terça-feira, 24 de março de 2020
Pela consolidação do partido
Discurso proferido na conclusão da III Reunião Ampliada do Comitê Executivo do Comitê Central Organizador do Partido Comunista da Coreia do Norte, em 18 de dezembro de Juche 34 (1945).
Apoiando as intervenções de vocês, gostaria de destacar mais alguns problemas:
Primeiro, temos que consolidar organicamente o Partido. O Partido Comunista não se arraigou ainda profundamente na classe operária e em suas filas se encontram muitos intelectuais pequeno-burgueses. Não organizamos todavia em ampla escala células nas fábricas, minas e outros centros de produção, como assinalam os princípios organizativos de um partido marxista-leninista.
Portanto, o Comitê Central Organizador do Partido Comunista da Coreia do Norte e seus comitês de província, cidade e condado devem prestar profunda atenção antes de tudo à direção sobre os trabalhos da célula.
Segundo, para consolidar ainda mais o Partido temos que fortalecer sua unidade ideológica e de vontade. Devemos repelir categoricamente as atividades sectárias dentro dele. Por exemplo, devem ser esmagados sem demora procedimentos faccionalistas como os que houve na organização do Partido da cidade de Haeju, província de Hwanghae.
Terceiro, temos que afiançar a disciplina do Partido.
Fortalecer a disciplina do Partido constitui a garantia decisiva para consolidar suas organizações e levar a cabo suas linhas. Por isso, lograr que cada militante observe estritamente as normas que rejam a vida do Partido é problema de suma importância.
Entre os militantes que trabalham nos comitês provinciais do Partido ou nos comitês urbanos e de condado existem companheiros que se auto consideram ocupantes de altos postos. É preciso compreender que tanto os militantes dos organismos superiores como os que trabalham nos inferiores tem as mesmas obrigações ante à organização do Partido.
As resoluções e diretivas do Partido não devem permanecer escritas no papel, somente, mas converter-se em obrigações para todos os militantes, desde os quadros de direção até os membros de fila.
Considero necessário aplicar uma sanção ao companheiro Kim Hui, que violou a disciplina do Partido.
Quarto, o método principal para a formação dos quadros do Partido é a instrução e o treinamento não só nas escolas, mas também nas células de fábricas, minas, oficinas e aldeias, através das atividades práticas. Devemos formar os quadros valendo-nos destes métodos.
Quinto, temos que agilizar o sistema de informação.
O fato de que o comitê provincial do Partido não dê informes de seu trabalho ao Comitê Central Organizador é uma das graves debilidades que tem nosso trabalho partidista. Por falta desses informes, o Comitê Central Organizador não pode conhecer a situação real da localidade nem tomar medidas, nem tampouco elaborar políticas oportunamente.
Doravante, todos os comitês do Partido de província deverão informar sobre seu trabalho periodicamente ao Comitê Central Organizador.
Sexto, há localidades que todavia não executam as ordens de converter a União da Juventude Comunista na União da Juventude Democrática embora tenhamos transmitido-a por várias vezes. Enfatizo novamente a necessidade de transformar com prontidão a União da Juventude Comunista na União da Juventude Democrática em todas as regiões.
RPDC, primeiro país livre de impostos
Foi adotado em março de Juche 63 (1974) no terceiro período de sessões da V Legislatura da Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia o decreto "Sobre a abolição total do sistema tributário", que entrou em vigor desde abril do mesmo ano.
Assim a RPDC se tornou o primeiro país onde não há nenhum tipo de imposto e foi realizado o sonho do povo coreano de viver em um mundo livre de encargos.
A abolição total desse regime era o sonho dos coreanos e a firme decisão do Presidente Kim Il Sung.
O Partido do Trabalho da Coreia e o Poder Popular derrogaram o sistema tributário de caráter saqueador da época do colonialismo japonês e estabeleceram o outro popular e democrático ao implementar um autóctone programa, preparado já no período da luta revolucionária antijaponesa e especificado em 20 programas políticos publicados depois da libertação da Coreia (1945).
Aliviaram de modo sistemático os impostos, à medida que se assentava a base da economia nacional independente.
