Há algum tempo, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia enviou um alerta sobre o fortalecimento da conivência militar entre a OTAN e as autoridades ucranianas.
Ela revelou que a OTAN está tentando desenvolver, juntamente com a Ucrânia, sistemas de armas destinados a atacar o interior profundo do território russo, criticando a aliança por ter perdido a razão e estar à deriva em águas perigosas. Em seguida, advertiu que as imprudentes ações agressivas da Ucrânia e da OTAN estão levando a Rússia a voltar sua atenção para quaisquer empresas que desenvolvam e produzam armas utilizadas contra o país.
Atualmente, os neonazistas ucranianos continuam realizando ataques terroristas contra civis e instalações civis russas, numa tentativa desprezível de compensar as repetidas derrotas sofridas no campo de batalha e manter o confronto.
É amplamente conhecido que, em 22 de maio, o exército ucraniano realizou um ataque com drones contra uma escola técnica na cidade de Starobelsk, na República Popular de Lugansk, matando mais de 20 pessoas. Os neonazistas ucranianos bombardearam uma aldeia do oblast de Briansk, matando moradores pacíficos e, alguns dias depois, atacaram com drones um ônibus que transportava uma equipe juvenil de futebol da Bielorrússia. Houve várias vítimas, entre mortos e feridos, incluindo mulheres e crianças. Na Crimeia, na República Popular de Donetsk e em diversas outras regiões da Rússia, não apenas civis, mas também muitos alvos civis, tornaram-se vítimas dos ataques terroristas da Ucrânia.
O Ocidente, que normalmente fala com frequência sobre o "combate ao terrorismo", faz vista grossa a esses fatos e continua incentivando incessantemente a Ucrânia a confrontar a Rússia.
Recentemente, os países membros da OTAN anunciaram um plano para desenvolver, em conjunto com a Ucrânia, sistemas de armas destinados a atingir o interior profundo da Rússia. Diversos países, entre eles o Japão e a Austrália, continuam fornecendo assistência militar à Ucrânia, enquanto equipamentos militares produzidos por vários países europeus estão sendo enviados para o campo de batalha ucraniano. Segundo avaliações da imprensa estrangeira e de especialistas, o Ocidente deu instruções à Ucrânia para ampliar o conflito. Encorajadas por isso, as autoridades neonazistas ucranianas chegaram até mesmo a executar novas operações com objetivos terroristas. Isso demonstra claramente que o Ocidente e a Ucrânia buscam ampliar o conflito.
As imprudentes manobras de confronto promovidas pelo Ocidente e pelas autoridades neonazistas ucranianas, que ameaçam gravemente os interesses de segurança nacional da Rússia, estão provocando uma resposta firme por parte do país.
A Rússia demonstrou ao Ocidente sua determinação e vontade inabaláveis por meio de fortes ataques concentrados contra alvos militares da Ucrânia.
Nas madrugadas dos dias 6 e 8, armas de longo alcance de alta precisão lançadas por forças terrestres, aéreas e navais russas, juntamente com drones de ataque, desferiram pesados golpes contra empresas da indústria militar e instalações do complexo de combustível e energia em Kiev, bem como contra aeródromos militares nos oblasts de Dnipropetrovsk, Poltava e Cherkasy. Importantes alvos militares, como o estaleiro de Kiev, uma fábrica de mísseis, uma fábrica de drones e depósitos de combustível, foram destruídos. Na fábrica de mísseis de Kiev ocorreram sucessivas explosões de grande magnitude.
Anteriormente, no dia 2, as forças armadas russas também haviam realizado poderosos ataques contra diversos alvos militares da Ucrânia. Zelensky admitiu que empresas localizadas em Kiev haviam sido danificadas, enquanto o prefeito da cidade descreveu o ocorrido como "o maior ataque concentrado", em tom de desespero.
O Ministério da Defesa da Rússia declarou sua posição de intensificar as ações militares de represália em resposta aos ataques terroristas das autoridades ucranianas.
Atualmente, as forças armadas russas estão intensificando as operações militares para eliminar os neonazistas ucranianos, ampliando continuamente seus resultados no campo de batalha.
Un Jong Chol

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