quarta-feira, 27 de maio de 2026

O grave problema da poluição atmosférica

A atmosfera é a camada gasosa que envolve a Terra e exerce influência direta sobre a vida e a saúde das pessoas. Entretanto, o ambiente atmosférico de muitas regiões do mundo vem sendo severamente poluído, e a solução desse problema apresenta-se como uma questão urgentíssima que não pode mais ser adiada. Segundo dados, a poluição atmosférica é um dos principais fatores que provocam diversas doenças, como derrames cerebrais, enfermidades cardíacas e câncer de pulmão, ocupando posição de destaque entre as causas gerais de morte.

Em março deste ano, uma organização suíça publicou um relatório sobre a situação da poluição atmosférica mundial no ano passado. O relatório afirmou que, após analisar a concentração de PM2.5 — partículas finas presentes no ar — em 9.446 cidades de 143 países e regiões, verificou-se que a poluição atmosférica, especialmente no Sul da Ásia, pode causar danos à saúde.

No dia 30 de março, foi emitido um alerta de emergência devido à grave poluição atmosférica na região norte da Tailândia.

Nesse dia, a concentração de PM2.5 no ar ultrapassou amplamente os níveis de segurança na região. Particularmente, na província de Chiang Mai, a concentração atingiu 292,6 μg por metro cúbico, o nível mais elevado.

Em 8 de abril, foi informado que em várias regiões do Laos a concentração de PM2.5 no ar havia ultrapassado em mais de duas vezes os padrões de segurança. E isso não é tudo.

Em dezembro do ano passado, 27 estações de monitoramento em toda Délhi, na Índia, registraram índices de qualidade do ar superiores a 400. Ao mesmo tempo, em Hanói, capital do Vietnã, a concentração de PM2.5 na atmosfera chegou a ser cerca de 13 vezes maior que o padrão de segurança estabelecido pela Organização Mundial da Saúde, provocando preocupações sociais.

A Organização Meteorológica Mundial divulgou estimativas segundo as quais 8 milhões de pessoas morrem prematuramente todos os anos devido à poluição atmosférica, afirmando que a causa está relacionada às mudanças climáticas.

Um dos principais fatores da poluição atmosférica é o aumento no número e na escala de incêndios florestais e queimadas em diversas partes do mundo, provocado pela continuidade de altas temperaturas e secas decorrentes das mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global.

Embora existam também formas de poluição causadas por desastres naturais, como as tempestades de areia, a emissão de grandes quantidades de poeira, fumaça e gases tóxicos provenientes de fábricas, empresas, automóveis e aviões tornou-se igualmente uma importante causa da poluição atmosférica.

Especialistas afirmam que o ar poluído ameaça a sobrevivência comum da humanidade e defendem que todos os países devem dedicar maior atenção à prevenção da poluição atmosférica e adotar medidas decisivas para combatê-la.

Agência Central de Notícias da Coreia

Os esforços da África para realizar a justiça e a igualdade internacionais

Recentemente, o presidente da Comissão da União Africana reafirmou a posição da organização sobre a questão da reforma do Conselho de Segurança da ONU.

Ele afirmou que a exigência da África por assentos permanentes no Conselho de Segurança da ONU não visa obter qualquer tratamento especial, mas sim corrigir injustiças históricas, acrescentando que a legitimidade desse organismo depende de refletir a realidade mundial atual, e não a de 1945.

Ele destacou que, nas condições em que a população do continente africano cresce e sua influência política e econômica aumenta, é ainda mais natural que ocupe posições de membros permanentes.

Nos últimos anos, a África vem se desenvolvendo rapidamente.

Em 2024, a taxa de crescimento econômico do continente foi de 3,7%, considerada relativamente elevada. No ano passado também foram alcançados muitos progressos, especialmente na região subsaariana, cuja taxa de crescimento econômico chegou a 4,1%. Prevê-se que neste ano essa taxa ultrapasse novamente 4% nessa região.

Isso supera amplamente a média mundial e representa um dos níveis mais altos entre as principais regiões do mundo.

Entretanto, no cenário internacional, a África continua sendo tratada de maneira desigual.

Atualmente, o Conselho de Segurança da ONU é composto por cinco membros permanentes e dez membros não permanentes. À África estão destinados três assentos não permanentes.

Na reunião realizada em agosto de 2024 para discutir a reforma do Conselho de Segurança da ONU, o então presidente do Conselho, o presidente de Serra Leoa, afirmou que é extremamente injusto, tanto histórica quanto realisticamente, que não exista nenhum país africano entre os membros permanentes.

