segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Países em desenvolvimento que estão conduzindo ativamente operações antiterroristas

Os países em desenvolvimento estão se mobilizando para combater o terrorismo e os atos de violência extremista que prejudicam a estabilidade social e deixam as pessoas inquietas.

Os países africanos estão conduzindo ativamente operações antiterroristas.

No final de agosto, a Nigéria atacou um ponto de concentração de terroristas no estado de Adamawa, eliminando mais de 20 deles e resgatando os reféns que haviam sido levados pelos criminosos. Em julho, o exército nigeriano realizou operações antiterroristas, eliminando mais de 100 terroristas, incluindo seus líderes, e prendendo 345 pessoas. Nesse processo, mais de 390 vítimas que haviam sido sequestradas pelos criminosos foram resgatadas, segundo informações.

Na Nigéria, diversos grupos armados, incluindo a organização extremista islâmica Boko Haram, vêm atuando e cometendo frequentemente atos criminosos como terrorismo, saques e sequestros. O Boko Haram atua em regiões do nordeste, incluindo o estado de Adamawa, e costuma realizar ataques surpresa contra aldeias.

Em janeiro do ano passado, no estado de Borno, situado no nordeste da Nigéria, uma força armada denominada Estado Islâmico da África Ocidental atacou uma aldeia e matou 40 agricultores. Segundo informações, essa força armada e o Boko Haram estão disputando influência na região nordeste.

Devido a essas forças armadas, as pessoas em várias regiões da Nigéria vivem constantemente em meio à ansiedade e ao medo. Em novembro do ano passado, centenas de estudantes e professores foram sequestrados por terroristas e, no início de fevereiro deste ano, mais de 100 pessoas perderam a vida em um ataque perpetrado por assaltantes armados não identificados.

A Nigéria está se esforçando ativamente para expulsar de seu território ou eliminar as forças armadas que cometem sem escrúpulos crimes contra a humanidade, como terrorismo, saques e sequestros.

Mali, Quênia e vários outros países africanos continuam realizando operações para eliminar as forças terroristas que destroem a estabilidade social e causam enormes danos ao desenvolvimento econômico.

Também em países de outras regiões estão sendo realizadas operações antiterroristas de forma intensa.

As forças de segurança do Paquistão eliminaram, em junho passado, 48 terroristas no Waziristão do Norte e apreenderam grande quantidade de armas e munições, tendo também eliminado dezenas de criminosos armados em julho e agosto.

Atualmente, na luta antiterrorista, tornou-se uma questão importante rejeitar os padrões duplos em relação ao terrorismo e fortalecer a solidariedade e a cooperação entre regiões e países.

Em março, realizou-se uma conferência internacional sobre a situação da implementação da "Estratégia Global das Nações Unidas contra o Terrorismo".

Na conferência, foram apresentadas opiniões segundo as quais a comunidade internacional deve se opor firmemente à luta seletiva contra o terrorismo e aos padrões duplos, e alcançar uma maior unidade na luta contra o terrorismo.

Atualmente, diversas questões relacionadas à luta antiterrorista estão sendo levantadas internacionalmente. Isso ocorre porque as organizações terroristas estão utilizando meios tecnológicos avançados, como a internet, a inteligência artificial e os drones, desafiando as atividades antiterroristas de muitos países.

Nesse sentido, vários países estão fortalecendo a cooperação mútua, ao mesmo tempo que utilizam ativamente os meios tecnológicos para alcançar resultados na luta antiterrorista.

Jang Chol

Rodong Sinmun

O comportamento arrogante do estrangulador do humanitarismo

No dia 19 de agosto passado, as autoridades militares israelenses anunciaram sua posição de que não investigariam o caso do assassinato de membros de organizações humanitárias ocorrido na Faixa de Gaza dois anos atrás.

Em 1º de abril de 2024, ocorreu na Faixa de Gaza uma tragédia na qual sete membros de uma organização humanitária internacional, que se dedicavam a atividades de ajuda, perderam a vida pelas mãos do exército israelense. Eles foram alvo de um ataque aéreo indiscriminado quando retornavam após descarregar materiais de ajuda.

A comunidade internacional exigiu que Israel investigasse minuciosamente a verdade sobre o incidente e cessasse os ataques contra organizações humanitárias.

Entretanto, as autoridades israelenses têm obstinadamente evitado uma investigação, insistindo que os soldados haviam confundido os veículos da organização humanitária com veículos que transportavam espiões do Hamas e que isso era algo que poderia acontecer em uma guerra. Agora, alegam que não investigarão o caso sob o pretexto de que a decisão das autoridades militares não foi ilegal.

Segundo o que foi revelado, os membros da organização humanitária mortos haviam mantido previamente contato com as autoridades militares israelenses em relação às atividades de ajuda na Faixa de Gaza.

A alegação das autoridades militares israelenses de que confundiram os membros da organização humanitária com membros do Hamas foi simplesmente uma mentira. No fim das contas, o ataque militar contra os membros da organização humanitária foi intencional.

Isso não pode, de modo algum, ser desvinculado de sua recusa em investigar o caso.

Desde o início da situação em Gaza, Israel atacou sem hesitação membros de organizações internacionais e humanitárias. Membros de organizações das Nações Unidas também se tornaram alvos, enquanto membros e funcionários de organizações médicas foram igualmente vítimas de ataques aéreos indiscriminados. Segundo os dados, em menos de seis meses desde o início da situação em Gaza, nada menos que 196 trabalhadores envolvidos na assistência humanitária foram assassinados. Ainda hoje, o exército israelense continua realizando incessantemente ataques militares contra membros de organizações internacionais e humanitárias, sob o pretexto de eliminar o Hamas.

As Convenções de Genebra sobre a proteção das vítimas de guerra estabelecem que devem ser reconhecidas e garantidas as atividades das organizações que prestam socorro à população que sofre em consequência de conflitos armados.

A conduta de Israel constitui uma violação brutal do direito internacional e da humanidade. É produto de uma conspiração planejada e deliberada para bloquear a ajuda à Faixa de Gaza, ameaçando abertamente as organizações humanitárias e seus membros e impedindo suas atividades.

É absolutamente evidente que essas ações militares, realizadas em meio à implementação de uma bárbara política de bloqueio contra essa região, são uma manifestação da intenção criminosa de exterminar os palestinos.

Há pouco, o ministro israelense da Segurança Nacional, ao proferir a maldição de que dezenas de palestinos deveriam ser mortos todos os dias na Faixa de Gaza, revelou claramente as ambições sinistras de Israel de engolir por completo essa região.

