quarta-feira, 3 de maio de 2023

China critica a posição dos títeres sul-coreanos a respeito do problema de Taiwan


Recentemente, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China assinalou como segue a respeito de que Yoon Suk Yeol soltou disparates sobre o problema de Taiwan em uma entrevista concedida à agência Reuters do Reino Unido.

No mundo só há uma China e Taiwan é uma parte inseparável do território chinês.

O problema de Taiwan é absolutamente um assunto interno da China e é o interesse essencial entre os interesses importantes da China.

Como a solução do problema de Taiwan é um assunto interno dos chineses, não é permitida a intervenção de outros na conversação.

A causa fundamental da tensão da situação do Estreito de Taiwan nos últimos anos se deve a que os elementos da “independência de Taiwan” da ilha estão empreendendo atividades de separação sob o apoio e tolerância tácita das forças estrangeiras.

Os atos de “independência de Taiwan” e a paz e estabilidade são incompatíveis e há que se opor claramente à "independência de Taiwan” e às intervenções das forças exteriores para defender a paz e a tranquilidade da situação do Estreito de Taiwan e da região.

Por último, o porta-voz exigiu à parte sul-coreana observar estritamente o princípio de uma só China e manejar prudentemente o assunto de Taiwan.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

terça-feira, 2 de maio de 2023

Visita mendigante de Yoon Suk Yeol aos EUA causa rechaço, repúdio e preocupação (3)


Produzem forte indignação, condenação e rechaço na Coreia do Sul a conduta antinacional, vende-pátria e servil às grandes potência e a conduta humilhante, mostradas pelo traidor títere Yoon Suk Yeol em sua visita aos EUA.

Os veículos de imprensa condenaram essa visita como a ofensiva e bélica que vendeu de bandeja os interesses da nação e buscou outra causa para agravar a tensão na Península Coreana e na região.

O jornal Hangyore escreveu como segue:

Yoon Suk Yeol causou a instabilidade da Península Coreana e da região e produziu somente o forte rechaço e a grande oposição dos países vizinhos ao dar importância a fortalecer a aliança com os EUA e o "dissuasivo ampliado". Se tomamos em conta que ele aceitou integramente a conflitiva lógica de relações internacionais demandada pelos EUA, é difícil acreditar que ele tenha uma compreensão correta da realidade atual da política internacional. Como resultado, será elevada a tensão na região e o pior dos resultados das conversações é que o "governo" de Yoon foi incorporado à "cooperação tripartida" entre EUA, Coreia do Sul e Japão ou à subaliança.

Yoon é o "presidente raro" que amplia a instabilidade da situação da Península Coreana.

Não contente com sua "política sobre o Norte (da Coreia)" caracterizada pela intransigência unilateral, Yoon cria a instabilidade irritando China e Rússia com sua chamada "diplomacia de valor" consistente em assegurar a coordenação com os EUA. Tal proceder é muito ativo e fluido para ser visto como mero produto da pressão dos EUA. Parece que ele é o "soldado da nova Guerra Fria" que leva outra vez ao mundo o confronto entre diferentes campos da época da Guerra Fria. Cabe a dúvida se ele pensou seriamente alguma vez no perigo que correrá diante da população por conta de sua conduta.

Isso foi visto claramente também em sua recente visita aos EUA.

Yoon passou sem vacilação alguma a linha que não haviam cruzado os "governos" anteriores. A "Declaração Conjunta" contém integralmente a linguagem dos EUA e não leva nenhuma frase que tome em conta a situação especial da Coreia do Sul que se dá pelas características geopolíticas da Península Coreana.

Cada vez que ressoe mais alto o coro da "aliança de valor", se elevará ao mesmo tempo a tensão da Península Coreana. Sob o pretexto de "valor", os EUA apresentarão a justificativa de que é necessária a cooperação militar e política entre EUA, Coreia do Sul e Japão de nível de aliança. O que a Coreia do Sul obterá neste processo? Será a possibilidade de controle militar predominante sobre o Norte? Mesmo que o "governo" de Yoon diga que isso é possível, não é mais que uma retórica política. Ainda que prepare o poderoso "dissuasivo ampliado" segundo as características do Norte e a dinâmica internacional, é impossível mudar a atitude do Norte. Pelo contrário, são evidentes as perdas que a Coreia do Sul sofrerá nos domínios de segurança e economia. A paz da Península Coreana provocará grande desafio e a economia sul-coreana receberá um duro golpe devido ao aumento do perigo de segurança.

