quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Jon Kum Son


Nasceu em 29 de fevereiro de 1923 na cidade de Sinuiju, província de Pyongan Norte.

Se graduou na universidade com o certificado de licença para professor em um país estrangeiro em 1942.

Desde o primeiro dia da libertação da Coreia (15 de agosto de 1945) trabalhou como locutora e diretora de radiodifusão da Estação de Radiodifusão de Sinuiju na província de Pyongan Norte.

Em 27 de novembro de 1945 ela tomou a responsabilidade da transmissão ao vivo do comício da massas de Sinuiju para dar as boas-vindas ao Presidente Kim Il Sung e depois se tornou locutora do Comitê de Radiodifusão Central Coreia após receber uma carta de convocação do Presidente em dezembro do mesmo ano. 

De maio de 1948 a janeiro de 1951 esteve responsável pela transmissão nas línguas coreana e japonesa em Moscou, União Soviética.

Esteve responsável pela transmissão ao vivo e da cobertura de importantes eventos do partido e do Estado tais como os informes da Conferência Conjunta Norte-Sul de Abril no período da construção democrática e do Comando Supremo do Exército Popular da Coreia no momento de guerra.

Em particular, fez excelentemente a transmissão de importantes documentos como proclamações, manifestos, cartas abertas de chamamento e declarações do governo e do partido, incluindo as transmissões das obras do Presidente Kim Il Sung e do Dirigente Kim Jong Il, e assegurou vigorosamente as transmissões de agitação que estimularam a construção socialista.

Foi deputada à Assembleia Popular Suprema de 1972 à 1990 (da 5ª à 8ª Legislatura). Ganhou muitas medalhas e condecorações, como a Ordem da Bandeira Nacional de Primeira Classe e de Locutora do Povo (1975), Heroína do Trabalho (1983) e o Prêmio Kim Il Sung (1972).

Faleceu em outubro de 2005 e foi enterrada no Cemitério dos Mártires Patrióticos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Ri Sang Byok


Nasceu em uma família de camponeses pobres em Sagu-ri, distrito de Chongam, cidade de Chongjin, província de Hamgyong Norte, em 30 de março de 1924.

Antes da libertação se formou na Escola Suplementar do Comércio de Chongjin em 1938 e, depois da libertação, em 1959 se graduou na Escola do Comitê Central do Partido.

Depois de se formar na Escola Suplementar do Comércio de Chongjin, foi recrutado pelo exército japonês em setembro de 1944 enquanto trabalhava no armazém da Companhia Kukpyong mas logrou liberdade com a libertação da Coreia.

Desde 1947 trabalhou como locutor da Radiodifusão Central de Pyongyang (posteriormente Comitê de Radiodifusão Central da Coreia) onde transmitiu importantes documentos e declarações do governo da República Popular Democrática da Coreia.

Como membro do Serviço de Radiodifusão no Tempo de Guerra durante a Guerra de Libertação da Pátria, ele fez importantes contribuições como assegurar a transmissão em Seul no momento em que a cidade foi libertada em 28 de junho de 1950.

Recebeu excelente recepção dos ouvintes por sua forma de transmitir vários eventos como as cerimônias de abertura e encerramento do 13º Festival Internacional da Juventude realizado em Pyongyang e a transmissão em tempo real das partidas da RPDC na Copa do Mundo de 1966 na Inglaterra.

Contribuiu à criação da representação da arte narrativa classificada conforme a forma como comentário, notícia educativa, argumentação política, transmissão ao vivo e informe, e consolidou e desenvolveu a arte da oratória para radiodifusão em língua coreana tendo Pyongyang como centro.

Também criou e publicou muitas obras literárias como poesias, ensaios e letras de músicas e contribuiu a preparar as futuras gerações de locutores promovendo o estudo sistematizado da teoria da arte da oratória em língua coreana e da arte da oratória para radiodifusão jucheana escrevendo vários livros como "Arte da Oratória para Locutores", "Introdução da Arte da Oratória" e "Teoria da Arte da Oratória para Radiodifusão".

Faleceu em 22 de dezembro de 1997 e foi enterrado no Cemitério dos Mártires Patrióticos na comuna Sinmi. 

Em 22 de fevereiro de Juche 87 (1998), o grande Dirigente camarada Kim Jong Il elogiou altamente Ri Sang Byok por ter sido um talentoso locutor amado pelo povo que poderia ser considerado uma propriedade de valor inestimável da nação.

Estimado camarada Kim Jong Un felicitou os líderes vietnamitas pelo dia de fundação da RSV

 

O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, enviou no dia 2 uma mensagem de felicitação ao Secretário-Geral do Comitê Central do Partido Comunista do Vietnã, Nguyen Phu Trong, e ao Presidente da República Socialista do Vietnã, Nguyen Xuan Phuc.

Em sua mensagem, ele estendeu cordiais felicitações aos dois destinatários e ao partido, governo e povo amistosos do Vietnã na ocasião do 76º aniversário de fundação da RSV.

Assinalou que durante 76 anos desde sua fundação, a RSV logrou a libertação nacional e a reunificação do país e empreende energicamente a luta para construir o socialismo.

"Estou contente de que sob a direção do PCV, o povo vietnamita tenha logrando avanço na luta para implementar a resolução do XIII Congresso do Partido e construir um Estado socialista próspero e civilizado", apontou.

Expressou a segurança de que se potenciarão e se desenvolverão continuamente os tradicionais laços de amizade e cooperação entre ambos partidos e países atualmente em desenvolvimento favorável, conforme ao espírito do consenso alcançado na histórica Cúpula de março de 2019.

Ao final, formulou sinceros votos pela boa saúde dos líderes vietnamitas e por maiores êxitos em suas responsabilidades de guia sobre o partido e o Estado.

Porta-voz de entidade coreana revela o massacre de coreanos cometido em Kanto


Transcorreram 98 anos desde quando os imperialistas japoneses cometeram uma horrorosa matança de coreanos residentes no Japão durante o grande terremoto ocorrido em Kanto.

A respeito disso, o porta-voz da Associação de Coreanos Recrutados Forçadamente e seus Familiares fez pública no dia primeiro uma declaração.

Segundo a nota, o forte terremoto que ocorreu ao meio-dia de primeiro de setembro de 1923 em Tóquio e seus arredores, causando incêndios, destruiu em um instante centenas de milhares de casas e edifícios e tirou a vida de incontáveis moradores.

Os imperialistas japoneses tramaram uma artimanha perversa de sacrificar os inocentes coreanos residentes em seu país para aliviar a crescente inquietude e pânico sociais e apaziguar a alma furiosa e o descontento dos habitantes danificados.

Difundindo os rumores falsos tais como "os coreanos se rebelam, incendeiam e colocam veneno nos poços", lançaram o exército, a polícia e o grupo de autovigilância de civis que mataram de maneira cruel mais de 23 mil coreanos durante pouco mais de dez dias.

O fato mostra que os imperialistas japoneses, imbuídos de misantropia e chauvinismo nacional, são bestas, vampiros, diabos e inimigos jurados do povo coreano.

Todavia, as autoridades japonesas não esclarecem a verdade do incidente a mais de um século e nem sentem nenhuma culpabilidade nem responsabilidade, mas se desesperam para negar e ocultar seus crimes do passado e infundem na sociedade japonesa o extremado chauvinismo da nação coreana.

Ao mesmo tempo, instigam os reacionários direitistas a impedir os atos de recordação às vítimas coreanas daquele incidente e tratam de eliminar até a lápide em memória das vítimas.

Manifestamos grande indignação pela imprudência das autoridades e reacionários direitistas do Japão que recorrem com frenesi à tergiversação da história e à anacrônica campanha anti-RPDC e anti-Chongryon e o denunciamos categoricamente em nome de todas as vítimas e seus familiares.

Por mais que o tempo passe e mudem as gerações, jamais esqueceremos as atrocidades cometidas pelos imperialistas japoneses durante o terremoto de Kanto e cobraremos sem falta o preço em mil vezes.

60 anos de luta pela independência, justiça e paz


Em 1 de setembro há 60 anos o Movimento dos Países Não Alinhados declarou seu nascimento com o nobre ideal de independência, justiça e paz.

O Movimento dos Países Não Alinhados que iniciou sua primeira marcha com 25 países se desenvolveu hoje como força política gigantesca e influente que conta com 120 países membros.

Durante 60 anos passados o Movimento fez grandes contribuições para salvaguardar a paz e a segurança do mundo e defender os direitos coletivos e os interesses dos países membros superando os desafios e as dificuldades da história.

A longa trajetória de 60 anos percorrida pelo MPNA comprova claramente a justeza e a vitalidade do ideal e dos princípios do MPNA apresentados com base nos 10 princípios de Bandung como o respeito à soberania, a integridade territorial, a não intervenção nos assuntos internos, o fortalecimento da cooperação internacional, entre outros.

As façanhas do grande Líder camarada Kim Il Sung e do grande Dirigente camarada Kim Jong Il que fizeram imortais contribuições à luta pela unidade dos povos do mundo, ao movimento pela paz anti-guerra, à realização da cooperação Sul-Sul baseada no espírito de apoio em suas próprias forças coletivas e ao estabelecimento da nova ordem internacional estão gravadas brilhantemente na história do Movimento dos Países Não Alinhados.

O grande camarada Kim Il Sung prestou profunda atenção desde cedo aos trabalhos do Movimento dos Países Não Alinhados pela construção do novo mundo livre e pacífico sem dominação, subordinação, agressão e guerra de toda índole e dedicou esforços incansáveis para fortalecer e desenvolvê-lo.

O grande camarada Kim Jong Il dirigiu energicamente o trabalho de engrandecer e desenvolver o papel e o poderio do Movimento dos Países Não Alinhados à etapa mais alta para defender a independência do país e da nação e realizar a independência do mundo.

A ideia e a causa dos grandes Líderes para fortalecer e desenvolver o Movimento dos Países Não Alinhados continuam firmemente graças ao estimado camarada Kim Jong Un.

O estimado camarada Kim Jong Un, Presidente da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia elucidou que o Movimento dos Países Não Alinhados deve ocupar sua posição como poderosas forças amantes da paz contra a guerra e cumprir seu papel e lutar ativamente pela realização da causa da independência do mundo com a bandeira da independência anti-imperialista no alto.

Embora tenha transcorrido muito tempo e mudado as gerações, não se cumpriu todavia a missão histórica do MPNA de construir um novo mundo justo e pacífico com a bandeira da independência anti-imperialista.

A soberania dos países não alinhados está sendo violada e a paz e estabilidade do mundo estão ameaçadas devido à violação da soberania, interferência nos assuntos internos e coercitivas medidas unilaterais que os imperialistas e as forças dominacionistas estão perpetrando abertamente contra os países independentes.

A realidade exige de modo peremptório mais do que nunca que os países membros do Movimento dos Países Não Alinhados empreendam audazmente a luta contra as maquinações de agressão e guerra dos imperialistas.

Os países membros do Movimento dos Países Não Alinhados devem defender os princípios fundamentais e o ideal do MPNA e rechaçar com as forças unidas a coação e a arbitrariedade dos imperialistas. E devem salvaguardar a soberania, o direito à existência e o direito ao desenvolvimento e fortalecer ainda mais a luta para realizar a verdadeira justiça internacional.

O MPNA, como reafirmou na cúpula de Baku e outras, deve manter invariavelmente a independência e a paz como ideal fundamental do Movimento e apoiar e respaldar ativamente os esforços dos países membros para defender a soberania da nação e fortalecer a cooperação internacional.

O governo da República Popular Democrática da Coreia cumprirá sua responsabilidade e papel no futuro também na luta para lograr a verdadeira justiça internacional, a paz e segurança do mundo conforme à missão e aos princípios do Movimento dos Países Não Alinhados sob o ideal de independência, paz e amizade.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

A RPDC sai vitoriosa com a unidade monolítica, destaca Rodong Sinmun


"A unidade monolítica, que foi legada pelos grandes Líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il e se torna mais solida graças ao estimado camarada Kim Jong Un, constitui o patrimônio de eterna duração da RPDC e seu principal potencial."

Adianta o diário Rodong Sinmun em um artigo individual publicado nesta quarta-feira (1) e prossegue:

"A unidade monolítica possibilita levar ao plano cimeiro a soberania e dignidade nacionais que garantem a posição de potência, a prosperidade do Estado e a felicidade do povo.

Tomando-a como arma poderosa, o povo coreano defendeu com firmeza a soberania e o direito ao desenvolvimento do Estado e abriu a nova era de dignidade e prosperidade, a de primazia de nosso Estado, apesar das piores provas que outras nações não haveriam resistido nem um dia.

Tal coesão assegura o desenvolvimento vertiginoso e sustentável do Estado porque é a mais sólida em que toda a população se encontra em torno ao líder.

Embora existam severas provas e dificuldades e se deve cumprir enormes tarefas vencendo a escassez de tudo, a RPDC avançará sempre vitoriosa graças à sábia orientação do grande Partido e à unidade monolítica de todo o povo."

o grande programa imortal que iluminou o caminho a seguir para desenvolver a agricultura nos países africanos


O grande Líder camarada Kim Il Sung proferiu o discurso programático “Para desenvolver a agricultura nos países africanos” na Reunião de Consulta dos Ministros da Agricultura dos países do leste e oeste da África que participaram no Simpósio dos Países Não Alinhados e outros em via de desenvolvimento sobre o Aumento dos Alimentos e a Produção Agrícola que foi realizado em 31 de agosto de 1981 em Pyongyang há 40 anos.

Em seu discurso, o grande Líder camarada Kim Il Sung disse que não devem limitar-se à realização do Simpósio e adoção da declaração, mas devem passar às ações práticas para sua implementação. E elucidou claramente a direção para desenvolver a agricultura dos países do leste e oeste da África que padeciam da maior escassez de alimentos.

O grande Líder camarada Kim Il Sung, dizendo que os países do leste e oeste da África devem desenvolver a ciência e a tecnologia agrícolas rapidamente e solucionar o problema da formação do pessoal técnico agrícola para desenvolver a agricultura, elucidou detalhadamente sobre a criação dos institutos de investigação da ciência agrícola em Guiné e Tanzânia para investigar o novo método de cultivo e as sementes adaptáveis às condições naturais, geográficas e climáticas dos países africanos e os assuntos de solucionar o problema dos fertilizantes e das máquinas agrícolas e formar os técnicos de irrigação até as tarefas práticas e os métodos para formar muitos quadros agrônomos.

E ofereceu uma grande quantidade de alimentos e máquinas agrícolas aos países africanos gratuitamente e enviou os destacados técnicos e especialistas agrícolas de nosso país para ajudá-los a levar à prática os assuntos discutidos na reunião de consulta.

Com a ajuda dos técnicos e especialistas de nosso país, os institutos de investigação de ciência agrícola foram construídos excelentemente em Guiné e Tanzânia em 1982, e as fazendas experimentais foram construídas e projetos de irrigação foram realizados em Guiné Equatorial, Burkina Faso, Uganda e outros países, e muitos êxitos foram logrados nos esforços destes países para solucionar o problema de alimentos.

O presidente Sékou Touré e outros governantes e o povo de Guiné nomearam o instituto de investigação com o nome respeitável do grande camarada Kim Il Sung como uma expressão de sua gratidão a ele que fez com que fosse construído um moderno instituto de investigação da ciência agrícola em seu país. E o presidente Julius K. Nyerere da Tanzânia, com a alegria de haver logrado uma colheita abundante em seu país, respeitosamente obsequiou espigas de milho ao camarada Kim Il Sung.

Hoje em dia, os países africanos estão esforçando-se pelo desenvolvimento científico e tecnológico no setor agrícola e a formação do pessoal qualificado tais como a investigação ativa e a introdução de métodos e sementes adaptáveis às condições específicas de seus países para superar a escassez de alimentos causada pela mudança climática e outros fatores socioeconômicos.

Nós apreciamos os esforços dos países africanos para resolver o problema alimentar com seus próprios esforços através do desenvolvimento agrícola e continuaremos ampliando e desenvolvendo as relações de cooperação com estes países na agricultura e outros setores.

Pak Yong Hyok, Secretário-Geral da Associação Coreia-África