sábado, 3 de outubro de 2026

Mausoléu do Rei Tangun

O Mausoléu do Rei Tangun, reconstruído em outubro de 1994, ocupa uma área total de 45 hectares em Munhung-ri, condado de Kangdong, cidade de Pyongyang.

Tangun fundou o primeiro Estado da Coreia no início do século XXX a.C., tendo Pyongyang como sua capital, e deu-lhe o nome de Joson.

O mausoléu está dividido na seção do monumento à sua reconstrução, na seção das estátuas de pedra e na seção principal.

A seção do monumento à reconstrução do mausoléu é composta pelos monumentos à reconstrução e restauração do mausoléu e pelos pilares de entrada construídos no estilo de pedras verticais dos tempos antigos da Coreia.

Na seção das estátuas de pedra, há esculturas de pedra que representam os filhos de Tangun e seus súditos fiéis, nos lados esquerdo e direito da escadaria de pedra.

A seção principal possui uma plataforma sobre a qual se encontram um incensário, um altar de pedra e outros elementos.

Como túmulo de pedra em forma de pirâmide, o mausoléu tem 22 metros de altura, sendo que cada lado de sua parte inferior mede 50 metros.

O mausoléu que preserva os restos mortais do fundador é um edifício muito majestoso do ponto de vista da engenharia arquitetônica. As esculturas de pedra também são excelentes obras de arte em termos de beleza formal e artística.

Todos os anos, realiza-se uma cerimônia comemorativa no Mausoléu do Rei Tangun em 3 de outubro, para comemorar seu aniversário.

Ri Chol Song

Naenara 

Direção do Partido: garantia da vitória

As vitórias alcançadas por nossa revolução, vencendo audaciosamente as provas da história, são inimagináveis à margem da sábia direção do Partido do Trabalho da Coreia, grandioso tanto em seu nascimento como em sua sucessão.

Em cada capítulo de sua história, que abrange a gloriosa fundação e as consequentes direções revolucionárias, estão registradas as façanhas imortais do grande camarada Kim Il Sung e do grande camarada Kim Jong Il, fundadores e construtores do PTC.

O camarada Kim Il Sung abriu o caminho inexplorado da construção do partido revolucionário em meio à árdua luta pela libertação da pátria e, com a culminação da causa histórica da fundação do Partido, consolidou a firme base de sua existência perene e de seu desenvolvimento contínuo.

No difícil período em que o mundo era cenário de agudos confrontos entre o progressismo e o reacionarismo, a revolução e a contrarrevolução, e a causa socialista e a causa da independência da humanidade enfrentavam severos desafios dos imperialistas, o camarada Kim Jong Il publicou a obra imortal "O Partido do Trabalho da Coreia é o organizador e orientador de todas as vitórias de nosso povo", na qual esclareceu o rumo a seguir e a maneira de transformar a organização dirigente em um partido invencível que conduza a causa da independência e a socialista pelo caminho de vitórias sucessivas, em um verdadeiro partido do povo.

Ao compreender o papel e a posição que o partido ocupa na luta revolucionária e na construção, fortaleceu-o como um partido experiente e combativo que conduz o povo à vitória apesar de quaisquer provas e como Estado-Maior político da revolução coreana, que goza da absoluta confiança de todo o povo.

O estimado camarada Kim Jong Un trouxe o auge do fortalecimento partidista com sua destacada capacidade política e enérgica liderança, fortaleceu a capacidade diretiva do PTC, organizador e orientador de todas as vitórias do povo, o que se materializou na era de grandes transformações que chegou à pátria.

Nesta nova era, todo o país, da capital às províncias, muda de fisionomia, todos os setores da política, defesa nacional, economia e cultura alcançam saltos simultâneos, e nosso Estado manifesta sua dignidade e prestígio em nível supremo.

O povo coreano, sendo fiel ao PTC e unido mais firmemente em torno do estimado camarada Kim Jong Un, triunfará infalivelmente na luta de hoje para abrir a nova era do desenvolvimento integral do Estado.

Estimado camarada Kim Jong Un recebe mensagem de felicitação do Presidente da República do Congo

O estimado camarada Kim Jong Un, Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, recebeu a mensagem de felicitação que lhe enviara, em 9 de setembro, Denis Sassou Nguesso, Presidente da República do Congo, por ocasião do 78º aniversário da fundação da RPDC.

A mensagem diz o seguinte:

Senhor Presidente:

Por ocasião da celebração da fundação de seu belo país, a República Popular Democrática da Coreia, tenho a honra de lhe estender, em nome do povo e do Governo do Congo e em meu próprio nome, minhas calorosas felicitações e meus melhores votos de saúde, felicidade e prosperidade.

Nesta ocasião significativa, gostaria de reiterar-lhe minha inteira disposição de realizar esforços responsáveis para o fortalecimento das relações de amizade e cooperação existentes entre nossos dois países.

Receba, Senhor Presidente, a expressão de minha mais alta consideração.