Depois da Guerra de Libertação da Pátria (1950-1953), foi levada a cabo a transformação socialista das relações produtivas e foi preparada a firme base de industrialização socialista, o que fez perder paulatinamente o sentido do sistema tributário na vida econômica do país.
Uma vez dadas as condições e possibilidades, o governo da RPDC eliminou entre 1964 e 1966 todos os impostos agrícolas em espécie e restaram somente o imposto de renda e de autonomia local, insignificantes para a receita orçamentária do Estado.
A consolidação e o desenvolvimento do regime socialista e o reforçamento da capacidade da economia nacional independente passaram a ser a garantia para a eliminação de tributos.
A abolição completa foi a política popular sem precedentes na história da humanidade.
Graças ao Máximo Dirigente Kim Jong Un que continua pondo em prática o ideal de Iminwichon (considerar o povo como o céu) do Presidente Kim Il Sung e do Dirigente Kim Jong Il, o povo coreano vive felizmente hoje em dia no regime socialista onde tudo serve às massas populares.
ACNC comenta a missão do novo "navio caça-submarinos" do Japão
Chama a atenção da imprensa mundial o navio de guarda ultramoderno recém construído no Japão.
Uma emissora canadense transmitiu no dia 16 que "o Japão pôs no mar pela primeira vez em quase 30 anos os caças-submarinos de alta capacidade a partir de sua preocupação com submarinos chineses que estão em operação nas águas periféricas de seu arquipelago".
Informando com mais detalhes essa notícia, o jornal de Hong Kong, South China Morning Post, no 11 citou a fala de um professor universitário japonês: "para o Japão, o alvo principal é a China e a Coreia do Norte e a maior ameaça eventual provém da primeira".
O navio de guarda aludido é um navio sonômetro acústico que pode perceber e digitalizar o zumbido do propulsor do submarino a centenas de quilômetros de distância e confirmar seu modelo e nacionalidade, razão pela qual os especialistas o chamam de "caça-submarinos" e "navio de espionagem profissional".
É natural que os países regionais prestem muita atenção à aparição do novo navio para as operações marítimas e submarinas no Oceano Pacífico.
Na capacidade das forças navais, o país insular é o segundo depois dos EUA na região Ásia-Pacífico. Ademais, continua dando acicate ao seu projeto de tomar a supremacia naval pretextando a ameaça proveniente dos países periféricos.
Desde o ano de 2018, promove o plano de construção de 22 navios de escolta de novo tipo cuja missão principal é a vigilância no Mar Leste da China e, a partir deste ano, promove a construção do barco patrulheiro com o "propósito de ter até a década de 2030 a disposição perfeita de vigilância na mesma zona marítima".
Tais fatos demonstram que as operações militares das forças navais japonesas se encaminha à parte ocidental do arquipélago.
O "caça-submarinos" oferecerá os dados recolhidos à rede de vigilância submarina dos EUA e será implantado na base militar próxima das águas marítimas em litigio com a China, fato que aumenta a preocupação da sociedade regional.
Ao igual que o rumor da "ameaça da Coreia do Norte", o de "ameaça eventual proveniente da China" é um pretexto do Japão para justificar seu aumento armamentista.
A realidade volta a por em relevo a falsidade e a dualidade da insistência do Japão na "nova época e novo desenvolvimento das relações Japão-China".
segunda-feira, 23 de março de 2020
Os estudantes devem contribuir ativamente à construção de uma pátria democrática
Discurso proferido na grande conferência de jovens estudantes de ensino secundário e superior da cidade de Pyongyang em 7 de dezembro de Juche 34 (1945).
Companheiros:
Vocês, todos os presentes aqui, são estudantes. Eu aprecio muito os estudantes. Desde muito tempo, desejava encontrar-me com vocês, porém muito ocupado com trabalho, até hoje não havia tido essa oportunidade.
Agora consideram-me como alguém especial, chamando-me de General, porém não sou um homem extraordinário. Fui criado no campo e percorri o mesmo caminho que os demais. Fui também estudante, como vocês agora. Frequentei a escola e ajudei com a ajuda dos companheiros e de nossos povo. Por isso, conheço perfeitamente os sentimentos dos estudantes.