Ao abandonar desta vez a investigação do caso, Israel revelou minuciosamente, junto com sua repugnante verdadeira intenção, a ilegalidade e a brutalidade de suas ações militares. E voltou a deixar evidente, diante do mundo, por suas próprias ações, que todos os ataques militares realizados por Israel no Oriente Médio, sem exceção, são atos criminosos ilegais e desumanos que violam o direito internacional e a humanidade.

Un Jong Chol

Rodong Sinmun

Tornemos ainda mais poderosa a força absoluta da ideologia

Artigo editorial

A Revolução Coreana, que tem alcançado sucessivas vitórias abrindo caminho em meio a todos os desafios da história, está avançando com passos ainda mais vigorosos rumo a seus grandiosos objetivos.

Na luta de hoje, em que devemos abrir uma transformação grandiosa e dinâmica como nunca antes desde a fundação do país, o que devemos valorizar ainda mais e em que devemos nos apoiar firmemente?

O 9º Congresso do Partido enfatizou a importância de manter consistentemente o princípio de resolver todas as questões por meio da força da ideologia e da força espiritual das massas. Nisso estão condensadas a firme convicção do Comitê Central do Partido na veracidade e no poder de atração da ideologia, bem como a vontade inabalável de elevar ao máximo a força da ideologia e a penetração do trabalho ideológico, abrindo com maior vigor uma nova grande era de fortalecimento de todo o Partido e de desenvolvimento do Estado.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Na construção de um Estado socialista poderoso, aquilo em que devemos confiar não é, de modo algum, alguma força ou apoio externo, mas a força ideológica de nosso povo e a força espiritual das massas."

O fato de que, se nos apegarmos à ideologia, sempre venceremos é uma verdade preciosa ensinada pelo longo século da Revolução Coreana. A teoria ideológica é uma espada universal que devemos empunhar nas lutas de qualquer período e em qualquer etapa da revolução, e a força da ideologia é a primeira força motriz indispensável que impulsiona vigorosamente o avanço da revolução.

Quanto mais a revolução avança e quanto mais alto ela se eleva, mais alto devemos erguer a bandeira da teoria ideológica, e quanto mais se acumularem as pesadas e árduas tarefas de luta, mais devemos resolver todas as questões por meio da força absoluta da ideologia.

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Mobilizar a força da ideologia e a força espiritual das massas para resolver todas as questões é o método de trabalho tradicional peculiar de nosso Partido e o modo de desenvolvimento próprio de nosso Estado.

Cada Partido e cada Estado possui sua própria filosofia política e seu modo de desenvolvimento. Contudo, em toda a longa transformação histórica de um século, somente nós possuímos uma ideia política que não sofreu as limitações de sua época e um modo de desenvolvimento que manifesta uma vitalidade invencível mesmo em condições objetivas extremamente difíceis.

Desde o primeiro passo até hoje, nosso Partido e nosso Estado implementaram rigorosamente na prática revolucionária, durante longos anos, os princípios de dar importância à ideologia e de colocar a ideologia em primeiro lugar, avançando vigorosamente apenas pelo caminho da vitória. Definir a força da ideologia como o primeiro motor do desenvolvimento do Estado e os recursos ideológicos como o mais importante dos recursos é uma estratégia revolucionária de vitória em todas as batalhas que somente o grande Partido do Trabalho da Coreia poderia proclamar.

O estimado camarada Kim Jong Un deu o precioso ensinamento de que, considerando os recursos básicos potenciais de um Estado como recursos ideológicos, recursos humanos e recursos materiais, entre esses três grandes recursos, aquele ao qual se deve dar maior importância é o recurso ideológico. Nessa formulação estão contidas a filosofia original de nosso Partido sobre os recursos e sua estratégia de fortalecimento e prosperidade.

A altura do poder nacional e o futuro de um país dependem em grande medida de qual recurso e potencial esse Estado valoriza e estabelece como sua força motriz fundamental.

Atualmente, cada país empreende diversos esforços para utilizar de maneira mais eficaz seus recursos humanos e materiais e trava uma acirrada competição para obter mais recursos naturais e recursos humanos qualificados. Entretanto, os recursos humanos e materiais inevitavelmente possuem limites. O único recurso que pode ser acumulado continuamente, sem conhecer limites, é justamente o recurso ideológico. Mesmo que os recursos humanos e materiais sejam escassos, um país rico em recursos ideológicos pode alcançar uma velocidade extraordinária de desenvolvimento e erguer-se como uma potência.

Ao percorrermos a história, não são poucos os casos trágicos em que países que possuíam enorme poder econômico e militar, além de vastos territórios e grandes populações, acabaram entrando em colapso sem sequer conseguir se desenvolver ou preservar sua dignidade. Isso nos ensina claramente que uma arma sem ideologia não é melhor que um simples bastão e que um país cujos habitantes estão espiritualmente enfermos não pode esperar pelo amanhã, mesmo possuindo riquezas de valor incalculável. O valor dos recursos humanos também só pode ser plenamente manifestado quando sustentado por recursos ideológicos, e uma abundante riqueza material só pode tornar-se uma sólida base para a prosperidade do Estado quando combinada com recursos ideológicos.

Os recursos ideológicos de que falamos são a grande ideia revolucionária do líder, que indica ao Estado e ao povo o rumo correto e os métodos de ação para a prática; são o precioso espírito revolucionário e a tradição revolucionária criados ao longo da prolongada trajetória da luta; e são a força espiritual da unidade de pensamento e vontade que todo o povo manifesta, unido firmemente em torno de seu líder. Os recursos ideológicos da Coreia Juche são justamente recursos únicos no mundo, que nenhum outro país jamais possuiu nem pode possuir.

Nossos recursos ideológicos são um precioso fruto alcançado graças à sábia direção de nosso Partido, que, durante todo o período de sua liderança revolucionária, colocou firmemente em primeiro plano o trabalho ideológico e resolveu todas as questões por meio da força da ideologia.

O grande Partido do Trabalho da Coreia apresentou, pela primeira vez na história, a teoria ideológica do Juche, segundo a qual a ideologia determina tudo e, se as pessoas forem ideologicamente conscientizadas e mobilizadas, não haverá nada no mundo que não possam realizar.

A teoria ideológica de nosso Partido baseia-se no princípio jucheano de que a consciência ideológica desempenha um papel decisivo em todas as atividades cognitivas e práticas do homem e de que, como o movimento revolucionário é um movimento consciente, na luta revolucionária e no trabalho de construção deve-se sempre tomar como fundamento a ideologia das pessoas. Na teoria ideológica está condensada a confiança absoluta na força inesgotável do povo, e nela estão incorporadas a posição e a vontade de elevar ao mais alto nível a posição e o papel do povo, dono da revolução.

