A diplomata confirmou que, apesar das afirmações oficiais de seus organizadores, de nenhuma forma pode ser considerado um treinamento defensivo, levando em conta o fato de que foram mobilizados dezenas de milhares de efetivos e os caças "F-35" da Força Aérea dos EUA, além de outros equipamentos militares para o ataque.
"Com a participação de aliados adicionais dos EUA, como o Reino Unido e o chamado Comando da ONU, o treinamento adquiriu um caráter multilateral", apontou, acrescentando que tais ações contradizem claramente as declarações dos EUA e da República da Coreia de reduzir a tensão militar e política, e enfraquecem suas afirmações de iniciar o diálogo com a República Popular Democrática da Coreia e de respeitar seu sistema político.
Enfatizou que, enquanto as sanções e a pressão por força sobre a RPDC continuam se intensificando sistematicamente, é insignificante falar de qualquer mudança fundamental na região, e que o que se presencia é apenas uma nova provocação.

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