terça-feira, 8 de setembro de 2026

O Japão não pode fugir de sua responsabilidade histórica

Recentemente, uma entidade civil do Japão abriu uma exposição sobre os dados dos crimes relacionados à fabricação e ao uso de bombas de gás tóxico na guerra cometidos pelo exército japonês durante a Segunda Guerra Mundial e revelou que ainda se encontram muitas armas químicas na China, prejudicando os habitantes locais.

A respeito do fato, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que, durante a Segunda Guerra Mundial, o Japão pesquisou, fabricou e utilizou armas químicas em larga escala, violando flagrantemente o direito internacional, e denunciou que somente na China o exército japonês as utilizou em mais de 2 mil ocasiões, matando 200 mil militares e civis.

Após a derrota, o Japão abandonou muitas armas químicas no interior da China para ocultar seus crimes, o que causou, até os dias atuais, mais de 2 mil mortos e feridos e ameaça gravemente a segurança e a vida do povo chinês e o meio ambiente.

Apesar das provas evidentes, as forças direitistas do Japão distorcem a história e apresentam o absurdo sofisma de que as armas químicas perdem sua toxicidade por si mesmas e de que o prazo de prescrição legal já expirou.

Eliminar os graves danos causados pelas armas químicas abandonadas pelo exército japonês é uma responsabilidade histórica da qual o governo japonês não pode fugir e uma obrigação decorrente do Direito Internacional, afirmou, exigindo que o governo japonês trate seriamente a justa reivindicação dos países vizinhos afetados, cumpra integralmente as disposições da convenção internacional e do memorando assinados entre os governos chinês e japonês e devolva o mais rápido possível ao povo chinês uma terra limpa, acelerando a eliminação das armas químicas.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

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