sábado, 2 de maio de 2026

Estimado camarada Kim Jong Un reúne-se e tira foto com os participantes do 11º Congresso da UJPS

O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, reuniu-se no dia 2 com os participantes do 11º Congresso da União da Juventude Patriótica Socialista (UJPS).

Acompanhavam-no os secretários do Comitê Central do PTC, Kim Jae Ryong, Ri Il Hwan e Ju Chang Il, bem como o diretor da Direção Política Geral do Exército Popular da Coreia, Kim Song Gi.

Os participantes estavam profundamente emocionados pela gloriosa e alegre oportunidade de ver o camarada Kim Jong Un, num momento em que iniciam a luta de uma nova etapa de inovação com redobrado entusiasmo e ímpeto, e com grande orgulho por desempenharem o papel de vanguarda na linha de frente da luta pela realização da causa do PTC.

Quando o camarada Kim Jong Un chegou à esplanada em frente ao local do congresso, irromperam estrondosas aclamações ao destacado dirigente do movimento juvenil coreano de caráter Juche e generoso pai de toda a juventude do país.

Delegados juvenis, homens e mulheres, ofereceram-lhe ramos de flores com grande reverência.

O camarada Kim Jong Un felicitou calorosamente o presidente e os vice-presidentes recém-eleitos do 11º período do Comitê Central da UJPS, apertando a mão de cada um deles.

Em seguida, reuniu-se com os delegados juvenis que se destacaram por méritos especiais e conduta comunista em prol da prosperidade da pátria e do regime socialista ao estilo coreano, avaliando seus esforços.

Depois, respondeu às calorosas aclamações dos participantes, felicitando todos aqueles que concluíram com êxito o 11º Congresso da UJPS, realizado sob a atenção especial e as grandes expectativas do Partido e do povo.

"Ao longo da história, a juventude coreana sempre compartilhou a mesma ideia e os mesmos ideais do Partido, e sua vida digna esteve ligada ao processo de construção e desenvolvimento do nosso Estado. Contudo, nunca houve um período como o atual, no qual se manifestam de forma tão destacada a elevada consciência patriótica, o intenso entusiasmo revolucionário e a ousadia corajosa da juventude nas amplas esferas da construção socialista", disse, acrescentando que as nobres virtudes e o forte espírito combativo da juventude coreana, que não se vê em nenhum outro país, simbolizam o poder do Estado.

Destacou que as páginas marcadas pelo sangue e suor da juventude tornam-se cada vez mais numerosas, e que feitos lendários são continuamente criados pelos jovens na era de grandes transformações, o que constitui grande orgulho para o Partido e uma poderosa força motriz da causa, enfatizando a necessidade de fortalecer continuamente a força e a honra da UJPS, poderosa vanguarda da juventude patriótica, nesta época marcada por heroísmo e coragem sem precedentes.

Salientou que a realidade atual, na qual recaem novas e enormes tarefas de luta sobre o Partido e a revolução, exige avanços ainda mais vigorosos e atuação mais ativa da juventude, sublinhando a importância de orientar todo o trabalho da UJPS para formar todos os jovens como ardentes patriotas que encontrem o orgulho e a felicidade da juventude na realização dos ideais do Partido, considerando-os como objetivo de vida.

Enfatizou que o avanço vigoroso do destacamento juvenil, firmemente unido sob a bandeira do patriotismo, representa a vitalidade da nova era de transformações e o progresso incessante da causa.

Destacou ainda a necessidade de fortalecer as organizações de base para que o espírito revolucionário e a combatividade da juventude sejam transmitidos de geração em geração, bem como de dinamizar os movimentos de massas de caráter revolucionário, ou seja, os movimentos patrióticos socialistas, que contribuem para formar os jovens como pioneiros e construtores da nova época, de modo que o processo de implementação das resoluções do Congresso do Partido seja coroado com feitos da juventude que impulsionem todo o país.

O camarada Kim Jong Un tirou uma fotografia junto aos participantes do congresso, expressando a convicção de que a UJPS abrirá uma nova era de maior dinamismo no movimento juvenil coreano, estimulando o elevado entusiasmo revolucionário e o espírito patriótico dos jovens de vanguarda.

