sábado, 24 de outubro de 2026

O artista Choe Ha Thaek, que dedicou toda a sua vida a engrandecer a história revolucionária do líder

Figuras literárias e artísticas que deixaram marcas notáveis na história da literatura e arte Juche

Entre os artistas que deixaram marcas nítidas na história da literatura e das artes jucheanas encontra-se o senhor Choe Ha Thaek, laureado com o Prêmio Kim Il Sung e Artista do Povo, que engrandeceu sua vida por meio da criação de obras de artes plásticas que retratam o líder.

Ao longo de quase 40 anos de atividade criativa, ele criou mais de 100 obras de artes plásticas que retratam o Líder, dando uma grande contribuição para fazer brilhar eternamente, por inúmeras gerações, os imortais feitos revolucionários dos grandes homens sem igual.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“Devemos educar as novas gerações para que também vivam uma vida brilhante, como as gerações anteriores, que foram infinitamente fiéis ao Partido e ao líder.”

Desde a infância, Choe Ha Thaek demonstrava talento para as artes plásticas. Graças à solicitude do Partido, ingressou na Universidade de Belas-Artes de Pyongyang e causou grande repercussão entre professores e estudantes ao criar, como trabalho de conclusão do curso, a pintura a óleo "O grande Líder camarada Kim Il Sung conversando com os camponeses às vésperas da reforma agrária."

Nos anos que se seguiram à graduação, quando pôde desenvolver livremente seu talento criativo, recebeu uma honra grandiosa que jamais esqueceria durante toda a vida.

Em um dia de setembro de 1969, o grande General, depois de orientar por um longo período a criação de obras de artes plásticas que retratavam o Líder, parou por algum tempo diante de uma obra do senhor Choe Ha Thaek e perguntou aos funcionários presentes quem a havia pintado.

Um dos funcionários informou-lhe que se tratava do camarada Choe Ha Thaek, recém-formado na Universidade de Belas-Artes.

O grande General deu-lhe leves tapinhas nas costas e elogiou sua obra, a pintura a óleo "O grande Líder camarada Kim Il Sung partindo para o árduo caminho da atividade clandestina a fim de preparar a luta armada."

Posteriormente, ele voltou a participar do trabalho de criação de obras de artes plásticas que retratavam o Líder, produzindo as pinturas a óleo "O grande Líder camarada Kim Il Sung apresentando a orientação para a fundação das unidades guerrilheiras na reunião de Mingyuegou"; O grande Líder camarada Kim Il Sung apresentando a linha e as orientações para estabelecer o Juche na revolução coreana na Conferência de Kalun"; e "O grande Líder camarada Kim Il Sung dirigindo a operação de flanqueamento de grandes unidades ".

O grande General demonstrou profundo carinho pelo senhor Choe Ha Thaek, que, com sua infinita fidelidade e elevada capacidade, criou magnificamente obras de artes plásticas que retratavam o Líder e apresentavam de maneira comovente os imortais feitos revolucionários do grande Líder. Chegou a enviar-lhe um cartão de felicitações de Ano-Novo com sua assinatura pessoal e tomou medidas benevolentes para que ele trabalhasse em uma das principais bases de criação artística do país.

Movido pelo desejo de retribuir esse amor e essa solicitude, ele criou em pintura coreana mais de 40 obras que retratavam o Líder, entre elas "O caminho ao amanhecer em Samjiyon"; "O grande Líder camarada Kim Il Sung conduzindo o Exército Revolucionário Popular da Coreia à ofensiva ativa"; e "O grande Líder camarada Kim Il Sung visitando um jardim de infância em uma aldeia montanhosa".

O grande General permitiu que o senhor Choe Ha Thaek, que dera uma grande contribuição ao desenvolvimento da arte jucheana, trabalhasse como diretor de um importante grupo de criação artística e fez com que lhe fossem conferidas altas condecorações estatais e títulos honoríficos, entre eles o Prêmio Kim Il Sung e o título de Artista do Povo.

Mais tarde, ao receber a notícia de que ele sofria de uma grave doença, providenciou uma equipe médica altamente qualificada para tratá-lo. Quando o senhor Choe Ha Thaek acabou falecendo, enviou-lhe inclusive uma coroa de flores. Demonstrou-lhe ainda sua profunda solicitude ao providenciar a compilação de uma coletânea de suas obras sob seu nome e ao elevá-lo à colina da vida eterna.

O senhor Choe Ha Thaek, que dedicou toda a sua vida a engrandecer a história revolucionária do Líder, continua vivo para sempre junto às numerosas obras de arte que criou.

Rodong Sinmun 

Estimado camarada Kim Jong Un visita cidade de Dandong, na província de Liaoning, da República Popular da China

O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), visitou no dia 24 a cidade de Dandong, na província de Liaoning, da República Popular da China (RPCh), e percorreu o Museu Comemorativo da Resistência aos EUA e da Ajuda à Coreia, por ocasião do 76º aniversário da participação do Corpo de Voluntários do Povo Chinês (CVPC) na frente coreana.

Este museu é um grande monumento à amizade que estreita ainda mais as relações entre os povos dos dois países, transmitindo para sempre a sagrada e grandiosa história e a invencível unidade da amizade Coreia-China, que consolidou firmemente e desenvolveu, século após século, os genuínos laços de camaradagem e a amizade combativa na luta sangrenta pela concretização do ideal comum do socialismo e contra a agressão imperialista.

