sábado, 22 de agosto de 2026

Balanço das eleições dos membros dos Comitês Populares de todos os níveis e as tarefas centrais posteriores

Informe do camarada Kim Il Sung à XXX Sessão do Comitê Popular da Coreia do Norte

22 de março de 1947

Nos quatro meses transcorridos de 3 de novembro do ano passado a 5 de março deste ano, a população norte-coreana realizou um grande trabalho de significado nacional. Nesse período, o povo elegeu por si mesmo, de acordo com a lei das eleições democráticas, seus representantes para os órgãos do Poder popular em todos os níveis, desde o central até os inferiores, concluindo assim com êxito o trabalho de consolidação legal dos comitês populares de todos os níveis. Trata-se de um acontecimento de grande importância, que possui significado não apenas na vida política da população do Norte, mas também no desenvolvimento histórico da Coreia.

As eleições democráticas deram motivo para fazer o balanço, ou a verificação geral, de todas as realizações de nosso povo, agora livre, em sua vida política durante o último ano e meio. Demonstraram, igualmente, de maneira clara aos povos de todo o mundo, quem hoje verdadeiramente luta na Coreia pela soberania e independência da nação coreana e por seu desenvolvimento democrático, cujo trabalho o povo coreano aprova e apoia e a quem segue com confiança.

Já passou o tempo em que alguns faziam “carreira” ou se apresentavam como “patriotas” com “discursos”, “declarações” ou “promessas”. Agora é tempo de os trabalhadores políticos da Coreia darem respostas claras a estas solenes perguntas da nação, a este clamor das massas populares: “O que fizeram?” “O que estão fazendo?”

Com as eleições dos membros dos comitês populares de todos os níveis, demos uma resposta muito clara a estas questões levantadas pela nação. A elevada atividade política e o fervoroso entusiasmo patriótico manifestados pelas massas populares nas eleições dos comitês populares, os órgãos do Poder popular, foram precisamente essas respostas.

Nas eleições dos membros dos comitês populares de província, cidade e condado, realizadas em 3 de novembro do ano passado, votaram 99,6% de todos os eleitores, dos quais 96% votaram nos candidatos apresentados pela Frente Unida Nacional Democrática. Nas eleições dos membros dos comitês populares de comuna (ou bairro), realizadas este ano, participaram da votação 99,85% do eleitorado, dos quais 86,63% votaram a favor, e, nas eleições dos membros dos comitês populares de cantão, votaram 99,98%, dos quais 96,2% a favor. Particularmente, nas assembleias gerais de eleitores realizadas em 24 de fevereiro passado, para apresentar candidatos a membros dos comitês populares de comuna (ou bairro), destacou-se o entusiasmo político dos camponeses, que desmascararam os ociosos e elementos nocivos que tentavam infiltrar-se nos órgãos rurais do Poder popular e promoveram ativamente como candidatos os verdadeiros representantes do povo trabalhador.

O que tudo isso nos diz?

Isso é testemunho de que toda a população do Norte da Coreia apoia plenamente a política e o trabalho do comitê popular, confia-lhe absolutamente toda a sua felicidade e seu destino, apoia-o ativamente e participa diretamente na administração e no exercício do Poder popular. Em particular, o resultado das recentes eleições demonstra concretamente a atitude das massas camponesas politicamente despertas em relação ao Poder popular, massas que experimentaram na vida prática que precisamente o Comitê popular, que não apenas lhes deu terra, liberdade e direitos, mas que também pode garanti-los para sempre, é o próprio poder do povo.

Quanto ao fato de que os comitês populares de todos os níveis da Coreia do Norte não são o poder de outros, mas autenticamente do povo, que defendem consequentemente seus interesses e lutam por eles, sendo um poder estreitamente ligado às amplas massas populares de todas as classes e camadas, são reveladores os seguintes números do resultado das eleições dos membros dos comitês populares de cantão, realizadas em 5 de março passado.

