quinta-feira, 9 de julho de 2026

Felicitação por ocasião do ato de inauguração da Academia de Pyongyang

Discurso proferido pelo camarada Kim Il Sung no ato de inauguração da Academia de Pyongyang

23 de fevereiro de 1946

Camaradas:

Hoje, quando o povo coreano realiza a gigantesca tarefa de erguer, na pátria libertada, um Estado democrático, livre, soberano e independente, celebramos este ato para inaugurar a Academia de Pyongyang, a primeira instituição central de formação de quadros que contribuirá para construir uma nova pátria e formar as forças armadas revolucionárias e regulares do nosso povo.

Permitam-me, por ocasião deste dia significativo, felicitar calorosamente e expressar minha gratidão aos quadros e estudantes da Academia de Pyongyang, que consagraram todos os seus esforços e seu sincero entusiasmo aos preparativos para criar a Academia, superando grandes dificuldades quando nada havia.

Fundamos a Academia de Pyongyang com o propósito de formar os quadros tão necessários para a construção do nosso país, especialmente os quadros político-militares indispensáveis para constituir as forças armadas revolucionárias e regulares.

Para construir um novo país é preciso contar com diversos recursos: fundos, materiais e quadros. Acima de tudo, é necessário dispor de numerosos quadros aptos para a construção do Estado. Os quadros são o fator mais importante em nossa obra de construção de uma nova pátria. A veracidade do aforismo que diz "os quadros decidem tudo" foi comprovada ao longo de nossa longa luta. Se houver excelentes quadros, poderemos resolver qualquer problema.

Para construir um Estado democrático, soberano e independente, nosso povo deve possuir seus próprios quadros nacionais. Hoje, empenhado na construção de uma nova pátria, ele tem muito trabalho a realizar. Por isso, necessitamos de quadros em todos os campos: político, econômico, militar etc. No entanto, sofremos uma grande escassez deles não apenas nas áreas política, econômica e militar, mas também na ciência, educação, cultura e arte. Isso se deve ao fato de que, anteriormente, os imperialistas japoneses não permitiam aos coreanos aprender livremente sequer uma letra, impedindo-os por todos os meios de cursar estudos técnicos, a fim de oprimi-los e explorá-los brutalmente, mantendo-os na ignorância e na obscuridade.

Para construir uma nova Coreia, devemos possuir nosso próprio exército. Sem ele, não poderemos ser um Estado plenamente soberano e independente. Por isso, nosso Partido fundou, em novembro do ano passado, a Academia de Pyongyang para formar os quadros militares e políticos necessários à criação de um exército regular próprio; a Academia começou a funcionar no início deste ano e hoje realizamos sua cerimônia de inauguração.

Alguma vez tivemos uma academia como esta para formar nossos próprios quadros nacionais? Jamais. Agora, os jovens do nosso país, já libertados, poderão estudar conforme desejarem.

Daqui em diante, a Academia de Pyongyang deverá formar excelentes pilares, por assim dizer, destinados a contribuir para a construção do país e, tendo esta Academia como centro matriz, deveremos fundar outras academias militares. Para isso, será necessário ampliar gradualmente a Academia de Pyongyang, estabelecendo um sistema de formação de quadros para todas as tropas e armas. Devemos também formar, com nossos próprios meios, a força aérea.

Pode-se dizer que a Academia de Pyongyang é um broto do exército regular que criaremos no futuro. Ouvi dizer que, ao vê-los marchando em formação pelas ruas, muitas pessoas dizem com alegria: "nosso exército", o que demonstra que o povo anseia impacientemente por possuir seu próprio exército.

