Embora seja um Dia da Fundação do Exército que comemoramos com profundo significado todos os anos, por eu ter sido combatente participante da grande Guerra de Libertação da Pátria (25 de junho de 1950 – 27 de julho de 1953), este dia desperta em mim sentimentos e emoções singulares.
Entre tudo isso, ainda hoje tenho bem viva diante dos olhos a lembrança de quando acolhíamos o Dia da Fundação do Exército em fevereiro de 1951.
Os jornais da linha de frente publicavam edições especiais, e da retaguarda chegavam cartas de encorajamento. Nós confeccionávamos instrumentos musicais improvisados e realizávamos rodas de canto e dança; com brotos de feijão cultivados nas posições elevadas e alimentos repletos da sinceridade do povo da retaguarda, armávamos uma simples mesa de confraternização e, sonhando com o dia da vitória, erguíamos brindes.
Mesmo depois de encerrado o encontro recreativo em que cantávamos a plenos pulmões o orgulho de, tendo-nos alistado no Exército Popular de Coreia para defender a pátria que nos elevou como donos da terra e das fábricas, termos feito brilhar feitos heroicos como heróis e combatentes-modelo, não conseguíamos dormir, estendendo conversas até alta noite.
O fato de termos podido celebrar o Dia da Fundação do Exército de forma tão significativa e alegre, mesmo em meio à fumaça da pólvora onde se decidia a vida e a morte, deveu-se a que, no peito de todos nós, soldados, transbordavam a convicção inabalável e o otimismo de que a guerra terminaria inevitavelmente com a nossa vitória, pois tínhamos conosco o grande Líder camarada Kim Il Sung.
Tendo assimilado como verdade, no meio das chamas da guerra, que somente com a arma firme se pode proteger o país, a família e a si próprio, e garantir também o amanhã feliz das gerações futuras, continuei servindo no Exército Popular mesmo após o fim da guerra.
Hoje, nosso Exército Popular, tendo à frente o estimado camarada Kim Jong Un, comandante de aço invencível, faz resplandecer sua galhardia como força armada revolucionária que defende firmemente a dignidade e a honra da República.
Assim como, na década de 1950, nosso povo, tendo o grande Líder, lançou os fogos da vitória, estou convicto de que, por termos o estimado camarada Secretário-Geral, no futuro também alcançaremos, sem falta, a vitória no confronto decisivo com o imperialismo.
Choe Won Bom, veterano de guerra, morador do bairro Sangsin, distrito de Sosong, cidade de Pyongyang
Naenara

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