Apesar da preocupação e do repúdio unânime dentro e fora do país, os Estados Unidos e a República da Coreia iniciaram no dia 18 os exercícios militares conjuntos de grande escala "Ulji Freedom Shield".
Este treinamento de comando e mobilidade ao ar livre abrange todas as esferas da terra, mar e ar da República da Coreia sob o título enganoso de "Escudo de Liberdade", com o objetivo de aplicar e praticar novos manuais e métodos de guerra moderna, conforme a situação na Península Coreana. Trata-se de um ensaio de guerra de caráter provocativo e agressivo, que visa um ataque surpresa contra a RPDC.
Desta vez, será aplicado o "OPLAN 2022", que busca o "golpe preventivo" contra nossas instalações nucleares, e serão realizados diversos exercícios nos quais as forças armadas de nível superior de regimento e os grupos motorizados de ataque realizarão disparos em formações ofensivas, o que é suficiente para evidenciar a gravidade e a periculosidade da situação.
Essa manobra militar dos belicistas dos EUA e da República da Coreia ameaça seriamente o ambiente de segurança de nosso Estado e agrava a situação geral da Península Coreana e da região.
Em particular, alguns dos navios do exército britânico que estavam no exercício marítimo combinado no Pacífico entraram na base operacional de Pusan, e as forças armadas dos países membros do "Comando das Forças da ONU" se incorporaram ao atual simulacro militar. Dessa forma, o "Ulji Freedom Shield" se tornou um treinamento conjunto multinacional, dobrando a ameaça militar contra a RPDC.
Esses fatos demonstram mais uma vez que a aventura militar dos EUA e da República da Coreia causa um desequilíbrio de forças na região, e que esses dois países são os principais responsáveis pela perturbação da paz na Península Coreana.
Em nenhuma parte do mundo são realizados testes de guerra com a mobilização de forças armadas tão imensas quanto nas imediações da RPDC.
A disposição do EPC de deter e frustrar completamente todas as formas de ações militares hostis contra a RPDC se tornará ainda mais forte.
Como já foi declarado, o EPC responderá com o exercício completo e implacável de seu direito à autodefesa às provocações militares das forças hostis, que são consideradas uma ameaça direta à segurança da RPDC.
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