segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Foi realizada solenemente a inauguração da zona central do condado de Samjiyon


Foi realizada no dia 2 de dezembro a cerimônia de inauguração da zona central do condado de Samjiyon.

Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, participou na cerimônia de inauguração.

A zona central do condado de Samjiyon com o acampamento secreto do monte Paektu, onde está localizada a casa natal do Dirigente Kim Jong Il, foi transformada como modelo de região montanhosa civilizada socialista. Desta maneira foram manifestadas patentemente a fé e vontade invariáveis de nosso partido e povo para eternizar a história e façanhas revolucionárias indeléveis do Dirigente e foi preparado o trampolim revolucionário para por em prática o projeto do partido sobre a construção local.

Com a chegada do Máximo Dirigente ao local da cerimônia, foi interpretada a canção de boas-vindas.

Estiveram presentes na ocasião Choe Ryong Hae, membro do Presidium do Bureau Político do Comitê Central do PTC, primeiro vice-presidente da Comissão de Assuntos Estatais e presidente do Presidium da Assembleia Popular Suprema da RPDC e Pak Pong Ju, membro do Presidium do BP do CC do PTC e vice-presidente da CAE da RPDC e do CC do PTC.

Também esteve presente Kim Jae Ryong, membro do BP do CC do PTC e da CAE e Primeiro-Ministro da RPDC.

Também marcaram presença o vice-presidente do CC do PTC, O Su Yong, o vice-Primeiro-Ministro, Tong Jong Ho, o presidente do Comitê do PTC na província de Ryanggang, Ri Sang Won, o ministro da Construção e Indústria de Materiais de Construção, Pak Hun, o presidente do Comitê do Partido no condado de Samjiyon, Yang Myong Chol, os presidentes dos comitês partidistas e populares das províncias, os funcionários dos ministérios e órgãos centrais, os comandantes da Divisão de Construção 216 e os brigadistas e os funcionários, trabalhadores e crianças escolares do condado de Samjiyon e da província de Ryanggang.

Ademais, estiveram presentes o general do exército das forças terrestres Pak Jong Chon, chefe do Estado-Maior-General do Exército Popular da Coreia, os funcionários dos organismos das forças armadas e os construtores militares.

O discurso inaugural esteve a cargo de Choe Ryong Hae que exortou a remodelar mais excelentemente a terra-natal do Dirigente como paraíso do povo sem igual no mundo e avançar com vigor para adiantar a causa da construção de uma potência socialista, com o poderio do espirito revolucionário da unidade monolítica e a autoconfiança.

Após o Máximo Dirigente cortar a fita de inauguração, foram ouvidas saudações ressoantes e foram soldados fogos de artifício.

Em seguida, houve o desfile dos construtores da Divisão de Construção 216 que criaram milagres e proezas na remodelação da zona central do condado de Samjiyon.

Fotos: https://bit.ly/381GyLl

Máximo Dirigente Kim Jong Un enviou mensagem de felicitação ao Presidente do Laos


Kim Jong Un, Presidente da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia enviou uma mensagem de felicitação a Bounnang Vorachith, Presidente da República Democrática Popular do Laos, na segunda feira.

A mensagem diz:

"Com motivo do 44 º aniversário de fundação da República Democrática Popular do Laos, envio cordiais felicitações e saudações camaradescas ao Secretário-Geral e ao partido, governo e povo fraternais e amistosos de Laos.

Durante 44 anos desde sua fundação, a República Democrática Popular do Laos defendeu com firmeza as conquistas da revolução vencendo todos os desafios e dificuldades sob a correta direção do Partido Popular Revolucionário do Laos e logrou grandes êxitos nas tarefas para o desenvolvimento do país e melhoramento da vida da população.

Com segurança de que os tradicionais vínculos de amizade e cooperação entre ambos partidos e países se consolidarão e se desenvolverão sem cessar na luta conjunta para cumprir a causa socialista, desejo de todo coração boa saúde ao Secretário-Geral e maiores êxitos em suas responsabilidades."

Matança de coreanos cometida durante a obra do quartel-general de Matsushiro


No século passado, os imperialistas japoneses ocuparam ilegalmente o território coreano e cometeram o assassinato massivo até o dia de sua derrota na Segunda Guerra Mundial.