Acompanharam-no o camarada Jo Yong Won, membro do Presidium do Bureau Político e secretário do Comitê Central do PTC; a camarada Choe Son Hui, ministra das Relações Exteriores da RPDC; os secretários do CC do PTC, camarada Ri Il Hwan e camarada Kim Song Nam; o camarada Kim Tok Hun, primeiro vice-Primeiro-Ministro da RPDC; a camarada Kim Yo Jong, diretora de departamento do CC do PTC; o camarada Kim Jae Ryong, primeiro vice-diretor de departamento do CC do PTC; e outros principais quadros do Partido e do governo, bem como o camarada Ri Ryong Nam, embaixador extraordinário e plenipotenciário da RPDC na RPCh.

Para receber o camarada Kim Jong Un, que visitava este lugar histórico, ponto de partida do CVPC e origem da amizade e unidade entre os dois países, estabelecidas com sangue, encontrava-se no local o camarada Wang Huning, membro do Comitê Permanente do Bureau Político do Comitê Central do Partido Comunista da China e presidente do Comitê Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês.

Também estavam presentes o camarada Wang Yi, membro do Bureau Político, diretor do Gabinete da Comissão de Assuntos Exteriores do CC do PCCh e ministro das Relações Exteriores; o camarada Liu Haixing, diretor do Departamento de Ligação Internacional do CC do PCCh; o camarada Ma Zhaoxu, primeiro vice-ministro executivo das Relações Exteriores da China; o camarada Xu Kunlin, secretário do Comitê Provincial do PCCh em Liaoning; o camarada Jiang Bing, secretário do Comitê do PCCh na cidade de Dandong; e outros quadros dirigentes dos órgãos centrais e das localidades, bem como o camarada Wang Yajun, embaixador chinês na RPDC.

O camarada Kim Jong Un trocou calorosas saudações com o camarada Wang Huning e outros quadros chineses.

Foi entregue um buquê de flores ao camarada Kim Jong Un, que visitou a cidade fronteiriça da RPCh, e numerosas crianças lhe deram uma calorosa recepção, agitando as bandeiras nacionais dos dois países.

O camarada Kim Jong Un expressou profundos agradecimentos por isso.

Realizou-se a cerimônia de colocação de um cesto de flores diante do Monumento à Resistência aos EUA e à Ajuda à Coreia.

Foram executados solenemente os hinos nacionais da RPDC e da RPCh.

O cesto de flores, que expressava homenagem à grandiosa história de uma década e à memória dos méritos imortais dos oficiais e soldados do CVPC, foi depositado diante do monumento.

Na fita, lia-se a seguinte dedicatória: Recordaremos para sempre os mártires do Corpo de Voluntários do Povo Chinês. Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia.

O camarada Kim Jong Un prestou homenagem em memória dos mártires do CVPC.

Declarou que o povo coreano recordará para sempre a gloriosa década de luta conjunta com o povo chinês e transmitirá de geração em geração sua eterna gratidão ao povo chinês, que ajudou com seu sangue a revolução coreana.

Guiado pelo camarada Wang Huning, o camarada Kim Jong Un percorreu o museu.

Ao observar os documentos e objetos expostos, acompanhados de imagens que retratavam aquela grandiosa história, o camarada Kim Jong Un assinalou que o museu constitui um valioso testemunho de sangue da invencível amizade Coreia-China.

Reafirmou a vontade do Partido, do governo e do povo da Coreia de recordar e preservar para sempre essa grandiosa história, na qual os dois povos superaram juntos as provações, e de levar firmemente adiante a invencível amizade Coreia-China, estabelecida com sangue.

Como lembrança da visita ao museu, o camarada Kim Jong Un presenteou-o com uma placa contendo uma fotografia histórica do grande Líder camarada Kim Il Sung.

Nela, deixou o seguinte autógrafo:

"A alma e o espírito justos de ter defendido a paz palpitam no marco desta grandiosa história. Expresso eterna gratidão e homenagem, recordando com reverência os mártires do Corpo de Voluntários do Povo Chinês, que uniram os territórios dos dois países. Kim Jong Un, 24 de outubro de 2026."

Concluída a visita, o camarada Kim Jong Un conversou cordialmente com o camarada Wang Huning.

O camarada Kim Jong Un ressaltou que recordar com reverência a grandiosa década de história no local de partida dos mártires do CVPC constitui uma obrigação e um dever dignos, e que aquele momento permitiu evocar novamente o valor da amizade Coreia-China, unida com sangue. Declarou que os coreanos jamais esquecerão, ao longo das gerações, a história em que os excelentes filhos do povo chinês ajudaram com seu sangue a revolução coreana e que continuarão vigorosa e firmemente a história da amizade Coreia-China. Pediu que seja transmitida sua gratidão ao respeitado camarada Secretário-Geral Xi Jinping pela atenção especial e minuciosa dispensada à visita, encarregou camarada Wang Huning de lhe transmitir suas calorosas saudações e os melhores votos e expressou profunda gratidão pela calorosa hospitalidade da cidade de Dandong e da província de Liaoning.

O camarada Kim Jong Un afirmou que o elevado prestígio internacional e a dignidade de que a RPCh desfruta hoje são o resultado merecido da luta do povo chinês, alcançado sob a sábia direção do PCCh, tendo o camarada Xi Jinping como núcleo, e acrescentou que os notáveis êxitos alcançados no país socialista vizinho estimulam a luta do povo coreano.

