domingo, 14 de junho de 2026

Fábrica Farmacêutica de Pyongyang celebra seus 80 anos

O grande Líder camarada Kim Il Sung promoveu, em 14 de junho de 1946, a criação de uma base farmacêutica em nível estatal, indicou o rumo que ela deveria seguir e solucionou todos os problemas relacionados à produção e à gestão.

O grande Dirigente camarada Kim Jong Il confiou importantes tarefas de produção de medicamentos aos funcionários e operários da fábrica e enviou agradecimentos a eles quando alcançavam êxitos.

O estimado camarada Kim Jong Un apresentou o ambicioso projeto de transformá-la em um modelo da indústria farmacêutica do país, resolveu todos os problemas relacionados à sua remodelação e conduziu a fábrica à normalização da produção.

Ao longo dos anos, os trabalhadores da fábrica produziram grandes quantidades de medicamentos com o desejo de apoiar a política de saúde pública de nosso Partido.

No dia 13 realizou-se na própria fábrica a cerimônia comemorativa, com a participação de funcionários dos setores relacionados, empregados e trabalhadores da unidade.

Na ocasião, foi apresentado um informe comemorativo.

Agência Central de Notícias da Coreia

sábado, 13 de junho de 2026

Agravamento da situação de propagação do vírus Ebola

Desde que foi declarada, em 17 de maio, uma emergência de saúde pública de importância internacional relacionada ao surto de Ebola, a situação de propagação vem se agravando dia após dia.

No dia 11, o número de pessoas infectadas pelo vírus Ebola na República Democrática do Congo chegou a 676. O número de casos suspeitos ultrapassou 1.000 e o total de mortos alcançou 136.

A organização internacional de ajuda médica Médicos Sem Fronteiras divulgou uma declaração afirmando que a situação atual é extremamente grave e ressaltou que “nunca houve um surto de Ebola em que tantos casos fossem registrados em um período tão curto”.

A organização apontou que ninguém conhece com precisão a verdadeira dimensão e gravidade do atual surto e que, embora novos casos suspeitos sejam relatados diariamente, centenas de amostras ainda não foram examinadas.

Em Uganda, 19 pessoas foram infectadas pelo vírus Ebola e 2 morreram.

Também surgiu um caso suspeito de infecção pelo vírus Ebola no Brasil. Segundo informações, a pessoa havia retornado recentemente da República Democrática do Congo.

Foi confirmado que o surto atual foi provocado pelo “vírus Bundibugyo”, uma das variantes do vírus Ebola.

Atualmente não existe vacina nem medicamento capaz de combater esse vírus, cuja taxa de letalidade varia entre 25% e 50%.

A doença causada pelo vírus Ebola, identificada pela primeira vez em 1976 nas proximidades do rio Ebola, na República Democrática do Congo, espalhou-se rapidamente por países da África Central e Oriental, ceifando inúmeras vidas.

Entre 2014 e 2016, também se disseminou pela África e por diversas partes do mundo, provocando mais de 28.600 infecções e cerca de 11.300 mortes.

Entre os países mais afetados está a República Democrática do Congo, que enfrenta agora seu 17º surto de Ebola.

Muitos países estão aumentando a vigilância contra a propagação do vírus e reforçando as medidas de prevenção sanitária.

A Nigéria selecionou 21 regiões, incluindo a capital Abuja, o estado de Lagos e o estado de Enugu, como áreas com elevado risco de entrada do vírus Ebola e está preparando medidas rigorosas de resposta.

No Quênia, além do fortalecimento da vigilância e da quarentena em 26 pontos de entrada no país, estão sendo adotadas medidas emergenciais, incluindo a instalação de 17 centros de isolamento em todo o território nacional.

Em Angola, os trabalhos de controle sanitário estão sendo reforçados nas regiões fronteiriças, incluindo a medição da temperatura corporal dos viajantes que entram e saem do país.

No México, as medidas sanitárias nos aeroportos foram fortalecidas, e as pessoas provenientes da República Democrática do Congo estão sendo submetidas a isolamento por 21 dias.

Em Ruanda, cidadãos que viajaram ou passaram pela República Democrática do Congo estão sujeitos a quarentena obrigatória, enquanto a entrada de viajantes estrangeiros foi proibida.

O Canadá decidiu proibir por 90 dias a entrada de pessoas provenientes da República Democrática do Congo, de Uganda e do Sudão do Sul.

Em comunicado, as autoridades sanitárias canadenses informaram que cidadãos canadenses e estrangeiros que tenham viajado por áreas afetadas pelo surto serão submetidos a quarentena de 21 dias.

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde destacou que atualmente apenas cerca de 45% das pessoas que tiveram contato com infectados pelo vírus Ebola estão sendo rastreadas e monitoradas, enfatizando que essa taxa precisa ser elevada para mais de 90% a fim de controlar a propagação da doença.

Rodong Sinmun

Os atos terroristas abertamente incentivados pelo padrão duplo

Conforme foi noticiado, na noite de 22 de maio, o exército da Ucrânia realizou um ataque com drones contra uma escola profissional localizada na cidade de Starobelsk, na República Popular de Lugansk, matando mais de 20 pessoas e ferindo mais de 40. Na ocasião, havia 86 estudantes entre 14 e 18 anos na escola.

Entretanto, o Ocidente, que costuma falar tão frequentemente sobre direitos humanos e combate ao terrorismo, permaneceu completamente indiferente. Pelo contrário, procurou proteger seu subordinado ao divulgar a versão de que os drones ucranianos poderiam estar tentando atingir algum outro alvo na cidade e teriam sido abatidos pelos sistemas antiaéreos russos, caindo acidentalmente sobre o prédio da escola.

Os resultados da investigação mostraram que isso não correspondia aos fatos. O ataque foi realizado em três ocasiões distintas, e 16 drones atingiram o mesmo local.

A Rússia declarou que a alta liderança de Kiev havia acrescentado uma nova página ao seu histórico de crimes e anunciou fortes ataques de represália. Informou que realizaria ataques sistemáticos e contínuos contra empresas do complexo industrial-militar ucraniano em Kiev, advertindo membros de organizações internacionais e representações diplomáticas a deixarem a cidade, bem como recomendando aos moradores que evitassem aproximar-se das instalações administrativas e militares das autoridades de Zelensky.

Em resposta, a União Europeia convocou o representante russo junto ao bloco e apresentou protestos, afirmando que não poderia aceitar as advertências feitas pela Rússia.

Os ministros das Relações Exteriores dos países-membros da União Europeia declararam que discutiriam formas de aumentar a pressão internacional sobre a Rússia.

Poucos dias depois, ocorreu um incidente em que um drone caiu sobre o teto de um edifício residencial em uma cidade da Romênia.

A Romênia imediatamente alegou que a responsabilidade pelo ocorrido era da Rússia e decidiu fechar um consulado-geral russo.

O objetivo era desviar a atenção da comunidade internacional do ato terrorista cometido pela camarilha de Zelensky em Starobelsk.

Os países ocidentais têm demonstrado um grau extremo de descaramento diante da tragédia causada pelos atos terroristas da Ucrânia. Longe de expressarem condolências, classificam a disposição da Rússia de retaliar como uma “nova linha de agressão”.

Embora isso não seja algo novo, o problema reside justamente no padrão duplo do Ocidente.

Ou seja, os massacres e atos de destruição cometidos por seus aliados ou subordinados não são considerados terrorismo.

Há dois anos, ocorreu um grande atentado terrorista na região de Moscou, na Rússia. Entretanto, o Ocidente concentrou-se em uma campanha de propaganda destinada a negar o envolvimento dos serviços especiais ucranianos no incidente, ao mesmo tempo em que difundia alegações de que os próprios serviços especiais russos teriam participado do ocorrido.

O Ocidente não apenas protege e tolera as ações imprudentes das autoridades ucranianas, mas também as incentiva.

Segundo declarações de terroristas detidos em agosto do ano passado durante uma operação conjunta do Serviço Federal de Segurança da Rússia, da Guarda Nacional e do Ministério do Interior, eles haviam recebido treinamento de serviços de inteligência ocidentais e planejavam realizar diversos atos terroristas em território russo.

Atualmente, a maioria dos drones utilizados nos atos terroristas do exército ucraniano é produzida em países ocidentais.

Sob essa proteção, tolerância e incentivo do Ocidente, as autoridades ucranianas realizam sem hesitação atos terroristas considerados desumanos.

No dia 3 deste mês, a Ucrânia realizou mais um ataque terrorista com drones contra a Rússia.

Naquela manhã, elementos neonazistas ucranianos atacaram com drones um ônibus de linha que transportava civis na cidade de Yenakiieve, na República Popular de Donetsk, matando sete pessoas e ferindo onze.

No dia 8, foi realizado um ataque com drones contra um trem de passageiros que fazia a rota Moscou–Simferopol.

Também em relação a esses acontecimentos, o Ocidente continua mantendo silêncio.

Dessa forma, o padrão duplo do Ocidente continua incentivando abertamente a prática de atos terroristas.

Ho Yong Min

Rodong Sinmun

O eco da convicção

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“Somente quem conserva firmemente a convicção revolucionária pode percorrer até o fim o caminho da revolução e dedicar-se à pátria e ao povo.”

A história de uma mártir patriótica que partiu há mais de 70 anos, vislumbrando o futuro eterno de nossa República, continua ainda hoje ensinando profundamente às novas gerações como deve ser a convicção com que se serve ao Partido e à pátria.

No início de dezembro de 1950, numa colina da atual cidade de Sinpho, cerca de dez patriotas encontravam-se de pé, amparando-se mutuamente. Entre eles estava uma mulher na casa dos trinta anos, cujo aspecto havia sido tão cruelmente desfigurado pelas brutais torturas dos inimigos que já não era possível reconhecer sua aparência original.

Ela era a camarada Kim Pil Ryon, então presidente do Comitê da União das Mulheres de uma aldeia.

Antes da libertação, nascera como filha de um camponês e vivera submetida a toda sorte de humilhações e desprezo. Foi somente após o grande Líder camarada Kim Il Sung devolver a pátria ao povo que ela passou a desfrutar de uma vida verdadeiramente digna e feliz.

Nos dias da construção da nova pátria, trabalhou como deputada da Assembleia Popular do condado e como presidente do Comitê da União das Mulheres, contribuindo ativamente para mobilizar as mulheres para o movimento patriótico.

Em sua casa, ouviam-se constantemente vozes de mulheres aprendendo a ler e cantar, cheias de alegria, como se refletissem o pulsar vibrante da construção da nova pátria.

Dando exemplo prático nas campanhas de reforma agrária, entrega do imposto em espécie e doação patriótica de arroz, ela conduzia as massas à ação. Quando o imperialismo estadunidense desencadeou a guerra, colocou-se na linha de frente da luta para enviar mais alimentos e outros suprimentos necessários à frente.

Mesmo quando teve início a retirada estratégica temporária durante a guerra, continuou desenvolvendo incansavelmente o trabalho político destinado a fortalecer no povo a confiança na vitória.

“Não deem ouvidos às mentiras dos inimigos que dizem que a República caiu. Como temos o grande General, nossa República permanece firme.”

Sua confiança na República, que garantia uma vida independente ao povo, baseava-se precisamente em sua confiança absoluta no grande Líder, símbolo de todas as vitórias e glórias.

Certo dia, porém, ela foi infelizmente capturada pelos inimigos juntamente com vários outros patriotas.

Os imperialistas estadunidenses e os inimigos de classe recorreram a torturas bárbaras para tentar quebrar a convicção e a integridade dos patriotas. As atrocidades cometidas contra Kim Pil Ryon, presidente do Comitê da União das Mulheres da aldeia, eram particularmente inimagináveis para qualquer ser humano.

Mas quanto mais ferozes se tornavam as brutalidades dos inimigos, mais firme se tornava sua convicção e sua vontade.

Sempre que retornava à cela após as sessões de tortura, cantava com as mulheres que a cercavam a “Canção das Mulheres”, da qual tanto gostava.

Ao refletir sobre os versos que conclamavam a unir-se firmemente em torno do General, recordava com carinho os dias em que, na pátria libertada, desfrutava de uma vida digna e feliz como dona do país, em igualdade com os homens. Para ela, o grande Líder e o seio acolhedor de nossa República eram tesouros que não poderiam ser trocados por nada.

Por isso, diante de seus momentos finais, ela bradou:

“Escutem bem, seus patifes!

Nossa República, dirigida pelo grande General Kim Il Sung, viverá para sempre.

Viva o General Kim Il Sung!

Viva o Partido do Trabalho da Coreia!”

Esse grito de convicção fez os inimigos tremerem e ecoou alto pelos céus.

“Nossa República viverá para sempre.”

Por meio desse clamor ardente da mártir, podemos compreender profundamente o que ela contemplava e desejava em seus últimos instantes.

A vida é preciosa para qualquer pessoa.

Mas havia algo ainda mais precioso guardado em seu coração: a pátria e seu luminoso futuro.

A nobreza espiritual da mártir, que partiu acreditando firmemente no amanhã de sua terra natal, mais bela e próspera, e no futuro de uma pátria cada vez mais forte e florescente, continua erguendo firmemente, no coração das gerações posteriores, o pilar da convicção com que se serve ao Partido e à pátria.

Paek Kwang Myong

Rodong Sinmun

O escritor Jon Tong U, que contribuiu para o desenvolvimento da literatura de letras de canções

Figuras literárias e artísticas que deixaram marcas notáveis na história da literatura e arte Juche

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“A missão fundamental de nossa literatura e arte é incutir em todo o povo as ideias e intenções do Partido, mobilizando as massas para impulsionar a causa revolucionária do Juche.”

O camarada Jon Tong U foi um talentoso escritor que, ao longo de várias décadas de atividade criativa na literatura poética, deixou marcas notáveis na história da literatura e da arte Juche. Entre suas atividades literárias, a criação de letras de canções possui um significado especial.

Desde o início da década de 1970, graças à grande confiança do Partido, ele passou a trabalhar no Estúdio de Criação de Literatura Cinematográfica da Coreia. Desde então até os últimos dias de sua vida, dedicou toda a sua alma à criação de letras, produzindo cerca de 200 obras. Entre elas, muitas foram transformadas em canções célebres.

Certa vez, o estimado camarada Secretário-Geral afirmou que aprecia a canção “Serei Eternamente Seu Filho” e destacou que sua letra, escrita por Jon Tong U, especialmente as primeira e segunda estrofes, pode ser considerada uma das mais elevadas realizações da poesia lírica de nosso país.

Jon Tong U pôde criar numerosas letras célebres porque estava firmemente armado com as ideias e teorias literárias e artísticas do Partido e as aplicava integralmente em suas criações.

Ao orientar o trabalho no setor cinematográfico, o grande Dirigente camarada Kim Jong Il ensinou que as letras de canções não deveriam expressar de forma direta o conteúdo ideológico das cenas, mas representá-lo artisticamente com profundidade. Esse valioso ensinamento estimulou ao máximo o entusiasmo criativo e a sabedoria do escritor.

Foi assim que ele pôde criar brilhantemente a canção-tema “Pelo Único Caminho Desejado pelo Líder”, do filme artístico “As Águias da Montanha”, retratando de forma cotidiana e ao mesmo tempo filosoficamente profunda o mundo espiritual dos construtores de linhas de transmissão elétrica.

A lealdade infinita ao Partido reflete-se em todas as canções-tema cinematográficas que ele escreveu. Jon Tong U sempre refletia e pesquisava profundamente para conferir conteúdo filosófico a cada uma de suas letras.

A canção-tema do filme artístico “Canção das Recordações” é uma obra que retrata com sinceridade o mundo espiritual dos soldados do Exército Popular durante a Guerra de Libertação da Pátria. As inesquecíveis imagens dos professores e mães que se despediam dos estudantes enviados para a frente de combate, a indignação diante das montanhas e campos devastados pelos bombardeios e das grandes árvores consumidas pelas chamas, e sobretudo as lágrimas de sangue derramadas pelos soldados ao fecharem os olhos dos companheiros tombados nos ataques, tocaram profundamente seu coração. Afinal, o que tudo isso ensinava a nós?

Assim, ele escreveu em uma folha de manuscrito o título “Quem Me Ensinou?” e revelou, por meio de uma generalização artística, que a pátria é o bem mais precioso para o ser humano.

O grande Dirigente camarada Kim Jong Il afirmou que essa letra possuía profundidade filosófica e destacou especialmente o verso: “A bandeira ensanguentada herdada de meu companheiro de armas falou-me: é a pátria.” Ensinou ainda que esse verso constituía precisamente o núcleo da letra “Quem Me Ensinou?”.

Sob o caloroso amor do grande Dirigente, o escritor jamais conheceu o envelhecimento criativo ou a estagnação e, cheio de entusiasmo inesgotável, continuou produzindo letras notáveis que enriqueceram o jardim da literatura e da arte Juche.

Além das canções-tema de filmes, ele escreveu letras como “Encanto”, “Flameje, Bandeira da República, Nossa Bandeira Tricolor”, “Vejam-nos” e “Não Termine, Ó Noite de Pyongyang”, entre outras, refletindo a confiança absoluta no Partido e no líder, bem como o patriotismo, incentivando a luta do povo.

Por sua contribuição ao desenvolvimento da literatura de letras de canções em nosso país, Jon Tong U foi agraciado com o Prêmio Kim Il Sung.

A vida de Jon Tong U, que serviu ao Partido empunhando firmemente a caneta da convicção e criando obras-primas, continua brilhando até hoje junto com as canções que escreveu.

Rodong Sinmun

Realizado ato comemorativo pelo 80º aniversário da fundação da Fábrica Farmacêutica de Pyongyang

O ato comemorativo pelo 80º aniversário da fundação da Fábrica Farmacêutica de Pyongyang foi realizado no local no dia 13.

Participaram da reunião funcionários dos setores relacionados, bem como empregados e trabalhadores da fábrica, e houve um relatório comemorativo.

O orador afirmou que os 80 anos de história percorridos pela fábrica estão marcados pela trajetória de amor e dedicação dos grandes homens sem iguais, que consideraram o trabalho de promover a vida e a saúde do povo como uma importante questão de Estado e dedicaram esforços e zelo para proporcionar ao povo medicamentos de elevada eficácia.

Mencionou que o grande Líder camarada Kim Il Sung, em 14 de junho de 1946, tomou a benevolente medida de criar uma base nacional da indústria farmacêutica, indicou claramente o caminho que a fábrica deveria seguir e resolveu todas as questões surgidas na produção e na gestão administrativa.

Disse ainda que o grande Dirigente camarada Kim Jong Il, sempre que surgiam importantes tarefas de produção de medicamentos, confiava sua execução aos funcionários e à classe operária da fábrica e, quando alcançavam êxito, enviava-lhes mensagens de agradecimento repletas de benevolência.

Destacou que, graças ao grande amor e à sábia direção do estimado camarada Kim Jong Un, que nada poupa pelo povo, a fábrica está vivendo o período mais florescente de seu desenvolvimento.

Mencionou que o estimado camarada Secretário-Geral apresentou o grandioso projeto de transformar a fábrica em uma unidade-modelo e padrão da indústria farmacêutica do país, solucionou todos os problemas relacionados à sua reconstrução e modernização e a orientou energicamente para que elevasse continuamente o ritmo da produção.

Disse que, movidos unicamente pelo desejo de corresponder ao amor e à confiança do Partido, os empregados e trabalhadores da fábrica sustentaram fielmente, ao longo dos anos, a política de saúde pública de nosso Partido por meio de resultados concretos na produção de medicamentos.

O orador enfatizou que a fábrica enfrenta a tarefa de aumentar a variedade de medicamentos e normalizar a produção de acordo com as exigências da época em desenvolvimento e com as tendências mundiais da indústria farmacêutica, a fim de garantir plenamente ao povo medicamentos de alta qualidade.

Mencionou a necessidade de tomar a ciência e a tecnologia como linha vital, elevar continuamente o nível técnico e profissional, alcançar novas melhorias em todos os indicadores da produção farmacêutica e desenvolver ativamente os movimentos de acompanhar os avançados, aprender com os avançados, trocar experiências e promover a emulação socialista, de modo que toda a fábrica transborde de entusiasmo revolucionário e espírito criador.

O orador destacou que os empregados e trabalhadores da fábrica devem, com orgulho e honra por ocuparem um posto glorioso dedicado à proteção da vida e à promoção da saúde do povo, dedicar sua sabedoria e entusiasmo à produção de medicamentos, fazendo assim brilhar para sempre as realizações de direção do Partido.

Declaração do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Os Estados Unidos e seus países aliados realizaram reuniões conspirativas de guerra nuclear, como o chamado “Grupo Consultivo Nuclear” e o “Diálogo de Dissuasão Estendida”, ocasiões nas quais voltaram a proferir ameaças contra a República Popular Democrática da Coreia e a insistir em sua “desnuclearização”.

Falar do desarmamento nuclear da parte oposta em um cenário destinado a institucionalizar o uso de armas nucleares contra a RPDC e outros países da região e a discutir planos concretos para sua implementação não passa de uma ilusão vazia e irrealizável.

O Ministério das Relações Exteriores da RPDC condena e rejeita energicamente as manobras coletivas de confronto nuclear promovidas pelos Estados Unidos, Japão e República da Coreia, bem como a tentativa mal-intencionada dos países ocidentais de impor a um Estado soberano a violação de sua Constituição no cenário internacional. Ao mesmo tempo, adverte sobre as consequências que poderão resultar da repetição de tais atos provocativos.

As inúteis críticas verbais dos Estados Unidos e de seus seguidores, assim como sua coordenação de ameaças nucleares, não exercerão qualquer efeito sobre a posição irreversível da RPDC como Estado possuidor de armas nucleares.

A “desnuclearização” já é uma questão definitivamente encerrada de forma irreversível.

Recentemente, os Estados Unidos vêm fornecendo em grande escala à República da Coreia e ao Japão diversos equipamentos militares, incluindo modernos mísseis ar-ar, ao mesmo tempo em que se dedicam a exercícios de guerra que simulam o uso de armas nucleares. Essa realidade demonstra plenamente a razão e a necessidade de a RPDC dedicar-se com total empenho ao fortalecimento de sua indispensável capacidade de autodefesa para garantir a segurança do Estado.

A construção do escudo nuclear impulsionada pela RPDC constitui um processo legítimo destinado a impedir intervenções e ameaças externas, garantir a soberania e a segurança do Estado e preservar a paz e a estabilidade da região.

Diante da ameaça cada vez mais concreta do uso de armas nucleares por parte dos países adversários, estão sendo adotadas, em todas as esferas, medidas técnico-militares que utilizam todas as capacidades e meios disponíveis da RPDC.

Com base no princípio de garantir a segurança e a paz por meio de uma força poderosa, permanece firme e inabalável nossa determinação de controlar e administrar, com armas nucleares, as ameaças nucleares dos países adversários que pretendem atentar contra a soberania e a segurança absolutamente invioláveis da RPDC.

Por mais que os Estados Unidos, o Japão e a República da Coreia insistam, jamais conseguirão alterar a atual posição da RPDC como Estado possuidor de armas nucleares.

Ninguém será capaz de recuperar a “desnuclearização”, que desapareceu para sempre no curso da época.

A ampliação das capacidades nucleares da RPDC e a capacidade defensiva de autodefesa nelas baseada são irreversíveis, constituindo uma sólida garantia para a manutenção da estabilidade e da paz na região.

13 de junho de 2026

Pyongyang