quarta-feira, 28 de outubro de 2026

A Conferência de Mingyuegou e a fundação da Guerrilha Popular Antijaponesa

Capítulo 2: O desenvolvimento do movimento de libertação nacional antijaponês para a etapa da luta armada, a fundação do Comitê do Partido do Exército Revolucionário Popular da Coreia e a luta pela unidade ideológica e organizativa das fileiras comunistas (Dezembro de 1931 – fevereiro de 1936)

Ao entrar na década de 1930, a situação interna e externa tornou-se muito complexa.

Em consequência da crise econômica mundial, que começou em 1929 e se alastrou por todo o mundo, as contradições do imperialismo se agravaram ainda mais, e os imperialistas, freneticamente empenhados nos preparativos para a guerra, seguiram pelo caminho da subjugação de outros países.

Em oposição à ofensiva reacionária do imperialismo, também se intensificou a ofensiva revolucionária dos povos oprimidos e explorados do mundo.

Nesse período, a luta do povo coreano contra o imperialismo japonês ocupava uma posição importante na luta de libertação dos povos do mundo, especialmente na frente de combate anti-imperialista e antifascista.

Em setembro de 1931, o imperialismo japonês finalmente provocou o chamado Incidente da Manchúria e empreendeu uma invasão armada de toda a região.

Ao enveredar pelo caminho da invasão do continente, o imperialismo japonês intensificou em todas as frentes a ofensiva reacionária contra o povo coreano, a fim de garantir a segurança da retaguarda, prendendo, encarcerando e assassinando indiscriminadamente as pessoas.

Nas regiões da Manchúria habitadas por coreanos, incluindo Jiandao, o imperialismo japonês também intensificou brutalmente a repressão, atacando e incendiando aldeias e massacrando indiscriminadamente as pessoas, sem distinguir homens, mulheres ou crianças.

Diante dessa situação, sem empreender em grande escala a luta armada antijaponesa, era impossível fazer a revolução coreana avançar sequer um passo ou abrir vitoriosamente o caminho da libertação nacional.

Naquela época, estavam plenamente reunidas as diversas condições e possibilidades para organizar e desenvolver a luta armada antijaponesa.

Como resultado do avanço ativo dos preparativos para a luta armada, sob a sábia direção do grande Líder camarada Kim Il Sung, foram formados quadros fundamentais confiáveis, capazes de conduzir a luta armada antijaponesa, acumulou-se experiência político-militar e lançou-se uma sólida base de massas. Além disso, foram preparados pontos de apoio e regiões centrais para as atividades das forças armadas.

Por outro lado, a invasão japonesa da Manchúria provocou o colapso das forças do Kuomintang na região e, como o aparelho de dominação japonês ainda não havia sido estabelecido, criou-se uma situação de ausência de governo. Ao mesmo tempo, a luta antijaponesa das massas se intensificava rapidamente, o que proporcionava uma oportunidade excepcional para iniciar a luta armada antijaponesa.

Nesse período, o grande Líder camarada Kim Il Sung convocou várias reuniões em lugares como Antu, Yanji e Dunhua. Em particular, na reunião de agentes políticos e responsáveis por organizações revolucionárias clandestinas, convocada em outubro de 1931 em Kwangmyongchon, no condado de Jongsong, na província de Hamgyong Norte, apresentou medidas para acelerar decisivamente os preparativos para a luta armada.

Em dezembro de 1931, foi convocada uma reunião de quadros do Partido e da União da Juventude Comunista em Mingyuegou, no condado de Yanji. Participaram da reunião quadros do Partido e da União da Juventude Comunista de diversas localidades ao longo do rio Tuman, incluindo Antu, Yanji, Wangqing, Helong e Hunchun, bem como representantes de organizações revolucionárias vindos de Jilin, Dunhua, Ningan e outras regiões.

Na reunião, o grande Líder camarada Kim Il Sung proferiu o histórico discurso intitulado "Sobre a organização e o desenvolvimento da luta armada contra o imperialismo japonês".

Em seu discurso, o grande Líder conclamou todo o povo da nação a se mobilizar para a luta armada antijaponesa.

O grande Líder reafirmou a orientação de organizar e desenvolver a luta armada antijaponesa tendo a guerrilha como forma fundamental, orientação que já havia apresentado na reunião de Kwangmyongchon.

O grande Líder camarada Kim Il Sung ensinou:

"... Devemos organizar e desenvolver a luta armada tomando a guerrilha como forma fundamental.

A guerrilha é um método de luta armada que permite infligir ao inimigo grandes golpes políticos e militares, preservando as próprias forças, e que possibilita derrotar um inimigo numericamente e tecnicamente superior, mesmo dispondo de forças reduzidas." (Obras Selecionadas de Kim Il Sung, volume 1, página 31)

A guerrilha é uma forma de luta armada na qual forças armadas, em territórios ocupados pelo inimigo, mantêm estreitos vínculos com as massas, deslocam-se livremente e aniquilam incessantemente o inimigo.

Até então, a guerrilha havia sido considerada um meio auxiliar da guerra regular ou uma forma secundária de luta na guerra revolucionária.

O grande Líder camarada Kim Il Sung, sem se deixar limitar por essas concepções estabelecidas, apresentou a guerrilha como a forma fundamental da guerra de libertação nacional nas colônias e como a principal forma de luta.

Na guerrilha, as unidades armadas podem escolher livremente suas direções de ação e zonas de atividade e combater aproveitando as condições naturais e geográficas favoráveis. Assim, por meio de movimentos ágeis e de táticas flexíveis, podem sempre tomar a iniciativa e, consequentemente, derrotar um inimigo superior mesmo dispondo de forças reduzidas. Além disso, como as unidades armadas combatem mantendo estreitos vínculos com o povo, podem ampliar continuamente suas fileiras e conduzir com êxito as operações de combate com o apoio ativo das massas.

O grande Líder compreendeu profundamente essas características e vantagens da guerrilha e chegou à conclusão de que ela poderia constituir a principal e poderosa forma de luta no movimento de libertação nacional das colônias contra as poderosas forças de agressão imperialistas.

Essa teoria da guerrilha como forma fundamental da guerra de libertação nacional era uma nova teoria sobre a luta armada, uma teoria original que abriu um novo caminho para a guerra revolucionária, especialmente para a luta de libertação nacional nas colônias.

O grande Líder camarada Kim Il Sung esclareceu as principais tarefas que deveriam ser cumpridas para organizar e desenvolver a luta armada tomando a guerrilha como forma fundamental.

A primeira tarefa importante para o desenvolvimento da guerrilha era organizar a Guerrilha Popular Antijaponesa.

O grande Líder indicou que a Guerrilha Popular Antijaponesa deveria ser organizada tendo como núcleo os melhores jovens comunistas, temperados nas duras provações da luta, e que suas fileiras deveriam ser continuamente ampliadas com a incorporação de operários, camponeses e jovens patriotas de vanguarda, comprovados na prática revolucionária. Ao mesmo tempo, ressaltou a necessidade de realizar adequadamente os trabalhos de armamento. Ensinou também que, para fundar com êxito a Guerrilha Popular Antijaponesa, era necessário organizar inicialmente pequenas unidades guerrilheiras em cada localidade, fortalecê-las e desenvolvê-las gradualmente em grandes formações das forças armadas revolucionárias.

Outra tarefa importante para o desenvolvimento da guerrilha era estabelecer bases guerrilheiras.

Somente com bases guerrilheiras sólidas seria possível desenvolver e fortalecer continuamente as forças armadas e conduzir uma luta guerrilheira prolongada, mesmo sob o cerco de um inimigo poderoso, além de proteger as massas revolucionárias dos massacres indiscriminados perpetrados pelo inimigo. Sobretudo porque a guerrilha seria travada sem uma retaguarda estatal ou ajuda externa, era indispensável dispor de bases militares próprias e sólidas, que servissem de retaguarda. Além disso, as bases guerrilheiras, como centros da revolução, eram imprescindíveis para desenvolver todo o movimento revolucionário, inclusive os preparativos para a fundação do Partido, durante a luta armada.

Ao esclarecer todas as questões relativas às formas das bases guerrilheiras e aos métodos para estabelecê-las, o grande Líder ensinou que era necessário criar bases guerrilheiras nas regiões ao longo do rio Tuman, onde havia boas condições para a mobilização das massas e condições naturais e geográficas favoráveis.

Uma das tarefas importantes para o desenvolvimento da guerrilha era consolidar firmemente sua base de massas.

A guerrilha era, por sua própria natureza, uma guerra popular que pressupunha a participação ativa do povo. Seu objetivo consistia, em última análise, em libertar as massas populares do domínio colonial japonês, e esse objetivo só poderia ser alcançado com a participação ativa delas. Por isso, consolidar firmemente a base de massas era uma exigência inerente à própria natureza da guerrilha.

Para desenvolver com êxito a luta armada, o grande Líder também apresentou tarefas relativas à realização de uma ampla frente única antijaponesa entre os povos coreano e chinês, bem como ao fortalecimento do trabalho das organizações do Partido e da União da Juventude Comunista.

A Conferência de Mingyuegou, realizada em dezembro de 1931, foi uma reunião histórica que abriu uma oportunidade decisiva para organizar e desenvolver a luta armada antijaponesa e fez o movimento de libertação nacional antijaponês de nosso país ingressar numa nova etapa superior: a etapa da luta armada.

As orientações estratégicas e táticas proclamadas nas Conferências de Kwangmyongchon e Mingyuegou foram imediatamente colocadas em prática.

O grande Líder enviou numerosos quadros fundamentais, entre eles Cha Kwang Su, Kim Il Ryong, Kim Jong Ryong, Ri Chong San, Kim Chol (Kim Kum Chol), Pak Hun, Ri Kwang, O Jung Hwa, O Jung Song, Kim Jung Gwon, Kim Il Hwan, O Bin e Kim Hae San, para vastas regiões da Manchúria, incluindo Antu, Wangqing, Yanji, Hunchun, Helong, Ningan, Jilin, Dunhua e Huadian. O trabalho de fundação da Guerrilha Popular Antijaponesa avançou rapidamente. Foram preparados os quadros centrais das forças armadas, as organizações paramilitares foram ampliadas e fortalecidas, e grupos guerrilheiros foram organizados em diversas localidades do leste da Manchúria, incluindo o condado de Antu.

A luta para obter armamentos também prosseguiu sem cessar. Essa luta foi extremamente árdua. Houve momentos em que era necessário arriscar a própria vida para conseguir um único fuzil. Entretanto, os membros do Exército Revolucionário da Coreia, os integrantes das organizações revolucionárias e as massas revolucionárias participaram da luta para apreender armas do inimigo, enfrentando todos os sacrifícios.

A luta pela fundação das unidades guerrilheiras também envolveu um difícil processo de superação da repressão japonesa e das ações hostis de algumas unidades antijaponesas chinesas.

Naquela época, embora as unidades antijaponesas tivessem se levantado sob a bandeira da resistência antijaponesa e da salvação nacional, eram exércitos nacionalistas cujos dirigentes provinham da classe proprietária e, por isso, mostravam-se vacilantes e pouco consequentes na luta contra o imperialismo japonês. Além disso, influenciados pela propaganda anticomunista e pelas manobras japonesas destinadas a semear a discórdia entre as nacionalidades, adotavam uma atitude de hostilidade indiscriminada contra os comunistas coreanos e o povo coreano.

Em abril de 1932, o grande Líder convocou uma reunião de responsáveis por organizações revolucionárias em Xiaoshahe, no condado de Antu. Nela, tomou medidas enérgicas para acelerar a fundação da Guerrilha Popular Antijaponesa e realizar uma frente unida com as unidades antijaponesas chinesas. Ao mesmo tempo, apesar dos riscos, manteve conversações com o comandante de uma unidade antijaponesa em Antu. Com argumentos justos e uma lógica convincente, persuadiu o obstinado comandante, que estava preso a preconceitos profundamente enraizados contra o comunismo, levando-o finalmente a participar da luta conjunta contra o imperialismo japonês.

Em seguida, para consolidar a frente unida com as unidades antijaponesas chinesas, o grande Líder tomou medidas para estabelecer destacamentos especiais e comitês de soldados antijaponeses no interior dessas unidades.

A base de massas necessária para fundar a Guerrilha Popular Antijaponesa e desenvolver vigorosamente a luta armada antijaponesa também foi sendo consolidada cada vez mais.

Por meio do processo de transformação revolucionária da aldeia de Dapuchaihe, conduzido pessoalmente pelo grande Líder, criou-se um exemplo de transformação revolucionária das zonas rurais, e numerosas regiões rurais ao longo do rio Tuman foram sendo transformadas revolucionariamente.

A luta para despertar politicamente as massas populares e uni-las organizativamente foi travada com vigor. Em particular, a luta contra a fome da primavera, realizada no leste da Manchúria na primavera de 1932, elevou ainda mais o entusiasmo revolucionário das massas.

Com base em todas essas conquistas, o grande Líder camarada Kim Il Sung fundou a Guerrilha Popular Antijaponesa em 25 de abril de 1932, em Antu.

Na cerimônia de fundação da Guerrilha Popular Antijaponesa, o grande Líder camarada Kim Il Sung proferiu o histórico discurso intitulado "Por ocasião da fundação da "Guerrilha Popular Antijaponesa".

Em seu discurso, o grande Líder esclareceu o caráter e a missão da Guerrilha Popular Antijaponesa.

O grande Líder camarada Kim Il Sung ensinou:

"A Guerrilha Popular Antijaponesa é uma força armada revolucionária que foi organizada com operários, camponeses e jovens patriotas que amam a pátria e o povo e se opõem ao imperialismo japonês e seus lacaios, sendo uma verdadeira força armada revolucionária que protege os interesses do povo.

O objetivo e a missão da Guerrilha Popular são derrubar o domínio colonial japonês na Coreia e alcançar a independência nacional e a libertação social do povo coreano." (Obras Selecionadas de Kim Il Sung, volume 1, página 52)

A Guerrilha Popular Antijaponesa um verdadeiro exército revolucionário jucheano, que tinha a grande Ideia Juche como orientação firme para sua atuação.

A Guerrilha Popular Antijaponesa era uma verdadeira força armada popular, organizada com operários, camponeses e jovens patriotas de vanguarda e estreitamente ligada ao povo. Seu objetivo imediato era derrotar os invasores imperialistas japoneses e estabelecer um genuíno poder popular e, posteriormente, eliminar todas as formas de opressão e exploração de classe e construir o socialismo e o comunismo.

A Guerrilha Popular Antijaponesa era uma formação de combate que pegava em armas e lutava contra o imperialismo japonês e, ao mesmo tempo, um exército político que educava as massas populares e as organizava e mobilizava para a luta revolucionária.

A Guerrilha Popular Antijaponesa era também um exército internacionalista que, erguendo a palavra de ordem combativa "Trabalhadores de todo o mundo, uni-vos!", lutava não apenas pelo desenvolvimento da revolução coreana, mas também pelo da revolução mundial.

Em seu discurso, o grande Líder apresentou tarefas para fortalecer a Guerrilha Popular Antijaponesa e impulsionar ativamente a criação de bases guerrilheiras, a fim de desenvolver em grande escala a luta armada antijaponesa. Apresentou também tarefas para formar uma frente única antijaponesa com o povo chinês e fortalecer os vínculos estreitos com as massas populares.

A fundação da Guerrilha Popular Antijaponesa foi um acontecimento histórico que provocou uma mudança radical na luta revolucionária de nosso povo.

Com a fundação da Guerrilha Popular Antijaponesa, surgiu a força motriz que assumiria diretamente e conduziria a luta armada, corrente principal do movimento de libertação nacional antijaponês de nosso país, tornando-se possível infligir golpes decisivos aos invasores imperialistas japoneses e elevar a luta de libertação nacional antijaponesa de nosso país a uma etapa superior.

A fundação da Guerrilha Popular Antijaponesa deu grande força e coragem ao nosso povo, impulsionando-o a se levantar ativamente na luta antijaponesa, e abriu uma nova fase na luta pela implementação da linha da frente única nacional antijaponesa e da orientação para a fundação do Partido.

Sob a sábia direção do grande Líder camarada Kim Il Sung, foram formadas unidades da Guerrilha Popular Antijaponesa nas regiões de Wangqing, Yanji, Helong e Hunchun, ao longo do rio Tuman. Também no sul e no norte da Manchúria, os comunistas coreanos lutaram na vanguarda pela formação de forças armadas.

Em maio de 1932, o grande Líder convocou uma reunião dos comandantes da Guerrilha Popular Antijaponesa e dos quadros dirigentes do Partido e da União da Juventude Comunista em Xiaoshahe, no condado de Antu, apresentando a tarefa de ampliar e fortalecer ainda mais a Guerrilha Popular Antijaponesa e desenvolver vigorosamente o trabalho de criação de bases guerrilheiras. Também estabeleceu a orientação de deslocar a força principal para a região sul da Manchúria.

Em junho de 1932, o grande Líder deslocou-se para o sul da Manchúria à frente da força principal da Guerrilha Popular Antijaponesa.

O objetivo dessa incursão ao sul da Manchúria era temperar as unidades guerrilheiras no curso da luta prática, ampliá-las e fortalecê-las, exercer uma influência revolucionária sobre as amplas massas populares e incentivá-las a participar ativamente da luta revolucionária antijaponesa, além de estabelecer vínculos com os exércitos independentistas daquela região.

A Guerrilha Popular Antijaponesa, conduzida pessoalmente pelo grande Líder camarada Kim Il Sung, chegou a Tonghua, onde desenvolveu atividades junto ao exército independentista comandado por Ryang Se Bong. Em seguida, percorreu vastas regiões de Tonghua, Liuhe, Hailong e Mengjiang, realizando atividades político-militares, e retornou a Liangjiangkou, no condado de Antu, no final de agosto de 1932.

Naquela época, as unidades guerrilheiras estavam se ampliando nas regiões ao longo do rio Tuman, e bases guerrilheiras estavam sendo estabelecidas em vastas áreas. Entretanto, surgiram diversas questões que precisavam ser resolvidas em relação ao conjunto dos trabalhos para desenvolver a luta armada antijaponesa, e também apareceram desvios incorretos que tiveram consequências consideráveis. Os sectários que ocupavam posições de liderança em algumas organizações revolucionárias abusavam de seus cargos e conspiravam para conquistar o "comando" sobre as unidades guerrilheiras, além de aplicar medidas esquerdistas nas zonas guerrilheiras.

Para assegurar uma direção unificada sobre as atividades das unidades guerrilheiras e das zonas guerrilheiras de cada região e fortalecer o trabalho junto às unidades antijaponesas, o grande Líder camarada Kim Il Sung conduziu suas tropas através de Dunhua, Emu e Ningan e, no outono de 1932, chegou à região de Wangqing, próxima ao território nacional, que oferecia condições favoráveis para exercer a direção sobre o conjunto do movimento revolucionário. Em fevereiro de 1933, estabeleceu o quartel-general da revolução na aldeia de Macun, em Xiaowangqing.

Com o estabelecimento do quartel-general na região de Wangqing, tornou-se possível impulsionar de maneira ainda mais ativa o trabalho de fortalecimento da Guerrilha Popular Antijaponesa e de consolidação das bases guerrilheiras.

História do Partido do Trabalho da Coreia, páginas 40 a 47, Editora do Partido do Trabalho da Coreia

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