Figuras literárias e artísticas que deixaram marcas notáveis na história da literatura e arte Juche
O estimado camarada Kim Jong Un disse:
"Os funcionários, escritores e artistas do setor de literatura e artes devem, herdando a tradição de luta dos combatentes da literatura e das artes das gerações anteriores, que serviram como vanguarda e porta-vozes ideológicos do Partido, defendendo o líder e protegendo a revolução por meio da criação de obras-primas, tornar-se hoje, amanhã e para sempre os abandeirados da frente ideológica que apoiam nosso Partido na linha de frente."
Na história do desenvolvimento da literatura e das artes Juche também se encontra o escritor Kim Sang O, que dedicou toda a sua alma a cantar a pátria.
Embora tivesse vocação para a literatura, antes da libertação não pôde realizar seu sonho devido ao destino desafortunado de um jovem de uma colônia cujo país havia sido privado de sua independência pelo imperialismo japonês.
Somente após a libertação da pátria foi que o senhor Kim Sang O deu os primeiros passos em sua atividade literária, sob a orientação direta do grande Líder.
Naquela época, enquanto trabalhava como redator-chefe do jornal do Comitê do Partido da província Hwanghae, "Jayu Hwanghae", inesperadamente teve a oportunidade de encontrar-se com o grande Líder, a quem tanto ansiava e desejava ver.
Naquele dia, o grande Líder examinou o editorial que ele havia escrito, avaliou-o generosamente, dizendo que estava bem escrito, e durante longo tempo lhe deu valiosos ensinamentos. No dia seguinte, chamou-o novamente, confiou-lhe uma importante tarefa e, alguns meses depois, também o convocou para a Escola Central Superior de Quadros de Direção (atualmente Universidade da Economia Popular), confiando-lhe, após a graduação, o cargo de vice-redator-chefe do órgão do governo, "Minju Joson".
O grande Líder, que sempre se preocupava com seu talento criativo incomum e seu futuro, levando em consideração seu sincero desejo, também o colocou nas fileiras dos escritores, algo que ele tanto desejava.
Tendo recebido a grande confiança e o amor do grande Líder, o senhor Kim Sang O não abandonou sua convicção criativa mesmo quando, inesperadamente, passou por vicissitudes na vida.
Por isso, no poema lírico "Minha Pátria", ele cantou com grande fervor e profunda emoção que a pátria é nossa vida recuperada pelo Líder, nosso orgulho concedido pelo Líder e o eterno abraço dele.
Esse poema lírico que escreveu não contém simplesmente sentimentos emocionais em relação à pátria, mas transmite um profundo significado filosófico: a pátria é justamente o abraço do grande Líder e não se pode viver nem por um instante longe desse abraço. Por isso, ainda hoje é amplamente recitado entre numerosas pessoas.
Entre as obras que criou encontram-se também as letras de famosas canções como "Plantei a macieira dourada na montanha" e "Chegou a boa colheita à planície de Chongsan".
Além de contos como "O Céu Azul" e do romance "O Testemunho do Professor", ele também criou numerosas críticas literárias, biografias e ensaios.
O Partido elevou honrosamente o senhor Kim Sang O, que, dedicando tudo de si, deixou uma marca distinta na história do desenvolvimento da literatura Juche, ao conferir-lhe o título de laureado do Prêmio Kim Il Sung.
No seio desse amor, o senhor Kim Sang O vive eternamente na memória do povo, juntamente com o poema lírico "Minha Pátria".

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