Em fevereiro passado, foram realizadas negociações intergovernamentais relacionadas à distribuição equitativa das cadeiras do Conselho de Segurança da ONU e à ampliação de seus membros. Nelas também surgiram vozes defendendo que se eleve substancialmente a representação e o direito à palavra dos países em desenvolvimento, especialmente corrigindo as injustiças históricas contra a África e priorizando a realização das demandas africanas.

A União Africana, que estabeleceu como objetivo transformar a África em um continente influente no cenário mundial, defende atualmente a ampliação do Conselho de Segurança da ONU e reivindica que os países africanos ocupem dois assentos permanentes e cinco não permanentes.

Os países africanos também vêm adotando posições independentes em suas relações com os países ocidentais.

Um exemplo disso foi a recente suspensão, por Níger e Burkina Faso, das atividades de meios de comunicação franceses que difundiam informações falsas ameaçando a ordem pública e a segurança nacional em seus territórios.

O governo do Níger tomou essa medida afirmando que os meios de comunicação franceses participaram da guerra midiática conduzida pelos imperialistas contra o país.

Segundo as autoridades, tais meios de comunicação divulgaram repetidamente reportagens e materiais editoriais capazes de ameaçar gravemente a ordem pública no país. A medida de proibição adotada por Burkina Faso contra uma emissora francesa também ocorreu porque a emissora glorificava atos terroristas e difundia informações falsas.

Os países africanos, conscientes de que somente ao romper os grilhões da subordinação poderão alcançar verdadeira paz e desenvolvimento, estão enfrentando resolutamente as manobras de ingerência dos países ocidentais.

Os esforços dos países africanos para rejeitar a dominação e a ingerência neocolonialistas, realizar justiça e igualdade e promover o desenvolvimento do continente por meio da força da unidade estão se fortalecendo ainda mais.

Ho Yong Min

Rodong Sinmun 

A política do poder do dinheiro que gera todos os males do capitalismo ocidental

Segundo uma pesquisa de opinião realizada há alguns anos por um meio de comunicação dos EUA, a geração jovem desse país respondeu que não confia no capitalismo e que é pessimista quanto ao seu futuro.

O capitalismo, que após o fim da Guerra Fria se apresentava como o “sistema ideal” e a “etapa final eterna do desenvolvimento da sociedade humana”, tornou-se hoje, apenas algumas décadas depois, alvo de condenação e rejeição por parte das pessoas.

Os países ocidentais, que outrora se vangloriavam de “alto crescimento” e “prosperidade material”, não conseguem escapar nos últimos anos de uma prolongada estagnação econômica, e a agravante crise econômica intensifica as divisões e confrontos entre forças políticas, aprofundando cada vez mais a instabilidade política do mundo capitalista. O peso das crises acumuladas recai inteiramente sobre as massas trabalhadoras, empurrando a polarização entre ricos e pobres a extremos ainda maiores.

Entre os trabalhadores dos países capitalistas, o capitalismo vem sendo rejeitado como uma “palavra suja”, e a insatisfação e o repúdio diante da pior sociedade desigual explodem em gritos furiosos de “Abaixo o capitalismo!”.

O futuro cada vez mais sombrio do capitalismo deve ser considerado um resultado inevitável decorrente das características essenciais antipopulares e da fragilidade estrutural dessa sociedade.

O sistema capitalista é, em sua essência, um sistema de ditadura burguesa baseado no poder do dinheiro.

A política em que dinheiro e poder se fundem — isto é, a política do poder do dinheiro, na qual a classe capitalista se apodera do poder estatal e exerce domínio absoluto sobre a sociedade — constitui uma política ditatorial fascista, reacionária e antipopular que esmaga completamente os interesses das amplas massas para realizar os interesses de uma minoria privilegiada.

O próprio surgimento do capitalismo no cenário histórico foi fruto da fusão entre dinheiro e poder.

O sistema capitalista é precisamente o sistema de exploração estabelecido pelos burgueses que, acumulando enormes riquezas no seio do feudalismo e expandindo-se ao máximo, usurparam o poder estatal utilizando os slogans de “liberdade”, “igualdade” e “fraternidade” para satisfazer sua ganância ilimitada por lucros.

Com base no controle do governo e do parlamento, a classe capitalista estabeleceu sistemas políticos, econômicos e jurídicos favoráveis ao seu enriquecimento, implementando políticas antipopulares e reprimindo brutalmente com mão de ferro a resistência das massas trabalhadoras. Durante séculos, acumulou um histórico criminoso de exploração financeira e opressão contra os trabalhadores.

