quarta-feira, 31 de julho de 2019

Máximo Dirigente Kim Jong Un dirigiu prova de lançador múltiplo de foguetes reativo autopropulsado


Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, dirigiu no dia 31 de julho o disparo de ensaio do lançador múltiplo de foguete reativo autopropulsado teledirigidos de grosso calibre, novamente desenvolvido.

Acompanhando-o estavam Jo Yong Won, Ri Pyong Chol, Yu Jin, Kim Jong Sik e Pak Jong Chon.

O Máximo Dirigente foi recebido no terreno por Jang Chang Ha, Jon Il Ho e outros quadros diretivos do ramo da ciência de defesa nacional.

Segundo a linha estratégica em matéria de modernização de artilharia na construção das forças armadas, apresentada pelo Sétimo Congresso do PTC, os funcionários, cientistas e técnicos desenvolveram em curto prazo o novo projétil de lançamento múltiplo de mísseis teledirigidos que terá papel protagonístico na operação militar terrestre.

Escutando explicações sobre o sistema de armamento, tomou conhecimento detalhado do estado de desenvolvimento.

Foi realizado o disparo de ensaio.

Através da prova foi confirmado de modo científico que chegaram ao valor do design dos dados táticos e as características técnicas de novos projéteis e verificado a efetividade da aplicação no combate real.

O Máximo Dirigente mostrou reiteradamente satisfação pelos resultados do ensaio e disse que estes incomodarão muito às forças que tornaram-se alvo deste armamento.

Avaliou altamente os esforços do setor da ciência de defesa nacional e os trabalhadores do ramo da indústria bélica que aperfeiçoaram outro sistema excelente de lançamento múltiplo de mísseis reativos autopropulsados ao estilo coreano que tem suma importância estratégica em potencializar a combatividade do EPC.

Fotos: https://bit.ly/2YANM7g

Jong Jun Thaek


Nascido em família de classe mediana durante os primeiros anos do domínio colonial do imperialismo japonês na Coreia, Jong Jun Thaek pôde usufruir de alguns privilégios que grande parte da população não podia facilmente.

Após completar seus estudos (primário a superior, em escolas administradas pelos japoneses), ingressou, sob coerção dos imperialistas japoneses, nos órgãos de serviço do governo colonial japonês na Coreia, prestando-lhes serviços anti-patrióticos.

Todavia, percebendo a situação de seus compatriotas vivendo em martírio e a destruição da economia, cultura, dentre outros aspectos da nação, ele decidiu apoiar a luta justa pela independência nacional e dedicou esforços para oferecer informações aos combatentes antijaponeses.

Após a libertação da pátria, recebeu grande confiança do Presidente Kim Il Sung, e pôde atuar em benefício da pátria e do povo, atuando como professor e pesquisador e, ademais, político dedicado à construção econômica do país.

Em setembro de 1948 foi nomeado como presidente da Comissão Estatal de Planificação, órgão de grande importância na administração e gestão econômica do Estado, que naquele tampo havia acabado de ser fundado.

Foi nomeado um dos cinco vice-Primeiro-Ministros do Conselho Administrativo (como se chamava na época) da RPDC em 20 de setembro de 1957, posição que manteve até 1962, quando retornou ao cargo de presidente da Comissão Estatal de Planificação.

Participou ativamente na gestão de assuntos estatais com infinita lealdade ao partido e ao Líder e contribuiu grandemente no cumprimento dos planos econômicos ao promover o planejamento unificado da economia, além de orientar corretamente o cumprimento de obras destinadas à melhorar o padrão de vida do povo.

Faleceu em 11 de janeiro de Juche 62 (1973), em Pyongyang, aos 62 anos, vítima de ataque cardíaco.

O Presidente tomou as medidas para realizar o funeral estatal com máximo tributo ao seu camarada próximo e, na ocasião, prendeu no peito do falecido a medalha do Herói da RPDC. Aquele ato de grande consideração por parte do Líder foi muito incomum, pois o normal fosse que entregasse a medalha aos familiares enlutados.

Após prender a medalha no peito de Jong, o Presidente enxugou as lágrimas com um lenço e consolou os familiares enlutados, em gesto de grande humanidade.

No Museu da Revolução Coreana há dados destacando a carreira de Jun Thaek, as fotos com o Líder, incluindo a do Presidente colocando a medalha em seu funeral, e também seus feitos em vida, tendo em destaque o computador que deu de presente ao Líder.

Na Imagem: Kim Il Sung e Jong Jun Thaek analisam projeto de construção no distrito de Sungho, em Pyongyang, em 1968.

Outorgados títulos acadêmicos e graus docentes aos intelectuais beneméritos


Foram outorgados na RPDC os títulos acadêmicos e graus docentes aos intelectuais que contribuíram ao desenvolvimento da economia independente e ao melhoramento das condições de vida populacional.

Receberam o título de Acadêmico Ri Sin Ung, pesquisador da Universidade de Tecnologia Kim Chaek, e  Jong Sun Gi, pesquisador da Academia de Ciências Sociais.

O título de Candidato a Acadêmico foi conferido a Jon Ji Hyon, decano da Universidade de Tecnologia Kim Chaek, e Yu Pong Suk, chefa de cátedra da Universidade da Indústria Leve Han Tok Su de Pyongyang.

Pak Hak Song, pesquisador da Universidade Kim Il Sung, Jin Tu Ha, professor da Universidade de Tecnologia Kim Chaek, Han Kum Sil, professora da Universidade da Indústria Leve Han Tok Su de Pyongyang, Ri Pong Son, chefe de cátedra do Instituto Superior da Indústria Carbonífera de Phyongsong, Choe Son Yong, reitor do Instituto Superior de Economia Jong Jun Thaek de Wonsan, e outros receberam o título de Professor Titular.

Foi concedido o doutorado aos chefes de cátedra da Universidade Kim Il Sung, Pak Chol e Hong Hye Myong; ao chefe de cátedra da Universidade Pedagógica Kim Hyong Jik, Choe Hak; ao chefe de cátedra Ri Kyong Do e a professora Kim Song Sim da Universidade Pedagógica Kim Chol Ju; aos chefes de cátedra da Universidade de Tecnologia Kim Chaek, Kang In Song, Jin Myong Chol e Ri Il Song e aos professores da mesma universidade, Kim Hak Song e Jong Myong Guk; ao subchefe de seção e chefe de cátedra da Universidade de Arquitetura de Pyongyang, Pak Jae Won e Kang Jong Chol; Ri Jong Phyo, chefe de cátedra da Universidade de Maquinaria de Pyongyang; Kim Chang Guk, pesquisador do Instituto Superior de Ciências Naturais, e outros.

O título de Candidato a Professor Titular correspondeu a 171 eruditos e o de Mestre a 1158.

A cerimônia de outorgamento foi realizada na quarta-feira (31) no Palácio Cultural do Povo.

ACNC exige em comentário a abolição do acordo militar Coreia do Sul-Japão


Se alçam as vozes dos sul coreanos de distintos setores que exigem a abolição do Acordo Geral sobre a Segurança de Informação Militar (GSOMIA, sigla em inglês).

Quando o "governo" sul coreano anunciou oficialmente a revisão do acordo, aplaudiram esta decisão os partidos políticos democráticos e reformistas e a Confederação de Sindicatos Sul Coreanos e as entidades progressistas que consideram o pacto como resíduo do tempo da Guerra Fria.

Esta postura significa uma expressão de ira e protesto aos reacionários japoneses que seguem avultando seus crimes em vez de arrepender-se dos cometidos no século passado contra a nação coreana.

GSOMIA, produto da confabulação entre a camarilha de Park Geun-hye e o Japão que quer utilizar a Coreia do Sul em sua ambição de nova agressão ao continente asiático, ameaça gravemente a paz e a estabilidade da Península Coreana e da região.

Com a assinatura do acordo, os reacionários japoneses podem obter da Coreia do Sul diversas informações secretas castrenses, sobretudo, "as do Norte (da Coreia)" sob o pretexto do "principio de reciprocidade".

Não é difícil conjeturar para que fim servirão as "informações militares do Norte" para eles que buscam a oportunidade de nova agressão tomando a Península Coreana como primeiro alvo em sua tentativa de realizar o velho sonho da "Esfera de Coprosperidade da Grande Ásia Oriental".

Nos últimos anos, o Japão anda enfrascado na emenda constitucional, no aumento armamentista e na expansão a ultramar rumorando a "ameaça proveniente da Coreia do Norte", fato inconcebível sem o vigor de GSOMIA.

Impõe sanção econômica à Coreia do Sul em resposta à sentença sobre a indenização às vítimas de recrutamento forçado do Japão, por uma parte, e pela outra, advoga pelo prolongamento do pacto falando da "cooperação em segurança".

Assim busca tirar proveitos político-militares independentemente da piora das relações com a Coreia do Sul.

O problemático é que o acordo causará o perigo de arruinamento à Coreia do Sul.

Como já se sabe, o Japão irrita a Coreia do Sul sem hesitação alguma em vários assuntos como a liquidação dos crimes do passado.

Seria um ato suicida para a Coreia do Sul a entrega das informações militares ao país insular que faz apologia de sua historia criminal, tenta dissimulá-la com somas miseráveis de dinheiro e toma sem vacilação alguma a medida de restrição de exportação.

Deve ser cancelado o quanto antes o acordo de guerra que é inútil para a nação coreana e as demais regionais.

São incompatíveis a paz e os exercícios de guerra: comentário da ACNC


Apesar da rejeição dos nacionais e estrangeiros, as autoridades sul coreanas recorrem obstinadamente aos exercícios bélicos conjuntos contra a República Popular Democrática da Coreia.

Em junho passado, os belicistas do círculo militar sul coreano realizaram em caráter secreto com as tropas estadunidenses estacionadas em solo sul coreano o treinamento conjunto de infiltração na RPDC.

Nesta manobra realizada na base militar estadunidense da cidade de Uijongbu da província de Kyonggi, empreenderam as ações militares provocativas como a "infiltração e busca as instalações subterrâneas na Coreia do Norte" e o "transporte ao exterior dos acessórios principais de armas de extermínio massivo."

E recentemente realizaram nas águas marítimas periféricas da ilha Guam os exercícios combinados de submarinos "Silent Shark" com a incorporação das forças navais sul coreanas e dos navios da sétima frota estadunidense supondo a busca, a perseguição e o afundamento do submarino "inimigo".

Tais atos foram parte da hostilidade militar que contravém a corrente de paz criada na Península Coreana.

O cessar total e perpétuo dos exercícios bélicos anti-RPDC, fonte de enfrentamento e guerra, é o prerrequisito para a melhora das relações intercoreanas e o asseguramento da paz da Península Coreana.

Porém, o atual "governo" sul coreano orquestra o "aperto de mãos da paz" em frente ao mundo, e por trás da cortina, se enfrasca nos exercícios bélicos conjuntos contra a parte connacional.

A atitude dual dos maníacos de enfrentamento mostra seu invariável objetivo de aplastar com armas a a RPDC.

A histórica oportunidade valiosa da paz, prosperidade e melhora das relações intercoreanas, criada na Península Coreana, vai sendo perdida por culpa dos traidores vende-pátrias e opositores à reunificação.

O problemático é que a estratégia do passado se repete agora pelas autoridades sul coreanas no atual mandato.

São incompatíveis a paz e os exercícios bélicos, e a melhora das relações intercoreanas e os atos militares hostis.

Há que compreender seriamente as consequências dos exercícios de guerra que são empreendidos nestes tempos delicados que causam preocupação sobre as perspectivas das relações intercoreanas.

As autoridades sul coreanas devem desistir dos atos suicidas e retomar o mais rápido possível à posição correta.

Façanhas do Máximo Dirigente Kim Jong Un pela felicidade do povo coreano


Nesta temporada de calor, os habitantes da capital se divertem no Complexo de Serviços de Higiene Ryugyong e no Centro de Patinagem ao Ar Libre do Povo, levantados próximos ao rio Taedong sob a direção do Máximo Dirigente Kim Jong Un.

Em julho de Juche 101 (2012) ele visitou outra vez los dos estabelecimentos culturais em etapa final de construção.

Naquele dia, visitou o hall de descanso, a barbearia e outros pontos do Complexo de Serviços de Higiene Ryugyong prestando muita atenção aos preparativos de serviço ao povo.

No Centro de Patinagem ao Ar Livre do Povo, se mostrou satisfeito vendo os trabalhadores patinando nos dias de calor.

Instruiu prestar maior importância ao conteúdo do que a forma na construção dos dois estabelecimentos que são presentes do partido ao povo.

Exibidos mais objetos históricos no Museu da Vitória na Guerra de Libertação da Pátria


Depois da inauguração do remodelado Museu da Vitória na Guerra de Libertação da Pátria, foram exibidos adicionalmente mais de 70 dados, relíquias e fotos.

Entre os dados há os relativos às instruções dadas pelo Presidente Kim Il Sung em agosto de Juche 39 (1950) em Kwangju da província de Jolla Sul sobre distintos assuntos como reforçar a defesa da costa sudoeste, restaurar as instituições do partido e do poder nas regiões liberadas no sul e acelerar a aplicação de reformas democráticas, inclusive a agrária.

Outro dado se refere à missão de defender a bacia do rio Chongchon que o Líder deu em outubro do mesmo ano no distrito de Nyongbyon da província de Phyongan Norte ao chefe da Divisão Guarda de Tanques 105 "Seul" (naquele tempo) do Exército Popular da Coreia.

Destacam-se entre as novas relíquias o diploma de honra com a imagem do Presidente Kim Il Sung, outorgado em maio de 1951 a um destacado oficial do EPC graduado da escola de oficiais; o certificado e medalha com o nome do Presidente; a medalha de Herói e certificado, enviados pela família do Herói da República An Tong Su; as cadernetas usadas pelos soldados do EPC; a lista de condecorados, etc.

Na sala de Unidades Guardas são vistas 16 fotos do General Insigne, inclusive as relativas a sua inspeção às divisões guardas.

Há ademais a ordem escrita do Comandante Supremo do EPC de conceder o título de Unidade Guarda e as fotos de 205 comandantes e 99 heróis da República dos destacamentos que o obtiveram.

No hall de Heróis são exibidos adicionalmente os dados de 14 heróis da República.

A exibição adicional permitirá conhecer melhor as indeléveis façanhas do Líder realizadas para a vitória na guerra e a história de defesa da pátria na década de 1950.

O museu foi remodelado e reinaugurado em 27 de julho de 2013 com motivo do 60º aniversário da vitória na Guerra de Libertação da Pátria.

Kim Song I triunfa no torneio de tênis de mesa de Pyongyang


A mesatenista coreana Kim Song I ocupou o primeiro lugar no simples feminino do Aberto de Pyongyang da Federação Internacional de Tênis de Mesa Seamaster 2019.

Ela venceu suas rivais por 4:0, 4:0, 4:2 e 4:1 nas oitavas de final, quartas de final, semifinal e na final, respectivamente.

Anteriormente, conquistou medalhas de ouro em competições como a edição do Circuito Europa-África da ITTF de 2012 disputado na Suécia, o Aberto de Pyongyang do Circuito Mundial de la ITTF de 2016, o simples feminino do Aberto de Pyongyang de 2017 e o de 2018 e a dupla feminina do Aberto de Pyongyang do Circuito Mundial da ITTF do Grupo GAC 2015.

No simples feminino dos XXXI Jogos Olímpicos, Kim conquistou a medalha de bronze rompendo o prognóstico de especialista. E fez aporte ao avanço a semifinal de sua equipe no Campeonato Mundial de Tênis de Mesa de 2016 e no de 2018.

A mesatenista do Clube Esportivo Amnokgang começou a praticar tênis de mesa desde que era aluna de escola primária quando se incorporou ao ordenado sistema de formação de esportistas de reserva.

Rodong Sinmun exorta todos a aprender ciências e tecnologias


Conforme a demanda da época e da revolução em desenvolvimento, o Máximo Dirigente Kim Jong Un apresentou a ideia de formar todos os habitantes como cientistas e técnicos talentosos.

Em um artigo individual difundido nesta quarta-feira (31), o diário Rodong Sinmun qualificou esse feito de proeza extraordinária na história de sua direção sobre a revolução e continuou:

"Sendo testemunha da onda de formação de todo o povo como excelentes cientistas e técnicos, que se levanta em todo o país, e da realidade da pátria que logra saltos com o poderio das ciências, o povo coreano experimenta na própria pele o quão grande e acertada é a guia do Máximo Dirigente.

Sua ideia mencionada é, em sua essência, preparar todos os integrantes da sociedade como trabalhadores de tipo intelectual que tenham conhecimentos de graduados universitários e sejam capazes de impulsionar o desenvolvimento das ciências e tecnologias.

Se registra hoje uma mudança na concepção ideológica, no estilo de luta e no modo de trabalho do povo coreano e se acelera a construção da potência econômica embora em meio às provas e dificuldades de toda índole, o que testemunha que é oportuna, científica, justa e vital a ideia em questão.

Graças à sensata direção do Máximo Dirigente, aumenta-se o investimento estatal na ciência e na educação e se estabelece em todo o país o estilo de facilitar com preferência as condições de trabalho e vida dos cientistas, técnicos e educadores.

É elevada a meta de nossa luta e enorme nossa tarefa, porém devemos nos esforçar ao máximo para alcançar a meta de superar o nível mundial."

terça-feira, 30 de julho de 2019

Agregado militar chinês na RPDC oferece banquete pelo dia de fundação do EPLCh


Com motivo do 92º aniversário da fundação do Exército Popular de Libertação da China (EPLCh), o agregado de defesa nacional da embaixada chinesa na RPDC, Jin Tao, ofereceu no dia 30 um banquete em sua sede diplomática.

Foram convidados para a recepção o general do exército das forças terrestres No Kwang Chol, ministro das Forças Armadas Populares, o coronel general das forças terrestres Ri Tu Song, e outros generais e oficiais do Exército Popular da Coreia.

Entre os convidados figuravam também o sub chefe de departamento do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, Ri Chang Gun, o vice chanceler Ri Kil Song e outros funcionários coreanos, assim como os representantes diplomáticos e os agregados militares das embaixadas de vários países na RPDC.

Participaram o embaixador Li Jinjun e outros integrantes da missão diplomática chinesa.

Foram feitos discursos na ocasião.

História da Exposição Nacional de 206 Artigos Variados de Uso Diário


Foi realizada na capital a VIII exposição nacional de 206 artigos variados de uso diário.

Estas mercadorias fazem recordar o Presidente Kim Il Sung que se preocupava com cada detalhe da vida da população.

A princípio de janeiro de Juche 66 (1977) foi convocada uma reunião na presença do Líder em que foram debatidos os planos de cada setor da economia nacional para o Ano Novo.

Foram organizados o catálogo dos artigos mais pedidos e o plano de sua produção.

Na ocasião, um funcionário diretivo do Comitê Estatal de Planificação quis aprovar sem explicação adicional o catálogo de artigos pedidos porque foi elaborado sob a minuciosa atenção do Presidente e já era conhecido pelos funcionários interessados.

Então o grande Líder lhe deteve dizendo que as mercadorias pequenas constituem um problema mais importante para a vida populacional e, por isso, devem ser aprovadas uma por uma.

Terminada a nomeação de 206 artigos, propôs aprovar com a mão levantada o plano de sua produção, já que se trata de uma tarefa revolucionária definida pelo Partido.

Levantou primeiro sua mão direita para expressar consentimento e propôs aos participantes felicitar com aplausos a adoção da resolução correspondente.

Enfatizou que o balanço do cumprimento do plano de produção dos artigos variados, aprovado naquele dia como resolução, seria feito com base na opinião pública.

Assim começou a produção de 206 artigos cujas variedades seguem aumentando.

Socialismo coreano garante os direitos humanos da mulher


"Na sociedade socialista de nosso país são garantidos os direitos humanos da população feminina em virtude da Constituição socialista, da lei de direitos da mulher, da lei do trabalho socialista e outras leis e políticas estatais."

Assim disse a chefe de seção do Instituto de Direitos Humanos da Academia de Ciências Sociais, Ri Song Hwan, e continuou:

"Foi criado um ambiente social e a nobre virtude em nossa sociedade de respeitar a personalidade das mulheres.

Em 30 de julho de Juche 35 (1946), o Líder Kim Il Sung elaborou pessoalmente e promulgou a lei de igualdade de direitos do homem e da mulher para que as coreanas desempenhassem o papel de protagonistas da sociedade, assim como os homens.

Na esfera de vida política, as mulheres participam ativamente das atividades sociais fazendo grande aporte ao desenvolvimento da sociedade. As trabalhadoras são eleitas como deputadas à Assembleia Popular Suprema e exercem plenamente seus direitos políticos nas instituições do partido e do poder e nas organizações de massas.

Recebem do Estado muitos benefícios sociais na vida econômica e na cultural.

Tem os direitos a participar no trabalho igual aos homens, receber proteção laboral e obter a aposentadoria.

Estão acondicionados nas zonas povoadas e nas fábricas e empresas as creches e os jardins de infância que operam às custas do Estado e da sociedade.

As mulheres que tem muitos filhos recebem atenção preferencial e até o título de Heroína do Trabalho."

Rodong Sinmun ressalta o papel das mulheres na construção da potência socialista


"As mulheres coreanas são as mais benditas do mundo; vivem dignamente sob o abraço do grande partido e da pátria que apreciam muito a população feminina."

Começa assim um artigo individual difundido nesta terça-feira (30) pelo diário Rodong Sinmun e continua:

"A Coreia Juche está orgulhosa e estimulada por ter as mulheres excelentes que dedicam-se por completo à construção da potência socialista antepondo os assuntos estatais aos caseiros.

Elas são a força poderosa encarregada de um flanco da construção da potência socialista.

Em cada campo de batalha para a criação da velocidade de Mallima, se distinguem muitas mulheres que trabalham com toda sua energia, inteligência e paixão.

Por outra parte, as esportistas fazem flamejar a bandeira nacional nos jogos internacionais e as cientistas logram consideráveis êxitos multiplicando a honra da pátria.

Ademais, as artistas desenvolvem atividades artísticas revolucionárias e empreendedoras demonstrando a brilhante arte jucheana em desenvolvimento.

Todas elas jogam papel de horticultora que mantém bonita a grande família socialista que forma nossa sociedade.

À mercê de seus ingentes esforços, todos os integrantes da sociedade vivem conservando as virtudes da nobre moral e ética e a harmonia, embora continue o prolongado e bárbaro bloqueio.

Sob a guia do partido, todas as coreanas deverão cumprir sua missão e dever de revolucionárias na marcha geral de hoje para consolidar a unidade monolítica e adiantar o futuro maravilhoso da pátria."

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Severa batalha e jogos esportivos


30 de março de Juche 40 (1951) foi um excepcional dia ensolarado de primavera.

Os comandantes do Exército Popular da Coreia, que participaram da reunião de comandantes do EPC, receberam uma nova abordagem tática estratégica do grande Líder e não conseguiram controlar seu entusiasmo com a alegria de tirar uma foto comemorativa com o líder.

Foi então que um oficial chegou e comunicou-lhes que estava pronto para jogar uma partida de futebol.

Todos ficaram surpresos.

Jogar futebol? Quando a situação era tão tensa ao longo do país...?

Então o oficial contou-lhes o que havia ocorrido.

Depois de tirarem a foto comemorativa com o Líder, alguns comandantes disseram que esperavam se deslocar aos condados e cidades o mais prontamente possível já que a situação era tensa.

Então o grande Líder os disse inesperadamente, "vocês podem dar uma pausa para realizar jogos esportivos. Eu fiz os preparativos para que joguem futebol."

Jogar uma partida de futebol?

Os comandantes estavam realmente surpresos pois estavam extremamente preocupados sobre a situação da guerra e temendo derrotas no campo de batalha.

Então o grande Líder explicou-lhes, dizendo:

"Não há o que temer. Nós devemos vencer esta guerra. Tendo o Partido do Trabalho da Coreia e o Exército Popular não há nada para se preocupar. A vitória nos é destinada pois lutamos pela justiça."

Em seguida, explicou que durante a luta armada antijaponesa, quando era propício, realizavam-se os jogos esportivos e apresentações artísticas como forma de elevar o espírito combativo e a confiança dos combatentes, destacando a importância de tais atividades.

E completou: "Vamos jogar futebol. Reúnam todos os participantes no pátio e vamos jogar futebol de modo vermelho (comunista)."

Assim, naquele dia na região do Comando Supremo onde o grande Líder comandava as táticas e estratégias de guerra, foi realizada uma partida de futebol com grande entusiasmo entre os comandantes.

Texto (com adaptações) do Rodong Sinmun

Nova agressão do Japão colocará seu futuro a perder: comentário da ACNC


Se tornam mais abertas as manobras do Japão encaminhadas a realizar a ambição de converter-se em potência militar.

Recentemente, o Japão celebrou na cidade de Yokohama a cerimônia de botadura do oitavo navio Aegis das "Forças Marítimas de Autodefesa".

Por outra parte, despachou aos exercícios militares conjuntos Austrália-EUA as "Forças de Autodefesa" que estão planejando o desembarque e ataque nas zonas marítimas e nas costeiras.

Ademais, se ouvem no círculo político as opiniões em demanda de "instituir nova lei" para o envio de efetivo ao Oriente Médio.

Os fatos mostram a sinistra intenção dos reacionários japoneses de ocupar outra vez a posição de metrópole través da conversão em potência militar e da expansão a ultramar.

Depois de sua derrota na Segunda Guerra Mundial até a data, o país insular se formou com perigosas forças belicosas e agressoras, em contraste com a aspiração da humanidade sobre a paz.

Já adquiriu a capacidade de ataque para cumprir uma guerra em qualquer tempo e região, ao dar acicate à mudança qualitativa e quantitativa das "Forças de Autodefesa" ignorando o compromisso legal de não ter direitos à beligerância nem participação em guerra, tampouco possuir exército regular.

Insatisfeito com isso, determinou investir anualmente a partir do próximo lustro como gastos militares 50 bilhões de dólares, cifra maior que as de Grã Bretanha e França.

Ademais, segue introduzindo em grande quantidade as armas ultramodernas de tipo ofensivo, apesar de possuir as "Forças Marítimas de Autodefesa" de maior dimensão que a soma dos efetivos da marinhas dos países europeus acima citados.

Ao comentar o aumento armamentista no Japão, a sul coreana MBC transmitiu recentemente que "é grande poderio militar para um Estado cuja Constituição impede a guerra" e "está direcionando enormes gastos para preparar as forças militares que já não podem ser consideradas como defensivas".

O objetivo dos exercícios militares com outros países se baseia na arraigada ambição de agressão e seu primeiro alvo é a Península Coreana.

Agora também as autoridades japonesas avançam com a implementação do sistema antimísseis Aegis Ashore, que destruirá o equilíbrio estratégico na região, ameaçando persistentemente o ambiente pacífico da Península Coreana e da região e pronunciam sem vacilação alguma os disparates belicosos tais como "poder interceptar os mísseis norte coreanos".

Para piorar, no tempo de emergência na Península Coreana, tentam invadir abertamente o território coreano sob o rótulo de "fornecedor de logística bélica".

Isto comprova claramente que embora mude a tendência da situação regional, segue invariável a ambição de nova agressão do Japão que busca realizar seu velho sonho da "Esfera de Coprosperidade da Grande Ásia Oriental" acelerando a conversão em potência militar.

O Japão deve entender seriamente que não é vã nossa advertência de que o desenlace dessa ambição é precisamente seu arruinamento.

Como demonstram os resultados das recentes eleições da Câmara de Conselheiros, a opinião pública do Japão também deseja o desenvolvimento de seu país como Estado pacífico e normal.

A ganância pode trazer infortúnio.

Imperialistas japoneses impuseram aos coreanos a mudança de nome e sobrenome


Durante a dominação colonial sobre a Coreia no século passado, os imperialistas japoneses trataram de mudar espiritualmente a nação coreana como parte de sua política de exterminá-la finalmente.

Como primeiro passo, desde finais da década de 1930, impuseram aos coreanos a mudança de seus nomes e sobrenomes pelos de estilo japonês,

Para esse fim, organizaram em abril de 1937 o "comitê de investigação de emenda de normas judiciais" e em junho de 1939, debateram uma medida necessária na reunião do "órgão consultivo".

Em novembro de 1939, emitiram o "decreto civil modificado da Coreia" que serviu de base legal para a mudança de nomes e sobrenomes.

Frente à oposição do povo coreano, mobilizaram todos os órgãos de dominação e entidades pró-japonesas que obrigaram-os com a ponta da baioneta.

Proibiram os filhos de coreanos que recusavam mudar seus nomes de ingressar na escola ou em ensino superior, entre muitos casos de castigo.

Este crime de violação de direitos humanos precedentes na história mostra claramente o quão enlouquecida foi a campanha dos imperialistas japoneses para acabar com a consciência nacional dos coreanos.

Tratado Katsura-Taft é produto de confabulação EUA-Japão


"Em 29 de julho de 1905, o então Primeiro Ministro japonês Taro Katsura e o secretário das Forças Terrestres dos EUA, Taft, fabricaram o Tratado Katsura-Taft de caráter ilegal e gangsteril.

Japão e EUA o descreveram como um pacto para a 'paz' e 'segurança da Ásia'.

Porém, de fato, foi um produto a confabulação entre esses países para legitimar a dominação colonial em outros países tomando como tema de regateio a Coreia. Portanto, não fez nenhum aporte à paz e segurança, pelo contrário, foi a causa de nova agressão e guerra."

Revela o diário Rodong Sinmun em um artigo individual publicado nesta segunda-feira e prossegue:

"O tratado aludido permitiu aos EUA ocupar o território filipino e ao Japão, estender as garras de agressão a todas partes da Ásia tomando a Coreia como base avançada.

Este pacto, firmado a portas fechadas, foi descoberto muito tempo depois no arquivo do Departamento de Estado dos EUA e não foi encontrado nem seu rastro no Japão, fato que evidencia seu carácter ilegal e gangsteril.

Quanto mais obstinados se ponham os reacionários japoneses em negar seu expediente criminal, mais forte será a vontade do povo coreano de saldar as contas finais dos crimes do país insular que ultrajou o sagrado território coreano."

domingo, 28 de julho de 2019

Grande orgulho da eterna história e paisagem natural extremamente bela de minha pátria


A melodia do "Ode à Pátria" se propaga.



Como uma pintura tão maravilhosa, brilhando nos olhos tanto no mar como na terra.
Tão rica em tesouros dourados, é nossa terra lendária.
Tão cheia de felicidade, a pátria do povo.



O país do amanhecer tranquilo, onde encontra-se paisagens naturais extremamente belas, é o airoso país que possui elevado orgulho de ser conhecido como 'o belo território de três mil ris'!

Não há um povo que fora fraco ou limitado territorialmente que tornou-se uma terra de paisagem extremamente bela sem igual no mundo, com recursos abundantes, águas claras e belas montanhas como minha pátria do Juche!

Nosso princípio de dar primazia ao Estado não é um conceito abstrato.

Quando valorizamos profundamente a grandeza do Partido e do Líder, a história e as tradições culturais do povo, e o orgulho desta terra, podemos esculpir a força e preciosidade da nossa pátria e fazer ferver ardente patriotismo em nosso sangue.

A fim de revigorar o avanço patriótico de todos os membros do partido e trabalhadores que estão correndo em direção à grande meta da construção da potência socialista com a vigorosa força de Mallima, devemos enaltecer os grandes pontos cênicos da nação, incluindo o Monte Paektu, o Monte Kumgang, o Monte Myohyang e o Monte Chilbo.

Sede do Departamento Editorial [do Rodong Sinmun]

https://bit.ly/2Yb1ZIB

Rodong Sinmun repudia a ambição de nova agressão do Japão


"Os reacionários japoneses não reconhecem seus crimes cometidos no século passado, em vez de pedir perdão e fazer indenização merecida.

Além disso, enquanto ao tema de indenização às vítimas de recrutamento forçoso, aplica à Coreia do Sul a restrição de exportação como uma represália econômica, falando do 'prejuízo às relações de confiança' e 'violação da lei internacional'.

A restrição de exportação do Japão é em sua essência um ato de agressão para anexar no econômico a Coreia do Sul e convertê-la em sua neo-colônia."

Revela o diário Rodong Sinmun em um artigo individual publicado no dia 28 e continua:

"Os sujeitos da camarilha de Abe, descendentes dos militaristas crescidos escutando a 'doutrina de conquista da Coreia', atuam com astúcia para dar um golpe demolidor na economia da Coreia do Sul que é dependente de seu país a fim de subjugá-lo no econômico e estender este tema à esfera política.

Não podemos tolerar nunca o Japão que no século passado ocupou com armas a Península Coreana e impôs incontáveis desgraças e sofrimentos ao povo coreano, e agora se desespera para cometer nova agressão.

Todos os coreanos no Norte, no Sul e em ultramar devem levantar-se como um só para frustrar as arbitrariedades gangsteris do Japão que está enlouquecido pela ambição de nova agressão."

sábado, 27 de julho de 2019

Grupo de satanistas que violam a paz - Mensagem da igreja Pongsu


É dever de nós, cristãos, fazer tudo pela paz.

São bem-aventurados os que trabalham pela paz e os cristãos se devotam ao bem-estar da humanidade e à estabilidade do planeta Terra em oração intransigente.

Mas ainda não há paz duradoura, porque há um grupo de adoradores de Satanás que vão contra o chamado do Senhor.

Tal grupo de Satanás estão criando um grande perigo para a eclosão da segunda guerra na Península Coreana, onde a paz e a estabilidade são mais vitais do que em qualquer outro lugar.

Em 11 de julho, o comando militar dos EUA na Coreia do Sul disse que continuará a cooperando com o Japão no caso de uma crise, como é conhecido pela reforma estratégica de 2019 publicada pelo Comando da ONU.

Tais atos dos EUA são manobras perigosas para provocar uma segunda na Coreia, tentando construir a "OTAN versão asiática", unindo-se aos planos de re-invasão da Península Coreana do Japão.

Japão em conluio com os EUA, que causou martírio e infortúnio que não podem ser esquecidos pelo povo coreano, ainda nega os crimes do passado e tenta justificar seus crimes do passado com seus sofismas e fabricações.

Agora, a mídia nacional e estrangeira expõe a política de agressão dos EUA e a militarista do Japão, incluindo o fato de o Japão estar incitando a cooperação no setor militar, a possibilidade da participação da Força Autodefesa do Japão em operações nos arredores da Península Coreana e da criação da "OTAN versão asiática" que exerceria grande influência na região.

A preocupação cresce não apenas entre nós cristãos, mas em todo o mundo.

O povo sul-coreano e grupos cívicos estão fortemente criticando a participação das Forças de Autodefesa do Japão, enquanto condenam os EUA por ajudar o Japão a tornar-se um país belicista ao mesmo tempo em que fala sobre paz.

É uma lição estrita do Senhor que qualquer um que faça o mal sofrerá com agonia severa,

Para o grupo de satanistas, que vai contra a justiça e a verdade e viola a paz, a punição divida é certa.

Máximo Dirigente Kim Jong Un assistiu o concerto da Orquestra Sinfônica Nacional


Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, presenciou o concerto comemorativo da Orquestra Sinfônica Nacional na ocasião do dia da vitória na Guerra de Libertação da Pátria.

Quando o Máximo Dirigente Kim Jong Un saiu ao palco do teatro, todos os espectadores receberam-lhe com aplausos rendendo-lhe máxima glória.

O Máximo Dirigente respondeu cordialmente às saudações dos espectadores.

No converto iniciado com a música orquestral "Marcha de 27 de julho", foram apresentados a poesia sinfônica "Hino à vitória eterna", o solo feminino "Nossa baioneta garante a paz" e o trio feminino "Nossa bandeira nacional".

Escutando a poesia sinfônica composta por canções do tempo de guerra e outras famosas da época, os espectadores recordaram os dias da enconada Guerra de Libertação da Pátria.

Assistiram o concerto os quadros do partido e do governo Ri Man Gon, Pak Kwang Ho, Ri Su Yong, Kim Yong Chol, Jo Yong Won, Kim Yo Jong, Choe Son Hui; Yang Hyong Sop, Ri Myong Su, Choe Yong Rim e os veteranos de guerra; os quadros do Comitê Central do PTC; os beneméritos; os criadores e artistas das entidades artísticas importantes e os jovens e estudantes.

Fotos: https://bit.ly/2Y9oEp0

Máximo Dirigente Kim Jong Un visitou o Cemitério dos Mártires da Guerra de Libertação da Pátria


Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, visitou na manhã do dia 27 o Cementério dos Mártires da Guerra de Libertação da Pátria, com motivo do 66º aniversário da grande vitória na Guerra de Libertação da Pátria.

O Máximo Dirigente do Partido, do Estado e das Forças Armadas depositou uma flor ante ao cemitério.

E disse que permanecerão para sempre nos anais da pátria os méritos imperecedores dos mártires que na década trágica salvaram a pátria da crise de vida ou morte sob a guia do Presidente Kim Il Sung.

Em seguida, expressou a sublime homenagem aos mártires do Exército Popular, desejando que esteja vivo para sempre na tribuna de honra o grande espírito dos mártires que dedicaram a vida preciosa à sagrada guerra pela defesa da liberdade e independência da pátria e a felicidade do povo.

Fotos: https://bit.ly/2SIIq4w

Discurso do general do exército das forças terrestres, Kim Su Gil, no Ato central pelo 66º aniversário da vitória na Guerra de Libertação da Pátria


Pyongyang, 26 de julho de Juche 108 (2019).

Hoje celebramos a grande vitória da Guerra de Libertação da Pátria em um ambiente no qual a dignidade e o poder nacional da República são exibidos em todos os cantos e a grande luta de autoconfiança está sendo travada para abrir uma nova brecha para o avanço da construção socialista.

Em 27 de julho de Juche 42 (1953), quando logramos a vitória na Guerra de Libertação da Pátria, foi um evento histórico que manifestou a todo o mundo a invencibilidade da Coreia Juche e abriu o amplo caminho para o avanço vigoroso e a coroação da revolução.

A gloriosa vitória de 27 de julho nos permitiu inaugurar o esplêndido futuro de nossa pátria, que está brilhando ante ao mundo.

Por ocasião do significativo Dia da Vitória, oferecemos a maior honra e glória ao grande Líder camarada Kim Il Sung que criou a orgulhosa história e tradição de vitórias com fervoroso apoio de todo o povo e pessoal de serviço, e ao grande Dirigente camarada Kim Jong Il que fez tais tradições seguirem brilhando de geração em geração.

Em nome do respeitado Máximo Dirigente camarada Kim Jong Un, presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, congratulo os veteranos de guerra e os combatentes revolucionários antijaponeses pelos heroicos feitos imortais realizados durante a Guerra de Libertação da Pátria.

Envio também o mais elevado tributo aos membros do Corpo de Voluntários do Povo Chinês que dedicaram suas nobres vidas na renhida guerra contra os agressores imperialistas.

Congratulo, ademais, os soldados e oficiais do Exército Popular da Coreia e das Forças de Segurança Interna do Povo Coreano, os membros da Comissão Militar Central do Partido, e da Guarda Vermelha Operário-Campesina, e todo o povo que estão criando milagres e façanhas imbuídos de sentimento patriótico em todos os campos de construção socialista e na defesa da pátria.

Camaradas,

27 de julho é um dia de vitória eterna, gravado com letras douradas na história da luta anti-imperialista do povo coreano e da guerra mundial.

A passada Guerra de Libertação da Pátria foi uma batalha severa que pôs em jogo a vida ou morte de nosso país e o destino de nosso povo.

Era inconcebível, no senso comum, que nossa jovem República com apenas 2 anos desde sua fundação, fosse capaz de travar uma guerra moderna contra agressores poderosos, com maior território, população,com forças armadas poderosas e potencial econômico e material.

Os imperialistas invadiram nossa jovem República, mobilizaram milhões de tropas e uma enorme quantidade de modernos equipamentos de combate na frente coreana para realizar a ambição de dominação mundial e aplicaram o método mais brutal e selvagem da história da guerra.

Ninguém imaginaria que a Coreia poderia vencer esta guerra que seria chamada de 'guerra do fuzil contra a bomba atômica', mas nosso povo, com unidade monolítica, realizou o milagre militar do século XX ao derrotar as poderosas forças invasoras sob a direção do Comandante de Aço.

O triunfo orgulhoso na guerra foi alcançado graças à autóctone ideia e métodos de combate e a extraordinária direção do Líder e ao cálido patriotismo e indomável espírito de luta dos oficiais e soldados do EPC e do povo.

O grande Líder camarada Kim Il Sung uniu todo o pessoal de serviço e povo em um só corpo e corajosamente os levou a superar as dificuldades e provações que se apresentaram frente a eles, levando a nação inteira à vitória.

O Líder apresentou o lema 'Tudo pela vitória na guerra!', chamou todo o partido, país e povo à defesa da pátria e os dirigiu sabiamente a romper a superioridade numérica e técnica dos inimigos com a política e moral e a estratégia e tática.

O grande Líder fortaleceu e organizou no político e ideológico o grande partido de acordo com o ambiente de guerra e assegurou que o partido e os estabelecimentos governamentais executassem completamente as linhas de massa.

Ao compreender a fundo cada etapa da guerra dada a situação criada, as relações de forças entre as nossas tropas e as inimigas e o ponto vulnerável destas, ele abriu a fase transcendental do triunfo da guerra ao infligir tremendo golpe militar aos agressores aplicando a estratégia e táticas e métodos de combate ao estilo coreano.

O Líder aplicou estratégias, táticas e métodos de combate originais, entre outros, o contra-ataque imediato, o combate de aniquilamento por cerco, a formação da frente na retaguarda inimiga pelas unidades regulares e o combate de defesa da posição.

As brilhantes táticas militares do grande Líder destruíram o mito de 'invencibilidade' dos imperialistas estadunidenses e infligiram-lhes uma derrota humilhante que até hoje os consterna.

O grande Líder camarada Kim Il Sung que tinha como lema de vida 'iminwichon', escreveu um sublime capítulo na história de guerra mundial nunca antes visto na história.

O grande Líder considerava cada um dos soldados coreanos como mais valiosos que centenas de soldados inimigos, que não poderiam ser trocados por nada, e forneceu-lhes grande apoio com fornecimento de alimentos e suprimentos, preocupando-se sempre com suas condições de vida.

Episódios sem precedentes foram registrados; um regimento foi enviado ao campo inimigo para salvar a família de um jovem soldado, foi implementado o sistema de assistência médica gratuita, foi levantado o Centro de Recuperação Hwason, dentre outras medidas que mostram o nobre humanitarismo e grande amor do grande Líder para o povo.

O grande Líder sempre estava entre os combatentes e povo quando estabelecia novos planos, e buscava transformar o sofrimento da população em alegria, estimulando-os.

Sob o brilhante comando do Líder, várias cidades e regiões foram liberadas, incluindo Seul, Kwangju e Jihyesan, e medidas benevolentes foram tomadas para restaurar a vida da população destas localidades e atender aos seus anseios.

Nas áreas libertadas, onde os trabalhadores passaram a serem donos da fábrica e os camponeses donos das terras, a população uniu-se ao Exército Popular na frente e na retaguarda com firme convicção na vitória graças a contar com um destacado Líder.

Nos campos de batalha, incluindo nas áreas 1211 e 351, e em Rakdong e na ilha Wolmi, os militares do EPC abriram a rota de avanço cobrindo com o peito a base contra os inimigos sob o lema 'Viva o General Kim Il Sung!' e ofereceram sem hesitar suas vidas em defesa de uma polegada do território da pátria.

Os mitos heroicos foram vistos como demonstração do ódio ardente aos inimigos e amor pelo país, incluindo a vitória de 4 torpedeiro contra o pesado cruzeiro inimigo 'Baltimore', a captura de centenas de invasores em apenas três dias e a derrubada com armas de fogo de quase 3 mil de aviões inimigos em um par de anos.

Os funcionários da retaguarda, incluindo militares e mulheres da vila Namgang, lutaram vigorosamente pelo aumento da produção a proteção das linhas de frente, apesar das duras condições do bombardeio contínuo do inimigo, e defenderam sua pátria amada.

O fator básico para determinar o resultado de uma guerra é o espírito, a verdade e a lei de que as pessoas que estão determinadas e acreditam na legitimidade de suas façanhas sob o comando de um destacado líder podem derrotar qualquer inimigo poderoso.

Para ajudar com sangue a luta do povo coreano no período de guerra, o partido, governo e povo da China enviaram o Corpo de Voluntários formado por sus filhos excelentes levantando a bandeira de resistir aos ianques, ajudar a Coreia, e defender o lugar e país próprios.

Assim foram consolidadas e desenvolvidas ainda mais a amizade RPDC-China preparada no fragor da luta antijaponesa e manifestaram patentemente sua invencibilidade e vitalidade.

Nosso Partido e povo nunca esquecerão a bravura e heroísmo que exibiram os membros do Corpo de Voluntários do Povo Chinês nos campos de batalha, incluindo as batalhas de Sanggamryong e de Chosin.

Os povos amantes da paz do mundo expressaram seu apoio e solidariedade pela luta de nossos povos e os apoiaram ativamente, e condenaram os atos brutais dos agressores durante a guerra.

A grande vitória da Guerra de Libertação da Pátria tem grande significado no desenvolvimento de nossa revolução e na prática de atividades antiimperialistas.

Derrotando os invasores imperialistas e conquistando a vitória na Guerra de Libertação da Pátria, as linhas de soberania nacional, independência e da revolução Juche foram firmemente defendidas, nossa República tornou-se uma nação heróica e nosso povo se tornou famoso em todo o mundo como um povo heroico.

Nas chamas da guerra, nossa tradição de combater ao nosso estilo com nossa estratégia, tática e unidade foram criadas e valiosas bases foram preparadas para garantir o desenvolvimento independente e a prosperidade de nosso país.

Nos dias da guerra, o organizacional e ideológico do Partido foram solidificados e o Exército Popular tornou-se uma força revolucionária invencível com a rica experiência da guerra moderna, e foi fortalecido, sob a liderança do Líder, o poder operacional em grande medida.

Na vida ideológica e espiritual do povo coreano, uma transformação fundamental aconteceu, e um nobre espírito de luta foi criado para as gerações vindouras.

O espírito da década de 1950, o espírito de defesa nacional e o heroísmo popular exercido pelos heróis é a alma eterna do Juche, e a força mais poderosa que não pode ser comparada a qualquer força física.

Foi desenvolvido o sublime espírito revolucionário que não podia ser trocado por nada, de modo que nosso povo foi capaz de derrotar os senhores da guerra em uma guerra sem armas contra o imperialismo por décadas após a guerra e superar os desafios impostos por estes.

Ao vencer a Guerra de Libertação da Pátria, nosso povo impôs duro golpe aos imperialistas, que tentaram provocar a Terceira Guerra Mundial e destruir a independência, a paz e o socialismo, e abriram uma nova era na luta antiimperialista.

Serão eternas as façanhas do grande Líder camarada Kim Il Sung que salvou outra vez vez o destino do país e da nação e criou a história e tradição da invencível Coreia Juche ao conduzir à vitória a Guerra de Libertação da Pátria.

A tradição de 27 de Julho continua com firmeza graças aos Generais Insignes.

Enquanto na vanguarda da guerra antiimperialista de décadas, o grande Lider e o grande General esmagaram firmemente as novas medidas de provocação de guerra dos imperialistas, e realizaram com sucesso a linha de desenvolvimento econômico e militar, criando um forte baluarte para controlar a ameaça de agressão.

As façanhas do grande General que conduziu à vitória a defesa do socialismo com sua original política Songun e transformou nosso país em um potência político-ideológica e potência militar invicta é uma grande vitória que brilhará na história da revolução Juche com a vitória dos anos 50.

Hoje em dia, sob a extraordinária direção do Máximo Dirigente Kim Jong Un, nossa pátria socialista acolhe a era de esplendor no poderio nacional.

O respeitado Máximo Dirigente camarada Kim Jong Un fortaleceu o Exército Popular em uma força revolucionária invencível de Kim Il Sung e Kim Jong Il, e desenvolveu a arma estratégica de nossa revolução.

É uma grande vitória na história nacional que nossa República se tornou uma potência militar mundial que ninguém usa tocar, e avança com a firme determinação de construir uma potência socialista.

O mundo está  encantado com o novo status da Coreia Juche na era do Máximo Dirigente Kim Jong Un que protege firmemente a soberania e o direito à existência do país e povo contra a ameaça de invasão sem precedentes e imposição de sanções pelas forças hostis e acelera o futuro brilhante do socialismo de forma independente.

Enquanto muitos povos em todo o mundo sofrem com a agressão e tirania das forças imperialistas, o povo coreano é afortunado por trabalhar duro para construir a potência socialista com a firme garantia dissuasiva de guerra.

Unidos firmemente em torno do Máximo Dirigente, todos devem lutar com dinamismo pela vitória fulminante da causa de construção da potência socialista do Juche demostrando o temperamento da Coreia heroica.

Camaradas,

Neste momento, estamos testemunhando uma tarefa crucial para fazer brilhar a tradição da vitória de 27 de julho, a de desafiar corajosamente as forças hostis e lograr nossos objetivos e metas para a construção da potência socialista.

O respeitado Máximo Dirigente camarada Kim Jong Un disse: "Devemos continuar a escrever a história de vitórias e transformações com luta irrefreável e prática obstinada."

Continuaremos acrescentando brilho à tradição imortal de vitórias do grande Líder camarada Kim Il Sung e do grande Dirigente camarada Kim Jong Il, que defenderam o destino de seu país e povo e solidificaram a independência e o socialismo frente à invasão e ameaça das forças agressoras.

Todo o povo e o exército devem defender a crença imortal de que a liderança do respeitado Máximo Dirigente camarada Kim Jong Un é a força vital do Juche, e é o fator fundamental de todas as vitórias e glórias, e defender suas ideias e pensamentos.

Devemos usar o espírito de proteger a pátria dos  anos 50 como uma arma de avanço e vigorosamente levar adiante a batalha para alcançar a grande prosperidade da construção socialista.

Membros do partido, trabalhadores, soldados do EPC e jovens devem aprender com o espírito heroico da geração precedente e continuar a criar novas vitórias e conquistas ao longo da construção da potência socialista.

A construção econômica está se tornando uma luta política séria, uma frente de luta de classes, contra as ferozes sanções das forças hostis que tentam nos derrubar.

Precisamos alcançar uma transformação revolucionária na revitalização econômica e na melhoria da vida do povo, mantendo a autoconfiança e autossuficiência em todos os setores e em todas as unidades, e realizar vigorosamente a criação da velocidade de Mallima.

Precisamos estabelecer completamente o sistema monolítico do exército e intensificar ainda mais o fervor da luta para consolidar as principais metas estratégicas do setor militar.

Armado com a visão de nosso Partido, mantendo alto grau de vigilância no céu, terra, água e ar da pátria, não devem permitir que os invasores avancem sequer um centímetro em nossa terra sagrada.

Realizaremos plenamente a autoconfiança e a modernização da indústria de defesa nacional e fortaleceremos as capacidades de defesa do país em todas as direções.

Precisamos fortalecer a posição ideológica e cultural de nossa nação travando uma luta feroz para estabelecer um estilo de vida socialista e disciplinar sadio e moral em toda a sociedade, enquanto nos mobilizamos em todos os campos.

Devemos promover ativamente veteranos de guerra e revolucionários antijaponeses como benfeitores de nosso país e cuidar bem deles para que possam cumprir suas obrigações com um grande senso de honra como participantes da grande Guerra de Libertação da Pátria.

Vamos lutar vigorosamente para promover a reunificação de nosso país, antigo e ansiado  desejo de nossa nação, e cumprir nossa responsabilidade de expandir e desenvolver relações de cooperação amistosas com todos os países que respeitem nossa soberania e nos tratem favoravelmente e que defendam a paz e a segurança na Península Coreana e no mundo.

Nossa república não é mais aquele país de 60 anos atrás, mas uma potência militar de classe mundial com o dissuasor de guerra mais forte e potencial de desenvolvimento ilimitado.

Nada pode impedir a nação e povo de continuar avançando ao longo do caminho traçado pelo Partido do Trabalho da Coreia com sua tradição de vitória.

Nos unamos todos em torno do respeitado Máximo Dirigente camarada Kim Jong Un como um só corpo para a brilhante vitória na construção da potência socialista!

Viva o grande Kimilsungismo-Kimjongilismo!

Viva o Partido do Trabalho da Coreia, glorioso organizador e guia de todas vitórias do povo coreano!

Jornais coreanos celebram o 66º aniversário da vitória na Guerra de Libertação da Pátria


Os jornais centrais do país publicaram em suas edições deste sábado os editoriais dedicados ao 66º aniversário da vitória na Guerra de Libertação da Pátria.

Rodong Sinmun assinala que para o povo coreano 27 de julho é o dia da segunda libertação e festa de vencedores que defenderam honrosamente a dignidade e a soberania da pátria frente à invasão armada dos imperialistas e derrotaram o poderoso inimigo imperialista que sonhava com a hegemonia mundial.

"A vitória na Guerra de Libertação da Pátria é um triunfo da destacada ideia militar, dos autóctones métodos de combate e da estratégia e táticas destacadas do Líder Kim Il Sung", destaca e continua:

"Naqueles dias da guerra, o Líder criou e aplicou novas e originais estratégias, táticas e métodos de combate ao estilo coreano, entre outros, o contra-ataque imediato, o combate de aniquilamento por cerco, a formação da frente na retaguarda inimiga pelas unidades regulares e o combate de defesa da posição.

A história mundial de guerras não conhece um genial comandante como o Líder que ao conduzir o exército regular com 2 anos de fundação, repeliu a invasão armada dos imperialistas e salvaguardou o destino da pátria e do povo.

Graças à orientação do Líder, o povo coreano criou o exemplo mundial da guerra moderna frustrando as 'ofensivas' inventadas pelos renomados estrategistas militares das forças aliadas imperialistas.

E sob a guia do partido, é defendido fidedignamente a dignidade e soberania da pátria socialista mantendo de geração após geração as proezas do Líder realizadas para a vitória na guerra."

Minju Joson destaca que o povo coreano levará a feliz término a causa socialista do Juche considerando como patrimônio de eterna duração da Coreia Juche as façanhas do Líder para a vitória na guerra.

Políticas populares aprovadas no período da Guerra de Libertação da Pátria


Graças ao grande afeto do Presidente Kim Il Sung pelo povo, foram aprovadas no período da renhida Guerra de Libertação da Pátria as políticas populares nunca antes vistas na história de guerras da humanidade.

No dia 13 de novembro de Juche 41 (1952) foi promulgada a resolução nº 203 do Conselho de Ministros sobre a implementação do sistema de assistência médica gratuita a partir de janeiro de 1953.

E foram adotadas em 19 de agosto de 1950, 30 de setembro de 1952 e em 18 de fevereiro de 1953 as resoluções do Conselho de Ministros sobre o subsídio estatal ordinário, sobre o aumento do fornecimento de alimentos aos familiares de operários, técnicos e trabalhadores de escritório, e sobre a melhora da situação econômica dos camponeses e pescadores pobres.

Ao aprovar a resolução do Conselho de Ministros sobre a instalações de escolas para filhos de mártires revolucionários (em 13 de janeiro de 1951) e outra sobre o sistema de aposentadoria (em 30 de agosto de 1951), o Presidente fez atender bem a vida dos familiares dos mártires patrióticos e dos caídos em combate.

Ainda no fragor da guerra, o número de sanatórios e casas de repouso foi incrementado mais do que duas vezes em 1951 em comparação com o período pré-guera e foram levantadas até mesmo as casas de repouso na área da linha de frente.

O Presidente fez aplicar as políticas populares para assegurar aos habitantes da parte sul a liberdade e os direitos democráticos e a vida feliz.

Em 4 de julho de 1950, foi publicado o decreto do Presidium da Assembleia Popular Suprema sobre a reforma agrária em toda extensão geográfica da parte sul liberada.

Em 2 de agosto de 1950, foi emitido o mandato da Comissão Militar da RPDC sobre o fornecimento de alimentos aos habitantes pobres da cidade de Seul e outras zonas liberadas. E em 19 de agosto, foi aprovada a resolução do Conselho de Ministros sobre a implementação da lei de trabalho, e foi promulgada a lei de igualdade de direitos do homem e da mulher.

As políticas populares e muitas medidas tomadas no período da guerra mostram o nobre humanitarismo e grande amor do Presidente ao povo.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

A notável vitória do povo coreano na batalha de vida ou morte contra o imperialismo


Após quarenta anos de martírio e infortúnio sob a dominação colonial dos imperialistas japoneses, o povo coreano logrou com suas próprias forças, derramando suor e sangue, a histórica causa de libertação da pátria sob a direção do destacado General Kim Il Sung.

Todavia, aquela jovem República que se empenhava em construir a prosperidade em território onde prevalecia a escassez devido a pilhagem dos imperialistas japoneses, teve que enfrentar o maior de seus desafios que determinaria seu destino: ser escravo colonial novamente de uma potência imperialista ou defender a pátria e continuar pelo caminho da vida independente.

Embora fosse os Estados Unidos, país soberbo que gabava-se de sua invencibilidade em guerras e sua superioridade no campo militar, o povo coreano em uníssono tomou a decisão de repelir a invasão das forças agressoras e seus aliados e conquistar uma vitória nunca antes vista na história.

Ainda que seja dita como "Guerra Esquecida" em alguns países, a Guerra de Libertação da Pátria causou um impacto estrondoso no mundo ao estimular a luta dos povos que lutavam pela independência e socialismo e mostrar que por mais forte que seja o inimigo ele não pode derrotar um povo armado com firme convicção e determinação.

Após realizar os preparativos de guerra de agressão como fuga para sua crise econômica, os imperialistas estadunidenses instigaram as forças fantoches sul coreanas a avançar ao Norte do Paralelo 38 enquanto preparava as bases "legais" para empreender a guerra com a bandeira da ONU e com apoio de seus aliados.

O exército fantoche sul coreano, estimado pelos EUA como possivelmente mais poderoso que o Exército Popular, foi dizimado impiedosamente em consecutivas batalhas desde o comando do Comandante Supremo Kim Il Sung para a ofensiva geral em 25 de junho de 1950.

Com amplo apoio, suporte e respaldo da população do Norte e do Sul, o EPC libertou várias cidades e hasteou a imponente bandeira nacional nos edifícios públicos, sob as saudações da população local. O avanço inicial foi tão fulminante que libertou cidades como Taejon e Seul, atualmente territórios sul coreanos, que eram bases políticas e econômicas do regime ditatorial de Syngman Rhee.

Em vista da avassaladora vitória das forças patrióticas do Norte, os EUA viu-se obrigado a enviar várias tropas armadas com equipamentos militares modernos e convocar seus aliados a contribuir com tropas ou com suporte em vários campos. Tendo em vista a situação que impunha um extremo desequilíbrio de forças, o General Kim Il Sung promoveu a retirada temporária das tropas e organizou combates estratégicos em que o EPC demonstrou heroísmo ao derrotar o poderoso exército estadunidense.

O movimento de equipes de caças desmantelou a "invencibilidade" dos estadunidenses no ar ao derrubar vários aviões inimigos, a "linha inexpugnável" da área 351 foi tomada em apenas 15 minutos pelo EPC, a batalha naval de Jumunjin em que 4 torpedeiros derrubaram o pesado cruzeiro inimigo "Baltimore", o combate da ilha Wolmi onde os defensores detiveram em 3 dias com somente 4 canhões o desembarque de centenas de navios e quase mil de aviões inimigos, a derrubada com armas de fogo de quase 3 mil de aviões inimigos em um par de anos, dentre outros demonstram o poderio da Coreia socialista.

Ademais, com o apoio do fraterno Corpo de Voluntários do Povo Chinês, e com apoio material da União Soviética e outros países do campo socialista, a RPDC pôde empreender novos ataques poderosos aos agressores imperialistas, defendendo a soberania e a dignidade da nação.

Destaca-se também a participação ativa dos grupos voluntários em vários campos que ofereciam suprimentos à linha de frente, bem como aqueles que fabricavam armas dia e noite em galeria subterrânea, superando os limites do cansaço.

Com o equilíbrio de forças, inviabilidade de prosseguir a guerra, além das incontáveis e surpreendentes baixas sofridas, os EUA viu-se pela primeira vez movido à assinar um acordo de armistício sem lograr a vitória.

O povo da RPDC, por outro lado, pôde prosseguir a construção de um país próspero e independente sob a direção de um Líder destacado, empreendendo a reconstrução pós-guerra em tempo record com o ímpeto demonstrado nos tempos de guerra.

Graças à sábia direção do General de Aço, a República Popular Democrática da Coreia pôde elevar seus status na arena internacional e tornar-se uma poderosa força militar do leste ocidental, antigo campo de ação dos imperialistas estadunidenses.

Aqueles que combateram em defesa da pátria foram altamente reverenciados por toda a sociedade e foram-lhes outorgados títulos de máxima glória nacional, incluindo o de Herói da República. E, os que caíram em batalha não morrerão em vão; anônimos ou famosos, os mártires tem seus nomes e proezas lembrados até os dias de hoje.

A vitória heroica do povo coreano contra o imperialismo, a segunda no mesmo século, os encheu de confiança no futuro brilhante da nação coreana que se tornaria um país socialista industrializado em curto lapso de tempo e potência militar que nenhum inimigo atreve-se a invadir.

Por: 레난

Ato central pelo 66º aniversário da vitória na Guerra de Libertação da Pátria


Foi realizado no dia 26 na Casa Cultural 25 de Abril o ato central pelo 66º aniversário da vitória na Guerra de Libertação da Pátria.

Assistiram a ocasião Choe Ryong Hae, Pak Pong Ju, Kim Jae Ryong e outros quadros diretivos do partido e do governo, os funcionários do organismo das forças armadas, os funcionários do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, os veteranos de guerra, os funcionários dos ministérios e órgãos centrais, os oficiais e soldados do Exército Popular da Coreia e das Forças de Segurança Interna do Povo Coreano, os professores, empregados e alunos das escolas revolucionárias, os funcionários dos organismos, fábricas e empresas, os inovadores do trabalho, os jovens e estudantes da capital e os coreanos residentes em ultramar.

Foram convidados os representantes diplomáticos e de organizações internacionais e os agregados militares na RPDC.

O informe da ocasião esteve a cargo do general do exército das forças terrestres, Kim Su Gil, membro do Bureau Político do CC do PTC e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e chefe da Direção Política Geral do Exército Popular da Coreia.

O informador adiantou que a vitória brilhante na Guerra de Libertação da Pátria lograda em 27 de julho de Juche 42 (1953) foi um evento histórico que manifestou a todo o mundo a invencibilidade da Coreia Juche e abriu o amplo caminho para o avanço vigoroso e a coroação da revolução.

"O triunfo orgulhoso na guerra foi alcançado graças à autóctone ideia e métodos de combate e a extraordinária direção do Presidente Kim Il Sung e ao cálido patriotismo e indomável espírito de luta dos oficiais e soldados do EPC e do povo", apontou e prosseguiu:

"O Presidente apresentou o lema 'Tudo pela vitória na guerra!', chamou todo o partido, país e povo à defesa da pátria e os dirigiu sabiamente a romper a superioridade numérica e técnica dos inimigos com a política e moral e a estratégia e tática.

Ao compreender a fundo cada etapa da guerra dada a situação criada, as relações de forças entre as nossas tropas e as inimigas e o ponto vulnerável destas, ele abriu a fase transcendental do triunfo da guerra ao infligir tremendo golpe militar aos agressores aplicando a estratégia e táticas e métodos de combate ao estilo coreano.

Nos campos de batalha, os militares do EPC abriram a rota de avanço cobrindo com o peito a base contra os inimigos sob o lema 'Viva o General Kim Il Sung!' e ofereceram sem hesitar suas vidas em defesa de uma polegada do território da pátria.

Para ajudar com sangue a luta do povo coreano no período de guerra, o partido, governo e povo da China enviaram o Corpo de Voluntários formado por sus filhos excelentes levantando a bandeira de resistir aos ianques, ajudar a Coreia, e defender o lugar e país próprios.

Assim foram consolidadas e desenvolvidas ainda mais a amizade RPDC-China preparada no fragor da luta antijaponesa e manifestaram patentemente sua invencibilidade e vitalidade.

Serão eternas as façanhas do Presidente Kim Il Sung que salvou outra vez vez o destino do país e da nação e criou a história e tradição da invencível Coreia Juche ao conduzir à vitória a Guerra de Libertação da Pátria.

A tradição de 27 de Julho continua com firmeza graças aos Generais Insignes.

Hoje em dia, sob a extraordinária direção do Máximo Dirigente Kim Jong Un, nossa pátria socialista acolhe a era de esplendor no poderio nacional.

Unidos firmemente em torno do Máximo Dirigente, todos devem lutar com dinamismo pela vitória fulminante da causa de construção da potência socialista do Juche demostrando o temperamento da Coreia heroica."

Batalha de Pohang


A Batalha de Pohang, de 5 a 20 de agosto de 1950, foi uma grande demonstração da bravura dos soldados do Exército Popular da Coreia durante da Guerra de Libertação da Pátria.

Com a ofensiva geral do EPC ao sul sendo realizada com vitórias consecutivas contra o exército fantoche sul coreano, os EUA viu-se obrigado a enviar mais tropas à Coreia do Sul e aumentar o fornecimento de equipamentos bélicos e suprimentos.

Mesmo sob condições de inferioridade, já no extremo sul do território inimigo, os soldados do EPC envolvidos na operação demonstraram heroísmo e causaram grandes baixas nos inimigos.

As unidades do Exército Popular da Coreia que libertaram Antong fizeram as travessias de rio em 2 de agosto e continuaram avançando para o sudeste. Atacando o inimigo no oeste de Pohang, as unidades liberaram Pohang em 11 de agosto, enquanto as unidades que desciam ao longo da costa leste esmagaram o inimigo ao sul de Yungduk e atingiram a região de Pohang.

O inimigo ficou desesperado em face de tais travessias efetivas do EPC.

Sofrendo uma derrota após a outra, a resistência do inimigo tornou-se mais frenética.

Particularmente, como sua defesa de Taegu e Pusan ​​estava ameaçada de ambos os lados, o inimigo apresentou uma resistência na parte central da frente. E eles até encenaram contra-ataques nas extremidades leste e oeste da linha de batalha. Eles começaram a revidar nos distritos de Haman-Masan em 7 de agosto, e nos distritos de Ryungsan-Hyunpoong-Waikwan e em torno de Pohang entre 11 e 15 de agosto.

O inimigo ordenou uma grande frota de aviões para a frente do rio Rakdong para impedir o avanço do EPC e dar cobertura aos seus contra-ataques. Além disso, um bombardeio em grande escala para perturbar dificultar o transporte militar pela retaguarda aconteceu. A intensidade de seu bombardeio na linha de frente foi sem paralelo na história das guerra. Só no dia 16 de agosto, no distrito de Waikwan, mais de 100 aviões B-29 e várias centenas de aviões de combate realizaram um bombardeio de um dia inteiro com bombas de napalm.

O inimigo se gabou de que o atentado de 16 de agosto foi o maior ataque aéreo realizado desde o desembarque na Normandia na Segunda Guerra Mundial.

Todo esse poder de fogo assassino do inimigo, no entanto, teve pouco efeito sobre o Exército Popular da Coreia. Os soldados e oficiais do EPC lutaram heroicamente. Em meio à chuva bombas e granadas inimigas, as linhas de comunicação eram ligadas por seus próprios corpos para manter as linhas abertas com o posto de comando.

Os tanques inimigos foram esmagados e a morte por atacado foi dada ao inimigo. Os combatentes do EPC exibiram plenamente seu heroísmo incomensurável e seu espírito abnegado, colocando a liberdade e a independência da pátria acima de suas vidas.

Entre os dias 7 e 20 de agosto, o inimigo que mobilizou um grande número de aviões de combate e tanques lançou vários ataques ferozes na frente ocidental e ao redor de Pohang, no leste.

No entanto, as unidades do Exército Popular da Coreia repeliram com sucesso o ataque do inimigo. As unidades do EPC, infligindo pesadas perdas ao inimigo, retiraram-se para posições favoráveis ​​na margem direita do Rakdong e ao norte de Pohang e Waikwan.

As forças superiores inimigas no interior do sul iniciaram contra-ataques por trás de colunas de tanques no oeste de Masan e Haman, ameaçando as unidades do EPC com um movimento de cerco. Mas as unidades destemidas do Exército Popular travaram com o inimigo uma batalha feroz, tomando uma posição geograficamente favorável. O forte poder de fogo e os numerosos ataques de atropelamento e fuga realizados pelas unidades do EPC destruíram os contra-ataques do inimigo e finalmente os forçaram a se retirar para o leste.

Enquanto isso acontecia, unidades do Exército Popular na frente central repeliam as contínuas investidas do inimigo.

Para aliviar a divisão 24 dos EUA embolsada em Taejun, o inimigo despachou a 25ª Divisão dos EUA e a 1ª Divisão de Cavalaria dos EUA (uma divisão de infantaria) para Taejun. O primeiro desembarcou em Pusan ​​em 9 de julho e o último em Pohang em 18 de julho.

As unidades do EPC que haviam avançado para a área de Pohang retornaram ao distrito de Jangjin depois de se libertarem do cerco do inimigo. Essas unidades atingiram o inimigo pela retaguarda nas áreas de Samchuk, Kangneung, Choomoonjin, Kosung, Tongchun, Kowon e Yungheung.

Pelo heroísmo demonstrado nos campos de batalha em Pohang, foi conferido a 16 combatentes o título de Herói da República e seus nomes estão gravados até hoje na história da brilhante vitória do povo coreano sobre o imperialismo estadunidense e seus aliados.


Nome dos Heróis da República: Kim Sang Tae, Jang Pyong Tal, O Sang Jin, Ri Yong Chun, Ryong Gwan Ok, Jon In Son, Cha Rin Ho, Choe To Sik, Ri Hi Uk, Pak Hyong Chul, Choe Gi Jong, Ri Sang Bong, Ju Si Hop, Won Jong Ryol, Kim Ho Bin e Chon Song Kun.

Com informações do livro: A História da justa Guerra de Libertação da Pátria do povo coreano.

Rodong Sinmun desmente recente embuste do ministro da Defesa do Japão


Na recente coletiva de imprensa sobre o plano de implantação do sistema antimísseis Aegis Ashore, o ministro da Defesa do Japão disse que é possível interceptar o míssil balístico coreano exercendo o direito a autodefesa coletiva.

"Este embuste provocativo parte da intenção de dar curso inverso à corrente da situação regional atualmente positiva e tirar proveito do agravamento da tensão, ao fazer crer que existe de fato a 'ameaça' de alguém."

Assim assinala o diário Rodong Sinmun em um comentário individual difundido nesta sexta-feira (26) e continua:

"A RPDC não ficará com braços cruzados e o povo coreano não perdoará jamais a provocação dos reacionários japoneses.

A conduta imprudente dos reacionários japoneses fazem mais forte o sentimento antijaponês e a decisão do povo coreano de acertar as contas dos crimes do passado.

Eles devem ter cuidado com sua língua ao dar-se conta de que acusar os outros para seus objetivos sinistros é uma tolice que busca desgraças."

Rodong Sinmun apoia as medidas do partido e governo chineses para o caso de Hong Kong


"Ultimamente, vem sendo quebrada a estabilidade sociopolítica de Hong Kong da China devido à insurreição que armam as forças malignas, instigadas pelo Ocidente, sob o pretexto do problema de emenda da lei de extradição de criminosos.

Falando de direitos humanos, os insurgentes destroem as instalações públicas, golpeiam cidadãos inocentes e policiais e assaltam o quartel general da polícia e o edifício da assembleia legislativa, etc.

Os EUA e outros países ocidentais aproveitam-se deste caso para ameaçar e chantagear mais fortemente a China e queimar sua imagem.

Todos os fatos demonstram que o incidente é um produto de conluio entre as forças separatistas de Hong Kong e os EUA e outros países do Ocidente, que tratam de impedir o desenvolvimento da China e desintegrá-la finalmente."

Assim denuncia o diário Rodong Sinmun em um comentário individual difundido nesta sexta-feira (26) e prossegue:

"Nenhum país nem organizações ou individuo tem direito a intervir nos assuntos dessa região.

Todos devem respeitar a soberania da China e não intervir de nenhuma maneira no assunto de Hong Kong.

Sobretudo, não devem instigar os delinquentes violentos que destroem a ordem social dessa região.

O problema de Hong Kong é um assunto interno da China que deve ser resolvido sem a intervenção externa e de acordo com o desejo do povo chinês.

Apoiamos as medidas tomadas pelo partido e governo da China frente ao incidente e não temos a menor dúvida de que farão aporte substancial a manter a integridade territorial do Estado e a estabilidade social."