Os crimes do Japão, inimigo jurado, vistos através da história
Os imperialistas japoneses, que ocuparam ilegalmente a Coreia no século passado, destruíram as instalações industriais para impedir a construção da nova pátria do povo coreano ao fugirem derrotados.
Destruíram mais de 10 compressores, retificadores e outros equipamentos importantes da Fábrica de Fertilizantes de Hungnam (na época).
Derrubaram 19 usinas hidrelétricas e explodiram as instalações elétricas e os equipamentos de transformação de várias usinas de energia.
Inundaram ou arruinaram 164 minas de carvão, incluindo a de Kowon, e 178 minas, incluindo a de Unryul, além de devastarem brutalmente as fábricas ferroviárias e as instalações do setor de transporte ferroviário, como túneis, ferrovias, locomotivas e vagões.
Dinamitaram o túnel do monte Saenggi, no condado de Kyongsong, na província de Hamgyong Norte, e lançaram ao mar todas as máquinas e equipamentos da Fábrica Ferroviária de Rajin (na época).
Os imperialistas japoneses fugiram levando todos os vagões em condições de uso, razão pela qual, imediatamente após a libertação da Coreia (15 de agosto de 1945), a circulação ferroviária ficou paralisada.
Essa situação do transporte ferroviário, responsável por mais de 90% do volume total do transporte de passageiros e cargas, exerceu grande influência negativa sobre a construção da nova sociedade do povo coreano e sobre o desenvolvimento da economia nacional como um todo.
Devido à falta de transporte, o povo coreano não pôde reconstruir as fábricas e empresas, nem colocá-las em funcionamento por causa da escassez de matérias-primas, combustíveis e materiais.
Os imperialistas japoneses afundaram 70 navios motorizados, com um deslocamento total de 99 mil toneladas, em vários portos, destruíram as instalações portuárias de Chongjin e Rajin, entre outras, bem como os pequenos cais fluviais.
Esses fatos constituem um crime destinado a impedir que, após a libertação do país, o povo coreano utilizasse os estabelecimentos industriais como base econômica da independência e como meio material para criar uma nova vida e promover o bem-estar.

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