Está claro que Yoon fez concessões aos EUA em sua  visita, porém não se vê bem o que ele ganhou.

Se é possível tirar uma conclusão, a visita de Yoon aos EUA terminou sem resultados substanciais. Não se viram nenhum interesse nem futuro, embora tenha sido vistosa a delegação que o acompanhou. No futuro, continuará a angústia das empresas sul-coreanas e se elevará a tensão da Península Coreana devido aos artigos de regulamentação de impostos pelos EUA.

Por sua parte, Yonhap News reportou que durante sua visita aos EUA, Yoon Suk Yeol se mostrou partidário dos EUA não só nas relações com estes mas também nos delicados assuntos internacionais como os de Taiwan e Ucrânia pondo ênfase na "diplomacia baseada em valores" nas oportunidades importantes como o diálogo com Biden e o discurso no Congresso estadunidense. Como resultado, provocou a circunstância em que pode aumentar somente a precaução dos países opositores aos EUA.

Prosseguiu que a China já advertiu que tenha prudência na fala e não vá longe demais no caminho perigoso e mal escolhido. Acrescentou que aumenta mais a preocupação de como manejar as relações com China e Rússia.

A agência de notícias publicou também um artigo de um membro da junta editorial, segundo o qual é a tola conduta de Yoon que acreditando cegamente nos EUA, tentam subordinar à segurança a economia sul-coreana.

Ele anda desesperado para manter o poder apoiando-se nos EUA, criticou o artigo e prosseguiu:

EUA é o país capaz de abandonar a aliança em qualquer momento para seus interesses.

Apesar de que já havia sido condenado por sua diplomacia submissa ao Japão, Yoon defendeu os EUA em vez de objetar as escutas ilegais cometidas por este, fato que ofendeu muito a dignidade da nação.

Deixarão furiosos os habitantes a atitude de manter o "poder" sob o amparo dos EUA.

Normalmente, se é efetuada alguma "cúpula", se eleva o apoio ao partido governante. Contudo, quando Yoon visita o exterior, cai a porcentagem de apoio devido à criação de vários perigos.

Yoon falou em inglês nos EUA apesar do antecedente de que havia sido polemizado o uso frequente desse idioma no solo sul-coreano. É uma ideia servil às grandes potências pensar que se eleva o nível se fala em inglês nos EUA.

Enquanto às conversações, vem ao caso este ditado: Muito barulho por nada.

Em seu editorial intitulado "Conversações que estenderam o guarda-chuva nuclear e deram a origem à 'diplomacia unilateral', o jornal Kyunghyang Daily escreveu que é preocupante que a situação tome o rumo de depender dos EUA em tudo e que a Coreia do Sul cai cada vez mais no estado em que não pode recusar nenhuma exigência dos EUA.

Hankuk Ilbo informou que não se deve menosprezar o fato de que o "acolhimento hospitaleiro" dos EUA não é gratuito.

Continuou que Yoon deve escutar seriamente a opinião de que já é preocupante a conta que a Coreia do Sul deve pagar depois da "recepção opípara".

Insistiu em revelar a intenção dos EUA em relação ao fortalecimento da "aliança de segurança econômica" entre EUA e Coreia do Sul.

Dong-A Ilbo publicou um artigo transmitindo havia sido rechaçado o escritório presidencial quando interpretava aos seus caprichos a melhora da capacidade executiva do "dissuasivo ampliado" dos EUA, exagerando o significado da "Declaração de Washington".

Este fato faz recordar o momento no começo do ano quando Yoon foi negado no ato por Biden ao levantar o tema de "exercícios nucleares conjuntos" com os EUA, comentou, e acrescentou que esse caso se limitou a ser uma tragicomédia produzida pela confusão de palavras, porém o presente revelou a diferença de entendimentos.

