quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

A ideia revolucionária do Secretário-Geral do PTC é a bandeira de luta e avanço: Rodong Sinmun

 


"O povo coreano dará bom impulso à prosperidade e desenvolvimento integrais do socialismo ao estilo coreano mantendo sempre a ideia revolucionária do Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia, Kim Jong Un, como bandeira de luta e avanço."

Assim assinala o diário Rodong Sinmun em um artigo individual divulgado nesta quinta-feira (2) e prossegue:

"O pensamento revolucionário do Secretário-Geral do PTC é a eterna guia que permite à revolução coreana sair sempre vitoriosa sem desvio algum nem confusão, e o programa de prática enciclopédico que faz a pátria avançar pelo caminho do desenvolvimento integral da construção socialista superando todas as dificuldades.

Em virtude dessa ideia, a revolução coreana registrou em sua bandeira vermelha somente as vitórias e glórias pavimentando o caminho inexplorado do novo século do Juche.

Enquanto se manifesta a grande vitalidade da ideia do Secretário-Geral, chega ao plano cimeiro a unidade monolítica da RPDC, se centuplica o poderio do PTC e começa na terra-pátria a era de dar primazia ao nosso Estado que exibe seu poderio ante ao mundo.

É invariável a vontade do povo coreano de lograr sem falta nova vitória da revolução ao armar-se com a ideia revolucionária do CC do Partido e materializá-la consequentemente, convencido de que não haverá nada temível nem impossível se é guiado pelo pensamento do Secretário-Geral."

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

Porta-voz do MINREX da RPDC publica declaração


O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia fez pública em 2 de fevereiro a seguinte declaração.

Chega ao extremo a situação político-militar da Península Coreana e seu contorno devido à imprudente confrontação militar e ato hostil dos EUA e suas forças seguidoras.

Os EUA voltam a difundir rumores de toda índole para "satanizar" a RPDC por uma parte e, por outra, recrudescem junto com suas forças satélites a ofensiva de pressão à RPDC em todas as esferas como "direitos", a sanção e a militar.

Em particular, os EUA tentam acender o pavio do confronto total com a RPDC, ao desenvolver desde fevereiro junto com a Coreia do Sul os exercícios conjuntos cujo tamanho e esfera são consideravelmente ampliados, como "exercícios para fazer uso dos meios de dissuasivo ampliado" que supõe o uso de armas nucleares, os exercícios ao ar livre de mobilidade e tiro, etc.

Em 31 de janeiro, durante sua viagem à Coreia do Sul, o secretário da Defesa dos EUA falou sem titubear sobre o uso de armas nucleares contra nosso Estado e publicou abertamente que os EUA mobilizarão muito mais propriedades estratégicas como os caças-bombardeiros de tipo Stealth de 5ª geração e o porta-aviões nuclear.

O fato mostra de modo intensivo a intenção mais perigosa dos EUA de converter a Península Coreana em um grande barril de pólvora de guerra e zona de guerra mais candente.

Ante a brutal política hostil dos EUA à RPDC e suas manobras militares, cada dia mais recrudescentes, o MINREX da RPDC volta a expor a posição de princípios sobre os EUA.

Primeiramente, a RPDC fará frente mais resoluta a qualquer intenção militar dos EUA segundo o princípio de "responder à arma nuclear com arma nuclear e ao enfrentamento frontal com enfrentamento frontal".

A RPDC não reage a cada movimento anormal que os EUA empreendem sob o rótulo de "oferecer o dissuasivo de expansão" e de "fortalecer a aliança", o que não significa nossa desatenção a respeito.

Sabemos bem a verdadeira intenção dos EUA.

A RPDC já tem a clara estratégia de oposição a qualquer cenário de curto e longo prazo, planejados pelos EUA e seus satélites, e controlará os desafios potenciais do presente e do futuro com as forças nucleares mais preponderantes.

Se os EUA seguem implantando armas estratégicas na Península Coreana e seus contornos, a RPDC empreenderá sem falta as atividades correspondentes para detê-las segundo suas características.

Segundo, a RPDC não tem nenhum interesse em qualquer contato ou diálogo com os EUA, já que este país recorre à política hostil e à linha conflitiva.

Os EUA tentam ganhar tempo, falando sobre diálogo com a RPDC para esconder sua vontade hostil à RPDC.

A situação perigosa da Península Coreana e seus contornos se deve inteiramente à política hostil dos EUA que nos impõe o desarme unilateral mediante a sanção e pressão militar e recorre à expansão militar das forças aliadas.