A composição social dos membros eleitos dos comitês populares de cantão divide-se da seguinte forma:

Operários 1121 — 8,33%

Camponeses  7795 — 57,97%

Funcionários 3901 — 29%

Intelectuais  310 — 2,3%

Comerciantes  228 — 1,6%

Empresários  48  — 0,35%

Religiosos 40 — 0,29 %

Ex-proprietários de terras 1  — 0,07

Segundo o sexo, divide-se da seguinte forma:

Homens 11458 — 85,23%

Mulheres  1986 — 14,77%

Esses números demonstram onde está a fonte da força inesgotável do comitê popular e em que se baseiam sua grande vitalidade e seu prestígio inabalável.

Somente o poder que desfruta do apoio absoluto das amplas massas populares de todas as classes e camadas e que é exercido diretamente por elas pode existir em nossa pátria, conduzir nosso povo à vitória e forjar o futuro de nossa nação. O Comitê popular é uma firme base política para o desenvolvimento democrático de nosso país.

O Congresso dos Comitês Populares de Província, Cidade e Condado, inaugurado em 17 de fevereiro passado, ratificou legalmente toda a política e todas as leis apresentadas pelo Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte durante o ano passado e constituiu a Assembleia Popular da Coreia do Norte, órgão supremo do Poder da Coreia do Norte. Essa Assembleia, composta por representantes do povo, formou o Comitê Popular da Coreia do Norte, o órgão executivo supremo.

Dessa maneira, por meio de eleições democráticas, instituímos e consolidamos legalmente todos os organismos de poder, desde os mais inferiores até o central. Os comitês populares de todos os níveis da Coreia do Norte, como órgãos de poder eleitos em sua totalidade pelo próprio povo, têm a obrigação de apresentar relatórios de seu trabalho ao povo, que é quem o avaliará e controlará. Agora nenhuma outra força, salvo as massas populares, pode tocar no comitê popular ou intervir em seu trabalho, dissolvê-lo ou substituí-lo por outro.

O destino dos coreanos foi, é e será decidido pela aspiração, pela vontade e pela força do povo, e de modo algum será manipulado à vontade por qualquer outra força. Que compreendam isso claramente aqueles que demonstram demasiado “interesse” e “ambição” em relação à questão da Coreia.

Não devemos esquecer nem por um instante que o enorme trabalho das eleições para os órgãos do Poder popular foi realizado em meio a uma aguda luta contra todo tipo de intrigas dos reacionários. Como sabem melhor do que ninguém que o fortalecimento de nosso Poder popular e sua consolidação legal significam para eles um golpe mortal, os reacionários promoveram todo tipo de manobras e ações frenéticas para fazer fracassar a campanha eleitoral. Em uma região da província de Kangwon, mobilizaram terroristas armados e assaltaram o local de votação, fato que basta para mostrar quão violentamente os inimigos agiram com o propósito de fazer naufragar o trabalho eleitoral.

Aproveitando-se das dificuldades econômicas do país, os reacionários também tentaram instigar os camponeses a se oporem ao Poder popular e intimidar os eleitores com o boato de que “em março o regime mudaria”. É verdade que no mês de março muitas coisas mudaram na Coreia do Norte, mas não como queriam os reacionários, e sim no sentido de que o Poder popular se fortaleceu ainda mais, a vitória do povo foi solidamente assegurada, os reacionários sofreram uma derrota esmagadora e se aproximou ainda mais o dia da completa soberania e independência democráticas de nossa nação.

Nosso país deve mudar mais rapidamente e melhor no futuro. Em outras palavras, deve transformar-se ainda mais pelo esforço do povo e de acordo com sua vontade e suas aspirações. Devemos transformar nosso país em um país verdadeiramente do povo, em um país democrático, eliminando quanto antes todos os detritos pró-japoneses, reacionários e demais resíduos da velha sociedade.

Devemos aguçar especialmente a vigilância contra aqueles que, infiltrados nos partidos democráticos, realizam um trabalho de sabotagem sob a máscara de militantes. Esses elementos subversivos tentaram minar a Frente Unida Nacional Democrática fomentando a discórdia entre os partidos políticos, incitando-os a entrar em conflito uns com os outros; aproveitaram seus cargos de responsabilidade para induzir os eleitores a depositar o voto na urna negra e até aumentar o número dos votos contrários, semeando a confusão no procedimento eleitoral. Mas, apesar do que pretendiam os elementos subversivos, os eleitores apoiaram o comitê popular e votaram nos autênticos representantes do povo.