Graças à apresentação da teoria ideológica, nosso Partido e nosso Estado passaram a possuir uma arma universal capaz de impulsionar vigorosamente a causa socialista, independentemente das condições objetivas serem favoráveis ou desfavoráveis. Em toda a história mundial não houve Partido como o nosso, que desde o primeiro passo tenha conduzido a revolução mantendo consistentemente a linha de dar importância à ideologia, nem Partido que tenha transformado a ideologia em uma poderosa força de luta e transformação.

A história e a realidade comprovam que a filosofia política e o método de liderança do Partido do Trabalho da Coreia foram corretos dez milhões de vezes. Ao relembrarmos a história de todas as vitórias de nossa revolução, sempre que ocorreu uma transformação no trabalho ideológico, conseguimos transpor uma grande montanha de cada vez.

Sob a liderança do grande Líder, colocamos prioridade e grande esforço no trabalho de armar todo o povo com o espírito de independência e uni-lo firmemente como um só, graças ao que pudemos derrotar o feroz inimigo imperialista e realizar com êxito, em curto período, as duas grandes tarefas de reconstrução e as duas etapas da revolução social, as mais difíceis, complexas e multifacetadas. Os brilhantes êxitos na construção de um Estado socialista independente, autossustentado e autodefensivo, bem como as sucessivas vitórias na guerra sem tiros que perdurou por décadas, também não podem ser separados da sábia liderança de nosso Partido, que realizou a transformação ideológica de toda a sociedade em uma só cor.

Junto com o avanço de nossa revolução, as condições e o ambiente da luta mudaram irreconhecivelmente e as gerações se sucederam várias vezes. Entretanto, o princípio de tomar a ideologia como a primeira espada preciosa e começar todas as coisas pelo trabalho ideológico jamais mudou uma única vez, e sua justeza e vitalidade foram plenamente comprovadas em todas as décadas da construção socialista.

A grande era de Kim Jong Un é a era que coloca a teoria ideológica em maior importância e em que sua força absoluta é demonstrada sem reservas, uma era em que a ideologia está em primeiro lugar.

A nova era da revolução Juche é uma época crucial em que devemos transformar em grandiosos frutos os sonhos e ideais acalentados por todas as gerações da revolução e uma nova era pioneira em que devemos elevar a causa da construção de um poderoso Estado socialista a um estágio mais elevado de desenvolvimento. Na nova era, as tarefas a serem cumpridas são enormes e é necessária uma força de avanço ainda maior. Esperar que condições favoráveis amadureçam ou depender da ajuda alheia jamais nos permitirá cumprir as tarefas históricas exigidas pela época.

Assim como fizemos no passado, também devemos encontrar a força motriz da nova era de transformações não em outra coisa, mas na força absoluta da ideologia. A força da ideologia é uma força irresistível capaz de transformar qualquer impossibilidade em possibilidade e uma força absoluta na qual podemos confiar com certeza e da qual podemos sempre depender.

O estimado camarada Kim Jong Un, que apresenta o princípio de colocar a ideologia em primeiro lugar e a teoria de dar importância à ideologia como importantes concepções políticas, esclareceu a grande verdade de que, se infundirmos ideologia até mesmo em um ovo, poderemos quebrar uma pedra. Nisso estão condensadas a lógica, a definição e a filosofia originais do Partido do Trabalho da Coreia sobre a força.

Sempre que chegou o momento de abrir uma nova fase de desenvolvimento de nossa revolução, o estimado camarada Secretário-Geral indicou diretrizes e estratégias para iniciar inovações a partir do trabalho ideológico e fez elevar ainda mais o grau da ofensiva ideológica revolucionária. Foi o estimado camarada Secretário-Geral quem, ao longo de suas incansáveis viagens de orientação local, deu valiosos exemplos de mobilização da força espiritual das massas, quem conduziu à criação de novos espíritos da época, como o espírito dos jovens heróis do Monte Paektu e o espírito de Kangwon, e quem despertou os funcionários para valorizarem mais o crescimento espiritual do povo do que os resultados produtivos.

A liderança do Partido do Trabalho da Coreia dando importância à ideologia tornou-se o fator fundamental que transformou um período de provações sem precedentes em uma grande era de transformações jamais vista desde a fundação do país.

Por meio da luta de abnegação de todo o povo e dos combatentes da indústria de defesa nacional, imbuídos até o âmago do espírito de independência e dignidade nacional do Comitê Central do Partido, acumulamos a mais poderosa capacidade de defesa nacional em meio à pressão e ao bloqueio concentrados de todas as forças hostis, obtendo assim a verdadeira garantia da existência do Estado e da salvaguarda da paz.

O novo e grandioso fluxo do desenvolvimento integral do socialismo também não pode ser separado da liderança de nosso Partido dando importância à ideologia. Desenvolver de maneira equilibrada e simultânea todos os setores da construção socialista, todas as regiões do país e todos os setores da economia nacional em um ambiente tão extremamente difícil, segundo o senso comum existente, só poderia receber a resposta de que seria prematuro ou impossível.

Mas nosso Partido, antes das condições objetivas desfavoráveis, viu primeiro a força ideológica e espiritual do povo e apresentou um grandioso projeto que não poderia sequer ser imaginado em tempos tranquilos. A confiança e a convicção do Partido do Trabalho da Coreia na força espiritual do povo, mais forte que as provações e mais resistente que os desafios, deram origem a uma realidade que até nós mesmos consideramos surpreendente.

Os planos de construção de moradias, que haviam sido estabelecidos em níveis baixos sob o pretexto das condições existentes, foram elaborados em uma escala incomparavelmente maior e, pelo contrário, foram até mesmo superados, enquanto no setor econômico, pela primeira vez em décadas, um plano de desenvolvimento plurianual foi cumprido com êxito. No campo e nas localidades, que haviam sido sinônimos de atraso e subdesenvolvimento, nasceram inúmeros novos nomes de lugares e novos endereços, transformando-se em sinônimos de civilização e desenvolvimento. À medida que a força da ideologia se multiplica, os campos da criação e da construção se ampliam dia após dia, e foi criada uma velocidade mítica de avanço, na qual a paisagem do país se transforma não em ciclos de dez anos, mas de um ano, fazendo com que todo o país fervilhe com novo dinamismo e vitalidade.

