Na expedição ao norte da Manchúria, realizada em junho de 1935, Jon Chol San integrou as colunas que partiram de Taipinggou rumo a Barengou, atravessando os difíceis caminhos de Shitouhezi e Sidaohezi até alcançar as montanhas Laoyeling. Ali, junto a combatentes como Han Hung Gwon, Pak Thae Hwa, Kim Thae Jun e outros, deixou uma marca indelével de coragem e disciplina. Naquela marcha, estavam reunidos alguns dos melhores filhos do povo coreano, e Jon Chol San destacou-se entre eles pela firmeza política e pela disposição em assumir as tarefas mais árduas da guerrilha.
A sua atuação o levou a ser promovido ao cargo de instrutor político da 4ª Companhia da guerrilha de Wangqing, papel em que se revelou um educador de combatentes e um guia ideológico. Foi nesse período que estreitou laços de camaradagem com O Jin U, que o recordava como um exemplo de devoção revolucionária. Mesmo em meio às duras condições da luta armada e aos incessantes combates, Jon Chol San manteve-se firme na orientação política e na organização das fileiras, incutindo nos guerrilheiros a convicção de que a vitória dependia da unidade e da convicção inabalável no futuro da pátria.
Em setembro de 1937, durante uma batalha em Emu, Jon Chol San tombou heroicamente, enriquecendo com o seu sangue a história da luta armada. Seu nome passou a figurar ao lado de outros mártires revolucionários como Ri Tal Gyong, Kim Yong Hwan e Ri Tong Gwang, que, com a vida e a morte, mostraram a grandeza dos comunistas coreanos que ousaram golpear o inimigo com bravura. O percurso de Jon Chol San não foi longo em anos, mas foi profundo em significado: ele tipificou o espírito dos que amaram sem limites a sua pátria e o seu povo, inscrevendo-se para sempre no caminho glorioso da revolução.
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