domingo, 28 de junho de 2026

sábado, 27 de junho de 2026

Ko Hyon Bin

O camarada Ko Hyon Bin serviu como chefe de tripulação no tanque nº 312, integrado ao 35º Regimento de Tanques da 105ª Brigada de Tanques, durante a etapa inicial da Guerra de Libertação da Pátria. Sua unidade participou dos combates de Pochon e Uijongbu, onde enfrentou posições fortificadas inimigas e destruiu três peças de artilharia de 155 mm, além de provocar perdas significativas nas forças adversárias. Essas ações abriram caminho para o avanço das unidades blindadas rumo ao sul.

Na operação para a libertação de Seul, o tanque nº 312 esteve entre os primeiros a entrar na cidade. Durante o combate contra as forças que defendiam o edifício do governo central do regime títere, a tripulação rompeu a última linha de resistência e alcançou o centro administrativo. Após a tomada da posição, Ko Hyon Bin saiu do tanque, correu até o mastro localizado no edifício e retirou a bandeira do inimigo, substituindo-a pela bandeira da República que carregava consigo.

Enquanto outras unidades ocupavam pontos estratégicos da cidade, como a prisão Sodaemun e a estação de rádio, a ação no centro do governo marcou a consolidação do controle sobre o núcleo administrativo de Seul. O tanque nº 312 ficou associado a esse momento específico da operação, em que as forças blindadas avançaram simultaneamente sobre diferentes instalações-chave da capital inimiga.

Ko Hyon Bin morreu em 2 de julho de 1950, em meio ao fogo da guerra. Seu nome foi posteriormente registrado com o título de Herói da República, em reconhecimento ao desempenho da sua unidade e à participação direta nas operações que levaram à libertação de Seul.

Aumento dos casos de infecção pelo vírus Ebola gera crescente preocupação

Segundo dados compilados no último dia 23, o número de pessoas infectadas pelo vírus Ebola na República Democrática do Congo chegou a 1.094, das quais 277 morreram. Mais de 91% dos casos confirmados concentram-se na província de Ituri. Nessa província, onde estão concentrados mais de 270 mil deslocados, as condições sanitárias são precárias e o nível dos serviços médicos é deficiente, tornando-a a região com maior risco de propagação da epidemia.

Embora medidas para conter a infecção pelo vírus Ebola estejam sendo adotadas, o contínuo aumento do número de infectados desperta grande preocupação.

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde advertiu que a propagação do vírus Ebola continua superando os esforços para contê-la.

Como é sabido, em maio deste ano uma nova variante do vírus Ebola começou a se espalhar nesse país, infectando rapidamente um grande número de pessoas. Em 15 de maio, o número de mortos havia chegado a 80, enquanto os casos suspeitos somavam 246.

Ao mesmo tempo, também foram registrados casos de infecção pelo vírus Ebola no país vizinho, Uganda.

Em 17 de maio, a Organização Mundial da Saúde declarou o surto de Ebola nos dois países uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional e solicitou que todos os países reforçassem suas medidas de prevenção epidemiológica.

Mais de um mês se passou desde então, mas a epidemia de Ebola não dá sinais de diminuição; ao contrário, continua a se espalhar.

Atualmente, em Uganda, 20 pessoas foram confirmadas como infectadas pelo vírus Ebola e duas morreram.

Recentemente, também foi registrado o primeiro caso de Ebola na França. Segundo informações, o paciente é um médico que retornou da República Democrática do Congo.

Segundo especialistas, a propagação do vírus Ebola continua porque ainda não foi desenvolvida uma vacina capaz de responder adequadamente a essa variante, mas também porque o rastreamento das pessoas que tiveram contato com os infectados não alcança o nível necessário e a capacidade de isolamento é insuficiente.

O diretor do Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças advertiu que a situação da propagação do vírus Ebola na República Democrática do Congo pode atingir seu pior cenário, afirmando que dezenas de milhares de pessoas que tiveram contato com pacientes infectados ainda não foram localizadas. Em uma videoconferência com chefes de Estado africanos, declarou: "Se não conseguirmos interromper rapidamente a propagação do vírus, a situação será ainda mais grave do que a vivida anteriormente na África Ocidental e na região leste da República Democrática do Congo."

Há muito tempo o vírus Ebola já havia devastado partes da África, causando enormes prejuízos. Entre 2014 e 2016, provocou surtos na Guiné, Libéria e Serra Leoa e, em 2018, tirou a vida de centenas de pessoas na República Democrática do Congo.

O Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças solicitou aos países africanos que revisem e implementem com urgência medidas sanitárias em todos os aeroportos internacionais, portos e principais postos de fronteira terrestre para conter o vírus. Ao mesmo tempo, apelou para que os países adotem ações coordenadas a fim de reduzir o risco de entrada do vírus por meio da circulação transfronteiriça.

Os países-membros da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental realizaram uma reunião de especialistas no dia 23, na qual recordaram que surtos anteriores de Ebola causaram a morte de muitas pessoas nos países da região e discutiram medidas para impedir rigorosamente que o vírus atualmente em circulação na República Democrática do Congo e em Uganda chegue à África Ocidental.

Atualmente, os países-membros da comunidade estão elaborando seus próprios planos de resposta de emergência e reforçando as atividades de quarentena em aeroportos e postos de fronteira para reduzir o risco de propagação do vírus.

A Organização Pan-Americana da Saúde também está adotando medidas para impedir a disseminação do vírus Ebola.

Embora o risco de propagação do Ebola na região permaneça baixo, a organização está acelerando os trabalhos de apoio para que os países das Américas reforcem seu estado de preparação.

A organização está cooperando com os ministérios da Saúde para fortalecer a vigilância epidemiológica e os testes, permitindo que os países identifiquem e controlem rapidamente os infectados. Com base na avaliação do nível de risco, também está preparada para fornecer materiais e reagentes necessários para detectar a variante do vírus Ebola.

O responsável pelas emergências sanitárias da Organização Pan-Americana da Saúde afirmou que, mesmo sendo baixo o risco de propagação do vírus Ebola, todos os países devem estar preparados para identificar possíveis vias de entrada do vírus e responder rapidamente para impedir sua disseminação.

Rodong Sinmun

A barbárie do imperialismo estadunidense foi plenamente revelada na Guerra da Coreia

A Segunda Guerra Mundial, provocada pela Alemanha fascista, trouxe como consequência uma terrível tragédia marcada por massacres em massa e destruição em larga escala, contrários à humanidade.

Antes mesmo que os efeitos dessa guerra desaparecessem, crimes de guerra estarrecedores foram novamente cometidos na Península Coreana pelos imperialistas estadunidenses e pelas forças que os seguiam.

A destruição indiscriminada e brutal

Os imperialistas estadunidenses cometeram o crime de reduzir nossa pátria a um mar de ruínas por meio dos bombardeios aéreos e de artilharia mais bárbaros que a história das guerras mundiais jamais conheceu.

O artigo 25, "Ataque a cidades pacíficas", do "Regulamento relativo às Leis e Costumes da Guerra Terrestre" estabelece que cidades pacíficas, aldeias, habitações ou edifícios não podem ser atacados nem bombardeados por qualquer meio. O artigo 27, "Limitações ao bombardeio", determina que, durante ataques e bombardeios, devem ser tomadas todas as medidas necessárias para, tanto quanto possível, evitar danos a edifícios destinados à religião, à arte, à ciência, à beneficência, aos monumentos históricos, aos hospitais e aos locais onde estejam doentes e feridos, desde que não sejam utilizados para fins militares. O artigo 22, "Proibição do bombardeio de não combatentes", do "Regulamento relativo à Guerra Aérea", estabelece que são proibidos bombardeios aéreos destinados a intimidar a população civil, destruir ou danificar propriedades privadas sem caráter militar ou matar não combatentes.

O artigo 1º, "Proibição do bombardeio", da "Convenção relativa ao Bombardeio por Forças Navais em Tempo de Guerra" estabelece que "é proibido bombardear, por meio de forças navais, portos, cidades, aldeias, habitações ou edifícios que não estejam defendidos".

Os imperialistas estadunidenses ignoraram todas essas exigências do direito de guerra e, por meio de bombardeios indiscriminados, massacraram cruelmente civis inocentes e reduziram nossas cidades e aldeias a ruínas.

Ruas e povoados, fábricas e empresas, casas e escolas, hospitais e postos médicos, teatros e cinemas, e até templos budistas, antigos túmulos, patrimônios culturais nacionais e sítios históricos foram destruídos sem qualquer piedade.