Na época de estudante se pensa muito na perspectiva, se sonha sobre o futuro com grande esperança. Vocês também pensarão muito em seu futuro cheio de esperança. As experiências dos anos estudantis permanecem gravadas muito tempo na memória. Eu até hoje me lembro da época de aluno, quando estudava pensando no destino da Coreia. Cada vez que evoco as recordações daquele tempo sinto orgulho.
Hoje, gostaria de falar-lhes das tarefas imediatas que se apresentam aos jovens estudantes, que estão aprendendo nas escolas com grande esperança.
Em nossa sociedade temos hoje três forças básicas, que são os operários, os camponeses e os intelectuais. Se queremos construir um novo Estado democrático, é indispensável que agrupemos monoliticamente estas três forças. Do contrário, não terá eficacia nossa luta contra os pró-japoneses, os traidores da nação e outros reacionários, nem se acelerará a obra de construir o país. Portanto, agrupar operários, camponeses e intelectuais é um assunto fundamental para levantar a nova pátria.
Na edificação da nova Coreia democrática é de capital importância por em estreita coesão os intelectuais e por em plena ação seus conhecimentos e seu talento. É imprescindível que os intelectuais consagrem suas energias à construção de uma nova Coreia e, em especial, os intelectuais jovens devem tomar parte ativa nesta obra.
O jovem intelectual que é sensível ao novo e tem um forte espírito revolucionário para construir uma sociedade nova, com patriótica paixão deve por seus conhecimentos a serviço do desenvolvimento do país e da prosperidade da nação. Por isso mesmo pode desempenhar um papel de peso tanto na luta revolucionária como na construção econômica e cultural do país.
Os estudantes, como jovens intelectuais que são, devem se esforçar com o mesmo ardor que os demais na obra de construção do país. É a nova geração que vai levar sobre seus ombros o destino do país. Vocês devem fazer todo o possível para serem pilares sobre os quais se apoiem a edificação da nova Coreia democrática, autênticos trabalhadores que assumam a responsabilidade pelo destino do país.
Companheiros estudantes de sangue fervente:
Gostaria de informar-lhes sem reserva da situação de nosso país a vocês, que ardem de entusiasmo para combater, arriscando a vida, em prol da justiça.
Já expulsamos do território-pátrio os agressores imperialistas japoneses e coroamos a causa histórica da restauração da pátria. Isto não foi logrado sem mais nem menos. Há quem diga que a libertação de nosso país foi uma “revolução sem sangue”, porém não foi assim de maneira alguma. Nosso povo manteve uma sangrenta e prolongada luta para resgatar seu país das mãos dos imperialistas japoneses. Os autênticos comunistas da Coreia combateram heroicamente comas armas na mão e derramaram muito sangue para acabar com a dominação colonialista do imperialismo japonês e lograr a restauração da pátria.
Embora tenhamos liberado da pátria, sua total independência ainda não foi conquistada. Transcorreram cerca de quatro meses desde sua libertação, porém todavia não foi construído o Estado soberano e independente que nosso povo tanto deseja.
Temos muitas dificuldades em nosso caminho à construção de uma nova Coreia. Há muitas pessoas que não sabem por qual caminho nossa Coreia deve seguir e o buscam pelos quatro pontos cardeais. Seu nível de preparação, se o comparamos com um aluno de escola, apenas alcança o do primeiro grau. De fato, a situação atual de nosso país é a mesma que quando se tem que organizar um novo exército com novatos.
Esta situação de nosso país está relacionada principalmente com o fato de que em outro tempo não contávamos com um partido revolucionário. Embora em 1925 tenha sido fundado o Partido Comunista, este foi dissolvido em 1928 pela cruel repressão do imperialismo japonês e, além disso, por falta de um princípio revolucionário em seu seio e abundância de querelas faccionalistas. Mais tarde, os comunistas coreanos lutaram sem descanso para reconstruí-lo, porém não chegaram a formar um partido unido até o dia da libertação do país. Por isso, as massas não puderam ser organizadas, nem preparadas politicamente sob a direção de um partido revolucionário.
Está claro que é difícil levar a cabo a construção do país nesta situação. Porém, custe o que custar, devemos levantar uma nova Coreia, sobrepondo-nos com audácia a todas as dificuldades.
Nossa tarefa mais urgente hoje é acabar com todos os resíduos do imperialismo japonês.
Em outro tempo, quando os agressores imperialistas japoneses tinham ocupada a Coreia, a qual impuseram uma nefasta política colonialista, eles semearam abundantes sementes próprias. Por isso, permanecem muitos remanescentes sujos. Ainda que tenhamos desarmado os agressores imperialistas japoneses e desmantelado seus organismos de dominação colonialista em nosso país, seguem de pé todavia os pró-japoneses e também os vestígios de sua ideologia.
Os imperialistas japoneses foram desarmados, porém isso não quer dizer que tenha terminado por completo sua própria existência. Sobrevivem todavia imperialistas japoneses com seus desígnios de agressão. Vocês também devem saber bem disso.
Vou citar um exemplo.
Quando entramos em Pyongyang depois da libertação, vimos içada nossa bandeira nacional na casa de um japonês, que fazia alarde de que seu país era o mais poderoso do mundo. Perguntamos ao filho dessa família por que havia içado a bandeira nacional da Coreia e ele nos respondeu: “Segundo dizem agora nos vimos forçados a içar a bandeira nacional da Coreia, porém chegará o dia em que hastearemos de novo a do Japão.” Sua resposta nos basta para compreender que nos imperialistas japoneses vive todavia sem alteração o espírito agressor imperialista de tomar novamente a Coreia, a China e depois a Ásia inteira.
Nestas condições nos vemos obrigados a lutar para liquidar os resíduos do imperialismo japonês. Se não os liquidamos por completo, não somente não poderemos construir um Estado democrático, soberano e independente, mas também será possível que os imperialistas nos arrebatem de novo o país.
Antes de tudo, devemos liquidar por completo as forças que permanecem do imperialismo japonês. Seus lacaios promovem hoje toda classe de atos contra o povo, ocultos entre as massas populares. Por isso, é preciso aferrar o combate contra seus lacaios que em outro tempo ajudaram-lhes ativamente e se propõem fazê-lo no futuro também.
Junto com isso, deve,ps eliminar os vestígios ideológicos do imperialismo japonês que permanecem na mente das pessoas. Vestígios os tem qualquer coreano que tenha vivido tanto tempo sob a dominação colonialista. Nestas condições há que desenvolver uma luta resoluta contra estes vestígios.
Para acabar com eles é preciso elevar a consciência nacional entre o povo. Intensificando o trabalho educativo entre as massas para elevar sua consciência nacional, devemos conseguir que o povo inteiro, com elevado orgulho e dignidade nacionais, se disponha a combater os resíduos ideológicos do imperialismo japonês.
Acabar com eles por completo não é algo de um ou dois dias. Para sua eliminação é preciso que se mobilize todo o povo a lutar com paciência. O país inteiro, desde a família até os partidos e as organizações sociais, deve se pôr de pé e seguir impulsionando energicamente a luta pela eliminação dos detritos do imperialismo japonês. Nossos jovens estudantes devem se colocar na vanguarda desta luta contra as forças residuais e remanescentes ideológicos do imperialismo japonês.
Nós temos que construir uma nova sociedade onde todo o povo possa viver felizmente, liquidando o quanto antes os resíduos do imperialismo japonês, estabelecendo o Poder que o povo coreano quer, e levantando a economia e a cultura. Deste modo, conquistaremos a soberania e a independência completas, levaremos ao pais e nação a prosperidade.
A fim de intensificar a luta contra os detritos do imperialismo japonês e construir com êxito uma nova Coreia democrática é preciso que toda a nação forme uma união monolítica. Se não se une a nação inteira e cada qual atua à sua maneira, não será possível superar as dificuldades que surgem em nosso avanço nem lograr êxito na causa da construção do país.
Porém, não tentemos nos unir sem princípios simplesmente pela união de toda nação. É nosso dever unir todos os patriotas, porém excluir os reacionários como os lacaios do imperialismo japonês e os traidores da nação, que menosprezam os interesses do povo.
Agora, os reacionários trabalham com astúcia para minar a unidade de nosso povo e dividir a nossa nação. O comprova patentemente o recente incidente estudantil de Sinuiju.
