domingo, 26 de julho de 2026

Felicito o primeiro êxito na construção da capital democrática

Discurso do camarada Kim Il Sung no ato festivo após a conclusão da obra de regulação do curso do rio Pothong

21 de julho de 1946

Estimados cidadãos de Pyongyang:

Hoje celebramos este ato festivo após haver concluído a obra de regulação do curso do rio Pothong para proteger das inundações a cidade de Pyongyang, capital da nova Coreia democrática.

Permitam-me expressar de todo o coração minhas felicitações aos cidadãos de Pyongyang, que se esforçaram com entusiasmo na construção democrática depois da libertação e demonstraram mais uma vez seu nobre patriotismo e fervor pela construção do país nesta difícil obra, concluindo-a vitoriosamente 15 dias antes do prazo estabelecido.

Pyongyang não é somente o centro da construção democrática na Coreia do Norte, mas também o da democratização de toda a Coreia. Daqui são projetados todos os trabalhos relacionados com a construção democrática da Coreia.

Pyongyang é a capital democrática da Coreia, que marcha à frente de vários países orientais na construção de um Estado democrático.

Vocês, habitantes de Pyongyang, ao concluir a obra de regulação do curso do rio Pothong graças ao seu trabalho abnegado, abriram a possibilidade de proteger dos danos das inundações Pyongyang, centro da construção da Coreia democrática.

Durante a dominação do imperialismo japonês, Pyongyang sofreu frequentemente grandes estragos pelas inundações. As tremendas calamidades causadas pelas cheias do rio nos anos de 1923 e 1942 foram páginas da história que trazem dolorosas lembranças aos cidadãos de Pyongyang.

Durante o terrível desastre de 1942, muitas pessoas pereceram, mais de 2 000 hectares de terras cultivadas foram arrastados pela correnteza, mais de 1 000 casas foram destruídas e as estradas e cultivos sofreram graves danos.

Os agressores imperialistas japoneses apenas reprimiam e exploravam cruelmente o povo coreano, e não se importavam minimamente com os sofrimentos e as desgraças que este padecia.

Entretanto, hoje nosso povo, já emancipado, começou a forjar seu destino com suas próprias mãos.

Todos os partidos políticos, organizações sociais e cidadãos de Pyongyang, pertencentes a diferentes camadas sociais, homens e mulheres, idosos e crianças, unidos solidamente sob a bandeira da frente unida nacional democrática, incorporaram-se ao trabalho da obra de regulação do curso do rio Pothong para proteger a cidade de Pyongyang das calamidades naturais e a levaram a cabo com êxito, dedicando a ela todas as suas forças, entusiasmo e talento.

Demonstrando zelo consciente e paciência incansável para superar todas as dificuldades, vocês, cidadãos de Pyongyang, terminaram com muita antecedência, em pouco mais de 579 000 jornadas de trabalho — a metade das jornadas previstas —, esta grande obra que consistia na construção de um dique de 5 km de comprimento e na remoção de mais de 420 000 metros cúbicos de terra.

Com seu trabalho voluntário e entusiasmado, os habitantes emancipados de Pyongyang concluíram vitoriosamente em um curto período uma obra que os imperialistas japoneses não puderam terminar nem em dez anos, mobilizando à força três milhões de pessoas.

Com a realização desta obra, ficam protegidas a vida e os bens dos 400 mil habitantes de Pyongyang, que podem assim participar tranquilamente na construção de um Estado democrático e nas atividades produtivas.

Em particular, a zona da comuna de Taetharyong, na planície do Pothong, transformou-se em uma região segura onde podem ser construídas fábricas, e nas aldeias da bacia do Pothong as pessoas passaram a realizar anualmente os trabalhos agrícolas em condições adequadas, livres dos estragos das inundações e, deste modo, consolidar ainda mais a vitória da reforma agrária.

A realização exitosa da obra de regulação do curso do rio Pothong demonstra que na Coreia do Norte foram lançadas as bases da construção democrática.