Durante todo o período da guerra, a aviação da Força Aérea dos Estados Unidos realizou cerca de 800 mil missões, enquanto a aviação do Corpo de Fuzileiros Navais e da Marinha realizou mais de 250 mil, lançando em todo o território da República cerca de 600 mil toneladas de bombas e napalm, o equivalente a 3,7 vezes o total lançado sobre o território principal do Japão durante a Guerra do Pacífico.

Somente no ano de 1952, os imperialistas estadunidenses lançaram mais de 200 mil bombas, dispararam mais de 500 milhões de projéteis de metralhadora e despejaram mais de 15 milhões de bombas de napalm. Apenas sobre Pyongyang foram lançadas 52.380 bombas de diversos tipos, incluindo bombas incendiárias e minas, estabelecendo o registro de mil bombas por quilômetro quadrado.

Somente nos dias 11 e 12 de julho de 1952, os imperialistas estadunidenses lançaram mais de 6 mil bombas de napalm, bombas de retardo e outros explosivos sobre Pyongyang com cerca de 400 aviões de combate, matando mais de 8 mil mulheres, idosos e crianças.

Ao longo dos três anos de guerra, os imperialistas estadunidenses lançaram, em aproximadamente 1.400 ataques, mais de 428 mil bombas sobre Pyongyang, de modo que, ao final da guerra, praticamente não restava um único edifício intacto na cidade.

No início de agosto de 1950, bombardeiros das forças invasoras estadunidenses que chegaram à região de Hungnam lançaram 28 bombas sobre o Hospital Central de Hungnam, matando 18 médicos e enfermeiros e 117 pacientes, além de ferir gravemente outros 106. Também bombardearam um berçário de Hungnam, que acolhia crianças entre seis meses e quatro anos de idade, lançando bombas de grande porte e metralhando suas instalações até destruí-las completamente, matando brutalmente 54 crianças. Esse é apenas um entre os muitos exemplos apresentados para denunciar a barbárie dos imperialistas estadunidenses

Em consequência dessas atrocidades, 50.941 edifícios de fábricas e empresas, 28.632 edifícios escolares de todos os níveis, 4.534 edifícios de hospitais, postos médicos e outras instalações de saúde, 579 edifícios de instituições de pesquisa científica, 8.163 edifícios de editoras e instituições culturais e 2.077.226 residências foram gravemente destruídos em diversas regiões da República. Além disso, 563.755 jongbo de terras agrícolas sofreram danos, e a área cultivável foi reduzida em 155.500 jongbo.

Os imperialistas estadunidenses também destruíram inúmeras usinas hidrelétricas, entre elas as de Supung, do rio Jangjin, do rio Hochon e do rio Pujon, por meio de bombardeios e ataques de artilharia incessantes.

Importantes patrimônios culturais deixados por nossos antepassados, como o Templo Yongmyong e o Pavilhão Pubyok, em Pyongyang; o Pavilhão Tongmyong, em Songchon; o Pavilhão Puyong, em Haeju; o Portão Sul de Kaesong; o Portão Sul de Uiju; o Templo Pohyon, no monte Myohyang; e os templos Pyohun e Yujom, no monte Kumgang, também foram reduzidos a cinzas pela barbárie dos imperialistas estaunidenses.

Numerosas instalações culturais, como o Teatro Moranbong, o Teatro da província de Pyongan Sul, o Teatro Nacional de Pyongyang, o Cinema de Hamhung, o Teatro da província de Hamgyong Sul, a Biblioteca da cidade de Wonsan e a Biblioteca de Cholwon, na província de Kangwon, também foram brutalmente destruídas.

Após visitar nosso país para investigar a situação dos danos em Pyongyang, a missão de investigação da Federação Democrática Internacional das Mulheres denunciou em seu relatório:

"Desde o início da guerra, os bombardeios sobre a cidade continuam sem interrupção. Entre eles, o bombardeio de 3 de janeiro de 1951 foi o mais terrível. [...] Mais de 80 bombardeiros realizaram ataques contínuos, em intervalos de 15 a 20 minutos, desde o entardecer de 3 de janeiro até o meio-dia do dia seguinte. Primeiro lançaram bombas incendiárias, depois tambores de gasolina e, em seguida, bombas de grande porte. Também lançaram simultaneamente bombas incendiárias e bombas de retardo. As bombas incendiárias e os tambores de gasolina transformaram a cidade em um mar de fogo. Esse também era um meio de impedir que a população realizasse operações de socorro. Por isso, muitas pessoas morreram soterradas ainda vivas ou asfixiadas. Muitos cadáveres continuam enterrados sob os escombros."