O camarada Wang Huning transmitiu respeitosamente as cordiais saudações e os melhores votos do camarada Secretário-Geral Xi Jinping ao camarada Secretário-Geral Kim Jong Un. Destacou que a visita do camarada Secretário-Geral à cidade de Dandong e ao Museu Comemorativo da Resistência aos EUA e da Ajuda à Coreia, por ocasião do significativo 76º aniversário da participação do CVPC na frente coreana, reveste-se de enorme importância para o contínuo desenvolvimento da tradicional amizade entre China e Coreia e da fraternidade combativa.

Por ordem especial do camarada Xi Jinping, o camarada Wang Huning ofereceu uma recepção em homenagem à visita do camarada Kim Jong Un à RPCh.

O banquete transcorreu em uma atmosfera de amizade e camaradagem.

Nesse dia, o camarada Kim Jong Un visitou a Fábrica de Ônibus da cidade de Dandong.

Foi recebido pelo funcionário responsável pela fábrica.

Os trabalhadores da fábrica deram uma calorosa acolhida ao camarada Kim Jong Un.

O dirigente coreano visitou vários setores da fábrica e examinou diversos produtos.

Expressou a esperança de que a fábrica, com sua grandiosa história e seu potencial, alcance resultados ainda maiores e manifestou sincero apoio aos esforços do coletivo de técnicos e trabalhadores para promover inovações incessantes e realizar maiores feitos.

O camarada Kim Jong Un iniciou o caminho de regresso atravessando a Ponte Coreia-China sobre o rio Amnok.

O camarada Wang Huning, membro do Comitê Permanente do Bureau Político do CC do PCCh e presidente do Comitê Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, e outros quadros chineses dos órgãos centrais e das localidades acompanharam o camarada Kim Jong Un até o ponto central da ponte para despedir-se dele.

As crianças despediram-se calorosamente do camarada Kim Jong Un.

O camarada Kim Jong Un encarregou o camarada Wang Huning de transmitir suas cordiais saudações ao respeitado camarada Secretário-Geral Xi Jinping.

Contemplando a paisagem da ponte recém-inaugurada a partir de seu ponto central, expressou a esperança de que ela cumpra, sem falta e com precisão, a missão histórica de aproximar ainda mais os dois países e seus povos.

O camarada Kim Jong Un tirou uma fotografia com o camarada Wang Huning na Ponte Coreia-China sobre o rio Amnok e trocou saudações de despedida com os quadros dirigentes da parte chinesa.

Desejou sinceramente que, sob a experiente e comprovada direção do camarada Xi Jinping, o Partido e o governo da China continuem conduzindo a RPCh pelo caminho de seu vertiginoso desenvolvimento, alcançando resultados cada vez mais excelentes e abundantes.

Esta visita do camarada Kim Jong Un ficará registrada na história como um acontecimento significativo que tornou ainda mais evidente a inalterabilidade e a invencibilidade da amizade e da solidariedade entre Coreia e China, fortalecidas por laços fraternais sinceros e por uma verdadeira camaradagem.

Fotos

Inaugurado Cemitério dos Mártires do Corpo de Voluntários do Povo Chinês no condado de Sinphyong, província de Hwanghae Norte

Por ocasião do 76º aniversário da participação do Corpo de Voluntários do Povo Chinês (CVPC) na Guerra da Coreia, foi remodelado o Cemitério dos Mártires do CVPC, no condado de Sinphyong, província de Hwanghae Norte.

A cerimônia de inauguração foi realizada no dia 24, no local.

Encontrava-se presente a Guarda de Honra do Exército Popular da Coreia.

Participaram da cerimônia o camarada Kang Chol Ho, vice-ministro do Urbanismo da República Popular Democrática da Coreia, funcionários interessados e representantes da província e do condado mencionados, bem como os construtores.

Também participaram o camarada Qi Han, encarregado de negócios interino, e outros membros da representação diplomática da República Popular da China (RPCh) na RPDC; os integrantes da delegação do Ministério dos Assuntos dos Veteranos da China, chefiada pelo vice-ministro camarada Hong Zongming, que se encontra em visita à Coreia; os convidados chineses e os habitantes chineses residentes na Coreia.

Foram executados os hinos nacionais da RPCh e da RPDC.

Os participantes observaram um momento de silêncio em memória dos mártires do CVPC, excelentes filhos da nação chinesa e verdadeiros companheiros de armas do povo coreano.

Diante do cemitério, foram depositados cestos de flores em nome do Ministério do Urbanismo da RPDC, dos comitês populares da província de Hwanghae Norte e do condado de Sinphyong, da Embaixada da China na RPDC, da delegação mencionada acima, entre outros.

Na ocasião, foram proferidos discursos.

O camarada Kang Chol Ho afirmou que os relevantes méritos e o nobre espírito de sacrifício demonstrados pelos mártires do CVPC na guerra contra o inimigo comum, sob a bandeira de resistir aos ianques, ajudar a Coreia e defender o próprio lar e país, serão transmitidos para sempre juntamente com a amizade Coreia-China.

Os camaradas Qi Han e Hong Zongming expressaram agradecimento pela excelente restauração do cemitério e assinalaram que o grandioso espírito de ajuda mútua na luta contra os ianques jamais enfraquecerá e que a amizade China-Coreia, estabelecida ao preço do sangue, será eterna.