Por outro lado, os jornais online sul-coreanos publicaram em avalanche os artigos que refletem a indignação da população, tais como "Yoon Suk Yeol é criticado na arena internacional por seu hábito de mentir", "Desaparecidos os interesses e a paz e permanecem só a crise de guerra e a depauperação da vida da população", "Não faz falta um presidente que pensa antes no Japão que na segurança do povo". "´Governo´ de Yoon Suk Yeol tem a culpa das nuvens de guerra que pairam sobre a Península Coreana", etc. 

As manobras de introdução da democracia de estilo estadunidense que são rechaçadas na África


Segundo informes divulgados amplamente pelos veículos de imprensa de Guiné, tais como as agências de notícias da internet, Mosaiqueguinee, Visionguinee, Mediaguinee, etc., recentemente a embaixada estadunidense neste país publicou um artigo que questionou a “realidade democrática da Guiné” na página web da embaixada, e imediatamente depois disso recebeu uma forte condenação por parte da Guiné.

Foi reportado que no artigo intitulado “Adiante à democracia” havia conteúdos que difamavam grosseiramente a situação de democracia da Guiné mencionando que as atividades do Conselho Nacional Transitório da Guiné devem ser dirigidas a devolver a democracia ao povo da Guiné e que os desafios começam desde agora, e outros conteúdos que aconselham que Guiné jamais deve ultrapassar o período transitório de 24 meses e tem que realizar eleições gerais.

Com relação a isso, o ministro das Relações Exteriores da Guiné criticou fortemente a conduta arrogante dos EUA que procedem como se fossem um professor que ensina os alunos, e os círculos político e midiático da Guiné rechaçaram essa conduta expressando que a Guiné independente jamais tolerará a conduta vulgar e o costume intervencionista dos EUA que viola sua soberania.

Como resultado, a embaixada estadunidense, em situação complicada, se viu obrigada a eliminar imediatamente o artigo em questão, e interpretou uma tragicomédia de soltar escusas pobres através de seu porta-voz em uma coletiva de imprensa.

Isso demonstra que se encontram em grande dilema os EUA que há apenas 1 ano ameaçavam os países africanos com o “castigo” se não se colocasse do lado da “democracia” com relação à crise da Ucrânia.

Os EUA estão usando todos tipos de meios enganosos para transplantar a democracia de estilo estadunidense no continente africano.

Isso foi comprovado pelo fato de que, no final de dezembro passado, Biden anunciou que ofereceria muitos fundos de assistência para o desenvolvimento democrático da região africana dizendo que “Se a África logra êxitos, os EUA também logram êxitos e o mundo também.” na Cúpula EUA-África, e que os funcionários de alto escalão dos EUA como os secretários de Tesouro e Estado e o vice-presidente dos EUA visitaram a África um após o outro desde o início deste ano e se deram o ar de benfeitores dispostos a fazer grandes contribuições à melhora da situação da democracia da região.

Contudo, na região não há país que não saiba que a democracia de estilo estadunidense é uma democracia reacionária e saqueadora através da qual um punhado de apoderados e ricos reprimem e exploram os povos pobres e privados de direitos, que ocupam a maioria, e pretendem oprimir e dominar outros países e nações.

A pretensão dos EUA de reproduzir na África o “cogumelo venenoso da democracia” que se converteu em objeto de séria preocupação e condenação incluso no interior do país devido à plutocracia podre, à extrema desigualdade social e ao agravamento das divisões e antagonismos sociais, está muito equivocada.

Recentemente, o Primeiro-Ministro da Burkina Faso, dizendo que uma das principais causas de que em seu país continua durante muito tempo a instabilidade está nas maquinações de introdução da “democracia” dos EUA, declarou que o povo da Burkina Faso escolherá o modo de desenvolvimento democrático de seu estilo e, a respeito da “Cúpula Mundial para a Democracia” realizada pelos EUA no final de março, um veículo de imprensa da República Democrática do Congo revelou que as regiões e países onde foram introduzida a democracia de estilo estadunidense se afundaram sem exceção alguma em massacres, guerras fratricidas e caos socioeconômico e revelou que a “democracia” que os EUA preconizam serve somente para a hegemonia mundial e os interesses dos capitalistas.

