quarta-feira, 2 de agosto de 2023

China se opõe firmemente às visitas mútuas de caráter governamental entre EUA e Taiwan


Recentemente, a respeito de que é previsto para agosto a visita de Lai Qingde, “vice-presidente” de Taiwan, aos EUA, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China expôs a posição de seu governo de firme oposição a isso.

O porta-voz disse como segue.

A China se opõe firmemente a todo tipo de visitas mútuas de caráter governamental entre EUA e Taiwan e também o trânsito das forças separatistas da “independência de Taiwan” pelos EUA com qualquer nome e razão e se opõe firmemente a que os EUA tolerem tacitamente e apoiem as forças separatistas da “independência de Taiwan” e seus atos separatistas mediante qualquer forma.

O assunto de Taiwan é o interesse essencial de maior importância entre os interesses essenciais da China e uma "linha vermelha" que não pode ser cruzada nas relações China-EUA.

Exigimos energicamente que os EUA observem o princípio de uma só China e os regulamentos dos 3 comunicados conjuntos China-EUA, cumpram estritamente o compromisso do dirigente estadunidense que disse que não apoia a “independência de Taiwan”, suspendam as visitas mútuas de caráter governamental entre EUA e Taiwan e a elevação prática das relações EUA-Taiwan e interrompam o envio de sinais errôneos às forças separatistas da “independência de Taiwan”.

Por último, o porta-voz disse que a China observa atentamente o desenvolvimento da situação e tomará as medidas firmes e enérgicas para defender a soberania do país e a integridade territorial.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Dois sistemas completamente diferentes


Hoje em dia, devido a que em muitos países, as crianças, que são o futuro da humanidade, se convertem em vítimas de todos os males sociais, ressoam as vozes de pessimismo e preocupação sobre o futuro.

Recentemente, foi revelado no Japão um caso em que uma mulher matou seu filho lactante e colocou o cadáver na fogueira, o que provocou a consternação social.

Somente no ano passado, no Japão, 115.762 crianças menores de 18 anos foram maltratadas e foram revelados 2.181 casos de maus-tratos, batendo assim o recorde histórico.

Através desse fato, se pode conhecer bem que no Japão os maus-tratos às crianças estão profundamente arraigados.

Apesar de tal fato, o Japão vocifera sempre que tem a oportunidade sobre uma chamada “promoção da política das crianças e da criação” e faz esforços desesperados por embelezar a deplorável situação das crianças de seu país.

A situação dos EUA, que se consideram uma “civilização”, é semelhante.

Recentemente, CBS dos EUA transmitiu que, segundo o informe de investigação publicado pelo governo do estado do Illinois, durante os 70 anos passados (1950-2019), quase 2.000 crianças sofreram abuso sexual pelos clérigos católicos e aclarou que isso é muito mais sério em comparação com o informe da situação de abuso sexual dos católicos do estado da Pensilvânia publicado em 2018.

Por outra parte, em maio passado, o informe do Departamento do Trabalho dos EUA mencionou que 305 adolescentes menores de 15 anos estão submetidos ao trabalho duro, trabalhando em longa jornada, em situação perigosa ou trabalhando durante a noite e assinalou que tal trabalho ilegal em conta registra o pior nível desde o ano fiscal de 2011 e o número dos trabalhadores passa de 250 mil.

Em meio a que em todas partes dos EUA.se exteriorizam ainda mais os movimentos para legalizar o trabalho infantil, os estados de Arkansas e Ohio apresentaram em março passado o projeto de lei que anula os regulamentos que exigem que as crianças entre 14 e 15 anos devem receber permissão para começar a trabalhar antes de conseguir o emprego e fizeram possível trabalhar até as 21:00, hora mais tarde que a permitida na lei federal.

A realidade de que as crianças, que devem ser exaltadas como futuro do país, se convertem em vítimas das depravações e imoralidades e dos males sociais, gemendo no abismo da morte, demonstra claramente que precisamente o sistema capitalista é uma sociedade obscura sem futuro que converte as crianças em objetos de exploração e escravos do dinheiro, não em objetos de proteção.