Concluída a cerimônia, os participantes percorreram o cemitério.

Agência Central de Notícias da Coreia

Méritos heroicos dos soldados do CVPC manifestados na Guerra da Coreia

Hoje é o 76º aniversário da participação do Corpo de Voluntários do Povo Chinês (CVPC) na Guerra de Libertação da Pátria (1950-1953).

A invencível amizade Coreia-China, estabelecida na luta sangrenta contra os invasores estrangeiros, tem como fundamento a camaradagem e os laços fraternais.

Os revolucionários e os povos dos dois países forjaram a excelente tradição de amizade na luta armada contra o imperialismo japonês, inimigo comum.

Os comunistas coreanos contribuíram para o nascimento da nova China, prestando sincera ajuda à guerra civil chinesa.

A participação do CVPC na Guerra da Coreia foi uma clara demonstração da solidariedade revolucionária dos povos dos dois países, estabelecida e aprofundada na luta antijaponesa e na luta pela fundação do país.

Durante a Guerra de Libertação da Pátria, os imperialistas estadunidenses sofreram, desde o início da guerra, uma vergonhosa derrota diante do poderoso contra-ataque do Exército Popular da Coreia e introduziram forças muito maiores na guerra.

Nessa situação, os soldados do CVPC incorporaram-se à Guerra da Coreia em 25 de outubro de 1950, sob o lema de resistir aos ianques, ajudar a Coreia e defender o próprio lar e país, demonstrando plenamente sua bravura e seu espírito de sacrifício nos combates contra o inimigo comum.

Em outubro de 1952, os imperialistas estadunidenses mobilizaram forças de quatro divisões, mais de 100 aviões, numerosos canhões e tanques para o monte Sanggam. Nessa batalha, o soldado chinês Huang Jiguang, ferido no braço e no ombro, abriu uma brecha para as tropas ao cobrir com o peito a casamata inimiga.

Quando as balas e granadas se esgotaram e a comunicação com o posto de comando foi interrompida, o herói Yang Gensi lançou-se contra os inimigos com os explosivos.

Às margens do lago Jangjin e do rio Chongchon, na altitude 391 e em outros campos de batalha, estão registrados os feitos heroicos de destacados filhos do povo chinês, como Mao Anying, Yang Liandi, Qiu Shaoyun e Sun Zhanyuan.

Os bravos soldados chineses trataram os coreanos como seus próprios pais e irmãos e sacrificaram a vida por eles.

O mártir Luo Shengjiao sacrificou a vida para salvar uma criança coreana, e um médico militar chinês transfundiu seu sangue para um explorador do EPC.

O povo coreano jamais esquece os méritos dos mártires chineses.

Em 24 de outubro do ano passado, o estimado camarada Kim Jong Un prestou homenagem aos mártires chineses no Cemitério dos Mártires do CVPC, no condado de Hoechang, província de Phyongan Sul.

Agência Central de Notícias da Coreia

A organização do Exército Revolucionário da Coreia e o avanço ativo dos preparativos para a luta armada antijaponesa

A partir da Conferência de Kalun, o trabalho de preparação da luta armada antijaponesa foi impulsionado ativamente.

O grande Líder camarada Kim Il Sung, de acordo com a orientação da Conferência de Kalun, organizou o Exército Revolucionário da Coreia em 6 de julho de 1930, em Guyushu, como primeira iniciativa para preparar a luta armada antijaponesa. As primeiras fileiras do Exército Revolucionário da Coreia incluíam os comunistas da nova geração Cha Kwang Su, Kim Hyok, Choe Chang Gol, Kim Hyong Gwon, Choe Hyo Il, Kim Won U, Ri Je U, Paek Sin Han, Kong Yong, Pak Jin Yong, Kye Yong Chun, Kim Ri Gap, Hyon Gyun e outros.

Na reunião de fundação do Exército Revolucionário da Coreia, o grande Líder proferiu o histórico discurso intitulado "Sobre a missão e as tarefas fundamentais do Exército Revolucionário da Coreia".

O Exército Revolucionário da Coreia foi a primeira organização armada dos comunistas coreanos que lutavam pela independência nacional e pela liberdade e libertação do povo, sendo uma organização político-militar destinada a preparar a luta armada antijaponesa.

A missão e as tarefas fundamentais do Exército Revolucionário da Coreia consistiam em desenvolver, por meio de uma ativa atividade político-militar, o núcleo da luta armada, obter as armas necessárias para essa luta, acumular experiência militar, unir firmemente as amplas massas populares e preparar minuciosamente a realização de uma luta armada antijaponesa organizada.

Após a fundação do Exército Revolucionário da Coreia, o grande Líder ampliou continuamente suas fileiras, promoveu rapidamente o aprimoramento das qualidades político-ideológicas e militares de seus membros e, sobretudo, fez com que acumulassem experiência prática em todos os aspectos.

O Exército Revolucionário da Coreia foi organizado em vários grupos armados, enviados a vastas regiões, incluindo o interior do país e a Manchúria Central, onde desenvolveram intensa atividade político-militar.

