Durante a Guerra de Libertação da Pátria, Ri Po Bu permaneceu até o último momento garantindo alimentos e uniformes aos soldados do Exército Popular em retirada estratégica temporária, sendo posteriormente capturada pelas forças inimigas. Submetida a interrogatórios e brutais torturas para revelar informações sobre quadros e membros centrais do Partido na região, recusou-se a ceder e defendeu até o fim a terra recebida após a libertação. Antes de ser sacrificada pelos inimigos, deixou aos habitantes de sua aldeia o apelo: "Defendam nossa terra com suas próprias vidas!". Em homenagem ao seu espírito patriótico e revolucionário, o grande Líder camarada Kim Il Sung determinou que a antiga aldeia de Majang passasse a chamar-se Pobu-ri, perpetuando seu nome para as gerações futuras.
A voz do povo de 1945
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segunda-feira, 6 de julho de 2026
Ri Po Bu
A reunião consultiva que dirigiu nos últimos dias de sua vida
Na história revolucionária do grande Líder camarada Kim Il Sung (15 de abril de 1912 – 8 de julho de 1994), que alcançou os 80 anos de idade, também está registrada a reunião consultiva que dirigiu nos últimos dias de sua vida.
Em 5 de julho de 1994, o grande Líder convocou uma reunião consultiva dos funcionários responsáveis do setor econômico.
Após transmitir preciosos ensinamentos sobre importantes questões relacionadas à implementação da estratégia econômica revolucionária de nosso Partido, no dia seguinte, 6 de julho, voltou a dirigir a reunião.
Na reunião, apresentou a histórica conclusão intitulada "Sobre provocar uma nova virada revolucionária na construção econômica socialista".
Nessa conclusão, esclareceu que, para esmagar as manobras anti-RPDC, de estrangulamento e de sanções dos imperialistas e reacionários contra nosso país, exaltar ainda mais o nosso socialismo ao nosso estilo, centrado nas massas populares, e continuar erguendo bem alto a bandeira do socialismo, era necessário implementar rigorosamente a estratégia econômica revolucionária do Partido e promover um novo auge na construção econômica socialista. Para isso, afirmou que, antes de tudo, era preciso resolver rapidamente o problema da energia elétrica, aumentar a produção de fertilizantes químicos, vinalon e cimento e, ao mesmo tempo, desenvolver as indústrias metalúrgica e naval, ampliando a produção de aço e construindo um grande número de navios cargueiros. Além disso, indicou detalhadamente as tarefas e os métodos para cada setor da economia popular.
De fato, a vida inteira do grande Líder, que sempre se considerou um filho do povo e um servidor dedicado a trabalhar pelo povo, mantendo uma atividade incansável até os últimos instantes de sua grandiosa existência, permanecerá para sempre gravada no coração de nosso povo.
Ko Jin Chol
Naenara
domingo, 5 de julho de 2026
Por que admiro Kim Il Sung?
É verdade que eu não vivi na época do grande líder do povo coreano. Nasci no mesmo dia em que ele faleceu, cinco anos depois, mas sua história, seus ensinamentos, sua ideologia, sua postura e seu caráter humano me fizeram querer conhecer cada vez mais sobre ele, sobre seu povo e seu país.
Como pode um homem que, ainda na pré-adolescência, decidiu seguir o caminho da revolução — enfrentando com determinação todas as provações e perdas com a firme resolução de libertar seu país e construir um verdadeiro país do povo, que derrotou dois impérios poderosos e temidos pelo mundo, combatendo com ideologia e convicção a superioridade técnico-militar dos inimigos e adotando como seu lema de vida "considerar o povo como o céu" — ser alguém indigno de admiração?
De fato, a história de Kim Il Sung fala por si.
Ainda que os imperialistas e os inimigos de classe distorçam fatos, criem narrativas e levantem calúnias na tentativa de difamar o fundador da Coreia socialista, sua retórica cai por terra com uma breve leitura de sua carreira política e revolucionária.
O camarada Kim Il Sung, nascido em uma casa humilde em Mangyongdae, em 15 de abril de 1912, filho de patriotas ligados ao movimento independentista, mudou-se ainda jovem para o território chinês, fugindo do cerco do imperialismo japonês sobre seu pai. Ao regressar à Coreia subjugada pelo imperialismo japonês seguindo o conselho paterno, sentiu na pele a dor de ser apátrida. Após estudar por um período em sua terra natal e observar a penúria do povo, fez o firme juramento de não regressar à pátria enquanto não libertasse seu país.
Foi esse jovem que reuniu camaradas para formar a União para Derrotar o Imperialismo, que ousou questionar o sectarismo do movimento comunista da geração anterior e o conservadorismo do exército independentista, apresentando uma visão abarcadora, democrática e progressista para a realização da causa da libertação da pátria.
Com seu carisma, persuasão e nobres traços humanos, conquistou para as fileiras da revolução aqueles que outrora estavam desacreditados, aqueles que seguiam por outros caminhos e aqueles que nutriam desconfiança em relação aos comunistas. Todos os patriotas que desejavam a libertação da pátria e confiavam na união das amplas massas do povo coreano como método essencial para esse fim eram abraçados calorosamente por Kim Il Sung.
