"Ultimamente, desenvolvem-se vigorosamente no domínio ideológico os trabalhos destinados a buscar e aplicar incessantemente novas formas e métodos adequados à psicologia do homem", assinalou.

E prosseguiu que essa tendência de mudança é resultado da enérgica direção do Secretário-Geral, que esclareceu, uma após outra, a metodologia detalhada e até os pormenores da propaganda e agitação.

O relatório confirmou mais uma vez a importância e a urgência da inovação do trabalho ideológico, que se destaca na luta de hoje para consolidar os êxitos alcançados na luta inicial pelo desenvolvimento integral e alcançar um progresso maior.

O orador sublinhou que se apresenta ao setor de propaganda do Partido uma importante tarefa revolucionária de imbuir todo o Partido e toda a sociedade da ideia revolucionária do CC do Partido e mobilizar a inesgotável força ideológica e espiritual de todo o povo na luta pelo cumprimento das novas metas perspectivas apresentadas no 9º Congresso do Partido.

E fez referência às questões de princípios para preparar os funcionários do setor de propaganda do Partido como fiéis porta-vozes do CC do Partido e arautos da revolução.

"A época atual chama para a frente de luta os especialistas da campanha ideológica versados na primazia da Ideia Juche", ressaltou.

Exortou a registrar inovações e saltos na propaganda e agitação e abrir mais audaz e incessantemente uma nova era dourada do fortalecimento de todo o Partido e da prosperidade integral do Estado, assimilando profundamente a grande ideia revolucionária, o extraordinário modo de direção e o nobre mundo de abnegação ao povo do camarada Kim Jong Un e materializando-os no trabalho ideológico do Partido.

O camarada Ri Il Hwan ministrou a primeira aula.

Após receberem com emoção o grande estímulo e a esperança do camarada Secretário-Geral, todos os participantes frequentam o curso com a consciência política e o entusiasmo redobrados.

Estimado camarada Kim Jong Un dirige os trabalhos do setor da indústria de defesa nacional

O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, averiguou, do dia 16 ao dia 18, o estado de produção das importantes empresas da indústria armamentista. Acompanhavam-no Pak Jong Chon e Kim Jong Sik, vice-presidente e membro da Comissão Militar Central do PTC, respectivamente; o diretor do departamento de artilharia do Estado-Maior-Geral do Exército Popular da Coreia, Yu Chang Son; os quadros do Comitê Central do PTC, Ri Pyong Chol, Ri Il Hwan, Kim Yo Jong, Kim Jae Ryong e O Yong Jae, e os dirigentes do setor de investigação científica de defesa nacional.

O Secretário-Geral se inteirou detalhadamente do estado de produção de cada empresa.

As importantes empresas da indústria armamentista se mobilizaram para cumprir as metas de produção deste ano em apoio às resoluções do 9º Congresso do Partido e alcançam diariamente bons resultados, aumentando continuamente o entusiasmo revolucionário e o auge produtivo.

O camarada Kim Jong Un estimulou os operários que se empenham pelo desenvolvimento transcendental e mais independente e avançado da indústria armamentista, empreendendo a campanha de trabalho de caráter revolucionário, entusiasta e abnegado.

Expressou grande satisfação, dizendo que os enormes planos distribuídos pela Comissão Militar Central do Partido são cumpridos um a um graças ao fato de que as empresas executam responsável e incondicionalmente os planos de produção dos materiais e equipamentos técnicos de combate de maior importância, que possuem significado militar iminente.

Apreciou o fato de que essas empresas promovem todas as tarefas destinadas a ampliar a capacidade produtiva, atribuídas pelo Partido para satisfazer a demanda do plano geral de reorganização e modernização das forças de artilharia do exército.

Enfatizou que cumprir o plano de produção para o presente ano é o mais importante para materializar o novo Plano Quinquenal, que tem como meta um novo avanço e salto na construção do poderoso exército e da indústria de defesa nacional, e insistiu na necessidade de manter a atual tendência produtiva e, ao mesmo tempo, reforçar uma série de infraestruturas técnicas para promover os planos perspectivos de produção de armas.

"A construção de poderosas forças de artilharia constitui o núcleo da dissuasão e do cumprimento da guerra, e nossa artilharia deve dispor da capacidade de ataque mais intensiva, destrutiva, maciça e multilateral para cumprir satisfatoriamente as duas missões de dissuadir e travar a guerra", assinalou.

Destacou que os êxitos alcançados nestes dias em todas as esferas para modernizar todos os componentes do poderio de defesa nacional, inclusive a artilharia, significam uma importante mudança na composição e nos meios das forças armadas e no plano de enfrentamento da guerra, e afirmou que, graças às forças irresistíveis que já possuem ou que possuirão em breve, os sistemas militares dos inimigos se debilitarão gradualmente e se tornarão inúteis.

"Devemos ampliar e fortalecer ainda mais a indústria armamentista do país", reafirmou o camarada Kim Jong Un, instando as empresas da indústria armamentista de todos os níveis, subordinadas ao Comitê Econômico nº 2, a desempenharem um papel mais importante na materialização da orientação estratégica do Partido sobre a construção de um exército mais poderoso.

Apreciou que os êxitos produtivos dessas empresas não constituem simplesmente um aumento da produção, mas também o fruto inequívoco do trabalho da vontade e dos esforços dos operários para preservar a soberania e a segurança, e os qualificou como uma grande contribuição ao Estado.

"As principais empresas da indústria bélica desempenham um papel medular no aumento contínuo da dissuasão de guerra do país e de sua capacidade de travar a guerra", enfatizou, e instou a continuar desenvolvendo a campanha produtiva de caráter patriótico para dotar o exército da força estratégica mais poderosa e esmagadora.

Esclareceu as importantes tarefas políticas que cabem às empresas na produção e administração, entre outras, promover continuamente a ampliação da capacidade produtiva e a modernização dos processos técnicos, melhorar o nível de IA dos sistemas de armamentos de ataque e defesa, levar a blindagem e a automatização dos canhões à fase mais elevada e melhorar as condições e o ambiente de produção.

O camarada Kim Jong Un expressou a esperança e a convicção de que todos os funcionários, técnicos e operários das importantes fábricas impulsionarão vigorosamente o vertiginoso fortalecimento das forças armadas, dando provas de seu típico espírito de criação e temperamento de luta.

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