No verão de 1930, um dos grupos armados do Exército Revolucionário da Coreia, sob a responsabilidade do camarada Kim Hyong Gwon, indomável combatente revolucionário comunista, avançou para o interior do país, atacou o posto de polícia de Naejung, em Gwapal-ri, no condado de Pungsan, e executou um chefe de polícia japonês particularmente cruel. Depois de realizar trabalho político entre as massas populares, o grupo passou a atuar nas regiões de Riwon, Pukchong e Hongwon. Por toda parte aonde ia, o grupo desenvolvia trabalho político entre as massas e travava diversos combates, entre eles os combates nas proximidades do monte Taedok e do templo Kwangje e nas proximidades de Jolbuam, infligindo golpes severos aos invasores imperialistas japoneses e exercendo grande influência revolucionária sobre as amplas massas populares. Nas florestas de Munang-ri e Taedok-ri, no condado de Riwon, o grupo escreveu palavras de ordem revolucionárias como "Unamo-nos em torno de Hanbyol, o líder da Coreia", "Quebremos as correntes da escravidão", "Antijaponeses, antijaponeses e sempre antijaponeses" e "Viva a Coreia independente, 1930", incentivando os comunistas e o povo do país a se unirem em torno do grande Líder e a participarem ativamente da luta antijaponesa.

Outros grupos do Exército Revolucionário da Coreia desenvolveram atividades político-militares em diversas regiões do nosso país, incluindo Hamhung, Wonsan, Pyongyang, Seul, Sinuiju e Uiju, bem como na Manchúria Central, no Sul da Manchúria, no Leste da Manchúria, no Norte da Manchúria e na região da Mongólia Interior, impulsionando ativamente os preparativos para a luta armada.

A tarefa que se colocava em primeiro lugar na preparação da luta armada era a formação de seu núcleo.

O Exército Revolucionário da Coreia incorporou às suas fileiras membros da organização partidista, da União da Juventude Comunista e da União da Juventude Anti-imperialista que haviam sido forjados e postos à prova na luta prática, formando-os como comunistas dotados de capacidade de comando político-militar. Além disso, na Escola Samgwang, em Guyushu, formou sistematicamente quadros de comando com conhecimentos políticos e militares e organizou cursos intensivos de treinamento político-militar em Guyushu e Wujiazi para os membros do Exército Revolucionário da Coreia e os melhores jovens de cada região.

O Exército Revolucionário da Coreia também obteve armas tomando-as do inimigo e recorrendo a diversos outros métodos, intensificando assim suas atividades militares. Empenhou-se corajosamente na luta para eliminar espiões e lacaios do inimigo e travou combates contra as tropas invasoras japonesas e a polícia reacionária, acumulando, nesse processo, considerável experiência militar.

Ao mesmo tempo que desenvolvia ativamente suas atividades militares, o Exército Revolucionário da Coreia dedicou esforços à construção de uma base de apoio popular para a luta armada.

Para estabelecer essa base popular, o grande Líder camarada Kim Il Sung orientou a criação de diversas organizações revolucionárias e organizações de massas, a instalação de escolas e o fortalecimento do trabalho de educação das massas, além de mobilizar ativamente os membros do Exército Revolucionário da Coreia para essa atividade.

A revolucionarização das zonas rurais tinha uma importância especial para a construção de uma base de apoio popular para a luta armada.

O grande Líder camarada Kim Il Sung dirigiu-se pessoalmente às zonas rurais das regiões de Kalun, Guyushu e Wujiazi, onde despertou a consciência das amplas massas camponesas, uniu-as nas organizações revolucionárias e promoveu vigorosamente o trabalho de revolucionarização das zonas rurais, fazendo com que numerosas escolas revolucionárias funcionassem.

Para educar as massas, o grande Líder escreveu pessoalmente o livro didático "Leitura dos Camponeses" e fez publicar numerosas publicações revolucionárias, como "Bolchevique" e "Nongu". Além disso, orientou a encenação, em diversos lugares, de suas obras-primas clássicas, por ele próprio criadas, como a ópera revolucionária "A Florista" e as peças revolucionárias "O Latifundiário e o Criado" e "Eremita Songhwang", bem como a ampla divulgação de canções revolucionárias.

Também se desenvolveu ativamente o trabalho destinado a forjar os membros das organizações revolucionárias e as massas revolucionárias por meio da luta prática contra os japoneses e os latifundiários, da defesa das aldeias, das ligações clandestinas e das atividades de apoio ao Exército Revolucionário da Coreia, entre outras.

Como resultado do avanço ativo da revolucionarização das zonas rurais em vastas regiões, amplas massas camponesas se levantaram para participar da luta revolucionária, e a base de apoio popular para a realização da luta armada foi sendo solidamente construída.

O grande Líder camarada Kim Il Sung desenvolveu suas atividades revolucionárias mantendo estreita ligação com a Internacional Comunista.

O grande Líder recebeu quadros e enviados da Internacional Comunista em lugares como Harbin e Wujiazi e explicou-lhes as linhas jucheanas da revolução coreana, apresentadas por ele, especialmente a nova orientação para a fundação de um partido revolucionário. Assim, a própria Internacional Comunista manifestou pleno apoio às linhas jucheanas da revolução coreana e à orientação para a construção de um partido jucheano, propostas pelo grande Líder.

A partir de 1931, o centro dos preparativos para a luta armada antijaponesa foi transferido para a região ao longo do rio Tuman.