A avaliação de um sociólogo ocidental que criticou o capitalismo como “um sistema cruel e corrupto manipulado pelos ricos e pelo poder” foi acertada.

Ao entrar na etapa imperialista, o caráter reacionário e arbitrário da política do poder do dinheiro tornou-se ainda mais explícito.

Ao redor da Segunda Guerra Mundial, ocorreu nos países capitalistas uma intensa concentração e centralização de capitais, formando-se o capital monopolista e fortalecendo-se o domínio financeiro sobre toda a sociedade. Somente nos EUA, durante a Segunda Guerra Mundial, magnatas financeiros como Morgan, Rockefeller, Ford e DuPont controlavam quase 30% do capital das empresas industriais do país. Essa tendência aprofundou-se ainda mais no pós-guerra e tornou-se um fenômeno generalizado em todos os países capitalistas.

Como resultado de os grandes monopólios terem controlado completamente o poder estatal por meio do dinheiro, estabeleceu-se a dominação da oligarquia financeira, e nesse processo dinheiro e poder tornaram-se ainda mais inseparáveis. É um segredo aberto que Bush, que ocupou a presidência dos EUA no início dos anos 2000 — país que se apresenta como modelo de “democracia liberal” — mantinha estreitas relações com gigantescas empresas do setor energético.

Na época, o vice-presidente Cheney também era um magnata da construção civil e dos monopólios petrolíferos, enquanto altos funcionários do governo, incluindo os secretários da Força Aérea, da Marinha e dos Transportes, eram todos executivos de grandes corporações ou seus representantes e subordinados.

Esse processo repugnante de conluio entre política e negócios foi também um processo em que o Estado capitalista degenerou ainda mais completamente em instrumento subordinado à obtenção de lucros monopolistas.

Recentemente, em meio à continuidade da crise econômica, a maioria dos governos ocidentais vem impondo pesadas cargas tributárias aos trabalhadores e implementando políticas de redução salarial, enquanto concede privilégios aos monopólios financeiros por meio de incentivos e subsídios diversos, proibindo e reprimindo severamente as greves dos trabalhadores que resistem a essas medidas.

As cenas medievais de repressão brutal contra trabalhadores que participaram de protestos em vários países da Europa Ocidental no ano passado, em oposição às políticas antipopulares das autoridades, revelaram mais uma vez de forma clara o caráter fascista e ditatorial imutável da política do poder do dinheiro.

A política do poder do dinheiro é produto da extrema ambição individualista da classe capitalista e constitui o terreno fértil que gera todos os males da sociedade capitalista.

O principal mal social produzido por essa política é a crise política do capitalismo.

Nos países capitalistas, o poder estatal é um instrumento para a realização dos interesses da oligarquia financeira. A minoria privilegiada utiliza o dinheiro para elaborar e implementar políticas favoráveis aos seus interesses.

A direção da política estatal passa a ser completamente determinada pela vontade e pelas exigências de um pequeno número de monopólios financeiros, e a política acaba subordinando-se aos interesses de determinados grupos que predominam nos círculos políticos. Eis a principal razão pela qual a política capitalista oscila constantemente sem qualquer coerência.

Recentemente, em muitos países ocidentais, desacordos entre partidos sobre questões políticas têm provocado instabilidade governamental e até a paralisia funcional dos parlamentos.

A crise política do capitalismo não tem origem nas diferenças ideológicas ou políticas entre os partidos, mas sim nos conflitos de interesses entre os monopólios financeiros.

A grave crise econômica que acelera a decadência e a ruína da sociedade capitalista também é uma consequência desastrosa produzida pela política do poder do dinheiro.

Numa sociedade capitalista governada pelo poder do dinheiro, não se pode pensar em utilização equilibrada do capital e da riqueza.

Os capitalistas investem capital apenas nos setores com maiores taxas de lucro, visando exclusivamente seus próprios interesses. Como resultado, a economia mergulha em extrema desordem e caos.

À medida que o capital se expande, reduzem-se os espaços de investimento e os mercados, enquanto as taxas de lucro caem drasticamente — este é um resultado inevitável da economia capitalista. Entretanto, a ganância da classe capitalista não tem limites, e ela não escolhe meios nem métodos para obter lucro.

Hoje, quando a redução dos mercados leva as taxas de lucro a níveis extremamente baixos, a especulação financeira e de capitais torna-se ainda mais desenfreada, provocando bolhas financeiras e imobiliárias e empurrando a economia capitalista para uma crise e um caos incontroláveis.

