terça-feira, 15 de setembro de 2026

Uma funcionária que recebeu benevolência

Notas de visitas ao "Pavilhão dos camaradas de armas da revolução"

Na história de nosso Partido estão registradas inúmeras histórias sobre o infinito e ardente amor camaradesco dos grandes homens sem igual.

No "Pavilhão dos camaradas de armas da revolução" do Museu da Revolução Coreana, também estão expostos materiais sobre a camarada Ho Jong Suk, a quem o grande Líder apresentou como funcionária de propaganda do Partido nos primórdios da construção da nova pátria e a quem dispensou amor e cuidados de verdadeiro pai.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“O Líder, ao fazer a revolução durante longo tempo, sempre que estabelecia uma relação de camaradagem com alguém, fosse quem fosse, assumia até o fim a responsabilidade por seu destino e futuro e o protegia; acolhia milhares e dezenas de milhares de combatentes revolucionários em seu abraço, concedia-lhes uma enorme confiança e dispensava-lhes todo o seu amor.”

Num dia de dezembro de 1945, o grande Líder chamou a camarada Ho Jong Suk ao seu gabinete. Fazia apenas alguns dias que ela havia se encontrado com o grande Líder e recebido a honrosa tarefa de trabalhar como repórter do jornal do Partido, mas, ao ser chamada novamente, correu de imediato ao local onde ele se encontrava.

O grande Líder recebeu-a com alegria e disse que, como naquele dia havia conseguido algum tempo livre, a chamara, pedindo-lhe compreensão por ainda estar vivendo em um hotel, apesar de já terem se passado vários dias desde seu retorno à pátria.

Diante da maneira infinitamente simples e humilde do grande Líder, a camarada Ho Jong Suk ficou constrangida, sem saber o que fazer. Enquanto a observava afetuosamente, o grande Líder disse que ela, depois de passar dez anos enfrentando dificuldades e adversidades no exterior, havia retornado à terra natal com a libertação, e que certamente deveria estar profundamente emocionada. Em seguida, recordou com emoção os atos justos de seu pai, o senhor Ho Hon, e os acontecimentos do passado, quando a camarada Ho Jong Suk havia entrado na China à procura do Exército Revolucionário Popular da Coreia e se esforçado para encontrar uma rede de organização, sem conseguir realizar seu intento.

Pouco depois, o grande Líder disse, com confiança, que agora que ela havia vindo para junto deles, tanto ela havia realizado seu desejo quanto seu próprio coração estava aliviado, e que, dali em diante, deveriam trabalhar juntos com todas as forças no caminho da grandiosa luta pela construção de uma nova Coreia democrática.

Enquanto a camarada Ho Jong Suk, profundamente comovida, olhava para ele, o grande Líder manteve o olhar por algum tempo sobre as roupas que ela vestia.

Até então, a camarada Ho Jong Suk ainda usava o velho uniforme militar que vestira nos campos de batalha estrangeiros.

Depois de algum tempo, o grande Líder chamou um funcionário, deu-lhe a tarefa de providenciar um terno para a camarada Ho Jong Suk e, em seguida, recomendou insistentemente que escolhessem um bom tecido para confeccionar também um traje coreano para ela, acrescentando que, dali em diante, o Partido deveria cuidar de sua vida cotidiana.

A camarada Ho Jong Suk acabou não conseguindo conter a emoção que trazia no coração.

Ela havia vindo sozinha à pátria libertada, confiando unicamente no grande Líder. Ao receber daquele modo um amor ardente que transcendia o afeto dos próprios familiares, a camarada Ho Jong Suk sentiu-se como se estivesse acolhida no seio de seus verdadeiros pais e não conseguiu conter as lágrimas.

A confiança de tê-la colocado na vanguarda da frente ideológica do Partido, a mais importante de todas, já era uma honra incomparável. Mas ele também se preocupava tão profundamente com o traje de uma combatente revolucionária. Onde poderia existir amor tão ardente e um cuidado tão atencioso quanto esse?

Assim, a camarada Ho Jong Suk recebeu um terno novo, preparado graças à solicitude do Líder paterno..

O terno novo recebido pela camarada Ho Jong Suk, era a concretização do amor ardente do grande Líder e também um símbolo da confiança depositada na primeira geração de funcionários de propaganda, que deveria desenvolver com ousadia o trabalho ideológico revolucionário no caminho da construção da nova pátria.

Sob o amor e os cuidados tão minuciosos e ardentes do Líder, a camarada Ho Jong Suk tornou-se posteriormente a primeira mulher ministra da República e trabalhou durante longo tempo em posições de responsabilidade no Partido e no Estado.

Com o coração palpitante de infinita veneração pelo grande Líder, que tinha como qualidade inata o amor pelos combatentes revolucionários, prosseguimos nosso percurso de visita.

Kim Kwang Jun

Rodong Sinmun

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