Após retornar à sua cidade natal, Maeng Jong Ho passou a participar de atividades clandestinas, organizando, junto aos jovens do vilarejo, um pequeno grupo de jovens trabalhadores e participando da organização da Shinganhoe. Depois disso, trabalhou como aprendiz de carpinteiro em uma fábrica de carroças. Em 1932, foi para Juyun, onde, juntamente com Jong Chang Sop, Pak Chi U, Jang Ki Nam e outros, organizou e desenvolveu atividades no Conselho Trabalhista de Kyongsong.
Em abril de 1934, foi preso pela Delegacia de Polícia de Ranam e cumpriu quatro anos de prisão na penitenciária de Hamhung. Libertado no início de janeiro de 1939, retornou à sua cidade natal, onde participou das atividades da Liga de Proteção do Pensamento da região de Kyongsong. Depois, foi para Juyun, em Hamgyong Norte, onde trabalhou durante um ano no comércio de alimentos, e posteriormente para Namyang, onde administrou um estabelecimento de vendas por consignação.
Após a libertação de 15 de agosto, Maeng Jong Ho passou a participar das atividades políticas e, nos anos seguintes, esteve ligado às estruturas militares e conspiratórias descritas nos autos. Segundo o processo, a partir de agosto de 1951, Ri Sung Yop, Pae Chol, Pak Sung Won, Jo Il Myong, Rim Hwa e outros organizaram um comando para preparar uma insurreição armada, tendo Maeng Jong Ho como comandante da 10ª Unidade de Guerrilha Popular. A unidade foi organizada na região de Namyonbaek, em Ongjin, e Ri Sung Yop declarou ter visitado o local diversas vezes para fortalecê-la.
Nos preparativos militares, Maeng Jong Ho também foi nomeado vice-diretor político da Academia Kumgang, unidade armada que, segundo os autos, deveria desempenhar papel na planejada insurreição. O processo registra ainda sua participação em atividades destinadas a manter o sigilo da organização e em ações de violência contra pessoas consideradas capazes de revelar os planos do grupo. Em outubro de 1952, por exemplo, Pae Chol declarou que Maeng Jong Ho havia ido ao seu escritório no Departamento de Ligação e que, após receber instruções, tomou medidas contra pessoas da 10ª Unidade.
Durante o julgamento, Maeng Jong Ho foi interrogado no terceiro dia da audiência, em 5 de agosto de 1953. Sua participação foi relacionada principalmente à organização e direção da 10ª Unidade e aos preparativos para a insurreição armada. A acusação também o responsabilizou por atos de terrorismo e assassinato destinados a ocultar as atividades da organização.
Na sentença, o tribunal condenou Maeng Jong Ho à pena de morte, com fundamento nos artigos 78 e 65, inciso 2, do Código Penal, além dos artigos 76, inciso 2, 72 e 68. Também foi determinada a confiscação da totalidade dos bens que lhe pertenciam.

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