Novamente ecoaram entusiásticas aclamações dos participantes, profundamente comovidos pela confiança e pelo afeto do grande líder.

Seguindo o apelo do presidente do Comitê Central da UJPS para serem jovens patrióticos socialistas que glorifiquem a era de Kim Jong Un, os participantes entoaram palavras de ordem de lealdade e patriotismo.

O camarada Kim Jong Un dirigiu palavras de encorajamento combativo aos jovens de vanguarda.

Todos os participantes estavam repletos de entusiasmo para levar adiante com firmeza e pureza a orgulhosa tradição do movimento juvenil coreano, que sempre respondeu com luta heroica ao chamado do Partido e da pátria, e para criar novos milagres e feitos nas frentes das grandes transformações abertas pelo 9º Congresso do PTC.

Declaração do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

À pergunta formulada por um repórter da Agência Central de Notícias da Coreia sobre a difusão, por parte dos Estados Unidos, de rumores acerca de uma infundada “ameaça cibernética” da República Popular Democrática da Coreia, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da RPDC deu, no dia 3, a seguinte resposta:

Nos últimos tempos, os Estados Unidos tentam disseminar na sociedade internacional uma percepção errônea sobre a RPDC, falando repetidamente da inexistente “ameaça cibernética” da RPDC por meio de instituições governamentais, meios de comunicação venais e entidades conspiradoras.

O único ponto comum em suas alegações é que todos os atos fraudulentos relacionados à área cibernética que ocorrem em diferentes partes do mundo estariam ligados à RPDC e que a principal “vítima” deles seria justamente os Estados Unidos, que se vangloriam de sua superioridade mundial em tecnologia cibernética.

Não é convincente para ninguém o fato de os Estados Unidos se apresentarem como “vítima”, quando recorrem a ataques cibernéticos indiscriminados contra outros países, tendo sob seu controle a infraestrutura global de tecnologia da informação.

Sendo uma continuação da política hostil anti-RPDC mantida até hoje, tal comportamento dos Estados Unidos não passa de uma difamação absurda, destinada a denegrir a RPDC mediante a divulgação de informações falsas com objetivos políticos.

A RPDC mantém a posição política inalterável de defender o espaço cibernético, patrimônio comum de toda a humanidade, contra todos os atos nocivos, e de rejeitar categoricamente qualquer tentativa maliciosa de utilizar a questão cibernética como instrumento político para violar a soberania e interferir nos assuntos internos.

A RPDC jamais tolerará as tentativas provocativas das forças hostis, que se tornam cada vez mais abertas tanto no espaço cibernético quanto em outras esferas, e adotará ativamente todas as medidas necessárias para defender os interesses do Estado e os direitos e interesses dos cidadãos.

Agência Central de Notícias da Coreia

A ardilosa manobra que visa ampliar as relações de conluio militar

O governo japonês acabou por revisar os “três princípios de transferência de equipamentos de defesa” e suas diretrizes de operação.

De acordo com a revisão decidida em 21 de abril, foram abolidas as diretrizes anteriores que limitavam a exportação de equipamentos militares a cinco categorias — resgate, desminagem, transporte, vigilância e monitoramento — passando a permitir a exportação de armas com capacidade letal. Também foi adicionada a justificativa de “casos excepcionais” para permitir exportações de armas a países em conflito.

O principal objetivo das autoridades japonesas ao insistirem na revisão desses princípios, apesar da oposição e condenação internas e externas, é estabelecer uma base que permita a intervenção em conflitos armados internacionais sob o pretexto de exportação de armas. Ao mesmo tempo, buscam revitalizar a indústria militar e acelerar a militarização da economia, consolidando sua posição como um Estado voltado para a guerra.

O Japão está abandonando até mesmo a aparência de “Estado pacífico” que vinha sustentando e revelando abertamente sua natureza de Estado militar.

A derrubada das restrições à exportação de armas pelo Japão é algo que não pode ser ignorado.

Isso porque cria condições para acelerar a transformação do país em uma potência militar por meio de conluios e cooperação militar com outros países, especialmente membros da OTAN.

