segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Dia do Movimento dos Países Não Alinhados

1º de setembro é o Dia do Movimento dos Países Não Alinhados.

Em 1º de setembro de 1961, na então capital da Iugoslávia, Belgrado, realizou-se a 1ª Conferência de Chefes de Estado dos Países Não Alinhados, com a participação de representantes de 25 países. Na conferência foi criado o Movimento dos Países Não Alinhados.

O Movimento dos Países Não Alinhados surgiu como resultado da elevação do movimento de libertação nacional anti-imperialista, à medida que aumentava o número de países recém-independentes e, no processo de fortalecimento da cooperação e unidade mútuas entre os países baseadas na independência, a fim de defender a independência nacional contra a agressão e a subjugação dos colonialistas.

Na Conferência dos Ministros das Relações Exteriores dos Países Não Alinhados, realizada em fevereiro de 1981 em Nova Délhi, capital da Índia, decidiu-se proclamar 1º de setembro de 1961, data em que foi realizada pela primeira vez a Conferência de Chefes de Estado dos Países Não Alinhados, como o Dia do Movimento dos Países Não Alinhados e comemorá-lo anualmente.

O ideal do Movimento dos Países Não Alinhados é a independência anti-imperialista, tendo como princípio fundamental não aderir a nenhum bloco. Eliminar o imperialismo e o colonialismo, acabar com todas as formas de dominação e subjugação e defender a paz e a segurança, realizar a soberania dos países e das nações e alcançar um desenvolvimento socioeconômico livre são as missões que o Movimento dos Países Não Alinhados apresenta desde seus primórdios.

Criado refletindo as exigências da era da independência, o Movimento dos Países Não Alinhados, com o apoio ativo dos países que aspiram à independência, cresceu e se fortaleceu, passando de pouco mais de 20 países-membros no momento de sua criação a um movimento internacional que atualmente reúne mais de 120 países, tornando-se uma poderosa força anti-imperialista e pela independência da época atual.

No orgulhoso caminho de desenvolvimento pelo qual o Movimento dos Países Não Alinhados cumpriu seu papel como força anti-imperialista, pela independência, contra a guerra e amante da paz, mesmo em meio às perversas ações de obstrução dos dominacionistas e às severas vicissitudes da história, estão profundamente presentes os feitos imortais do grande Líder camarada Kim Il Sung e do grande Dirigente camarada Kim Jong Il.

Quando chegou um período de provações para o Movimento dos Países Não Alinhados devido às maquinações dos imperialistas e de suas forças seguidoras, que se apegavam obstinadamente às ações de divisão e desunião e às ameaças e chantagens militares, o grande Líder camarada Kim Il Sung, com sua perspicácia científica e sua visão ampla, iluminou claramente o caminho que o movimento deveria seguir.

O grande Líder tomou medidas revolucionárias para que nossa República ingressasse no Movimento dos Países Não Alinhados e desempenhasse um papel importante na expansão e no desenvolvimento desse movimento, e o conduziu sabiamente para que o Movimento dos Países Não Alinhados fortalecesse ainda mais sua unidade e, com essa força, esmagasse resolutamente as maquinações dos imperialistas.

O grande Líder e o grande Dirigente conduziram sabiamente o Movimento dos Países Não Alinhados para que fortalecesse sua unidade e permanecesse invariavelmente fiel à sua missão, em um período severo em que, devido às rápidas mudanças na situação internacional, chegava-se até mesmo a questionar a própria existência do Movimento dos Países Não Alinhados.

Hoje, nossa República, sob a sábia liderança do estimado camarada Kim Jong Un, contribui significativamente para que o Movimento dos Países Não Alinhados avance com maior vitalidade, esmagando a arbitrariedade e a prepotência dos imperialistas e lutando vigorosamente pela independência, pela justiça e pela paz.

Ao observar o mundo de hoje, vemos que ainda imperam a arbitrariedade e a prepotência dos imperialistas baseados na lógica da força e, em consequência disso, sucedem-se situações em que a soberania e os direitos à existência dos Estados soberanos são gravemente violados.

Isso exige que os países-membros do Movimento dos Países Não Alinhados estejam ainda mais vigilantes e ergam mais alto a bandeira da independência anti-imperialista, da realização da justiça internacional, da unidade e da cooperação.

Nossa República continuará, no futuro, de acordo com os princípios de sua política externa de independência, paz e amizade, atribuindo grande importância ao fortalecimento do papel do Movimento dos Países Não Alinhados no estabelecimento de uma nova ordem internacional baseada na independência e na justiça e envidará todos os esforços para o fortalecimento e desenvolvimento do movimento.

Minju Joson

Centros de trabalho dignos esperam os egressos das escolas democráticas para a construção da nova pátria

Discurso do camarada Kim Il Sung no ato de homenagem aos egressos das escolas de todos os níveis da cidade de Pyongyang

21 de julho de 1947

Queridos camaradas egressos:

Permitam-me, em nome do povo coreano libertado, felicitá-los calorosamente, assim como aos 130 mil camaradas egressos das escolas de diferentes níveis da Coreia do Norte, por seus êxitos nos estudos e pela honrosa condição de graduados.

Camaradas graduados:

Vocês deixam as portas da escola, concluindo o programa dos cursos, precisamente no momento em que nossa base democrática começa a consolidar-se ainda mais graças à luta tenaz de toda a nação nos 2 anos posteriores à libertação. Isto tem, de fato, um grande significado e é motivo de orgulho.

Nosso povo se alegra com seus êxitos nos estudos e deposita grandes esperanças em vocês.

Camaradas:

Sob a dominação do imperialismo japonês, todos os nossos compatriotas não podiam satisfazer seu desejo de estudar e a inteligência do povo permanecia, infelizmente, adormecida. Se alguns, por sorte, conseguiam receber a educação escravista, um destino trágico e uma situação miserável os esperavam. Apesar de sua educação escolar, desconheciam nossa língua e nossa escrita, nossa história nacional, e eram discriminados na sociedade, privados de obter as armas da teoria científica e da capacitação técnica.

Apesar de seu desejo, tinham fechado o caminho para o mundo do saber; viam-se condenados a vagar pelas ruas mesmo tendo instrução escolar, por não terem emprego, sem esperança de poder desenvolver-se, sem direito a um trabalho e a uma vida humana digna. A única coisa que os esperava era uma existência tenebrosa de servidão a serviço dos imperialistas japoneses ou serem arrastados para o campo de batalha. Por esta razão, os jovens de sangue ardente que amavam a pátria lutaram valentemente contra o imperialismo japonês, pela liberdade e pela felicidade da nação.