Em nosso país, onde as crianças são exaltadas como reis do país e o trabalho pela geração vindoura é considerado como um eterno trabalho de suma importância e o Partido e o Estado tomam todas as medidas necessárias, as crianças de todo o país não têm nada a invejar no mundo e crescem felizmente fazendo florescer amplamente seus sonhos e esperanças sem a menor angústia.

O estimado camarada Kim Jong Un, dizendo que o verdadeiro patriotismo deve se basear na nobre concepção sobre a futura geração e que as despesas do Estado para as crianças não são perdas, grava no coração do povo o grande princípio filosófico de que não há que poupar nada para as crianças e cultiva mais belamente nosso país como um grande jardim de flores do socialismo onde todos os lugares se enchem do cálido afeto consanguíneo.

A história sobre a mãe jovem solteira de Kangson que se encarregou de cuidar dos órfãos voluntariamente, a emocionante conduta de que entre as crianças que estavam se afogando na água uma pessoa salvou um menino desconhecido antes de seu próprio filho e a anedota de muitos pais que dedicam sinceridade visitando os órfãos quase todos os dias durante dezenas de anos são nobres traços belos que só podem ser manifestados em nosso país que é uma grande família socialista.

Graças ao estimado camarada Kim Jong Un, grande pai, que escreve a nobre história de amor ao futuro, nossas crianças crescerão mais vigorosamente como dignos trabalhadores da futura Coreia próspera e protagonistas do futuro sem nenhuma preocupação.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

terça-feira, 1 de agosto de 2023

Investigador da Associação Coreia-Europa adverte a França


O investigador da Associação Coreia-Europa, Ryu Kyong Chol, publicou em 1 de agosto um artigo intitulado "Pagará sem falta pela provocação".

Seu texto completo assinala como segue:

Recentemente, uma esquadrilha de caças das forças aéreas da França desenvolveu um exercício aéreo na zona da Coreia do Sul junto com as forças aéreas títeres sul-coreanas.

É um ato irresponsável que exacerba mais a tensão da região da Península Coreana que já se encontra aguda e, ao mesmo tempo, uma aberta provocação militar que intimida o interesse de segurança de nosso Estado, ao somar-se à política hostil dos EUA contra a RPDC.

Agora, os EUA põem em operação junto com os títeres sul-coreanos um aparato de guerra nuclear chamado "grupo consultivo nuclear", aceleram na etapa prática a intriga de guerra nuclear contra nosso Estado e mobilizam o submarino estratégico nuclear de grande dimensão com bombas nucleares suficientes para queimar um país, levando assim a situação da Península Coreana à beira da guerra nuclear.

Neste momento, a França envia suas aeronaves à região da Península Coreana que está legalmente em estado de guerra, o que é uma clara demonstração de que este país europeu tratará a RPDC como país inimigo.

Ademais, o despacho coincide com a celebração da vitória na Guerra de Libertação da Pátria pelo povo coreano que pagou um preço muito caro para defender a pátria da agressão dos EUA e suas forças seguidoras, motivo pelo qual provoca nossa devida ira.

Estou muito curioso para saber como os franceses reagirão se os aviões de caça de um terceiro país aparecem no Estreito de Dover e no espaço aéreo de seu contorno junto com os do país inimigo para ameaçar a segurança de Paris.

Desta vez, a França não tomou em consideração a situação da Península Coreana, que está à beira da guerra, e o sentimento de nosso povo. Ao meu ver, este país europeu não tirou a lição do derramamento de sangue inútil para o chamado aliado durante a guerra coreana.

Não é a primeira ação hostil da França à RPDC.

Todos sabem que a França vem nos irritando, ao criticar todas nossas medidas para fortalecer a capacidade de autodefesa nacional diante da ameaça nuclear dos EUA e enviar os navios de guerra e os aviões de patrulha para as águas próximas da Península Coreana.

