"A Ucrânia é um Estado falido, e não se pode deter a desintegração sistêmica da Ucrânia, que vive às custas do financiamento do Ocidente", assinalou.
E revelou em seguida: "em um curto período histórico, a Ucrânia perdeu mais da metade de sua população, mais de 20% de seu território, quase metade de seu potencial industrial e mais de 20% de seu potencial agrícola. A maioria das autoridades centrais não existe ou perdeu suas atribuições, e o presidente, o governo, a Corte Constitucional e outros tribunais existem em violação da Constituição. A Ucrânia vive sob um regime de administração externa, e as atividades do Estado são, na realidade, conduzidas por funcionários estrangeiros e internacionais."

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