Desde há centenas de anos, o Japão começou a provocar a agressão contra a Coreia e foi avolumando o seu dossiê criminal.
Ao ocupar de maneira criminosa o território coreano, os imperialistas japoneses envidaram esforços desesperados para concretizar a sua ilusão agressiva da “esfera de coprosperidade da Grande Ásia Oriental”, impondo incontáveis sofrimentos e calamidades ao povo coreano.
A história revela de forma clara os tremendos crimes de lesa-humanidade cometidos pelo imperialismo japonês contra o povo coreano.
Guerra Patriótica de Imjin (1592–1598)
Em 1592 (ano Imjin), o Japão desencadeou a sua primeira guerra contra a Coreia, mobilizando mais de 200 mil efetivos.
Esse confronto, reconhecido como a Guerra Patriótica de Imjin, constituiu um intolerável crime estatal de massacre e saque.
Os invasores nipónicos expuseram plenamente a sua barbárie durante o período da guerra.
Mataram de forma atroz os coreanos por ordem de Toyotomi Hideyoshi, que usurpou o poder à ponta da baioneta.
Segundo um registo histórico, centenas de milhares de coreanos morreram nas duas invasões, dos quais mais de 113 mil e 300 na segunda incursão.
Além dos massacres bestiais, os invasores saquearam e destruíram impiedosamente porcelanas e outros patrimônios culturais, arrastaram oleiros para o Japão e sequestraram confucionistas, médicos, arquitetos, pintores, impressores e outros especialistas ilustres de diversos ramos, sem falar dos habitantes comuns.
A guerra terminou em 1598 com a derrota do Japão diante da resistência de vida ou morte do povo coreano, mas a carência de pessoal competente e de mão de obra causou incontáveis perdas à economia da Coreia.

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