A força da ideologia não apenas produz grandes transformações materiais, mas também se multiplica várias vezes no curso da luta prática. Na gratificante trajetória da nova era, a força espiritual e a capacidade criadora de nosso povo cresceram de maneira irreconhecível, e isso se torna o maior recurso para antecipar um futuro amplo. Por isso, o avanço de nossa marcha para realizar grandiosos ideais torna-se cada vez mais rápido e sua expansão contínua tornou-se uma tendência geral que não pode ser detida nem revertida.

Enquanto o imperialismo se apega à primazia do material e à teoria da onipotência das armas e se dedica a aumentar a força física, o fato de o Partido do Trabalho da Coreia ter implementado a teoria ideológica do Juche e o princípio de colocar a ideologia em primeiro lugar em todo o Partido e em toda a sociedade, formando um povo mais forte e grandioso e acumulando um potencial de desenvolvimento inesgotável, constitui um grande feito que garante firmemente o brilhante futuro do socialismo ao nosso estilo.

É pela ideologia que se preserva a linha vital da revolução, e é pela força da ideologia que a revolução avança. Um Partido que se apega à teoria ideológica pode transformar o curso da história; um Estado cujos recursos ideológicos são inesgotáveis pode desenvolver-se continuamente de vitória em vitória; e um povo dotado de uma poderosa força espiritual pode realizar todos os seus sonhos e ideais. Essa é a conclusão histórica da prolongada Revolução Coreana e a preciosa verdade que devemos continuar guardando como nossa própria linha vital.

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Partir do trabalho ideológico em todas as coisas é a melhor estratégia para realizar da maneira mais perfeita possível, no mais curto período, aquilo que nos propusemos.

Em qualquer trabalho, seu processo e resultado diferem conforme a maneira como se dá o primeiro passo. Nesse sentido, pode-se dizer que o início é de grande importância para determinar o sucesso ou o fracasso de um empreendimento.

O fato de o estimado camarada Secretário-Geral ter visitado primeiro a classe operária de Sangwon após o 9º Congresso do Partido possui, verdadeiramente, um significado extraordinário para o avanço e o desenvolvimento de nossa revolução. Na linha de partida da nova trajetória, na qual devemos assumir tarefas históricas ainda mais vastas do que as realizadas até agora, a orientação local histórica do estimado camarada Secretário-Geral, que colocou em alto destaque o espírito, a tradição e o método de Sangwon e acendeu pessoalmente em todo o país a chama do grande espírito da época, a chama de Sangwon, constitui um passo histórico significativo que ensinou como dar o primeiro passo para cumprir as resoluções do Congresso do Partido e com que força avançar vigorosamente sem cessar.

Quanto mais esforço se dedica ao trabalho ideológico, maior se torna sua eficácia, e a força que ele gera aumenta geometricamente. Essa é a razão fundamental pela qual devemos necessariamente colocar o trabalho ideológico em primeiro lugar, jamais nos contentar e fazê-lo bem sem qualquer condição.

A teoria ideológica é, em sua essência, a teoria da transformação, formação e aperfeiçoamento do homem.

Ao resolver todas as questões colocando o trabalho ideológico em primeiro lugar, a exigência prioritária é formar as massas como pessoas fortes em ideologia e convicção, fortes em força espiritual.

A construção socialista, cujo caminho a percorrer é longo e cujas tarefas a cumprir são difíceis e grandiosas, não pode avançar sequer um passo sem uma firme convicção e vontade. Para tornar-se forte em força espiritual, não se curvando diante de quaisquer dificuldades, é preciso, antes de tudo, ser puro e resoluto na ideologia e no espírito. Uma pessoa forte em ideologia e convicção é aquela que compreende científica e teoricamente a grande ideia revolucionária do líder e comprova na prática sua vitalidade e poder.

A grande ideia revolucionária do camarada Kim Jong Un é a diretriz orientadora mais científica e perfeita, que ilumina claramente o caminho de todas as lutas da época atual e do futuro.

Na ideia revolucionária do estimado camarada Secretário-Geral estão indicados todos os objetivos, estratégias práticas e métodos concretos para que todos os campos e setores, todas as regiões e unidades possam dar um salto e transformar-se de acordo com as exigências da sociedade ideal. Armar-se com a ideia revolucionária do líder é uma condição prévia para que todos os militantes do Partido e trabalhadores, cheios de confiança na vitória certa, abram seu próprio futuro radiante.

Todos devem estudar profundamente as obras clássicas imortais do estimado camarada Secretário-Geral e compreender claramente, como se fossem assuntos de sua própria casa, as exigências políticas apresentadas ao seu setor e à sua unidade. O fundamental aqui é compreender claramente a essência da ideia do Comitê Central do Partido e de sua política. Se não for possível captar corretamente a intenção do Comitê Central do Partido, por maior que seja o entusiasmo, pode-se involuntariamente provocar consequências enormes. Quando forem apresentadas as ideias e orientações do Partido, é preciso estudar profunda e teoricamente as circunstâncias históricas que lhes deram origem e a questão fundamental que o Comitê Central do Partido pretende resolver, sabendo estabelecer medidas corretas para sua execução.

Permanecer apenas no reconhecimento da justeza das ideias e da linha do Partido não permite dizer que se é um fiel absoluto da política do Partido. A sagrada missão dos combatentes revolucionários consiste em comprovar na realidade, por meio de seus próprios esforços e árdua luta, o caráter científico da política do Partido.

Os construtores militares, que o grande Comitê Central do Partido confia e coloca na vanguarda da transformação das localidades, guardam profundamente no coração o verdadeiro significado da dedicação do nosso Partido ao bem do povo, incorporado na "Política de Desenvolvimento Local 20×10", e todos os anos, sem falta, erguem em todo o país magníficas realizações concretas. Sua luta heroica, na qual assumem firmemente os objetos de construção que aumentam e se expandem continuamente e os elevam por meio de uma execução incondicional e perfeita, grava na história a verdadeira imagem dos fortes em força espiritual que têm como ideal a realização do projeto do Comitê Central do Partido.

Quando todos, assim como eles, se tornarem iguais em espírito e atitude ao aceitar e executar a linha e a política do Partido, o avanço de nossa revolução se acelerará conforme o cronograma estabelecido pelo Comitê Central do Partido, e o poder de atração e a força transformadora da ideia revolucionária do camarada Kim Jong Un serão demonstrados de maneira ainda mais clara.

Hoje, o objetivo e o foco do trabalho ideológico devem estar firmemente direcionados ao cumprimento das resoluções do 9º Congresso do Partido.