É algo sumamente justo que as maquinações de introdução da “democracia” dos EUA que reprime e violam a independência de outros países e nações, recebam críticas e rechaços dos países africanos.

Embora os EUA falem sobre apreço e respeito à África, não há nenhuma terra no continente africano onde possa ser transplantado o “cogumelo venenoso da democracia” dos EUA que germinou no amontoado de cadáveres dos indígenas e foi reproduzido tomando como elementos nutritivos o suor e o sangue dos escravos negros de África.

Os justos esforços dos países africanos pela independência e verdadeira democracia darão sem falta excelentes frutos.

Ri Song Il, membro da Associação Coreia-África

O Japão deve retirar imediatamente o plano criminoso de emissão de águas contaminadas com radioatividade


Aumentam a cada dia as críticas e repulsas do interior e exterior do Japão sobre a tentativa do governo japonês de executar neste ano a emissão das águas contaminadas com radioatividade da central nuclear de Fukushima.

Os trabalhadores da indústria pesqueira do Japão estão se opondo ao plano do governo e da empresa elétrica de Tóquio de emitir as águas contaminadas com radioatividade de maneira unilateral rompendo a promessa proferida em várias ocasiões de não fazer nada sem o entendimento dos relacionados.

Um relacionado da pesca da cidade de Iwaki da prefeitura de Fukushima expressou que, se as águas tratadas são jogadas no mar, a recuperação do estado original da vida dos pescadores será difícil, e criticaram que a explicação do governo é insuficiente e que sua política é a de tapa-buracos.

Por outro lado, em 11 de maio, o conselho de prefeitos da prefeitura de Fukushima decidiu adotar uma resolução especial que demanda ao governo responder sinceramente para que possa obter o entendimento dos cidadãos, refletindo a vontade unânime de 77 cidades de 6 prefeituras da região de Tohoku.

Atualmente no Japão, com respeito ao plano de emissão de águas contaminadas com radioatividade promovida pelo governo, mais de 40% das pessoas expressam rechaço e mais de 90% reconhecem que exercerá uma influência negativa, e não cessam as manifestações de protesto. Estes fatos refletem tal como é a opinião pública do interior do Japão.

Por outro lado, os países vizinhos também estão elevando o alerta sobre a emissão de águas contaminadas com radioatividade do Japão.

A China, advertindo que a decisão de emissão de águas contaminadas com radioatividade acarretará um perigo imprevisível ao ambiente marítimo do mundo, demanda fortemente que o Japão trate as águas contaminadas com radioatividade de uma maneira científica, aberta, transparente e segura cumprindo sinceramente os deveres internacionais.

Na declaração conjunta China-Rússia publicada em 21 de março, também foi expressada uma séria preocupação pelo plano de emissão das águas contaminadas com radioatividade e demandou que o Japão receba monitoramento de longo prazo da Organização Internacional de Energia Atômica e dos países interessados e que proteja efetivamente o ambiente marítimo e os “direitos e interesses de saúde” de todos os povos.

Em meio a isso, ocorreu um caso em que o Japão, que tentou enganar a opinião pública na sessão de ministros do clima, energia e ambiente do G7 como se houvesse obtido apoio dos países membros em relação com a emissão de águas contaminadas com radioatividade, recebeu uma refutação direta que “Não podemos dar boas-vindas à emissão das águas tratadas do Japão”.

Segundo o resultado da pesquisa de um país, 93.21% das pessoas, em escala mundial, rechaçaram firmemente a emissão de contaminadas com radioatividade do Japão.

Sobretudo, 90.28% dos entrevistados disseram que não aparenta ser verídica a declaração do Japão de que eliminou quase por completo mais de 60 tipos de nuclídeos contidos nas águas contaminadas com radioatividade, e 86.45% dos entrevistados criticaram dizendo que o tratamento das águas contaminadas com radioatividade pelo Japão não é científico nem transparente.

