Mesmo após sua derrota na Segunda Guerra Mundial, os reacionários japoneses reprimiram os coreanos residentes no Japão e violaram cruelmente seus direitos humanos, recorrendo a uma política hostil ao povo coreano.
Eles instituíram e proclamaram a “Lei de Registro de Estrangeiros” com o objetivo de registrar todos os coreanos, que representavam 90% dos estrangeiros residentes no Japão, oprimi-los e expulsá-los à força quando necessário.
Com base nisso, vigiavam e impediam a permanência dos coreanos no Japão, bem como sua entrada e saída do país, valendo-se de toda sorte de pretextos injustos.
Sob o pretexto de “detenção de clandestinos”, maltratavam ou matavam os coreanos.
Somente em 1946, prenderam mais de 26 mil coreanos, levaram-nos para campos de concentração em Kyushu e assassinaram centenas deles entre abril e agosto, depois de submetê-los a insultos.
Em 7 de setembro de 1947, um grupo violento japonês, instigado pelo governo, atacou mais de 40 coreanos na cidade de Kitami, em Hokkaido, dos quais dois morreram e cinco ficaram gravemente feridos.
Tais atrocidades continuaram ano após ano.
Na década de 1960, foram registrados, um após outro, assassinatos de coreanos em cidades das prefeituras de Saitama e Nara e em outras localidades do país insular.
Entre as frenéticas manobras chauvinistas do Japão figuravam também os ataques e a destruição das moradias dos coreanos.
Agência Central de Notícias da Coreia

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