Os reacionários devem saber que o povo coreano não é o imbecil que eles imaginam. Hoje, as massas populares da Coreia sabem bem, pela experiência da vida, quem realmente luta em defesa de seus interesses e quem os viola. Por mais que os elementos reacionários tentem enganá-lo com discursos bajuladores e seduzi-lo com "magia", nosso povo não cairá nessa armadilha, mas sabe melhor do que ninguém de que maneira deve “receber” os elementos subversivos.

Quanto mais próximo veem seu fim, mais cinicamente os elementos reacionários se lançam contra nós. Por isso, devemos aguçar ainda mais a vigilância diante de todo tipo de atos subversivos dos reacionários e travar uma luta decidida contra a espionagem por meio de um movimento de massas. Se alguém permanecer sentado, indiferente e ocioso, cantando vitória, embriagado pelos êxitos já alcançados, cometerá um grave erro no trabalho. É verdade que triunfamos na luta pela construção da nova pátria e que estamos triunfando e triunfaremos também no futuro. Entretanto, não devemos esquecer que só alcançaremos a vitória final quando esmagarmos completamente todos os reacionários. Nosso povo deve desenvolver com maior tenacidade e energia a luta contra os reacionários.

Até agora, a população da Coreia do Norte trabalhou muito, superando diversas dificuldades para estabelecer um Estado soberano e independente; nesse processo, alcançou grandes êxitos. Mas nossa missão não termina aí; temos diante de nós tarefas maiores, mais difíceis, porém mais honrosas.

Hoje, nosso povo se defronta com a tarefa combativa de estabelecer firmemente a base material do comitê popular, o poder do povo consolidado legalmente.

A população norte-coreana está trabalhando para cumprir o plano da economia nacional proposto para 1947, assumindo-o como uma tarefa de construção econômica necessariamente imposta pelo desenvolvimento da revolução. Que nossos funcionários se esforcem ao máximo para melhorar prontamente o bem-estar material e cultural das massas populares e estabelecer as bases econômicas de um Estado soberano e independente.

Nosso povo deve construir sem falta um Estado soberano e independente, rico e poderoso. Para construí-lo, não há outro caminho senão estabelecer as bases da economia nacional, recuperá-la e desenvolvê-la. Uma nação não pode edificar um Estado soberano e independente se não estabelecer as bases de uma economia nacional independente, se não desenvolver sua economia nacional.

Tratar de construir um Estado soberano e independente sem construir uma economia nacional também independente é o mesmo que querer edificar um castelo sobre a areia, o que, no fim das contas, não passa de uma fantasia.

Agora, na Coreia do Sul, os reacionários estão subordinando a economia nacional ao capital monopolista estrangeiro, destruindo e enfraquecendo deliberadamente suas bases. Precisamente este é um dos aspectos mais característicos e essenciais do conteúdo da ação de traição à pátria da reação sul-coreana.

Hoje, cumprir ou não a tarefa da construção econômica na Coreia do Norte é uma questão muito importante, da qual depende que nosso povo institua ou não um Estado soberano e independente.

Durante o tempo transcorrido, nosso povo aprendeu como instituir o Poder popular, exercer sua direção e consolidá-lo. Foi, de fato, a tarefa mais importante que a população da Coreia do Norte teve até agora. Nosso povo vem cumprindo-a com êxito. Mas ainda não aprendeu bem como deve construir, dirigir e desenvolver a economia nacional. Embora seja verdade que durante esse período tenha se esforçado muito para resolver esse problema, ainda não deu mais que o primeiro passo nessa direção.

O objetivo mais importante que hoje temos de alcançar consiste em restaurar e desenvolver a economia nacional. É desnecessário dizer que se trata de um propósito muito difícil, porém glorioso. Temos de alcançá-lo sem falta e vitoriosamente.

A população da Coreia do Norte é hoje dona do Estado e ela mesma exerce o poder. Portanto, é lógico que nosso povo também saiba construir e dirigir a economia nacional.

Temos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para cumprir o plano da economia nacional, que se apresenta neste momento como a tarefa mais urgente.

A condição fundamental para assegurar com êxito o desenvolvimento da economia nacional é, antes de tudo, fazer com que todo o povo trabalhador compreenda e assimile profundamente a tarefa de construir a economia. Em outras palavras, que tenha consciência ideológica dessa tarefa. A importante tarefa combativa da construção econômica só será cumprida com êxito quando o povo trabalhador a aceitar conscientemente e desenvolver amplamente seu espírito independente e criador. Se não forem postos em ação sua consciência, seu senso de responsabilidade, seu espírito de sacrifício e sua firmeza, não se pode conceber a recuperação nem o desenvolvimento de nossa economia nacional.

A realização do plano da economia nacional de 1947 é tarefa combativa de todo o povo e dos partidos políticos e organizações sociais de caráter democrático da Coreia do Norte. Temos de realizar bem o trabalho de organização, para incorporar todo o povo à tarefa de cumprir este plano. As massas populares devem participar unanimemente dela, e os funcionários devem colocar-se à frente e trabalhar ativamente para dar exemplo às massas no cumprimento das metas do plano atribuídas aos seus respectivos setores. Os comitês populares de todos os níveis devem desenvolver uma boa atividade para cumprir este plano econômico, organizando e mobilizando o povo trabalhador.

Os maiores inimigos na organização e direção do cumprimento do plano da economia nacional são a hesitação e o desânimo, a sabotagem e a irresponsabilidade. Na indústria, há pessoas atrasadas que já hesitam e se desanimam, dizendo: “O plano da economia nacional de 1947 é bom, mas não se vê a possibilidade de sua realização”. Todos os funcionários devem prestar especial atenção à administração econômica e dedicar grandes esforços à eliminação das práticas errôneas existentes nela. É necessário expulsar decididamente os elementos vacilantes e sabotadores dentre os responsáveis econômicos, reorganizar e completar o quadro destes não apenas com trabalhadores fiéis política e ideologicamente, mas também dotados de elevado entusiasmo e senso de responsabilidade no trabalho.

Os funcionários devem dedicar grande empenho ao domínio de seu trabalho. Devem conhecer bem suas obrigações, estudá-las profunda e constantemente e desempenhar um papel exemplar à frente das massas, no próprio local de trabalho.

É necessário que não apenas as fábricas e empresas de todos os ramos da economia nacional, mas também cada operário, elaborem seu próprio plano detalhado para cumprir as tarefas que lhes cabem no plano geral. É preciso que a economia seja administrada e dirigida segundo o princípio de investir os fundos principalmente no aumento da produção, eliminar totalmente os desvios e desperdícios e economizar tanto quanto possível.

Devemos eliminar decididamente as práticas de apropriação dos bens do Estado, opor-nos aos atos irresponsáveis de sabotagem e implantar, sem falta, o sistema de responsabilidade em todos os ramos, em todas as fábricas e empresas. Implantar um rigoroso e consequente sistema de responsabilidade é uma condição importante para acabar com todo tipo de fenômenos de sabotagem, desordem e malversação e cumprir devidamente os objetivos do plano. É preciso fazer com que todos, desde os quadros dirigentes até os operários da base do setor industrial, assumam absoluta responsabilidade por seu trabalho e pelo cumprimento do plano, por seu local de trabalho e por sua máquina. Que nunca ocorram com ninguém casos de irresponsabilidade em relação ao trabalho assumido.

Em seguida, é preciso estimular ainda mais a atividade pelo aumento da produtividade do trabalho.

Para aumentá-la, é necessário, em primeiro lugar, melhorar a organização do trabalho.

Abandonemos quanto antes os métodos caducos, passageiros e formalistas de organização do trabalho, para criar outros mais racionais, mais adequados às novas condições e às exigências do desenvolvimento da realidade. É preciso acabar rapidamente com o desperdício de mão de obra decorrente da falta de fundamentação científica e de responsabilidade na organização do trabalho. É urgente tomar medidas apropriadas para prevenir a flutuação da mão de obra.

Em segundo lugar, é preciso fazer observar rigorosamente a disciplina do trabalho.

Somente o trabalho baseado em uma disciplina boa e saudável pode imprimir um novo desenvolvimento à economia nacional. Também no período do imperialismo japonês falou-se muito da necessidade de observar a disciplina do trabalho, mas isso não passou de uma ridícula palavra de ordem que não podia ser posta em prática. Porém, nas condições atuais, quando o povo trabalhador é dono do Estado, é possível estabelecer uma disciplina do trabalho baseada na boa-fé. Reforçar essa disciplina é uma exigência imperiosa para recuperar e desenvolver o país e aproximar nossa vitória. Procuremos, pois, estabelecer uma rigorosa disciplina do trabalho, eliminando completamente entre os trabalhadores as atitudes de ociosidade, indisciplina e negligência no trabalho.

Em terceiro lugar, é preciso organizar bem a emulação pelo aumento da produção.

Isso é vitalmente necessário para cumprir e superar o plano da economia nacional e elevar a produtividade do trabalho. É preciso compreender que isso não constitui apenas um bom método para organizar e mobilizar os ativistas, mas também possui grande significado na educação dos trabalhadores.

Fazer com que os ramos atrasados aprendam com os que estão mais adiantados e que todos compitam para ser os primeiros, premiando os ramos exemplares na produção e aqueles que melhor trabalham e divulgando amplamente suas realizações exemplares, é um método exigido pelo novo desenvolvimento da economia. Devemos organizar amplamente, por métodos democráticos e apelando à consciência dos operários, a emulação pelo aumento da produção entre fábricas e empresas, entre os processos de uma mesma fábrica e entre as pessoas de um mesmo processo.

Em quarto lugar, é preciso elevar prontamente o nível político e cultural dos operários, intensificando sua educação.

Quando os operários tiverem consciência de que trabalham não apenas para suas necessidades imediatas, mas também para o futuro, para os interesses e a felicidade de todo o povo, e quando compreenderem profundamente que trabalhar para o Estado é precisamente trabalhar para seu próprio bem e bem-estar, a produtividade do trabalho se elevará incessantemente. Em outras palavras, quando todos os operários trabalharem conscientemente, compreendendo que o fazem não apenas pelos interesses individuais e imediatos, mas também pelos interesses do Estado e do futuro, disso emanará uma grande força, todas as dificuldades serão superadas com êxito e a economia nacional se desenvolverá mais rapidamente. Nossos funcionários devem prestar especial atenção à educação política dos trabalhadores.

Em quinto lugar, é preciso orientar os operários a esforçarem-se para aprender a técnica.

A divulgação dos conhecimentos técnicos é hoje uma questão de máxima importância. Não devemos apenas formar técnicos nas escolas e nos centros de cursos, mas também criar possibilidades para que os operários aprendam bem a técnica trabalhando efetivamente em seu local de trabalho. Os comitês populares devem criar todas as condições para que eles possam aprender a técnica. E os técnicos, ainda confinados em seus escritórios, devem sair prontamente para o local de produção. Devem saber que esta é hoje uma exigência urgente da pátria.

Atualmente, a Coreia do Norte entrou na etapa de profundas mudanças históricas em seu desenvolvimento. Essas mudanças históricas nos colocam diante de novas tarefas que exigem também novos métodos.

A fim de cumprir o plano da economia nacional de 1947, temos de mobilizar sem reservas a inteligência e o fervor de todo o povo, para o que é necessário estabelecer um novo regime e uma nova ordem e criar novos métodos de trabalho. Eliminando todos os métodos de trabalho antiquados, arraigados nos costumes de outros tempos e que se desvirtuam conforme as circunstâncias, devemos organizar o trabalho com base em métodos criadores, em novos métodos populares, apoiando-nos firmemente no povo trabalhador.

Os comitês populares de todos os níveis devem ter bem presente que o cumprimento desta grande tarefa histórica é hoje o que nossa pátria exige e constitui o caminho para realizar a importante missão que as massas populares confiaram aos nossos funcionários.

Nenhum comentário:

Postar um comentário