Na reunião dos quadros de comando do Exército Revolucionário da Coreia e dos responsáveis pelas organizações revolucionárias, realizada em dezembro de 1930, em Wujiazi, o grande Líder camarada Kim Il Sung fez um balanço do trabalho realizado durante os seis meses posteriores à Conferência de Kalun e apresentou a tarefa de impulsionar ativamente os preparativos para o início da luta armada e, em particular, transformar a região ao longo do rio Tuman numa base estratégica para organizar e desenvolver a luta armada antijaponesa.

A região da Manchúria Oriental, ao longo do rio Tuman, não só fazia fronteira direta com nosso país, como também era uma região em que os coreanos constituíam a esmagadora maioria da população e cuja composição de classes era favorável. Nessa região, o domínio colonial dos inimigos era relativamente fraco e havia muitas montanhas íngremes e densas florestas, o que a tornava muito favorável à realização da luta armada. Em particular, desde o início de sua participação na luta revolucionária, o grande Líder havia enviado para essa região numerosos jovens comunistas da nova geração, impulsionando vigorosamente o trabalho de consolidar as fileiras comunistas e revolucionarizar as massas.

Por ocasião da Reunião de Wujiazi, desenvolveu-se vigorosamente a luta para transformar a região ao longo do rio Tuman numa base estratégica da luta armada antijaponesa.

Na primavera de 1931, após transferir o centro de suas atividades para a região ao longo do rio Tuman, o grande Líder enviou destacados agentes às cidades e zonas rurais e, ao mesmo tempo, dirigiu-se pessoalmente a várias localidades dos condados de Yanji, Wangqing, Helong e Antu, bem como às regiões de Jongsong e Onsong, no interior do país, organizando e orientando os preparativos para a realização da luta armada.

Naquele período, a questão mais importante nos preparativos para organizar e desenvolver a luta armada era preparar suficientemente as forças revolucionárias. Essa questão adquiriu particular importância devido às grandes perdas sofridas pelas forças revolucionárias em consequência das revoltas de 30 de maio e de 1º de agosto de 1930, aventuras esquerdistas provocadas pelos sectários que seguiam servilmente as grandes potências.

Em maio de 1931, o grande Líder camarada Kim Il Sung convocou uma reunião de agentes políticos e responsáveis pelas organizações revolucionárias clandestinas em Kongsudok, na aldeia de Punggye, cantão de Pungok, no condado de Jongsong, e proferiu o histórico discurso intitulado "Preparemos suficientemente as forças revolucionárias para organizar e desenvolver a luta armada".

O grande Líder camarada Kim Il Sung ensinou:

"Devemos eliminar completamente as consequências das manobras aventureiristas esquerdistas dos sectários que seguem servilmente as grandes potências e preparar suficientemente as forças revolucionárias para organizar e desenvolver a luta armada." ("Preparemos suficientemente as forças revolucionárias para organizar e desenvolver a luta armada", edição individual, página 3.)

Na preparação das forças revolucionárias, era importante constituir forças armadas. Para isso, era necessário ampliar e fortalecer as fileiras do Exército Revolucionário da Coreia e as organizações paramilitares, além de assegurar um armamento sólido.

Outra questão importante na preparação das forças revolucionárias era unir as amplas massas populares numa única força política. Para tanto, era necessário constituir solidamente um núcleo dirigente revolucionário, elevar seu papel, despertar ideologicamente as amplas massas e uni-las organizativamente. Também era preciso dedicar especial atenção ao seu fortalecimento por meio da luta.

Em seu discurso, o grande Líder apresentou ainda a tarefa de estabelecer bases de apoio para as unidades armadas nas regiões montanhosas ao longo do rio Tuman.

A Reunião de Kongsudok foi um encontro histórico que abriu uma nova etapa na preparação sólida das forças revolucionárias para organizar e desenvolver a luta armada.

Em maio de 1931, o grande Líder camarada Kim Il Sung convocou uma reunião de quadros partidistas e da União da Juventude Comunista em Mingyuegou e proferiu o histórico discurso intitulado "Rejeitemos a linha aventureira de esquerda e materializemos a linha organizativa revolucionária".

O grande Líder salientou que, para preparar suficientemente as forças revolucionárias para o desenvolvimento da luta armada em grande escala, era necessário aplicar rigorosamente a linha organizativa revolucionária, consolidar firmemente as massas fundamentais da revolução, unir estreitamente em torno delas as forças antijaponesas de todas as camadas sociais e reunir toda a nação numa única força política.

Para aplicar a linha organizacional revolucionária, era fundamental constituir solidamente núcleos dirigentes revolucionários em cada localidade e elevar sua capacidade de atuação independente, reconstruir e reorganizar as organizações de massas destruídas, educar e unir as amplas massas, consolidar firmemente a base popular da revolução e fortalecer as massas por meio da luta. Também era necessário desmascarar as manobras dos invasores imperialistas japoneses destinadas a semear a discórdia entre as nacionalidades e fortalecer a amizade combativa e a unidade entre os povos coreano e chinês.

A linha organizacional revolucionária apresentada pelo grande Líder e as orientações para sua aplicação desferiram um golpe decisivo na linha aventureirista dos sectários que seguiam servilmente as grandes potências e dos oportunistas de esquerda, esclarecendo os princípios fundamentais e os métodos de organização das forças revolucionárias para a luta armada antijaponesa.

A luta pela aplicação das orientações das reuniões de Kongsudok e Mingyuegou foi desenvolvida vigorosamente.

