O Japão desencadeou em 1592 uma guerra contra o nosso país, mobilizando enormes tropas.
Essa invasão é chamada de “guerra dos tipos”, porque, durante a Guerra Patriótica de Imjin, os agressores japoneses saquearam indiscriminadamente os tipos metálicos que demonstravam a inteligência e o talento dos coreanos e a superioridade nacional.
O nosso país produziu os tipos metálicos pela primeira vez no mundo.
Com base na experiência adquirida no desenvolvimento da técnica de impressão com tipos de madeira na época de Coryo, os coreanos inventaram os caracteres metálicos utilizados no trabalho editorial. No período da dinastia feudal de Joson, fundiram centenas de milhares de caracteres metálicos com os quais imprimiram muitos livros, como as crônicas dinásticas.
Durante a guerra, os invasores insulares roubaram quase todas as peças metálicas, fato que impediu o desenvolvimento da cultura do país.
Com a ajuda de mais de 200 mil tipos metálicos saqueados, o Japão desenvolveu, sobre as ruínas, o trabalho de impressão e publicou livros dos setores político, militar, econômico e de outras áreas.
No que diz respeito à Guerra Patriótica de Imjin, um erudito japonês afirmou que ela foi lamentável, mas confessou que, como resultado, ocorreu na sociedade japonesa a “revolução” da publicação, declaração que comprova a barbárie do saque do patrimônio cultural do nosso país.
Devido à “guerra dos tipos”, todos os centros de fundição de caracteres do nosso país foram incendiados e quase todos os tipos de cobre desapareceram, razão pela qual a indústria de impressão do país ficou paralisada por quase 70 anos.

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