Com a favorável situação criada após a libertação, a população norte-coreana, tendo em vista alcançar a completa soberania e independência do país e seu desenvolvimento democrático, estabeleceu o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte, genuíno Poder popular, e realizou uma após outra as tarefas democráticas, que constituem uma causa histórica.

A reforma agrária libertou os camponeses da sufocante exploração feudal durante milênios e da opressão e pilhagem do imperialismo japonês durante 36 anos, abrindo ao campo o caminho do desenvolvimento democrático.

Ao realizar com êxito a semeadura da primavera do ano em curso, demos maior solidez ao êxito da reforma agrária.

Além disso, com a promulgação da Lei do Trabalho, libertamos os trabalhadores físicos e intelectuais de todo trabalho forçado e da exploração colonialista do imperialismo japonês, criando a possibilidade de melhorar suas condições de trabalho e sua vida material.

Mediante a introdução do sistema de imposto agrícola em espécie, criamos condições favoráveis para elevar o nível de vida dos camponeses, desenvolver a agricultura e reabilitar a indústria.

Paralelamente a isso, tornamos possível o cumprimento exitoso das tarefas democráticas ao revelar e frustrar, através de um movimento democrático de massas, todas as conspirações reacionárias e atos terroristas dos traidores da nação e dos pró-japoneses como Ri Sung Man e Jo Man Sik, que tentam transformar novamente a Coreia em colônia do imperialismo.

Vocês, cidadãos de Pyongyang, capital democrática, participaram na execução destas grandes tarefas democráticas demonstrando mais entusiasmo que ninguém.

São, verdadeiramente, vocês, habitantes de Pyongyang, exemplo para o grande povo coreano, que deseja ardentemente a soberania e independência do país e trabalha abnegadamente pela construção democrática.

Vocês realizaram a obra de regulação do curso do rio Pothong trabalhando em águas lamacentas durante a temporada das chuvas.

Em especial, os militantes do Partido Comunista deram provas claras nesta obra, como em ocasiões anteriores, de que são os vanguardistas da construção democrática, patriotas que amam o país e o povo mais que ninguém.

Entre eles houve quem se inscreveu voluntariamente na brigada noturna de choque e perdeu a vida arrastado pela água da enchente enquanto trabalhava dia e noite para cumprir responsavelmente toda a sua tarefa.

Todos estes fatos testemunham o quão entusiasmados e exemplares são vocês, cidadãos de Pyongyang, na luta pela soberania e independência da pátria e pela construção democrática.

Cidadãos:

Vocês conquistaram a honra de vencedores e o título de patriotas na edificação democrática e deixaram inscrita uma bela e imperecível página na história da construção democrática de nosso país.

O fato de esta grande obra de construção democrática avançar com êxito na Coreia do Norte constitui mais uma demonstração perante o mundo de que o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte, baseado na frente unida nacional democrática, está se consolidando com a democracia e é um poder genuinamente popular que luta para melhorar o bem-estar do povo.

O feliz avanço da construção democrática é, verdadeiramente, uma grande vitória histórica da qual vocês, habitantes de Pyongyang, e todo o povo coreano devem se alegrar e felicitar-se; além disso, significa antecipar o dia glorioso em que será estabelecido em nosso país um governo unificado democrático.

Neste momento em que os norte-coreanos, guiados pelo Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte, realizaram a reforma agrária e outras reformas democráticas, promovem uma campanha para aumentar a produção e constroem uma vida livre e feliz, ao sul do Paralelo 38 os sul-coreanos levam uma vida miserável que em nada se distingue daquela da época da dominação colonial do imperialismo japonês.

A camarilha de Ri Sung Man, em conluio com os reacionários estadunidenses, recorre abertamente a maquinações para vender novamente a Coreia aos imperialistas, para transformar a nação coreana em escrava colonial dos imperialistas ianques.

Na Coreia do Sul, todos os partidos políticos, organizações sociais e personalidades patrióticas que pertencem à frente nacional democrática e lutam pela democracia e pelos interesses do povo são vítimas da repressão, e nestes dias todas as suas atividades foram proibidas.

