segunda-feira, 20 de maio de 2024

Os EUA são uma séria ameaça à paz mundial por encorajarem a corrida armamentista

Os Estados Unidos, entusiasmados com as suas ambições de hegemonia mundial, estão encorajando a corrida armamentista, criando uma séria ameaça à paz e à estabilidade mundiais.

Os Estados Unidos, que se retiraram unilateralmente do Tratado sobre mísseis nucleares de alcance intermediário e curto EUA-Rússia em 2019, anunciaram que iriam implantar mísseis terrestres de alcance intermediário na região do Indo-Pacífico este ano.

Os EUA implantaram recentemente um sistema de mísseis de médio alcance na ilha de Luzon, no norte das Filipinas, pela primeira vez desde que se retiraram do tratado.

Mísseis de médio e curto alcance que podem enganar os sistemas de deteção de rádio e atingir alvos estratégicos são virtualmente evasivos, portanto a possibilidade de um ataque preventivo inesperado é muito alta.

Especialistas militares afirmam que as instalações militares chinesas implantadas no Mar do Sul da China continental e ao longo do Estreito de Taiwan estão dentro do alcance de ataque, expressando preocupação de que a implantação de tais mísseis levará a um novo nível de corrida armamentista com imprevisíveis consequências. 

A expansão contínua de alianças militares agressivas e a realização de exercícios de guerra explosivos também estão se tornando uma fonte de corrida armamentista.

Este ano, os EUA expandiram a esfera da OTAN e realizaram o maior exercício militar da OTAN desde a Guerra Fria perto da fronteira com a Rússia, e estão praticando métodos de ação conjunta tomando a Rússia como alvo.

Na região da Ásia-Pacífico, os Estados Unidos, que manipularam o “Quad” (Estados Unidos, Japão, Austrália, Índia) e o “AUKUS” (Estados Unidos, Reino Unido, Austrália), formaram outro bloco chamado “Squad” (Estados Unidos, Austrália, Japão, Filipinas) no início de maio.

É um fato bem conhecido que todos esses blocos militares, que operam sob o comando dos Estados Unidos, como a OTAN, estão trazendo novos riscos de guerra para a região da Ásia-Pacífico.

Estas ações dos EUA são um produto da política externa reacionária do governo dos EUA, que procura alcançar a hegemonia global através da superioridade militar unilateral e do aumento do poder militar.

Historicamente, a classe dominante reacionária dos EUA fez da concretização da sua ambição de dominação mundial o objetivo global da sua política externa e gastou enormes quantias de dinheiro nisso.

Como já foi relatado, apenas olhando para o orçamento militar dos EUA para o ano fiscal de 2024, é maior do que a soma dos gastos militares dos próximos 9 países e representa cerca de 40% do total global de gastos militares. A parcela do orçamento militar para o ano fiscal de 2025 aumentou em 9 bilhões de dólares em relação ao ano fiscal de 2024, quebrando novamente o recorde anterior.

Os EUA estão gastando uma enorme quantidade de dinheiro para fortalecer sua capacidade de ataque nuclear, incluindo o desenvolvimento e produção do submarino nuclear estratégico da classe “Columbia”, o bombardeiro estratégico “B-21 Raider” e o novo míssil balístico intercontinental a ser implantado no terreno.

Especialmente, a modernização da bomba nuclear tática “B61-12” e o plano de implantá-la na Europa até 2026, além da implantação de mísseis de médio alcance na região da Ásia-Pacífico, são provocações extremas contra Rússia e a China.

Em resposta ao aumento agressivo da força militar dos EUA e à expansão dos blocos militares, países da região, incluindo Rússia e China, estão tomando medidas militares correspondentes.

O governo chinês criticou os EUA pela incitação de confrontos militares na região da Ásia-Pacífico, que ameaçam a segurança dos países da região e destroem a paz e a estabilidade da região. E declarou que responderá firmemente às ações dos EUA de implantar mísseis na região.

O governo russo emitiu uma declaração enfatizando que, em resposta aos EUA começarem a introduzir sistemas de mísseis de médio e curto alcance na Europa e na região da Ásia-Pacífico sob o pretexto de exercícios com aliados, a Rússia também iniciará e completará a produção de sistemas de mísseis correspondentes.

Os fatos mostram claramente que os EUA, que incitam uma perigosa corrida armamentista e são obcecados por exercícios de guerra agressivos, são os principais culpados que ameaçam e destroem a segurança do mundo.

Estimado camarada Kim Jong Un envia mensagem de condolências ao primeiro vice-presidente do Irã


O Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, Kim Jong Un, enviou em 20 de maio uma mensagem de condolências ao primeiro vice-presidente da República Islâmica do Irã, Mohammad Mokhber.

Informado acerca da notícia impactante sobre o falecimento do Presidente da República Islâmica do Irã, Sua Excelência Seyed Ebrahim Raisi, em um acidente inesperado, o remetente expressou profundas condolências ao destinatário e, por seu intermédio, ao governo e povo de seu país e aos familiares do falecido, em nome do governo e povo da RPDC e em seu próprio.

Apontou que o falecimento do Presidente iraniano é uma grande perda para o fraterno povo iraniano e os outros do mundo que aspiram à independência e justiça.

Prosseguiu que ele foi um destacado ativista político, que fez grande contribuição à causa do povo iraniano para defender a soberania e os interesses de desenvolvimento do país e as conquistas da revoluçã islâmica, e amigo íntimo do povo coreano.

Convencido de que o governo e povo iranianos avançarão a passos firmes, sem qualquer hesitação, para construir o Irã poderoso e próspero suportando as dores da grande perda, desejou de todo coração que os familiares do falecido recuperem o sossego o quanto antes.

A publicação do "Relatório sobre os Direitos Humanos" dos EUA equivale a um jogo de cuspir enquanto se está deitado


Os Estados Unidos publicam um relatório todos os anos. É o chamado "Relatório sobre os Direitos Humanos".

Não muito tempo atrás, o Departamento de Estado dos EUA provocou a ira de muitos países com a publicação do "Relatório sobre as práticas de direitos humanos por país em 2023".

O "Relatório sobre as práticas de direitos humanos por país em 2023", publicado pelos EUA, não foi elaborado por preocupação pela "situação de direitos humanos" de determinados países, nem visa fornecer qualquer ajuda na resolução de problemas mundiais de direitos humanos.

A publicação do "Relatório sobre os Direitos Humanos" pelos EUA é uma interferência flagrante nos assuntos internos de outros países e uma clara violação da soberania.

A forma como cada país resolve as questões de direitos humanos cabe ao seu governo e ao seu povo decidir. Os direitos humanos não podem ser pensados à parte da soberania e, se esta é perdida, os direitos humanos são inevitavelmente violados.

A publicação do "Relatório sobre os Direitos Humanos" pelos EUA é um produto da absurda retórica de que "os direitos humanos estão contidos na soberania" e faz parte do plano para legitimizar os atos criminosos que violam a soberania de outros países.

Para manter a posição hegemônica, os EUA atuam como juiz dos direitos humanos, levantando todos os anos problemas inexistentes de direitos humanos de outros países.

Brzezinski, ex-conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca no final da década de 1970, e outras figuras aconselharam o então "poderoso" no poder: "Para restaurar o prestígio dos EUA, que sofreu graves danos, devemos assumir uma posição ideológica em relação às questões dos direitos humanos".

A partir de então, os EUA empreenderam violentas ofensivas de "direitos humanos" contra diferentes países.

O ex-secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper, disse: "A superioridade moral dos EUA reside nos valores democráticos e na proteção dos direitos humanos".

Suas palavras fazem referência ao acadêmico estadunidense, Laurence Shoup, que disse: "O objetivo da diplomacia de direitos humanos dos EUA é encorajar os hereges dos países socialistas", e também a uma série de sermões do ex-secretário de Estado adjunto durante a administração Reagan, Elliott Abrams, que disse: "A luta pelos direitos humanos é uma luta para conquistar a opinião pública".

Isso prova que o objetivo da publicação do "Relatório sobre os Direitos Humanos" pelos EUA é expandir sua esfera de controle, incitando forças pró-EUA em países que não os agradam e manipulando "revoluções coloridas".

Na verdade, os EUA são os piores violados de direitos humanos do mundo, não tendo direito de fazer barulho sobre a situação dos direitos humanos de outros países.

Olhando apenas para a situação real no estado do Arizona, sempre que são realizadas as eleições, os eleitores votam sob a vigilância de grupos de extrema-direita totalmente armados.

Noutro estado, um número significativo de afro-americanos em idade de votar está sendo privado de seus direitos devido a duras leis de elegibilidade para votar.

Nos EUA, os assassinatos em massa estão aumentando rapidamente e, os crimes violentos, sobretudo contra pessoas negras, também estão aumentando.

O recente incidente no Ohio, onde um homem negro morreu após ser estrangulado por um agente da polícia branco, demonstrou claramente, mais uma vez, que as autoridades estadunidense estão cometendo ativamente violações de direitos humanos.

Num relatório divulgado em fevereiro de 2023, a Liga Antidifamação dos EUA declarou: “Para dizer sem o menor exagero, estamos vivendo uma era de assassinatos em massa extremos”.

De acordo com dados divulgados pelo Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano dos EUA, uma média de 582.500 estadunidenses viviam como vagantes todos os dias em 2022, e 40% deles viviam nas ruas, em edifícios abandonados ou noutros locais miseráveis.

Nos EUA, os beneficiários da garantia de direitos humanos são os brancos em termos raciais, e em termos político-econômicos, são um punhado de magnatas.

Os EUA são também o principal culpado de violações dos direitos humanos em todo o mundo.

Os EUA armam Israel com várias armas modernas e levam-o a cometer genocídio contra o povo palestino.

Muitos países, incluindo Iraque e Líbia, que foram esmagados pelos Estados Unidos sob a bandeira da “proteção dos direitos humanos”, foram reduzidos a ruínas dos direitos humanos, e as pessoas estão sofrendo infortúnio e dor.

O mundo está claramente ciente de que o anúncio anual do “Relatório sobre os Direitos Humanos” dos EUA é uma estratégia maligna para manchar a imagem desses países e dividi-los internamente sob o pretexto de “proteger os direitos humanos”.

Por isso, sempre que os Estados Unidos publicam um “Relatório sobre os Direitos Humanos”, muitos países condenam, uma por uma, as violações dos direitos humanos cometidas pelo império do mal.

Recentemente, vários países, incluindo China, Índia e Paquistão, rejeitaram resolutamente o conteúdo absurdo do relatório e condenaram várias violações dos direitos humanos cometidas pelos EUA, tanto interna como externamente.

O Presidente do Méxicou exigiu veementemente que o governo dos EUA deixe de emitir relatórios avaliando a situação dos direitos humanos em vários países, dizendo que se trata de uma violação da soberania.

Por fim, a época em que o Departamento de Estado dos EUA divulga o seu “Relatório sobre os Direitos Humanos” está se tornando uma época em que as suas horríveis e criminosas condições de direitos humanos são ainda mais expostas.

Se cospe enquanto está deitado, o cuspe cairá em seu rosto. O comportamente dos EUA é surpreendentemente semelhante.

Pak Jin Hyang

Desafortunadas crianças estadunidenses que estão perdendo os pais pela propagação de males sociais


Recentemente, o veículo de imprensa estadunidense HealthDay News reportou que fou publicado um novo informe sobre o número de crianças estadunidenses que perdieron seus pais em 2020. Sua reportagem segue.

Segundo o informe publicado em 4 de maio, em 2020, chegou a quase 100 mil nos EUA o número de crianças que perderam seus pais pelo abuso de drogas e a violência com armas de fogo e esse é um número duas vezes maior em comparação com 1999.

O responsável pela elaboração do informe, Mathew Kiang, investigador da Escola de Medicina da Universidade de Stanford dos EUA, apontou que, desde 1999, mais de um milhão de estadunidenses perderam a vida por abuso de drogas e que passa de 750 mil o número de mortos pela violência com armas de fogo.

Através da investigação foi aclarado que a maioria dos pais perderam a vida por volta dos 42 anos, como média, e que aumenta rapidamente o número de mortos por abuso de drogas entre pessoas de 30 a 40 anos.

Aproximadamente 72800 crianças perderam seus pais por abuso de drogas em 2020, número 4 vezes maior que o de 16000 crianças de 1999, e o número de crianças que sofreram a tragédia devido à violência com armas de fogo também aumentou 39% no mesmo período.

Além disso, o número de crianças negras que perderam os pais pelo abuso de drogas e pela violência com armas de fogo é 3 vezes maior em comparação com crianças de outras raças.

Robin Gurwitch, psicóloga e professora da Escola de Medicina de la Universidade Duke, disse que para as crianças, perder seus pais pelo abuso de drogas e violência com armas de fogo significa danos mentais seríssimos e lamentou que isso é algo vergonhoso que não se pode falar livremente em público.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

domingo, 19 de maio de 2024

Estimado camarada Kim Jong Un deposita flor ante túmulo de Hyon Chol Hae com motivo do 2º aniversário de seu falecimento


O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, visitou na tarde de 19 de maio o Cemitério dos Mártires Patrióticos na comuna Sinmi, na ocasião do 2º aniversário de falecimento do camarada Hyon Chol Hae, que foi seu mais respeitado camarada de armas da revolução.

O Secretário-Geral depositou uma flor ante o túmulo de Hyon recordando a vida do soldado revolucionário que foi fiel em toda sua vida ao partido e à pátria com sua verdadeira concepção de vida comunista.

Rendeu homenagem a Hyon desejando que este excelente filho da revolução do Juche e excelente ativista político e militar seja imortal no cume da glória e respeito de todos junto com a dignidade e o prestígio da pátria, o grande nome do Dirigente Kim Jong Il e a imensa honra do invencível Exército Popular da Coreia.

Disse que serão imortais os méritos excepcionais, realizados para consolidar o cimento do pilar espiritual do EPC, forças armadas do partido revolucionário, e construir um exército forte no ideológico e político.

E prosseguiu que seu espírito e imagem amistosa estarão sempre presentes no coração de todos oficiais e soldados do EPC.

Ante a lápide de recordação do cemitério, honrou a memória dos soldados, que repousam lá, esperando que a nobre vida deles, registrada nos anais da pátria, brilhe intensamente como a estrela da eterna bandeira nacional.

Fotos

Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores publica declaração de condenação ao teste nuclear subcrítico dos EUA


O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia publicou em 20 de maio a seguinte declaração:

Recentemente, a Agência de Segurança Nuclear dos EUA divulgou a realização do terceiro teste nuclear subcrítico no mandato da atual administração estadunidense.

Este teste é um ato muito perigoso que faz mais instável o ambiente de segurança global, que chega ao extremo, e exerce sérias influências negativas sobre o equilíbrio estratégico entre as principais potências nucleares.

Desta maneira, os EUA expuseram por si só que têm a meta estratégica de subjugar outros países por via militar valendo-se da supremacia nuclear absoluta e que não passa de um embuste a promessa de sua administração atual de reduzir o perigo do erro de avaliação estratégica e relaxar a tensão militar ao diminuir a dependência das armas nucleares.

Não tem direito a falar sobre ameaça de guerra nuclear de alguém esse país, único no mundo a usar armas nucleares, que tem o maior arsenal nuclear do mundo e realizou o maior número de testes nucleares no mundo.

Os EUA, que haviam introduzido no ano passado, pela primeira vez em várias décadas, um submarino nuclear estratégico na Península Coreia, pôs em operação com frequência o "grupo consultivo nuclear" que discute o uso de armas nucleares contra a RPDC e pretente realizar em agosto que vem com a República da Coreia o exercício de operação nuclear prática.

Não se deve ignorar em nenhum caso as influências que exerce sobre a situação de segurança militar na região da Península Coreana o referido teste dos EUA que adiciona mais tensão ao ntagonismo militar entre os países possuidores de armas nucleares e acelera a corrida armamentista nuclear em âmbito internacional.

Para fazer frente à instabilidade estratégica em escala regional e mundial por causa dos atos unilaterais dos EUA, nos vemos obrigados a reconsiderar as medidas necessárias à melhoria da disposição geral do dissuasivo nuclear no marco de nossos direitos soberanos e opções possíveis.

A RPDC não tolerará a criação do desequilíbrio estratégico e vazio de segurança na Península Coreana e defenderá consequentemente a segurança, os direitos e interesses do Estado com as contundentes ações dissuasórias frente à crescente ameaça nuclear dos EUA.

Os fracos se tornam vítimas dos imperialistas, assinala Rodong Sinmun


O diário Rodong Sinmun divulgou neste domingo (19) um artigo individual destacando que é preciso ser forte militarmente e no potencial de defesa nacional, se não quer ser escravo dos imperialistas que exercem imprudentemente o bastão da força.

"Um país fraco no poderio de defesa nacional não pode dizer o que deseja dizer e se deixa levar pelos outros. Para piorar, se converte por um em objeto de ultraje e vítima dos mperialistas, o que é uma lição amarga ensinada pela história", assim assinala o articulista e prossegue:

"Quando se torna capaz de responder à força e ao confronto com os mesmos, torna-se capaz de defender o povo e a dignidade do Estado.

Para defender-se, deve possuir a força capaz de fazer frente à potência imperialista.

O mais importante para preservar o pesente, o futuro e a soberania do país e da nação é consolidar a capacidade de autodefesa nacional.

Desde muito tempo, mais precisamente desde o período inicial da construção de uma nova sociedade, a República Popular Democrática da Coreia pôs grande empenho em preparar as forças militares poderosas, considerando isso como requisito fundamental da edificação de um Estado independente e soberano.

Hoje em dia, ela emerge como potência nuclear irreversível, que ninguém pode desprezar, e como fortaleza do socialismo e da independência.

Embora os imperialistas tentem conter o avanço da RPDC, esta marcha rápido com a garantia de sua prosperidade.

Ainda estamos muito longe do destino que desejamos chegar, porém a RPDC marcha adiante com força inesgotável e, em especial, com invencível potencial militar.

O povo coreano se sente muito orgulhoso disso e está convencido da justeza e vitória da causa socialista ao estilo coreano."