A devastadora crise financeira que varreu o mundo capitalista há cerca de vinte anos foi, afinal, resultado do enorme capital que, sem encontrar espaço lucrativo na economia real, dirigiu-se à especulação financeira.

A crise econômica contínua dos últimos anos vem produzindo consequências trágicas ao acelerar ainda mais a polarização entre ricos e pobres.

Segundo dados, no terceiro trimestre de 2023, 10% da população dos EUA possuía 66,6% de toda a riqueza do país, enquanto 50% da população possuía apenas 2,6%.

Em meio ao crescente sofrimento e à dor, inúmeras pessoas perdem a esperança no futuro e escolhem o caminho do suicídio, enquanto a decadência moral e os males sociais tornam-se cada vez mais frequentes, afundando a sociedade ainda mais profundamente no pântano da corrupção.

Tudo isso são precisamente as consequências desastrosas trazidas pela política do poder do dinheiro.

Un Jong Chol

Rodong Sinmun

Os funcionários partidistas devem ter uma visão diferente — Sobre uma cena impressionante da série televisiva “Nova Primavera na Planície Paekhak”

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“Devem alinhar seus ideais e aspirações aos planos do Partido, ampliar incessantemente suas capacidades e horizontes e tornar-se hábeis organizadores e perseverantes praticantes que realizam de maneira perfeita todos os trabalhos no nível desejado pelo Partido.”

Na série televisiva “Nova Primavera na Planície Paekhak” há uma cena que causa profunda impressão nos funcionários partidistas.

Após realizar o primeiro cultivo de trigo no campo agrícola e enquanto a colheita de outono estava em pleno andamento, o secretário partidista da localidade recebe do chefe da brigada agrícola (na época) o relatório de que a produção estimada havia sido de 2,5 toneladas por jongbo.

O presidente da comissão administrativa (na época), que estava junto, fica atônito diante do desastroso resultado e lamenta:

Como agora assumir a responsabilidade por isso?

Mas como foi a voz do secretário partidista da localidade?

“O que temo não é a responsabilidade, mas sim que surjam entre as pessoas fenômenos de perda de confiança e dúvidas em relação à política do Partido.”

É exatamente isso. O protagonista do filme pensa primeiro na questão da defesa da autoridade do Partido e na influência exercida sobre as massas.

As posições distintas dos dois funcionários apresentadas no filme trazem uma reflexão.

Mesmo que outras pessoas — funcionários administrativos, econômicos ou técnicos — tratem os fenômenos apenas de maneira prática, o funcionário partidista deve enxergar os problemas com uma visão política aguçada e saber conferir significado político a todos os trabalhos.

Somente assim a importante e prioritária tarefa de fortalecer ainda mais o apoio e a confiança do povo no Partido poderá avançar sem desvios, e será possível alcançar êxitos mais claros na execução das resoluções partidistas.

Uma elevada visão política: isso é tão vital para o funcionário partidista quanto a própria vida.

Não é justamente porque o protagonista se esforça constantemente para ter consciência disso e assimilá-lo profundamente que, enquanto o funcionário administrativo fala primeiro sobre responsabilidade, ele pensa antes no destino da política do Partido e na opinião popular?

O secretário partidista da localidade critica a si mesmo por ter pensado que bastava aumentar a área de cultivo sem qualquer medida científico-técnica, arrepende-se sinceramente, reforça sua determinação e dedica-se à agricultura do ano seguinte. Assim, acaba demonstrando na prática a justeza e a vitalidade da política partidista de transformar a estrutura de produção de cereais do país.

Sempre a partir de um ponto de vista político, com uma visão partidista e estatal!

Sem isso, não se pode falar de qualquer visão ou horizonte de um funcionário partidista.

Ao nosso redor, não são poucos os que, embora sejam responsáveis pelo trabalho de suas unidades em nome do Partido, tratam os problemas apenas de maneira prática e chegam até mesmo a desviar-se do verdadeiro dever de um funcionário partidista.

Um funcionário partidista deve naturalmente pensar primeiro na autoridade do Partido em todos os trabalhos, defendê-la de maneira intransigente e possuir uma elevada visão política capaz de distinguir corretamente se cada questão corresponde ou não ao pensamento e à intenção do Partido.

Os funcionários partidistas devem gravar mais uma vez em suas mentes: sua visão deve ser politicamente mais aguçada do que a de qualquer outra pessoa.

Quando isso é esquecido, a unidade acaba tornando-se uma zona sem vigilância.

