domingo, 14 de abril de 2024

Com a bandeira da independência no alto


Em todo o período de sua direção sobre a revolução e a construção, o grande Líder camarada Kim Il Sung apresentou e materializou a original linha de defender e realizar os interesses fundamentais do povo e a soberania do país.

Em 20 de agosto de Juche 34 (1945), em um encontro com quadros militares e políticos, o grande Líder apontou que, com base no êxito de haver triunfado, devíamos seguir levando adiante a revolução coreana e construir o Estado próspero e poderoso, soberano e independente com as próprias mãos do povo coreano. Seguidamente, traçou com clareza a tarefa imediata de realizar sem demora a causa da construção do partido, do Estado e do exército, garantia real do Estado soberano e independente, com nossa própria força segundo a demanda de nosso povo.

Graças a que no caminho inexplorado da construção do Estado o Líder apresentou a linha da edificação da nova pátria e conduziu nossa pátria pelo caminho da independência, pôde ser estabelecida nesta terra o socialismo ao nosso estilo centrado nas massas populares.

Foi quando em meados do século pasado se instituyó o Conselho para Assistência Econômica Mútua (Comecon; sigla em inglês) em vários países. Então os dirigentes desses países exigiram ao nosso país incorporar-se nessa aliança internacional.

Acerca de tal demanda o Líder aclarou: Primeiro, a Comecon funciona segundo um plano unificado. Dado que os países europeus contam con a indústria desenvolvida, poderão encarregar-se de um setor, porém nós ainda não estamos no mesmo nível que eles; segundo, dada a condição de que a indústria de construção maquinaria de nosso país não está desenvolvida, se participamos na divisão do trabalho internacional, só deveríamos fornecer matérias-primas aos países-membros da Comecon. Então, nos restariam nada mais que cavernas vaczias; terceiro, no fim das contas, não teríamos outro meio que não fosse mendigar a outros países.

Ante o problema do ingresso na Comecon, respondeu com a construção da economia nacional independente.

Imediatamente depois da crise do Caribe na década de 1960, ante nossa pátria e povo se apresentou uma situação severa. O Líder decidiu convocar a V Reunião Plenária do IV Período do CC do Partido e, com antecedência, realizou repetidas discussões sobre a linha de desenvolvimento paralelo da construção econômica e da militar que apresentaria na reunião plenária.

Por ser a linha traçada pelo Líder o caminho de defender o país e garantir a prosperidade da nação, os funcionários disseram unanimemente que devíamos colocá-la em prática sem falta.

O Líder, embora soubesse melhor que ninguém que a vida da população pioraria devido ao investimento na defesa nacional, havia tomado a decisão importante por considerar como coisas mais preciosas o direito à existência e a soberania do país.

Por isso, na V Reunião Plenária do IV Período do CC do PTC, efetuada em dezembro de Juche 51 (1962), foi apresentada a linha de desenvolver paralelamente a construção econômica e a militar e nasceu o lema “Com um fuzil na mão e a foice e o martelo na outra!”

Em certa ocasião, recordando os dias em que conduziu nossa revolução pelo caminho da vitória sob a bandeira da independência, o grande Líder declarou com dignidade que hoje, quando nosso país, outrora atrasado século após século e desluzido pelo atropelo dos imperialistas, se converteu em um poderoso e próspero país socialista, podemos ter devidamente a dignidade e orgulho sobre a posição revolucionária e a linha independente mantidas invariavelmente no passado, a luta frutífera de haver pavimentado de maneira criativa o novo caminho da história e acumulado grandes méritos mediante a unidade monolítica entre o Partido e o povo.

Ryang Ryon Hui

Naenara

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