Os organismos e agrupamentos democráticos estão bloqueados e seus quadros são detidos e encarcerados; o terror reacionário é perpetrado em plena luz do dia.

A causa de que sejam cometidas, na Coreia do Sul, essas ações desumanas e reacionárias está no fato de que os imperialistas estadunidenses apoiam a camarilha de Ri Sung Man, traidor da nação, e aplicam uma política de governança geral através de sua administração militar.

A administração militar estadunidense rejeitou completamente a resolução da Conferência de Moscou dos Ministros das Relações Exteriores dos Três Países, que previa ajudar na conquista da soberania e independência da Coreia e em seu desenvolvimento democrático, e atua freneticamente para subverter essa resolução.

Assim como na época da dominação colonial do imperialismo japonês, os imperialistas ianques privaram o povo sul-coreano do poder, tomando-o diretamente em suas mãos, e reuniram pró-japoneses, pró-estadunidenses, traidores da nação e outros reacionários — todos inimigos do povo —, transformando-os em seus lacaios e incitando-os a cometer atos reacionários, reprimir e saquear o povo.

Os imperialistas estadunidenses reprimiram e dissolveram os comitês populares que o povo estabeleceu com suas próprias mãos em todos os lugares da Coreia do Sul, detiveram e encarceraram seus quadros, por um lado, e, por outro, apoderaram-se das fábricas, minas, transportes ferroviários, comunicações e bancos que anteriormente pertenciam ao Estado e aos capitalistas japoneses e que, naturalmente, deveriam passar à posse do povo coreano, colocando-os a serviço de sua política de espoliação.

Como vemos, privaram os habitantes sul-coreanos dos direitos e liberdades políticas, roubaram todos os bens criados à custa do sangue e suor de nossa nação e que são necessários para melhorar o bem-estar de nosso povo.

Acaso isto não é a expressão concreta da política de governança geral aplicada pelos EUA?

Para intensificar ainda mais a opressão e a pilhagem imperialistas contra o povo coreano, os reacionários estadunidenses tentam fabricar um governo fantoche colocando à sua frente seu lacaio, a camarilha de Ri Sung Man.

Todo o mundo sabe que os trabalhos da Comissão Conjunta URSS-EUA não avançam bem devido a essas manobras pérfidas.

Recentemente, o imperialismo estadunidense e a camarilha de Ri Sung Man recorrem, em conluio, a maquinações para enganar o povo sob o rótulo de “sede geral da reunificação nacional”.

Valendo-se de todo tipo de intrigas enganosas, os imperialistas estadunidenses tentam arrebatar o poder democrático e todos os bens do povo coreano e transformá-lo em seu escravo colonial.

Nosso povo jamais tolerará tais artimanhas do imperialismo estadunidense.

Não deseja de modo algum tornar-se novamente escravo colonial dos imperialistas e está firmemente decidido a lutar até o último homem pela soberania e independência da pátria.

Cidadãos de Pyongyang;

Habitantes da Coreia do Norte:

Ajudemos a população da Coreia do Sul, que luta sofrendo sob a repressão dos imperialistas estadunidenses e de seu cão de guarda, a camarilha de Ri Sung Man.

Todo o povo da Coreia do Norte, unindo suas forças, deve opor-se categoricamente à política de governança geral da administração militar estadunidense, que oprime a população sul-coreana, e lutar vigorosamente para que o poder e todos os bens passem às mãos do povo coreano.

Para desenvolver uma luta dinâmica pela soberania e independência da pátria e por sua democratização, todo o povo deve se unir ainda mais estreitamente em torno do Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte e fortalecer mais os comitês populares.

Deve continuar realizando com vigor a construção econômica.

Dentro de pouco tempo, é preciso colocar em funcionamento todas as fábricas e empresas, reabilitar e organizar as ferrovias e estradas.

Da mesma forma, deve-se iniciar prontamente a obra de irrigação de Anju.

É necessário intensificar o trabalho antiepidêmico para impedir surtos de cólera na cidade de Pyongyang e socorrer o mais rapidamente possível os atingidos pelas inundações em algumas regiões.

Em especial, devemos tomar medidas urgentes para salvar com nossos próprios esforços os compatriotas sul-coreanos atingidos pelas inundações, que, privados do Poder popular, encontram-se desamparados diante das enchentes.

Nosso povo deve cumprir com êxito todas essas tarefas demonstrando uma força dezenas de vezes maior que aquela empregada na obra de regulação do curso do rio Pothong.

Todo o povo deve acelerar a formação de um governo unificado democrático, mediante a demonstração de seu elevado entusiasmo e abnegação patrióticos na vigorosa luta prática pela construção democrática.

A vitória será nossa.

Todos, unidos firmemente em torno do Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte, lutemos dinamicamente pela constituição de um governo unificado democrático e pela total soberania e independência da pátria.

Viva os cidadãos de Pyongyang, que realizaram um feito heroico na obra de regulação do curso do rio Pothong!

Viva o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte, poder de nosso povo!

Viva a frente unida nacional democrática!

Oponhamo-nos à política dos imperialistas estadunidenses para a colonização da Coreia!

Abaixo a camarilha reacionária de Ri Sung Man, obstáculo para a total independência da Coreia!

Viva a soberania e a independência democráticas da Coreia!

Jang Pok Sun

Jang Pok Sun, atualmente com 71 anos, é uma moradora de Pyongyang que dedicou muitos anos da sua vida ao reflorestamento de sua terra natal, no condado de Sinpyong. Desde 2016, ela retorna todos os anos à sua aldeia natal para plantar pinheiros junto com os habitantes locais. Até hoje, foram plantadas mais de 105 mil árvores em uma área de 52 hectares de montanhas, contribuindo para transformar a paisagem da região.

Ela deixou sua terra natal em 1972, aos 17 anos, ao ingressar no Exército, e somente voltou 42 anos depois, em 2014. Ao reencontrar o lugar onde nasceu, ficou profundamente entristecida ao ver as montanhas prejudicadas pelas dificuldades do período da Marcha Árdua. Diante das árvores plantadas por seu pai e pelos moradores da aldeia no período pós-guerra, sentiu que havia chegado tarde demais para cuidar da terra onde seus antepassados haviam dedicado seus esforços.

Com o desejo de reparar essa dívida com sua terra natal, Jang Pok Sun decidiu dedicar o restante de sua vida ao cultivo das montanhas. Com o apoio dos moradores, organizou o plantio de milhares de mudas e, durante dez anos, trabalhou continuamente para criar uma nova floresta de pinheiros. Embora no início sua família não compreendesse completamente sua decisão, sua dedicação acabou inspirando os habitantes locais, que passaram a ver nas novas árvores a esperança de transformar as montanhas da aldeia em uma riqueza para as futuras gerações.

Jang Pok Sun não buscou recompensas ou reconhecimento por seu trabalho. Seu objetivo era preservar o espírito patriótico das gerações anteriores e transmiti-lo aos descendentes através das árvores que plantou. Sua história demonstra que cuidar da terra natal e prepará-la para o futuro é uma responsabilidade que atravessa gerações, e que o verdadeiro valor de uma pessoa está nas contribuições que deixa para aqueles que virão depois.

Canção do General Kim Jong Il

Letra: Sin Un Ho

Música: Sol Myong Sun


Das encostas do Monte Paektu até os confins desta bela terra,

ecoam os brados de júbilo ao nosso General.

Líder do povo que fez resplandecer a causa revolucionária do Sol.

Viva! Viva! o General Kim Jong Il!


As incontáveis flores da terra também anunciam esse amor,

e as águas azuis dos mares Leste e Oeste também cantam seus feitos.

Criador da felicidade que fez florescer o paraíso do Juche.

Viva! Viva! o General Kim Jong Il!


Com coragem de aço, defendeu o socialismo,

e fez o nome do meu país, da minha pátria, ressoar pelo mundo.

Defensor da justiça que ergue bem alto a bandeira da independência.

Viva! Viva! o General Kim Jong Il!

Canção do General Kim Il Sung

Letra: Ri Chan

Música: Kim Won Gyun

Pelas encostas do Monte Paektu, as marcas tingidas de sangue;

pelas curvas do rio Amnok, as marcas tingidas de sangue.

Ainda hoje, sobre o buquê de flores da Coreia livre,

resplandecem vividamente essas sagradas marcas.


Ah... como é querido esse nome, o do nosso General.

Ah... como é glorioso esse nome, General Kim Il Sung.


Ó nevascas das planícies da Manchúria, contai a história.

Ó longas noites da floresta, contai a história.

De quem foi o guerrilheiro partisan sem igual de todos os tempos,

de quem foi o patriota sem igual deste século.


Ah... como é querido esse nome, o do nosso General.

Ah... como é glorioso esse nome, General Kim Il Sung.


Benfeitor da libertação para as massas trabalhadoras,

grande Sol da nova Coreia democrática.

Unidos todos em torno do Programa de Vinte Pontos,

a nova primavera chega a todos os cantos da Coreia 


Ah... como é querido esse nome, o do nosso General.

Ah... como é glorioso esse nome, General Kim Il Sung.

Ode ao Marechal Kim Il Sung

Composição: Conjunto de Canto e Dança do Exército Popular da Coreia, final da década de 1950

Ah... nosso Líder, Marechal Kim Il Sung, sempre tão próximo de nós,

cantamos a ele do fundo do coração, em alta voz.


Nesta manhã que despontou nas florestas densas do Paektu,

cantamos com orgulho a canção do Líder.

Esta canção transformou os oprimidos em combatentes,

e sempre nos inspira rumo à vitória.

Esta canção leva a morte aos inimigos,

e ressoa por toda a terra da pátria vitoriosa.


Ah... nosso Líder, Marechal Kim Il Sung, sempre tão próximo de nós,

cantamos a ele do fundo do coração, em alta voz.


Embora existam muitas belas canções nesta terra,

cantamos com glória a canção do Líder.

Nós, que crescemos trazendo esta canção no coração,

em todos os campos de batalha esmagamos os inimigos.

Esta canção faz surgir heróis em cada posição conquistada,

e leva glória a cada aldeia e a cada rua.


Ah... nosso Líder, Marechal Kim Il Sung, sempre tão próximo de nós,

cantamos a ele do fundo do coração, em alta voz.


Sob o radiante Sol, a felicidade floresce,

cantamos em alta voz a canção do Líder.

Esta canção conclama os irmãos do Sul a se levantarem,

e a lutar, unidos de um só coração, pela reunificação.

Enquanto subjuga os inimigos,

esta canção faz florescer o socialismo nesta terra.


Ah... nosso Líder, Marechal Kim Il Sung, sempre tão próximo de nós,

cantamos a ele do fundo do coração, em alta voz.

"Digam, Fogos de artifício da vitória na guerra"

Letra: Ri Ji Song 

Música: Nam Chol

Ano: 2013


Para a vitória, foi derramado o sangue fervente dos combatentes 

Não podendo ser enterrados na terra, brilham no céu

Fogos de artifício, vocês são ramos de flores para os combatentes

Fogos de artifício, vocês são confetes que se espalham para os combatentes.

Contem, fogos de artifício da vitória na guerra.

Que a vitória será sempre da Coreia.


A chuva de balas disparadas contra os inimigos fazem recordar

As casamatas bloqueadas com o peito.

Fogos de artifício, vocês são uma constelação que ilumina a alma dos combatentes.

Fogos de artifício, vocês são ordens e medalhas que gravam os méritos dos combatentes.

Contem, fogos de artifício da vitória na guerra

Que a vitória será sempre da Coreia.


Fogos de artifício da vitória, que colorem o mundo inteiro

Fazem ferver nosso coração a convicção de que seremos sempre vitoriosos sob a direção do partido.

Fogos de artifício, vocês são centelhas que fazem reverberar nossa festa.

Fogos de artifício, vocês contam com letras douradas sobre nossa vitória.

Contem, fogos de artifício da vitória na guerra.

Que a vitória será sempre da Coreia.

Canção dedicada aos heróis da guerra


Todos os anos, quando chega o Dia da Vitória na Guerra (27 de julho), uma canção comove o coração de nosso povo ao contemplar os belos fogos de artifício no céu noturno.

Trata-se de "Digam, Fogos de artifício da vitória na guerra" (letra de Ri Ji Song e música de Nam Chol), agraciada com a Medalha Comemorativa do 60º Aniversário da Vitória na Guerra de Libertação da Pátria.

Criada em 2013, a canção retrata de forma profundamente comovente os feitos heroicos dos participantes da Guerra de Libertação da Pátria (25 de junho de 1950 – 27 de julho de 1953), que derrotaram os invasores e conquistaram a vitória na guerra sob a liderança do grande Líder camarada Kim Il Sung.

Na primeira estrofe, descreve poeticamente que os fogos de artifício que explodem no céu, por não poderem deixar coberto pela terra o sangue ardente derramado pelos valentes combatentes em prol da vitória, são buquês de flores preparados e uma chuva de pétalas lançada em sua homenagem.

Já se passaram 73 anos desde que os fogos de artifício da vitória iluminaram esta terra.

Entretanto, existe uma lembrança que não se apaga por mais que o tempo passe: a memória da geração vencedora da guerra, que lutou sacrificando sem hesitação sua juventude e sua vida pela felicidade de hoje.

Os feitos heroicos dos defensores da pátria da década de 1950, que conquistaram a vitória de 27 de julho lutando bravamente pela pátria durante os dias da sangrenta guerra, permanecem gravados no mais profundo do coração de nosso povo, refletidos nos fogos de artifício que iluminam o céu.

Por ser um povo que nasceu e desfruta da felicidade nesta terra impregnada do sangue ardente daqueles heróis, sempre que contempla os fogos de artifício que adornam o céu noturno no Dia da Vitória na Guerra, seu coração se volta para os bravos combatentes daquele período e lhes rende homenagem com os mais belos buquês de flores.

Na segunda estrofe, a canção expressa que os fogos de artifício fazem recordar as balas disparadas para aniquilar o inimigo e as casamatas bloqueadas com o próprio peito, sendo também uma constelação que faz brilhar o espírito dos heróis e as ordens e medalhas que eternizam seus méritos.

Kim Yong Sang, Herói da República e veterano de guerra que vive no distrito de Hwasong, na cidade de Pyongyang, afirmou que, ainda hoje, sempre que canta baixinho essa canção, lhe vêm vividamente à memória as imagens de seus companheiros de armas que abriram o caminho para o avanço das tropas sob uma chuva de balas, bloqueando com o próprio peito as casamatas inimigas, bem como as dos heróis que se lançaram contra o inimigo com granadas.

Por que eles sacrificaram sem hesitação sua juventude e sua vida?

Porque, para eles, a pátria resgatada pelo Líder era preciosa demais, e não poderiam viver nem por um instante sem essa querida pátria.

É por essa razão que nosso povo guarda no coração o precioso espírito da geração vencedora da guerra ao contemplar os fogos de artifício e fortalece continuamente o juramento de avançar sempre de vitória em vitória.

Ao repetir em cada estrofe a expressão "Digam, fogos de artifício da vitória, que a vitória pertence para sempre à Coreia", a canção destaca a verdade de que a história vitoriosa da Coreia heroica será eterna por contar com o estimado camarada Kim Jong Un.

A canção constitui uma sublime homenagem aos heróis da guerra que criaram o mito da mais justa força graças à firme convicção e ao poder da unidade na década mais decisiva de nossa revolução, sendo também a canção dos vencedores que continuará ecoando eternamente de geração em geração.

Kim Hyon Hui

Naenara