Formando alianças, resolvendo desavenças e mal-entendidos e apresentando linhas e táticas baseadas em uma profunda análise das condições objetivas e subjetivas, o grande Líder fez surgir não apenas um exército guerrilheiro poderoso e numeroso, mas também um povo determinado a apoiar a luta antijaponesa.
Depois de seu regresso triunfal com a libertação da Coreia, cumpriu a promessa de construir um país para o povo, seguindo o caminho da democracia progressista. A reforma agrária, a adoção de impostos progressivos visando à futura abolição, a lei de nacionalização das principais indústrias e a lei de direitos iguais entre homens e mulheres, dentre outras várias linhas e políticas, demonstram na prática que se tratava de um homem de palavra, firmemente decidido a cumprir o compromisso assumido com o seu povo.
Com uma personalidade ímpar e um caráter humano excepcional, o camarada Kim Il Sung fez todo o possível para unir todo o povo coreano e reunificar a Coreia por vias pacíficas e de forma independente, dedicando constantes esforços para evitar uma guerra fratricida na Península Coreana.
Por outro lado, era intransigente com os inimigos que atentavam contra as massas do povo trabalhador e a soberania do país, fundado como República Popular Democrática da Coreia em 9 de setembro de 1948, o primeiro Estado do povo na história de cinco mil anos da Coreia. É exatamente por isso que os imperialistas e suas forças vassalas o odiavam tanto e faziam de tudo para difamá-lo perante a opinião pública, utilizando todos os meios disponíveis.
Os arrogantes imperialistas estadunidenses jamais lhe perdoarão por haver frustrado seu plano hegemônico de dominar toda a extensão da Península Coreana, conter o avanço das forças comunistas e progressistas da região e consolidar seu domínio sobre o continente asiático. Quando o poderoso exército estadunidense, que recorreu a todos os meios possíveis, inclusive ao uso de armas proibidas pelas leis internacionais e ao massacre indiscriminado de civis inocentes por meio de métodos tão ou mais cruéis que os dos nazistas, viu-se obrigado a assinar o Acordo de Armistício, carregando consigo enormes perdas humanas e materiais e ratificando, pela primeira vez diante do mundo, sua derrota, tornou-se evidente quão poderoso é o povo coreano e seu exército e quão sábio é seu líder.
Ele, que conduziu a reconstrução do pós-guerra, a qual os imperialistas estadunidenses consideravam que levaria cerca de cem anos, e a industrialização socialista a um sucesso brilhante, fazendo surgir uma era dourada denominada com o nome do mitológico Chollima, consolidou-se como um renomado dirigente socialista.
Não tão famoso quanto Stalin ou Mao Zedong, que lideraram grandes potências socialistas, nem quanto Ho Chi Minh, que ganhou destaque ao conduzir o povo vietnamita na prolongada guerra contra o imperialismo estadunidense, o camarada Kim Il Sung consolidou-se também como um notável teórico e ideólogo.
Como convicto marxista-leninista e fervoroso patriota, criou a imortal Ideia Juche com base em uma profunda análise das condições específicas da Coreia e da revolução coreana. Essa ideia foi apresentada na histórica Conferência de Kalun, na década de 1930, em meio às chamas da guerra antijaponesa.
Sua concepção sobre independência na política, autossuficiência na economia e autodefesa na defesa norteou a história da Coreia socialista ao longo de décadas. O apontamento sobre a posição do homem no mundo, seu papel como forjador do próprio destino e a capacidade das massas de desenvolverem-se, enquanto coletivo, com as próprias forças, posteriormente aprofundado pelo camarada Kim Jong Il, apresentou uma nova visão de mundo para a era da independência.
Seu lema de toda a vida foi o Iminwichon, que significa considerar o povo como o céu. Embora fosse ateu, sempre que tinha oportunidade dizia que seu deus não era outro senão o povo, razão pela qual era admirado até mesmo pelos religiosos, dentro e fora do país.
Construir um país próspero para seu povo, promover a causa da independência mundial e combater todo tipo de ingerência, ameaça e agressão das forças imperialistas e hegemônicas são nobres ideais defendidos pelo camarada Kim Il Sung.
Ele, que de forma desinteressada prestou apoio ativo aos povos dos países que lutavam pela libertação e pela construção de uma nova sociedade, que dedicou parte de seu precioso tempo a receber convidados estrangeiros, inclusive aqueles que não eram chefes de Estado, de governo ou autoridades similares, para trocar conhecimentos e experiências, que produziu importantes obras e compartilhou por meio delas sua história revolucionária, não foi, de fato, um líder comum.
Em meu país, marcado por um doloroso passado de ditadura civil-militar apoiada pelo imperialismo estadunidense, nunca existiu um líder que defendesse verdadeiramente as massas trabalhadoras com a determinação do camarada Kim Il Sung. Mesmo os presidentes da chamada "esquerda" sempre foram conciliadores e fomentaram um assistencialismo eleitoreiro, promovendo transformações sociais tímidas em relação ao que poderia ter sido feito.