As organizações partidistas no interior do país, incluindo a organização do partido na região de Onsong, bem como as organizações partidistas ao longo do rio Tuman, foram ampliadas e fortalecidas, enquanto se desenvolvia vigorosamente o trabalho político-organizativo destinado a unir as amplas massas populares sob a bandeira da luta antijaponesa.

Ao mesmo tempo que impulsionava pessoalmente a revolucionarização da região do condado de Antu, o grande Líder deslocava-se entre a região de Jongsong, no interior do país, e o condado de Yanji, orientando as organizações partidistas e revolucionárias locais a ampliarem e fortalecerem suas próprias fileiras e a incorporarem um número cada vez maior de operários, camponeses e pessoas de todas as camadas sociais às diversas organizações de massas. Como resultado, elevou-se a capacidade combativa e o papel das organizações partidistas e revolucionárias de todos os níveis, ocorrendo uma grande transformação no trabalho de organização das massas.

Nas regiões de Onsong e Jongsong, bem como em diversas outras localidades do interior do país e nas regiões dos condados de Antu, Yanji, Helong, Wangqing e Hunchun, as organizações partidistas continuaram ampliando suas fileiras, admitindo numerosos indivíduos com elevada consciência de classe, forte espírito combativo e experiência adquirida na luta prática, especialmente operários. Também ampliaram rapidamente as fileiras da União da Juventude Comunista e, por meio das organizações de massas, organizaram jovens e adultos corajosos, de firme vontade e fortalecidos na luta, bem como crianças e adolescentes, em organizações paramilitares como a Guarda Vermelha e a Vanguarda das Crianças, preparando-os para se tornarem o núcleo da luta armada. Além disso, por meio de diversas formas e métodos, instruíram e despertaram amplas massas, incorporando-as, à medida que sua consciência se elevava, a várias organizações populares antijaponesas, como associações camponesas, antijaponesas e anti-imperialistas, associações revolucionárias de ajuda mútua e grupos infantis, ampliando assim as organizações revolucionárias.

Graças à sábia direção do grande Líder e à atividade dinâmica das organizações partidistas de todos os níveis, as consequências nocivas das revoltas de 30 de maio e de 1º de agosto foram superadas em vastas regiões ao longo do rio Tuman, as forças revolucionárias foram solidamente constituídas e essa região foi sendo transformada numa base estratégica para organizar e desenvolver a luta armada antijaponesa.

Consolidando firmemente as conquistas alcançadas na luta pela aplicação da linha organizacional revolucionária, o grande Líder camarada Kim Il Sung organizou e mobilizou as organizações partidistas e revolucionárias e as massas revolucionárias para participarem em vigorosas lutas de massas, a fim de fortalecê-las ainda mais na luta prática e amadurecer ainda mais a situação revolucionária.

As organizações partidistas e revolucionárias de diversas localidades desenvolveram amplas lutas de massas, desde lutas econômicas até lutas políticas, incluindo a luta pela redução dos arrendamentos pagos pelos camponeses, as reivindicações dos operários por aumentos salariais e melhores condições de trabalho e de tratamento, bem como a luta contra as manobras dos imperialistas japoneses para semear a discórdia entre as nacionalidades e contra a invasão japonesa da Manchúria.

De setembro a dezembro de 1931, uma grande luta pela colheita foi travada em toda a região da Manchúria Oriental. A luta pela colheita, da qual participaram mais de cem mil camponeses da Manchúria Oriental, começou com reivindicações pela redução dos arrendamentos e evoluiu para uma luta violenta de grandes proporções contra os imperialistas japoneses e os latifundiários cruéis.

Por meio da luta pela colheita, as organizações partidistas foram ainda mais fortalecidas e consolidadas. Nas chamas dessa luta, as forças centrais da revolução cresceram rapidamente e amplas massas antijaponesas foram unidas, formando-se uma sólida base popular para a luta armada.

Na segunda metade da década de 1920, o grande Líder camarada Kim Il Sung colocou-se à frente da revolução e conduziu a revolução coreana por um novo caminho, o caminho do Juche, abrindo assim uma nova etapa do desenvolvimento revolucionário e dando início à causa revolucionária do Juche.

O grande Líder organizou a União para Derrotar o Imperialismo, a primeira verdadeira organização revolucionária comunista de nosso país, criou a ideia reitora da revolução coreana, a Ideia Juche, e apresentou a linha revolucionária e a orientação para a fundação do partido com base nessa ideia. Além disso, criou a primeira organização partidista jucheana e, tomando-a como núcleo, deu prosseguimento ao trabalho de construção das organizações partidistas.

Os comunistas da nova geração, formados pelo grande Líder camarada Kim Il Sung, e as fileiras revolucionárias comunistas jucheanas cresceram rapidamente e surgiram como a força dirigente da revolução. Sob a liderança do grande Líder, seguiram um caminho revolucionário inteiramente novo, diferente daquele da primeira geração do movimento comunista.

Os comunistas da nova geração consolidaram sua unidade organizativa e ideológica em torno do grande Líder camarada Kim Il Sung e desenvolveram incessantemente a luta revolucionária com base na Ideia Juche, na linha revolucionária jucheana que a concretizava e na orientação independente para a fundação do partido.

Ampliando e fortalecendo rapidamente as organizações partidistas, as organizações da União da Juventude Comunista, as organizações de massas e as organizações armadas revolucionárias, os comunistas da nova geração prepararam-se para levar o movimento de libertação nacional antijaponês a uma nova etapa: a etapa da luta armada.

