quarta-feira, 8 de julho de 2026

A economia nacional independente e a soberania política da Coreia.

An Myong Hun, doutor e professor da Faculdade de Economia da Universidade Kim Il Sung

Um dos feitos imortais realizados pelo grande Líder do povo coreano, camarada Kim Il Sung, na revolução e na construção foi a edificação de uma economia nacional independente na Coreia.

O grande Líder apresentou a linha da construção de uma economia nacional independente e, ao dirigir com sabedoria a luta por sua concretização, lançou sólidos alicerces materiais para realizar a independência na política, a autossuficiência na economia e a autodefesa na defesa nacional.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

 “A economia socialista independente, construída ao longo de toda a vida pelo grande Líder e pelo grande General à custa de imensos esforços, constitui a base material que permite defender firmemente a independência política da Coreia Juche e a garantia confiável para o fortalecimento da capacidade de autodefesa nacional.”

A economia nacional independente é a base material da independência política e da soberania.

Nenhum país pode manter sua independência política se não for economicamente autossuficiente, nem pode preservar sua posição independente e sua autonomia na formulação das políticas internas e externas.

Hoje, a Coreia defende firmemente sua independência política e exerce com dignidade sua soberania política graças aos sólidos alicerces de sua economia nacional independente. O fato de o Partido do Trabalho da Coreia expressar livremente sua própria vontade e manter firmemente sua independência política sem seguir cegamente qualquer outro país decorre precisamente de possuir uma sólida economia nacional independente.

Por ter construído uma economia nacional independente, o Partido do Trabalho da Coreia estabelece de forma autônoma todas as linhas e políticas para dirigir a revolução e a construção, implementando-as à maneira coreana e apoiando-se nas próprias forças do povo coreano. Como dispõe dessa sólida base econômica, sempre que a Revolução Coreana e o povo coreano exigem alguma medida, o Partido formula suas linhas e políticas de maneira independente, sem observar a reação deste ou daquele país, e as executa sem depender de ninguém nem estender a mão a terceiros, confiando unicamente nas forças do povo coreano e nos métodos próprios da Coreia.

A experiência histórica demonstra que, quando um país é economicamente subordinado ou dependente de outros, inevitavelmente também se torna politicamente subordinado, sem conseguir escapar à condição de colônia ou de nação submetida. Na realidade das relações internacionais, a falta de independência econômica não apenas impede a manutenção da independência política, como pode levar um país à situação de sequer poder dizer aquilo que deseja.

Quando, no passado, os países socialistas do Leste Europeu se submetiam às interferências hegemonistas dos revisionistas modernos, movendo-se conforme sua batuta, afastando-se dos princípios revolucionários da classe trabalhadora e da via socialista e introduzindo o revisionismo nos campos da política, da economia, da ideologia, da cultura e dos assuntos militares, perseguindo uma linha voltada para alcançar a chamada "prosperidade material" por meio da competição econômica com os países capitalistas desenvolvidos, o Partido do Trabalho da Coreia, sob a bandeira da transformação de toda a sociedade segundo a Ideia Juche, estabelecia as três revoluções — ideológica, tecnológica e cultural — como linha geral do Partido e impulsionava a construção socialista à maneira coreana. Esse é um fato conhecido por todo o mundo.

A principal razão para esse contraste marcante entre a Coreia e os antigos países socialistas do Leste Europeu na formulação e implementação das linhas e políticas revolucionárias reside, sem dúvida, no fato de que o Partido do Trabalho da Coreia construiu uma economia nacional independente. Graças a essa sólida base econômica, pôde formular e aplicar suas linhas e políticas de forma autônoma. Já aqueles países, presos ao Conselho para Assistência Econômica Mútua, não conseguiram alcançar a independência econômica e, consequentemente, perderam a capacidade de exercer sua independência política.

A história e a realidade demonstram de forma eloquente que um país que não alcança a independência econômica acaba, como ocorreu com os antigos países socialistas do Leste Europeu, perdendo sua independência política, seguindo cegamente as políticas das grandes potências e, por fim, enfrentando a ruína. Em contrapartida, quando um país constrói uma sólida economia nacional independente, como a Coreia, adquire uma base firme para preservar sua independência política, defender o socialismo em meio a quaisquer tempestades e continuar levando adiante a revolução.

Atualmente, a Coreia mantém relações de Estado com países grandes e pequenos de todos os continentes — Ásia, África, Américas e Europa — com base nos princípios da igualdade plena, do benefício mútuo, da independência e da não ingerência nos assuntos internos. Além disso, participa das atividades das Nações Unidas e de numerosas outras organizações internacionais, exercendo com dignidade os direitos que lhe cabem como um Estado soberano e independente na solução das questões internacionais.

A posição que a Coreia ocupa hoje no cenário internacional, exercendo com dignidade sua soberania e elevando o prestígio da nação, não pode ser concebida separadamente dos feitos imortais acumulados pelo grande Líder na construção de uma poderosa economia nacional independente.

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