Ao longo do tempo, as forças governantes japonesas têm atuado, aberta e secretamente, para trilhar o caminho do militarismo e de um Estado de guerra.

A substituição dos “três princípios de exportação de armas”, mantidos desde 1967, pelos “três princípios de transferência de equipamentos de defesa” ocorreu em abril de 2014, durante o governo Abe. Com isso, passou-se de uma proibição de princípio à exportação de armas e tecnologias relacionadas para um sistema que permite exportações sob determinadas condições. Na época, o gabinete Abe declarou que, em casos “diretamente ligados à segurança”, seriam permitidos o “desenvolvimento e produção conjuntos internacionais” e o “fortalecimento da cooperação em segurança e defesa”.

Com base nisso, o Japão iniciou a exportação de componentes de mísseis terra-ar para os Estados Unidos e o desenvolvimento conjunto de tecnologia de mísseis para aeronaves de combate com o Reino Unido. No ano seguinte, grandes empresas da indústria militar, como Mitsubishi Heavy Industries e Kawasaki Heavy Industries, participaram de projetos conjuntos de desenvolvimento de submarinos avaliados em centenas de bilhões de dólares, ampliando o caminho para a expansão internacional dessas empresas. Em poucos anos após a adoção dos novos princípios, o Japão fortaleceu sua cooperação militar com países membros da OTAN e com várias nações da região da Ásia-Pacífico, incluindo a Austrália, por meio de acordos de transferência de equipamentos e tecnologia e do desenvolvimento conjunto de armamentos.

Atualmente, o Japão firmou acordos desse tipo com 17 países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha.

Com a revisão recente, ampliando significativamente o escopo e a escala das exportações de armas, o Japão estabeleceu uma base institucional para fortalecer ainda mais sua cooperação militar com outros países.

Após a revisão, uma autoridade japonesa declarou em rede social que, “diante de um ambiente de segurança cada vez mais severo, tornou-se impossível para um único país garantir paz e segurança”.

O jornal "Nihon Keizai Shimbun" também afirmou que, diante de ameaças de países vizinhos, “cresce a necessidade de fortalecer a cooperação com forças militares de aliados como os Estados Unidos e a Austrália”.

Tudo isso expõe ainda mais claramente a intenção das autoridades japonesas de intensificar seus esforços para se tornar um Estado de guerra.

Em meio à crescente movimentação no cenário político japonês para revisar a atual Constituição, que renuncia ao direito de guerra e à participação em conflitos, não há como ocultar que o verdadeiro objetivo do fortalecimento das relações militares com outros países não é “defesa” ou “resposta a ameaças”, como alegam os governantes e a imprensa alinhada.

A comunidade internacional percebe cada vez mais claramente a verdadeira natureza do Japão, que, obcecado em realizar ambições de agressão, avança rapidamente pelo caminho do militarismo.

Un Jong Chol

Rodong Sinmun 

Os atos de saque predatório dos recursos pesqueiros pelo imperialismo japonês

À medida que a geração muda e a revolução avança, tenhamos uma consciência de classe anti-imperialista mais forte

O grande Dirigente camarada Kim Jong Il ensinou:

"O imperialismo japonês é um inimigo cheio de rancor que, no passado, durante quase meio século, transformou a Coreia em colônia e impôs ao nosso povo incontáveis desastres e sofrimentos."

Entre os crimes contra a humanidade cometidos pelo Japão no passado está também o saque indiscriminado dos abundantes recursos pesqueiros do nosso país.

Desde antes, infiltrando-se clandestinamente em nossos mares e praticando pesca ilegal, o imperialismo japonês, após a ocupação da Coreia, passou a intensificar sistematicamente a pilhagem dos recursos pesqueiros.

Eles fabricaram a chamada “Lei de Pesca”, um instrumento predatório destinado a esgotar completamente os recursos do nosso país.

Seu objetivo era restringir a atividade pesqueira dos pescadores coreanos e ampliar os direitos de pesca japoneses, assegurando o domínio e a exploração monopolista dos recursos marítimos.