Ca,aradas: Na história da Coreia, libertada graças à árdua luta dos combatentes revolucionários, começou a ser escrita uma nova página. O povo norte-coreano, desde o dia em que empreendeu o luminoso caminho da construção de seu Estado democrático, rico e poderoso, veio lutando com dedicação para tornar realidade esta grande obra, levando a cabo todas as reformas democráticas que serviriam de base fundamental para isso.

Desse modo, além dos planos político e econômico, também no aspecto educacional foram alcançadas importantes mudanças e desenvolvimento no ensino popular, que eleva o patriotismo de nosso povo e satisfaz seu grande desejo de instrução. O número de escolas de todos os níveis registrou um crescimento assombrosamente vertiginoso, com o consequente aumento do número de matriculados.

Animados por uma imensa esperança, todos estudam com o máximo esforço: as crianças na escola primária; os jovens na escola secundária, na escola especializada ou no instituto; os adultos em suas respectivas escolas; os trabalhadores na escola de seu local de trabalho, etc. Assim, adquirindo conhecimentos científicos e capacitação técnica, vão se formando como quadros que a pátria espera.

Nosso ensino popular está orientado para que todos, sem exceção, possam aprender tudo quanto desejarem. Em particular, dentro do plano de desenvolvimento da economia nacional para 1947, o plano do ensino popular prevê ampliar o quanto antes as instituições de ensino, a fim de proporcionar a todos os estudantes e ao povo conhecimentos científicos e espírito democrático, elevar em ritmo acelerado o nível cultural de nosso povo e formar quadros nacionais e pessoal técnico necessários à pátria. Todo o povo, superando todo tipo de dificuldades e obstáculos na construção da nova pátria, realiza um intenso trabalho para materializar este plano. No ano em curso, o número de escolas primárias chegará a 2 954 e o de seus alunos a 1 321 141. Isso significaria um aumento de 130 por cento no número de escolas em relação ao período anterior à libertação e de 24 por cento em comparação com o final do ano passado, o que permitirá matricular quase todas as crianças em idade escolar. Isso demonstra evidentemente o grande salto dado pela educação norte-coreana em relação à sul-coreana, onde 30 mil crianças em idade escolar estão fora das escolas, abandonadas pelas ruas de Seul. Além disso, 205 000 de nossos alunos estudarão em 535 escolas secundárias básicas. Isso representa um aumento de cerca de 12 vezes no número de escolas e de mais de 10 vezes no número de estudantes em comparação com antes da libertação: 44 escolas secundárias e 19 800 alunos. Serão abertas 73 novas escolas secundárias superiores, onde 27 000 alunos cursarão suficientemente o ensino secundário superior.

O número de escolas especializadas aumentará das 27 existentes atualmente para 54, capazes de matricular 20 mil alunos e formá-los como especialistas técnicos para colocá-los a serviço da Coreia democrática. Este número superará em quase 33 vezes o número de estudantes do período anterior à libertação e representará 270 por cento do índice de 1946. Além disso, em 6 institutos poderão estudar 6 399 alunos, dos quais 3 870 o farão na Universidade Kim Il Sung, máximo centro de ensino da Coreia do Norte, nosso orgulho no Oriente tanto por sua envergadura quanto por seu conteúdo.

Além disso, crescerá o número de escolas de alfabetização, escolas primárias e secundárias para os adultos que não puderam estudar durante a época do imperialismo japonês; também aumentarão diversos tipos de escolas nos locais de trabalho para o aperfeiçoamento técnico dos trabalhadores, chegando assim a 2 500 mil o número de estudantes e trabalhadores incorporados a todas as instituições educacionais. Assim, todo o país se transformará em uma imensa escola.

Camaradas:

Na Coreia do Norte não cresceu apenas o número de escolas e alunos.

Substituímos o sistema de ensino escravista do imperialismo japonês por outro democrático, segundo o qual todos, sem exceção, podem estudar na escola que desejarem e realizar estudos de pós-graduação universitária de acordo com suas capacidades, depois de se graduarem em qualquer instituição educacional.

Apesar de termos construído muitas escolas e implantado um sistema democrático de ensino, ainda não podemos afirmar que o livre acesso aos estudos foi assegurado para todo o povo. Ainda resta criar e assegurar condições de estudo para todos os alunos.

O Comitê Popular da Coreia do Norte tem prestado profunda atenção a este problema, tomando para isso diversas medidas em todos os aspectos. Eliminou a discriminação na matrícula, dando ingresso nas escolas aos filhos e filhas das amplas massas populares trabalhadoras; assegurou internato, rações de alimentos, artigos de primeira necessidade e materiais escolares aos estudantes dos cursos superiores à escola secundária básica, isto é, desde a escola secundária superior e especializada; isentou os filhos das famílias pobres do pagamento pelos estudos e oferece-lhes uma parte das despesas de aprendizagem. Além disso, colocamos recentemente em vigor o sistema de bolsas de estudo, graças ao qual mais da metade dos estudantes das escolas especializadas, dos institutos, incluindo o de formação de professores, e da universidade estuda às expensas do Estado.

Pela primeira vez na história de nosso país abriu-se, com tamanha solicitude, o caminho para o saber aos filhos e filhas do povo trabalhador, e no plano internacional não haverá outro exemplo além da União Soviética.

Enviamos aos países democráticos avançados mais de 300 estudantes e grupos de professores e médicos em visita, com vistas ao intercâmbio cultural e ao estudo da técnica avançada. Também no futuro enviaremos nossos estudantes ao exterior.

Camaradas:

Nossos alunos norte-coreanos estudam com entusiasmo e grande esperança nessas condições estáveis e se desenvolvem constantemente. Nas escolas, a disciplina foi fortalecida e a consciência política dos estudantes foi elevada. O resultado dos recentes exames estatais de conclusão escolar demonstrou claramente quanto se elevou o nível dos conhecimentos dos estudantes.

Os estudantes da Coreia do Norte aprendem e se preparam não para servir aos invasores ou às classes dominantes privilegiadas, mas para seu próprio desenvolvimento, em benefício da independência da pátria e da prosperidade da nação. Um ensino no qual coincidem plenamente o desenvolvimento pessoal e os interesses nacionais é o que os estudantes desejam e o que lhes proporcionará felicidade e liberdade. A Coreia do Norte transformou-se em um verdadeiro paraíso estudantil.