História do Partido do Trabalho da Coreia, páginas 33 a 39,  Editora do Partido do Trabalho da Coreia

Grupo de design arquitetônico competente na criação e na educação

Os projetos apresentados por professores e estudantes do Departamento de Design de Interiores e Mobiliário da Faculdade de Arquitetura nº 2 da Universidade de Arquitetura de Pyongyang foram altamente apreciados no 23º Festival de Arquitetura 21 de Maio, realizado em maio.

O departamento incentiva a criação de designs para que todas as construções sejam singulares e reflitam intensamente a missão, os objetivos e as características dos objetos. Além disso, desenvolve e aplica novos métodos de composição arquitetônica e decoração ao estilo coreano, com base em um estudo aprofundado das tendências mundiais do desenvolvimento arquitetônico.

Diversos designs elaborados pelo departamento foram amplamente incorporados aos projetos da política de desenvolvimento local do Partido do Trabalho da Coreia. Entre eles estão o método de aproveitamento do espaço dos telhados de edifícios públicos em regiões montanhosas, o método de composição do espaço funcional interno de edifícios públicos em um estilo singular, o método de realçar o caráter nacional por meio da decoração colorida das colunas, o método de coloração e iluminação para destacar o caráter nacional nos espaços internos e o modelo de um edifício administrativo integrado.

Muitos métodos de design e projetos concebidos pelo corpo docente foram registrados como realizações científicas e tecnológicas e receberam grande reconhecimento em apresentações nacionais de ciência e tecnologia no setor da construção e em exposições de design industrial.

O departamento também elabora e divulga amplamente métodos de ensino que contribuem para aprimorar os conhecimentos dos estudantes. Por exemplo, o método de ensino que utiliza a experiência virtual em um modelo de ambiente interno com visualização dos dois lados, durante a avaliação conjunta dos projetos, foi introduzido e generalizado em todo o país, por demonstrar grande eficácia no aprimoramento da capacidade dos estudantes de conceber espaços interiores.

Atualmente, os estudantes do departamento apresentam competitivamente designs novos e singulares nas exposições de designs arquitetônicos realizadas na universidade em diversas ocasiões. Em fevereiro do ano passado, Choe Un Gyu, estudante da universidade, apresentou a um fórum científico promovido pela Universidade Estatal de Astracã, na Rússia, um trabalho sobre o método de design para preservar a identidade nacional por meio de dispositivos de iluminação e da iluminação dos espaços interiores, atraindo a atenção dos círculos acadêmicos.

"A ambição de todos os professores, pesquisadores e estudantes do nosso departamento é contribuir ativamente para que nossa arquitetura seja, tanto no nome quanto na realidade, uma arquitetura baseada no princípio da primazia das massas populares, refletindo o senso estético da época e as aspirações e exigências do povo", declarou Kim Ho Nam, chefe da seção do departamento.

Pyongyang Times

Mun Song Sul

O camarada Mun Song Sul nasceu em 15 de março de 1925, em uma família de camponeses pobres da cidade de Kaechon, na província de Pyongan Sul. Perdeu o pai ainda cedo e, a partir dos dez anos de idade, trabalhou em uma mina de carvão sob o domínio colonial japonês, vivendo em meio à exploração e à discriminação. Após a libertação do país, estudou na Escola do Partido da província de Pyongan Sul e iniciou sua trajetória como funcionário partidista, trabalhando como instrutor do Comitê do Partido do condado de Kaechon (na época). Em 1959, aos 34 anos, assumiu o cargo de presidente do Comitê do Partido do condado de Kangso (na época).

Durante seu trabalho em Kangso, o camarada Mun Song Sul teve a oportunidade de acompanhar de perto o grande Líder camarada Kim Il Sung, que lhe ensinou métodos de trabalho partidista durante o desenvolvimento do espírito e do método de Chongsan-ri. Sob sua orientação, aprendeu a conhecer as condições de vida dos camponeses, a identificar os problemas existentes na base e a prestar assistência prática aos funcionários locais. Ao preparar o relatório de uma reunião plenária do comitê partidista do condado, recebeu a orientação de redigi-lo pessoalmente, adquirindo experiência e desenvolvendo suas capacidades como funcionário partidista.

Na década de 1970, o camarada Mun Song Sul foi chamado a trabalhar no Comitê Central do Partido, por recomendação do grande Líder camarada Kim Il Sung. Sob a orientação do grande Dirigente camarada Kim Jong Il, participou dos trabalhos destinados a fortalecer a organização partidista e estabelecer uma disciplina organizacional rigorosa em todo o Partido. Desempenhou suas funções com dedicação, contribuindo para a implementação das orientações partidistas e para o fortalecimento da unidade organizacional. Ao longo dos anos, recebeu responsabilidades cada vez maiores e chegou a ocupar o cargo de primeiro vice-diretor de um departamento do Comitê Central do Partido.

O camarada Mun Song Sul faleceu em 10 de março de 1999, aos 73 anos. Durante sua trajetória, recebeu a confiança e a orientação do grande Líder e do grande General, que reconheceram sua dedicação e suas contribuições à organização do Partido. Sua vida é recordada como a de um quadro partidista que trabalhou durante décadas pelo fortalecimento organizacional do Partido do Trabalho da Coreia e pela execução de suas orientações.