O Japão não deve ignorar a séria preocupação da sociedade internacional e tem que retirar imediatamente seu plano criminoso de emissão de águas contaminadas com radioatividade.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

segunda-feira, 1 de maio de 2023

Visita mendigante de Yoon Suk Yeol aos EUA causa rechaço, repúdio e preocupação (2)


A comunidade internacional está condenando com mais veemência os EUA e os títeres sul-coreanos, rompedores da paz, por levar a situação na Península Coreana à beira de uma guerra nuclear e representar uma ameaça à paz e à segurança da região e do resto do mundo.

Um especialista na questão da Península Coreana da Academia de Ciências Sociais de Liaoning da China disse que "se os EUA realmente implantarem armas nucleares ou um submarino com armas nucleares na Península Coreana, é muito provável que isso desencadeie outra crise nuclear", acrescentando que "Washington e Seul devem ser responsabilizados pela provocação."

O especialista disse que, com base no princípio da RPDC de "armas nucleares às armas nucleares e enfrentamento frontal ao enfrentamento frontal", ela poderia tomar algumas medidas sem precedentes em resposta ao ato dos EUA.

Questionando os comentários provocativos do traidor títere Yoon Suk Yeol sobre a questão de Taiwan, o especialista disse que será absolutamente impossível para Seul esperar que a China tolere ou perdoe seus erros.

Um pesquisador de estudos do Leste Asiático da Academia de Ciências Sociais de Pequim da China disse que os EUA e a Coreia do Sul já realizaram exercícios conjuntos e visitas regulares de ativos estadunidenses, e se os EUA derem um passo adiante para implantar armas nucleares, incluindo submarinos com armas nucleares, isso certamente resultará em sérias consequências que não apenas forçarão a RPDC a aumentar seu desenvolvimento de armas nucleares, mas também agravarão as tensões China-EUA, acrescentando que "a implantação de submarinos com armas nucleares dos EUA no região tão próxima do território da China é inaceitável."

Um professor da Universidade de Ciência Política e Direito da China disse que, além da "Declaração de Washington", a "declaração conjunta" de Biden e Yoon contém alguns elementos que são provocativos para a China, acrescentando: "A 'administração' de Yoon fez um cálculo errôneo e arrogante sobre a China."

Um especialista do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências da Rússia referiu-se ao fato de Biden ter feito comentários imprudentes sobre "o fim do regime" durante uma coletiva de imprensa e disse que, embora alguns presidentes dos EUA ameaçassem incessantemente a RPDC e realizassem exercícios, tudo isso se mostrou ineficaz.

O especialista disse que os EUA temem o desenvolvimento da RPDC, e a RPDC está fortalecendo seus elementos militares fazendo preparativos para lançar um satélite e desenvolvendo mísseis mais poderosos e ativos.

O especialista acrescentou que, para os EUA e a Coreia do Sul, isso é um pesadelo.

O jornal chinês Huan Qui Shibao, em um comentário, expressou preocupação com o envio regular de submarinos nucleares da classe Ohio para a Península Coreana. O comentário disse que isso para o nordeste da Ásia é como convidar um lobo para entrar em casa.

Observando que a questão da Península Coreana não foi resolvida por muito tempo devido aos EUA, o comentário disse que a implantação de forças nucleares dos EUA na Península Coreana certamente irritará a RPDC e aumentará a insegurança na Península Coreana. Acrescentou que a Coreia do Sul tomou um caminho errado.

O jornal chinês Global Times publicou um artigo intitulado "Acordos EUA-Coreia do Sul adicionam novo perigo; 'dissuasão estendida' pode desencadear 'outra crise nuclear' na península".

O jornal citou os especialistas dizendo que, mais cedo ou mais tarde, o povo sul-coreano achará a estratégia diplomática imprudente de Yoon "insustentável e autodestrutiva" e o baixo índice de aprovação de Yoon resultará em uma situação política interna mais caótica na Coreia do Sul.

A revista russa "Assuntos Internacionais" disse que a situação na Península Coreana está se deteriorando, acrescentando que embora os EUA e seus seguidores estejam recorrendo a sanções contra a RPDC enquanto realizam continuamente exercícios militares sob o pretexto de "ameaça nuclear do norte", seus movimentos se provaram infrutíferos.

