quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Devem tornar-se quadros do Exército Popular que sirvam fielmente à pátria e ao povo

Discurso do camarada Kim Il Sung na cerimônia de formatura da primeira turma da Escola Central de Quadros de Segurança

26 de outubro de 1947

Camaradas formandos da primeira turma da Escola Central de Quadros de Segurança:

Em nome do povo coreano e do Comitê Popular da Coreia do Norte, permitam-me felicitá-los calorosamente. Saúdo o diretor e os demais camaradas professores desta escola, que os ensinaram e adestraram com dedicação.

Hoje vocês se formam nesta escola e, como novos quadros do Exército Popular da Coreia, irão para suas respectivas unidades e outros locais de trabalho, o que tem grande significado para fortalecer ainda mais nossas forças democráticas e consolidar e desenvolver a base democrática da Coreia do Norte, baluarte da soberania e independência da Coreia.

A situação internacional caracteriza-se hoje pelo agravamento cada vez maior do confronto e da luta entre a democracia e a antidemocracia. Em contraste com a intensificação da luta dos povos dos países do campo democrático para defender a paz e garantir a segurança no mundo, tornam-se cada vez mais abertos os esforços desesperados dos imperialistas para destruí-las mediante ataques contra outros povos.

Após o término da Segunda Guerra Mundial, a União Soviética e outros países democráticos lutam resolutamente contra a eclosão de uma nova guerra, a fim de manter a amizade e a paz entre os povos do mundo. Pelo contrário, os Estados Unidos, a Inglaterra e seus países satélites tentam desencadear uma nova guerra para assegurar sua posição monopolista no mercado mundial e realizar seus objetivos agressivos.

Especialmente, os imperialistas ianques, chefes do campo imperialista, estão desesperados para levar a cabo seus vis planos agressivos, como a "doutrina Truman" e o "Plano Marshall", a fim de escravizar outros países e dominar o mundo pela força dos dólares. Os imperialistas estadunidenses não apenas tentam usurpar aquilo que os povos do mundo conquistaram com seu precioso sangue na guerra, como também ameaçam seriamente a paz mundial. Esforçam-se freneticamente para violar os acordos internacionais, proteger e fomentar os remanescentes do fascismo e, posteriormente, intervir nos assuntos internos de outros países, subjugá-los economicamente e dominá-los politicamente sob o pretexto da chamada "ajuda".

A luta entre a democracia e a reação recrudesce dia a dia também na Coreia. A luta do povo coreano pela soberania e independência completas de sua pátria é gravemente obstruída pelas maquinações reacionárias dos imperialistas ianques e de seus lacaios. Violando flagrantemente a decisão da Conferência de Moscou dos Ministros das Relações Exteriores dos Três Países, acordo internacional que prevê o desenvolvimento democrático e a soberania e independência da nação coreana, os imperialistas estadunidenses prolongaram e sabotaram deliberadamente o trabalho da Comissão Conjunta URSS-EUA, que visava estabelecer um governo democrático provisório da Coreia. Eles pretendem impedir a independência completa da pátria e o estabelecimento de um governo provisório unificado, aspiração secular do povo coreano, perpetuar sua ocupação da Coreia do Sul e transformá-la inteiramente em sua colônia, escravizando novamente o povo.

Os imperialistas estadunidenses transformam novamente o Japão em um foco de guerra no Oriente, em uma base militar contra o campo democrático. Rearmam os imperialistas japoneses, inimigos jurados do povo coreano, e planejam utilizá-los como lacaios para pisotear a soberania e independência do povo coreano e agredir outras nações orientais.

Como se vê, hoje nossa pátria depara-se com um sério obstáculo em seus esforços para estabelecer um governo unificado, alcançar a soberania e independência e promover o desenvolvimento democrático, devido às intrigas e maquinações agressivas dos imperialistas ianques.

É muito responsável a missão de vocês neste momento em que devem integrar-se às unidades como quadros do Exército Popular.

Como quadros do Exército Popular a serviço da pátria e do povo, vocês devem, antes de tudo, ser fiéis a estes no cumprimento das tarefas que lhes são atribuídas.

Na nossa Coreia do Norte, o povo organizou com suas próprias mãos o comitê popular, seu poder, e, unido em torno dele, lançou uma sólida base democrática para a independência completa da pátria. Nosso Exército Popular tem a importante missão de defender à custa da própria vida o comitê popular, genuíno poder do povo, consolidar os êxitos da construção democrática na Coreia do Norte, salvaguardar os interesses do povo e a honra da nação e fazer com que a pátria seja totalmente independente.

Não podemos tolerar que os imperialistas nos agridam novamente, nos despojem de nosso Poder e nos obriguem a levar a vergonhosa vida de escravos sem pátria. É preciso que tenhamos um poderoso exército. Vocês devem tornar-se, sem falta, excelentes oficiais, que saibam lutar até o fim pelos interesses do povo e pela independência da pátria, e esforçar-se pela formação de um poderoso Exército Popular capaz de combater até a morte e aniquilar, a qualquer momento, os inimigos da pátria e do povo.

A fim de construir o quanto antes um Exército Popular moderno, dotado da ciência e da técnica militares mais avançadas, devemos envidar os máximos esforços para formar bem os militares. Todos devemos capacitar-nos para manejar habilmente as armas, conhecer os diversos regulamentos de combate e estudar a cooperação entre todas as armas modernas. Devemos, igualmente, estudar as experiências do Exército Soviético, que triunfou na Segunda Guerra Mundial. Desse modo, devemos formar um exército de primeira qualidade tanto no aspecto estratégico e tático quanto no técnico-militar.

Vocês devem transmitir aos seus subordinados os conhecimentos militares adquiridos na escola, esforçar-se sem descanso para acumular mais experiências e conhecimentos no curso de seu trabalho prático e fazer com que não somente vocês, mas também suas respectivas unidades, se tornem defensores eficazes do país.

Da mesma forma, devem fortalecer politicamente suas unidades. Devem preparar ideologicamente todos os oficiais e soldados para que combatam até a última gota de seu sangue pela pátria e pelo povo. Além disso, devem educar os militares no espírito de ódio aos inimigos e explicar-lhes que os imperialistas recorrem a toda espécie de artimanhas para escravizar nossa nação.