Entretanto, em que situação diametralmente oposta se encontram nossos compatriotas e irmãos, o povo e os estudantes da Coreia do Sul?

Eles travam uma luta em uma situação na qual não podem estudar nem desenvolver-se, por mais que o desejem. Quase todas as instituições educacionais da Coreia do Sul, desde as escolas primárias até os institutos, estão monopolizadas pelos reacionários e traidores da nação, nas quais se ministra, assim como nos tempos do imperialismo japonês, um ensino reacionário e antidemocrático. Professores progressistas e estudantes patriotas são expulsos delas. Os reacionários sul-coreanos não têm nem o mínimo desejo nem capacidade de ampliar a rede escolar e construir estabelecimentos de ensino para os filhos e filhas do país, futuros protagonistas da Coreia. Uma prova clara disso é que as escolas secundárias, por exemplo, aceitam menos de um terço dos alunos que concluem as escolas primárias. Na Coreia do Sul, em vez de aumentar o número de escolas, ao contrário, muitas delas fecham suas portas. As botas dos policiais enfurecidos pisoteiam o recinto da sagrada escola, prendem e encarceram numerosos estudantes. Estes lutam pela liberdade e pelo direito ao estudo, pela democratização das escolas, contra a expulsão das escolas, as detenções, os encarceramentos, as perseguições e os cruéis assassinatos. Em outubro do ano passado, 30 mil participaram dessa luta; em fevereiro do ano em curso, 50 mil; e em março, mais de 80 mil. Eles, modestos e entusiastas, lutam na vanguarda do povo pela verdade e pela justiça, por suas justas reivindicações.

Camaradas:

Podemos suportar em nosso país emancipado a detenção e o encarceramento de mais de 700 estudantes e a expulsão da escola de mais de 130 por terem participado do ato comemorativo do Primeiro de Maio, festa dos trabalhadores de todo o mundo, e a dissolução da União da Juventude Democrática, que lutava pelos interesses das massas populares, acusada de ser uma "organização injusta"? Não, de modo algum. Tal política de repressão brutal deve ser rechaçada e devem ser desmascaradas as conspirações dos inimigos destinadas a arrastar os jovens estudantes, inocentes, honestos e ardentes, pelo caminho do mal e da traição à pátria e ao povo. Os jovens estudantes emancipados devem desfrutar da liberdade de estudar e desenvolver-se sem qualquer impedimento e do direito de servir ao povo. Caso contrário, seria impossível construir um Estado soberano e independente, rico e poderoso. Por isso, todo o povo coreano luta ainda mais energicamente contra os reacionários.

Queridos camaradas egressos:

Se antes eram vítimas do pernicioso ensino do imperialismo japonês, agora receberam pelo menos uma educação democrática durante estes 2 anos posteriores à libertação. Vocês, jovens coreanos da nova geração, aprenderam a língua, o alfabeto e a história de nosso país, as ciências e a técnica, o caminho que a Coreia deve seguir e as leis do desenvolvimento histórico. Assim, saberão bem quais são as aspirações e a felicidade de todo o povo coreano, o que fazer e de que maneira avançar para torná-las realidade. Entre vocês haverá aqueles que prosseguirão seus estudos em escolas de nível mais elevado e aqueles que irão imediatamente trabalhar como construtores da pátria, como ativistas estatais e sociais a serviço dos interesses do povo.

Camaradas que ingressam em escolas de nível mais elevado:

Em nossa Coreia do Norte, 73 escolas secundárias superiores, 54 especializadas e 6 institutos esperam por vocês com as portas totalmente abertas. Essa ampla rede de instituições educacionais satisfará seu desejo de adquirir mais conhecimentos. Nosso Poder popular preparou estabelecimentos de ensino suficientes para proporcionar a todos os graduados que o desejarem a possibilidade de cursar o ensino de nível mais elevado. Desejo que estudem tanto quanto quiserem, que desenvolvam continuamente suas capacidades aproveitando esta liberdade, esta situação afortunada e os direitos democráticos. Vocês que vão matricular-se novamente deverão observar rigorosamente a disciplina escolar e estudar com maior entusiasmo para adquirir amplos conhecimentos de ciência e técnica, literatura e artes. Devem estudar com afinco para tornar-se excelentes cientistas e técnicos da Coreia, literatos fiéis, juristas e políticos úteis à pátria.

Como todos vocês sabem, nosso país não é pequeno, nem em território nem em população, mas é muito rico em recursos naturais. Mais de 220 mil quilômetros quadrados de superfície, com 30 milhões de habitantes, abundantes recursos naturais como carvão, minério de ferro e outras riquezas do subsolo, assim como densas florestas, terras férteis e extensas zonas pesqueiras, tudo isso é suficiente para a construção de um país próspero e poderoso. O problema está nas pessoas competentes. A plena independência de nossa pátria somente será assegurada quando todas as instituições, fábricas e oficinas do Estado forem dirigidas por nossos quadros e nosso pessoal técnico, dotados de conhecimentos científicos, quando formos capazes de produzir tudo quanto quisermos: artigos de uso diário, fertilizantes, medicamentos, máquinas, automóveis, navios, aviões e canhões. Tendo tudo isso sempre presente, vocês deverão estudar com afinco e preparar-se devidamente para ser trabalhadores e donos do país.

Camaradas que vão incorporar-se imediatamente ao trabalho, à sociedade:

Centros de trabalho dignos esperam por vocês na construção da nova pátria. Se ingressarem nos locais de trabalho, todos eles elevarão ainda mais seu prestígio e rendimento e, com forças unidas, cumprirão ainda melhor o plano de desenvolvimento da economia nacional para 1947, destinado a lançar os fundamentos da economia nacional independente. Vocês que vão trabalhar em nossas fábricas, minas, aldeias, zonas pesqueiras, órgãos do Estado, partidos políticos e organizações sociais são verdadeiramente pessoas valorizadas de nossa nova Coreia, que o povo ama e espera. A felicidade da nação e o destino da pátria estão em suas mãos.

Devem servir honradamente ao povo, prezar os bens do país e esforçar-se constantemente para aumentar o rendimento da produção e do trabalho.

Por mais ocupados que estejam, devem elevar seu nível político-cultural por meio de um estudo diligente e desenvolver-se incessantemente, aperfeiçoando seus conhecimentos científico-técnicos.

Vocês deverão ser exemplo para as massas trabalhadoras, sendo os avançados que marcham na vanguarda, ensinam-nas e aprendem com elas, trabalhando em seu meio.

