segunda-feira, 25 de novembro de 2019
Tarefas que se apresentam ante as organizações revolucionárias do interior do país
Discurso pronunciado na reunião de chefes das organizações revolucionárias clandestinas e agentes políticos, efetuada no monte Kuksa da comuna Samha, cantão de Samjang, distrito de Musan, em 18 de junho de 1939.
O fato de que hoje os responsáveis das organizações revolucionárias clandestinas e os agentes políticos se reúnam na terra-pátria e examinemos as medidas para estender e desenvolver a luta contra o imperialismo japonês, tem um enorme significado para antecipar a história obra da restauração da Pátria.
Até agora, tanto uns como outros, cumprindo fielmente a linha da frente unida nacional antijaponesa, criaram muitas organizações revolucionárias no país e agruparam em seu entorno os amplos setores das massas.
Vencendo toda classe de dificuldades, vocês, ao aglutinar as massas de diversos setores e estratos opostas ao imperialismo japonês nas organizações da Associação para a Restauração da Pátria e outras organizações revolucionárias, estenderam e desenvolveram todavia mais o movimento da frente unida nacional antijaponesa e mobilizaram o povo em diversas formas de luta antijaponesa. Ademais, ao enviar o Exército Revolucionário Popular da Coreia os dados sobre a situação inimiga e provisões, calçados, medicamentos e outras muitas coisas, fizeram um grande aporte ao desenvolvimento exitoso da Luta Armada Antijaponesa.
Aprecio altamente os membros das organizações revolucionárias clandestinas e os camaradas agentes políticos do interior do país, que lutam com tenacidade pela restauração da Pátria, sem intimidar-se ante à rigorosa vigilância e repressão do imperialismo japonês.
Camaradas:
Hoje em dia, a revolução coreana avança por um caminho de desenvolvimento impetuoso.
As unidades do ERPC realizaram vitoriosamente a árdua marcha desde Nanpaizi até as regiões fronteiriças, próximas ao rio Amnok, e ali golpearam sucessivamente o inimigo mediante intensos contra-ataques e no passado mês de maio, após penetrar novamente no interior do país em grandes unidades, o castigaram duramente na zona de Musan e estenderam o cenário da luta armada às regiões do nordeste do monte Paektu e às zonas próximas do rio Tuman, o que demonstrou seu invencível poderio e infundiu no povo uma fé inabalável na vitória.
Estimulados pelos êxitos combativos do ERPC, os membros das organizações revolucionárias e da população do interior do país intensificam por toda parte a luta contra o imperialismo japonês.
Os imperialistas japoneses, sentindo-se ameaçados e inquietos ante às furiosas chamas da luta, atuam freneticamente para sufocá-la.
Em especial, alarmados ante às operações de avanço que o ERPC empreende de modo sucessivo e em grande escala ao interior do país e suas audazes atividades militares e políticas na região ao nordeste do monte Paektu, lançam renhidas ofensivas de "castigo", mobilizando um grande número de efetivos, e reforçam desesperadamente a linha de vigilância fronteiriça que possuem ao longo dos rios Amnok e Tuman, aumentando em grande escala as forças do exército e da polícia.
Por outra parte, levados pela ambição de "concluir com rapidez" a guerra contra a China, na Coreia reprimem de modo cruel até o menor elemento antijaponês e intensificam como nunca o saque econômico.
A situação geral exige urgentemente que sejam tomadas medidas mais enérgicas para frustrar as desesperadas ações do imperialismo japonês e assegurar à revolução coreana um avanço sustentado e impetuoso.
Para promover um novo auge na revolução coreana de acordo com as exigências da mudança da situação, se apresenta como importante tarefa preparar as regiões setentrionais da Coreia, próximas ao rio Tuman, como um poderoso baluarte da luta revolucionária e sua base segura.
Esta tarefa cobra maior urgência em vista de que o grosso de nossas forças estende o cenário de sua luta às regiões próximas ao rio Tuman, ao noroeste do monte Paektu, depois de haver-se apoderado das zonas do sudoeste deste monte e as próximas ao rio Amnok.
As regiões de Musan e Yonsa ocupam posições importantes na preparação das zonas setentrionais da Coreia como sólidas bases da revolução. Como estão unidas com a zona do monte Paektu e as cordilheiras Hamgyong e Pujonnyong por meio de abruptas montanhas, oferecem condições favoráveis às pequenas unidades do ERPC e aos agentes agentes políticos para empreender enérgicas ações político-militares deslocando-se por diversas partes do interior do país e na zona do monte Paektu. Sobretudo, como estão unidas através das montanhas Chongjin e Hamhung e outras zonas industriais, também favorecem a tarefa de dirigir as organizações revolucionárias do interior do país.
Por conseguinte, o estabelecimento de lugares de apoio secretos nas recônditas regiões selváticas de Musan e Yonsa, que pode-se considerar fortalezas naturais inacessíveis, tem um enorme significância para estender e desenvolver as ações políticas e militares do ERPC ao profundo do interior do país, conforme as exigências da situação atual.
Para criar uma base sólida e segura da revolução nas zonas setentrionais da Coreia, incluindo as de Musan e Yonsa, é preciso, antes de tudo, interprender enérgicas atividades para estender e consolidar as organizações revolucionárias.
A ampliação e fortalecimento das organizações da Associação para a Restauração da Pátria e outras agrupações revolucionárias nas regiões de Musan e Yonsa, constituem tarefas importantes para estender e desenvolver a luta antijaponesa e anti-bélica com a agrupação das grandes massas preparadas nas zonas industriais da Coreia setentrional e os povoados rurais da bacia do rio Tuman. Por isso, nos baseando nos êxitos já alcançados, devemos levar a cabo atividades organizativo-políticas todavia mais dinâmicas e cuidadosas para ampliar e fortalecer as agrupações revolucionárias.
Devemos atuar intensamente para ampliar as organizações da Associação para a Restauração da Pátria e outras agrupações revolucionárias, antes de tudo, entre os operários que trabalham nas áreas de corte de madeira e jangadas e nas obras hidrelétricas nas bacias dos rios Sodu e Yonmyon, e os camponeses das regiões de Musan e Yonsa, tendo como centro as entidades regionais e filiais da dita Associação já criadas.
Como desde muito tempo as bacias dos rios Sodu e Yonmyon são os principais objetivos dos imperialistas japoneses para o saque de nossos recursos florestais, muitos operários mobilizados pela força estão obrigados a realizar trabalhos duros nas montanhas e obras hidrelétricas daqui. Por isso, devemos penetrar profundamente entre eles e desenvolver enérgicas atividades para conscientizá-los no político e os incorporar às organizações revolucionárias.
O processo de expansão e fortalecimento das organizações revolucionárias descansa, precisamente, no crescimento político-ideológico de seus integrantes e nele se formam elementos medulares com abundantes experiências de luta.
Devemos optar por enviar os membros das organizações, os hábeis no trabalho político, aos distintos lugares do país para restabelecer as organizações revolucionárias desarticuladas, criar outras e as estender ao interior do país.
Um assunto importante para ampliar e fortalecer as organizações revolucionárias é captar um grande número de pessoas.
Para ganharmos o maior número possível de pessoas, vocês devem adentrar-se profundamente nas massas de todos os setores e classes com o Programa de Dez Pontos da Associação para a Restauração da Pátria, a revista Samil Wolgan e outras publicações revolucionárias e materiais sobre os êxitos combativos do Exército Revolucionário Popular da Coreia e desenvolver intensas atividades políticas para explicá-los e propagá-los de modo compreensível, valendo-se de diversas formas e métodos, de acordo com seu grau de preparação, de consciência e com a situação dos lugares correspondentes.
Na medida que se ampliam e fortalecem as organizações da ARP e outras revolucionárias, se faz necessário estabelecer um sistema de direção sobre elas.
Somente quando se implante tal sistema ordenado se poderá fazer de todas estas agrupações revolucionárias organizações combativas que atuem em uníssono, assim como dirigir com êxito as que vão se estendendo às novas regiões.
Para estabelecer este sistema de direção, é preciso criar com rapidez as organizações por zonas, capazes de dirigir as entidades regionais e filiais da ARP.
Para implantar este sistema, é muito importante ampliar e fortalecer as organizações do partido.
Com vista a assegurar as intensas atividades das organizações da ARP e outras revolucionárias e a direção partidista sobre elas, é necessário criar as organizações do partido na medida que vão amadurecendo os preparativos necessários, e ampliá-las e fortalece-las de modo enérgico.
Devemos organizar células e grupos partidistas em diversas partes do país e fazê-lo pelo momento nas importantes zonas industriais e povoados rurais e de pescadores da Coreia setentrional. Aglutinando os comunistas que atuam dispersos em distintos lugares e formando incansavelmente outros em meio à luta prática contra o imperialismo japonês, teremos que ir assentando sólidas bases organizativa-ideológicas para a fundação do partido.
Para impedirmos o acesso de qualquer elementos alheio e sectário no seio da organização, devemos forjar as organizações do partido e outras revolucionárias como entidades unidas e combativas.
É necessário tomar medidas consequentes para proteger as organizações revolucionárias.
A situação de hoje, quando o inimigo intensifica a vigilância e repressão sobre as organizações revolucionárias, demonstra que se não são tomadas as medidas para protegê-las, incluindo as da ARP, não se poderá levar a feliz término as atividades dirigidas a ampliá-las e fortalecê-las.
Dado que essas organizações revolucionárias devem atuar em segredo, vocês selecionarão de maneira rigorosa seus membros para que não se infiltrem em seu seio os elementos malignos.
Em suas atividades, as organizações devem disfarçar-se de modo estrito, aproveitando-se ao máximo das condições legais e outras possibilidades e fazer com que todos seus membros protejam o segredo da organização mais que sua própria vida.
Penetrando e atuando, na medida do possível, nos organismos de base do inimigo, os membros de ditas organizações ganharão aqueles que servem nelas e, cientes das intenções repressivas do inimigo, protegerão por própria iniciativa as organizações revolucionárias.
Outra tarefa é mobilizar as massas populares em diversas formas de ações em apoio à Luta Armada Antijaponesa.
As organizações revolucionárias conduzirão a luta antijaponesa das massas trabalhadoras, sobretudo, dos operários e camponeses, começando por formas básicas que satisfaçam suas demandas e outras superiores, de matiz política, para derrubar o regime de dominação colonialista do imperialismo japonês, e as implantarão vinculando estreitamente os métodos legais com os ilegais.
No momento as que atuam nas zonas setentrionais da Coreia empreenderão uma luta resoluta para atrasar e frustar a obra hidrelétrica Sodusu que os imperialistas executam com o fim de expandir a guerra de agressão e ampliar de modo acelerado a indústria bélica, e contra o saque dos recursos florestais, assim como a construção da ferrovia Paegam-Musan.
Há que reforçar as guerrilhas de produção.
As organizações revolucionárias devem realizar intensos esforços para aumentar as filas destas guerrilhas com jovens fortes e preparados no político, e para armá-los. Desta maneira se prepararão intensamente para ser protegidas com as armas e poder atuar em uníssono com o ERPC quando este irrompa no país.
As organizações revolucionárias realizarão o trabalho de ajuda ao ERPC por todos os meios.
Como vocês sabem também, apoiar e ajudar de modo ativo o Exército Revolucionário Popular da Coreia, que combate contra o poderoso imperialismo japonês em condições difíceis, sem contar com uma retaguarda estatal nem com apoio de forças armadas regulares, é um requisito urgente para antecipar a culminação da histórica obra da restauração da Pátria.
Tal como o peixe não pode viver fora d'água, a guerrilha, separada do povo, não pode existir nem triunfar no combate contra o imperialismo japonês. O ERPC está obtendo sucessivas vitórias por toda parte porque nosso povo presta-lhe seu energético apoio e o ajuda no material e espiritual.
Atualmente os imperialistas japoneses intensificam como nunca a vigilância e repressão, motivo pelo qual os agentes políticos se veem obrigados a recorrer à proteção dos grupos armados em suas atividades; esta realidade exige ativar por todos os meios o apoio ao Exército Revolucionário Popular da Coreia.
Os inimigos usam vários métodos e meios para romper os estreitos vínculos entre o ERPC e o povo. Nas zonas fronteiriças efetuam uma rigorosa inspeção e registro à população e, ao mesmo tempo, intensificam o controle e a supervisão sobre os artigos de primeira necessidade, para impedir a ajuda das organizações revolucionárias.
Em especial, depois de haver imposto o regime da "polícia econômica" em novembro do ano passado, reforçam o controle e a supervisão sobre esses artigos e sobre o rótulo de "inspeção econômica" rastreiam as cidades, povoados rurais e ruas para confiscas o quanto esteja a seu alcance e prendem e condenam indiscriminadamente pessoas que não lhes agradam.
Vocês devem fazer todos os esforços possíveis para ajudar ativamente o Exército Revolucionário Popular da Coreia em consonância com o recrudescimento sem precedentes da repressão e vigilância por parte do inimigo contra nosso povo.
Para levar a bom término este trabalho de ajuda, realizarão intensas atividades políticas entre a população para infundir-lhe uma firme fé na certeza de derrotar os imperialistas japoneses e alcançar o quanto antes a restauração da Pátria quando apoia e ajuda de modo ativo e sincero o Exército Revolucionário Popular da Coreia.
Vocês farão com que os membros das organizações e outros amplos setores das massas preparem de todo coração e enviem ao Exército Revolucionário Popular da Coreia a ajuda material necessária para suas ações militares e a vida cotidiana, sobretudo, provisões e medicamentos.
Selecionarão e incorporarão ao ERPC os jovens e homens de meia idade, provados nas atividades de ajuda a este e em outras ações práticas, e que tenham uma elevada disposição classista e firme espírito revolucionário, e enviarão-lhe com prontidão os dados que obtenham sobre o inimigo.
Devem tomar decisões extremas e incluso estarem dispostos a morrer caso necessário porque atuam em circunstâncias difíceis nas que o perigo lhes acompanha a cada passo e o menor descuido pode ter consequências graves.
Estou seguro de que vocês, que atuam no país sob difíceis condições, agruparão solidamente os amplos setores das massas populares nas organizações revolucionárias para mobilizá-las com dinamismo na luta sagrada pela restauração da Pátria, conforme as exigências de nossa revolução em desenvolvimento.
É aberta na RPDC a época de grande prosperidade da construção
Graças à enérgica orientação do Máximo Dirigente Kim Jong Un que pratica a política a favor do povo, é aberta na RPDC a época de grande prosperidade da construção.
Na primavera de Juche 101 (2012), ele visitou o campo de construção da Área de Recreação do Povo de Rungna e apontou o rumo do desenho.
Recorrendo ao Clube de Equitação de Mirim recém inaugurado em outubro de 2013, disse que nesse ano foram levantados muitos estabelecimentos de serviços públicos como o Complexo de Piscinas de Recreação de Munsu e o Hospital de Pediatria Okryu e enfatizou que o Partido tem a decisão de construir muito mais edifícios arquitetônicos para o povo.
Considerando a construção não como uma simples criação arquitetônica mas como um trabalho para a felicidade do povo, visitou em um dia chuvoso de junho de 2016 a Fábrica de Processamento de Milho de Pyongyang que foi remodelada excelentemente para produzir e fornecer suficientes alimentos de milho à população.
Dirigiu em dezenas de ocasiões mais de 1390 projetos de formação arquitetônica da Avenida Ryomyong a fim de construí-la no principio de assegurar no máximo nível a comodidade e o interesse dos habitantes.
Em abril e novembro deste ano, dirigiu sobre o terreno os campos de construção da zona turística costeira Wonsan-Kalma e a Zona de Recreação Cultural de Balneário de Yangdok em vésperas de inauguração.
domingo, 24 de novembro de 2019
Máximo Dirigente Kim Jong Un inspecionou a companhia feminina da unidade 5492
Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, inspecionou a companhia feminina adscrita à unidade 5492 do Exército Popular da Coreia.
Em sua vida, o Dirigente Kim Jong Il dispensou grandes benevolências às militares dessa companhia, situada à margem de uma zona litoral apertada da frente sudoeste, sempre recordando elas que perguntavam-lhe primeiro como se encontrava o Presidente Kim Il Sung, e prometia que sempre que tivesse a oportunidade visitaria esta unidade se o tempo permitisse.
O Máximo Dirigente havia tomado a medida especial de realizar um curso de recapacitação intensiva de um mês para a chefe de companhia que não pôde dirigir bem o tiro durante a competição de companhias artilheiras do EPC, que agora faz 3 anos. Depois, organizou o exercício intensivo da companhia inteira e a dirigiu a ocupar o primeiro lugar na II competição pelo prêmio "artilheiro certeiro".
"Visitei por surpresa esta companhia em um dia comum e vi que as soldadas daqui cumprem com alta vigilância sua missão de defender a frente", disse muito contente reconhecendo seus esforços.
Perguntou sobre as saúde e as questões familiares da chefe da companhia recordando que a conheceu muito bem por conta do assunto de trenamento e não esquece sua intervenção impressionante na V Conferência de Chefes e Instrutores Políticos das Companhias.
Guiado pela chefe e pela instrutora política da companhia, visitou o monumento à visita de orientação do Dirigente Kim Jong Il.
Olhou durante longo tempo o monumento se lembrando do Dirigente que apreciava a conduta louvável das militares da frente avançada, que se preocupavam sempre com a saúde e segurança do Presidente Kim Il Sung, contando em sua vida a profunda impressão que teve de seu encontro com elas há 44 anos.
Recorreu à sala de educação, o dormitório, a sala de refeição, a sala de purificação de águas salgadas e vários lugares da companhia averiguando os detalhes de serviço militar das uniformadas.
Na sala de educação, tomou conhecimento do uso dos meios de comunicação e dos aparatos culturais e de recreação e expressou satisfação pela vida confortável das soldadas que acondicionam de maneira encantadora o dormitório, a sala de refeição e o banheiro.
Assinalando que esta companhia é exemplar em todos os aspectos da vida econômica e na preparação de combate tais como na administração do quartel, criação de animais, pesca e atividades agrícolas de autoabastecimento, apreciou muitos os êxitos orgulhosos logrados anteriormente pelas soldadas em acato à direção do partido.
Ao presenciar la apresentação do grupo artístico da companhia e o jogo esportivo, estimulou a moral combativa das militares.
Instruiu a chefe e a instrutora política a treinar mais e mais sem esquecer nunca aquele tempo há mais de 2 anos em que a companhia esteve empenhada para possuir a honra de artilheira certeira. "Assim poderão manter esta honra outorgada pelo partido", acrescentou.
Pediu que todas as militares fortaleçam sua companhia como a de artilheiras capazes de acertar sem falta qualquer alvo, ao levantar a onda de treinamentos revolucionários e voluntários de acordo com a orientação do partido sobre esta matéria.
Destacando que a defesa da pátria é a máxima expressão de patriotismo, pediu-lhes que sirvam com abnegação pela prosperidade da pátria, segurança e felicidade do povo.
Expressando a esperança de que todas as soldadas da companhia se formarão como revolucionárias e filhas do PTC armadas com o espírito revolucionário desta organização, o Máximo Dirigente entregou-lhes um binóculo e fuzil automático e tirou uma foto de recordação com elas.
Acompanharam-o nesta ocasião o general do exército das forças terrestres, Pak Jong Chon, chefe do Estado-Maior-General do EPC, e os quadros do Comitê Central do PTC.
Fotos: https://bit.ly/2QM4xrM
Máximo Dirigente Kim Jong Un inspecionou a unidade de defesa da ilha Changrin
Kim Jong Un, Presidente do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da RPDC e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, inspecionou a unidade de defesa da ilha Changrin, localizada na frente ocidental.
Guiado pelos comandantes da unidade, o Máximo Dirigente do partido, do Estado e das forças armadas foi ao lugar onde estão registradas as marcas de orientações de campo dos grandes Líderes.
Pensou profundamente no Dirigente Kim Jong Il ao ver o monumento à sua visita de orientação, construído para transmitir para sempre as indeléveis proezas dele que deu seus passos de direção militar na ilha Changrin há 45 años.
"Muito preocupado com as condições de vida dos soldados neste posto da linha de frente, ele chegou à localidade através de uma longa e perigosa viagem marítima e deu instruções valiosas para completar os preparativos de combate", recordou o Máximo Dirigente e apontou que se contará de geração em geração a história de sua orientação sobre a construção do exército.
"Como o General Kim Jong Il desejava, devemos fazer mais forte todavia o poderio das invencíveis forças armadas para defender ao custo da vida e glorificar em todo o mundo a pátria socialista", acrescentou.
O Comandante Supremo se informou sobre as condições de vida dos militares e a disposição de combate da unidade de defesa realizando uma recorrida por vários pontos como o Comando Geral da unidade, o quartel da companhia, a sala de educação, a sala de refeição, depósito de soja, o de alimentos subsidiários, a estufa, o banheiro público, a posição de artilharia, o posto de vigilância, etc.
Passando revista os quarteis de companhia, averiguou em detalhes a qualidade de escova e pasta de dente, sabonetes e outras necessidades higiênicas cotidianas e de cobertores e uniformes militares que se fornecem aos militares. Igualmente, perguntou com afeto paternal sobre a quantidade de água potável na ilha, sua qualidade e o estado de introdução do aquecedor solar de água e o de calefação no quartel, etc.
Na sala de educação, disse muito contente que já foi estabelecido o sistema de transmissão de dados em todas las unidades e subunidades, incluindo as defensoras de ilhas e da frente, e assim se fez possível que os militares leiam e estudem todos os dias os órgãos do partido e do exército. Prosseguiu que foi resolvido o grande problema para a educação ideológica e política e se pode preparar todos os dias os uniformados no ideo-político e espiritual.
"Nos corresponde responsabilizar pelo crescimento dos militares deste posto da ilha solitária da frente avançada que cumprem o sagrado dever de defender a pátria empunhando forte o fuzil da revolução", expressou avaliando-os de apreciados camaradas de arma e queridos filhos do povo.
"Para que eles se forjam e cresçam como revolucionários resolutos e homens de verdade nos dias de serviço militar, há que fazer-lhes cultivar o coletivismo e a independência, diligencia e dedicação mediante o cumprimento de missões e das vivências", ensinou.
"É preciso prestar sempre atenção à educação ideo-política, moral e cultural para orientar os militares a observar voluntariamente a férrea disciplina militar e conservar o patriotismo e o companheirismo e para dar-lhes a correta e revolucionária concepção de mundo", especificou.
Deu a instrução de dar seguimento aos esforços para oferecer aos militares melhores condições de vida cultural, estabelecer como uma tradição o costume de ler e estudar nas unidades e subunidades e dinamizar o esporte massivo e as atividades culturais e artísticas coletivas. "Desta maneira, há que fazer-lhes passar o serviço militar com conhecimentos multifacéticos, excelentes constituição física e vocação cultural mantendo sempre boa moral combativa e otimismo", destacou.
Se mostrou muito contente ao ver os materiais de abastecimento amontoados no depósito de soja, o de alimentos subsidiários e as cozinhas.
"Fico despreocupado ao ver que esta unidade de defesa assentou muito bem sua base de autoabastecimento e aproveitando-a com eficiência, procura oferecer abundante vida alimentar em todas suas subunidades", disse e acrescentou que se deve prestar sempre atenção ao trabalho de abastecimento que se manifesta no êxito da preparação de combate.
Instruiu levar a cabo a campanha para colher sem falta mais de duas toneladas de soja por hectare e produzir e fornecer, passe o que passar, a carne, ovos, pescados, cogumelos e os vegetais segundo a norma fixada pela própria unidade.
Ao visitar a estufa, o Máximo Dirigente designou a tarefa de promover a produção de vegetais e o cultivo em estufa.
Propôs acondicionar um novo pomar de macieiras nos arredores do Comando Geral da unidade de defesa, cultivar a uva no recinto desta e no povoado de oficiais com as variedades de mais de 50 toneladas por hectare de produtividade, que ele enviaria à unidade, e semear nesta muitas árvores frutíferas de diferentes espécies para alimentar los militares de frutas distintas por cada estação do ano,
Indagando sobre o estado de operação da escola e do jardim de infância, se informou sobre os pormenores da educação aos filhos dos oficiais da unidade.
Se reuniu com os militares, que cumprem a missão defender a frente, ao pé da trincheira da companhia de artilharia guarda-costas.
"É importante saber com qual armamento foi equipada esta unidade, porém o mais importante é a consciência classista com que os uniformados defendem a frente avançada da pátria", expressou e agregou que lhe põe tranquilo a imagem de todos eles que cumprem com alta vigilância a guarda avançada, ainda que tenha visitado por surpresa em um dia comum como hoje.
"Graças à elevada consciência política e alta vigilância de nossos militares e à sua vontade de defender a pátria e seus esforços abnegados, se defendem com firmeza a frente avançada da pátria e, posteriormente, a segurança nacional e a felicidade do povo", acrescentou.
No posto de vigilância, recebeu a parte da distribuição das subunidades e da missão cada uma delas e indicou ao chefe do Estado-Maior-General acompanhante incrementar as forças combativas da unidade e mudar sua missão de combate.
Ordenou o canhão nº 2 da companhia de artilharia guarda-costas, que estava de guarda, realizar um tiro ao alvo definido por ele.
Os militares da companhia deixaram o Comandante Supremo muito satisfeito ao mostrar-lhe a habilidade de tiro que adquiriam nos dias cotidianos de exercício.
"Para o EPC, a máxima demonstração de patriotismo reside nos preparativos de combate e no incremento da combatividade", assinalou o Máximo Dirigente e acrescentou que o EPC deve lutar energicamente mantendo sempre a linha de preparar-se como o forte no ideo-político, moral e técnico-militar. "Há que treinar os militares de maneira científica e prática nas severas condições de combate real para que eles possam combater adequadamente em qualquer operação e missão e preparar-se bem tanto no ideo-político como no físico e técnico", indicou.
"Em particular, as unidades e subunidades artilheiras devem seguir dando auge ao movimento de atiradores certeiros", apontou.
"Ao manter e manejar segundo a norma técnica os equipamentos bélicos e estabelecer um ordenado sistema de checagem e remediação periódicas, qualquer unidade e subunidade do EPC deve manter-se pronta para mobilizar-se em qualquer momento no cumprimento da missão", destacou
Como demonstração da confiança e esperança que ele deposita na unidade, lhe entregou um binóculo, fuzil automático e metralhadora e tirou uma foto de recordação com os militares e seus familiares.
Acompanhando-o nesta ocasião foram o general do exército das forças terrestres, Pak Jong Chon, chefe do Estado-Maior-General do EPC, e os quadros do Comitê Central do PTC.
Fotos: https://bit.ly/2XFdS6m
Para empreender intensas ações políticas e militares apoiando-nos no nordeste do Monte Paektu
Discurso pronunciado na Conferência de Quadros Militares e Políticos do Exército Revolucionário Popular da Coreia, efetuada em Dagou, distrito de Antu, em 24 de maio de 1939.
Camaradas:
Ao irromper nossas forças no país, realizamos exitosamente a batalha da zona de Musan.
Atravessando a linha da guarda fronteiriça da qual os imperialistas japoneses se gabavam chamando-a de "muralha de aço", nos internamos no país e em plena luz do dia marchamos com passo marcial pela "estrada Kapsan-Musan para a guarnição fronteiriça" com a bandeira flamejando, e desenvolvemos intensas atividades militares e políticas nas regiões de Sinsadong e Singaechok. Em continuação, na planície de Taehongdan, aniquilamos de um golpe só o inimigo que levava a cabo frenéticas operações para "assediar e exterminar" o Exército Revolucionário Popular da Coreia, com o qual quebramos o "mito" de um "exército imperial imbatível" e demonstramos nosso invencível poderio.
A batalha que acabamos de realizar na zona de Musan tem uma significância realmente profunda porque estimulou fortemente a luta antijaponesa da população no interior do país e exerceu uma enorme influência para dar um maior impulso ao movimento revolucionário.
Nos últimos tempos, o vandálico imperialismo japonês, ao fraguar a "lei de mobilização geral do Estado", sem precedentes por sua infâmia, explora cruelmente nosso povo, e criando aparatos de espionagem e conspiração como a "Sociedade Coreana para Defender-se do Comunismo", reprime implacavelmente até os mínimos sinais antijaponeses. Ademais, com o fim de impedir que cresçam entre nosso povo a fé e a esperança na restauração da Pátria, difunde incluso o rumor de que no inverno passado o Exército Revolucionário Popular da Coreia acabou exterminado pelo frio e fome, sob grossas capas de neve nas remotas montanhas de Changbai.
Como consequência da frenética repressão e vil propaganda do imperialismo japonês, nosso povo caiu submerso em um estado de temor e inquietude, preocupado profundamente com o futuro da Pátria.
Neste preciso momento, ao empreender audazes atividades militares e políticas na zona de Musan, demonstramos a nossos compatriotas que o ERPC está sã e salvo e combate heroica e vitoriosamente os agressores imperialistas japoneses, e voltamos a infundir-lhes ânimo e convicção de que a Pátria será restaurada infalivelmente, assim como fizemos que se mobilizem de modo resoluto na luta contra o imperialismo japonês.
As ações militares e políticas que o grosso do ERPC realizou na zona de Musan significaram um importante aporte à defesa da União Soviética, pois obrigaram os imperialistas japoneses a retirar, para assegurar a "segurança da retaguarda", até as forças que tinham deslocado nas proximidades das fronteiras do país para agredi-lo.
A batalha na zona de Musan, que levamos a cabo com audácia com grandes unidades, tem realmente um grande significado não somente para promover um novo auge na luta revolucionária de nosso povo, mas também para apoiar a que se leva a cabo no país vizinho.
Hoje, ante a nós se apresenta a importante tarefa de manter nossa revolução em contínuo auge ao consolidar e desenvolver os êxitos alcançados na operação de avanço ao interior do país.
No momento atual, para cumprir esta tarefa, é preciso tomar enérgicas medidas encaminhadas a estender o cenário operativo do ERPC às regiões do nordeste do monte Paektu, e empreender intensas ações militares e políticas,
O propósito que perseguimos com estas atividades apoiando-nos nas regiões do nordeste do monte Paektu, consiste em construir ali outro poderoso baluarte da revolução a partir dos êxitos e das experiências acumulados nas regiões do sudoeste do monte Paektu, e desta maneira lograr que um maior número de pessoas se unam à frente para a restauração da Pátria e ardam com mais força as chamas da luta revolucionária, não só nas zonas próximas ao rio Tuman, na Coreia setentrional, mas também em todo o território nacional.
A partir deste objetivo, já na Conferência de Beidadingzi, efetuada nesta primavera, orientamos transladar o cenário de luta às regiões do nordeste do monte Paektu, depois da operação de avanço com grandes unidades ao interior do país.
Estas regiões oferecem condições ótimas, tanto do ponto de vista natural-geográfico como do ponto de vista da composição de sua população, para conduzir a revolução coreana a um ascenso ininterrupto. Geograficamente, colidam com as zonas fronteiriças próximas ao rio Tuman, sobretudo, com a base do monte Paektu através de abruptas montanhas, razão pela qual resultam muito proveitosas tanto para desenvolver as ações guerrilheiras como para penetrar no país e exercer a influência revolucionária sobre os compatriotas. Também é favorável a composição de sua população porque na época inicial da luta armada, ali atuamos e criamos as bases guerrilheiras. Nestas regiões residem muitas pessoas conscientes que militam nas organizações da Associação para a Restauração da Pátria e outras organizações revolucionárias ou tem relações com elas, e também não poucos ex-membros do Exército Independentista que não abandonaram seus propósitos. Nos lugares fronteiriços, lindantes com os distritos de Antu e Helong, está concentrado um grande número de operários para as obras hidrelétricas e as tarefas florestais. Esta composição da população oferece ótimas condições a nossos agentes políticos para penetrar profundamente nas massas, exercer influência revolucionária sobre a população no interior do país e realizar dinâmicas atividades encaminhadas a ampliar e desenvolver as organizações revolucionárias.
A situação imperante também exige que desenvolvemos ações militares e políticas apoiando-nos no nordeste do monte Paektu.
Os imperialistas japoneses, alarmados ante ao enérgico deslocamento de nossas ações militares e políticas e com o crescente auge da luta antijaponesa dos habitantes nas extensas regiões do sudoeste do monte Paektu, sobretudo, nas zonas de Changbai e na bacia do rio Amnok, estão concentrando ali suas divisões de elite e numerosas unidades do exército títere manchu, e incluso as forças armadas civis para "aniquilar" as unidades do ERPC. Dada esta situação, se enfrentamos ali as grandes unidades do exército imperialista japonês, sem dúvidas teremos perdas desnecessárias, ademais de que também as organizações revolucionárias que criamos com muito empenho poderiam sofrer danos. Por isso, se as unidades do ERPC estendem com iniciativa o cenário da luta às regiões ao nordeste do monte Paektu e desenvolvem ações militares e políticas quando os inimigos concentram as forças nas regiões do sudoeste do dito monte, tal ação constituirá uma medida que permitirá desferir duros golpes ao inimigo ao semear confusão em suas filas e obrigá-los a pôr-se na defensiva. Assim conservaremos e incrementaremos a capacidade combativa de nossas unidades, evitaremos que as organizações revolucionárias sofram danos, e estenderemos e fortaleceremos as nossas forças revolucionárias em todos os aspectos.
Portanto, a expansão do cenário da luta à zona ao nordeste do monte Paektu constitui uma medida mais adequada do ponto de vista das exigências do desenvolvimento da revolução coreana de mantê-la em um auge sustentado, e da situação criada pelas sinistras ofensivas de "castigo" que desatam os imperialistas japoneses.
O que mais importa na aplicação desta medida é preparar nestes lugares sólidas bases ou posições-chave nas que o ERPC possa apoiar-se em suas operações. As novas bases que vamos criar não terão a forma de acampamento secreto fixo, mas de acampamento secreto provisório, que segundo as circunstâncias possa transladar-se com rapidez. Ademais, devem situar-se em lugares favoráveis para entrar e sair do país e estar ligadas com as bases na zona do monte Paektu. Deverão servir de pontos de apoio que permitam nossas pequenas unidades e agentes políticos aturar não só nas regiões do nordeste, mas também no sudoeste do monte Paektu, e incluso penetrar e operar no interior do país, atravessando as cordilheiras Rangnim e Hamgyong.
Apoiando-nos nestas bases, nos dividiremos em unidades a nível de regimento, para manter sob controle e aniquilar o inimigo em todas partes, aplicando com habilidade as táticas de concentração, dispersão e deslocamento nos lugares correspondentes. As unidades do ERPC terão que realizar sucessivas operações ofensivas, sem dar tempo para que o inimigo se recupere, a fim de golpear sem cessar suas forças, bases de fornecimento e vias de transporte militar.
Além disso, haverá que impulsionar de modo energético o trabalho organizativo e político para estender a Associação para a Restauração da Pátria e outras organizações revolucionárias e aglutinar amplos setores das massas nas zonas ao nordeste do monte Paektu e as próximas ao rio Tuman na Coreia setentrional e mobilizá-los ativamente na luta antijaponesa e anti-bélica.
É preciso enviar os agentes políticos em grupos ou individualmente a estas regiões com a tarefa de encontrar com rapidez as pessoas que por causa da repressão inimiga perderam a linha organizativa e se esconderam, as pôs em contato com as organizações e admitir ativamente na Associação para a Restauração da Pátria e outras agrupações revolucionárias os operários, camponeses e outros setores das massas. Sobretudo, apoiando-se nas zonas de Musan e Yonsa do interior do país, deverão atuar com dinamismo para ampliar as organizações revolucionárias à região setentrional e outras partes do interior do país. Deste modo farão com que as vastas regiões do nordeste do monte Paektu, incluídos Antu, Helong e Yanji, e as nortenhas da Coreia, se cubam de redes de poderosas organizações clandestinas.
Em vista de que as manobras do imperialismo japonês se tornam mais intensas, há que prestar atenção ao trabalho de proteção armada das tarefas dos agentes políticos e dos grupos de trabalho político.
Atualmente, os imperialistas japoneses, alarmados ante à dinamização das ações das unidades e dos agentes políticos do ERPC, intensificam o controle sobre as aldeias de concentração e aumentam as forças de vigilância fronteiriça. Ao reforçarem a defesa das aldeias de concentração, tendo nelas redes de agentes, intensificam o "censo de lugares" e o "registro de impressões digitais" e inspecionam e registram obstinadamente os transeuntes. Nestas condições, é difícil que os agentes políticos permaneçam muito tempo nas aldeias, como faziam antes, para realizar ações clandestinas. Por isso, os agentes políticos e os grupos de trabalho político devem fixar postos de enlace secretos em lugares selváticos favoráveis e empreender o trabalho político entre as massas deslocando-se constantemente sob a proteção das pequenas unidades armadas.
A partir de que ampliemos as organizações revolucionárias e conscientizemos as massas, devemos mobilizar ativamente estas na luta contra as manobras do imperialismo japonês para a expansão da guerra de agressão.
Os agentes políticos devem compenetrar-se com os trabalhadores das fábricas, minas, áreas de corte de madeira, e das obras de construção de ferrovias, estradas e centrais hidrelétricas, para mobilizá-los com energia na luta contra o imperialismo japonês e sua guerra de agressão. Sobretudo, os que vão ser enviados às regiões próximas ao rio Tuman, na Coreia setentrional, terão que organizar e empreender entre os operários as ações encaminhadas a atrasar e frustrar as obras da ferrovia Paegam-Musan, que o imperialismo japonês realiza para cobrir suas necessidades de materiais militares para a guerra de agressão contra o continente, e as obras hidrelétricas no rio Sodu, que se apressam para iniciar. Desta forma, desferirão golpes às maquinações dos imperialistas japoneses para estender a guerra de agressão contra o continente.
Devemos apoiar ativamente a luta dos povos de China e União Soviética.
Fortalecer a frente conjunta antiimperialista com o povo chinês e apoiar de modo ativo a luta do povo soviético constitui um sublime dever internacionalista que nós, os comunistas, temos.
Dado que o imperialismo japonês atua freneticamente para ocupar todo o território da China, devemos estreitar, como fizemos até agora, a unidade combativa com o povo deste país e apoiar ativamente sua luta revolucionária atacando o inimigo pela retaguarda em cooperação com as tropas armadas chinesas.
Sob a bandeira do internacionalismo, devemos atuar energicamente para apoiar com as armas a luta do povo soviético. O imperialismo japonês concentra as forças armadas agressoras na região de Jaljingol e realiza uma invasão armada contra a Mongólia, o que revela sua ambição de ocupar a Mongólia e, posteriormente, invadir as regiões do Extremo Oriente da União Soviética. Devemos empreender audazes operações militares nas regiões do nordeste do monte Paektu para frustrar o transporte dos efetivos e os materiais bélicos que os inimigos realizam para agredir a União Soviética, e perturbar sua retaguarda, para assim apoiar de modo ativo a União Soviética, ao deter e frustrar as intenções agressivas dos imperialistas japoneses.
Estou seguro de que todo o pessoal de comando do ERPC e seus combatentes desenvolverão as ações militares e políticas nas regiões do nordeste do monte Paektu com um valor e espírito de sacrifício sem igual, para manter a revolução coreana em um auge sustentado.
sábado, 23 de novembro de 2019
Rodong Sinmun comemora 66 anos de acordo RPDC-China
"Hoje celebra-se o 66º aniversário da assinatura do acordo sobre a cooperação econômica e cultural entre os governos da República Popular Democrática da Coreia e da República Popular da China.
Em novembro de Juche 42 (1953), o Presidente Kim Il Sung assinou com o então Primeiro-Ministro chinês Zhou Enlai o convênio referido durante sua histórica visita à China."
Assim recorda o diário Rodong Sinmun em um artigo individual divulgado neste sábado (23) e prossegue:
"Esse evento histórico preparou a base legal para consolidar a amizade e a solidariedade entre os povos de ambos países, estabelecidas à custa de sangue na luta conjunta pela independência antiimperialista e pela liberdade nacional, assim como para estende-la aos domínios da economia e cultura.
A amizade RPDC-China é a inquebrável de longa raiz histórica e tradição.
Apreciando-a sempre, o Presidente Kim Il Sung e Dirigente Kim Jong Il fortaleceram a intimidade camaradesca com os dirigentes chineses da geração veterana e deram firme continuidade à tradição de amizade apesar de todos os ventos e marés da história.
Hoje em dia, a amizade RPDC-China se desenvolve cada vez mais às alturas da nova época de acordo com o nobre propósito dos máximos líderes dos dois países.
O partido e o povo coreanos tem a firme posição de elevar à um plano mais alto as relações de amizade e cooperação RPDC-China.
Estes vínculos, estabelecidos e desenvolvidos pelos líderes da geração veterana de ambas partes, experimentarão novo desenvolvimento de acordo com as exigências da nova época e o desejo comum dos dois povos."
Rodong Sinmun exorta a tratar os precursores da revolução com máximo respeito
"Tratar com máximo respeito os precursores da revolução, que lutaram oferecendo seu todo pelas gerações vindouras, é a obrigação moral revolucionária destas últimas."
Assim assinala o diário Rodong Sinmun em um artigo individual difundido neste sábado (23) e continua:
"Estabelecer o ambiente social de respeitar as gerações antecessoras não é um simples assunto sobre etiqueta e moral mas um problema importante vinculado diretamente com o destino da revolução.
O máximo representante desses predecessores é o Líder e a fidelidade a ele é a expressão suprema da obrigação moral revolucionária.
Aos revolucionários incumbe o sagrado dever de enaltecer sempre o Líder, que deu início à revolução e a dirigiu sabiamente, e continuar e desenvolver sua causa com sinceridade.
A história demonstra claramente que a atitude sobre os antecessores da revolução, que acataram em toda sua vida com lealdade a ideia revolucionária e façanhas do Líder e apoiaram o partido e o Líder, é a pauta que distingue a posição acerca da revolução.
Igualmente, resulta uma demanda vital para defender a natureza do socialismo e aumentar o poderio da unidade monolítica.
Em nosso país é dada continuidade e se mantém esse nobre estilo moral da sociedade sob a guia do Máximo Dirigente Kim Jong Un, máximo representante da obrigação moral revolucionária.
Esta realidade promete o futuro maravilhoso do socialismo ao estilo coreano."
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