Seria melhorar para a França prestar atenção nos assuntos de seu país onde é reportada a crise pela divisão social, em vez de gastar energia na região da Ásia-Pacífico com seu poderio estatal insuficiente.

Se segue atuando sem juízo como agora na Península Coreana, região mais candente do mundo, poderá cair em uma situação desfavorável e indesejável.

A França deve cessar as palavras irresponsáveis e a loucura militar, fazendo, em vez disso, contribuição positiva à distensão da situação que se encontra à beira da guerra por causa das imprudências militares dos EUA e das forças belicosas sul-coreanas.

Porta-voz da AEDHC publica declaração


O porta-voz da Associação de Estudo de Direitos Humanos da Coreia (AEDHC) publicou nesta terça-feira (1) a seguinte declaração:

Segundo foi reportado, o Congresso dos Estados Unidos aprovou Julie Turner, nomeada por Biden como "enviada especial encarregada dos assuntos de direitos humanos da Coreia do Norte" do Departamento de Estado.

Acerca dela, intransparente em sua origem e nacionalidade, ganhou má fama na campanha de intrigas de "direitos humanos" anti-RPDC por haver soltado disparates de toda índole.

Suas palavras absurdas não passam de um sofisma de uma ignorante que não sabe sequer a concepção de direitos humanos ou de um violador de direitos humanos, que contrai o vício crônico dos EUA que se intrometem nos assuntos internos dos Estados soberanos e os difama ao seu gosto.

Esta canalha veio tratando durante 16 anos dos "assuntos de direitos humanos" no Departamento de Estado dos EUA, o que facilita para saber quantos países ou nações foram insultados por ela.

Somente com a comprovação desta mulher malvada como "enviada especial de direitos humanos" do Departamento de Estado, é possível conhecer a visão hostil da administração estadunidense sobre a RPDC.

Ela, que trabalhou durante mais 10 anos como funcionaria subalterna do Departamento de Estado, disse que deseja iniciar o quanto antes seu trabalho, o que me parece que ela considera seu cargo como uma dignidade de alta hierarquia.

Turner deve ter em mente que foi selecionada como servente política para o escândalo de pressão anti-RPDC na esfera de direitos humanos, apresentada pela administração de Biden que está em apuros no confronto nuclear com a RPDC.

As administrações anteriores dos EUA recorreram obstinadamente ao confronto com a RPDC, fazendo uso do "cartão de direitos humanos", porém, no final sofreram maior derrota e vergonha. E os "enviados" anteriores foram retirados sem "resultado" algum durante seus mandatos.

Ela sentirá na pele que atuar como protagonista dos alvoroços de "direitos humanos" da administração estadunidenses é cem vezes pior que trabalhar como funcionária subalterna do Departamento de Estado.

O arrependimento sempre chega tarde.

A realidade em que os EUA se dedicam ao complô de "direitos humanos" extremando as ações militares anti-RPDC, nos ensina que estamos fazendo os EUA pagarem um preço inesquecível e formidável ao confrontá-los com a ação mais dura e implacável que a do passado.

Olho por olho e dente por dente, como diz o ditado.

Os EUA devem ser prudentes nas palavras e ações, tendo em mente que será um bumerangue o "problema de direitos humanos da Coreia do Norte", ou seja, causará a inquietude de segurança de seu país.

Kim Sol Hwa refuta "carta branca da defesa" do Japão


A investigadora do Instituto de Estudo sobre o Japão do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia, Kim Sol Hwa, publicou em 1 de agosto um artigo intitulado "Carta branca da defesa que converte o branco em preto" cujo texto completo assinala como segue:

Em 28 de julho, o Japão publicou a "carta branca da defesa de 2023".

Como previsto, o país insular justificou suas manobras para conversão em potência militar falando ruidosamente do "âmbito de segurança mais crítico e complicado desde a Segunda Guerra Mundial" e da "entrada na época de nova crise" sob pretexto da "ameaça proveniente dos países circunvizinhos".

Ao qualificar a Rússia de "grande preocupação para a segurança" e a China de "máximo desafio estratégico sem precedentes", o Japão acusou as atividades conjuntas militares de China e Rússia nos arredores dos arquipélagos japoneses como "mostra intencional de forças ao Japão" e "séria preocupação para a segurança".

Definindo nosso Estado como "ameaça mais grave e urgente que nunca à segurança do Japão", insistiu em que "está ampliando os atos provocativos em forma que faz imaginar o combate real".

Sobre a "ameaça proveniente de países circunvizinhos" que o Japão vem repetindo, não passa de uma cortina para encobrir suas tentativas de tornar-se uma potência militar.

Em sua carta branca da defesa, este país não oculta sua intenção maligna de centuplicar a capacidade defensiva tergiversando a realidade como se a Ucrânia tivesse sido "invadida" pela Rússia por falta de dissuasivo e busca impulsionar o cumprimento da nova estratégia de segurança traçada no final do ano passado advogando pela "capacidade de contra-ataque" a dispor como "chave para dissuadir a agressão".

É consabido que os Estados Unidos e seus seguidores vulneram a paz e estabilidade da região, ao organizar diversas alianças conflitivas na extensa região da Ásia-Pacífico e enviar sem cessar as propriedades estratégicas como a frota de porta-aviões e o bombardeiro estratégico nuclear às zonas candentes, inclusive à Península Coreana e ao Estreito de Taiwan.

A insistência do Japão, país satélite dos EUA, na "teoria da ameaça dos países vizinhos" a que presta atenção, não é mais que uma trama típica deste país para converter o branco em preto e colocar a culpa nos outros.

Se o Japão, que participa ativamente na estratégia dos EUA sobre o Indo-Pacífico de caráter agressivo e chauvinista, não guarda hostilidade aos países vizinhos, incluindo a RPDC, não há nenhum motivo para se preocupar com o ambiente de segurança do arquipélago.

A história moderna do Japão comprova quem cometeu os delitos imperdoáveis contra os países da região da Ásia-Pacífico.

No século passado, o país insular colonizou a Coreia falando da "ameaça" dos países circunvizinhos, recorria freneticamente a ocupar o continente asiático aproveitando a Segunda Guerra Mundial e assentou no tempo da Guerra Fria a base de militarização pretextando o enfrentamento com a "intimidação militar da União Soviética".

A carta branca da defesa do presente ano, através da qual o Japão expôs de modo aberto a intenção de incrementar a capacidade militar e a ambição de usurpar o território alheio, comprova que este país se torna uma força de guerra perigosa na região, ao livrar-se, um após a outra, das limitações militares impostas ao país criminoso de guerra reiterando a "teoria da ameaça proveniente dos países vizinhos" depois de sua derrota.

A sociedade internacional observa com rigor a conduta do Japão que se soma à realização da estratégia dos EUA de tomar a hegemonia, embelezando sua história de agressão sangrenta sem fazer reflexão sincera dos crimes do passado.

O Japão deve estar ciente disso.

Perseguir a ambição de aumento armamentista sob o pretexto de "ameaça" dos países vizinhos, sem pedir desculpas sinceras nem indenizar pela dominação colonial do passado, não contribuirá em nada para o fomento da segurança, mas constitui uma opção autodestrutiva que dará uma segunda derrota.

O melhor meio para a segurança do Japão é liquidar o passado ignominioso com os países vizinhos e estabelecer uma relação amistosa com eles.

O Japão deve tirar a devida lição da história de sua derrota e cessar agora mesmo o jogo perigoso que aumenta a preocupação da região.

Jornais coreanos chamam a lograr novos milagres e vitórias


Os jornais centrais divulgaram nesta terça-feira (1) seus editoriais sobre a exitosa realização dos atos comemorativos ao 70º aniversário da vitória na Guerra de Libertação da Pátria.

"Com o orgulho de haver celebrado a festa como grande festival de triunfadores, todos os habitantes do país põem em pleno jogo a fidelidade e patriotismo na marcha geral para abrir nova conjuntura de auge da prosperidade do Estado", inicia o diário Rodong Sinmun e continua:

"Por mais que sejam duras as dificuldades que obstaculizam nosso avanço, é invariável a vontade de todo o povo de lograr maiores milagres e vitórias em todos os domínios da construção socialista com o grande poderio de fidelidade e patriotismo.