O 9º Congresso do Partido apresentou grandiosos objetivos para consolidar os resultados da luta que abriu a era do desenvolvimento integral e conduzi-los a frutos ainda mais elevados.

O fato de nosso Partido ter estabelecido objetivos para um campo mais amplo e um nível mais elevado no novo período do plano de perspectiva, apresentando grandiosos projetos, não se deve ao fato de a situação ter se tornado favorável ou de dispormos de recursos excedentes. Isso se deve à absoluta confiança no povo forte, que sempre acompanha o Partido em pensamento e passo e deseja abrir, com suas próprias mãos, o belo futuro o mais rapidamente possível.

Durante a marcha do primeiro ano para cumprir as decisões do Congresso do Partido, o segredo da brigada de extração de carvão So Un Chol da Mina de Carvão Juventude de Chonsong ter ampliado continuamente seus resultados produtivos e cumprido muito antes do prazo o plano anual da economia nacional, seguindo as chamas de Sangwon, está no fato de que as massas compreenderam melhor do que ninguém a intenção do Partido e se levantaram com uma só mente e um só propósito. Os militantes do Partido foram os primeiros a oferecer seus ombros aos trabalhos difíceis e árduos, enquanto todos os mineiros, mesmo depois de cumprirem a tarefa diária, afirmavam que não poderiam deixar a frente de trabalho sem alcançar resultados de aumento da produção superiores aos do dia anterior e desenvolveram ativamente um movimento de inovação coletiva, conseguindo assim estabelecer um recorde surpreendente. A realidade ensina a verdade de que, quando os trabalhadores produtores têm uma mesma orientação e avançam no mesmo passo, não há decisão do Partido que não possa ser executada.

Todas as organizações do Partido devem inculcar claramente nos funcionários, militantes do Partido e trabalhadores que depende justamente do cumprimento das resoluções do Partido se a nova vida digna, civilizada e próspera será antecipada como realidade de nossa geração ou permanecerá como algo de um futuro distante, fazendo com que manifestem elevado entusiasmo político e iniciativa criadora no cumprimento das responsabilidades que lhes foram confiadas.

Atualmente, algo importante no trabalho ideológico é fortalecer cem vezes mais nas pessoas a autoconfiança. O método fundamental para alcançar infalível e perfeitamente os novos objetivos de perspectiva está na autoconfiança e na capacidade de viver e prosperar por conta própria.

Embora em tempos normais se repita frequentemente que somente a autoconfiança é o caminho para sobreviver, ao deparar-se com dificuldades, interromper facilmente o caminho no meio dele e esperar pela força alheia, o derrotismo e a dependência; dar importância apenas aos indicadores quantitativos e negligenciar a elevação da qualidade na produção e construção, o oportunismo; ignorar a pesquisa e introdução de tecnologias avançadas e apegar-se a métodos antiquados e ao empirismo improvisado e anticientífico — tudo isso constitui hoje nosso principal alvo de luta. Devemos fazer com que todos incorporem e transformem em hábito a confiança absoluta de que a sabedoria e a força de nosso povo são as maiores e que, apoiando-nos nelas, não há nada que não possamos realizar, o forte orgulho de nós mesmos e a disposição de romper com precedentes e práticas estabelecidas e desafiar continuamente os limites.

Cada geração possui sua própria parcela de responsabilidade perante a época e a revolução. Uma nova geração que não consegue superar os feitos da geração anterior não pode orgulhar-se dignamente de ser sua descendente. Quando todos compreenderem profundamente que fazer com que as criações da autoconfiança erguidas pelos avós e pais, do nada e com as próprias mãos, brilhem como preciosas riquezas que ultrapassam o mundo é a mais sublime homenagem e o dever que nossa geração deve às gerações anteriores, a tradição da autoconfiança poderá ser firmemente continuada.

Fazer brotar ao máximo o patriotismo e a lealdade preciosamente guardados no coração de todo o povo é uma importante exigência do trabalho ideológico na atualidade.

A lealdade e o patriotismo constituem o núcleo fundamental da força espiritual de nosso povo. Mobilizar a força ideológica significa elevar ao máximo o patriotismo e a lealdade do povo, que considera seu líder, seu Partido e sua pátria como o que há de mais importante e os serve incessantemente.

Hoje, o sentimento do povo em todo o país está mais exaltado do que nunca graças às políticas populares de nosso Partido e Estado, que, mesmo em momentos difíceis, tomam decisões difíceis e executam obstinadamente os projetos que recebem o apoio e os aplausos do povo. Nosso Partido, enquanto todos os anos ergue numerosas moradias modernas e as oferece gratuitamente aos trabalhadores comuns e desenvolve uma grandiosa luta de transformação para realizar os desejos da população das localidades, que aspira a uma vida sem nada a invejar à das cidades, voltou a apresentar um grandioso projeto destinado aos mineiros de todo o país. Quer vivam na capital ou nas localidades, no coração de cada pessoa nascida e criada nesta terra está guardado um sentimento puro de gratidão ao nosso Partido, a convicção de que nosso socialismo é o melhor e a determinação de confiar firmemente apenas no Partido e segui-lo. O ponto central do trabalho ideológico da nova era está em valorizar isso, acender uma chama que jamais se apague no sentimento de lealdade do povo que deseja retribuir a benevolência recebida e fazer com que continue invariavelmente pelo caminho do patriotismo e da lealdade.

O patriotismo não é algo especial. Ser fiel à missão confiada ao seu setor, à sua unidade e a si próprio é precisamente patriotismo. Hoje, em nossa sociedade, há inúmeras pessoas que, mesmo em meio às dificuldades, pensam primeiro nos assuntos do Estado antes dos assuntos domésticos e se dedicam pela pátria, pessoas verdadeiramente nobres que consideram seus postos e locais de trabalho como trincheiras do patriotismo e oferecem sinceramente seu suor e seus esforços. As organizações do Partido e os funcionários do Partido devem descobrir ativamente esses excelentes patriotas e colocá-los em destaque, fazendo com que todos aprendam com seu elevado mundo espiritual.

O estimado camarada Secretário-Geral ensinou que, quanto mais se aprofundar, em todos os níveis onde se desenvolve a luta pelo cumprimento da política do Partido, o trabalho para aplicar perfeitamente a teoria ideológica e o princípio de colocar a ideologia em primeiro lugar de nosso Partido, e quanto mais atenção se der à superação de qualquer elemento antipopular e à implementação rigorosa da concepção jucheana sobre o povo, mais elevada será a força espiritual e criadora das massas, e até mesmo as grandiosas tarefas serão resolvidas de maneira tranquila e satisfatória.

Todos os funcionários, acolhendo o elevado propósito e a sinceridade da dedicação ao povo do estimado camarada Secretário-Geral, que afirma ser lamentável não poder realizar nem que seja um ano antes as coisas que deseja fazer pelo povo, embora queira fazê-las o quanto antes, devem sempre ouvir atentamente a voz do povo e procurar e realizar ainda mais uma boa obra em benefício do povo.

O poder da teoria ideológica manifesta-se infinitamente quando se inovam continuamente as formas e os métodos do trabalho ideológico de acordo com as exigências do desenvolvimento revolucionário.

A nova era exige novos protagonistas, e para formar novos protagonistas é indispensável buscar métodos de educação mais eficazes. O 9º Congresso do Partido apresentou como uma das exigências da nova era a necessidade de romper com velhos esquemas e moldes, o conservadorismo e o empirismo, criando e inovando continuamente o novo. Isso se aplica a todos os setores e campos, mas pode-se dizer que é uma questão de vida ou morte, especialmente na frente ideológica.

Não se pode elevar o poder de penetração e de influência da ideologia simplesmente repetindo os métodos que deram resultados no passado. É importante inovar os métodos do trabalho ideológico de acordo com as condições da época, que estão em constante mudança e desenvolvimento, e com o nível de consciência das pessoas, fazendo com que todo o trabalho de propaganda e agitação se torne um trabalho novo e ativo que conquiste e conduza o sentimento do povo.

O trabalho ideológico formalista e feito apenas para manter as aparências provoca rejeição nas pessoas e diminui a força espiritual das massas. Para que o trabalho de formação ideológica seja eficaz, é preciso entrar no meio das massas e conversar com elas de maneira franca e sem formalidades, compreendendo e avaliando até que ponto a ideia revolucionária do Comitê Central do Partido penetrou nelas, como a política do Partido está sendo implementada em seu trabalho e em sua vida, e o que desejam saber e esperam. Somente assim cada atividade de trabalho ideológico poderá transformar-se em um vivo trabalho político que toca o coração do povo e em um trabalho de formação espiritual que as massas acolhem espontaneamente.

As pessoas simpatizam invariavelmente com as verdades que experimentaram em sua própria vida e as aceitam como absolutas. O trabalho político e o trabalho de explicação e propaganda devem ser realizados de maneira natural e convincente, vinculados à vida real, e a educação através de exemplos deve ser apresentada de forma vívida, para que as massas assimilem as ideias e políticas do Partido como suas próprias e manifestem maior iniciativa criadora e dedicação em sua implementação.

A determinação e a vontade do Partido do Trabalho da Coreia de erguer bem alto a bandeira da teoria ideológica e abrir vigorosamente uma grande nova era de desenvolvimento do Estado são firmes e inabaláveis.

Agora nos encontramos em um momento crucial em que devemos fazer com orgulho a síntese dos 100 anos de história da sagrada revolução Juche e abrir um futuro mais amplo e grandioso. Podemos deparar-nos com dificuldades que ultrapassem todas as provações enfrentadas até agora, e o agudo confronto decisivo com o imperialismo continuará. Entretanto, como confia em si próprio, nosso povo está convencido de novas vitórias. Com a grande força da ideologia, comprovada nas condições mais extremas e difíceis, não há impossibilidade que não possa ser superada, inimigo poderoso que não possa ser derrotado nem grande empreendimento que não possa ser alcançado.

A força da ideologia é a eterna força motriz que nos permite desenvolver-nos da maneira mais rápida. A dignidade e a glória imperecíveis, bem como a prosperidade e o futuro ilimitados, pertencem ao grande povo coreano, dotado de uma poderosa força espiritual.

A história já comprovou e continuará comprovando a justeza e a invencibilidade do método revolucionário de nosso Partido, que avança com sua força inesgotável ao elevar ao máximo o poder da ideologia e a capacidade de penetração do trabalho ideológico.

Ergamos ainda mais alto a teoria ideológica do Juche, a primeira espada preciosa do grande Partido do Trabalho da Coreia, e lutemos com ainda maior audácia e determinação rumo às novas vitórias da revolução.

Kim Chol, Han Un Il e Pyo Hye Song

Realizada cerimônia de inauguração de ponte rodoviária sobre o rio Tuman denominada em homenagem ao oficial do Exército Vermelho e combatente internacionalista Yakov Novichenko.

Em meio à elevação e ao desenvolvimento diário da cooperação e do intercâmbio multifacetados entre a República Popular Democrática da Coreia e a Federação Russa sobre a sólida base das relações de parceria estratégica abrangente e das relações de aliança indestrutível, foi concluída com êxito a ponte rodoviária sobre o rio Tuman que liga Rason e Khasan, cidades fronteiriças dos dois países, chegando-se ao significativo momento de sua conclusão.
 

Patriota sem igual que estabeleceu o verdadeiro país do povo

Por ocasião do dia 9 de setembro, 78º aniversário da fundação da República Popular Democrática da Coreia, o povo coreano recorda com emoção as façanhas imortais do grande Líder camarada Kim Il Sung que fundou e fortaleceu a RPDC e assegurou uma vida independente e feliz às massas trabalhadoras.

Depois de libertar a pátria, o grande Líder fez esforços incansáveis pela fundação do país popular.

No comício multitudinário de boas-vindas da cidade de Pyongyang, realizado em 14 de outubro de 1945, o grande Líder esclareceu o avanço da nova Coreia democrática, dizendo que o poder a ser instituído na nova Coreia seria a República popular democrática, capaz de defender os interesses das massas populares e garantir o desenvolvimento e a prosperidade do país.

Naqueles dias em que conduzia os preparativos para a fundação da República, fez refletir no nome, no brasão e em outros símbolos nacionais a exigência e a aspiração do povo de possuir um verdadeiro país popular e seu caráter como Estado independente e soberano de prestígio.

Fez aprovar a primeira Constituição popular democrática segundo a opinião e a vontade do povo.

Sob a enérgica orientação do grande Líder, foi proclamada a fundação da RPDC em 9 de setembro de 1948.

Esse acontecimento de relevância histórica anunciou o nascimento do país do povo sem precedentes na história nacional de cinco milênios.

As façanhas do grande Líder realizadas pela fundação do Estado serão transmitidas de geração em geração juntamente com o desenvolvimento da RPDC.

Agência Central de Notícias da Coreia

7 de Setembro: entre a independência de 1822 e a soberania que ainda buscamos

No dia 7 de setembro de 1822, o Brasil rompeu formalmente seus vínculos políticos com Portugal e iniciou uma nova etapa de sua história como Estado independente. Mais de dois séculos depois, esta data continua merecendo ser celebrada. A independência foi uma conquista histórica e representou a afirmação do Brasil como uma nação soberana diante do mundo. Entretanto, comemorar a independência não significa deixar de refletir sobre seu significado. Afinal, depois de 204 anos, uma pergunta permanece atual: somos realmente independentes?

A independência brasileira não foi um acontecimento limitado ao famoso grito às margens do Ipiranga. O processo envolveu conflitos políticos e militares em diferentes partes do território e só se consolidou efetivamente depois de combates contra as forças portuguesas. Na Bahia, por exemplo, a luta pela independência prosseguiu até 1823. A construção do Estado brasileiro, portanto, foi resultado de um processo muito mais amplo e complexo do que a imagem tradicional do 7 de setembro costuma sugerir.

Mas a ruptura política com Portugal não significou uma ruptura profunda com as estruturas econômicas e sociais existentes. O Brasil tornou-se formalmente independente enquanto mantinha a escravidão, o poder das grandes propriedades rurais e uma estrutura econômica fortemente voltada para a exportação de produtos primários. Embora a independência política tenha ocorrido, não significou uma transformação revolucionária da sociedade brasileira. Pelo contrário, as antigas relações de dependência não desapareceram simplesmente porque uma nova bandeira passou a tremular sobre o território.

Ao longo dos séculos seguintes, o Brasil deixou de estar subordinado politicamente a Portugal, mas continuou inserido em relações internacionais marcadas pela desigualdade entre as nações. Mudaram os parceiros, os produtos, os mecanismos financeiros e as formas de influência. A dependência assumiu novas formas. A questão fundamental, portanto, não é apenas saber se o Brasil possui um Estado próprio, mas se possui condições materiais para determinar independentemente os rumos de sua economia, de sua política externa, de sua tecnologia e de sua defesa.

Não basta possuir instituições formalmente nacionais para que uma sociedade seja plenamente independente. A soberania política está profundamente relacionada à estrutura econômica. Um país que depende de capitais estrangeiros, de tecnologias importadas, de equipamentos estratégicos produzidos no exterior e de mercados externos para sustentar setores fundamentais de sua economia possui limitações concretas à sua liberdade de decisão. A independência política pode existir juridicamente enquanto a dependência econômica permanece na prática.

O Brasil possui, entretanto, condições extraordinárias para pavimentar um caminho diferente. Somos um país de dimensões continentais, com enormes reservas minerais, petróleo, terras agricultáveis, água, biodiversidade, uma população numerosa, uma agricultura altamente produtiva e uma longa tradição científica e tecnológica. Possuímos universidades, centros de pesquisa, empresas capazes de atuar em setores sofisticados e uma indústria que, em determinados momentos de nossa história, chegou a ocupar posições relevantes internacionalmente. Não nos falta potencial.

O problema é justamente o contraste entre esse potencial e a posição que ocupamos atualmente na divisão internacional do trabalho. Nas últimas décadas, o Brasil sofreu processos de desindustrialização e perda de densidade produtiva em diversos setores. Essa dependência também pode ser observada na própria estrutura do comércio exterior brasileiro. Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cerca de 53% das exportações brasileiras correspondem a commodities primárias e produtos intensivos em trabalho e recursos naturais, enquanto aproximadamente 64% das importações são constituídas por produtos de alta e média intensidade tecnológica. O contraste revela uma economia fortemente competitiva na produção e exportação de bens primários, mas ainda dependente do exterior em setores de maior conteúdo tecnológico.

A indústria não deve ser vista apenas como uma questão meramente econômica. Ela é também uma questão de independência nacional. Um país que não domina tecnologias fundamentais fica vulnerável a interrupções de fornecimento, sanções, restrições comerciais e decisões tomadas por governos estrangeiros. Sem capacidade própria de produzir máquinas, equipamentos, medicamentos, componentes eletrônicos, sistemas de comunicação e tecnologias estratégicas, a soberania torna-se limitada justamente quando ela é mais necessária.

O mesmo raciocínio vale para a defesa nacional. Não se trata de defender militarismo, expansionismo ou aventuras bélicas. Trata-se de reconhecer uma realidade elementar: um país que não possui capacidade suficiente para defender seu território depende, em última instância, da vontade de outros. A própria política oficial brasileira reconhece que a Base Industrial de Defesa possui importância estratégica para a soberania, a proteção territorial e o desenvolvimento tecnológico e industrial. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços reconhece ainda a necessidade de reduzir dependências externas em áreas sensíveis.

É justamente nesse ponto que devemos olhar para o estado de nossas Forças Armadas e de nossa indústria de defesa. O Brasil possui projetos importantes, empresas de excelência e capacidades que não devem ser desprezadas. Portanto, seria incorreto afirmar que o país simplesmente não possui capacidade militar. O problema está na distância entre aquilo que o Brasil poderia construir e aquilo que efetivamente consegue produzir, manter e desenvolver de maneira autônoma. Dependências tecnológicas, limitações orçamentárias e dificuldades de continuidade de projetos estratégicos constituem vulnerabilidades que não podem ser ignoradas.

Essa discussão deixou de ser puramente teórica quando olhamos para o que aconteceu na Venezuela em janeiro de 2026. Os Estados Unidos realizaram uma operação militar em território venezuelano e capturaram o então presidente Nicolás Maduro e sua esposa, levando-os para os Estados Unidos. A operação provocou fortes questionamentos jurídicos e internacionais, justamente porque envolveu o emprego de força militar de uma potência contra outro Estado soberano.

Independentemente da posição que cada brasileiro tenha sobre o governo venezuelano ou sobre Nicolás Maduro, existe uma questão que não pode ser ignorada: uma intervenção desse tipo voltou a demonstrar, de maneira concreta, que a soberania dos países latino-americanos não pode ser considerada automaticamente protegida pela diplomacia ou pelo peso das chamadas "instituições democráticas". O que aconteceu na Venezuela deve ser estudado pelo Brasil não para alimentar pânico, mas para produzir uma reflexão séria sobre nossa própria capacidade de defender a independência nacional.

Não é nem de longe um delírio pensar que os Estados Unidos possam estar planejando uma invasão ao Brasil. Tendo em vista isso, a questão que se apresenta com urgência é, se uma poderosa força estrangeira demonstrou disposição para empregar força militar contra um país latino-americano, quais seriam as condições brasileiras para enfrentar uma eventual agressão militar? E se a pressão não começasse com uma operação militar, mas por meio de sanções, pressões diplomáticas e outros meios de desestabilização? Um país soberano precisa estar preparado para todas essas possibilidades.

É nesse contexto que as eleições de outubro de 2026 adquirem uma importância que ultrapassa a simples disputa entre candidatos. O primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro e, caso necessário, o segundo turno será realizado em 25 de outubro. O Brasil atravessa esse processo eleitoral em um ambiente de crescente tensão nas relações com Washington. Autoridades e organizações brasileiras já manifestaram preocupação com possíveis tentativas de interferência estrangeira no processo eleitoral, enquanto reportagens recentes apontam que a relação entre a política estadunidense e a disputa eleitoral brasileira se tornou particularmente sensível.

É perfeitamente legítimo, portanto, perguntar o que aconteceria se o eleitorado brasileiro escolhesse um projeto político considerado inconveniente pelos Estados Unidos. Seria ingenuidade acreditar que as grandes potências simplesmente observam passivamente os acontecimentos políticos de outros países quando seus interesses econômicos e estratégicos estão envolvidos. A história latino-americana oferece numerosos exemplos de interferência política externa. O desafio para o Brasil é impedir que a escolha soberana de seu povo seja transformada em objeto de pressão de qualquer potência estrangeira.

E aqui a experiência venezuelana deve servir como advertência, não como profecia. O Brasil não é a Venezuela, possui dimensões, população, economia, instituições e capacidades militares muito diferentes. Mas justamente por ser uma potência regional, possuir enormes riquezas naturais e ocupar posição estratégica no Atlântico Sul, o Brasil não pode imaginar que seus interesses geopolíticos sejam irrelevantes para as grandes potências. Quanto maior a importância de um país, maior também deve ser sua preocupação com a defesa de sua soberania.

Nesse sentido, o problema brasileiro é ainda mais profundo do que a existência ou não de uma ameaça militar imediata. A verdadeira vulnerabilidade começa quando uma nação perde progressivamente a capacidade de produzir aquilo de que necessita. Quando desmonta sua indústria, perde tecnologias, enfraquece sua pesquisa científica, depende excessivamente de equipamentos estrangeiros e deixa setores estratégicos subordinados às decisões de outros países, ela começa a abrir mão de sua independência antes mesmo de qualquer soldado estrangeiro atravessar sua fronteira.

É justamente aqui que a experiência da República Popular Democrática da Coreia merece ser conhecida e estudada. A concepção Juche colocou a independência política, a autossuficiência econômica e a capacidade de defesa nacional como questões inseparáveis. Não se pode ignorar a questão fundamental apresentada por sua experiência: um país que deseja preservar sua independência precisa desenvolver suas próprias forças materiais para sustentá-la. A independência não pode depender permanentemente da vontade de outra potência.

O Brasil não precisa copiar mecanicamente a experiência de ninguém, nem possui as mesmas condições históricas, geográficas ou econômicas de outros países. O que podemos fazer é formular nossa própria resposta brasileira ao problema da independência nacional. Isso significa defender a reindustrialização, o desenvolvimento científico e tecnológico, a soberania energética, a produção nacional de bens estratégicos, o fortalecimento da indústria de defesa e uma política externa verdadeiramente independente. Significa também compreender que patriotismo não é apenas cantar o hino ou levantar a bandeira: é construir as condições materiais para que um povo possa decidir seu próprio destino.

Por isso, o 7 de setembro deve continuar sendo uma data de celebração. Mas pode ser também uma data de reflexão. Em 1822, o Brasil conquistou sua independência política e tornou-se formalmente uma nação soberana. Em 2026, porém, ainda precisamos responder a uma questão fundamental: quanto dessa soberania conseguimos transformar em independência econômica, tecnológica, militar e estratégica? A verdadeira independência não se resume à existência de uma bandeira, de um território ou de um governo nacional. Ela exige que o povo brasileiro possua as forças necessárias para defender suas próprias decisões. Se queremos que o Brasil seja realmente independente, essa construção ainda está diante de nós.

Lenan Menezes da Cunha

Declaração do ministro da Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia

Kim Song Gi, ministro da Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia, emitiu a seguinte declaração à imprensa na segunda-feira.

Os Estados Unidos, o Japão e a República da Coreia estão realizando novamente o "Freedom Edge", os provocativos exercícios militares conjuntos trilaterais multidomínio, sob o pretexto de combater as chamadas "ameaças nucleares e de mísseis" da RPDC.

Coincidindo com isso, as forças militares dos Estados Unidos planejam realizar o "Orient Shield", os maiores exercícios militares conjuntos já realizados com o Japão e a Austrália, de 8 a 24 de setembro, e durante os exercícios pretendem mobilizar o Sistema Estratégico de Fogos de Médio Alcance "Typhon" com os países da região dentro do alcance de ataque.

Além disso, os Estados Unidos estão tentando introduzir na República da Coreia, ainda este ano, a força-tarefa móvel multidomínio do Exército dos EUA, uma unidade especial formada com o objetivo de controlar militarmente os países vizinhos dentro da primeira cadeia de ilhas na região da Ásia-Pacífico.

As demonstrações de guerra lideradas pelos Estados Unidos estão sendo realizadas uma após outra, sem qualquer intervalo no tempo e no espaço, numa situação em que o sistema de cooperação militar trilateral EUA-Japão-RC está se transformando em uma perigosa entidade ofensiva acompanhada de elementos nucleares. Tal realidade constitui uma ameaça crucial à segurança, levando a instabilidade na Península Coreana e além da região ao limite.

Se os Estados Unidos e seus aliados tentarem provocar um novo confronto militar com a RPDC, esta adotará fortes e ponderadas contramedidas a partir da posição de poder.

A maneira mais adequada de controlar firmemente o perigo, que cresce diariamente, de um conflito feroz e defender integralmente a soberania e os interesses de segurança do Estado é aplicar constantemente a nova força desenvolvida.

É princípio consistente das atividades militares das forças armadas da RPDC não hesitar nem por um instante em cumprir seu dever constitucional de dissuadir as forças hostis que ameaçam a segurança nacional e punir os provocadores.

Lanço uma advertência contra as imprudentes manobras militares dos Estados Unidos e de seus países satélites destinadas a criar um grave confronto militar e uma possibilidade de conflito na Península Coreana, e advirto solenemente sobre as consequências que delas decorrerão.

Se necessário, expressaremos nossa vontade e capacidade de responder às ações dos inimigos com uma prática de ação mais poderosa e resoluta.

Agência Central de Notícias da Coreia