Com a fundação da República, recebeu sua primeira carteira de identidade, que para ela simbolizava muito mais do que um simples documento de identificação. Representava a dignidade, os direitos e a nova vida conquistados pelo povo sob a República, razão pela qual passou a dedicar-se com firmeza à defesa da pátria e da revolução.
Durante a Guerra de Libertação da Pátria, no período da retirada estratégica temporária, Kim Jong Jin foi capturada pelas forças inimigas. Presa e diante da morte, colocou sua carteira de identidade no peito de seu filho pequeno. Para ela, perder a República significava voltar à condição de escrava dos inimigos de classe; por isso, preferiu sacrificar a própria vida a renunciar à dignidade de cidadã da República.
A carteira de identidade de Kim Jong Jin encontra-se atualmente preservada no Pavilhão Central de Educação de Classe. Sua história é apresentada como um exemplo de fidelidade à República e de convicção revolucionária inabalável, demonstrando que a defesa da dignidade da pátria e do povo deve ser mantida mesmo diante da morte.

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