Pak Hyok Il

Rodong Sinmun

Devem-se renovar incessantemente os objetivos e o nível da criação

Tomemos a ideia e a intenção do Partido como um princípio de trabalho e vida

O 9º Congresso do Partido, que ergueu um novo marco no caminho da revolução coreana, enfatizou de maneira importante a questão de fazer com que o espírito de renovar e elevar incessantemente os objetivos e o nível da criação permeie o trabalho de todos os setores e unidades.

A realidade atual, que avança e se desenvolve de maneira vertiginosa, exige urgentemente dos funcionários que provoquem inovações com métodos e estilos de trabalho ativos e criativos, acompanhando o avanço vitorioso da grande era de transformações.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“Na etapa atual, a exigência importante que se apresenta para materializar a metodologia jucheana consiste em realizar todos os pensamentos e práticas de maneira criativa e inovadora.”

A renovação incessante dos objetivos e do nível da criação, para os membros dirigentes da revolução, é considerada uma questão indispensável.

Não pode existir criação separada da renovação e do aperfeiçoamento contínuos.

Sem renovação constante, o trabalho não pode evitar a estagnação e a paralisação.

A renovação incessante dos objetivos e do nível da criação tem por finalidade acelerar nossa velocidade de avanço e desenvolvimento mediante esforços e lutas mais ativos e mais perseverantes, sem permitir sequer um instante de estagnação ou imobilidade.

Agora é precisamente o momento em que todos os funcionários devem conscientizar-se de que a elevação de seu próprio nível tem como objetivo renovar incessantemente os objetivos e o nível da criação, e de que o segredo para obter êxitos reside em fazer com que esse espírito permeie o trabalho de seu setor e de sua unidade, correndo pela trilha da criação com mais vigor do que nunca.

O método de direção revolucionária do estimado camarada Secretário-Geral, que promove incessantes criações e inovações com a firme vontade de erguer a mais poderosa potência socialista do mundo e o paraíso terrestre desejado pelo povo, é o critério absoluto que todos os nossos funcionários devem aprender em cada momento de seu trabalho e de sua vida.

O primordial é possuir a determinação de contribuir em tudo para a revolução e um extraordinário patriotismo que aspire a estar à frente do mundo em qualquer tarefa realizada.

Somente o funcionário que tenha assimilado isso poderá, no processo de pensar e esforçar-se constantemente, distinguir o que é velho e o que é novo, adotando sempre uma posição criativa que insufle vitalidade ao que há de avançado, tornando-se um poderoso pioneiro e verdadeiro combatente na antecipação do futuro do Estado.

Os funcionários devem naturalmente preocupar-se e refletir em direção ao criativo, e a bússola de seu pensamento deve estar sempre voltada para a renovação incessante.

As reflexões e preocupações dos funcionários devem consistir em pensamentos criativos destinados a transformar seu setor, sua unidade e sua região em todos os aspectos, de acordo com a fisionomia da grande era de transformações. Somente estabelecendo elevados objetivos criativos será possível conceber, desde a etapa das ideias e dos planos, coisas verdadeiramente excelentes e perfeitas, e produzir criações correspondentes à grande era de transformações mediante esforços e práticas ousadas e perseverantes.

Somente tais funcionários poderão também demonstrar orientação e iniciativa na renovação e aperfeiçoamento contínuos das criações, estudando e assimilando ativamente as tendências mundiais de desenvolvimento.

A renovação incessante pressupõe uma consciência e uma percepção que levem a pensar constantemente, refletir muito e estabelecer e desenvolver metodologias corretas.

A realidade atual demonstra claramente que aqueles que trabalham apenas por obrigação, sem consciência nem percepção, acabam inevitavelmente repetindo o que já existe e são incapazes de produzir criações condizentes com a era do desenvolvimento integral.

A falta de consciência e percepção nada produz além do conservadorismo e do empirismo, que se prendem a esquemas e moldes antiquados em vez de criar coisas novas e melhores em conformidade com a realidade.

O trabalho de tais funcionários inevitavelmente se torna como um rio cuja corrente cessou, e eles jamais poderão permanecer fiéis à causa da criação.

Tudo o que não corresponde à realidade e não se adapta às exigências reais deve ser rompido sem falta. Somente assim atuará a poderosa força motriz da renovação incessante da criação.

Não apenas se deve perceber corretamente o movimento do mundo em transformação, como também romper urgentemente e de maneira decidida com todos os costumes que não acompanham nosso avanço, tais como os esquemas rígidos, os moldes e o empirismo anticientífico.