De forma astuta, o imperialismo japonês elaborou posteriormente diversas leis adicionais para reprimir ao máximo as atividades pesqueiras dos nossos pescadores e criar condições favoráveis à exploração por capitalistas japoneses.

A dimensão do saque pode ser percebida pelo fato de que a captura média por pescador japonês em águas coreanas era de 7 a 8 vezes maior do que em águas japonesas, além de casos em que navios de transporte, após levar pescado ao Japão, retornavam trazendo até sete novas embarcações adquiridas com o lucro obtido.

Além disso, criaram diversos “regulamentos de inspeção” para confiscar produtos marinhos de alta qualidade, como algas, vendendo-os a altos preços no mercado internacional e obtendo lucros exorbitantes.

Após se apropriar dos pesqueiros do nosso país, o imperialismo japonês forçou inúmeros coreanos a trabalhar em mares perigosos, causando muitas mortes, enquanto buscava apenas aumentar seus próprios lucros.

Os crimes cometidos na região de Monggumpo, um conhecido ponto cênico do nosso país, ainda hoje causam indignação.

Mesmo em condições climáticas adversas, obrigavam os coreanos a sair para pescar, o que resultou na morte de muitos.

Não satisfeitos, elaboraram planos ainda mais cruéis: utilizar pessoas como isca para atrair peixes.

Para evitar suspeitas, recrutavam pessoas deslocadas e sem vínculos locais, impediam que se conhecessem entre si, levavam-nas ao mar, assassinavam-nas e utilizavam seus corpos como isca.

Um sobrevivente que testemunhou essas atrocidades na região de Monggumpo declarou:

Ao observar o mundo, vê-se que invasores e saqueadores sempre cometeram massacres. Mas nunca houve assassinos tão cruéis quanto os japoneses, que mataram inocentes e os usaram como isca para peixes…

De fato, o imperialismo japonês foi um grupo de saqueadores extremamente brutal, que explorou os recursos naturais do nosso país por métodos sem precedentes na história da agressão mundial, tornando-se um inimigo histórico imperdoável.

Rodong Sinmun

Os abundantes recursos de água mineral terapêutica do nosso país

O grande Dirigente camarada Kim Jong Il ensinou: 

"Nosso país é, em qualquer lugar que se vá, uma terra de belas montanhas e águas límpidas."

Entre os abundantes recursos de águas minerais do nosso país encontram-se também águas minerais. Esses recursos constituem um dos meios eficazes para promover a saúde do povo e tratar doenças, sendo um precioso recurso natural terapêutico do país.

Desde tempos antigos, nossos antepassados chamavam as boas águas que brotam das montanhas de “água de nascente” ou “fonte da longevidade” e as utilizavam amplamente. Nesse processo, a eficácia dessas águas para a saúde e a longevidade foi reconhecida empiricamente, e muitos métodos e técnicas de aproveitamento foram desenvolvidos.

Como essas águas contribuem significativamente para a proteção da saúde e o tratamento de doenças, também se intensificaram os trabalhos de prospecção.

No nosso país, a exploração sistemática dessas águas começou há várias décadas, e até hoje já foram identificadas centenas delas.

Em geral, consideram-se águas minerais aquelas que possuem uma quantidade relativamente elevada de minerais, especialmente quando atendem aos critérios higiênicos estabelecidos para águas naturais.

As águas minerais do nosso país apresentam certas características quando comparadas às de outros países.

Primeiro, são numerosas em relação à área territorial.

Além disso, estão distribuídas de forma relativamente uniforme pelas regiões, o que constitui uma vantagem importante para sua utilização.

Também no que diz respeito à composição química, a maioria dessas águas possui propriedades eficazes para a proteção da saúde e a prevenção e tratamento de doenças.

Segundo especialistas, regiões onde as águas possuem pH levemente alcalino e maior concentração de íons cálcio em relação aos íons sódio apresentam maior incidência de pessoas longevas.

A água é um elemento essencial à vida humana, consumido ao longo de toda a existência, e por isso seu estudo tem sido aprofundado, revelando sua grande importância para a saúde e a longevidade.

Em geral, águas consideradas benéficas à saúde e à longevidade são aquelas que atendem aos padrões higiênicos e possuem características próprias em sua composição e propriedades.