Para citar um exemplo, o quartel-general subterrâneo de Matsushiro foi construído à custa do sangue dos coreanos.

No final da Guerra do Pacífico, o Japão decidiu construí-lo sob o pretexto de proteger o rei dos bombardeios das forças aliadas e começou a obra em novembro de 1944.

Para guardar o segredo, os imperialistas japoneses recrutaram forçadamente muitos coreanos que se viram obrigados a trabalhar mais de 17 horas ao dia nas piores condições de vida e trabalho.

E mataram bestialmente os que tentavam fugir do campo de construção.

Incontáveis coreanos acabaram mortos nesta obra, inclusive mais de 180 mobilizados na construção do dormitório do rei japonês.

O povo coreano jamais esquecerá os crimes xenófobos dos imperialistas japoneses e se vingará sem falta destes inimigos jurados.

Rodong Sinmun ressalta a base de unidade monolítica entre o Líder e o povo


 "A unidade monolítica do partido e do povo centrada no líder constitui o ícone e chave de vitória da Coreia Juche e a garantia decisiva para o cumprimento da causa de construção de uma potência socialista."

Adianta o diário Rodong Sinmun em um artigo individual difundido nesta segunda-feira (02) e prossegue:

"Essa concordância não foi formada por obrigação alguma; se baseia na veneração e confiança absoluta que depositam todos os militantes do partido, trabalhadores, militares, jovens e estudantes coreanos no Máximo Dirigente Kim Jong Un.

Eles estão decididos a viver sempre nos braços de seu líder e apoiar-lhe com consciência limpa ainda que se multiplique as provas se torne muito severa a situação. Esse é o poderio da unidade inquebrável da RPDC e o fator principal do avanço vitorioso do socialismo Juche que não vacila ante às provas mais duras da história.

Todas as organizações do partido e os funcionários devem prestar muita atenção aos trabalhos com as massas populares para que elas se incorporem unanimemente com confiança absoluta no partido na ofensiva geral de hoje para adiantar o futuro maravilhoso do socialismo."

domingo, 1 de dezembro de 2019

As forças armadas de Cuba defendem firmemente o socialismo


Hoje comemora-se o 63º aniversário de fundação das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba.

A vitória da revolução socialista de Cuba foi a primeira no Hemisfério Ocidental e o socialismo vem sido levado adiante durante mais de meio século.

A resoluta defesa da bandeira socialista em Cuba está intimamente relacionada com o fortalecimento das forças armadas revolucionárias.

No passado, o povo cubano sofreu com invasão e saque de forças estrangeiras.

As manobras dos agressores para subjugar o povo cubano e roubar suas riquezas continuaram.

Em 1952, os imperialistas criaram um regime militar e manipularam o governo reacionário para garantir seu completo domínio sobre Cuba.

Os revolucionários cubanos, compreendendo a verdade de que devem combater a opressão e a repressão fascista do inimigo com armas, levaram a cabo a luta revolucionária do povo.

Em 2 de dezembro de 1956 os revolucionários cubanos regressaram à Cuba à bordo do iate "Granma". Os revolucionários criaram uma base guerrilheira sob a liderança do camarada Fidel Castro e expandiram e desenvolveram a luta armada.

O povo cubano logrou a vitória após uma longa e renhida luta.

A vitória da Revolução Cubana abriu o caminho para a criação de uma vida nova e independente para o povo cubano, o que abalou o domínio colonial do imperialismo na América Latina e incentivou a luta dos povos e da região por liberdade.

O povo cubano considera o "Granma" como símbolo da revolução e consideram 2 de dezembro, quando os revolucionários regressaram à pátria, como Dia das Forças Armadas Revolucionárias.

Hoje, o povo e os militares de Cuba estão cheios da fé na vitória de sua causa e defendem fielmente o socialismo ante à invasão dos inimigos enquanto refletem sobre o caminho orgulhoso das forças armadas revolucionárias.

Após a vitória na revolução, Cuba logrou grandes êxitos na construção da defesa nacional.

Em Cuba, o exército é a base militar do socialismo; uma força confiável para assegurar a segurança e a paz do país.

A luta do povo e exército de Cuba para defender a independência e o socialismo tem forte apoio internacional.

Nenhuma força hostil é capaz de deter a fé e a vontade do povo e exército cubanos, que estão convencidos da legitimidade de sua causa e da vitória da causa socialista e determinados a continuar no caminho do anti-imperialismo.

Nosso povo é firme em sua solidariedade e apoio à luta legítima do povo cubano para defender firmemente os ganhos da revolução e da construção socialista.

Por: Ra Myong Song

ACNC comenta a continuação da aventura militar do Japão


Prossegue ainda em vésperas do fim do ano a aventura militar do Japão inquietou a sociedade regional ao longo do ano.

Recentemente, o Ministério da Defesa japonês anunciou oficialmente que serão realizados em dezembro pela primeira vez em Shigoku os exercícios conjuntos da infantaria de marinha estadunidense e as "Forças Terrestres de Autodefesa" onde participarão 4 aviões Osprey estadunidenses.

Sendo parte das ações para terminar sem falta os preparativos das "Forças de Autodefesa" para a guerra, esse anúncio mostra claramente a ambição militar do país insular que dá acicate à conversão em potência militar e à expansão a ultramar com ajuda de seu amo.

As "Forças de Autodefesa" já convertida nas de ataque estão concentradas em preparar a capacidade de cumprimento da guerra, ao "regularizar" o avanço a ultramar ampliando continuamente o teatro de operação militar.

O que chama atenção é que o Japão tenta completar a capacidade de combate real das "Forças de Autodefesa" sob o rótulo de "aliança militar" e "cooperação na defesa".

Este ano, esse corpo armado deu inicio à manobra militar com os EUA com o treinamento de aerotransporte, executando com os comandos estadunidenses supondo a defesa de uma ilha apartada.

Seguidamente, foram realizados os exercícios conjuntos de distintos nomes com a incorporação de forças de mobilidade anfíbia, infantarias de marinha e aviões de combate.

Em maio passado, os navios das "Forças Marítimas de Autodefesa" empreenderam pela primeira vez no Oceano Índico os exercícios conjuntos com França, Austrália e EUA e seguiram por longo tempo no Pacífico para realizar o treinamento conjunto naval com os países costeiros.

Em tal contexto, foi aprovado o convênio de oferecimento recíproco de materiais e mão de obra entre as "Forças de Autodefesa" e os exércitos de França e Canadá e se examina a assinatura do "acordo de status da unidade visitante" com o exército britânico. Assim o círculo político do Japão vai assentando o terreno favorável ao avanço militar a ultramar.

Sob o pretexto do empioramento da situação do Oriente Médio, o governo insular promove o envio de seus uniformados a essa região.

Não se pode interpretar este fato como "recolhimento de informações" ou "garantia de segurança naval".

Os maiores gastos de defesa da história, as forças armadas de caráter ofensivo que saíram do principio de "defesa exclusiva", o avanço militar a ultramar e outros fatos insinuam que todas as atividades militares do Japão se dirigem à guerra real, ou seja, a nova agressão.

Este ano, o Japão finalizou a era de "Heisei" e entrou na nova de "Reiwa".

Ainda que tenham mudado a época e a era, não varia a ambição militarista do Japão de converter-se em um Estado capaz de fazer a guerra sem comprometer-se com as travas históricas, legais e morais.

A sociedade internacional observa com preocupação o rumo do Japão na era de "Reiwa".

O capitalismo não tem perspectiva de futuro


 "Os politiqueiros ocidentais e seus propagandistas venais vociferam que o capitalismo é o 'modelo' onde se pode lograr o desenvolvimento e prosperidade sustentáveis.

Porém são incapazes de encobrir a fatalidade de sua ruína."

Assim destaca o diário Rodong Sinmun em um artigo individual divulgado neste domingo (01) e continua:

"A diferença entre os pobres e os ricos, o desemprego, a corrupção moral e outros são os tumores malignos do capitalismo e o destino deste sociedade é igual ao do sol poente.

Estos fenômenos sociais não são gerais mas sim fatais e cada um deles sacode as raízes do regime capitalista.

Entra em um beco sem saída o capitalismo que vem existindo autodenominando-se como 'modelo' do crescimento econômico e 'exemplo da civilização moderna'.

Devido à diferença entre os ricos e os pobres, corrupção moral, divisão social e descontentamento das massas, o capitalismo está a ponto de ruir.

Ainda que o Ocidente trate de buscar medidas, não há remédio que possa deter a decadência do capitalismo."