Neste período decisivo em que se devem realizar grandes ideais por meio de mudanças cada vez maiores ano após ano, os funcionários devem ter em mente que os êxitos dos setores, unidades e regiões dependem de quão elevado é o objetivo de desenvolvimento vertiginoso que estabelecem e de quanto se esforçam para abrir novos campos da criação, acelerando assim o desenvolvimento e a prosperidade de seus setores, unidades e regiões com visão mundial e elevado orgulho próprio.

Ryang Sun

Fortaleçamos rigorosamente a disciplina de executar incondicionalmente as decisões do Partido

Editorial

Foi adotada a resolução do Bureau Político do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia sobre a convocação da 2ª Reunião Plenária do 9º Comitê Central do Partido.

Aproxima-se o momento de fazer um balanço rigoroso da situação do trabalho do primeiro semestre para a execução das tarefas políticas apresentadas pelo 9º Congresso do Partido e pela 1ª Reunião Plenária do 9º Comitê Central do Partido.

Diante das organizações partidistas de todos os níveis coloca-se a importante tarefa de demonstrar o espírito de incondicionalidade, minuciosidade e precisão, executando perfeitamente todos os pontos das resoluções do Partido sem deixar escapar um sequer e sem o menor desvio.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“Se as tarefas políticas apresentadas em cada período forem cumpridas corretamente dentro do prazo determinado pelo Partido e segundo os critérios exigidos pelo Partido, nossa velocidade de avanço aumentará extraordinariamente e mudanças poderão ocorrer também na vida do povo.”

As resoluções do Partido são um juramento solene feito diante do Partido e do povo. Independentemente da posição ou função, seja um veterano do Partido ou um novo membro, todos os funcionários e militantes do Partido são responsáveis diretos pela execução das resoluções partidistas. A fidelidade ao Partido e à revolução é verificada e o caráter popular é avaliado conforme se executam ou não as resoluções do Partido.

O estabelecimento, durante o período do 8º Comitê Central do Partido, de uma forte disciplina de executar rigorosamente as resoluções partidistas constitui um precioso êxito para fortalecer extraordinariamente a capacidade dirigente do Partido enquanto partido que luta e faz a revolução.

Nas organizações partidistas, o formalismo foi completamente superado na redação e adoção das resoluções para implementar a linha e as políticas do Partido, e foi estabelecida uma disciplina segundo a qual, desde o centro até as bases inferiores, após a adoção das resoluções partidistas, acompanha-se e avalia-se regularmente sua execução, ampliando vantagens e êxitos, corrigindo deficiências e desvios e impulsionando o trabalho de maneira perseverante. Nesse processo, firmou-se entre as organizações partidistas, os funcionários e os militantes a correta visão e atitude de considerar as resoluções do Partido como exigências da revolução e ordens supremas dadas pelo povo, elevando-se a iniciativa, a criatividade e o senso de responsabilidade na execução das resoluções partidistas. Os notáveis êxitos alcançados sucessivamente hoje, enquanto se trava uma luta audaciosa para levar o período pioneiro do desenvolvimento integral do socialismo a uma grande fase de ascenso e florescimento de contínuas transformações, são resultado do estabelecimento firme, como estilo partidista, da execução perfeita das resoluções do Partido por todas as organizações partidistas e militantes de todo o Partido, que concentram seus esforços em um único objetivo: a implementação das resoluções partidistas.

Fortalecer ainda mais rigorosamente a disciplina de executar incondicionalmente as resoluções do Partido apresenta-se como uma importante exigência para acelerar o desenvolvimento integral do socialismo de acordo com os planos e determinações do Comitê Central do Partido.

Nosso Partido traçou grandiosos e vastos planos para a prosperidade e o fortalecimento do Estado e para a promoção do bem-estar do povo. Num momento em que as tarefas de luta são incomparavelmente mais vastas do que nos últimos cinco anos, para cumprir firmemente as metas da nova etapa do desenvolvimento integral segundo o cronograma estabelecido pelo Comitê Central do Partido, é necessário tratar cada ponto das resoluções partidistas com seriedade e executá-los incondicional e perfeitamente, sem o menor desvio, em quaisquer circunstâncias.

O cumprimento ou não das resoluções do Partido não é determinado pelas condições e ambientes favoráveis ou desfavoráveis. Há uma diferença como entre o céu e a terra entre encarar a implementação das resoluções partidistas apenas como dever ou responsabilidade e encará-la como uma exigência vital. Somente quando todos os militantes tiverem assimilado plenamente a firme concepção de que as resoluções do Partido devem ser executadas custe o que custar, e a posição resoluta de que não têm sequer o direito de cair antes de concretizá-las, e quando isso dominar firmemente como estilo partidista de todas as organizações partidistas, a construção socialista avançará vigorosamente, cheia de vitalidade, e a realização dos ideais do povo será acelerada.

