Em junho de 1932 participou de um movimento comunista no Japão e, após ser preso pela polícia, retornou à Coreia. Posteriormente, trabalhou como jornalista em jornais japoneses e também administrou empresas privadas.
Por volta de janeiro de 1950, Jo Yong Bok passou a atuar como informante do policial Paek Hyong Bok, de acordo com os autos. Naquele período, encontrava-se preso na Delegacia de Polícia de Jongno, em Seul. Paek Hyong Bok e An Yong Tal organizaram sua libertação para incorporá-lo às suas atividades.
Após sua libertação, Jo Yong Bok passou a colaborar com An Yong Tal e Paek Hyong Bok. Por meio de suas atividades, An Yong Tal conseguiu estabelecer contato com Kim Sam Ryong e obter informações sobre seu esconderijo. Em março de 1950, Jo Yong Bok participou, juntamente com An Yong Tal e Paek Hyong Bok, da operação que levou à prisão de Kim Sam Ryong.
Entre fevereiro e abril de 1950, Jo Yong Bok também realizou viagens clandestinas à parte norte, mantendo contato com Ri Sung Yop. Os registros afirmam que nessas ocasiões recebeu informações secretas sobre a situação interna do Partido e sobre as forças armadas, destinadas a ser transmitidas por meio da rede de espionagem.
Em abril, depois da prisão de Kim Sam Ryong, Jo Yong Bok encontrou-se novamente com Ri Sung Yop e relatou seu envolvimento e o de An Yong Tal na prisão. Segundo seu depoimento, Ri Sung Yop determinou que fossem tomadas medidas para ocultar essa participação. Posteriormente, Jo Yong Bok voltou a ser enviado para a parte norte, desta vez junto com An Yong Tal e Paek Hyong Bok, sob o pretexto de uma entrada voluntária.
Durante o julgamento realizado de 3 a 6 de agosto de 1953, Jo Yong Bok reconheceu ter desempenhado papel na prisão de Kim Sam Ryong e ter conhecimento de que materiais secretos fornecidos por ele eram transmitidos aos estadunidenses. Ao final, foi condenado à pena de morte, com confisco de seus bens.
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