Nas páginas da história da Guerra de Libertação da Pátria também estão gravados os méritos dos militares do Exército Popular da Coreia que defenderam até o fim a pequena Ilha Wolmi, no Mar Oeste da Coreia.
Como resultado da ofensiva consecutiva do Exército Popular da Coreia, os invasores estadunidenses foram acuados até a estreita faixa costeira do Mar do Sul. E, para alcançar a qualquer custo seus objetivos agressivos, os Estados Unidos introduziram adicionalmente na frente coreana todas as suas forças terrestres, aéreas e navais que estavam nas proximidades do Oceano Pacífico, parte da frota do Mar Mediterrâneo, tropas terrestres do território continental dos Estados Unidos e também tropas dos Estados satélites.
Mobilizando essas forças reforçadas, tentaram uma "ofensiva geral" na região limítrofe ao rio Rakdong e, ao mesmo tempo, iniciaram a operação de desembarque em Inchon.
Em meados de setembro de 1950, travou-se na Ilha Wolmi, com uma superfície de apenas 0,66 quilômetro quadrado e um litoral de apenas 4 km, uma feroz batalha entre o Exército Popular da Coreia e as forças invasoras estadunidenses.
O Exército Popular da Coreia dispunha de uma companhia de artilharia costeira com quatro canhões e uma companhia de infantaria, enquanto os imperialistas estadunidenses contavam com quase mil aviões, vários milhares de navios e mais de 5 mil soldados.
Durante os três dias de intensos combates, os militares coreanos afundaram ou destruíram 13 navios inimigos, incluindo 3 contratorpedeiros, e conseguiram retardar o desembarque em Inchon, contribuindo grandemente para materializar a orientação estratégica da segunda etapa da guerra, apresentada pelo grande Líder camarada Kim Il Sung.
Ainda permanecem vivamente na memória da pátria e do povo os méritos dos defensores da Ilha Wolmi, que criaram um milagre na história militar mundial.

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