Após a libertação, Kim Ung Bin continuou sua atividade política e passou a atuar entre os quadros vinculados a Ri Sung Yop. Durante a Guerra da Coreia, exerceu funções na estrutura política de Seul e participou das atividades de guerrilha. Posteriormente, foi nomeado diretor da Academia Kumgang, instituição destinada ao treinamento de guerrilheiros e que, conforme os registros do processo, passou a ocupar uma posição importante nos preparativos militares da camarilha de Ri Sung Yop.
O processo registra que, no início de setembro de 1951, Kim Ung Bin foi escolhido para integrar o comando formado por Ri Sung Yop e outros dirigentes. Segundo o depoimento de Jo Il Myong, Ri Sung Yop assumiria a chefia do comando, enquanto Kim Ung Bin ficaria responsável pelos diversos departamentos. Em outra declaração registrada nos autos, a estrutura foi definida de maneira mais específica: Ri Sung Yop como comandante-chefe, Pak Sung Won como chefe do Estado-Maior, Pae Chol na organização militar, Kim Ung Bin como responsável pelo comando da insurreição, e Jo Il Myong e Rim Hwa pelas questões políticas e de propaganda.
Ainda segundo os registros do julgamento, quando a Academia Kumgang foi transferida para uma região próxima de Pyongyang, Kim Ung Bin foi colocado como seu diretor, enquanto Maeng Jong Ho assumiu a função de vice-diretor político. Os autos apresentam a academia e outras unidades de guerrilha como parte dos preparativos para uma eventual insurreição armada. O processo também registra que, em uma reunião realizada na residência de Pak Hon Yong em setembro de 1952, teria sido elaborado um projeto de governo para o caso de êxito da conspiração, no qual Kim Ung Bin foi indicado para ocupar o cargo de ministro das Forças Armadas.
Como não participou do julgamento, mesmo com seus crimes sendo citados no tribunal, especula-se que teria morrido alguns anos antes, porém, não há informações concretas disponíveis sobre isso.

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