Quem vive na era da revolução, na era da luta, deve guardar algo como sua própria vida. Trata-se da observância dos princípios revolucionários.
Em qualquer circunstância, ver e abordar todos os problemas com uma perspicaz visão política e lutar aguerridamente contra tudo o que não é baseado em princípios, sem conhecer sequer um instante de hesitação, esta é uma importante característica que nossos revolucionários devem possuir.
Os combatentes revolucionários antijaponeses, primeira geração orgulhosa da revolução nascida de nosso povo e revolucionários genuínos que criaram exemplos de vida verdadeiramente dignos de serem seguidos pelas novas gerações de geração em geração, mostraram através de seu exemplo prático como devemos preservar os princípios revolucionários.
O estimado camarada Kim Jong Un disse:
“Devemos educar também as novas gerações para que vivam uma vida brilhante até o fim, como as gerações anteriores, que foram infinitamente fiéis ao Partido e ao líder.”
Sempre que pensamos nos combatentes revolucionários antijaponeses, a primeira imagem que nos vem à mente é a de sua atitude firme e inflexível, que, para preservar os princípios, jamais recuava, mesmo quando uma espada era colocada contra seu pescoço.
Para eles, que aprenderam passo a passo, sob os cuidados do grande Líder, como fazer a revolução e como lutar, o princípio não significava outra coisa. Fazer exatamente como ensinava o Líder era o próprio princípio, e a ideia e a linha por ele esclarecidas eram justamente o ponto de partida e o critério de todos os pensamentos e ações.
No relato de memórias do combatente revolucionário antijaponês, camarada Ji Pyong Hak, intitulado "Ao receber o chamado do camarada Comandante", está detalhadamente registrado como o camarada Choe Chun Guk, competente comandante militar e funcionário político do Exército Revolucionário Popular da Coreia, lutou resolutamente e com base em princípios para implementar sem o menor desvio a linha e as orientações estratégicas e táticas apresentadas pelo grande Líder.
Naquela época, a Brigada Independente, que marchava em direção ao Monte Paektu enquanto travava combates ferozes contra os inimigos, realizou uma reunião de funcionários do comando da brigada para discutir a direção das ações futuras.
Naquele dia, o camarada Choe Chun Guk apresentou sua opinião, dizendo que somente implementando cabalmente os princípios táticos do camarada Comandante, que havia ensinado a combinar corretamente a concentração e a dispersão das unidades, seria possível frustrar as tentativas dos inimigos de cercá-las concentradamente e cumprir até o fim a missão da marcha. Entretanto, um dos participantes da reunião afirmou que a dispersão das unidades levaria à aniquilação e defendeu indiscriminadamente apenas a marcha de grandes unidades.
Então, o camarada Choe Chun Guk rejeitou categoricamente sua opinião.
“Eu não conheço nada além dos princípios táticos ensinados pelo camarada Comandante...
Se violarmos os ensinamentos do camarada Comandante, que orientou a combinar corretamente a concentração e a dispersão das unidades, e, nas condições atuais, realizarmos apenas a marcha de grandes unidades, não poderemos evitar a destruição da unidade.
Ninguém tem o direito de violar os ensinamentos do camarada Comandante.”
Por ter vivido e lutado tendo gravado como uma verdade de ferro e como guia para seus pensamentos e ações que não seria possível alcançar a vitória no combate se não se agisse de acordo com os ensinamentos do grande Líder, o camarada Choe Chun Guk conseguiu conduzir a Brigada Independente e garantir com êxito a marcha durante nada menos que quatro meses, enfrentando inúmeras dificuldades e sofrimentos, e finalmente pôde retornar ao abraço do Líder.
Os mártires revolucionários antijaponeses eram pessoas que, por experiência própria, sentiram no curso da árdua luta, e não por palavras ou escritos, que aquilo que está de acordo com a ideia e a linha esclarecidas pelo Líder é o mais justo e revolucionário, enquanto aquilo que não está de acordo com elas é injusto e contrarrevolucionário.
Por isso, os combatentes revolucionários antijaponeses não conheciam a menor concessão ou compromisso quando se tratava de princípios, independentemente de quem fosse seu oponente, mesmo que fosse um parente de sangue.
Certa vez, o camarada Choe Yong Jin, combatente revolucionário antijaponês, foi procurar seu pai, que havia ingressado na “Força de Autodefesa”, para resolver o problema do abastecimento de alimentos da unidade. Seu pai havia sido, certa vez, um ativista do movimento de independência antijaponesa que lutara no exército de independência, e em sua casa havia arroz de sobra. No entanto, seu pai recusou categoricamente, dizendo que não tinha arroz para dar aos guerrilheiros.
Incapaz de conter sua indignação diante dessas palavras, o camarada Choe Yong Jin disse que seu pai, que havia participado do exército de independência, não poderia se comportar daquela maneira, e que todos aqueles que não ajudavam os guerrilheiros que derramavam sangue em combate para recuperar o país perdido, sem poder comer, vestir-se ou dormir adequadamente, eram inimigos da revolução, e sem hesitar apontou-lhe o cano do fuzil.
Certa vez, ao falar desse fato, o estimado camarada Secretário-Geral, disse com emoção que os combatentes revolucionários antijaponeses eram seres humanos verdadeiros que amavam ardentemente seus pais e irmãos mais do que qualquer outra pessoa, mas que, diante dos princípios revolucionários, não conheciam a menor hesitação nem concessão, e afirmou calorosamente que todos os combatentes revolucionários antijaponeses eram possuidores de uma tão clara observância dos princípios revolucionários.
Foi justamente por não conhecerem o menor desvio dos princípios revolucionários que os combatentes revolucionários antijaponeses puderam, mesmo em meio a dificuldades tão severas, não perder sua verdadeira natureza como soldados revolucionários do Líder e permanecer fiéis à revolução até o fim. Aí reside o segredo.
Ao falar da observância dos princípios revolucionários que a primeira geração da revolução possuía, há ainda outra questão importante que devemos aprender. É justamente que essa observância dos princípios não se manifestava apenas em determinado momento ou período, mas permanecia inabalável durante toda a vida.
Era uma convicção unânime dos combatentes que, no caminho da revolução, que não termina em um ou dois dias, uma pessoa que tivesse momentos em que preservasse os princípios e outros em que cedesse sem princípios, na realidade, não poderia ser chamada de revolucionária.
Durante os dias da luta antijaponesa, o camarada Kang Kon jamais perdoou seu primo mais novo, que havia traído a revolução, e sua observância dos princípios revolucionários permaneceu inalterada mesmo após a libertação.
Certa vez, um funcionário do Estado-Maior Geral do Exército Popular recebeu uma ordem injusta de uma pessoa que ocupava um importante cargo no Estado. Embora essa ordem não tivesse absolutamente nenhuma relação com seu trabalho, o funcionário estava preocupado, sem saber como lidar com a situação, pois a pessoa que havia dado a ordem ocupava um cargo elevado.
O camarada Kang Kon, combatente revolucionário antijaponês e então chefe do Estado-Maior Geral, assim que tomou conhecimento do fato, chamou o funcionário.
Kang Kon disse que os funcionários do Estado-Maior Geral deveriam conhecer somente as ordens e instruções do General Kim Il Sung, e afirmou com emoção que os revolucionários coreanos deveriam, enquanto vivos, servir e apoiar o General e, mesmo depois de morrer, tornar-se soldados que alcançassem a vida eterna no abraço do General após defendê-lo com toda a sua vida, acrescentando que, em particular, os funcionários do Estado-Maior Geral deveriam estar à frente de todos e servir de exemplo nesse aspecto.
Em seguida, telefonou para a pessoa que havia dado a ordem e a repreendeu severamente, dizendo que ela deveria ter em mente que ele jamais ficaria parado se eles voltassem a interferir nos assuntos do exército e fizessem isso ou aquilo, perguntando se pensavam que o exército era um brinquedo para suas brincadeiras.