É importante salientar também que a RPDC ofereceu apoio aos guerrilheiros brasileiros que lutavam contra a ditadura, inclusive treinamento militar, além de solidariedade internacionalista. Da parte brasileira, por pouco nossas tropas não foram enviadas para a frente coreana como bucha de canhão na guerra de agressão do imperialismo estadunidense sob a bandeira das "forças da ONU". Se não fosse a pressão popular, especialmente das mães, vidas de jovens brasileiros teriam sido ceifadas em uma guerra de injustiça. Ao final, o então presidente Vargas acabou por recusar a participação do Brasil.
No atual cenário político polarizado da democracia brasileira, em que a burguesia escolhe as peças que a representarão, fazendo, inclusive, por meio de propaganda massiva, amplas camadas da população acreditarem que determinados indivíduos representam seus interesses e seus valores, é inevitável pensar no destino de submissão do povo brasileiro.
Nesse cenário desolador, admirar alguém como o camarada Kim Il Sung é como iluminar um caminho sombrio e fazer florescer a esperança de um mundo melhor, baseado em ideais elevados que representam a aspiração das amplas massas populares, independentemente do país.
Nessa data de recordação, presto minha mais profunda reverência ao camarada Kim Il Sung, farol que ilumina a humanidade pelo caminho da independência.
Lenan Menezes da Cunha
O funcionário que sempre pensa primeiro no povo é um verdadeiro servidor do povo
Tomemos a ideia e a intenção do Partido como um princípio de trabalho e vida
Ryang Sun
Embaixador extraordinário e plenipotenciário da RPDC apresenta credenciais ao Presidente Federal da República da Áustria
No dia 1º, o embaixador extraordinário e plenipotenciário de nosso país apresentou suas credenciais ao Presidente Federal da República da Áustria.
O embaixador extraordinário e plenipotenciário Kyong Hak Min transmitiu respeitosamente ao presidente Alexander Van der Bellen as calorosas saudações enviadas pelo camarada Kim Jong Un, Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia.
O presidente expressou seu profundo agradecimento e pediu que fossem transmitidas suas calorosas saudações de respeito a Sua Excelência Kim Jong Un, Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia.
Acrescentou que espera que tudo transcorra bem na RPDC e que as relações entre os dois países se desenvolvam ainda mais.
Obrigação revolucionária
A obrigação revolucionária é o dever que deve ser observado entre os camaradas revolucionários.
O estimado camarada Kim Jong Un disse:
“A convicção e a obrigação revolucionárias constituem a mais nobre qualidade de um revolucionário, que deve ser preservada mesmo à custa da própria vida.”
A obrigação revolucionária é o dever existente entre os camaradas revolucionários que compartilham o mesmo propósito de realizar a causa revolucionária da classe trabalhadora iniciada pelo Líder. Por nascer dessa causa comum, distingue-se, em princípio, de outras formas de dever baseadas simplesmente no afeto humano, constituindo a mais elevada forma de relação fundada no dever.
A obrigação revolucionária baseia-se na concepção coletivista da vida, que considera a vida do coletivo sociopolítico incomparavelmente mais preciosa do que a vida individual, sendo, por isso, uma das nobres qualidades morais que devem caracterizar a pessoa socialista.
Para um revolucionário, a obrigação revolucionária é algo incomparavelmente importante e precioso. Sem ela, não se pode falar de verdadeiro amor camaradesco nem de fidelidade ao líder. A questão da obrigação revolucionária não é simplesmente uma questão de caráter, mas uma questão relacionada à própria essência do revolucionário e ao alicerce da unidade monolítica.
Somente quem possui obrigação revolucionária pode compartilhar, sem vacilar, o pensamento, a vontade, a vida e o destino de seu líder, tanto em tempos favoráveis quanto nas circunstâncias mais difíceis.
A obrigação revolucionária fundamenta-se no profundo amor entre os camaradas revolucionários.
Amar ardentemente os camaradas revolucionários e considerar a preservação da obrigação revolucionária entre eles como um elevado dever e uma honra constituem a concepção moral e a conduta ética de um revolucionário.
A obrigação revolucionária dos revolucionários manifesta-se de forma mais concentrada na atitude e na posição de servir e apoiar o líder, cérebro supremo e centro do coletivo sociopolítico, bem como na ilimitada fidelidade a ele. Considerar a obrigação revolucionária para com o líder como algo de valor inestimável e jamais traí-la, ainda que seja preciso sacrificar a própria vida, constitui a nobre virtude dos revolucionários coreanos.
Hoje, a fidelidade demonstrada por nosso povo ao estimado camarada Secretário-Geral está alicerçada na convicção e na obrigação revolucionárias, tornando-se, assim, uma fidelidade pura e sem mácula, bem como a mais sincera e sólida das lealdades.