As cidades e aldeias que, após a libertação da pátria, fervilhavam com a criação de uma nova vida foram consumidas pelas chamas. O ar puro deste país, conhecido como a terra das manhãs claras, transformou-se em fumaça sufocante. Inúmeras vidas, antes cheias de vitalidade e sorrisos, converteram-se em cadáveres frios. Como diz a canção, foi uma guerra tão terrível que até os pássaros desapareceram e as flores se transformaram em cinzas.

Na história da humanidade existem inúmeros registros das atrocidades cometidas por exércitos invasores, mas ainda não há outro exemplo em que ruas e aldeias sem qualquer relação com instalações militares tenham sido completamente reduzidas a cinzas e as terras agrícolas transformadas em áreas devastadas.

Os massacres em massa desumanos

Os crimes de massacre em massa de civis cometidos pelos imperialistas estadunidenses ultrapassam qualquer imaginação.

Os imperialsitas estadunidenses massacraram em grande escala pessoas inocentes utilizando os métodos mais brutais e cruéis da história.

Walker, comandante do 8º Exército dos Estados Unidos e conhecido por sua reputação de assassino, declarou: "...Mesmo que diante de vocês estejam crianças ou idosos, suas mãos não devem tremer. Matem! Somente assim vocês salvarão a si mesmos da destruição e cumprirão o dever de soldados das 'forças da ONU'."

As feras estadunidenses abateram pessoas por meio de métodos medievais. Foram justamente esses assassinos que diziam que era felicidade demais uma mãe permanecer junto de seu filho, arrancavam as crianças dos braços das mães e, depois de despejar gasolina sobre os pequenos que choravam de fome, queimavam-nos vivos.

Nas regiões que ocuparam temporariamente, os imperialistas estadunidenses massacraram da forma mais cruel pessoas de todas as camadas da sociedade, independentemente de sexo ou idade, incluindo funcionários do Partido, de órgãos do poder e de organizações de trabalhadores, operários, camponeses, funcionários de escritório, jovens e até religiosos.

Em particular, o massacre perpetrado pelos imperialistas estadunidenses em Sinchon representou o auge da matança humana, a ponto de fazer empalidecer até mesmo a infame quadrilha de Hitler.

Os assassinos despejavam gasolina sobre pessoas vivas e ateavam-lhes fogo ou as enterravam vivas; cortavam-lhes as orelhas e o nariz, arrancavam-lhes os olhos, esfolavam-nas vivas, perfuravam-lhes o nariz para arrastá-las, queimavam seus corpos com ferros em brasa, esquartejavam-nas, retalhavam seus corpos, serravam seus torsos, penduravam-nas de cabeça para baixo em árvores, cravavam pregos em suas cabeças ou costas e soltavam cães para atacá-las e despedaçá-las. Cometeram atrocidades bestiais simplesmente inimagináveis. Durante o período da ocupação, os imperialistas estadunidenses massacraram dessa forma cruel nada menos que cerca de 35 mil habitantes, o equivalente a um quarto da população total do condado.

Em consequência desses massacres praticados pelos assassinos estadunidenses, inúmeras pessoas perderam a vida ou ficaram mutiladas em várias regiões, chegando a existir áreas sem homens e até zonas completamente despovoadas.

Um escritor estrangeiro que testemunhou pessoalmente o sofrimento do nosso povo naquela época denunciou que, na Coreia, os estadunidenses não apenas herdaram plenamente a experiência da camarilha de Hitler, como a superaram amplamente nos métodos de massacrar pessoas em massa.

Os massacres em massa perpetrados pelos imperialistas estadunidenses constituíram uma violação brutal das normas do direito de guerra, que qualificam como graves crimes de guerra o assassinato de membros de grupos civis em tempos de guerra e as execuções coletivas, proibindo expressamente tais atos. Não foram ações ocasionais de oficiais ou soldados estadunidenses isolados, mas sim crimes de enormes proporções, organizados, planejados e executados em larga escala de acordo com a política do governo dos Estados Unidos.

Em meados da década de 1990, os Estados Unidos chegaram a exigir uma indenização de dezenas de milhões de dólares por cada piloto militar que morreu após invadir o espaço aéreo de outro país.

Jamais pediram desculpas sequer uma vez pelos ataques brutais contra a vida, a saúde e a estabilidade do cotidiano do nosso povo inocente, mas, quando se trata dos prejuízos que sofreram como consequência da punição que receberam, comportam-se de maneira tão descaradamente insolente. Essa é a conduta dos Estados Unidos, verdadeiros salteadores.

A história dos crimes sangrentos cometidos pelos invasores estadunidenses, que desencadearam uma guerra de agressão e massacraram brutalmente o povo, jamais será apagada e tampouco poderá ser alterada por tentativas de distorcê-la. Os fatos demonstram claramente que os imperialistas estadunidenses são feras cruéis disfarçadas de seres humanos, um bando de assassinos sem precedentes, e que a Guerra da Coreia foi uma guerra de extermínio em massa travada com o objetivo de aniquilar a nação coreana.

Nosso povo superou dores e provações insuportáveis e, por meio de uma luta heroica, impôs uma derrota devastadora aos inimigos. Destruiu completamente o mito da "invencibilidade" dos imperialistas estadunidenses. Ensinou claramente aos arrogantes canibais estadunidenses qual é, de fato, a força de um povo independente.

Ho Yong Min

O talentoso compositor Ri Myon Sang

Figuras literárias e artísticas que deixaram marcas notáveis na história da literatura e arte Juche

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Devemos educar também a nova geração para que viva uma vida brilhante, sendo infinitamente fiel ao Partido e ao líder, assim como fizeram as gerações anteriores."

Entre os artistas que, sob as afetuosas mãos dos grandes líderes, puderam desenvolver plenamente seu talento criativo e realizar seus sonhos artísticos, encontra-se também o talentoso compositor Ri Myon Sang, criador de inúmeras obras musicais amadas pelo povo.

O dia 24 de maio de 1946 foi, para Ri Myon Sang, um dia inesquecível que lhe permitiu enxergar claramente o verdadeiro caminho para o desenvolvimento da música do nosso país.

Naquele dia, em que teve a honra de encontrar pessoalmente o grande Líder, a quem tanto admirava, recebeu o precioso ensinamento de que os homens da cultura deveriam tornar-se combatentes da frente cultural.

Sob a grande confiança e os cuidados benevolentes do grande Líder, Ri Myon Sang deu seus primeiros passos firmes como um artista que compreendia a revolução e o Partido e como um compositor revolucionário que defendia e implementava a política do nosso Partido por meio da música.

Ri Myon Sang compôs muitas obras-primas, como "Pátria Resplandecente", "Maio de Vitória" e "Vamos às Montanhas e ao Mar", cantando com orgulho a alegria e o entusiasmo do nosso povo, que se lançou à construção da nova pátria, bem como a beleza da pátria.

A canção de guerra "Canção da Defesa da Pátria" também foi composta por Ri Myon Sang.

Essa canção, que inflamava o espírito de vingança do nosso povo e ecoava como uma canção de voluntariado para a frente de batalha e como uma marcha para aniquilar o inimigo, foi criada em março de 1950.

Certo dia, Ri Myon Sang e o poeta Jo Ryong Chul pararam para ouvir atentamente a voz entusiasmada de um locutor que transmitia notícias por um alto-falante de rua.

Ao ouvirem a notícia de que os inimigos haviam voltado a invadir nossa República e cometido toda sorte de atrocidades, os dois artistas, incapazes de conter a indignação que lhes fervia no peito, dirigiram-se ao estúdio de criação como se isso tivesse sido previamente combinado.

O amor pela pátria e o ódio pelos inimigos transformaram-se naturalmente em letra e melodia.

Assim que foi criada, a canção espalhou-se rapidamente entre todo o povo e os soldados do Exército Popular, demonstrando ainda mais vigor durante os dias da feroz Guerra de Libertação da Pátria.

Durante os anos da guerra, Ri Myon Sang compôs muitas outras canções de guerra, entre elas "Passo de Mungyong", "A Querida Casa da Minha Terra Natal" e "Os Dois Mil Ri do Rio Amnok", contribuindo ativamente para incentivar o povo e os soldados do Exército Popular a se levantarem na luta sagrada pela vitória na guerra.

Após a guerra, Ri Myon Sang compôs canções como "A Neve Cai" e "Ó Partido Mãe", que contribuíram para defender e preservar as gloriosas tradições revolucionárias do nosso Partido e para armar os militantes do Partido e os trabalhadores com sua ideologia.

Sob a enérgica orientação do grande General, participou também do trabalho de criação da ópera revolucionária no estilo de "Mar de Sangue", dedicando-lhe plenamente seu talento e sua paixão.

Durante esse período, Ri Myon Sang tornou-se um dos primeiros laureados com o Prêmio Kim Il Sung e, como um talentoso compositor amado pelo povo, pôde dar uma grande contribuição ao desenvolvimento da arte musical Juche, conforme desejava e pretendia o nosso Partido.

Mesmo após o falecimento de Ri Myon Sang, o amor e a consideração que os grandes líderes lhe dispensaram não tiveram fim.

O grande Líder, ao recordar Ri Myon Sang em certa ocasião, declarou calorosamente que ele havia sido o compositor que mais estimava e amava.

O grande General também recordou Ri Myon Sang em diversas ocasiões, ensinando que entre os artistas da nova geração deveriam surgir muitos talentos renomados como ele.

Sob o caloroso amor do nosso Partido, Ri Myon Sang brilhou como um talentoso compositor e continua vivo para sempre por meio das obras-primas que criou.

Tu Jin Myong

Rodong Sinmun

Abrindo o livro-patrimônio nacional "História da Vitória na Guerra de Kim Il Sung" — Um milagre sem precedentes na história das guerras mundiais

Na história da vitória da Guerra de Libertação da Pátria, em que nossa jovem República derrotou as forças imperialistas aliadas do mundo, lideradas pelos imperialistas estadunidenses, que durante mais de 100 anos de sua história de agressões jamais haviam conhecido uma única derrota, a Batalha de Libertação de Seul está registrada de forma brilhante.

A vitória da Batalha de Libertação de Seul, uma operação ofensiva considerada a mais memorável e extraordinária da história das guerras mundiais, um acontecimento que surpreendeu o mundo inteiro, gravou nas páginas da história a preciosa verdade de que, quando existe a sábia liderança do líder e todo o exército e o povo apoiam de todo o coração suas ideias e sua direção, lutando heroicamente, é possível derrotar até o inimigo mais poderoso e realizar milagres.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"A brilhante vitória alcançada na Guerra de Libertação da Pátria foi uma vitória das ideias militares jucheanas e da extraordinária estratégia militar do grande Líder, comandante de aço, e também uma vitória trazida pelo espírito heroico de defesa da pátria demonstrado pelo Exército Popular e pelo povo, que dedicaram sem hesitação suas próprias vidas pela preciosa pátria."

No primeiro volume do livro-patrimônio nacional "História da Vitória na Guerra de Kim Il Sung", sob o título "A direção principal do ataque para Seul", encontram-se descritos detalhadamente os fatos históricos relacionados à Batalha de Libertação de Seul.

Foi já no primeiro dia da contraofensiva que o grande Líder definiu Seul como a direção principal do ataque.

Ao explicar aos funcionários do Ministério da Defesa Nacional a escolha de Seul como eixo principal da estratégia de contraofensiva, o grande Líder esclareceu que o ponto central para concretizar a orientação estratégica do nosso Partido consistia em aniquilar de um só golpe as forças inimigas posicionadas ao longo da linha do paralelo 38 e na região de Seul. Em seguida, traçou no mapa militar uma longa seta vermelha na direção Uijongbu–Seul–Suwon e desenhou vigorosamente um círculo de cerco sobre a região de Seul.

Naquele momento, os funcionários militares não puderam deixar de se surpreender.

Seul, indicada por ele como direção principal do ataque, era justamente o elo mais forte do inimigo, seu coração, onde suas forças estavam mais concentradas.

Até então, os manuais militares estabeleciam como princípio geral que a direção principal do ataque deveria ser o ponto mais fraco da defesa inimiga, pois somente assim seria possível ampliar os resultados da ofensiva.

O grande Líder explicou aos funcionários, mergulhados em surpresa e dúvida, que o principal agrupamento inimigo estava concentrado ao longo da linha do paralelo 38 e na região de Uijongbu e Seul, ao norte do rio Han, enquanto ao sul do rio havia apenas forças insignificantes. Ensinou, com plena confiança, que, nessas condições, se nossas tropas cercassem e destruíssem rapidamente o principal agrupamento inimigo na linha do paralelo 38 e na região de Seul, seria possível expandir rapidamente os êxitos para a profundidade estratégica do inimigo.

Com sua extraordinária capacidade de discernimento, visão de longo alcance e firme decisão, o grande Líder determinou Seul como direção principal do ataque do nosso Exército Popular. Isso constituiu um acontecimento sem precedentes na história da arte militar mundial.

O grande Líder estava convencido de que, se o Exército Popular e as Forças de Segurança da República passassem à contraofensiva e golpeassem o inimigo em diversos pontos, atacando simultaneamente as forças inimigas na região de Seul pela frente, pelos flancos e pela retaguarda, a operação de libertação de Seul seria concluída vitoriosamente.

A direção principal do ataque para Seul!

Seguindo a orientação apresentada pelo grande Líder, os valentes soldados do nosso Exército Popular derrotaram de um só golpe a ofensiva inimiga e passaram à decisiva contraofensiva em toda a frente, avançando rumo a Seul.

Apenas 90 minutos após o início da invasão armada, as forças inimigas do setor ocidental da frente começaram a retirar-se do território da República e naturalmente concentraram-se em Seul e seus arredores. Como consequência, a diferença de forças entre ambos os lados na linha de Seul tornou-se enorme. Os inimigos debateram-se desesperadamente, tentando de qualquer maneira reverter a situação desfavorável que se agravava rapidamente.

O grande Líder tomou a ousada decisão de lançar as unidades de tanques na batalha decisiva.

Introduzir as unidades blindadas no combate decisivo a apenas 5 quilômetros da linha de frente foi uma medida sábia, baseada numa análise precisa da situação. Ela constituía uma garantia segura para romper a obstinada defesa inimiga e ampliar rapidamente os êxitos da ofensiva em direção à profundidade das posições adversárias.

Gravando no coração que a entrada decisiva dos tanques era uma missão fundamental para abrir a brecha da contraofensiva determinada pelo grande Líder, os tanquistas avançaram esmagando as posições inimigas sob as esteiras de seus blindados.

Cumprindo a ordem dada pelo grande Líder, os soldados do Exército Popular avançaram irresistivelmente contra as fortalezas inimigas. Em cada combate, demonstraram plenamente o espírito de defesa absoluta do Líder, o espírito de defesa da pátria e o heroísmo coletivo.

Entre eles encontrava-se também o camarada Jang Thae Hwa.

O camarada Jang Thae Hwa bloqueou com o próprio corpo uma casamata inimiga, abrindo o caminho para o assalto de sua unidade, e tombou heroicamente. Naquele momento, ele tinha apenas 22 anos.

Ao receber o relatório sobre seu feito heroico, o grande Líder declarou:

"Jamais devemos esquecer heróis combatentes como Jang Tae Hwa, que dedicaram sua juventude à pátria. Enquanto existirem soldados do Exército Popular capazes de entregar sem hesitação a própria vida pela pátria e pelo povo, venceremos certamente esta guerra."

Graças à grande benevolência do grande Líder, que colocou os combatentes que derramaram seu sangue pela pátria no pedestal da glória, os feitos heroicos do camarada Jang Thae Hwa puderam brilhar juntamente com o título de Herói da República.

Para garantir o êxito da operação de libertação de Seul, o grande Líder determinou que uma pequena unidade estratégica do tamanho de um batalhão se infiltrasse previamente nas ruas da cidade para atacar os principais centros de comando e órgãos administrativos do inimigo, semeando confusão e desorganização em seu interior.

Cumprindo a missão de combate recebida do grande Líder, essa pequena unidade entrou na cidade durante a noite e, dividida em grupos de assalto, atacou simultaneamente dezenas de alvos. Tratava-se de uma hábil aplicação dos métodos de combate guerrilheiro criados durante a luta antijaponesa.

Ao mesmo tempo, outra pequena unidade composta por cinco tanques, incluindo o tanque nº 312, e infantaria mecanizada também entrou na cidade de Seul e atacou importantes alvos, criando condições favoráveis para a ofensiva das grandes unidades.

Completamente desesperado, o inimigo ainda tentou prolongar sua existência oferecendo resistência às unidades do Exército Popular que avançavam para dentro da cidade.

Contudo, diante da ofensiva feroz conduzida pelos soldados do Exército Popular com habilidade e flexibilidade, o inimigo foi incapaz de resistir.

Os blindados de aço rompendo rumo ao centro de Seul, os soldados do Exército Popular empunhando firmemente seus fuzis e baionetas enquanto avançavam para a cidade...

Nessa altura, os inimigos ergueram barricadas diante do edifício do governo central do regime títere e resistiram utilizando carros blindados e lança-chamas. Também instalaram metralhadoras na entrada principal e no segundo andar, despejando intenso fogo.

O tanque nº 312 lançou-se contra o edifício do governo central do regime títere após uma sangrenta batalha que apertava o último suspiro do inimigo. O camarada Ko Hyon Bin abriu a escotilha do tanque, saltou para o chão e correu até o mastro. Arrancou a odiosa bandeira inimiga, rasgou-a em pedaços, pisoteou-a e içou a bandeira da República que trazia junto ao peito.

A bandeira da nossa República, com sua estrela de cinco pontas brilhando intensamente, começou a tremular sobre o céu de Seul.

Aquilo representava também uma proclamação: uma derrota vergonhosa para os invasores que ousaram incendiar a agressão contra nossa República e, para nosso povo, uma firme reafirmação da confiança na vitória.

As portas das prisões de Seul foram destruídas num instante.

Poucas horas após o início da ofensiva geral, a cidade de Seul foi completamente libertada.

Desde o início da contraofensiva, após frustrar a invasão armada inimiga, até a libertação de Seul transcorreram apenas 72 horas!

Essa vitória milagrosa constituiu um brilhante exemplo da guerra moderna, demonstrando a estratégia genial e as táticas militares originais do grande Líder.

O grande Líder felicitou calorosamente os soldados do Exército Popular que libertaram Seul e avaliou altamente que a libertação da capital inimiga em apenas três dias após as forças combinadas da direção principal passarem à contraofensiva representava uma grande vitória político-militar.

De fato, a operação de libertação de Seul foi uma brilhante vitória que somente o grande Líder, conduzindo ousadas operações militares com sua estratégia original de contraofensiva e suas táticas militares independentes, rompendo com o servilismo e o dogmatismo, poderia alcançar.

Nos poucos dias necessários para libertar Seul, as forças combinadas do Exército Popular mataram, feriram ou capturaram cerca de 60 mil soldados inimigos, apreenderam mais de 43 mil armas de fogo e eliminaram das fileiras inimigas numerosos equipamentos militares, incluindo automóveis, peças de artilharia, aviões e embarcações. Na Batalha de Libertação de Seul foram capturadas até mesmo as bandeiras militares do inimigo.

A esse respeito, os próprios inimigos lamentaram: "Mais da metade de nossas forças morreu, ficou ferida ou foi capturada durante os três dias da batalha pela queda de Seul." Também gritaram em desespero: "Dos cerca de 98 mil homens registrados pelo quartel-general do exército, só foi possível localizar aproximadamente 22 mil." Como eles mesmos reconheceram, seu principal agrupamento não sofreu simplesmente "uma derrota, mas um colapso".

O significado da Batalha de Libertação de Seul não reside apenas no fato de ter destruído numerosos inimigos e destruído ou capturado grande quantidade de equipamentos militares. Seu significado ainda maior foi incutir em todo o nosso povo a inabalável confiança de que, sob a liderança do grande Líder, seria possível vencer com certeza a guerra contra os imperialistas estadunidenses.

Foi precisamente porque nosso povo teve à frente o comandante de aço, sempre vitorioso, que conquistou a brilhante vitória da Guerra de Libertação da Pátria e se ergueu orgulhosamente no cenário mundial como um povo heroico.

A vitória é nossa gloriosa tradição, enquanto a derrota esmagadora é a tradição vergonhosa dos imperialistas estadunidenses

Sob a elevada liderança do estimado camarada Secretário-Geral, as façanhas imortais para vitória na guerra do grande Líder continuam resplandecendo, e a história de vitórias da Coreia Juche segue seu curso ininterruptamente até hoje.

Graças à sábia e refinada liderança do estimado camarada Secretário-Geral, que possui uma convicção inabalável na vitória, tão grandiosa quanto o Monte Paektu, extraordinária sabedoria, coragem e audácia, nesta terra sempre haverá apenas vitórias.

Paek Yong Mi

Rodong Sinmun

Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia manifesta preocupação com os exercícios militares conjuntos EUA-RC

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, declarou em uma coletiva de imprensa realizada no dia 25 que os exercícios militares de grande escala conduzidos pela República da Coreia e pelos Estados Unidos, acompanhados de treinamentos de fogo com armas de mísseis em águas diretamente adjacentes à fronteira marítima da República Popular Democrática da Coreia, tiveram como alvo a RPDC.

Ela enfatizou que esse novo exercício realizado por Seul e Washington, tendo como alvo justamente a República Popular Democrática da Coreia, não pode deixar de suscitar preocupações quanto à evolução futura da situação na Península Coreana.