Logo que recebi a notícia do alvoroço armado pelos estudantes em Sinuiju, me dirigi para lá. Chegando lá, perguntei aos estudantes por que haviam procedido assim, ao que me responderam que não sabiam exatamente o que faziam. O incidente não foi obra dos próprios estudantes, mas uma provocação dos reacionários, que instigaram entre bastidores os estudantes ingênuos.
É uma grande lástima que tenha ocorrido um incidente deste caráter quando a nação inteira deve estar unida na construção do país. O incidente estudantil de Sinuiju mostra que nossa nação não está unida todavia. Isso envergonha a nação.
É preciso salientar também o dano que provoca um incidente como esse que obrigou compatriotas a lutar entre si no inicio da construção do país. As ações como a dos promotores do incidente estudantil de Sinuiju são reacionárias ao extremo e tem como objetivo minar a união da nação e nos impedir de edificar um Estado democrático, soberano e independente, e se assemelham, no fim das contas, o proceder dos vende-pátrias que em outro tempo entregaram o país aos imperialistas japoneses.
Vocês, companheiros estudantes, deverão se opor resolutamente a estos reacionários, que impedem a unidade de nosso povo e obstaculizam a construção do país, e trabalhar ativamente pelo bem da pátria, da nação e das massas trabalhadoras.
Os jovens estudantes devem ter bom conhecimento do que é o Partido Comunista.
Entre a população circula hoje um rumor que desacredita o Partido Comunista, porém seus autores são reacionários e algumas pessoas que não sabem bem o que é o comunismo.
O comunismo é uma ideologia que propõe estabelecer uma sociedade onde as massas populares possam viver livre e felizmente. Por isso, eu venho apoiando o comunismo desde minha infância.
Estudando em minha época de aluno, refleti muito sobre a sociedade injusta onde o onde oprime e explora o homem, e tomei a firme decisão de lutar pela liberdade e felicidade do povo. Vocês também, companheiros estudantes, terão pensado o mesmo se leram muitos livros e analisaram a fundo os fenômenos sociais. O Partido Comunista é o mais progressista e revolucionário que luta precisamente contra toda forma de exploração e opressão, para construir uma sociedade nova, democrática, onde todo o povo viva bem e seja feliz.
Porém, como é possível falar mal do Partido Comunista? É errôneo desacreditá-lo pela razão de que alguns sujeitos malignos cometam atos injustos que denigram seu nome. Por nossa experiência acumulada no curso da luta que pela pátria e povo viemos empreendendo até hoje, estamos convencidos de que o Partido Comunista não é um mal e que não se poderá construir um Estado democrático, plenamente soberano e independente se o povo inteiro não lhe presta seu absoluto apoio.
Sem a acertada liderança do Partido Comunista não é possível de nenhuma maneira alcançar a vitória na revolução. O podemos constatar claramente também através dos fatos históricos de nosso país.
Tomemos como exemplo o caso do Movimento de 1 de Março. Foi uma luta antijaponesa de toda a nação. Todo o mundo ficou admirado com o estalar desse movimento. Então, o povo coreano combateu valentemente contra o imperialismo japonês, dando vivas à independência em todas partes e rincões do país. Embora toda a nação tenha se posto de pé na luta contra o imperialismo japonês, o movimento se viu fracassado. Por que? A causa reside também no isolamento, em haver sido levado cabo sem o apoio internacional, porém, majoritariamente, porque não estava organizado, atuava disperso, com espontaneidade, por falta de um partido revolucionário das classes despossuídas, capaz de dirigir com acerto o movimento revolucionário das massas em nosso país.
Mesmo depois do fracasso do Movimento de 1 de Março se produziram em nosso país muitos movimentos antijaponeses de massas que tomaram diversas formas, porém todos acabaram no fracasso por não contar com a direção adequada de um partido revolucionário das classes despossuídas.
A lição importante que tiramos desta história dos movimentos revolucionários é que para construir um novo Estado democrático, as amplas massas devem se organizar sob a liderança do partido revolucionário e apoiá-lo ativamente.
