terça-feira, 2 de agosto de 2022

As sanções anti-Rússia prejudicam os sancionadores


Ultimamente, os EUA e o Ocidente, que se dedicam às manobras de sanções anti-Rússia com motivo da situação crítica da Ucrânia, agora estão pagando um alto preço por causa das sanções, e isso se tornou um tema de conversação da sociedade internacional.

Recentemente, o jornal inglês “The Times” publicou um artigo que assinalou que, embora o Ocidente tenha feito todo o possível para pôr Putin em aperto com as sanções, não pode causar o dano desejado em Moscou e, pelo contrário, somente causou o efeito bumerangue.

O jornal assinalou que a inflação subiu rapidamente na Grã-Bretanha e nos países da UE por causa do aumento dos preços do petróleo e que os cidadãos estão derramando lágrimas olhando o medidor nos postos de gasolina.

Nos EUA, autor das sanções anti-Rússia, também se alçam continuamente as vozes que questionam a efetividade das sanções.

Os especialistas dos círculos de imprensa e da academia lamentam um após o outro que quando se reflete sobre o passado, a história das sanções é a de decepções, e por outro lado, umas figuras de alto escalão do círculo político pressionam a administração Biden dizendo que há que deter o investimento de dezenas de milhares de dólares em um conflito que ocorre em um país distante e estão preocupados que o fornecimento de equipamentos à Ucrânia está esgotando o arsenal militar dos EUA.

Como avaliam os veículos de imprensa internacionais, a economia não estremeceu em sua base como haviam prevido os fanáticos de sanções, mas pelo contrário, registrou um superávit comercial que bateu o recorde e o valor do rublo se estabilizou. Assim, a economia da Rússia está resistindo com segurança às sanções.

Atualmente nos países europeus, o preço do gás subiu repentinamente a 1 700€ por cada 1 000㎥ do preço anterior de 250€ e por causa disso, nas atividades de produção dos principais setores como elétrico, metalúrgico, químico, indústria alimentícia, etc. e a vida dos cidadãos se tornou um grande caos e a inquietude social está se intensificando ainda mais.

Em resposta às sanções monetárias dos EUA e do Ocidente, a Rússia exigiu aos países europeus pagar com rublos os custos de compra de gás de origem russa e suspendeu por completo o abastecimento de gás aos países que negaram esta demanda. Por causa disso, o Ocidente se viu obrigado a refletir sobre suas medidas de sanções.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

As entidades progressistas e figuras de vários círculos dos países asiáticos estendem solidariedade à luta anti-EUA do povo coreano (3)


‐ O fortalecimento da capacidade de defesa nacional é o direito independente da RPDC ‐

Com motivo do mês da luta conjunta anti-EUA (25 de junho-27 de julho), nos países asiáticos se alçaram as vozes de apoio às nossas medidas de autodefesa para fortalecer ainda mais a capacidade de defesa nacional fazendo frente à constante ameaça militar dos EUA e sua política hostil aberta.

Na reunião ampliada do comitê regional da Ásia-Pacífico para o apoio à reunificação pacífica da Coreia realizada a princípios de julho, foi adotado um chamamento escrito dirigido aos povos progressistas do mundo.

O documento assinalou como segue.

A situação instável da Península Coreana que se mantém por mais de meio século foi provocada pela anacrônica política hostil anti-RPDC dos EUA e os exercícios militares conjuntos que são realizados anualmente.

Em continuação assinalou que todo mundo sabe que a paz e estabilidade da Península Coreana e da região do nordeste asiático estão sendo defendidas firmemente pela República Popular Democrática da Coreia que possui uma poderosa capacidade de defesa nacional autodefensiva reconhecida pelo mundo e exortou a enviar um pleno apoio e respaldo às justas medidas da RPDC para salvaguardar a soberania e a dignidade do país, a felicidade do povo e a paz e estabilidade da Península Coreana.

Ao final, expressou a convicção de que os povos progressistas que aspiram à construção de um novo mundo livre, próspero e pacífico estenderão firme apoio e solidariedade à justa causa do povo coreano.

Em um discurso proferido no ato de solidariedade, o vice-diretor do departamento internacional do Partido Comunista do Nepal (Central Maoísta) assinalou como segue.

Historicamente, a RPDC não invadiu nenhum país. Porém os EUA e o Ocidente estão ameaçando sem cessar, militar e economicamente, a RPDC para que abandone os mísseis e a capacidade nuclear que desenvolveu para a autodefesa.

E em seguida, expressou que apoia plenamente todas as medidas da RPDC tomadas para lograr o desenvolvimento estável e a prosperidade do país e defender a tranquilidade do país, nação e povo.

As figuras dos círculos políticos e sociais de muitos países asiáticos como o vice-secretário-geral encarregado de assuntos externos do Partido da Coalizão Islâmica do Irã, o presidente do Comitê Central do Partido do Trabalho de Bangladesh, o vice-presidente do grupo de estudo da autoconfiança do Sri Lanka assinalaram que as medidas de fortalecimento da capacidade de defesa nacional autodefensiva da RPDC são um direito soberano de um Estado soberano e que são medidas justas para salvaguardar a segurança do Estado e a vida do povo da ameaça estadunidense, e expressaram que estendem pleno apoio à luta do povo coreano.

As vozes justas que ressoaram entre as entidades progressistas, figuras de vários círculos e os veículos de imprensa dos países asiáticos com motivo do mês da luta conjunta anti-EUA estão revelando claramente a verdadeira identidade dos EUA como destrutor da paz e estabilidade da Península Coreana.

Os EUA não poderá ocultar sua identidade como provocador da Guerra da Coreia e destrutor da paz, e quanto mais se dedique à anacrônica política hostil anti-RPDC, mais enfrentará duras críticas, rechaço e condenação internacionais.

Associação Coreia-Ásia

A assistência de armas do Ocidente provoca um pesadelo de longo prazo à segurança da Europa


Desde o início da situação crítica da Ucrânia até o momento, os países membros da OTAN liderados pelos EUA estão oferecendo com frequência a assistência à Ucrânia que chega a centenas de milhares de dólares, tais como tanques, veículos blindados, canhões de longo alcance, mísseis antitanques portáteis, todo tipo de armas de tiro e enormes quantidades de munições.

Se diz que as armas que o Ocidente envia à Ucrânia se concentram na região sul da Polônia e são transportadas em todo tipo de veículos, até carros privados, aos seus destinos.

O problema é que uma vez que tais armas partem de lá, ninguém sabe exatamente onde e a quem chegam.

A União Europeia, em um documento oficial que circulou em abril passado aos seus países membros, assinalou que um grupo criminoso começou o tráfico de armas na Ucrânia e que isso poderia se converter em uma ameaça potencial à segurança da Europa, e em junho, a Interpol e as autoridades policiais da Suécia advertiram que as armas do Ocidente que foram enviada à Kiev chegariam por fim nas mãos de grupos criminosos.

Por outro lado, recentemente o ministro da Defesa da República Tcheca, citando como exemplo do caso da antiga Iugoslávia em que fracassou completamente a administração e controle de armas, expressou a preocupação de que a mesma coisa esteja ocorrendo na Ucrânia também, e o porta-voz da Europol também lamentou dizendo que há uma informação sobre os contrabandos de equipamentos militares como as armas de fogo da Ucrânia e que são contrabandeadas até as armas pesadas, e que estas podem chegar às mãos dos criminosos organizados e dos terroristas.

Isso demonstra que os países ocidentais estão nervosos pela possível entrega de suas armas contrabandeadas no mercado negro às organizações criminosas.

O fato de que a maioria das armas que possuem os grupos criminosos de um país europeu são as armas que foram usadas durante a crise sangrenta da Península dos Bálcãs na década de 1990, está ressaltando ainda mais a gravidade desta situação.

Segundo a avaliação dos especialistas é irracional dizer que a Ucrânia, um país que ocupa a posição 112 entre 180 países do mundo na ordem de corrupção, pode controlar o contrabando de armas.

Recentemente, um bandido armado difundiu um vídeo no qual fez alarde sobre as armas do Ocidente que ele havia comprado dos contrabandistas de Kiev. Quando observamos isso, podemos conjecturar em que nível chegou o contrabando de armas.

Está claro que a tal chamada assistência de armas dos países ocidentais à Ucrânia criará um caos na manutenção da ordem pública da Europa e provocará um pesadelo de longo prazo.

Son Ryu Jin, investigador da Associação RPDC-Europa

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Uma manobra infame que tenta deter o desenvolvimento econômico da China


Recentemente, a Secretária do Tesouro dos EUA realizou uma visita aos países asiáticos e disse há que intensificar o comércio entre os aliados e caluniou a China como segue.

A China está realizando atividades comerciais injustas para ocupar uma posição dominante no setor de manufatura de tecnologia de ponta. Não podemos tolerar que a China utilize sua posição no mercado para causar distúrbios na economia ou exercer uma influência geopolítica com as principais matérias-primas, tecnologias e produtos.

Em relação a isso, o jornal “China Daily” criticou como segue em um comentário.

O comércio é uma atividade de benefício mútuo na qual ambas partes realizam negócios comerciais de acordo com o consentimento mútuo. É algo absurdo dizer que o comércio entre China e EUA é somente favorável aos interesses estatais da China. A exortação dos EUA à intensificação do comércio com os aliados que compartilham uma “concepção de valor comum” persegue em essência transformar as relações comerciais em uma parte do faccionalismo ao estilo da Guerra Fria de Washington.

Em seguida, o comentário revelou que o verdadeiro objetivo dos EUA é destruir a dependência econômica que foi formada estreitamente entre os países pela globalização da economia durante as últimas décadas e excluir a China.

A recente visita à Ásia da Secretária do Tesouro estadunidense não é a primeira manifestação dos movimentos dos EUA para conter e isolar internacionalmente a China no setor econômico e comercial.

Em 2018, os EUA impôs tarifas adicionais aos produtos importados de origem chinesa calculados em centenas de milhares de dólares pretextando “o injusto déficit no comércio com a China” e assim provocou a guerra comercial China-EUA e manobrou por todos os meios para romper a rede industrial e de fornecimento entre China e todos países do mundo.

Somente neste ano, os EUA fabricou um após o outro os blocos econômicos de todo tipo que excluíram a China como o Marco Econômico do Indo-Pacífico, “Companheiros do Pacífico azul”, “iniciativa global de companheiros de infraestrutura e investimento”.

Além disso, os EUA está aplicando sanções unilaterais às empresas chineses pretextando que estas estão colaborando com a Rússia no setor da indústria militar e está tramando para criar o “Chip 4” para excluir a China da rede de distribuição mundial de semicondutores.

A realidade demonstra claramente que as manobras dos EUA para pressionar a China estão entrando em uma etapa mais aberta e de plena execução não só nas esferas de política, diplomacia e assuntos militares, mas também na esfera econômica e comercial, e em escala mundial.

Como advertiram os veículos de imprensa chineses, a descarada conduta hegemônica dos EUA que quer deter o desenvolvimento econômico da China só acarretará uma consequência que prejudicará o próprio EUA.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

As entidades progressistas e figuras de vários círculos dos países asiáticos estendem solidariedade à luta anti-EUA do povo coreano (2)


Os EUA é o destrutor da paz.

No ato de solidariedade dos partidos progressistas e entidades sociais realizado no Nepal em 27 de junho, foi publicada uma declaração conjunta que expressou o apoio e a solidariedade à causa da reunificação independente e pacífica da Coreia exigindo a suspensão dos exercícios militares conjuntos dos EUA que destroem a paz e a retirada das forças armadas estadunidenses da Coreia do Sul.

Na declaração conjunta firmaram 28 partidos políticos, entidades sociais, grupos de amizade e solidariedade e entidades de imprensa como o Partido Comunista do Nepal (Central Maoísta), o Partido Comunista do Nepal (Socialista Unido), o Partido Comunista do Nepal (Marxista-Leninista), o Centro de Estudos do Juche do Nepal, a Confederação Democrática Nacional dos Sindicatos Nepaleses, a Associação de Jornalistas do Nepal, a editora Gorkha, a companhia de TV Danfe, etc.

O presidente do Comitê Central do Partido Operário-Campesino do Paquistão, um membro do CC do Partido Nacional Awami, o presidente da União dos Trabalhadores Ferroviários, o vice-secretário-geral da Aliança Nacional dos Trabalhadores, o presidente do Comitê de Amizade e Solidariedade Paquistão-Coreia e o presidente da Associação Paquistanesa para o Estudo de Autoconfiança fizeram pública em 4 de julho uma declaração conjunta na qual condenaram fortemente o fato de que a cada ano os EUA realiza exercícios militares conjuntos contra a RPDC e que recentemente empreendeu outro exercício de guerra, e demandaram a suspensão imediata do exercício militar que constitui uma grande ameaça à paz da região da Ásia-Pacífico e do resto do mundo e abandonar a política hostil à RPDC.

O vice-secretário-geral encarregado de assuntos externos do Partido da Coalizão Islâmica do Irã publicou em 19 de julho uma declaração intitulada “Os EUA é o destruidor da paz mundial” na qual revelou que o principal culpado do agravamento da tensão na Península Coreana é os EUA que perpetra incessantemente as provocações bélicas, e condenou duramente as manobras de esmagamento dos EUA, destrutor da paz mundial contra a RPDC.

As figuras dos círculos políticos, sociais e veículos de imprensa de muitos países asiáticos como Índia, Indonésia e Camboja condenaram unanimemente os EUA que empreende exercícios de guerra de agressão introduzindo bens estratégicos de grande escala no entorno da Península Coreana e ameaça constantemente a paz da Península Coreana, e expressaram firme apoio e solidariedade à luta do povo coreano.

Associação Coreia-Ásia

Os verdadeiros defensores da vida humana


Passaram muitos dias desde que foi ativado o sistema profilático de máxima emergência pela chegada em nosso país de um período de provas que pode ser chamado de pior caos desde a fundação do país.

Nestes dias, se difundem sem cessar as belas anedotas que só se pode escutar em nosso país onde todo o país forma uma grande família com o estimado camarada Kim Jong Un como pai, e estão comovendo todo mundo.

Entre os possuidores de belos traços e virtudes que estão gravando as marcas da ardente lealdade patriótica e da consciência pura na grande batalha profilática de emergência de hoje em acato ao ardente amor e afeto e ao nobre propósito da consagração ao povo do estimado Secretário-Geral, que enviou os medicamentos de auxílio preparados em sua família às famílias com dificuldades refletindo a decisão de compartilhar para sempre o destino com o povo e os sinceros votos pelo pronto retorno da tranquilidade e dos risos de todas as famílias do país, também estão nossos trabalhadores da saúde pública.

Entre eles estão os trabalhadores dos centros médicos de vários níveis que dedicam todo tipo de devoção ao tratamento dos cidadãos deixando em suas casas os familiares que estavam enfermos; as pessoas que se mobilizaram voluntariamente para o tratamento dos pacientes embora tenham se aposentado depois de ter trabalhado por dezenas de anos no setor de saúde pública; os estudantes do centro de formação do setor médico que se dedicam com seus conhecimentos e suor ao diagnóstico e exame médico dos cidadãos; e também há o caso de um médico encarregado de famílias de uma clínica rural que morreu no cumprimento de seu dever quando trabalhava com responsabilidade para diagnosticar, realizar exames médicos e fornecer medicamentos aos habitantes de sua região encarregada caminhando dezenas de quilômetros todos os dias apesar de estar enfermo.

Os atos louváveis de nossos trabalhadores da saúde pública, que manifestam virtudes e belos traços comunistas tendo em conta a missão e o dever de que são responsáveis pela saúde e vida do povo estimado e amado por nosso Partido, são muito contrastantes à conduta desumana dos médicos da sociedade capitalista onde o afeto e o amor do ser humano foram esmagados e murchados pelo mamonismo.

Tais sujeitos maltratam os pacientes infectados com COVID-19 por por não ter dinheiro, e até tratam uma mulher negra que se hospitalizou ao ser infectada pelo vírus como uma viciada em drogas e a insultam pela única razão de ser negra. Tais “médicos”, que não têm qualidade de médico, são justamente os da sociedade capitalista como os EUA que vocifera sobre “igualdade de todos” e "bem-estar de todos".

É por isso que atualmente entre as pessoas dos países capitalistas foi criada a expressão “refugiado hospitalizado” que se refere às pessoas que vagueiam entre hospitais por não poder receber tratamento médico adequado ou não ter dinheiro, e esta expressão está se propagando como um vírus maligno.

Tal realidade demonstra que sem um sistema e política de saúde pública popular e trabalhadores de saúde pública que possuam um verdadeiro amor ao ser humano, um hospital que tem os equipamentos médicos de ponta não é mais que uma guarida criminal que rouba até o pouco dinheiro ganho à custa de sangue e suro das massas do povo trabalhador.

Nossos trabalhadores da saúde pública, conscientes de sua sagrada missão outorgada pela pátria e o povo, priorizam os assuntos dos Estado aos afazeres de suas casas e consagram tudo ao trabalho profilático de emergência. Estes trabalhadores são de verdade os que encarnam a nobre concepção de vida que foram educados e formados no sistema socialista que tem como seu grande pai o estimado camarada Kim Jong Un que tem como disposição natural o ardente amor ao povo.

Graças a tais verdadeiros defensores da vida humana, a superioridade e a vitalidade do sistema socialista de saúde pública de nosso país serão manifestadas mais plenamente.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Atos de saque habituais


As tropas estadunidenses estão perpetrando mais abertamente os saques de petróleo na Síria e isso está indignando a sociedade internacional.

Recentemente, o vice-presidente permanente da Rússia na ONU expressou na Assembleia Geral da ONU que as tropas estadunidenses devem terminar o quanto antes o saque e exportação de cereais e petróleo na Síria e o ministro de Petróleo e Recursos Minerais da Síria disse que as tropas estadunidenses estão roubando os recursos petroleiros da Síria como “piratas”.

A violação da soberania e o saque dos Estados soberanos é um ato habitual dos EUA.

Há mais de 150 anos, em abril de 1868, sob a instruções do cônsul-geral estadunidense em Shanghai, um grupo de escavação ilegal organizado por uns sujeitos habituados em pirataria veio ao nosso país. Eles queriam roubar os restos mortais do Príncipe Nam Yon, pai do regente Taewongun Ri Ha Eung que tinha um poder real no governo feudal da Coreia e forçar um tratado desigual e agressivo usando os restos como isca, e por outro lado, saquear os tesouros dentro da tumba, porém se viram obrigados a fugir ao enfrentar uma forte resistência do povo.

Esse é um conto geral do “Incidente de exumação da tumba do Príncipe Nam Yon”.

Tal pai, tal filho. Seus descendentes também roubaram centenas de milhares dólares do banco central do Afeganistão e confiscou muitos bens russos no exterior pretextando a situação crítica da Ucrânia, e como se não bastasse, usurpou 200 mil máscaras que a Alemanha, um de seus principais aliados, destinou a outro país e também arrebatou o contrato de venda de submarinos de dezenas de milhares de dólares que a França havia firmado com outro país. E como tal, seus métodos de roubo fariam até seus antepassados sentir vergonha.

Até um congressista estadunidense disse como segue em uma entrevista concedida à um veículo de imprensa.

Se é um soldado, é importante entender bem a missão de soldado, como foi treinado desde o primeiro dia de seu serviço. Tentar saquear ilegalmente os recursos energéticos necessários para a sobrevivência do povo sírio e a criação de uma nova vida é algo errado.

Os especialistas estão avaliando que o objetivo dos EUA é tomar o controle dos principais recursos econômicos como o petróleo e obter benefícios geopolíticos e econômicos.

Quanto mais os EUA, que fala constantemente de “democracia” e “governança constitucional”, se dedique à agressão e saque no século 21, que não é o 19, mais enfrentará condenação e rechaço.

Todos os fatos demonstram claramente que os EUA, que têm a má fama de ser o “império de hacking e interceptação”, têm outra identidade é o de “chefe dos piratas”.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia