Kim Yong Hwan ingressou no exército guerrilheiro depois de militar na União da Juventude Comunista em Wangqing. Desde cedo demonstrou qualidades de firmeza e lealdade, o que levou à sua designação como instrutor político de companhia no exército guerrilheiro de Yanji, nos tempos em que a zona guerrilheira ainda se mantinha. Seu trabalho consistia em fortalecer a consciência ideológica entre os combatentes e consolidar a coesão revolucionária dentro das fileiras.
Durante as operações de assédio contra as forças japonesas e as tropas fantoches de Manchukuo, Kim Yong Hwan desempenhou um papel ativo. Nessa campanha, as forças guerrilheiras golpearam unidades japonesas, tomaram provisões valiosas e emboscaram reforços inimigos vindos de Hailong, Panshi e Mengjiang. Essas ações, de grande importância estratégica, infligiram sérios prejuízos ao inimigo, embora também tenham resultado em perdas dolorosas aos combatentes antijaponeses.
Foi no final de 1937, em meio às duras batalhas travadas em Yanji, que Kim Yong Hwan tombou heroicamente. Sua morte, juntamente com a de Ri Tal Gyong e Jon Chol San, representou um duro golpe para as fileiras revolucionárias, mas também deixou como legado um exemplo inapagável de dedicação absoluta à pátria e ao povo. A vida de Kim Yong Hwan se inscreve, assim, na história da luta armada como símbolo do espírito indomável que caracterizou os combatentes coreanos que ousaram lutar contra os imperialistas japoneses e seus lacaios.
A memória de Kim Yong Hwan não se limita apenas ao registro de sua queda. Ele, ao lado de tantos outros mártires, encarnou a linha ofensiva que guiou todo o movimento revolucionário: avançar sempre, atacar sempre, sem recuar diante de dificuldades. O sangue que derramou enriqueceu a história da revolução e consolidou a tradição de lutar com convicção e vontade inquebrantáveis, mesmo nas circunstâncias mais adversas. Seu nome permanece ligado à firme convicção de que o caminho da vitória está no ataque decidido ao inimigo.
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