Particularmente neste ano, primeiro ano da execução do novo plano quinquenal, a importância e o significado da implementação das resoluções do Partido destacam-se ainda mais.

Como se diz que o começo é metade do todo, é importante como se dá o primeiro passo na execução das resoluções do Partido. A conclusão bem-sucedida das tarefas de luta deste ano decididas pelo 9º Congresso do Partido é uma condição prévia para conquistar os objetivos da etapa seguinte. Somente executando corretamente as resoluções partidistas adotadas este ano será possível impulsionar com vigor e confiança o trabalho do próximo ano e, mais adiante, alcançar com êxito os objetivos apresentados pelo Congresso do Partido. Quer se trate de dar grandes passos desde o primeiro ano da conquista das novas metas de perspectiva, quer de abrir um grande período de ascenso do desenvolvimento integral do socialismo, não pode haver o menor problema pendente na implementação das resoluções do Partido.

Todos os setores e unidades devem ampliar os êxitos alcançados até agora no processo de luta, superar urgentemente os desvios e deficiências surgidos, cumprir incondicionalmente as resoluções do Partido e, com esse impulso, promover ainda mais energicamente os trabalhos planejados para este ano.

Deve-se conservar ainda mais firmemente a convicção absoluta e imutável de que a ideia e a direção do Comitê Central do Partido são ciência e vitória.

Nosso Partido jamais decidiu algo sem realizá-lo, e o espírito de execução incondicional das resoluções partidistas e o estilo revolucionário fundamentam-se na confiança na ideia e na causa do Partido.

Nos últimos cinco anos, nosso povo testemunhou uma nova era de desenvolvimento integral em que política, setor militar, economia e cultura avançam conjuntamente, e sentiu diretamente as realidades da felicidade e da civilização que tocaram sua própria pele, gravando profundamente em si que os planos e resoluções do Partido são precisamente verdade e prática. Todos devem acreditar firmemente que no caminho de seguir o Partido existem apenas vitória e glória, avançando resolutamente pela única via da revolução em quaisquer adversidades. Devem conscientizar-se de que a execução rigorosa das resoluções do Partido está ligada à construção de um Estado civilizado e próspero, levantando-se como um só na luta pela implementação da ideia do Partido e pela defesa de sua política.

Todos os militantes do Partido devem desempenhar um papel central e de vanguarda na luta pela implementação das resoluções partidistas.

Os postos e locais de trabalho ocupados pelos nossos militantes são os principais campos de batalha da execução das resoluções partidistas. Somente quando todos os militantes atuarem vigorosamente com a firme determinação de provar sua lealdade partidista por meio da execução rigorosa das resoluções do Partido será possível alcançar o avanço real de cada setor e unidade e elevar a situação de desenvolvimento da revitalização nacional a uma expansão ainda maior.

Todos os militantes devem cumprir resolutamente, sem o menor desvio, as resoluções partidistas que aprovaram com as próprias mãos, assim como os militantes do período da Guerra de Libertação da Pátria e do grande ascenso de Chollima, que não conheciam sequer pequenas concessões ou barganhas na implementação das resoluções do Partido. O verdadeiro valor e honra de um militante residem em tornar-se combatente de vanguarda que se lança primeiro nos locais mais difíceis e árduos dos campos da construção socialista, onde outros hesitam em ir, abrindo brechas para o avanço através do exemplo pessoal. Os militantes devem colocar-se à frente do movimento patriótico socialista e dos movimentos revolucionários de massas, ajudando ativamente os que estão atrasados e compartilhando continuamente boas experiências e técnicas avançadas, para que em todo o país transborde o espírito de avançar e dar saltos adiante juntos.

As organizações partidistas de todos os níveis devem concentrar ainda mais esforços em estabelecer como sólido estilo partidista o espírito de incondicionalidade, minuciosidade e precisão na execução das resoluções do Partido.

A aparência do Partido do Trabalho da Coreia como partido trabalhador, combativo e prático é garantida pela combatividade e atividade das organizações partidistas.