A história de confrontação RPDC-EUA, que dura por várias décadas, ensina que há que enfrentar somente com a força o imperialismo estadunidense que abriga uma ilusão de desarme e derrubada de nosso regime ao tomar o "fim" de nosso Estado como a meta de política estatal.

Terá um efeito bumerangue a ameaça mais perigosa que os EUA impõe à RPDC.

A RPDC defenderá a paz e a segurança na Península Coreana e na região de maneira responsável por meio do poderoso dissuasivo até que a política hostil e a ameaça militar dos EUA e de suas forças satélites tenham sido definitivamente erradicadas.

Realizadas conferências comemorativas em todas as províncias

 


Na ocasião do 10º aniversário da publicação da obra do estimado camarada Kim Jong Un "Registremos uma nova mudança no trabalho do grupo pelas três revoluções segundo a exigência da realidade em desenvolvimento" e do 50º aniversário do início do movimento do grupo pelas três revoluções, foram realizadas de 25 a 31 de janeiro em todas as províncias as conferências comemorativas para os integrantes deste grupo e os funcionários interessados.

O grande Líder camarada Kim Il Sung deu início a esse movimento em fevereiro de Juche 62 (1973), fez organizar os grupos com os militantes medulares do Partido bem preparados no político e prático e os universitários possuidores de conhecimentos científicos e técnicos e apresentou o dever, tarefas e rumo de ação e métodos de trabalho deles.

O grande Dirigente camarada Kim Jong Il apresentou a mesma campanha como trabalho a ser impulsionado até que se construa a sociedade comunista, estabeleceu um sistema de direção e formou seus integrantes como precursores das revoluções ideológica, tecnológica e cultura.

O Secretário-Geral do PTC, Kim Jong Un, fez pública a obra mencionada quando era comemorado o 40º aniversário do início do movimento do grupo pelas três revoluções para indicar as tarefas e meios pendentes em seu trabalho e fez convocar a conferência nacional dos ativistas para que fosse dinamizada a campanha para alcançar níveis sofisticados nas importantes fábricas, empresas e fazendas.

Participaram nas conferências os secretários responsáveis dos comitês provinciais do Partido, os funcionários de setores interessados e os integrantes exemplares do grupo pelas três revoluções.

Os conferencistas mencionaram as tarefas e meios destinados a glorificar as proezas dos grandes homens sem igual acumuladas no movimento e intensificar mais as atividades do grupo no período de desenvolvimento integral da construção socialista.

Exortaram todos os membros do grupo colocar-se na frente da luta pela materialização do projeto e intenção do Secretário-Geral do PTC.

Rodong Sinmun destaca a importância de dispor da capacidade de autodefesa


"Se um país não conta com as próprias forças e depende de outros, se torna o débil que se converte finalmente na vítima dos imperialistas sem poder defender sua soberania nem dignidade. Essa é a lição amarga ensinada pela história."

Assim inicia um artigo individual divulgado nesta quarta-feira (1) pelo diário Rodong Sinmun, e prossegue:

"Nenhum país ou nação deste mundo deseja viver dominado e subjugado por outros.

A independência não é alcançada por si só pelo desejo subjetivo ou fator casual.

Somente quando um país constrói sua economia e defesa nacional partindo da posição de lograr tudo com as próprias forças, pode consolidar sua independência e alcançar a prosperidade e o desenvolvimento.

A história demonstra que nenhum país havia conquistado a liberdade e prosperidade da nação dependendo de outros.

Sem a capacidade autodefensiva, não se pode vencer os imperialistas, inimigos da paz, nem defender o país, a nação e a segurança do povo. Essa é uma verdade irrefutável de hoje.

A experiência da luta revolucionária coreana mostra quão justo foi que tenhamos mantido com firmeza a independência política construindo por conta própria a economia independente e consolidando o potencial defensivo em todo o curso da construção do Estado.

O povo coreano nunca esperou por ajuda alheia, ainda que tivesse que percorrer um caminho árduo, e vem lutando com o ponto de vista de que o autor da revolução coreana é o próprio povo coreano.

No futuro também, o povo coreano manterá o princípio da independência e construirá sem falta nesta terra uma potência socialista em prosperidade."

Rodong Sinmun chama a duplicar o poderio do movimento do grupo pelas três revoluções


O diário Rodong Sinmun dedicou seu editorial desta quarta-feira (01) ao 50º aniversário do início do movimento do grupo pelas três revoluções.