Estimado camarada Kim Jong Un envia mensagem de felicitação ao Presidente da Bielorrússia

O estimado camarada Kim Jong Un, Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, enviou, em 24 de setembro, uma mensagem de agradecimento a Aleksandr Lukashenko, Presidente da República da Bielorrússia.

A mensagem diz o seguinte:

Expresso minha profunda gratidão a Vossa Excelência por ter me enviado cordiais felicitações por ocasião do 78º aniversário da fundação da República Popular Democrática da Coreia.

Manifestando a expectativa de que as tradicionais relações de amizade e cooperação entre a RPDC e a Bielorrússia se fortaleçam e se desenvolvam vigorosamente em todos os setores, conforme a aspiração dos dois povos, desejo-lhe saúde e êxitos em suas responsabilidades pelo desenvolvimento e prosperidade do país e pela promoção do bem-estar do povo.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Publicada declaração do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Recentemente, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, apresentou à 81ª reunião da Assembleia Geral da ONU o "relatório sobre direitos humanos" impregnado de calúnias maliciosas e propaganda intrigante contra a República Popular Democrática da Coreia por parte das forças hostis.

Ele colocou sem hesitação seu nome na capa desse documento infundado fabricado pelos EUA, pelo Japão, pela República da Coreia e pelos países ocidentais.

Essa conduta constitui uma prova evidente da situação de Guterres, que se tornou o primeiro porta-voz, aparato político e marionete dos EUA e do Ocidente, abandonando completamente o dever e a missão moral do secretário-geral da ONU, que toma a justiça e a imparcialidade como sua vida.

O Ministério das Relações Exteriores da RPDC expressa seu desprezo pelas manobras das forças hostis que transformam o sagrado cenário da ONU em palco de agitação mal-intencionada, com calúnias que distorcem e falsificam a situação dos direitos humanos de um Estado soberano, bem como pela conduta do secretário-geral da ONU, que se junta a elas de maneira irresponsável, e as denuncia e rejeita categoricamente com a maior firmeza.

O presente "relatório sobre direitos humanos", produto representativo da campanha de "direitos humanos" contra a RPDC liderada pelos EUA e pelas forças hostis, é intrigante em seu conteúdo, habitual em sua forma e ilegítimo também em seu motivo de existência.

A publicação do "relatório", que, em nome da ONU, avalia arbitrariamente a situação dos direitos humanos da RPDC e de outros países, e a existência do sistema de "relator especial" constituem um exemplo típico que demonstra a apatia e a submissão da ONU e de seu secretário-geral diante da coerção e arbitrariedade dos EUA e do Ocidente, apesar de terem a missão de representar a comunidade internacional.

Atualmente, a paz e a segurança internacionais caíram na situação mais grave desde o fim da Guerra Fria, e a ONU encontra-se na pior crise estrutural e moral desde sua fundação. A responsabilidade por essa situação recai inteiramente sobre o atual secretário-geral da ONU, que permaneceu em silêncio e obedeceu à coerção e à arbitrariedade dos EUA e de seus satélites.

Durante o mandato do secretário-geral Guterres, a ONU tornou-se uma organização desigual e não democrática que não representa o interesse integral da comunidade internacional, mas o interesse exclusivo de um Estado específico ou de uma minoria, em contraste com o objetivo de sua fundação e com os princípios de sua Carta.

Não depositamos nenhuma esperança no atual secretário-geral da ONU, que em breve deixará o cargo abandonando a confiança da sociedade internacional. Contudo, jamais toleraremos a repetição das condutas parciais e provocativas de politizar a questão dos direitos humanos também durante o mandato do próximo secretário-geral.

Para nós, os direitos humanos significam os direitos do Estado e também constituem a soberania absoluta, que não pode ser concedida em caso algum.

Quem quer que calunie a dignidade e o regime da RPDC e ofenda os interesses de seu povo assumirá a devida responsabilidade por suas condutas errôneas, que serão consideradas uma grave violação da soberania.

A RPDC assegurará e exercerá por si mesma seus direitos em todos os domínios, como soberania, direitos humanos e segurança, e continuará fazendo enormes esforços para eliminar a parcialidade e o padrão duplo da ONU e alcançar a democracia e a imparcialidade dessa organização internacional.

Pyongyang, 3 de outubro de 2026

Kim Yo Jong, diretora de departamento do Comitê Central do PTC, emite declaração sobre o exercício de lançamento de armamento estratégico

Na madrugada de hoje, foi realizado um exercício de lançamento de armamento estratégico em direção ao Mar Leste de nosso país.

No exercício foi utilizado um míssil estratégico de alcance médio.

O Chefe de Estado presenciou este exercício da subunidade encarregada da missão especial.

Após detectar este exercício, a Junta de Chefes do Estado-Maior da República da Coreia e o Ministério da Defesa do Japão anunciaram que os mísseis percorreram mais de 700 km e quase 680 km, respectivamente.

Esses números despertam nosso interesse.