As organizações partidistas não devem limitar-se a adotar resoluções partidistas, mas sim estabelecer divisões concretas de tarefas e medidas seguras, conduzindo de forma minuciosa o trabalho organizativo e político para sua execução. Junto com a institucionalização da rigorosa supervisão e avaliação diária, semanal e mensal da situação de execução das resoluções ponto por ponto, deve-se impulsionar perseverantemente o trabalho para alcançar obrigatoriamente excelentes resultados. Deve-se orientar os funcionários, membros dirigentes da revolução, para que jamais esqueçam a grande confiança e expectativa depositadas neles pelo Comitê Central do Partido ao encarregá-los de um setor ou unidade, levantando-se com determinação para dedicar a própria vida ao cumprimento das tarefas dadas pelo Partido. Em particular, é importante não tratar de maneira burocrática a avaliação mensal da produção, mas realizá-la com significado político, tornando-a uma ocasião para despertar e incentivar os funcionários e as massas produtoras.

Resolver todos os problemas mobilizando a força ideológica e o vigor espiritual das massas é um método tradicional de trabalho peculiar ao nosso Partido. As organizações partidistas devem mobilizar totalmente todos os meios e forças de propaganda e agitação, fazendo ressoar fortemente os tambores da agitação econômica em todos os principais campos de batalha onde se trava vigorosamente a luta pela implementação das resoluções do 9º Congresso do Partido. Mesmo ao afixar um slogan ou divulgar um material de propaganda, deve-se explicar concretamente as novas metas de perspectiva apresentadas pelo 9º Congresso do Partido, o caráter científico de sua realização e os grandiosos projetos desenvolvidos para proporcionar benefícios reais ao povo, de forma que todos possam compreender, reconhecer e apoiar. Antes de observar os resultados produtivos, deve-se primeiro olhar o coração das massas e resolver responsavelmente os problemas pendentes, para colocar em pleno jogo seu ardor revolucionário, espírito de luta e patriotismo.

Como temos a direção do grande Partido e as organizações partidistas e milhões de militantes que apoiam os planos e decisões do Partido com ações práticas rigorosas, nosso avanço de êxito em êxito e de transformação em transformação será acelerado ainda mais.

Todos elevemos ao máximo o espírito e o estilo de absoluta e incondicional implementação das resoluções do Partido e façamos resplandecer este ano decisivo da execução do plano quinquenal com contínuas vitórias e incessantes saltos adiante.

Rodong Sinmun

Declaração do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia respondeu da seguinte maneira à pergunta levantada no dia 28 por um jornalista da Agência Central de Notícias da Coreia em relação à recente publicação de uma “declaração conjunta” contendo conteúdos que atacam nosso país na reunião dos chanceleres do Quad liderado pelos EUA.

A “declaração conjunta” divulgada desta vez pela reunião dos chanceleres do Quad não apenas distorceu gravemente os desafios e ameaças imediatos e urgentes enfrentados pelos países da região da Ásia-Pacífico, como também expôs sem reservas intenções hostis dirigidas contra determinados países.

O fato de o Quad ter expressado “preocupação” com a situação no Mar do Sul da China e no Mar da China Oriental e falado em fortalecimento da cooperação tem como objetivo conceder legitimidade às manobras de rearmamento do Japão e à posse de submarinos nucleares pela Austrália, fatos que vêm despertando preocupações da comunidade internacional.

A criação da recém-acordada “estrutura de iniciativa para minerais essenciais” pelo Quad também segue a estratégia externa da atual administração dos EUA de ampliar o conceito de segurança até a esfera econômica e assegurar uma posição hegemônica no sistema global de cadeias de abastecimento, contendo um caráter exclusivista e confrontacional.

Particularmente, o fato de os países participantes do Quad, tendo os EUA à frente, atacarem o exercício legítimo dos direitos soberanos de nosso Estado enquanto falam de uma suposta “desnuclearização” prova que o Quad não passa de uma ferramenta político-diplomática a serviço da realização da estratégia de dominação unipolar dos EUA.

A placa de “manutenção da paz e da estabilidade” não pode servir como meio para racionalizar a política de confronto entre blocos promovida pelos EUA.

O Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia condena e rejeita firmemente o fato de o Quad liderado pelos EUA incitar posições hostis contra nosso Estado e outros países da região, exigindo energicamente que cesse de perseguir manobras de confronto entre blocos que destroem a paz e a estabilidade regionais.

Reafirmamos claramente mais uma vez que a “desnuclearização” da República Popular Democrática da Coreia jamais existirá, agora ou para sempre.

Não importa o que digam, defenderemos de maneira completa os direitos soberanos, os interesses de segurança e o direito ao desenvolvimento do Estado, e nos uniremos ativamente aos esforços internacionais destinados a promover a confiança mútua, a cooperação, a paz e a prosperidade comum entre os países, opondo-nos à formação de grupos exclusivos e ao confronto entre blocos na região.

Agência Central de Notícias da Coreia