Todos os reacionários são inimigos de nosso povo, traidores da nação que vendem nossa pátria. Devem ensinar a todos os oficiais e soldados a odiar os reacionários e os agressores imperialistas.

Para aumentar entre os militares o ódio aos imperialistas estadunidenses e japoneses, devemos explicar-lhes que os imperialistas ianques, que há muito tempo tentavam atacar nosso país, após a Segunda Guerra Mundial conseguiram ocupar a metade sul de nosso território; e que os agressores japoneses invadiram várias vezes nosso país durante centenas de anos, até finalmente ocupá-lo e, ao longo de quase meio século, explorar e oprimir nossa nação. Devem dar a conhecer claramente a todos os oficiais e soldados que os agressores japoneses, inimigos jurados de nossa nação, embora tenham sido expulsos de nosso solo pátrio, hoje abrigam o torpe propósito de agredir novamente nosso país sob a proteção dos imperialistas ianques.

Todos devemos estar sempre dispostos a nos mobilizar a qualquer momento, caso nosso povo e nosso Estado o exijam, a fim de salvaguardar a pátria. Nas unidades, é preciso ensinar a história da Coreia, estudar a bravura dos célebres heróis e generais do passado e suas magníficas estratégias e táticas e, em especial, levar adiante as preciosas experiências e façanhas revolucionárias de nossos precursores revolucionários no longo decurso da Luta Armada Antijaponesa e aprender com seu espírito combativo. Devem imbuir todos os oficiais e soldados de que sua missão é lutar pela pátria e pelo povo e aumentar seu ódio ao inimigo.

Devem ensinar a todos os militares a proteger os interesses do povo, servi-lo, manter constante unidade e estreitos vínculos com ele, tanto em tempos de treinamento ordinário quanto em tempos de guerra.

Devem ensinar-lhes a manter fraternidade e familiaridade entre os soldados, entre os oficiais e entre uns e outros dentro da unidade, a prezar seus companheiros, respeitar-se e ajudar-se mutuamente, viver em harmonia como irmãos e unir-se em escala da unidade com o mesmo espírito e vontade diante de qualquer dificuldade.

Além disso, devem fazer todo o possível para fortalecer a disciplina dentro da unidade. A disciplina é a vida do exército. Um exército indisciplinado não pode existir nem combater contra o inimigo. Tanto no Oriente como no Ocidente, tanto na antiguidade como na época atual, não houve um único caso em que um exército indisciplinado tenha triunfado. O Exército Soviético conduziu à vitória a guerra patriótica de seu povo porque todos os seus oficiais e soldados mantiveram uma disciplina consciente para lutar até o fim pelo cumprimento das ordens de seus superiores de salvaguardar a pátria e o povo. Devem implantar também em nosso Exército Popular uma disciplina férrea, destinada a cumprir, mesmo com risco de suas vidas, as ordens da pátria e do povo. É preciso cultivar entre os militares o espírito de zelar pelos bens do Estado e pelos armamentos do exército, educá-los para cuidar de suas armas com esmero.

Tudo isso é inimaginável à margem da educação ideológica destinada a cultivar neles um fervoroso patriotismo, um espírito de autoestima nacional e uma vontade combativa inflexível. É por essa razão que devemos prestar a máxima atenção à intensificação do trabalho de formação ideológica no seio do exército.

Vocês já são oficiais do Exército Popular. A partir de hoje, estão a serviço da pátria e do povo em atividades práticas reais. Essas atividades são muito mais complexas do que aquilo que aprenderam na escola. Por isso, encontrarão muitas dificuldades em seu trabalho, mas devem ser oficiais competentes, capazes de superar todas essas provações.

Devem sentir profundo afeto pelos soldados em quaisquer circunstâncias, instruí-los bem e servir-lhes de exemplo na convivência com eles. Devem dar-lhes ordens claras e exatas, supervisionar como as cumprem, incentivá-los a superar as dificuldades e ser para eles exemplo na observância da disciplina. Em qualquer momento, os oficiais devem ser guiados pelo espírito de colocar-se na vanguarda das atividades práticas.

Vocês devem ser sempre infinitamente fiéis ao nosso Partido e ao nosso povo e esforçar-se para ser militares mais exemplares, que cumpram até o fim, a qualquer momento e em quaisquer condições, toda ordem que lhes seja dada pelo Partido e pela pátria.

Desejo que trabalhem com grande empenho para criar um poderoso Exército Popular que saia sempre vitorioso, enfrentando todos os inimigos internos e externos, em sua sagrada luta para salvaguardar a independência da pátria e a honra da nação.

Para fortalecer a direção sobre o trabalho da União das Mulheres

Discurso do camarada Kim Il Sung no Presidium do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia do Norte

20 de outubro de 1947

A União de Mulheres, uma organização integrada pelas amplas massas femininas, é uma correia de transmissão de nosso Partido. Fortalecer a direção sobre a União de Mulheres é um dos deveres mais importantes das organizações do Partido. Somente melhorando essa gestão será possível agrupar estreitamente as massas femininas, consolidando ainda mais a base de massas do Partido, e organizá-las e mobilizá-las ativamente para a construção de um Estado soberano, independente, rico e poderoso. Por essa razão, as organizações do Partido em todos os níveis devem esforçar-se arduamente para intensificar sua direção sobre o trabalho da União de Mulheres.

Uma questão importante para fortalecer a orientação sobre o trabalho da União de Mulheres consiste em levá-la a concentrar seu trabalho nas mulheres trabalhadoras.

A absoluta maioria das mulheres de nosso país é trabalhadora, sobretudo operárias e camponesas; e um importante objetivo da criação da União de Mulheres reside em transformá-las em uma poderosa força política, integrando-as em um compacto feixe. A União de Mulheres poderá transformar-se em uma poderosa organização política de caráter massivo somente quando suas organizações derem ênfase primordial ao trabalho com as mulheres trabalhadoras.

Orientar as organizações da União de Mulheres para que concentrem seu trabalho nas mulheres trabalhadoras também é necessário para acelerar a construção de uma nova pátria. Tendo em vista que as operárias, camponesas e outras mulheres trabalhadoras contribuem de maneira prática para a construção do país, essa tarefa poderá ser realizada melhor se forem corretamente organizadas e mobilizadas.

Por essa razão, a União de Mulheres deve concentrar seu trabalho nas mulheres trabalhadoras, e não nas donas de casa.

Já salientei a necessidade de a União de Mulheres concentrar seu trabalho nas mulheres trabalhadoras. No entanto, esse trabalho ainda é realizado, principalmente, nas cidades e nas zonas residenciais. As organizações do Partido devem orientar as da União de Mulheres a agrupar firmemente em seu seio todas as mulheres trabalhadoras, realizando um bom trabalho com elas e intensificando sua vida organizativa e ideológica.

Quando dizemos que o trabalho fundamental da União de Mulheres deve ser concentrado nas mulheres trabalhadoras, isso não significa de modo algum que devamos tratar superficialmente o trabalho com as donas de casa. As organizações do Partido devem orientar as da União de Mulheres a realizar também um bom trabalho entre estas e, sobretudo, entre as mulheres intelectuais que vivem encerradas em suas famílias.

Quanto às mulheres intelectuais, entre elas há aquelas que levaram uma vida acomodada no passado. Durante o período do imperialismo japonês, salvo as mulheres de famílias ricas, elas não puderam ter acesso aos estudos. Entre as intelectuais da cidade de Pyongyang não são poucas as mulheres religiosas. Estas desprezam as mulheres trabalhadoras e não querem associar-se com elas. Essa mentalidade que permanece na mente das mulheres intelectuais não é modificada com facilidade nem em pouco tempo. Mas nós podemos e devemos reeducar sem falta as mulheres intelectuais.

Embora tenham seus defeitos, quase todas abrigam um espírito patriótico e amor à nação, por terem estudado submetidas ao desprezo e aos maus-tratos nacionais sob a dominação colonial do imperialismo japonês. As organizações da União de Mulheres devem realizar um incansável trabalho educativo com as mulheres intelectuais, de acordo com suas características. Desse modo, deverão conseguir que também as donas de casa e as intelectuais façam todas uma contribuição ativa para a construção de uma nova pátria.

Uma questão importante na direção do trabalho da União de Mulheres é procurar fazer com que as mulheres se incorporem ativamente à sociedade.

Fazer com que as mulheres participem das atividades sociais tem grande importância para transformar suas ideias e construir uma Coreia democrática, rica e poderosa.

Se as mulheres se incorporarem à sociedade, serão educadas e forjadas por meio de sua atividade prática e também aumentarão os rendimentos de sua família. Isso permitirá também realizar com êxito a grande tarefa da construção do país e solucionar o grave problema da mão de obra.

No entanto, atualmente, não poucas mulheres, encerradas em suas casas, levam uma vida ociosa. Vejamos apenas o caso da cidade de Pyongyang: aqui há muitas mulheres, mas são poucas as que participam efetivamente da atividade social e econômica. Atualmente nos faltam muitos professores de escola primária, mas as mulheres não participam do ensino como gostaríamos.

A participação passiva das mulheres na vida social e econômica deve-se, principalmente, ao fato de que em suas mentes ainda persistem ideias caducas e não foram criadas as condições sociais que lhes permitam trabalhar. Durante séculos, as mulheres de nosso país foram objeto de maus-tratos e desprezos inauditos, amarradas à ideia feudal de respeitar o homem e desprezar a mulher, bem como a costumes de vida anacrônicos. Devido a essa peculiaridade das condições históricas, as mulheres coreanas não ousam libertar-se dos velhos costumes de vida e participar energicamente da atividade social e econômica, mesmo hoje, quando gozam dos mesmos direitos que o homem.

A fim de incorporar amplamente as mulheres à atividade social e econômica, é necessário intensificar entre elas o trabalho educativo para eliminar as sequelas das ideias caducas e dos costumes ultrapassados. Sem erradicar os vestígios das ideias caducas e dos velhos costumes, como considerar natural viver na ociosidade depois de se casar, não será possível integrá-las à atividade social e econômica.

As organizações da União de Mulheres devem educar as mulheres para que compreendam claramente que comer e viver ociosamente com o que o marido ganha, dedicando-se somente em casa à preparação das refeições e ao cuidado dos filhos, é uma sequela de ideias retrógradas, e que participar do trabalho é um dever honroso e sagrado dos cidadãos, que redunda em benefício próprio e, além disso, enriquece, fortalece e faz o país progredir. Assim, é necessário trabalhar para que as mulheres se libertem dos velhos costumes e saiam ativamente à sociedade, plenamente conscientes do verdadeiro sentido do lema: "Quem não trabalha, não come".

Criar condições sociais para que possam trabalhar é uma medida importante para incorporar as mulheres à atividade social e econômica.

Somente com o trabalho educativo não será possível resolver inteiramente o problema de integrá-las à sociedade. Por mais que queiram incorporar-se a ela, não poderão fazê-lo se não existirem condições sociais.

As organizações do Partido não devem apenas falar em termos gerais sobre a necessidade de as mulheres se incorporarem à sociedade, mas criar as condições adequadas para que possam trabalhar eficazmente nela.

É necessário atribuir-lhes trabalhos adequados às suas condições físicas e peculiaridades e preparar creches e jardins de infância. Naturalmente, na situação atual de nosso país, não é fácil criar condições suficientes para que as mulheres possam participar das atividades sociais. No entanto, aproveitando todas as possibilidades, devemos assegurar-lhes essas condições.

Uma questão importante para fortalecer a direção do Partido sobre o trabalho da União de Mulheres é formar um número maior de ativistas femininas.

Somente assim será possível consolidar as organizações da União de Mulheres, organizar e mobilizar corretamente as amplas massas femininas para a luta pela materialização da linha e da política do Partido. A fim de formar ativistas femininas, é preciso selecionar como candidatas as melhores militantes do Partido, as melhores operárias, camponesas e outras mulheres trabalhadoras, e impulsionar energicamente o trabalho de educá-las e treiná-las de maneira sistemática.

Para educar as ativistas femininas, é necessário utilizar diversas formas e métodos de acordo com o grau de preparação e as peculiaridades de cada uma. É aconselhável aproveitar os domingos para reuni-las e realizar conferências e palestras para explicar-lhes a linha, as decisões e as instruções do Partido.