Já observamos casos semelhantes em quatro ocasiões e, no fim das contas, avaliamos que foi realmente comprovada a superioridade do singular modo de voo dos mísseis que possuímos.

Naturalmente, não deveríamos ficar satisfeitos acreditando palavra por palavra nos dados de detecção dos inimigos. Contudo, esses números nos permitem estimar as limitações da capacidade de detecção dos inimigos e as características de nossos mísseis.

Os inimigos perderam o alvo depois do primeiro ponto de salto quando aplicamos o modo de navegação orbital em forma de ondas.

Ao traçar a linha prolongada da trajetória na fase descendente, obtém-se um número quase semelhante ao alcance divulgado pelos inimigos.

Os inimigos costumam apresentar a fraca justificativa de que existem limitações na detecção devido à curvatura da Terra. Mas este fato constitui um testemunho da perfeita capacidade de nossos mísseis e o "índice de verificação" mais científico que comprova o poderio e a confiabilidade de nosso sistema de armamentos.

Eles precisam compreender a velocidade dos mísseis.

E seria conveniente que levassem em consideração nossas publicações de que os mísseis possuem a capacidade de alterar a órbita em baixa altitude e têm IA aplicada.

Em outras palavras, significa que não existe maneira de evitar este ataque.

Os representantes da Direção-Geral de Mísseis informaram ao Chefe de Estado que a tecnologia mais recente permite criar no mínimo quatro modos de navegação orbital de acordo com os objetivos e alvos.

O Chefe de Estado expressou sua convicção de que nenhum país do mundo será capaz de possuir essa tecnologia, pelo menos nos próximos anos.

Agência Central de Notícias da Coreia

As declarações absurdas de um criminoso de guerra que zomba do mundo

Há pouco tempo, o primeiro-ministro israelense Netanyahu proferiu declarações absurdas durante o debate geral da 81ª sessão da Assembleia Geral da ONU. Afirmou que eles não haviam cometido atrocidades de genocídio e que, pelo contrário, haviam impedido que isso acontecesse.

Com isso, o criminoso de guerra do Oriente Médio voltou a zombar do mundo e a desafiar a humanidade.

Desde outubro de 2023, na Faixa de Gaza, na Palestina, mais de 73.400 pessoas inocentes foram massacradas e cerca de 175.000 ficaram feridas. Esse é o resultado das ações perpetradas pelo exército israelense, por ordens do próprio Netanyahu.

Isto é, claramente, um genocídio.

A opinião pública mundial sustenta que as atrocidades de extermínio em massa cometidas pelo exército israelense contra a população civil não diferem de atos de extermínio de um povo.

Israel não se limitou a tirar vidas humanas na Faixa de Gaza.

Destruiu completamente cerca de 300 mil residências e danificou gravemente ou parcialmente outras 200 mil. Reduziu dezenas de hospitais a montes de escombros. Também destruiu instituições de ensino, incluindo cerca de 670 escolas.

O Tribunal Internacional de Justiça classificou as ações militares de Israel na Faixa de Gaza como atos evidentes de extermínio em massa. Até mesmo os países ocidentais que, no passado, protegiam e defendiam Israel já não conseguem ignorar a situação terrível que se desenrola na Faixa de Gaza e estão manifestando fortes condenações. Vários países, como a Turquia, a Eslovênia, a Lituânia, a Noruega, a Suíça, a Irlanda, a Itália e o Canadá, já declararam estar preparados para prender Netanyahu sob suspeita de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

Desta vez, quando Netanyahu subiu à tribuna para discursar na Assembleia Geral da ONU, representantes de muitos países retiraram-se em protesto, enquanto inúmeras pessoas realizaram manifestações diante da sede da ONU, segurando cartazes com as inscrições "Netanyahu é o executor do genocídio" e "Prendam-no". Isso foi inteiramente natural.

Mesmo tendo cometido crimes contra a humanidade que provocam tamanho horror em todo o mundo, Netanyahu negou-os obstinadamente. Isso equivale a declarar que continuará praticando tais atos.

Na realidade, Israel está ampliando seus ataques militares na Faixa de Gaza e renovando diariamente seu histórico de atrocidades. Ainda há pouco, bombardeou residências, tendas de refugiados e locais de reunião em várias regiões, incluindo a cidade de Gaza e Khan Yunis, ferindo 21 palestinos.

O ministro israelense da Segurança Nacional chegou a declarar que os palestinos que vivem na Faixa de Gaza não merecem estar vivos e que os assassinatos seletivos contra eles deveriam ocorrer todas as noites, exigindo, por fim, que fossem mortos até mesmo de 30 a 40 pessoas em uma única noite.

A comunidade internacional condena os invasores israelenses que, mesmo depois de transformarem a Faixa de Gaza em um imenso cemitério coletivo e num inferno a céu aberto, continuam acumulando crimes sobre crimes, sem se darem por satisfeitos.

Ho Yong Min

Rodong Sinmun