Capturado pelos inimigos em 1962 enquanto combatia pela causa da reunificação nacional, permaneceu encarcerado por 38 anos. Ao longo de todo esse período, enfrentou torturas, pressões e repetidas tentativas de fazê-lo renunciar às suas convicções, mas preservou inabalavelmente a convicção revolucionária e os princípios de um membro do Partido do Trabalho da Coreia.
Em 2000, retornou à República Popular Democrática da Coreia, onde foi calorosamente acolhido pela pátria socialista. Em reconhecimento aos seus méritos, recebeu o Prêmio da Reunificação da Pátria, o título de Herói da República e outras condecorações estatais, passando a dedicar-se à transmissão de sua experiência de luta.
Em encontros com delegações nacionais e estrangeiras, Hong Myong Gi afirmou que pôde preservar sua convicção revolucionária durante décadas graças à confiança ilimitada no grande Líder camarada Kim Il Sung, no grande Dirigente camarada Kim Jong Il e à firme convicção na vitória da causa revolucionária. Sua trajetória tornou-se um exemplo de fidelidade aos princípios revolucionários e ao Partido.

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