A mídia estrangeira e especialistas também estão ridicularizando Yoon, que alardeou sobre o grande "sucesso" durante sua viagem aos Estados Unidos, como uma "viagem de mãos vazias" e "diplomacia de casca vazia".

A rede chinesa Huan Qiu publicou um artigo de um comentarista de assuntos internacionais intitulado "Um papel vazio chamado 'Declaração de Segurança' que é totalmente livre da 'sensação de segurança'", que dizia que a desagradável visita de Yoon Suk Yeol aos EUA serviu como uma ocasião para fazer com que as pessoas do mundo vejam claramente a causa raiz de uma ameaça real à paz e à segurança no Leste Asiático.

Observou que Yoon Suk Yeol afirmou ter obtido um "compromisso de segurança sem precedentes", descrevendo a "Declaração de Washington" como o maior sucesso que obteve em sua recente visita aos Estados Unidos, mas na verdade o que ele trouxe de Washington foi uma folha de papel vazia chamada "declaração de segurança", que está longe de ser a "sensação de segurança".

Afirmou que a "Declaração de Washington" refere-se à questão dos EUA e da Coreia do Sul estabelecerem o "Grupo Consultivo Nuclear" e realizar exercícios militares frequentes e à questão dos EUA enviarem submarinos nucleares para a Coreia do Sul regularmente, o que a Coreia do Sul considera um "guarda-chuva nuclear".

Continuou que, mas o que a Coreia do Sul ganhou em vez disso é uma conversa vazia "com apenas voz e sem direito de decidir e apenas compromisso nuclear sem compartilhar armas nucleares". Então, qual é o compromisso de segurança sem precedentes e onde ele está? Se houver, pode ser no devaneio de Yoon, como uma nova e esplêndida roupa de imperador.

Disse que para o governo Biden, a “Declaração de Washington” é apenas um cheque que custa pouco e não vale nada. Isso acabará resultando na situação política e militar no leste da Ásia entrando em um "ciclo vicioso" mais incerto, e como isso pode trazer estabilidade na Península Coreana e segurança na Coreia do Sul? É certo que a declaração vai contra a estabilidade e segurança.

Disse que a Coreia do Sul, com extrema instabilidade psicológica e impaciência geopolítica, gradualmente se voltou para agarrar a coxa do mestre estadunidense ao invés da manutenção do equilíbrio estratégico entre China, EUA, Rússia e Japão. A Coreia do Sul acredita que se estiver empatada com os EUA, terá "Jinzhongzhao" (uma das artes marciais da China), "talismã" e "guarda-chuva de proteção" e que "o irmão mais velho protegerá o irmão mais novo".

Apontou que, mas a regra mundial de que "o irmão mais velho protegerá seu irmão mais novo" é, talvez, apenas uma alucinação e, atualmente nas relações internacionais e jogos de azar entre grandes potências, os EUA, que perderam sua capacidade de lidar com situações obtidas na estrutura estratégica mundial, foram forçados a atrair desesperadamente seus aliados de todas as partes do mundo e, sob o pretexto do "valor democrático", envolveram-se na política coletiva enquanto organiza a "luta de gangues" usando pequenos irmãos como a Coreia do Sul. Mas a capacidade de proteção do irmão mais velho há muito tempo foi coberta por uma espessa folha de figueira.

Enquanto isso, a "América em primeiro lugar" e os "interesses em primeiro lugar" constituem o primeiro e principal princípio e consideração da diplomacia dos EUA. E qual posição a Coreia do Sul ocupa nesse ranking de prioridade? A Coreia do Sul nem mesmo se tornará um parente distante em comparação com os parentes anglo-saxões dos EUA.

É melhor a Coreia do Sul pensar em sua posição aos olhos de seu irmão.

O New York Times noticiou que após o "calor" de Biden, Yoon Suk Yeol enfrentará uma sintonia diferente na Coreia do Sul.

Dizendo que não há poucas críticas na Coreia do Sul sobre a "Declaração de Washington", que Yoon Suk Yeol considera como "uma grande vitória" em sua visita aos EUA, com pontos de vista que a consideram como uma "crise prolongada" ao invés de uma "dissuasão estendida", o jornal disse que o motivo principal disso é a implantação dos submarinos nucleares estratégicos dos EUA na Península Coreana que aumenta ainda mais a tensão no nordeste da Ásia.

Disse que as gerações mais jovens, que estão lutando com oportunidades de trabalho cada vez menores na Coreia do Sul, não podem aceitar o resultado da "Declaração de Washington". E, embora houvesse uma preocupação gritante nos últimos meses de que as "Leis de chips e ciência e de redução da inflação" prejudicariam as indústrias da Coreia do Sul, a "declaração conjunta" apenas concordou em "continuar consultas estreitas", disse o jornal, citando um professor universitário que apontou que os sul-coreanos mais jovens não conhecem a expressão "American Pie", mas conhecem a Lei de Redução da Inflação.

O jornal chinês Huan Qui Shibao disse que os comentários dos EUA em uma coletiva de imprensa realizada por Biden e Yoon Suk Yeol após seu "encontro" foram principalmente sobre como os "sucessos" da "Declaração de Washington" promoveriam os interesses dos EUA e a preocupação dos jornalistas eram principalmente sobre assuntos internos dos EUA, observando que os internautas descreviam os interesses da Coreia do Sul como quase nada, constrangendo Yoon Suk Yeol, que insistia na "aliança global".

A Agência de Notícias Xinhua disse que Yoon Suk Yeol visitou os EUA acompanhado por uma delegação econômica de grande escala para aumentar as exportações para os EUA e atrair investimentos por meio de "diplomacia de vendas", mas os EUA tomaram medidas para excluir todas as principais exportações da Coreia do Sul da lista de subsídios.

Um membro sênior do Instituto Cato disse na "Política Externa" que esta "reunião" é uma "vitória vazia para Washington" e que a política dos EUA e da Coreia do Sul em relação à RPDC falhou e Washington precisa mudar sua política em relação à RPDC.

Jornais dedicam editoriais ao 133º aniversário do Dia Internacional dos Trabalhadores


Os jornais centrais do país publicaram nesta segunda-feira (1) seus editoriais dedicados ao 133º aniversário do Primeiro de Maio, o Dia Internacional dos Trabalhadores.

"O Primeiro de Maio manifesta a todo o mundo o ímpeto revolucionário e o poderio combativo dos trabalhadores da Coreia Juche que unidos em torno ao invicto Partido do Trabalho da Coreia, avançam vigorosamente frustrando todas as dificuldades, adianta Rodong Sinmun e continua:

"Os trabalhadores coreanos criaram um modelo no cumprimento da causa da independência das massas populares, a socialista, sob a guia de seus líderes.

O grande Líder camarada Kim Il Sung e o grande Dirigente camarada Kim Jong Il impulsionaram vitoriosamente a revolução e a construção apresentando como donos da revolução as amplas massas populares, inclusive operários, camponeses e intelectuais.

Graças à ideologia, direção e atenção minuciosa dos grandes líderes antecessores, os trabalhadores coreanos puderam assentar o fundamento independente com seus próprios esforços, levantar o inquebrantável Estado socialista e desfrutar de uma vida digna.

O novo século do Juche brilha como um trajeto orgulhoso em que os trabalhadores coreanos mantiveram invariavelmente a gloriosa história e tradição de luta e o espírito revolucionário sob a destacada orientação do Secretário-Geral do PTC, Kim Jong Un.

Tendo este grande homem à frente da revolução, os trabalhadores coreanos puseram em pleno jogo seu espírito revolucionário, capacidade combativa e ímpeto heroico.

À margem da nobre fidelidade e da luta heroica de todos os trabalhadores do país não se pode pensar na era de dar primazia ao nosso Estado nem na dignidade e poderio estatal da Coreia Juche que chegam ao máximo nível.

É poderoso o PTC e a RPDC sai sempre vitoriosa graças aos trabalhadores que dedicam seu sangue e suor patrióticos e seus sinceros esforços pela prosperidade da pátria."

