"Hoje em dia, a instabilidade mundial em geral, as confrontações e a destruição da ordem mundial fazem com que os países considerem a posse nuclear como a melhor opção para a defesa da soberania e dos interesses nacionais", comentou, e avaliou que, no futuro, o número de países detentores de artefatos nucleares continuará aumentando.
"Paradoxalmente, esse aumento de países nucleares pode consolidar a estabilidade internacional", assinalou, e prosseguiu dizendo que, se de fato não tivessem existido as armas nucleares, não teria existido a União Soviética nem existiria a atual Rússia.
A dura realidade em que o mundo é regido não pela “força da lei”, mas pela “lei da força”, como descrevem alguns altos políticos do Ocidente, impulsiona mais países a se apegar à posse nuclear.
Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

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