Também deverão ser trabalhadores exemplares da nova Coreia, os mais audazes no combate contra os elementos reacionários, os mais conscientes na observância da disciplina e os mais honestos e desinteressados. Não nacionalistas de visão estreita, mas patriotas de novo tipo, democráticos e populares, verdadeiros amantes da nação e do país.

Camaradas:

É verdade que muitos obstáculos se apresentam diante de nós. Tanto na restauração da economia nacional da pátria e no desenvolvimento da cultura nacional quanto na luta contra os reacionários.

Sem superar todos esses obstáculos, jamais será possível construir uma nova pátria nem alcançar a felicidade nacional. Na história de nenhuma nação ou Estado do mundo foram observados exemplos de restauração e desenvolvimento sem que se enfrentassem dificuldades e se superassem provações.

Vocês deverão ser combatentes valentes, democráticos e patriotas, capazes de cumprir sua missão até o fim, com vontade férrea, sem se curvar diante de nenhuma dificuldade, sem vacilar nem desanimar diante de qualquer crise.

Queridos camaradas egressos:

A construção na Coreia de um Estado democrático, independente, rico e poderoso depende de como lutarmos neste momento. Cumprir esta tarefa de transcendental importância é um dever sagrado de cada um de vocês, pilares da nova Coreia.

Deveremos lutar tenazmente para fundar a República Popular Democrática da Coreia, um Poder popular que assegure ao máximo a liberdade e os direitos de seu povo e sirva plenamente à vontade e aos interesses das massas populares.

Todos vocês, destinados uns às escolas de nível mais elevado e outros diretamente aos setores sociais, terão de avançar rumo a este objetivo.

Avancemos com firme convicção, combatendo os reacionários e traidores da nação, inimigos que procuram fechar-nos este caminho e destruir a felicidade da nação e a construção do Estado do povo.

A vitória será nossa porque lutamos pela justiça e pela verdade.

Tornamo-nos para sempre uma nação feliz, donos de um Estado independente, democrático, rico e poderoso.

Camaradas egressos, que têm perspectivas infinitas e um grande futuro:

A vitória do futuro será de vocês. Lutem valentemente pela glória da pátria e pela felicidade eterna da nação coreana, por sua liberdade, seus direitos e seu desenvolvimento.

Viva a fundação da RPDC!

Glória aos egressos das escolas de todos os níveis, que estudam pelo bem da pátria e lutam pela nação!

Encontro com professores e alunos da Escola Primária nº 2 de Pyongyang

4 de julho de 1947

Hoje vim aqui para ver os alunos da Escola Primária Nº 2 de Pyongyang que estão realizando os exames estatais de graduação. Ao ver os alunos, vigorosos e saudáveis, dedicados aos estudos, sinto grande satisfação e reafirmo minha confiança no futuro. É grande o fervor pedagógico dos professores e a escola está muito organizada. Os alunos não apenas observam rigorosamente o regime e a ordem estabelecidos, mas também estudam com dedicação. Às perguntas que fiz aos alunos que estavam realizando os exames estatais de graduação sobre o conteúdo e o significado da reforma agrária, a população e a superfície de nosso país, todos responderam corretamente. Além disso, as folhas de respostas comprovam que os alunos estão obtendo boas notas.

Os alunos nutrem grandes esperanças no futuro. Um deles manifestou seu desejo de ser arquiteto, decisão realmente admirável. Os alunos devem estudar com afinco para construir com suas próprias mãos grande número de esplêndidas escolas e suntuosos palácios em Pyongyang, nossa capital democrática.

O mais importante no trabalho docente da escola é inculcar nos alunos o patriotismo. Somente assim poderão tornar-se futuros protagonistas que amem infinitamente a pátria e o povo e lutem com abnegação por seus interesses.

Para incutir neles o espírito patriótico, é necessário dar-lhes a conhecer a história de luta de nosso povo e suas tradições.

Desde tempos remotos, nosso povo possui uma digna história de luta valente contra os agressores estrangeiros. Deve-se destacar que, no período mais tenebroso da dominação colonial do imperialismo japonês, organizou e desenvolveu a Luta Armada Antijaponesa, com a qual realizou exitosamente a histórica caisa da recuperação da pátria. Devem ensinar aos alunos essa história de luta de nosso povo e suas tradições, a fim de elevar seu orgulho nacional e prepará-los como verdadeiros e firmes construtores do país, dispostos a combater com abnegação pela pátria e pelo povo.

É importante fazê-los conhecer bem nosso país.

Na escola, é preciso ministrar profundamente disciplinas como História e Geografia da Coreia, Língua Materna, bem como organizar regularmente visitas a fábricas, empresas, campos e lugares pitorescos. Dessa maneira, conseguirão fazer com que todos os alunos se sintam muito orgulhosos e dignos de ter nascido na Coreia, de viver e estudar aqui, demonstrem maior entusiasmo pelos estudos e amem fervorosamente a pátria e o povo.

Um dos problemas que merecem atenção na educação patriótica dos estudantes é incutir-lhes um sentimento de ódio ao inimigo e orientá-los a lutar resolutamente contra ele.

O nobre espírito patriótico não deve expressar-se apenas no amor ao país e à nação, mas também no ódio ao inimigo de classe e no combate implacável contra ele. Os professores devem explicar claramente aos alunos quem são nossos inimigos.

Hoje, os inimigos de nosso povo são os imperialistas estadunidenses, os pró-japoneses e pró-estadunidenses, os traidores da nação e outros elementos reacionários.

É positivo que na escola eduquem os alunos a lutar contra os elementos reacionários sul-coreanos sob o lema "Derrubemos a camarilha de Ri Sung Man!". Os reacionários da Coreia do Sul, tendo Ri Sung Man à frente, são fiéis lacaios do imperialismo ianque, que traíram a nação vendendo nosso país.

É preciso também intensificar a educação no espírito de luta contra os imperialismos estadunidense e japonês.

Desde tempos remotos, o imperialismo estadunidense vem perpetrando constantemente atos agressivos contra nosso país e, depois da libertação da Coreia, ocupou sua parte Sul, onde trama toda sorte de maquinações para transformar nosso povo em seu escravo colonial. Os imperialistas japoneses são nossos inimigos jurados, que durante 36 anos ocuparam nosso país e submeteram nosso povo a cruel opressão e exploração.

É preciso educar os alunos para que amem e cuidem dos bens do país e do povo. É necessário ensiná-los a cuidar de suas carteiras, cadeiras e dos demais bens da escola e, mais adiante, dos bens do país e do povo. Deve-se acostumá-los, assim, desde a infância, a valorizar esses bens.

É necessário aprofundar a formação moral dos estudantes.

Somente quando conseguirmos incutir nos estudantes uma nobre moral, eles poderão ser excelentes trabalhadores da nova Coreia, dignos da confiança e do respeito do povo. Na escola, deve-se ministrar uma eficiente educação moral, de modo que todos os alunos respeitem os mais velhos, valorizem seus colegas e a coletividade, sejam corteses e levem uma vida saudável.

Deve-se intensificar a educação física.

Os estudantes, mesmo que estejam bem preparados nos aspectos intelectual e ideológico, não poderão contribuir muito para a construção do país se não gozarem de boa saúde. A intensificação da educação física assume especial importância, porque os anos escolares constituem o período de desenvolvimento corporal das crianças.

Na escola, é preciso ministrar educação física de diversas formas, para que os alunos tenham grande afição pelos esportes e se esforcem para fortalecer fisicamente o próprio corpo. Para isso, é necessário instalar boas quadras e quantidade suficiente de aparelhos esportivos de todos os tipos, entre eles, barras fixas.

Para formar os alunos como futuros protagonistas, é indispensável que os próprios professores se preparem devidamente nos aspectos político-ideológico e profissional.

As crianças inocentes aprendem dos professores suas ideias, conhecimentos, maneira de falar e conduta. Por essa razão, se os professores não estiverem bem preparados nos aspectos político-ideológico e profissional, não poderão instruir e educar corretamente os alunos. Terão de livrar-se das sequelas ideológicas herdadas do imperialismo japonês e de outros vestígios da velha ideologia que subsistem em sua mente, empreendendo para isso uma enérgica luta pela transformação de sua consciência ideológica. Ao mesmo tempo, devem pôr fim aos caducos métodos didáticos do imperialismo japonês e criar novos métodos, de acordo com o avançado sistema de ensino democrático. Os professores devem aperfeiçoar-se incessantemente nos aspectos político e profissional, estudando profundamente as resoluções e instruções do Comitê Popular da Coreia do Norte, realizando com afinco estudos para o aperfeiçoamento didático e mantendo-se a par dos acontecimentos atuais.

Para terminar, gostaria de referir-me a algumas tarefas dos estudantes.

Os alunos devem estudar com afinco, o que constitui seu dever mais importante. Mesmo depois de terminarem os exames, devem continuar demonstrando nos estudos o mesmo entusiasmo com que se prepararam para os exames. É necessário prestar especial atenção aos estudos de Aritmética e Ciências Naturais.

Para estudar com afinco, os alunos precisam saber claramente, antes de tudo, para quê e para quem devem fazê-lo. Devem ter plena consciência de que estudam não para ostentar seus conhecimentos e dar ares de importância a si mesmos, como ocorria sob o imperialismo japonês, mas para se tornarem excelentes trabalhadores para a construção de uma nova Coreia.

Os alunos devem assimilar completamente o que aprenderam a cada dia e, para isso, devem prestar atenção à aula ministrada pelo professor e cumprir sem falta as tarefas de revisão e estudo prévio. Devem ler muitas publicações, como jornais e revistas infantis, durante as horas extracurriculares.

É verdade que agora o Estado não pode fornecer em quantidade suficiente cadernos, lápis e outros materiais escolares de boa qualidade, mas, no futuro, quando o país for rico e poderoso, este problema também será resolvido. Por isso, os alunos não devem queixar-se de problemas como a falta de cadernos e lápis, mas estudar com dedicação.

Devem participar ativamente da vida orgânica da União das Crianças. Os estudantes têm de participar conscientemente dela e executar oportuna e pontualmente as tarefas que lhes forem confiadas por essa organização. Em especial, é necessário intensificar a crítica nessa organização, para que eles adquiram, desde a infância, o bom hábito de corrigir mutuamente seus erros.

Devem ir às fábricas, empresas, aldeias, etc., e realizar trabalhos de propaganda e atividades artísticas para estimular os pais e mães que constroem uma nova Coreia. Foi magnífica a apresentação artística que os alunos da escola nos ofereceram hoje. Daqui em diante, continuem desenvolvendo com maior entusiasmo as atividades artísticas.

Propomo-nos implantar no futuro o sistema de ensino primário obrigatório e oferecer, às expensas do Estado, ensino aos estudantes das escolas especializadas e dos institutos universitários.

Somente assim os filhos dos operários, camponeses e outros setores das massas trabalhadoras que, nos tempos do imperialismo japonês, não podiam sequer aproximar-se do limiar da escola por falta de recursos, poderão estudar livremente e tornar-se quadros nacionais.

O sistema de ensino obrigatório e o ensino custeado pelo Estado só são possíveis sob nosso regime democrático, no qual foi constituído o Comitê Popular da Coreia do Norte, genuíno poder do povo. Como todos sabem, o Comitê Popular da Coreia do Norte é um poder estabelecido pelo próprio povo, que representa a vontade e os interesses do povo e luta em prol dele. Por esse motivo, o povo o apoia e defende firmemente.

O Comitê Popular da Coreia do Norte, genuíno Poder do povo, formulou uma orientação para implantar o sistema de ensino primário obrigatório e de ensino custeado pelo Estado para estudantes das escolas especializadas e dos institutos universitários e se empenha em colocá-la em prática. Quando for implantado, todas as crianças em idade escolar de nosso país estudarão gratuitamente e todos os alunos das escolas especializadas e os universitários receberão bolsas de estudo.

O Estado fornecerá roupas aos professores dedicados à educação das novas gerações.

Estou convencido de que os professores e alunos da Escola Primária Nº 2 de Pyongyang continuarão esforçando-se com afinco também no futuro, como fizeram no passado, para apoiar firmemente e aplicar as medidas adotadas pelo Comitê Popular da Coreia do Norte relativas ao ensino.

O destino miserável das crianças nas regiões de conflito

Os numerosos conflitos armados sangrentos que ocorrem incessantemente em várias partes do mundo fazem inúmeras pessoas sofrer. Entre elas, as primeiras vítimas são justamente as crianças.

Segundo um relatório publicado pela Organização das Nações Unidas, o número de crianças mortas nas regiões de conflito no ano passado aumentou 34% em comparação com o ano anterior, chegando a cerca de 6 200, enquanto aproximadamente 7 900 crianças ficaram feridas.

Há também dados segundo os quais, em 2024, o número de crianças vivendo em regiões de conflito chegou a aproximadamente 520 milhões, o que significa que cerca de uma em cada cinco crianças do mundo enfrenta uma situação de crise.

É uma situação sem precedentes de gravidade.

As crianças da Faixa de Gaza, transformada em ruínas pelos ataques indiscriminados das forças israelenses, são as que sofrem os maiores danos. Somente no ano passado, mais de 2 600 crianças morreram, mas, como ainda há mortos não identificados, diz-se que o número real pode ser ainda maior.

No Líbano, a situação é semelhante. Em pouco mais de um mês, centenas de crianças perderam a vida nos ataques militares de Israel.

As imagens de pais que choram desconsoladamente diante dos corpos de seus filhos, já frios e envoltos em mortalhas brancas, e de crianças cobertas de sangue que choram de maneira dolorosa dilaceram o coração de centenas de milhões de pessoas em todo o mundo.

Também em lugares como o Sudão e a República Democrática do Congo, onde as guerras civis continuam, muitas crianças tornaram-se vítimas.

Não são apenas mísseis, armas de fogo e projéteis que ameaçam a vida das crianças.

O sistema de saúde, deteriorado pelas consequências dos conflitos, também está levando a situação a um estado ainda mais grave.

As instalações de saúde foram gravemente destruídas, e até mesmo crianças que escaparam por pouco da morte acabam perdendo a vida por não receberem tratamento. Devido à extrema escassez de medicamentos e equipamentos médicos, crianças são submetidas a cirurgias sem anestesia, não recebem sequer as vacinas indispensáveis à prevenção de doenças e sofrem com diversas enfermidades infecciosas. Além disso, com a escassez de alimentos e outras dificuldades de subsistência, as crianças das regiões de conflito encontram-se em perigo constante, sem saber quando poderão morrer.

Recentemente, o Fundo das Nações Unidas para a Infância declarou que, somente na Somália, que sofre com graves desastres naturais e conflitos, cerca de 1,9 milhão de crianças enfrentarão desnutrição este ano, das quais aproximadamente 500 mil sofrerão de desnutrição aguda.

Neste exato momento, inúmeras vidas infantis que deveriam correr e brincar alegremente sob os cuidados dos pais estão murchando em meio aos cruéis conflitos armados, sem sequer terem a oportunidade de fazer florescer seus sonhos e esperanças. Para elas, direitos como o direito à educação são algo sequer possível de imaginar.

A infelicidade e o sofrimento enfrentados pelas crianças, que deveriam crescer conhecendo apenas a felicidade, em meio ao turbilhão de guerras e conflitos provocado pelas manobras de agressão e ingerência nos assuntos internos dos imperialistas, que não hesitam em recorrer a quaisquer meios e métodos para defender seus próprios interesses, não podem ser plenamente descritos em poucas palavras ou escritos.

A estabilidade social e a paz são mais preciosas do que qualquer outra coisa para as crianças. Pôr fim aos conflitos e estabelecer a paz o quanto antes: somente isso pode proporcionar uma vida feliz e estável às crianças que serão responsáveis pelo futuro.

Ri Chan Il

Rodong Sinmun

Países em desenvolvimento que abrem o caminho para a prosperidade com suas próprias forças

Os países em desenvolvimento, que constituem a esmagadora maioria dos países do mundo, possuem abundantes recursos, mas durante longos anos não conseguiram alcançar o desenvolvimento por estarem presos ao sistema econômico liderado pelo Ocidente. Muitos países estão se levantando para pôr fim a essa amarga história e alcançar um desenvolvimento independente com suas próprias forças.

Antes de tudo, estão utilizando ativamente os recursos que antes exportavam a preços baixos para o desenvolvimento de suas economias autossuficientes.

O Zimbábue tem sido chamado de um dos principais países exportadores de concentrado de lítio da África. O Zimbábue, que, apesar de possuir abundantes reservas de lítio, só conseguia exportá-lo na forma de minério ou concentrado, procura agora desenvolvê-lo efetivamente por meio do desenvolvimento de sua própria indústria de processamento. A partir de janeiro do próximo ano, decidiu proibir a exportação de concentrado de lítio e está construindo as bases para produzir internamente materiais de lítio destinados a baterias.

Moçambique também está empenhando-se na industrialização e na diversificação de sua economia com base em seus abundantes recursos.

Recentemente, o presidente defendeu fortemente que não se deve limitar a exportar recursos energéticos e matérias-primas, mas utilizá-los efetivamente para desenvolver a produção e a indústria de processamento.

O país está promovendo ativamente o desenvolvimento energético e, ao mesmo tempo, aumentando os investimentos na geração de eletricidade e no desenvolvimento da infraestrutura de transporte.

O Laos também está passando da exportação de recursos para o desenvolvimento da indústria de processamento. Nesse país, alguns recursos minerais têm sido durante muito tempo uma das principais fontes de exportação. Como a indústria de processamento não conseguia acompanhar esse ritmo, o país sofria enormes perdas. Para corrigir esse problema, recentemente o governo estabeleceu e está promovendo ativamente novos planos para passar da exportação de recursos ao desenvolvimento da indústria de processamento e fortalecer o controle sobre as atividades de extração. Diz-se que essa medida não apenas aumentará as receitas do Estado e criará muitos empregos, mas também impulsionará a industrialização.

Também estão se intensificando os esforços para desenvolver a economia mediante a introdução de tecnologias avançadas.

O Quênia anunciou e está implementando um plano para transformar, até 2030, a agricultura em um setor econômico moderno e prático, no qual sejam introduzidas tecnologias avançadas.

Se esse plano for concretizado, será possível reduzir pela metade o volume de importações de alimentos, aumentar significativamente as exportações de produtos agrícolas processados e criar mais de 2,4 milhões de empregos.

A Etiópia está estabelecendo e implementando metas mais elevadas de eletrificação. No ano passado, além de ampliar a rede nacional de transmissão, o país promoveu ativamente a utilização da energia solar nas áreas rurais, permitindo que 65% da população tivesse acesso à eletricidade.

Muitos países em desenvolvimento, além de mobilizarem e utilizarem ativamente suas próprias forças, também estão dando profunda atenção ao fortalecimento da cooperação entre os Estados.

Isso é demonstrado pelo recente acordo entre a Tanzânia e o Egito para fortalecer a cooperação em diversos campos, como agricultura, saúde, educação e transporte; pelo compromisso da África do Sul e da Namíbia de aprofundar a cooperação bilateral nas questões de comércio, desenvolvimento industrial e integração regional; e pelo fortalecimento da cooperação entre a Indonésia e o Vietnã nos campos da agricultura, ciência e tecnologia, produção de veículos elétricos, recursos hídricos, assuntos marítimos e segurança.

Os países em desenvolvimento estão fortalecendo a cooperação bilateral e multilateral e trabalhando incessantemente para alcançar um desenvolvimento independente.

Ho Yong Min

Rodong Sinmun

Realizados nas unidades os atos comemorativos pelo estabelecimento das universidades fabris

Atos comemorativos pelo 50º aniversário de fundação da Universidade Fabril de Pukchang, da Universidade Fabril de Anju, da Universidade Fabril de Tongnim e da Universidade Fabril de Ryongyang, bem como pelo 40º aniversário de fundação da Universidade Fabril de Sangnong, foram realizados respectivamente nos locais correspondentes.

Nos atos comemorativos, nos quais participaram funcionários dos setores relacionados, funcionários, professores e estudantes das respectivas universidades, foram apresentados relatórios comemorativos.

Os oradores disseram que, neste momento em que todo o povo do país impulsiona vigorosamente a grandiosa trajetória de criação e transformação para implementar as resoluções do 9º Congresso do Partido, todos os funcionários, professores e estudantes que celebram o aniversário de fundação das universidades recordam com profunda emoção os feitos imortais dos grandes homens sem igual, que abriram a origem da construção original das universidades fabris e estabeleceram uma sólida base para a formação de quadros revolucionários e técnicos do tipo Juche.

Eles mencionaram que o grande Líder camarada Kim Il Sung, que fez soar o sino da primeira universidade fabril em meio às chamas da guerra feroz, tomou medidas revolucionárias para fortalecer e desenvolver as universidades fabris com base na superioridade e na experiência do sistema de ensino superior no qual se estuda enquanto se trabalha.

Dsseram que o grande Dirigente camarada Kim Jong Il, que fez brilhar a ideia educacional jucheana do grande Líder, esclareceu com sua liderança extraordinária, de maneira lúcida, as questões teóricas e práticas relacionadas ao trabalho educacional, bem como as tarefas e os meios para melhorar a administração e a gestão das universidades.

Mencionaram que o estimado camarada Kim Jong Un acendeu as chamas da revolução educacional do novo século e está conduzindo o desenvolvimento ainda maior do sistema educacional no qual se estuda enquanto se trabalha, de modo a provocar uma transformação decisiva no trabalho educacional das universidades fabris.

Enfatizaram que o estimado camarada Secretário-Geral avaliou altamente os êxitos alcançados pelas universidades fabris no trabalho educacional e concedeu a grande benevolência de colocar os educadores que prestaram serviços meritórios no pódio da glória.

Os oradores mencionaram que, sob a enérgica liderança e os cuidados minuciosos dos grandes homens sem igual, as universidades fabris fortaleceram solidamente suas capacidades de educação e ciência e suas bases materiais e técnicas, formando quadros científicos e técnicos competentes que desempenham um papel importante nas principais frentes da construção socialista.

Eles disseram que as universidades fabris, dando prioridade firme à educação político-ideológica, realizaram a aplicação prática, a integração e a modernização do conteúdo educacional, refletindo as tendências do desenvolvimento científico e tecnológico mundial, e elevaram o trabalho docente, a administração acadêmica e a gestão e administração das universidades a um elevado nível baseado em fundamentos científicos.

Mencionaram que todos os funcionários, professores e estudantes devem defender, preservar e fazer brilhar ainda mais os feitos imortais de liderança dos grandes homens sem igual acumulados no setor educacional e cumprir sem desvio as tarefas apresentadas pelo Partido para o setor educacional.

Eles disseram que os funcionários e professores devem elevar o nível de politização partidista, fundamentação teórica e acessibilidade das disciplinas, garantindo rigorosamente o caráter político-ideológico da educação, e pesquisar e aplicar ativamente métodos de ensino e aprendizagem baseados na pesquisa.

Apontaram que todos os estudantes devem considerar o período de seus estudos como uma preciosa etapa para adquirir elevada consciência política e qualidades práticas que lhes permitam apoiar perfeitamente os planos e as intenções do Partido por meio da prática, estudando com afinco para se prepararem solidamente como trabalhadores dotados de conhecimentos e quadros técnicos.

Os oradores enfatizaram que todos os funcionários, professores e estudantes devem apoiar com lealdade a liderança do estimado camarada Kim Jong Un e, alcançando maiores êxitos no trabalho educacional e científico e nos estudos, contribuir ativamente para a nobre causa patriótica destinada a abrir vigorosamente a nova era da revitalização integral do Estado.

Coreia, farei você brilhar!

Uma manhã de setembro raiou sobre nossa gloriosa pátria.

Neste momento em que, unidos com patriotismo, abrimos vigorosamente a nova era da revitalização integral do Estado e uma nova história de grandiosas transformações, o coração de todo o povo do país corre sem fim rumo ao cume das lembranças inesquecíveis.

No cume do monte Ryongnam, onde até o sussurro das florestas verdes carrega histórias significativas e onde o vigoroso sopro de minha pátria que avança se aproxima como uma maré impetuosa. Nesta colina da história, o juramento patriótico firmado pelo grande General, ao subir a este lugar, ainda hoje ressoa por esta terra como um eco eterno.

Nesta manhã significativa, na qual se gravam os 66 anos desde aquele momento em que o grande General, seguindo a vontade do Líder, firmou o juramento histórico de fazer esta Coreia brilhar eternamente através das gerações, os milhões de habitantes deste país sentem novamente, no fundo do coração, quão grandiosa prática revolucionária se seguiu àquela grande declaração do grande homem sem igual.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"A vida inteira do General foi a mais brilhante vida de um grande homem sem igual, que, seguindo a sublime vontade do Líder, acumulou feitos imortais diante do Partido e da revolução, da pátria e do povo."

Coreia, farei você brilhar!

Quanto mais se pronunciam essas palavras, mais solenemente se apresenta diante de nós o grande mundo do patriotismo que nosso General possuía, fazendo nossos olhos se encherem de lágrimas de profunda emoção.

1º de setembro de 1960, era um dia comum, que raiou como tantos outros no decorrer do tempo.

Naquela época, as pessoas ainda não sabiam quão grande significado teria o fato de o grande General ter deixado na Universidade Kim Il Sung os primeiros passos de sua atividade revolucionária.

No significativo dia de seu ingresso na universidade, o grande General subiu ao cume do monte Ryongnam junto com os estudantes.

O sol da manhã, que se erguia além do rio Taedong, espalhava seus raios dourados sobre o gramado verde que se estendia suavemente entre os arbustos baixos.

Era uma paisagem magnífica e deslumbrante, quanto mais se contemplava.

Depois de olhar ao redor durante algum tempo, o grande General, em tom bastante emocionado, disse que tornar-se o responsável pela revolução coreana e dar continuidade, de geração em geração, à causa do Líder era nosso sublime dever diante da época e da revolução, da pátria e do povo, e que, ao subir até aquele lugar, parecia que um poema surgiria por si mesmo.

Naquele momento, os estudantes pediram ao grande General que escrevesse um poema.

O grande General aceitou de bom grado.

Logo depois, começou a recitar um poema impregnado de um grande juramento.

Aprendendo nesta terra os elevados ideais do Líder

Tornarei-me o responsável pela revolução coreana

Ah, Coreia, farei você brilhar

O juramento de convicção do grande General de fazer nossa pátria brilhar através das gerações ecoou vigorosamente para muito além do céu.

Dos estudantes irromperam aclamações.

O grande General, olhando para os estudantes que não conseguiam conter sua emoção, disse que não era poeta e que também não havia recitado aquele poema por algum sentimento espontâneo, e falou o seguinte.

"Eu apenas revelei, neste cume da montanha, num dia tão significativo, o sentimento que sempre guardei profundamente no coração. Fazer a Coreia ser conhecida em todo o mundo e fazê-la brilhar eternamente, seguindo os elevados ideais do grande Líder, é a tarefa mais sagrada e honrosa de todos nós, seus fiéis soldados revolucionários.…"

Somente um eminente patriota que considera a pátria como tudo em sua vida e deposita seu próprio destino no destino da pátria pode deixar um grande juramento destinado a fazer a pátria conhecida em todo o mundo.

A pátria que nosso General carregava no coração, ardendo com toda a sua alma sob o sublime senso de missão, era justamente o estimado Líder, o amado povo e a pátria socialista que prosperará eternamente.

Coreia, farei você brilhar!

O juramento do monte Ryongnam foi verdadeiramente o juramento de um grande revolucionário que o grande General fez diante da pátria e do povo.

Desde o momento em que deixou o juramento do monte Ryongnam, a atividade revolucionária do grande General, que assumiu a responsabilidade pela revolução coreana e a conduziu rumo ao futuro, esteve totalmente orientada para o grandioso objetivo de erguer nossa pátria como uma potência invencível.

Quantos grandes dias e meses de liderança se passaram!

Graças à sábia mão dirigente do grande General, ocorreram transformações em todos os campos, incluindo não apenas o trabalho do Partido, mas também a política, os assuntos militares, a economia, a cultura e a diplomacia, e abriu-se um período de grande impulso na construção de uma pátria rica e poderosa.

As transformações realizadas pelo grande General foram, cada uma delas, acontecimentos importantes que renovaram fundamentalmente a fisionomia de nossa pátria e a elevaram a um novo nível.

Como o grande General se tornou o responsável pela revolução coreana e, durante várias décadas, conduziu o destino da pátria e do povo rumo a um futuro radiante, existem o ontem e o hoje de nossa pátria, bordados de milagres e glória, e está garantido o amanhã de uma pátria ainda mais rica e poderosa.

O estimado camarada Secretário-Geral, recordando com profunda emoção os feitos imortais realizados pelo grande General em prol da pátria e do povo, disse comoventemente que, desde o primeiro dia em que tomou o caminho da revolução, o General alimentou a firme determinação de tornar-se o responsável pela revolução coreana, dedicou toda a sua vida à defesa e ao brilho da pátria socialista e, até o último momento de sua vida, continuou no caminho da dedicação patriótica à pátria e ao povo.

Embora o tempo tenha passado para muito longe, o juramento da história que ressoou no monte Ryongnam ainda hoje ecoa sem fim, multiplicando muitas vezes mais o ardor da luta de nosso povo, transbordante de patriotismo.

O estimado camarada Secretário-Geral, que disse que sempre pensa em tornar nosso país, conforme os anseios do Líder e do General, o quanto antes na principal potência do mundo e que sua determinação é elevar nosso país ao cume do mundo...

Com o sublime senso de missão de que o destino da pátria e do povo repousa sobre seus ombros e com a férrea vontade de fazer a pátria brilhar e torná-la poderosa, independentemente do preço que tivesse de pagar, os passos de dedicação do estimado camarada Secretário-Geral deram origem ao poder nacional absoluto de nosso Estado e fizeram surgir, por toda parte, mundos de civilização onde florescem os belos sonhos e ideais do povo. Nesta terra abriu-se uma época de grande agitação, jamais vista na história, a grande era da primazia do nosso Estado.

A realidade maravilhosa de nossa pátria atual, repleta de transformações, é um fruto orgulhoso trazido pela sábia liderança e pelos imensos esforços do estimado camarada Secretário-Geral, que possui a férrea convicção e vontade de fazer a pátria do grande Líder e o país do grande General brilharem perante o mundo, e é um quadro imortal que comprova que o juramento do monte Ryongnam firmado por nosso General está sendo realizado como uma realidade ainda mais brilhante pelo nosso estimado camarada Secretário-Geral.

A atual marcha de todo o povo para abrir a grande nova era da revitalização integral do Estado é uma sagrada luta patriótica na qual se demonstra plenamente a ardente aspiração e a firme convicção de nosso povo de fazer a dignidade e o poder de nossa pátria brilharem em todo o mundo.

No coração de nosso povo, que avança vigorosamente rumo ao futuro de uma potência socialista sob a liderança do estimado camarada Secretário-Geral, está guardado preciosamente o juramento histórico do grande homem sem igual que ressoou no monte Ryongnam.

Seguiremos firmemente, sob a liderança do estimado camarada Secretário-Geral, o único caminho da revolução Juche, o único caminho patriótico de fazer nosso grande Estado brilhar!

Este é justamente o juramento de convicção de nosso povo, que hoje dirige seu coração ao monte Ryongnam onde nasce o sol.

É a firme vontade e determinação do estimado camarada Secretário-Geral antecipar a vitória da construção de uma potência socialista com a grande força de centenas de milhares de pessoas unidas pelo patriotismo.

Todo o povo do país seguirá fielmente a liderança do estimado camarada Secretário-Geral e certamente transformará em uma realidade brilhante os anseios do grande Líder e do grande General por uma potência, bem como seus anseios patrióticos, nesta terra.

Rim Jong Ho e Ri Sol Min