Do ponto de vista da avaliação higiênica, a água mineral deve ser incolor, limpa, sem odor, sem gosto estranho e com temperatura adequada.

Além disso, sua composição química deve satisfazer os requisitos sanitários.

A avaliação de seus efeitos na saúde e na longevidade também leva em conta o grau de benefício que proporciona.

No nosso país, há muitas fontes que se enquadram nos padrões estabelecidos para esse tipo de avaliação.

Somente na cidade de Pyongyang existem dezenas de fontes com alto teor mineral e benéficas à saúde, incluindo as fontes Mangyongdae nº 1 e nº 2. Outras, como as de Ponghwari, Taesonggol, Samma e Pyongchon, distribuídas em diversos distritos da cidade, atraem a atenção de especialistas por sua eficácia na prevenção e tratamento de doenças do sistema digestivo e do sistema cardiovascular.

A fonte Sindok, localizada no condado de Onchon e registrada como monumento natural, é conhecida mundialmente pela qualidade de sua água.

Além disso, ao observar o mapa de distribuição, percebe-se que em várias regiões de Pyongan Sul, Nampo, Hwanghae Norte, Hwanghae Sul e Kangwon brotam águas de excelente sabor e benéficas à saúde e à longevidade.

Há inúmeras fontes ricas em minerais, de excelente sabor e alto índice de saúde, como as de Yangdok e Okgye, bem como outras de sabor marcante como Dami e Ryonggang, além das famosas fontes de Taetan e Yontan, conhecidas há muito tempo por sua eficácia no tratamento de diversas doenças.

A fonte Jongbangsan, situada na encosta do monte Jongbang, em Jongbang-ri, na cidade de Sariwon, é uma conhecida fonte de longevidade que reflete o cuidado dedicado ao povo, oferecendo água de excelente qualidade e com bons índices de saúde.

Embora essas águas sejam benéficas, seus efeitos variam significativamente conforme o modo de utilização, tornando de grande importância prática o estudo e a aplicação correta de seus métodos de uso.

Os métodos de utilização incluem o uso interno e externo. Um dos métodos tradicionais é o consumo direto.

Beber essa água pela manhã, em jejum, favorece sua absorção, purifica o sangue, dilata os vasos sanguíneos, melhora a circulação, aumenta a elasticidade vascular, reduz a pressão arterial e previne doenças cardiovasculares e cerebrais. O consumo regular também melhora as funções endócrinas, cardíacas, hepáticas e gástricas, fortalece o sistema imunológico e ajuda a prevenir resfriados, doenças de pele, artrite e inflamações da garganta.

Ao utilizá-la para consumo, o ideal é bebê-la diretamente da fonte, pois assim suas propriedades e composição são preservadas ao máximo, proporcionando maior efeito ao organismo.

Recomenda-se consumi-la naturalmente, sem alterações, e em pequenos goles.

Quanto ao uso externo, pode-se realizar banhos terapêuticos, como imersão ou banho de água corrente, utilizando água aquecida após uma ou duas horas das refeições.

Atualmente, a demanda mundial por águas de nascente benéficas à saúde está crescendo rapidamente, assim como sua produção.

Em conformidade com a correta política de proteção ambiental do Partido, no nosso país continuam sendo aprofundadas as pesquisas de novos recursos de água mineral, aumentando constantemente o número de fontes que atendem aos padrões de saúde e longevidade.

Kim Ok Byol

Rodong Sinmun

A história de dois corações que ainda hoje desperta a verdadeira postura de lealdade — Relembrando falas marcantes do filme artístico "Coração da Juventude"

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Todos os funcionários, militantes do Partido e trabalhadores devem ligar seus corações ardentes ao pátio do Comitê Central do Partido e seguir eternamente um único caminho, compartilhando ideias, respiração e passos com o Partido."

Em reuniões ou balanços de vida, todos repetem facilmente: que lutarão dedicando tudo, até a própria vida, pelo Partido e pela revolução.

Mas colocar esse juramento em prática nunca é algo fácil.

Mesmo no caso do engenheiro Myong Ho, do filme "Coração da Juventude", ele, após praticamente concluir um importante projeto de pesquisa essencial para cumprir o prazo de reparos, vacila e recua diante do teste final que envolve risco de vida.

A protagonista Chae Suk descobre esse fato ao ler a carta de Hae Yon no caminho de volta após concluir sua participação no grupo das três revoluções e decide retornar resolutamente.

Ao ouvir do engenheiro Myong Ho a confissão de que não tem coragem para enfrentar o teste perigoso, ao qual havia ido com uma tênue esperança, a protagonista clama em seu íntimo: em vez de viver toda a vida como um ser covarde que pensa apenas em si, prefiro viver um único dia como um ser humano puro e verdadeiro.

Essa era sua convicção e vontade inabaláveis. Por isso, na carta que escreve à irmã após decidir realizar sozinha o teste perigoso, há o seguinte trecho:

"…vi outro dia um poema com um verso assim: “Antes de oferecer teu coração ao Partido, não chames o Partido de mãe”…

Eu devo levar o teste até o fim. Essa é uma exigência severa da revolução. Em vez de fugir disso, prefiro cumprir fielmente a revolução e, como revolucionária, oferecer minha vida.

Claro, todo ser humano tem um coração. Mas um coração que vive apenas para si mesmo já é um coração morto…"

Não devemos encarar como simples falas de um filme a voz sincera de um membro do grupo das três revoluções que afirma que apenas o coração que bate disposto a dar a vida para cumprir as exigências da época e da revolução — assumidas como ordens supremas do Partido — é um coração vivo, enquanto o coração que bate apenas por si mesmo é um coração morto.

Aqui está um verdadeiro lema de vida que ensina qual deve ser a postura de um leal genuíno.

Coração vivo ou coração morto?

Se essa pergunta for feita, todos responderão que possuem um coração vivo.

Mas entre nós não faltam pessoas que, embora falem facilmente de lealdade e patriotismo, recuam no momento decisivo em que precisam se sacrificar; que transferem discretamente suas responsabilidades para outros e apenas observam; que evitam dificuldades e depois se justificam; ou que, quando surgem problemas, empurram a responsabilidade para cima e para baixo, adotando uma postura de autoproteção.

Essas pessoas devem ter em mente que seus corações não são corações vivos dedicados ao Partido, à revolução, à pátria e ao povo, mas corações mortos voltados apenas para si mesmas.

Se alguém segue apenas o caminho seguro pensando em si mesmo, indiferente à implementação das políticas do Partido ou ao desenvolvimento da unidade, como pode ser chamado de ser humano da nossa época, de revolucionário?

Como ensinou o estimado camarada Secretário-Geral, diante do chamado da pátria e do povo, não se deve responder com palavras, mas com ações, oferecendo o próprio corpo — essa é a postura de um patriota.

É justamente na disposição de sacrificar até a vida pela sociedade e pelo coletivo, pela pátria e pelo povo, que reside o verdadeiro valor e sentido da vida humana.

Assumir como próprios os problemas e dificuldades do Partido e do Estado e dedicar-se à sua solução é importante para todos, mas é uma questão especialmente crucial para os funcionários, que são os comandantes da revolução.

A cena da reunião realizada na oficina de reparos, contrastando a posição de uma jovem operária de torno que propõe cumprir em três meses um plano de seis meses com iniciativa e consciência, com a do chefe da unidade que, ignorando essa proposta, exige o reforço de 20 trabalhadores alegando impossibilidade de cumprir o prazo com os recursos atuais, levanta questões sérias.

Enquanto o grande Líder se preocupa profundamente com o uso de métodos de mobilização excessiva, por que, ao receber suas orientações, todos fazem autocríticas sinceras, mas depois, na prática, adotam atitudes tão diferentes? — a pergunta angustiada da protagonista é profundamente tocante.

"Então, será que temos dois corações — um que sofre junto quando o Partido sofre, e outro que busca caminhos fáceis quando surgem dificuldades?"

Precisamos apenas de um único coração que bata para cumprir as exigências do Partido e da revolução — um coração ardente que viva intensamente com um só propósito, uma só respiração junto ao Partido.