Como todos sabem, o povo coreano teve seu primeiro exército revolucionário quando os comunistas coreanos iniciaram a Luta Armada Antijaponesa. A Guerrilha Antijaponesa, criada no início da década de 1930, foi um verdadeiro exército do povo coreano, um exército revolucionário marxista-leninista. O camarada reitor e outros quadros responsáveis da Academia de Pyongyang lutaram conosco, armas em punho, contra o imperialismo japonês. Os guerrilheiros antijaponeses estavam armados de uma firme ideia revolucionária e possuíam excelentes métodos de combate e técnicas militares. Por isso, todos os estudantes devem aprender com os precursores revolucionários antijaponeses e seguir seu exemplo para se tornarem excelentes quadros.

Dizem que os estudantes desejam muito saber que revolução estamos realizando e como se desenvolverá, no futuro, a revolução coreana; sobre isso vou explicar algumas coisas.

É bom que vocês sintam desejo de compreender essa questão e a discutam amplamente. É importante conhecê-la a fundo, pois a Academia de Pyongyang é um centro de ensino político-militar e, ao se formarem, todos os alunos serão quadros políticos ou militares. Daqui em diante, deverão estudar muito essas questões políticas, debatê-las e perguntar tudo o que não compreenderem, para formar uma concepção clara a esse respeito.

Então, que revolução estamos realizando agora?

Nossa orientação não consiste em construir imediatamente a sociedade comunista na Coreia. Além disso, não poderíamos construí-la de uma só vez. Após a libertação, certas pessoas propagaram que a revolução coreana era socialista, afirmando que na Coreia se devia e se podia construir imediatamente o comunismo. Essas pessoas desconhecem as condições socioeconômicas e a situação política atual do nosso país; não compreendem corretamente as etapas do desenvolvimento social.

Se fosse possível construir imediatamente o comunismo, naturalmente nada seria melhor. O comunismo é o ideal supremo da humanidade e a melhor sociedade para que todos os trabalhadores possam viver, em igualdade, felizes. Mas construir a sociedade comunista não é tarefa fácil e, além disso, não é possível edificar o comunismo saltando as etapas da revolução. Portanto, em nosso país não se deve levantar a orientação de construir imediatamente o comunismo.

Anos atrás, os imperialistas japoneses desencadearam entre os coreanos uma propaganda reacionária tão brutal contra o comunismo que hoje muitos ainda não sabem exatamente o que ele é; alguns até o consideram algo mau e outros o rejeitam. Nessa situação, ainda que lancemos agora a palavra de ordem de construir o comunismo, ela não encontrará apoio entre as massas.

Se nosso Partido Comunista não levanta a palavra de ordem de construir imediatamente o comunismo na Coreia, isso não se deve apenas ao fato de ainda existirem muitas pessoas que não compreendem bem o que é o comunismo, mas também porque essa palavra de ordem ainda não é oportuna, levando em consideração as condições socioeconômicas do nosso país.

Anteriormente, nosso país foi colônia dos imperialistas japoneses durante 36 anos e, além disso, as forças feudais foram muito poderosas na Coreia ao longo da história. Os imperialistas japoneses já foram expulsos da Coreia, mas seus fiéis lacaios — os elementos pró-japoneses, os traidores da nação e os reacionários que se opõem à democracia — ainda não foram completamente eliminados. Os latifundiários, que antes exploravam e oprimiam cruelmente os camponeses, continuam existindo, assim como os nefastos capitalistas pró-japoneses. Por essa razão, a primeira tarefa que devemos realizar é arrancar pela raiz os vestígios do imperialismo japonês em todos os campos político, econômico e cultural; expropriar as terras dos imperialistas japoneses e dos latifundiários e distribuí-las gratuitamente aos camponeses que as cultivam; nacionalizar as florestas. Devemos também confiscar e nacionalizar todas as fábricas, empresas, ferrovias, comunicações, bancos, estabelecimentos comerciais e instituições culturais pertencentes aos imperialistas japoneses e aos traidores da nação. Somente quando levarmos essa tarefa a bom termo poderemos liquidar completamente as forças remanescentes do imperialismo japonês e acabar com as forças feudais. Se hoje não adotarmos essa orientação, se não cumprirmos em primeiro lugar essa tarefa, não poderemos desenvolver nosso país como um Estado democrático, soberano e independente.