É necessário, igualmente, utilizar com êxito o método de distribuir tarefas entre as ativistas e forjá-las no curso de seu cumprimento. Por exemplo, às que militam no Partido pode-se atribuir a tarefa de visitar as famílias de outras mulheres ou ir até elas para ler-lhes algum bom romance. Depois de distribuir as tarefas, é necessário receber regularmente informes sobre o estado de seu cumprimento, exercer o controle e fazer um balanço dele, a fim de fomentar e desenvolver os aspectos positivos e corrigir a tempo as deficiências. Desse modo, é preciso fazer com que as ativistas cumpram com êxito suas missões e eduquem melhor as massas.

Formando um grande número de ativistas, é preciso fazer com que elas desempenhem o papel principal na educação das massas femininas e na consolidação das organizações da União de Mulheres.

Em seguida, é necessário estruturar solidamente as fileiras dos quadros da União de Mulheres.

As fileiras dos quadros da União de Mulheres devem ser compostas pelas melhores operárias, camponesas e outras mulheres trabalhadoras. Embora seu nível intelectual seja baixo, as mulheres trabalhadoras são firmes ideologicamente, entusiastas e capazes de avaliar corretamente os problemas. Por isso, se operárias, camponesas e outras mulheres trabalhadoras forem promovidas audaciosamente a quadros e forem ensinadas e educadas, poderão cumprir brilhantemente as tarefas que lhes forem atribuídas.

Quanto às vagas de quadros nas organizações da União de Mulheres, as organizações correspondentes do Partido e da própria União devem assumir a responsabilidade por sua formação e complementação.

Para preencher o mais rapidamente possível essa falta de quadros, é necessário educar e treinar intensivamente as ativistas da União de Mulheres e promovê-las audaciosamente à condição de quadros. As organizações do Partido e as da União de Mulheres devem ensinar-lhes os métodos de trabalho, organizando cursos e incorporando-as a trabalhos reais. Seria conveniente promover e colocar como quadros da União de Mulheres as melhores mulheres que tenham demonstrado sua capacidade nessas atividades.

Nas condições atuais, em que nos faltam quadros, considero uma boa maneira de solucionar esse problema educar intensivamente as ativistas da União de Mulheres, promovê-las primeiro como quadros e forjá-las ainda mais no curso de seu trabalho.

A fim de estruturar sólidas fileiras de quadros das organizações da União de Mulheres, é necessário, igualmente, realizar um bom trabalho de formação sistemática nos centros educacionais. É preciso enviar as ativistas da União de Mulheres às escolas do Partido ou aos centros de cursos para trabalhadores juvenis, a fim de formá-las como quadros.

Junto com o trabalho destinado a melhorar as fileiras dos quadros da União de Mulheres, as organizações do Partido devem prestar profunda atenção à elevação de seu nível político e prático.

Por mais excelentes que sejam as mulheres promovidas e colocadas nos cargos, elas não poderão cumprir devidamente suas tarefas se não forem ajudadas a capacitar-se.

As organizações do Partido devem orientar as quadros femininas a estabelecer estritamente um ambiente de estudar, estudar e estudar e a empenhar-se tenazmente em assimilar a linha, as decisões e as indicações do Partido, bem como os assuntos práticos da União de Mulheres, a fim de que possam elevar, em curto prazo, sua preparação política e prática a um nível mais alto. Além disso, é necessário incorporar ativamente as organizações da União de Mulheres ao trabalho de explicar e divulgar entre as massas populares a política do Partido e as medidas do Poder popular.

As organizações sociais devem desempenhar um papel importante na tarefa de explicar e propagar entre as massas a linha e a política de nosso Partido, as medidas do Poder popular, e mobilizá-las energicamente para que as materializem. As organizações da União de Mulheres devem participar amplamente da tarefa de explicar e propagar entre as massas populares as decisões e indicações do Partido.

Os quadros do Partido devem abandonar o ponto de vista errôneo de desprezar as organizações da União de Mulheres e incorporar ativamente as quadros dessa organização à tarefa de explicar e propagar a política do Partido e as medidas do Poder popular, assim como orientá-las e ajudá-las a realizar bem suas atividades propagandísticas.

As organizações da União de Mulheres devem realizar bem o trabalho explicativo e propagandístico destinado a dar a conhecer profundamente às mulheres as medidas adotadas pelo Poder popular. Especialmente, é necessário convidar o maior número possível de mulheres para os atos que serão realizados no próximo dia 3 de novembro, nos quais os membros do comitê popular prestarão contas de seu trabalho, a fim de que elas conheçam cabalmente o significado das verdadeiras eleições democráticas e tenham maior confiança no Poder popular.

As organizações do Partido em todos os níveis devem imprimir uma nova virada ao trabalho das organizações da União de Mulheres, reforçando decisivamente sua direção sobre ele.

Para fortalecer a direção das organizações sociais

Discurso-resumo do camarada Kim Il Sung na X Reunião do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia do Norte

13 de outubro de 1947

No momento atual, fortalecer o trabalho das organizações sociais apresenta-se como um problema de grande importância. Sem fortalecê-lo, não poderemos consolidar nosso Partido, nem agrupar estreitamente ao seu redor amplas massas, nem tampouco realizar com êxito a construção do país.

É por essa razão que tenho enfatizado isso sempre que se apresenta uma oportunidade. No que se refere à intensificação do trabalho das organizações sociais, foram aprovadas várias decisões do Comitê Central do Partido e publicados muitos artigos na imprensa. Apesar disso, esse trabalho é realizado de maneira muito débil e sem alcançar o nível devido. Isso se deve ao fato de que as organizações do Partido em todos os níveis não têm dirigido bem as organizações sociais.

Aquelas devem prestar profundo interesse ao trabalho destas e fortalecer decisivamente a direção sobre elas, de modo que se produza uma mudança radical em seu trabalho.

Então, como se deve dirigir as organizações sociais no momento atual?

Primeiro, é preciso fortalecer o trabalho da organização de base, unidade primária das organizações sociais.