A fidelidade e o patriotismo constituem a fonte principal que permite consolidar mais a base ideológica e política de nosso Estado.

Todo o povo, unido monoliticamente com única ideia e vontade e as nobres virtudes morais, se dedica totalmente a fazer aporte à prosperidade da pátria, o que constitui a superioridade típica de nosso país e a força motriz de todos os milagres que são criados em nosso país.

Sob a direção do Comitê Central do Partido foram logrados os êxitos estimulantes, progressivos e dignos em várias esferas como na construção do partido, na defesa dos interesses nacionais e na construção da economia e da civilização;

Hoje em dia, competem ao nosso Partido e Estado as tarefas difíceis e importantíssimas, entre elas, abrir com mais audácia a nova era de esplendor do progresso rural da nova época e da construção da capital, cumprir o Plano Quinquenal para o desenvolvimento da economia nacional e melhorar mais a força absoluta do país dando máxima prioridade e importância à construção da capacidade de defesa nacional.

A marcha exitosa destas tarefas inauditas se deve à nobre fidelidade e ao patriotismo de todo o povo."

O jornal Minju Joson exortou todos funcionários e trabalhadores a acelerar a campanha para lograr o desenvolvimento integral do socialismo ao estilo coreano com o temperamento de triunfadores que celebraram com solenidade o grande 27 de julho.

A crise nos custos de vida na Europa


Em 17 de julho, EUROSTAT anunciou um informe anual que contém os dados estatísticos que possibilitam avaliar toda a situação socioeconômica da Europa durante um ano passado.

O informe enumerou sobre a alta taxa de inflação, a dificuldade financeira causada por tal taxa e a balança comercial da União Europeia que registrou a conversão de superávit em déficit em 10 anos.

Segundo o informe, a taxa de inflação anual dos países da União Europeia em 2022 registrou 9.2% e os preços de moradias, água de aqueduto e energia subiram 18% em média, os gastos de transporte subiram 12.1% e os preços de alimentos e bebidas não alcóolicas subiram 11.9%, e em toda a região da União Europeia as famílias comuns estão sofrendo dificuldades por causa da crise nos custos de vida.

Somente em janeiro do ano em curso, a maioria das famílias da União Europeia desembolsou metade de seus salários para os gastos de moradia, transporte e alimentos, e foi reportado que na Romênia, mais de 47.9% da população não pode lidar com o aumento nos gastos de vida.

Em seguida, o informe apontou que 95.3 milhões de pessoas, que ocupam 21,6% da população da União Europeia, sofrem pela indigência ou enfrentam o perigo da pobreza, e que tal crise nos custos de vida está desferindo um duro golpe às famílias ordinárias e, em particular, à classe vulnerável.

Ademais, o informe assinalou como segue:

Em janeiro deste ano na Suíça, foi publicado na imprensa o fato de que 1 a cada 5 pensionistas está vivendo sob a linha da pobreza ou próximo da pobreza e isso causou um grande escândalo social.

E no marco deste ano, o Bureau de Estatísticas da Finlândia assinalou que um quarto de todos os deficientes do país, 147 mil pessoas, se encontram na linha da pobreza.

Por outro lado, o Bureau Central de Planejamento da Holanda publicou um informe no qual previu que o número de pessoas que viverão abaixo da linha da pobreza em 2024 chegará a 995 mil e a taxa de pobreza infantil aumentará de 6.1% a 7.1%. E o Comitê da França da UNICEF publicou um informe de que 1 a cada 5 crianças na França vive abaixo da linha da pobreza e a situação das crianças é muito vulnerável.

EUROSTAT previu que quase um terço das famílias da União Europeia receberão neste ano faturas mais altas que no ano passado e avaliou que esta crise de custos de vida se agravará ainda mais com o passar do tempo.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia