quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Kang Yong Chang

O camarada Kang Yong Chang nasceu em 1º de outubro de 1912, em dias sombrios de dominação colonial, quando a pátria coreana era forçada a suportar a dor do jugo estrangeiro. Desde cedo conheceu as privações impostas ao povo e decidiu que seu saber técnico não serviria aos opressores, mas à libertação nacional. Mesmo trabalhando no estrangeiro como especialista, manteve o coração voltado para a pátria, regressando em 1945 para unir seu destino ao do povo recém-liberto.

Ao ouvir que o grande Líder camarada Kim Il Sung havia regressado triunfalmente a Pyongyang, atravessou dificuldades e enfermidades para colocar-se sob sua direção. Nas fábricas e siderúrgicas da nova Coreia encontrou o verdadeiro campo de batalha, transformando ciência em aço e aço em força para reconstruir o país. Sua dedicação silenciosa, sua vida modesta e sua fidelidade absoluta ao Partido fizeram dele exemplo de funcionário diretivo devotado.

Durante a Guerra de Libertação da Pátria, quando as instalações industriais eram bombardeadas e tudo parecia ruína, Kang Yong Chang permaneceu firme. Guardava planos de reconstrução como se fossem armas preciosas, correndo sob ataques para salvar os documentos que permitiriam reerguer as usinas. Para ele, cumprir a tarefa dada pelo Partido era mais urgente que a própria segurança.

No período pós-guerra, como ministro da indústria metalúrgica e depois responsável por importantes setores do Partido, empenhou-se em produzir cada tonelada de aço necessária ao avanço da economia popular. Liderava pelo exemplo, trabalhando lado a lado com operários, examinando pessoalmente fundações e máquinas, dizendo que não poderia apresentar relatórios ao Líder sem verificar tudo com os próprios olhos. Assim ajudou a criar milagres produtivos que fortaleceram a construção socialista.

Mais tarde, à frente da Academia de Ciências, dedicou-se ao florescimento do saber nacional, consciente de que a ciência era arma indispensável da independência. Viveu com simplicidade, recusando privilégios, e esforçando-se para cumprir até as tarefas mais difíceis confiadas pelo Partido e pelo povo. Por isso era lembrado como técnico exemplar, trabalhador silencioso e revolucionário íntegro.

Quando faleceu prematuramente em 2 de agosto de 1965, o Partido, o Estado e o Líder lamentaram a perda de um fiel servidor da revolução. O grande Líder camarada Kim Il Sung recordou-o como homem infinitamente leal ao Partido e ao povo, e seu nome foi inscrito entre os patriotas que consagraram a vida à pátria socialista. Sua existência, ardente como o metal em fusão, continua inspirando as novas gerações na luta pela prosperidade da República.

Nenhum comentário:

Postar um comentário