O estimado camarada Kim Jong Un disse:
“O grande camarada Kim Il Sung foi um grande líder revolucionário sem precedentes na história, o pai benevolente do povo e um grande homem sem igual, reverenciado por toda a humanidade.”
Na história da Guerra de Libertação da Pátria, em que foi criado o grande milagre de vencer a bomba atômica com o fuzil de infantaria, estão registrados centenas de heróis.
Nos dias da guerra feroz e implacável, nossa pátria gravou em sua história de vitória os preciosos títulos de Coreia Heroica e povo heroico.
Foi o grande Líder quem fez com que os feitos e méritos dos inúmeros heróis de combate, que, atendendo à ordem do Líder, lutaram nas frentes onde choviam balas e projéteis, dedicando sem reservas sua juventude e sua vida à defesa da pátria, bem como as façanhas e contribuições do povo da retaguarda, brilhassem para sempre diante das gerações futuras.
O quinto volume do livro-patrimônio nacional "História da Vitória na Guerra de Kim Il Sung" também contém o relato da Conferência Nacional dos Heróis de Combate, realizada pouco tempo após a celebração da vitória.
Nessa conferência participaram, juntamente com os heróis de combate e combatentes exemplares que realizaram feitos extraordinários durante a Guerra de Libertação da Pátria, também os Heróis do Trabalho que haviam conquistado méritos na retaguarda.
O título de Herói do Trabalho... Talvez nem todos saibam como esse título, atualmente concedido aos trabalhadores que realizam feitos brilhantes na construção de uma pátria próspera, foi instituído durante a Guerra de Libertação da Pátria.
Durante aqueles severos dias da guerra, tanto nas frentes, onde rugiam os canhões e choviam projéteis, quanto na retaguarda, desenvolvia-se vigorosamente a luta para apressar a vitória.
Nas fábricas intensificava-se a produção de guerra, enquanto no campo as mulheres assumiam o arado e se lançavam ao aumento da produção de alimentos para atender às necessidades da guerra.
Diante do Presidium da Assembleia Popular Suprema colocava-se a tarefa de criar uma nova forma de homenagear os feitos heroicos do povo da retaguarda, que se mobilizava como um só pela vitória na guerra. Contudo, os funcionários responsáveis concentravam seus esforços apenas na condecoração dos feitos de combate dos soldados do Exército Popular, sem dar a devida atenção à avaliação das contribuições do povo da retaguarda.
Depois de tomar conhecimento dessa tendência manifestada no trabalho de condecorações durante a guerra, o grande Líder convocou, em certo dia de abril de 1951, um funcionário do Presidium da Assembleia Popular Suprema ao Quartel-General Supremo. Assinalando que, mesmo nas difíceis condições da guerra, o povo da retaguarda lutava dia e noite, com espírito de abnegação, para assegurar a produção de guerra, orientou que também a esse povo heroico fosse concedido um título de herói, assim como era concedido aos oficiais e soldados do Exército Popular que realizavam feitos heroicos na guerra.
Prosseguindo, o grande Líder explicou que, como o título de Herói da República Popular Democrática da Coreia havia sido instituído para os heróis de combate, seria apropriado denominar de Herói do Trabalho o título destinado ao povo da retaguarda. Assim, foi ele próprio quem definiu até mesmo o nome desse novo título honorífico. Em seguida, afirmou que, assim como eram concedidas a Ordem da Liberdade e Independência e a Ordem da Honra do Soldado aos oficiais e soldados do Exército Popular que prestavam serviços meritórios no comando das operações e no combate contra o inimigo, também deveria ser instituída uma condecoração destinada aos operários, camponeses e outros que realizavam feitos laborais na retaguarda. Acrescentou ainda que essa condecoração, atribuída em reconhecimento aos méritos do trabalho na retaguarda, poderia receber, de acordo com sua natureza, o nome de Ordem do Trabalho.
Contemplando o grande Líder, que definia pessoalmente não apenas o nome do título de herói destinado ao povo da retaguarda, mas até mesmo o nome da condecoração, o funcionário não conseguiu conter a emoção diante do caloroso amor e da confiança que ele demonstrava ao procurar fazer brilhar diante do mundo os méritos do povo da retaguarda, que se dedicava de corpo e alma à vitória da guerra.
O grande Líder, olhando para o funcionário profundamente emocionado, afirmou com convicção que, ao instituir o título de Herói do Trabalho e a Ordem do Trabalho e concedê-los ao povo da retaguarda que realizava feitos heroicos e laborais, seria possível inspirá-lo poderosamente a conquistar realizações ainda maiores na luta heroica e no trabalho.
Foi assim que nasceu em nosso país mais um nobre título: o de Herói do Trabalho.
Na primeira página do Rodong Sinmun de 22 de julho de 1951 foi publicado o seguinte decreto do Presidium da Assembleia Popular Suprema sobre a criação do título de Herói do Trabalho:
“Decreto do Presidium da Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia
Sobre a instituição do título de Herói do Trabalho, a mais alta honra
1. Institui-se o título de Herói do Trabalho como a mais alta honra nos setores da construção econômica e cultural da República Popular Democrática da Coreia.
...”
No final daquele mesmo ano, foi transmitido a todo o país, por meio do jornal do Partido, o decreto que concedia o título de Herói do Trabalho a um maquinista que, durante a Guerra de Libertação da Pátria, demonstrou coragem e realizou feitos heroicos ao assegurar com êxito o transporte de guerra.
O título de Herói do Trabalho, idealizado e instituído pessoalmente pelo nosso Líder, demonstra verdadeiramente o afeto e o amor paternais do grande pai, que considera o povo trabalhador como o próprio céu e valoriza profundamente sua dedicação e seus esforços.
Nos 75 anos transcorridos desde a instituição do título de Herói do Trabalho, inúmeros trabalhadores receberam essa elevada distinção.
De fato, sob os cuidados dos grandes homens sem igual, a vida de nossos trabalhadores, juntamente com o honroso título de Herói do Trabalho, resplandece gloriosamente no palco da honra e da felicidade.

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