Submetido ao domínio colonial da Espanha em 1502, conquistou a independência em 15 de setembro de 1821. Desde então, continuou lutando contra o domínio e a intervenção de forças externas.
A vitória da Revolução Popular Sandinista em 19 de julho de 1979 pôs fim ao domínio e à intervenção das forças externas, e o povo da Nicarágua pôde avançar com energia no caminho da construção de uma nova sociedade.
Muito irritados com o surgimento de outro Estado aspirante à independência anti-imperialista no hemisfério ocidental, os EUA impuseram brutais sanções e bloqueios, além de tentar abertamente realizar uma intervenção militar na Nicarágua. Contudo, a luta de vida ou morte do exército e do povo deste país, unidos firmemente em torno do Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN), frustraram as manobras dos EUA para esmagar a revolução nicaraguense em seus primeiros estágios.
Em fevereiro passado, o Conselho de Direitos Humanos da ONU publicou um relatório sobre a violação de direitos humanos e crimes contra a humanidade na Nicarágua, e seu governo rejeitou-o como uma campanha de intriga contra o país, declarando a retirada do organismo.
Já anteriormente, a Nicarágua havia se retirado da Organização dos Estados Americanos (OEA), que se tornou uma ferramenta a serviço da ambição hegemônica dos EUA, fato que expressou a vontade de acabar com o jugo imperial e alcançar o desenvolvimento independente.
Cabe destacar o ato solene comemorativo do 46º aniversário da vitória da Revolução Popular Sandinista, celebrado em 19 de julho, em meio às aclamações das amplas massas e apoio entusiástico dos países progressistas do mundo. Esta ocasião destacou a vontade do governo e do povo da Nicarágua de rejeitar as tentativas intervencionistas das forças externas e alcançar o desenvolvimento independente do país.
A causa justa do povo nicaraguense para defender a dignidade nacional e o desenvolvimento independente sairá vitoriosa.
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