Como veem, atualmente realizamos uma revolução democrática para aniquilar as forças remanescentes do imperialismo japonês e as forças feudais. Somente depois de concluída essa revolução será possível construir o socialismo e o comunismo. Mas, neste momento, não podemos edificar o comunismo.

É verdade que o Partido Comunista se propõe, no futuro, construir o comunismo na Coreia a qualquer custo, pois esse é seu objetivo supremo. No entanto, neste momento ele não divulga amplamente esse propósito.

A orientação atual do nosso Partido Comunista consiste em liquidar completamente as forças do imperialismo japonês que ainda permanecem na Coreia e adotar medidas democráticas, como a reforma agrária, a implantação da jornada de trabalho de oito horas etc., fazendo assim com que todo o povo participe com entusiasmo da construção de um Estado democrático, soberano e independente e se dedique diligentemente à edificação de um novo país. Vocês, tendo sempre presente essa orientação do Partido Comunista sobre nossa revolução, devem consagrar-se inteiramente à construção de um novo país rico e poderoso. Da mesma forma, aproveitando todas as oportunidades, esclareçam amplamente ao nosso povo que tipo de revolução ele está realizando agora, o que deve fazer e, em particular, expliquem isso detalhadamente aos camponeses que vivem nas proximidades da Academia.

Agora vou me referir a algumas tarefas que vocês devem cumprir. Antes de tudo, camaradas, vocês devem tornar-se combatentes que sirvam fielmente ao povo, pois no futuro serão quadros do nosso Exército Popular.

Quando nossa Guerrilha Antijaponesa lutava contra os imperialistas japoneses, combatia em nome dos interesses do povo, contando com seu ativo apoio, e por isso pôde travar a luta guerrilheira durante nada menos que 15 anos em circunstâncias tão difíceis.

Seguindo o exemplo da Guerrilha Antijaponesa, vocês devem respeitar, sempre e em qualquer lugar, os interesses do povo, lutar ativamente para defender sua vida e seus bens e aprender modestamente com as massas, sem jamais se afastarem do povo. Além disso, os alunos deverão dedicar-se com afinco aos estudos político-militares. Antes da libertação, todos vocês, sendo filhos de operários e camponeses, não podiam receber instrução. Mesmo a escassa educação que alguns camaradas possuem é inteiramente japonesa e hoje não pode servir à construção de um Estado democrático e independente. Os conhecimentos que agora adquirimos destinam-se exclusivamente a servir ao povo e à construção de uma nova Coreia. Doravante, vocês devem adquirir esse tipo de conhecimento. Devem aprender, aprender e aprender.

Então, o que e como aprender concretamente? "Combinar a teoria com a prática e colocar em prática o que foi estudado": esta é a orientação de ensino da Acadenua de Pyongyang.

A doutrina de "Lunyu" ou "Mêncio", que nossos antepassados estudavam durante vários anos e até mesmo décadas nos colégios privados, bem como o que se aprendia durante o domínio do imperialismo japonês, servia para inspirar o servilismo às grandes potências e era necessária para servir à sociedade feudal e ao imperialismo japonês. Hoje, esses conhecimentos já não têm utilidade. Neste momento, devemos aprender disciplinas que sejam úteis para a construção de uma nova Coreia democrática. A Academia de Pyongyang deve ministrar aos alunos conhecimentos político-militares de acordo com essa orientação de ensino.

Para serem militares do exército revolucionário, vocês devem armar-se firmemente com ideias revolucionárias e, sobre essa base, preparar-se em três aspectos: primeiro, a preparação física; segundo, o tiro; e terceiro, a tática. E, para serem quadros políticos do exército, devem possuir, além de conhecimentos militares, profundos conhecimentos teóricos e políticos. Por isso, precisam dedicar-se tanto aos estudos políticos quanto aos militares. Não basta aplicar-se apenas aos estudos políticos, negligenciando os estudos militares, nem o contrário. Somente preparando-se igualmente nos aspectos político e militar poderão tornar-se excelentes quadros do exército revolucionário.

No futuro, a Academia deverá combinar estreitamente a educação política com a instrução militar. Pois tanto o militar desligado do político quanto o político desligado do militar não nos servirão para nada. Ambos formam uma unidade inseparável.

Por meio dos estudos políticos, vocês devem forjar o espírito indomável de lutar resolutamente para liquidar as sequelas do imperialismo japonês e do feudalismo e construir uma nova pátria, bem como armar-se firmemente com a ideia revolucionária do marxismo-leninismo. Além disso, devem fortalecer-se solidamente com a ideia do patriotismo, do ódio ao inimigo e do ardente amor à pátria, elevar ainda mais seu orgulho nacional e cultivar a confiança de realizar tudo com nossas próprias forças, eliminando o hábito servil de desconfiar de nossas próprias capacidades e talentos, hábito adquirido durante os anos em que viveram oprimidos.

Se, por meio dos estudos políticos, intensificarem sua formação ideológica e cultivarem frutuosamente o patriotismo e o orgulho nacional, sentirão vontade de fazer a revolução e se esforçarão para adquirir excelentes métodos de combate e habilidade de tiro. Por esse motivo, as organizações do Partido Comunista e da União da Juventude Democrática na Academia de Pyongyang devem dedicar especial atenção ao fortalecimento da formação ideológica dos alunos.

No que diz respeito ao treinamento militar, é preciso dar grande atenção à assimilação dos métodos modernos de combate e ao domínio da técnica de tiro. Quanto mais suor derramarem durante o treinamento, menos sangue derramarão no combate. Na preparação militar, é necessário realizar, até certo ponto, estudos teóricos, mas deve-se dar muito mais ênfase aos exercícios práticos. Em particular, é preciso realizar constantemente manobras em regiões montanhosas para aprender formas de combate e técnicas de tiro adequadas a esse terreno, pois nosso país é muito montanhoso.

O mais importante para um militar é possuir uma pontaria infalível. Não há segredo para desenvolvê-la. Para tornar-se um bom atirador, é preciso realizar muitos exercícios de tiro, especialmente de pontaria, alimentando o ódio ao inimigo de classe, conhecer profundamente as qualidades de suas armas e confiar em si mesmo. Quando dispararem o fuzil, não devem considerar o alvo como um simples objeto, mas como o próprio coração do inimigo. Então, acertarão o alvo sem a menor dúvida. Vocês colocaram muitos alvos de madeira ao redor do campo de treinamento, o que é muito positivo. Devem praticar bastante a pontaria, aproveitando qualquer momento livre, para aperfeiçoar o mais rapidamente possível sua habilidade de tiro.

Os fuzis que vocês possuem não são muito bons. Mas são armas que os guerrilheiros antijaponeses arrancaram dos imperialistas japoneses ao preço da própria vida. Quando iniciamos a Luta Armada Antijaponesa, nem sequer possuíamos essas armas, de modo que numerosos revolucionários foram obrigados a derramar sangue para conseguir um único fuzil. No futuro teremos armas melhores, mas, por enquanto, devemos estimar e cuidar dessas armas, banhadas com o sangue dos precursores antijaponeses, como se fossem a menina dos nossos olhos, bem como realizar muitos exercícios para nos treinarmos a abater o inimigo com um só tiro.

É preciso realizar muita instrução de ordem unida e muitos treinamentos esportivos. Para contribuir para a construção de uma nova Coreia, é necessário possuir vigor físico. Além disso, a instrução de ordem unida é muito importante para fortalecer a disciplina do exército, dar-lhe um aspecto regular e contribuir para a preparação física dos militares. Intensificando, em especial, a instrução de ordem unida, o exército passa a ter verdadeira aparência de exército. Nós a praticávamos intensamente durante a luta guerrilheira nas montanhas.

