terça-feira, 26 de maio de 2026

Valioso tesouro da literatura e da arte

Na história do desenvolvimento da literatura e da arte da RPDC houve uma época histórica que abriu um novo plano da arte operística com a criação das cinco óperas revolucionárias.

Até a década de 1960, o estilo da ópera em nosso país não conseguia se libertar do esquema estilístico da ópera clássica.

O grande Dirigente camarada Kim Jong Il, que percebeu as limitações sócio-históricas e artísticas da ópera do passado, apresentou a orientação original para a revolução operística e fez com que ela fosse levada a cabo a partir da adaptação para a ópera da imortal obra clássica “Mar de Sangue”.

Assim, no início da década de 1970, foi impulsionado vigorosamente o trabalho de criação de uma nova ópera revolucionária adequada aos sentimentos e às emoções de nossa época e de nosso povo, colocando um ponto final no velho estilo da ópera clássica.

O Dirigente traçou a orientação para a criação das canções, para que os compositores as criassem pensando que nosso povo ainda as cantaria mesmo após vários séculos, e lhes ensinou o método de estruturá-las em estrofes.

Quando alguns criadores apresentaram canções que mantinham intacto o estilo de ária ou recitativo, ele corrigiu pessoalmente as letras das canções e, ouvindo as interpretações dos artistas da ópera, aperfeiçoou muitas delas, transformando-as em canções célebres.

Além disso, fez introduzir o pangchang, meio vocal executado fora do palco, ampliando assim a esfera descritiva da ópera e diversificando a forma expressiva da música vocal.

Graças à sua direção, que permitiu elevar a função descritiva do pangchang e aperfeiçoar diversamente seu estilo na ópera revolucionária “A Florista”, tornou-se possível descrever ardentemente o mundo interior dos personagens principais mediante vários estilos de pangchang, como dueto feminino, trio misto, pangchang feminino e pangchang misto.

Nos dias da criação das cinco óperas revolucionárias, foi criado um novo método de desenvolvimento dramático que permite ampliar ainda mais a influência da obra mediante a combinação encadeada das artes cênicas tridimensionais e de diversos meios expressivos, enquanto surgiu uma orquestra combinada ao nosso estilo e a dança passou a desempenhar o papel de meio indispensável de representação.

As óperas revolucionárias “Mar de Sangue”, “A Florista”, “Conte-o, Floresta”, “A Verdadeira Filha do Partido” e “Canção do Monte Kumgang”, que combinaram o conteúdo socialista com o estilo nacional, sendo obras representativas do Renascimento do século XX, provocaram ecos tempestuosos entre as pessoas daquela época e repercutiram no círculo operístico mundial.

As cinco óperas revolucionárias, que não perderam sua força emocional nem sua vitalidade mesmo após mais de meio século desde sua criação, constituem o valioso tesouro de nossa literatura e arte.

Kim Tae Song

Naenara

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