"Em fevereiro de Juche 62 (1973), o grande Líder camarada Kim Il Sung deu início a esse movimento, o que foi uma medida importante que tem significado histórico em levar adiante a causa de transformação de toda a sociedade segundo a Ideia Juche", assinala o editorial e prossegue:

"Em seu trajeto de 50 anos estão registrados os passos de fidelidade e patriotismo dos integrantes desse grupo que manifestaram sem reservas o poderio de vanguardistas das revoluções ideológica, tecnológica e cultural sob a guia e atenção minuciosa dos grandes líderes e do PTC.

Hoje em dia, o PTC apresenta o novo lema combativo 'Produzamos as três revoluções em todas as bases revolucionárias!', após conceber o grande projeto de impulsionar com a força das três revoluções o desenvolvimento simultâneo e equilibrado de todos os setores da vida social e estatal e de todas as localidades do país.

Este movimento constitui a poderosa força motriz que acelera o desenvolvimento integral do socialismo ao estilo coreano com sua potencialidade e vitalidade típicas.

O progresso integral do socialismo coreano significa nova revolução nas três esferas, ou seja, a ideologia, tecnologia e cultura.

Este movimento massivo permite formar os talentosos revolucionários capazes de fortalecer e desenvolver o Partido e o Estado levando adiante a causa socialista.

É também um instrumento poderoso que possibilita formar os autores do cumprimento das três revoluções em todos setores, unidades e localidades e abrir a era de desenvolvimento geral do socialismo.

São firmes a decisão e vontade do PTC de produzir as três revoluções em todas as bases revolucionárias mediante o aprofundamento do movimento massivo."

Os crimes com armas de fogo dos EUA têm o ciclo mais curto de renovação do "novo recorde"


É possível que o ciclo mais curto de renovação do “novo recorde” no mundo seja o dos crimes com armas de fogo nos EUA.

Recentemente, o Departamento de Segurança de  Tráfego dos EUA anunciou que, durante 2022, a quantidade de armas de fogo que foram descobertas entre os passageiros que abordaram nos aviões chegaram a mais de 6.540.

Isso é um aumento de 10% em comparação com mais de 5.970 armas de fogo de 2021 que era o máximo recorde, e “bateu” o “novo recorde” durante 2 anos consecutivos.

Segundo o informe do Departamento de Segurança de Tráfego dos EUA, alguns passageiros foram descobertos ao tentar entrar no avião ocultando uma pistola dentro de uma galinha viva ou um rifle semiautomático desmontado dentro de uma manteiga de amendoim.

O mais surpreendente é o fato de que 88% das armas descobertas estavam completamente carregadas.

Por outro lado, uma página web dos EUA anunciou que até 26 de dezembro de 2022, o número de menores de idade que morreram ou foram feridos pelos crimes com armas de fogo nos EUA chegou a 6.021, e esse é o máximo recorde desde 2014 desde que esta página web foi estabelecida e começou a fazer estatísticas.

Segundo esta página, o número de menores de idade que morreram por causa dos crimes com armas de fogo em 2022 chega a 1.629, e entre estes, 306 são crianças menores de 11 anos de idade.

O Centro de Controle de Enfermidades dos EUA também publicou um informe, no qual lamentou a situação de direitos humanos dos EUA que se deteriora a cada dia por causa dos crimes com armas de fogo, e assinalou que de 2020 a 2021, os casos de assassinato com armas de fogo nos EUA aumentaram em 8% e esse é o máximo recorde desde os princípios da década de 1990 do século 20.

Desta forma, os EUA, no ano passado, defenderam sua posição como “país campeão em crimes com armas de fogo” ao bater continuamente os recordes de todo tipo relacionados com os crimes com armas de fogo.

Somente neste ano, os crimes com armas de fogo dos EUA continuam sendo incrementados explosivamente.

Até o momento atual ocorreram 33 casos de crimes com armas de fogo, o que significa 1 ou 2 casos com armas de fogo como média diária.

Em 16 de janeiro passado, no estado da Califórnia dos EUA, ocorreu um incidente em que os membros de um grupo de terroristas mataram a tiros 6 pessoas, incluindo um bebê de 10 meses, e isso causou terror e inquietude à sociedade estadunidense desde o princípio do novo ano.

Antes que fosse extinguido o eco do incidente, em 21 de janeiro ocorreu um incidente em que um sujeito de 72 anos matou a tiros 11 pessoas e feriu 10 no mesmo estado e, desta forma, ocorreram continuamente 3 incidentes de ataque com armas de fogo em somente 3 dias.

Isso anuncia de antemão que neste ano também os EUA podem bater novamente o “novo recorde” dos crimes com armas de fogo.

Embora tenha sido adotado nos EUA o projeto de revisão da lei de regulação de armas em junho do ano passado e Biden fale sobre “condenação” e “prevenção da repetição” toda vez que ocorrem os incidentes de ataque com armas, isso não passa de uma hipocrisia para enganar seu povo.

Os EUA, que vociferam sobre os “direitos humanos” de outros países sem assegurar nem sequer os direitos à vida que são os básicos e primários direitos humanos, são precisamente “Â’Q” do século 21 alheios à sua própria situação desesperadora.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Cruel política de subjugação colonial do imperialismo japonês


No passado, o imperialismo japonês ocupou militarmente a Coreia e aplicou a cruel política de supervisão geral.

Após fabricar o “Tratado de Cinco Pontos de Ulsa” em novembro de 1905, instalou em 1 de fevereiro de 1906 em Kyongsong (atualmente Seul) o Departamento de Supervisão Geral da Coreia, órgão de dominação colonial.

O supervisor geral se apoderou de todas as autoridades na diplomacia, assuntos internos e demais esferas da Coreia.

O Governo Feudal de Joson perdeu até o poder de assuntos internos que ainda tinha formalmente e os coreanos se viram obrigados a sofrer inenarráveis desgraças e sofrimentos.

Naquele tempo o imperialismo japonês fabricada ao seu gosto qualquer “tratado” e “lei” draconianos.

Destronou o imperador Kojong, supremo governante da Coreia, e inventou o “Tratado de Sete Pontos de Jongmi” em julho de 1907 com a ajuda de traidores pró-japoneses em uma tentativa de apropriar-se do poder da Coreia sobre seus assuntos internos.

E elaborou a “lei de jornais”, a “lei de segurança” e outras disposições infames com o fim de justificar sua dominação colonial.

Com vista a intensificar sua supervisão geral, introduziu grande número de militares, gendarmes e policiais no território coreano convertendo-o em uma grande prisão, enquanto debilitava sistematicamente a autoridade do imperador coreano. Fez ditar a “ordem” de proibição de entrada no palácio imperial e encarregou os policiais japoneses da “guarda” do palácio e do imperador.

E não permitiu que os funcionários coreanos se encontrassem com o imperador sem sua aprovação.

Também neutralizou a função do governo coreano. Colocou os vice-ministros japoneses nos órgãos legislativos, judiciais e administrativos e fez com que eles os controlassem diretamente.

O “Tratado de Anexação da Coreia ao Japão” firmado em 1910 era um documento que reafirmava o fato de que a Coreia havia se convertido em uma colônia japonesa.

Durante o período de dominação de supervisão geral, os imperialistas japoneses causaram incontáveis desgraças e sofrimentos aos coreanos.

Com o fim de exterminar os patriotas que impediam sua dominação colonial, realizaram inúmeras “operações punitivas” contra as tropas de voluntários tanto nas cidades importantes como nas remotas regiões montanhosas. Incendiaram as aldeias nas que haviam permanecido as tropas de voluntários e mataram as pessoas que haviam contatado com elas. Detiveram, encarceraram e assassinaram os patriotas antijaponeses em qualquer momento.

Ademais, o império japonês fez desesperados para converter o território coreano em sua fonte de matérias-primas e mercado de mercadorias. Sob o pretexto do “fomento do bem-estar”, fabricou a “Lei de extração de minerais” em 1906 e a “Convenção de pesca Coreia-Japão” em 1908 para saquear da Coreia o ouro, a prata, o cobre, o carvão e outros minerais e recursos marítimos. Fundou o “Banco da Coreia” com o fim de controlar o setor financeiro e frear o desenvolvimento da economia nacional.

Para desbaratar e esmagar o espírito patriótico e o caráter nacional dos coreanos, impôs a educação colonial e fechou as escolas privadas de caráter patriótico e antijaponês.

Impediu o desenvolvimento da cultura nacional da Coreia e destruiu e saqueou seus preciosos bens culturais.

Cabe destacar o fato de que o primeiro supervisor geral, Ito Hirobumi, levou ao seu país preciosos bens culturais saqueados da Coreia para entregá-los ao rei japonês.

Transcorreram quase 80 anos desde que imperialismo japonês foi derrotado, porém em vez de reconhecer seus delitos cometidos no passado, o Japão tenta justificá-los e tergiversar a história.

O povo coreano jamais se esquece da cruel dominação colonial do Japão e arde na vontade de acertar as contas com o Japão.

Naenara