Esta organização de base assemelha-se à célula do nosso Partido. Ela é uma unidade que organiza a vida orgânica dos membros e executa diretamente as decisões e diretrizes das unidades superiores. É precisamente nela que surgem alguns problemas entre os membros. Por essa razão, para fortalecer o trabalho das organizações sociais, é de grande importância fortalecer o trabalho da organização de base. Somente quando esta realizar devidamente seu trabalho, as organizações sociais poderão consolidar-se e organizar e mobilizar corretamente seus membros para que cumpram as tarefas estabelecidas.

Mas, atualmente, as organizações sociais têm consolidados apenas seus órgãos centrais, enquanto suas unidades de base são praticamente uma casca vazia. É verdade que, com a entrega das carteiras de membro, suas fileiras foram reorganizadas e suas unidades de base foram fortalecidas em certo grau. Mas estas ainda não funcionam como deveriam. Devido ao seu trabalho insatisfatório, são poucos os membros ativistas, assim como os membros exemplares na realização das tarefas de construção do país. Se existem membros exemplares, estes são membros do Partido do Trabalho que estão ali, nas organizações sociais. Quase todos os que agora são chamados de jovens exemplares e camponeses exemplares foram educados nas células do Partido. Se as organizações de base das organizações sociais tivessem realizado bem seu trabalho, teriam surgido muitos ativistas entre as pessoas não filiadas ao Partido.

Para consolidar o trabalho das organizações de base, é preciso, antes de tudo, que o conjunto de seus membros compreenda corretamente os deveres estipulados nos estatutos de suas respectivas organizações e participe conscientemente das atividades das organizações de base. Também é preciso orientar as organizações de base para que realizem periodicamente suas reuniões, distribuam as tarefas entre seus membros, sem excluir ninguém, e façam frequentemente um balanço de seu cumprimento. As organizações sociais devem mobilizar as massas não filiadas ao Partido para que participem ativamente da construção democrática, sustentando a política do Partido do Trabalho.

Para fortalecer o trabalho das organizações de base, é importante que os quadros das unidades superiores desçam às inferiores, ajudem os quadros das organizações de base em seu trabalho e os instruam. Isso se apresenta hoje como um problema muito mais urgente, tendo em vista que o nível dos quadros das organizações de base é baixo. Cabe aos quadros dos órgãos dirigentes do centro, das províncias, cidades e condados das organizações sociais estabelecer contato com as unidades inferiores e ensinar, um por um e minuciosamente, aos quadros de base diversos métodos de trabalho, como organizar e dirigir reuniões, organizar e mobilizar os membros para cumprir as tarefas apresentadas, realizar o trabalho da frente unida, etc. Ao mesmo tempo, é preciso tomar medidas para educar e treinar sistematicamente os presidentes das organizações de base.

Segundo, é preciso orientar o trabalho e dirigir e ajudar diariamente as organizações sociais de acordo com suas características.

As organizações sociais têm, cada uma, suas peculiaridades, apesar de possuírem pontos comuns quanto à sua composição organizativa e às suas tarefas. A Federação dos Sindicatos é composta por operários e empregados; a União dos Camponeses, por agricultores; a União da Juventude Democrática, por jovens, e a União das Mulheres, por mulheres. Para dirigir as organizações sociais baseadas na profissão, idade e sexo, é preciso sempre levar muito em consideração suas características.

Apesar disso, as organizações do Partido orientam uniformemente o trabalho delas e as dirigem com o mesmo método, sem levar em conta essas peculiaridades. Por essa razão, as organizações sociais não estão em condições de dar vida às suas características nem demonstrar suas iniciativas criadoras no trabalho. Observemos apenas os jornais que elas publicam. Estes reproduzem fielmente os artigos do Rodong Sinmun e também seguem sua forma de redação, sem mudar absolutamente nada. Se trabalham assim, não terá sentido ter organizado as organizações sociais segundo a profissão, idade e sexo.

As organizações do Partido em todos os níveis devem acabar, quanto antes, com defeitos como o de dar orientação uniforme às organizações sociais em suas atividades; devem proporcionar-lhes uma orientação bem detalhada, de acordo com suas respectivas características, e ajudá-las eficazmente a executá-la corretamente.

Terceiro, é preciso orientar as organizações sociais para que realizem de maneira frutífera a formação ideológica de seus membros.

É preciso orientá-las para que eduquem todos os seus membros nas ideias democráticas e patrióticas e intensifiquem ainda mais o trabalho de cultivar neles o conceito de organização. As organizações sociais devem utilizar amplamente os meios de propaganda e agitação e os estabelecimentos culturais de massas no trabalho de educação ideológica de seus membros. Deverão organizar e realizar esse trabalho em grande escala, utilizando de maneira planejada os clubes e salas de propaganda democrática que existem atualmente e, em especial, os do meio rural durante o inverno. Os jornais, as revistas e outras publicações são importantes meios de educação de massas. As organizações sociais devem publicar seus jornais de acordo com suas características e com o nível de preparação de seus membros.

O êxito da formação ideológica dos membros das organizações sociais depende muito de como atuam seus trabalhadores da cultura e seus propagandistas, diretamente encarregados desse trabalho. As organizações do Partido em todos os níveis devem conhecer frequentemente a situação do trabalho deles e ensinar-lhes concretamente os métodos e formas de educação adequados às características de suas respectivas organizações sociais, para que possam realizar habilmente seu trabalho entre os membros, que se diferenciam entre si pelo grau de preparação.

Quarto, o Partido deve dirigir sua atenção para melhorar radicalmente o estilo de trabalho dos quadros das organizações sociais.

Entre eles ainda se manifesta, em considerável medida, o estilo de trabalho equivocado de dar ordens às massas. Por exemplo, o presidente da organização sindical do Comitê Popular da Coreia do Norte arrecadava os fundos necessários para aumentar a tiragem do Rodongja Sinmun, órgão da Federação Geral dos Sindicatos, não apelando à consciência dos membros dentro do próprio Comitê, mas emitindo avisos para que pagassem mensalmente dez por cento do salário. Não creio que o Comitê Central da Federação tenha dado instruções para arrecadar dinheiro dessa maneira. Ouvi dizer que um quadro de base do meio rural exigiu que os camponeses pagassem, incondicionalmente e antes do prazo estabelecido, o imposto agrícola em espécie, dizendo-lhes que era uma ordem do Partido, embora o Partido não tivesse dado semelhante ordem. O presidente do Comitê Central da União da Juventude Democrática disse em seu discurso que não poucos membros dos partidos amigos haviam manifestado a intenção de sair das fileiras dessa organização juvenil porque os quadros de base não lhes davam atenção ou os tratavam de forma autoritária, em vez de agrupá-los, realizando um bom trabalho com eles. É muito errado ignorar os membros dos partidos amigos. Criamos as organizações sociais para agrupar todas as classes e camadas das massas; por isso, não se deve deixar de lado seus membros pelo simples fato de pertencerem aos partidos amigos. Se agirem assim, isso pode obstruir o trabalho da frente unida.

Todos esses fatos evidenciam que, entre os quadros das organizações sociais, especialmente entre os que trabalham nas unidades inferiores, manifesta-se de maneira aguda o estilo de trabalho autoritário.

Esse é um estilo de trabalho muito prejudicial. As ordens são boas para o exército, mas não para as massas. Com elas, não é possível colocá-las em ação. Se entre os quadros persistir o estilo de trabalho de dar ordens, isso pode produzir mal-entendidos entre as massas e, a longo prazo, impossibilitar a organização e mobilização bem-sucedidas das amplas massas de todas as classes e camadas da população para levar a bom termo a causa da construção do país. Devemos eliminar completamente o estilo de trabalho autoritário entre os quadros das organizações sociais antes que ele crie raízes. As organizações do Partido em todos os níveis devem fazer com que os funcionários das organizações sociais adotem o estilo de trabalho de explicar as coisas às massas, em vez de lhes dar ordens, e de despertar seu entusiasmo consciente para cumprir as tarefas apresentadas.

Para dirigir devidamente as organizações sociais, é preciso também prestar especial atenção à melhoria do estilo de trabalho dos quadros do Partido. Atualmente, entre estes manifesta-se, em considerável medida, o estilo de trabalho egoísta. O Partido não pode fazer a revolução sozinho, isolado das massas. É preciso fazer com que os quadros do Partido abandonem decisivamente esse estilo de trabalho egoísta e adotem o estilo de trabalho popular.

As organizações do Partido devem dirigir as organizações sociais para que o balanço do trabalho e as eleições de seus órgãos dirigentes em todos os níveis, que serão realizados em breve, sejam conduzidos em alto nível político. Assim, aproveitando essa ocasião, devem consolidar os órgãos dirigentes de todas as organizações sociais e fortalecer ainda mais seu trabalho.

Um funcionário da Federação Geral dos Sindicatos disse em sua intervenção que é difícil desenvolver a atividade da Federação porque seus quadros são promovidos a quadros do Partido. Essa colocação é incorreta. Podemos dizer que as organizações sociais são a escola que forma quadros para nosso Partido. A Federação Geral dos Sindicatos deve contribuir para completar as fileiras de quadros do Partido, formando o maior número possível de quadros competentes.

O feroz e brutal usurpador de territórios

Há pouco, o ministro da Defesa de Israel, Katz, afirmou em um comunicado em vídeo que o exército israelense continua realizando intensas operações na cidade de Gaza e que, mesmo que o Hamas seja desarmado e seus túneis destruídos, fazendo da Faixa de Gaza uma zona desmilitarizada, o exército israelense não se retirará e continuará permanecendo ali. Em outro lugar, proferiu ainda palavras violentas, dizendo que os palestinos deveriam ser expulsos da Faixa de Gaza, mesmo que à força.

As pessoas do mundo estão prestando atenção ao fato de que as palavras de Katz foram proferidas enquanto as operações militares do exército israelense estão sendo realizadas de maneira cada vez mais frenética, de acordo com a ordem do primeiro-ministro Netanyahu de ampliar para mais de 70% o grau de controle sobre a Faixa de Gaza. As declarações de Katz, sem dúvida alguma, representam fielmente a posição das autoridades israelenses.

O fato de Israel, mesmo tendo chegado a um acordo de cessar-fogo com o Hamas em outubro do ano passado, continuar as operações militares e alardear que ocupará a Faixa de Gaza pela força até o fim demonstra que Israel, obcecado pela apropriação de territórios, está agindo de maneira cada vez mais arrogante e insolente.

Atualmente, a comunidade internacional deseja que o exército israelense se retire da Faixa de Gaza o quanto antes, que o acordo de cessar-fogo seja cumprido sinceramente e que seja criado um ambiente pacífico.

Entretanto, embora Israel fale sobre a implementação do acordo de cessar-fogo, afirma que continuará permanecendo na Faixa de Gaza mesmo depois do fim das operações militares. Isso equivale a anunciar ao mundo que não respeitará o acordo de cessar-fogo. Na realidade, isso não passa de uma continuação das manobras expansionistas de apropriação territorial pelas quais vem usurpando gradualmente, pela força, os territórios dos países do Oriente Médio, revelando abertamente sua intenção de ocupar pela força terras alheias a qualquer custo.

Na realidade, o exército israelense está realizando indiscriminadamente operações militares na Palestina, no Líbano e em outros lugares, alegando uma "resposta forte". Por causa disso, civis inocentes estão sendo mortos.

Devido às atrocidades cometidas pelo exército israelense, desde que o acordo de cessar-fogo foi anunciado em outubro do ano passado, mais de 1.300 pessoas foram mortas e mais de 4.400 ficaram feridas na Faixa de Gaza.

Mesmo assim, Israel procura justificar suas ações, afirmando que teve como alvo apenas os membros do Hamas.

A invasão dos países da região e a expansão territorial constituem o elemento básico da política de Israel para o Oriente Médio. Eles atacam continuamente a Palestina e os países vizinhos para ampliar seus territórios e, por outro lado, procuram consolidar isso pela força, mantendo tropas estacionadas.

Recentemente, o chefe do Estado-Maior do exército israelense, enumerando o agravamento das tensões e a expansão da frente na Cisjordânia, ordenou que fosse adotado um alto estado de alerta e que se estivesse preparado para mobilizar rapidamente tropas adicionais.