Como ele lutava resolutamente contra a injustiça que contrariava os princípios revolucionários, sem conhecer a menor concessão, mesmo os elementos sectários antipartidistas e contrarrevolucionários que, após a libertação, ocupavam cargos mais elevados que o camarada Kang Kon, não ousavam sequer emitir um som diante dele.
Foram também os combatentes revolucionários antijaponeses, entre eles os camaradas O Jin U, Pak Song Chol, Choe Yong Jin e Kim Song Guk, que travaram uma luta baseada em princípios contra aqueles que, após a libertação, se opuseram à linha de construção do exército do grande Líder.
Os combatentes, que perceberam perspicazmente as ambições vis dos que pretendiam criar algum tipo de “exército” para conquistar a “autoridade de liderança”, foram os primeiros a informar todos os fatos ao grande Líder e, dizendo que a Escola Central de Quadros de Segurança era uma escola que criava os tigres da Coreia, dedicaram toda a sua alma e paixão ao trabalho de desenvolver e disseminar a terminologia militar à nossa maneira. Além disso, quando surgiram aqueles que defendiam o militarismo absoluto, dizendo que nossos estudantes eram descendentes dos guerrilheiros antijaponeses que haviam pegado em armas pelo General Kim Il Sung e pela nova Coreia, escreveram eles mesmos, noite adentro, até altas horas, os programas de ensino cujo conteúdo fundamental era a tática Juche criada durante a luta armada antijaponesa.
E não foi só isso.
Os combatentes revolucionários antijaponeses não abandonaram a observância dos princípios revolucionários durante toda a vida, tanto no período da Guerra de Libertação da Pátria e da reconstrução pós-guerra quanto durante o grande auge de Chollima e posteriormente, independentemente do cargo que ocupassem.
Em particular, educaram com base em princípios seus filhos e as gerações futuras para que apoiassem na vanguarda a ideia e a causa do Líder e colocassem em primeiro lugar os interesses da revolução, não tolerando, mesmo que fosse algo insignificante, aquilo que se desviasse disso.
O camarada O Paek Ryong, que viveu como fiel soldado do grande Líder até o último momento de sua vida, sempre enfatizava aos filhos que deveriam viver pensando somente no Líder paterno e no estimado camarada Dirigente, que permaneciam toda a vida junto ao povo, vivendo para o povo, e que, se assim fizessem, sequer ousariam demonstrar ares de superioridade.
O fato de os combatentes revolucionários antijaponeses terem considerado a observância dos princípios revolucionários como sua própria vida e os preservado até o fim, tanto quando as condições e o ambiente eram favoráveis quanto quando eram difíceis, deve-se precisamente ao fato de terem gravado como uma convicção de ferro que o caminho para preservar o destino da revolução e proteger a si mesmos e às gerações futuras está em preservar os princípios.
Hoje, o caminho que avançamos sob a liderança do estimado camarada Secretário-Geral é um caminho que somente os revolucionários que consideram a observância dos princípios revolucionários como sua própria vida e os preservam resolutamente podem percorrer até o fim.
Como a história demonstra, se alguém, pensando apenas nos interesses imediatos, fizer uma única concessão ou recuar um passo diante dos princípios revolucionários, isso inevitavelmente levará a dez ou cem passos de concessão e recuo e, no fim, fará a revolução fracassar, sem que seja possível proteger o próprio destino nem o das gerações futuras.
Mesmo que as dificuldades que se interponham sejam extremamente severas, qualquer que seja o vento que sopre, e mesmo que uma espada seja colocada contra seu pescoço, aquele que apoiar fielmente apenas a ideia e a liderança do estimado camarada Secretário-Geral, e possuir a firme determinação de morrer mantendo até o fim os princípios revolucionários em qualquer circunstância, é um verdadeiro revolucionário.
Quando todos viverem e lutarem como os combatentes revolucionários antijaponeses, que não conheceram o menor desvio dos princípios revolucionários, o ritmo de avanço de nossa causa será ainda mais acelerado.

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