Minju Joson também destaca que é muito promissor o futuro da Coreia Juche, graças aos trabalhadores que fazem esforços sinceros com o desejo de lograr maior vitória com inovações, avanços e ofensivas constantes e tornar-se heróis da época e criadores de milagres na marcha de hoje pelo desenvolvimento e prosperidade integrais do Estado.

O conto de amor que transmitem os trabalhadores comuns


Hoje celebramos o Primeiro de Maio, festa internacional de todos os trabalhadores do mundo.

Desde 1890, quando Primeiro de Maio começou a ser comemorado, até hoje em dia, as massas trabalhadoras do mundo empreenderam uma enérgica luta para eliminar todas explorações e opressões e melhorar sua situação. Contudo, seus desejos de desfrutar plenamente do direito à existência, à liberdade democrática e à vida independente ainda não foram logrados.

Contudo, em nosso país, graças à política de grande amor ao povo do estimado camarada Kim Jong Un, todos os trabalhadores comuns estão participando ativamente nas atividades sociopolíticas como donos do Estado e da sociedade e desfrutando amplamente do direito ao trabalho e, ademais, gozam com prioridade de todas as condições de vida.

Através do conto de amor que receberam as trabalhadoras da Fábrica Têxtil Kim Jong Suk de Pyongyang se pode conhecer bem sobre a orgulhosa vida de nossos trabalhadores.

A cada ano, Mun Kang Sun, que trabalhava como tecelã na Fábrica Têxtil Kim Jong Suk de Pyongyang, cumpriu com antecipação o plano anual e também as tarefas de dois ou três anos e se converteu em inovadora no trabalho, heroína do trabalho e deputada à Assembleia Popular Suprema conhecida por todo o país.

Quando foi levantada a Avenida Changjon no centro de Pyongyang, o estimado camarada Kim Jong Un ofereceu em primeiro lugar uma excelente moradia para ela que havia se casado recentemente e visitou sua nova casa e bendisse o futuro dos recém-casados.

O cenário daquele dia em que eles estiveram com o estimado camarada Kim Jong Un que visitou sua casa que nem os pais deles haviam visitado ainda e se preocupava cuidadosamente com a vida dos recém-casados oferecendo-lhes presentes de todo tipo como os artigos de uso doméstico que eram necessários para a vida do casal era um quadro de uma família harmoniosa com o verdadeiro pai e mãe.

Esse casal não é o único que recebeu a bendição de amor do estimado camarada Kim Jong Un, mas também todas trabalhadoras da fábrica têxtil também receberam essa bendição de amor.

O estimado camarada Kim Jong Un, que visitou a Fábrica Têxtil Kim Jong Suk de Pyongyang em outubro de 2013, averiguou detalhadamente as condições de vida das trabalhadoras da fábrica como as condições da moradia e do albergue antes que a situação de produção e, dizendo que ele mesmo se encarregaria da construção de um excelente albergue, enviou potentes forças de construção do Exército Popular e resolveu todos os problemas que se apresentaram na construção do albergue.

O estimado camarada Kim Jong Un, que visitou o albergue das trabalhadoras construído excelentemente em um curto prazo de 6 meses disse que esse albergue não é um albergue das trabalhadoras mas um "palácio das trabalhadoras", e tomou a medida de amor de realizar neste lugar o banquete das trabalhadoras em comemoração ao Primeiro de Maio.

No significativo Primeiro de Maio, sob especiais atenções do partido e do governo, foi realizado o banquete para as trabalhadoras, único no mundo, no "palácio das trabalhadoras", e as tecelãs comuns receberam felicitações de todo mundo. Este conto que parece um sonho comprova claramente a alta posição dos trabalhadores no sistema socialista de nosso país que exalta as massas trabalhadoras como donas.

Cada ano, com motivo do Primeiro de Maio, em muitos países são realizadas as manifestações de massas em demanda de uma sociedade que sirva aos trabalhadores que ocupam  99% e não para os ricos que ocupam somente 1%. Por outro lado, nosso povo, com alto orgulho de ser trabalhador socialista, que não poupa seu suor de trabalho sincero para a prosperidade e desenvolvimento do Estado e da sociedade, está celebrando significativamente este dia com singular orgulho.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia