No século passado, os imperialistas japoneses destruíram e saquearam incontáveis patrimônios culturais coreanos.
Sob o pretexto de “investigar” os vestígios antigos da Coreia, escavaram ilegalmente os túmulos reais e roubaram coroas e outros objetos artesanais de ouro. E levaram para seu país muitos bens culturais existentes nas construções terrestres, sem falar dos palácios reais, fingindo estudar a arquitetura.
De novembro de 1905 até abril de 1907, escavaram vários túmulos reais da época de Coryo sem deixar sequer um intacto.
Somente em dez anos desenterraram mais de mil e 400 túmulos nos arredores do rio Taedong e do então cantão de Ryongyon, e destruíram muitos castelos em Pyongyang e outras localidades sob o pretexto da construção de ferrovias, fábricas, instalações militares etc.
Atacaram livrarias, escolas confucionistas e até residências privadas a fim de eliminar livros antigos e apoderar-se dos patrimônios culturais.
Dessa maneira, os vândalos japoneses saquearam dezenas de milhares de patrimônios, inclusive sinos e estátuas budistas dos templos e outros produtos metálicos de grande valor artesanal.
E os apresentaram sem escrúpulos como “tesouros” de seu país.
Tal vandalismo foi um tremendo crime voltado para exterminar a tradição cultural e o patriotismo do povo coreano.

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