Anteriormente, o gabinete israelense havia decidido destinar 434 milhões de dólares para a construção de 34 novos assentamentos na Cisjordânia. Nessa região, atos de violência cometidos pelo exército israelense e pelos colonos judeus para expulsar à força os palestinos são perpetrados diariamente.

O ministro da Defesa de Israel declarou que suas forças permanecerão no Líbano até o fim, afirmando que não precisam da aprovação de ninguém e que o exército israelense construirá fortes posições no Líbano e controlará a área que se estende desde o Mediterrâneo ocidental até o castelo de Beaufort, no sul do Líbano.

A ambição de Israel de usurpar territórios não mudou nem um pouco. Agora, se lança descaradamente no caminho da anexação completa de todo o território palestino e está até cobiçando as terras de outros países.

Enquanto Israel existir, jamais poderá haver paz na região do Oriente Médio.

Ri Hak Nam

Rodong Sinmun 

Capacidade de desenvolvimento revolucionário

Explicação de terminologias políticas

A capacidade de desenvolvimento revolucionário é o estilo de trabalho ou a capacidade de, possuindo uma previsão científica e uma iniciativa criativa, mantendo-se firmemente sobre os princípios partidistas, empreender os trabalhos de maneira ousada e em grande escala e, diante das dificuldades que surgem, não vacilar nem hesitar, mas enfrentá-las tenazmente e abrir caminho até o fim.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Devemos possuir uma elevada capacidade de desenvolvimento revolucionário, resolver prontamente os problemas que surgem continuamente no processo da luta e abrir caminhos de avanço, colocando o ombro em cada ponto difícil e árduo."

A capacidade de desenvolvimento revolucionário é uma das importantes qualidades que os funcionários devem necessariamente possuir.

Somente possuindo capacidade de desenvolvimento revolucionário é possível cumprir satisfatoriamente as tarefas confiadas em uma realidade que muda e se desenvolve incessantemente, e levar até o fim as linhas e políticas do Partido, independentemente das condições e circunstâncias difíceis.

Um funcionário que possui capacidade de desenvolvimento revolucionário tem elevado senso de responsabilidade e grande ambição de realizar trabalhos e, por isso, uma vez que inicia qualquer tarefa, a executa tenazmente até levá-la ao fim.

A capacidade de desenvolvimento revolucionário manifesta-se, antes de tudo, na aceitação incondicional das decisões e instruções do Partido e em sua execução perfeita, bem como em planejar os trabalhos de maneira ousada e em grande escala, com um vigoroso desejo de trabalhar, e levá-los adiante com tenacidade. Um funcionários que possui capacidade de desenvolvimento revolucionário aceita as tarefas apresentadas pelo Comitê Central do Partido como exigências da própria revolução e, enfrentando as dificuldades, realiza perfeitamente todos os trabalhos no nível desejado pelo Partido, com uma firme convicção e vontade indomáveis.

A capacidade de desenvolvimento revolucionário manifesta-se também em realizar todos os trabalhos de maneira planejada, com base em cálculos científicos, em olhar para um futuro distante com uma visão inovadora, em tomar a iniciativa para criar as condições e possibilidades necessárias à sua realização e em impulsioná-los um a um com perseverança. Um funcionário que possui capacidade de desenvolvimento revolucionário, mesmo quando o trabalho é difícil, não conhece vacilação nem hesitação e resolve habilmente os problemas que surgem mediante um pensamento e uma visão criativos.

Para possuir capacidade de desenvolvimento revolucionário, é necessário esforçar-se intensamente para estar firmemente armado com os ensinamentos do estimado camarada Secretário-Geral e com as linhas e políticas do Partido, e adquirir conhecimentos multifacetados em conformidade com as exigências do desenvolvimento da realidade, na era da ciência e tecnologia.

Rodong Sinmun

A exigência invariável do Comitê Central do Partido: Partir de todas as coisas e de todos os assuntos do trabalho ideológico

Elevemos o estrondo da ofensiva ideológica, fazendo-o ressoar cada vez mais alto e vigoroso

As organizações partidistas de todo o Partido se mobilizaram para pôr em prática as ideias e o espírito da histórica 4ª Reunião Ampliada do Bureau Político do 9º Comitê Central do Partido.

Para concluir necessariamente vitoriosa a luta deste ano e dar continuidade firme, com um ascenso mais vigoroso, ao grande fluxo de transformações que entrou na órbita do salto, as organizações partidistas de todos os níveis devem iniciar todos os trabalhos mobilizando, antes de tudo, a força espiritual das massas.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Todas as organizações partidistas de diferentes níveis devem realizar de maneira ofensiva o trabalho político-ideológico, em conformidade com as exigências da época e do desenvolvimento da revolução, para que a poderosa força espiritual de nosso povo seja plenamente manifestada em todas as frentes da construção socialista."

Os números podem ser vistos com os olhos, mas a ideologia não pode ser vista. Entretanto, a ideologia possui uma força de atração e uma vitalidade infinitas, que não podem ser calculadas nem mesmo reunindo números astronômicos, e a força que ela irradia é irresistível. O recurso ideológico é, precisamente, o recurso absoluto que jamais se esgota e a fonte inesgotável de força motriz para o avanço e o salto.

O fato de as organizações partidistas de todo o Partido partirem de todas as coisas e de todos os assuntos do trabalho ideológico é uma exigência indispensável para cumprir com êxito a tarefa de luta decisiva deste ano, no cumprimento das novas metas prospectivas.

Ver primeiro o coração das pessoas em todos os trabalhos e mobilizar a força espiritual das massas é o princípio fundamental do trabalho partidista de nosso Partido, que não pode ser violado. As organizações partidistas que, alegando condições e circunstâncias, relegam o trabalho político-ideológico a segundo plano não fazem outra coisa senão abandonar a revolução.

Atualmente, diante de nós se apresentam tarefas urgentes, como produzir ainda mais eletricidade, mesmo que seja um único watt, e mais carvão, mesmo que seja um único grama, nos setores da eletricidade e do carvão, que desempenham um papel importante no desenvolvimento da economia nacional; garantir a concentração na construção de importantes projetos políticos; e desenvolver a ciência e a tecnologia. A chave fundamental para resolver os problemas de importância decisiva no cumprimento das metas de luta deste ano está em colocar firmemente o trabalho ideológico à frente de todos os trabalhos. A firme convicção de nosso Partido é que, se primeiro mobilizarmos a ideologia das massas e movermos seus corações, surgirão reservas, força de trabalho, recursos e tecnologia, e se abrirá o caminho para realizar plenamente até mesmo aquilo que parecia impossível.

Sempre, em qualquer momento e ao iniciar qualquer trabalho, o que deve ocupar o primeiro lugar é o trabalho político, o trabalho ideológico. Nos lugares que partem do trabalho ideológico, os passos do avanço ressoam vigorosamente e os resultados melhoram visivelmente, enquanto nos lugares que não o fazem nada se ouve além dos suspiros dos derrotados.

As experiências dos setores e unidades que avançam vigorosamente na vanguarda da época atual destacam ainda mais que colocar o trabalho ideológico à frente constitui o fundamental entre os fundamentais para determinar o sucesso ou o fracasso de todas as coisas, sendo o principal fator do avanço e desenvolvimento. Quando as organizações partidistas de todos os níveis, antes de falar sobre as condições e possibilidades para cumprir o plano deste ano, observarem primeiro a força ideológica e espiritual das massas e iniciarem todos os trabalhos a partir do trabalho ideológico, poderão alcançar com êxito as grandiosas metas estabelecidas.

Para acelerar novas inovações e mudanças em conformidade com nossos ideais elevados e nossa força de avanço fortalecida, é importante que todas as organizações partidistas partam de todas as coisas e de todos os assuntos do trabalho ideológico.

Hoje, nossa luta pelo desenvolvimento integral do socialismo entrou em uma nova etapa, na qual, juntamente com o crescimento estável de toda a economia, avançamos de maneira plena com os planos de médio e longo prazo que foram traçados e iniciados para realizar as aspirações seculares do povo, incluindo a política de desenvolvimento local da nova era e o programa de revolução rural. A tendência geral de mudanças e ascensão que nada pode deter tornou-se firme, e nossa causa avança vigorosamente com um impulso ainda maior.

A força física tem limites, mas a força espiritual é infinita. A grandiosa luta criadora de hoje, sem precedentes quanto à amplitude e profundidade do desenvolvimento do Estado e à magnitude das metas prospectivas, exige que todos desafiem seu próprio nível e capacidade e se empenhem e lutem para superar os limites de seu potencial. Somente atribuindo a máxima importância à mobilização da força espiritual das massas e colocando-a firmemente à frente de todos os trabalhos poderemos abrir, em um futuro próximo, uma era rica e civilizada, avançando com passos rápidos, de vitória em vitória e de transformação em transformação.

As organizações partidistas de todo o Partido devem ter presente a intenção do Comitê Central do Partido de partir de todas as coisas e de todos os assuntos do trabalho ideológico e, mediante a ofensiva concentrada da luta ideológica, provocar um grande salto e uma grande inovação em todas as frentes da construção socialista, abrindo vigorosamente o caminho para o cumprimento das novas metas prospectivas.

É importante que todas as organizações partidistas assumam como tarefa prioritária o trabalho ideológico destinado a armar os funcionários, os militantes do Partido e os trabalhadores com a ideia revolucionária de nosso Partido.

É natural que uma pessoa que se levanta com uma orientação e uma vontade conscientes de seu objetivo e outra que não o faz não possam ser iguais na amplitude e velocidade de seu avanço, e que surja uma diferença como a do céu e da terra em iniciativa, atividade, criatividade e audácia. Somente colocando firmemente à frente o trabalho político destinado a fazer com que as amplas massas compreendam profundamente, em termos de princípios e no plano ideológico e teórico, a essência e a justeza das linhas e políticas do Partido que são apresentadas novamente, poderemos armá-las completamente, da cabeça aos pés, com a ideia e a vontade do Partido. Se todo o povo, tendo profundamente gravado em seu coração a vontade revolucionária de execução de nosso Partido de alcançar frutos brilhantes no cumprimento das novas metas prospectivas para o pleno desenvolvimento e revitalização do Estado, alinhar todos os seus pensamentos e ações, não haverá nada que não possa ser realizado.

O trabalho com as pessoas, o trabalho com os corações, é a tarefa mais importante que se apresenta às organizações partidistas.

A vontade de nosso Partido é atribuir importância absoluta ao recurso ideológico entre os recursos ideológicos, humanos e materiais. As organizações partidistas devem considerar como o primeiro processo de todos os trabalhos entrar entre as massas produtoras e despertar sua força ideológica e espiritual.

Devemos primeiro olhar para as pessoas antes da produção, resolver um a um, começando pelos problemas elementares destinados a promover a saúde e a comodidade das massas produtoras, e dedicar especial atenção a aliviar as dificuldades que estão acumuladas em seus corações, somente assim poderemos mover seus corações. Mesmo ao realizar um único trabalho político, é importante fazê-lo de maneira substancial e profunda, de modo que possa realmente mover o coração das pessoas e fazer com que as massas necessariamente se identifiquem com ele.

Todas as organizações partidistas devem tomar como guia absoluto e invariável a exigência do Comitê Central do Partido de partir de todas as coisas e de todos os assuntos do trabalho ideológico e, mobilizando plenamente a força espiritual das massas, alcancemos realizações e milagres orgulhosos que ultrapassem os precedentes e os limites nas frentes de batalha para cumprir as resoluções do Congresso do Partido.

Estimado camarada Kim Jong Un recebe mensagem de felicitação do Presidente do Estado da Palestina

O estimado camarada Kim Jong Un, Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, recebeu uma mensagem de felicitação enviada no dia 9 pelo Presidente do Estado da Palestina, Mahmoud Abbas, por ocasião do 78º aniversário da fundação da RPDC.

O remetente escreveu que lhe apraz dirigir as mais sinceras felicitações e os mais cordiais votos a Sua Excelência Kim Jong Un, Presidente de Assuntos Estatais da RPDC, em nome do Estado e do povo da Palestina e em seu próprio nome, por ocasião do dia comemorativo da fundação da RPDC.

E desejou boa saúde e felicidade ao destinatário, bem como maior progresso e prosperidade à RPDC, ao amistoso povo coreano e ao Partido do Trabalho da Coreia.

Agência Central de Notícias da Coreia