Todo ser humano da nossa época, todo quadro dirigente da era de desenvolvimento integral, deve perguntar a si mesmo, a cada dia e a cada momento: meu coração é vivo ou morto? Ele está batendo até a última gota de sangue para cumprir as políticas do Partido? — e assim orientar sua vida.

Recordemos as palavras do diretor da fábrica, tomado por profunda autocrítica ao final da reunião.

E guardemos isso em mente a cada instante, em cada passo, aplicando-o no trabalho e na vida:

"Não podemos ter dois corações."

Kim Hyang Ran

Rodong Sinmun 

Sobre o sistema de serviços médicos para toda a população

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Deve-se melhorar a qualidade dos serviços médicos."

A construção de um sistema de serviços médicos para toda a população, que permita a todas as pessoas receber prescrições e tratamentos precisos em tempo oportuno, mediante a formação de uma rede integrada de serviços médicos digitais que conecte, de forma prospectiva, desde os hospitais centrais até hospitais das províncias, cidades e condados, postos de atendimento de emergência, clínicas e residências, é uma importante tarefa apresentada pelo 9º Congresso do Partido ao setor de saúde.

A rede digital de serviços médicos refere-se a uma infraestrutura de serviços de saúde que, tendo os hospitais centrais como núcleo, conecta instituições de tratamento e prevenção de todos os níveis e os lares dos residentes por meio de uma única rede de informação e comunicação.

O sistema de serviços médicos para toda a população é um sistema que permite receber convenientemente diversos tipos de serviços médicos por meio de apoio à saúde baseado em inteligência artificial, prescrição de medicamentos, consultas médicas e agendamentos.

Os residentes podem se inscrever no sistema de serviços médicos para toda a população utilizando a rede estatal de comunicação de dados (fixa e móvel) e receber os seguintes serviços médicos.

Primeiro, podem registrar e consultar seus dados de saúde ao longo de toda a vida e realizar o autocuidado por meio de funções inteligentes de apoio à saúde.

Os residentes podem, por meio da internet das coisas médica, registrar em tempo real a temperatura corporal, a pressão arterial, o pulso, a respiração e a glicemia, recebendo apoio inteligente à saúde.

Além disso, auxilia os profissionais de saúde a consultarem os dados dos residentes e a realizarem diagnósticos e tratamentos de forma rápida e precisa.

Segundo, permite consultar os resultados de diagnósticos e tratamentos realizados em instituições médicas de todos os níveis, incluindo hospitais centrais, e discutir com os profissionais de saúde os métodos de tratamento.

Os pacientes podem receber de forma conveniente, em seus telefones móveis, os resultados de exames laboratoriais e de imagem, sem a necessidade de retornar ao hospital no dia seguinte para obtê-los.

Terceiro, possibilita realizar por conta própria o tratamento e o gerenciamento da saúde com base nas prescrições e métodos de tratamento indicados pelos médicos.

Quarto, permite que os residentes realizem consultas médicas com especialistas a qualquer hora e em qualquer lugar, recebendo assistência médica de alta qualidade necessária para o cuidado da saúde e o tratamento de doenças.

Quinto, por meio do agendamento de serviços médicos, é possível receber atendimento de forma conveniente nas instituições e especialidades desejadas, bem como solicitar serviços de emergência e atendimento médico à distância.

Para formar a rede digital de serviços médicos e construir o sistema de serviços médicos para toda a população, é necessário que as instituições de tratamento e prevenção realizem a informatização integrada das atividades médicas e de gestão, permitindo o compartilhamento de registros clínicos entre elas.

Para elevar o nível de apoio à saúde dos residentes, deve-se construir uma base de dados de saúde por meio da internet das coisas médica.

Ao mesmo tempo, deve-se estabelecer uma infraestrutura informacional que permita a realização de consultas médicas em tempo real entre especialistas e residentes.

Com a introdução do sistema de serviços médicos para toda a população, os residentes poderão receber, a qualquer momento, serviços médicos científicos e rápidos de forma conveniente por meio da rede digital de serviços médicos.

Professor e Doutor Ri Hak Chol, diretor do departamento científico do Hospital Geral de Pyongyang

Rodong Sinmun