Em seguida, é preciso fortalecer a disciplina militar. Ela é, para o exército, a própria vida e a fonte de sua capacidade combativa. Por isso, para elevar a capacidade combativa do exército, é indispensável implantar nele uma rigorosa disciplina revolucionária.

Antes, a disciplina do exército do imperialismo japonês era coercitiva, mas a da nossa Guerrilha Antijaponesa era revolucionária e consciente. Em nossa Guerrilha, embora reinasse uma disciplina muito rigorosa, existiam excelentes relações de camaradagem, nas quais os superiores amavam os subordinados, estes respeitavam aqueles e todos se ajudavam e estimavam mutuamente. Precisamente nisso residia a fonte da força inabalável que permitiu à Guerrilha Antijaponesa combater e vencer, com escassos recursos, o exército agressor do imperialismo japonês. Também na Academia, assim como na Guerrilha Antijaponesa, deve ser implantada uma disciplina militar rigorosa, porém consciente, que leve todos a obedecer incondicionalmente às ordens estabelecidas e a cumpri-las conscientemente.

Todo o corpo docente, os funcionários e todos os estudantes da Academia deverão empenhar-se em criar um ambiente cultural na instituição. Criar a cultura da nova Coreia constitui uma parte importante de nossa obra de construção nacional. Vocês deverão organizar eficazmente o funcionamento da sala de educação para a construção do país, a publicação de jornais murais e cartazes, bem como outras atividades culturais de massas. Devem fazê-lo de tal maneira que, no futuro, tanto em Pyongyang quanto nas demais localidades, tomem esta Academia como exemplo. Desejo que equipem a Academia da melhor forma possível no aspecto cultural, vivam com dignidade e sirvam de modelo para todo o país.

E vocês devem manter sempre uma elevada vigilância revolucionária. Neste momento, os reacionários tramam, em diversos lugares, sinistras conspirações para destruir nossa obra de construção democrática. Jo Man Sik, que usurpou o cargo de presidente do Comitê Popular da Província de Phyongan Sul, era um desses elementos reacionários e um lacaio de Ri Sung Man. Quando foi publicada a resolução da Conferência de Moscou dos Ministros das Relações Exteriores dos Três Países sobre a questão da Coreia, esse indivíduo revelou sua verdadeira face ao opor-se abertamente a nós. Além disso, os agressores imperialistas estadunidenses, que ocupam o sul da Coreia, e seus lacaios da camarilha de Ri Sung Man, infiltram espiões e sabotadores no norte da Coreia, os quais cometem bárbaros assassinatos, incêndios e destruições. Não sabemos que pessoas malignas permanecem ocultas ao nosso redor. Devemos manter-nos sempre vigilantes para descobrir e liquidar a tempo os reacionários, espiões e sabotadores.

Por fim, é necessário fortalecer as organizações do Partido Comunista na Academia e elevar o papel de vanguarda de seus militantes. Em particular, é preciso combater resolutamente as ideias venenosas burguesas e pequeno-burguesas, como o regionalismo, o nepotismo e o liberalismo anarquista, celeiros do faccionismo, fortalecendo a unidade organizativa e ideológica do Partido. As organizações do Partido devem orientar corretamente seus militantes para que desempenhem um papel de vanguarda e devem admitir em suas fileiras os camaradas que se destacarem nos estudos político-militares e no serviço militar, fortalecendo continuamente suas fileiras com esses elementos.

Muito grande é a esperança que o Partido e o povo depositam nos estudantes da Academia de Pyongyang.

Espero que vocês, profundamente conscientes da enorme responsabilidade que assumem perante a pátria e o povo, tornem-se fiéis quadros político-militares, dispostos a contribuir ativamente para a construção de uma nova Coreia.

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