O estimado camarada Kim Jong Un disse:
“Somente quem conserva firmemente a convicção revolucionária pode percorrer até o fim o caminho da revolução e dedicar-se à pátria e ao povo.”
A história de uma mártir patriótica que partiu há mais de 70 anos, vislumbrando o futuro eterno de nossa República, continua ainda hoje ensinando profundamente às novas gerações como deve ser a convicção com que se serve ao Partido e à pátria.
No início de dezembro de 1950, numa colina da atual cidade de Sinpho, cerca de dez patriotas encontravam-se de pé, amparando-se mutuamente. Entre eles estava uma mulher na casa dos trinta anos, cujo aspecto havia sido tão cruelmente desfigurado pelas brutais torturas dos inimigos que já não era possível reconhecer sua aparência original.
Ela era a camarada Kim Pil Ryon, então presidente do Comitê da União das Mulheres de uma aldeia.
Antes da libertação, nascera como filha de um camponês e vivera submetida a toda sorte de humilhações e desprezo. Foi somente após o grande Líder camarada Kim Il Sung devolver a pátria ao povo que ela passou a desfrutar de uma vida verdadeiramente digna e feliz.
Nos dias da construção da nova pátria, trabalhou como deputada da Assembleia Popular do condado e como presidente do Comitê da União das Mulheres, contribuindo ativamente para mobilizar as mulheres para o movimento patriótico.
Em sua casa, ouviam-se constantemente vozes de mulheres aprendendo a ler e cantar, cheias de alegria, como se refletissem o pulsar vibrante da construção da nova pátria.
Dando exemplo prático nas campanhas de reforma agrária, entrega do imposto em espécie e doação patriótica de arroz, ela conduzia as massas à ação. Quando o imperialismo estadunidense desencadeou a guerra, colocou-se na linha de frente da luta para enviar mais alimentos e outros suprimentos necessários à frente.
Mesmo quando teve início a retirada estratégica temporária durante a guerra, continuou desenvolvendo incansavelmente o trabalho político destinado a fortalecer no povo a confiança na vitória.
“Não deem ouvidos às mentiras dos inimigos que dizem que a República caiu. Como temos o grande General, nossa República permanece firme.”
Sua confiança na República, que garantia uma vida independente ao povo, baseava-se precisamente em sua confiança absoluta no grande Líder, símbolo de todas as vitórias e glórias.
Certo dia, porém, ela foi infelizmente capturada pelos inimigos juntamente com vários outros patriotas.
Os imperialistas estadunidenses e os inimigos de classe recorreram a torturas bárbaras para tentar quebrar a convicção e a integridade dos patriotas. As atrocidades cometidas contra Kim Pil Ryon, presidente do Comitê da União das Mulheres da aldeia, eram particularmente inimagináveis para qualquer ser humano.
Mas quanto mais ferozes se tornavam as brutalidades dos inimigos, mais firme se tornava sua convicção e sua vontade.
Sempre que retornava à cela após as sessões de tortura, cantava com as mulheres que a cercavam a “Canção das Mulheres”, da qual tanto gostava.
Ao refletir sobre os versos que conclamavam a unir-se firmemente em torno do General, recordava com carinho os dias em que, na pátria libertada, desfrutava de uma vida digna e feliz como dona do país, em igualdade com os homens. Para ela, o grande Líder e o seio acolhedor de nossa República eram tesouros que não poderiam ser trocados por nada.
Por isso, diante de seus momentos finais, ela bradou:
“Escutem bem, seus patifes!
Nossa República, dirigida pelo grande General Kim Il Sung, viverá para sempre.
Viva o General Kim Il Sung!
Viva o Partido do Trabalho da Coreia!”
Esse grito de convicção fez os inimigos tremerem e ecoou alto pelos céus.
“Nossa República viverá para sempre.”
Por meio desse clamor ardente da mártir, podemos compreender profundamente o que ela contemplava e desejava em seus últimos instantes.
A vida é preciosa para qualquer pessoa.
Mas havia algo ainda mais precioso guardado em seu coração: a pátria e seu luminoso futuro.
A nobreza espiritual da mártir, que partiu acreditando firmemente no amanhã de sua terra natal, mais bela e próspera, e no futuro de uma pátria cada vez mais forte e florescente, continua erguendo firmemente, no coração das gerações posteriores, o pilar da convicção com que se serve ao Partido e à pátria.
Paek Kwang Myong
Rodong Sinmun