Que agora alguns tenham uma ideia equivocada acerca do Partido Comunista tem muito a ver também com o fato de que os elementos malignos infiltrados nele tratam de satisfazer seus próprios interesses e de impor sua autoridade. Nas filas do Partido Comunista não tem cabimento os elementos espúrios que violam os interesses do povo. Hoje, quando o Partido Comunista completa dois meses, vai aumentando gradualmente o número de autênticos militantes que lutam ativamente pelo bem do povo e se intensifica o trabalho de sua consolidação, devido ao qual os elementos espúrios que nele se infiltraram não tardarão em ser expulsos.
Todos vocês, companheiros estudantes, devem prestar apoio ativo ao Partido Comunista e marchar resolutamente pelo caminho que ele indica, tendo uma compreensão justa sobre ele.
Também, é importante ter uma justa compreensão do comitê popular.
Este é o órgão do Poder de nosso povo. Se queremos criar um órgão central do Poder e construir uma nova Coreia democrática, devemos, como é devido, nos esforçar para constituir solidamente os comitês populares locais e elevar seu papel.
Pode ser que nos comitês populares que existem em todas as localidades tenham se infiltrado os elementos de má fé, porque se organizaram não mediante eleições de todo o povo, por causa da complicada situação criada depois da libertação. Porém não é por isso que se deve opor-se aos comitês populares, mas expulsar deles os elementos espúrios e constituí-los com pessoas de boa fé. Vocês, companheiros estudantes, devem apoiar os órgãos do Poder popular e contribuir ativamente para sua consolidação. Igualmente, devem ter uma correta atitude para com os órgãos de segurança.
Nossos organismos de segurança protegem a vida e os bens do povo e procuram a tranquilidade e a ordem da sociedade, cuidam da vida feliz do povo. Se em certos organismos de segurança há quem cumpra mal esta missão, serão tomadas medidas para corrigi-lo. Porém, se não procedem assim e desacreditam tais organismos, seria um erro. Nós devemos procurar que nestes organismos ingressem os melhores homens e ajudar-lhes a cumprir bem o serviço de segurança.
Para contribuir ativamente à construção de uma nova Coreia os estudantes devem ter uma correta visão política. Do contrário, podem ser enganados pelos reacionários, quando estes manobram febrilmente recorrendo a todos os meios para desprestigiar os nossos quadros, que estão empenhados na construção do país. Os estudantes não devem deixar-se enganar pelos reacionários que atuam raivosamente para satisfazer seus interesses pessoais e obstruem o trabalho de construção do país.
Devem se esforçar sem cessar para elevar seu nível de consciência política para, com uma ampla visão, saber analisar e apreciar bem todos os problemas e manter uma posição e atitude justas a respeito.
Uma das tarefas importantes que devem assumir hoje os jovens estudantes é participar ativamente no trabalho de educação das massas. Para a boa marcha do trabalho de construção do país devemos ilustrar, conscientizar as amplas massas populares. Somente quando, com um intenso trabalho entre eles, façamos que tenham uma ideia clara do caminho que a Coreia deve tomar e as tarefas revolucionárias que afrontamos, poderão então incorporar-se com consciência à obra de construção do país e trabalharão com toda sua energia e inteligência para a construção de uma nova Coreia.
Portanto, os companheiros estudantes, que são jovens intelectuais, devem participar ativamente no trabalho de educar as massas a fim de construir um Estado democrático, progressista, em vez de gritar simplesmente vivas à independência. Vocês devem visitar as fábricas e o campo, ensinar o alfabeto às massas, explicar e propagar bem que Estado necessitamos e como atuar para a feliz marcha do trabalho de construção do país. Devem lograr desta maneira que as massas populares se alcem à edificação de uma nova Coreia.
Companheiros estudantes:
Hoje, os jovens estudantes tem pela frente tarefas revolucionárias muito importantes. Para levar a cabo com êxito estas duras porém honrosas tarefas que assumem na construção da nova Coreia, devem todos se unir monoliticamente.
Firmemente unidos todos sob a bandeira da União da Juventude Democrática, devem contribuir com tudo que tem à construção de uma nova pátria democrática.
Eu espero que vocês, companheiros estudantes, trabalhem decididamente junto conosco pela construção de um Estado democrático, soberano e independente.
Máximo Dirigente Kim Jong Un felicitou o Presidente do Paquistão
O Presidente da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, Kim Jong Un, enviou no dia 23 uma mensagem de felicitação ao Presidente da República Islâmica do Paquistão, Arif Alvi.
O texto assinala como segue:
"Me alegro ao enviar cálidas felicitações a Vossa Excelência e ao governo e povo da República Islâmica do Paquistão com motivo do Dia do Paquistão, festa nacional de seu povo, em nome do governo e povo da RPDC.
Convencido de que se consolidarão e se desenvolverão ainda mais no futuro os laços de amizade e cooperação entre ambos países que tem longa tradição, faço sinceros votos pelo progresso e prosperidade do amistoso povo de seu país."
ACNC aconselha o Japão a liquidar seus crimes do passado
Atualmente, muitos países aspiram a estabelecer novas relações arrependendo-se de seus erros do passado. O rei da Holanda pediu desculpas oficialmente, durante sua recente visita à Indonésia, pelos atos de extrema violência perpetrados durante a dominação colonial sobre o país asiático.
Ao dizer que não se pode apagar a história do passado, o monarca expressou que reflete seriamente sobre os crimes de seu país compreendendo profundamente que os indonésios vítimas daquele tempo sofrem até agora as penas e a tristeza.
Esta notícia faz propício comparar a atitude do Japão que não dá nenhum passo adiante no mesmo tema.
O país insular deve pedir desculpas de joelhos e indenizar por seus tremendos crimes perpetrados no passado contra toda a humanidade e, em particular, o povo coreano.
Todavia, desde sua derrota na Segunda Guerra Mundial até a data, não reconhece sequer seu expediente criminal e, pelo contrário, faz todo o possível para justificá-lo.
Durante a colonização japonesa de quase meio século, a nação coreana se viu obrigada a sofrer desgraças e penalidades mais cruéis do mundo e imperdoáveis até a data.
Porém, os reacionários japoneses inculcam a hostilidade à Coreia e a ideia militarista nas novas gerações mediante a cínica tergiversação da história, dizendo que "a colonização ajudou a modernização da Coreia" e que "a guerra do continente do século passado foi um aporte à paz e segurança da Ásia".
O mais perigoso é o fato de que eles andam desesperados pela conversão do país em uma potência militar e pela expansão territorial a ultramar com o argumento desafiante de que "sua derrota na guerra foi por conta de debilidade de força".
Se o Japão sonha todavia em ser "caudilho" ignorando a advertência da sociedade internacional e eludindo continuamente a liquidação do passado, lhe corresponderá o destino de destruição definitiva.
O Japão deve pedir perdão e indenizar sinceramente por seus crimes em detrimento da nação coreana e da humanidade, parando suas ações estúpidas que demonstram baixeza moral a todo o mundo e entenebrecem o próprio futuro.
Rodong Sinmun exige a todos a observar bem as leis e regulamentos do Estado
"A realidade de hoje em que se empreende energicamente a arremetida frontal para materializar as resoluções da V sessão plenária do VII período do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, exige a todos os habitantes observar estritamente as leis e regulamentos do Estado."
Adianta o diário Rodong Sinmun em seu editorial desta segunda-feira (23) e prossegue:
"É uma obrigação cívica respeitar e observar voluntariamente as leis do Estado na sociedade socialista.
A lei exige de por si o cumprimento incondicional.
Se uns as cumprem e outros não, isso acarretaria em graves influências sobre a existência e o desenvolvimento de um Estado.
Resulta mais importante o cumprimento das leis e regulamentos do Estado hoje em dia quando nosso povo supera com a arremetida frontal todos os obstáculos que impedem seu avanço.
Está vinculada com esse trabalho a luta para consolidar ainda mais as trincheiras revolucionária e classista e para lograr novas vitórias em todos os domínios da construção socialista.
Quando se observem as leis e procedimentos do Estado, se poderá alcançar êxitos nas tarefas para potencializar a base da economia nacional independente e reativar todas suas esferas ao mobilizar todas as potencialidades produtivas e para por em pleno manifesto a superioridade e vitalidade do socialismo ao estilo coreano e estabelecer o modo de vida socialista e a disciplina moral.
Sobretudo, esse assunto cobra maior importância e caráter político na atual campanha frente ao COVID-19 que exige a todos proceder segundo o estabelecido pelo sistema estatal de prevenção emergente."
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