domingo, 15 de fevereiro de 2026

Quem foi Choe Chang Ik?

Choe Chang Ik nasceu em 1896, em uma família camponesa pobre da província de Hamgyong Norte, e desde cedo participou do movimento de libertação nacional contra o imperialismo japonês. Ainda estudante, tomou parte no Movimento de 1º de Março e, depois de ir ao Japão, engajou-se no movimento operário e nas organizações comunistas. Foi preso diversas vezes pelas autoridades coloniais e, mesmo diante da repressão, continuou a luta revolucionária, ganhando experiência e reconhecimento entre os militantes.

Durante o exílio na China, participou de organizações revolucionárias coreanas e da luta antijaponesa, atuando ao lado de outros combatentes pela independência. Organizou grupos da juventude e colaborou em atividades políticas e militares que buscavam libertar a pátria do domínio imperialista. Nesse período, consolidou-se como um ativista conhecido, tendo recebido confiança de camaradas e organizações revolucionárias.

Após a libertação em 1945, retornou ao norte da Coreia e participou da fundação de organismos políticos que contribuíram para a construção do novo poder popular. Tornou-se quadro do Partido e assumiu importantes responsabilidades estatais, participando da criação de estruturas políticas revolucionárias e da formação do governo da República Popular Democrática da Coreia. Exerceu cargos como ministro das Finanças e vice-primeiro-ministro, recebendo a confiança do povo, do Partido e do grande Líder camarada Kim Il Sung.

No processo de construção socialista, desempenhou tarefas administrativas relevantes e participou de iniciativas políticas importantes. Entretanto, com o passar do tempo, começou a manifestar posições divergentes da linha revolucionária estabelecida pelo Partido. Em debates econômicos e políticos, adotou posições errôneas e criticou a direção revolucionária, afastando-se do caminho correto da construção socialista.

Sob a influência do revisionismo dos partidos comunistas e operários internacionais, passou a unir-se a elementos faccionistas e a defender ideias estranhas à realidade da República Popular Democrática da Coreia. Em vez de manter fidelidade à linha revolucionária e à orientação do Líder, aproximou-se de tendências que buscavam impor concepções externas e enfraquecer a unidade do Partido, degenerando ideologicamente.

Em 1956, durante o incidente de facção de agosto, colocou-se ao lado de elementos revisionistas que atacaram a direção do Partido e conspiraram contra a unidade revolucionária. Essas ações, influenciadas por correntes estrangeiras e pelo oportunismo, foram consideradas atividades antipartidistas e contrarrevolucionárias. O Partido revelou suas manobras faccionistas e denunciou seu papel na tentativa de enfraquecer o Estado socialista.

Após a descoberta de suas atividades, foi afastado de cargos e submetido a medidas disciplinares. Mesmo tendo recebido confiança e responsabilidades elevadas, traiu essa confiança ao participar de conspirações contra o Partido e o Estado. Sua queda demonstrou que aqueles que abandonam a linha revolucionária e se deixam influenciar pelo revisionismo acabam se afastando do povo.

Assim, sua trajetória tornou-se uma lição histórica. Tendo começado como combatente antijaponês e revolucionário que recebeu confiança do povo, do Partido e do Líder, degenerou-se sob a influência do revisionismo dos partidos comunistas e operários internacionais, tornando-se um elemento faccionista que conspirou contra o país e o Partido. Sua história reafirma a importância da fidelidade à linha revolucionária e da unidade em torno do Partido e do Líder para a defesa do Estado socialista.

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