quarta-feira, 22 de março de 2023

Funcionário do Ministério das Relações Exteriores da RPDC critica arengas de Thomas Greenfield


O diretor-geral do Departamento de Organizações Internacionais do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática de Coreia, Jo Chol Su, publicou em 22 de março a seguinte declaração:

Em uma reunião aberta do Conselho de Segurança da ONU, realizada em 20 de março, a representante estadunidense ante a ONU, Thomas Greenfield, soltou disparates sobre a desnuclearização completa, verificável e irreversível (CVID) e a chamada "situação de direitos humanos", após questionar outra vez o exercício de nosso direito à autodefesa.

Quanto mais os EUA orquestrem no cenário da ONU a farsa anti-RPDC, mais se revelará o aspecto de fracasso da diplomacia ao estilo estadunidense que já se tornou anacrônica, impraticável e confusa.

Thomas Greenfield considera que ela mesma faz "esforços" pelos interesses estatais dos EUA, porém, comete somente atos vergonhosos que sujam a imagem da administração estadunidense.

Nos impôs a renúncia nuclear é diretamente uma declaração de guerra.

Se qualquer força tenta obrigar a RPDC a realizar a desnuclearização completa, verificável e irreversível, essa intenção será rechaçada tangentemente em virtude da lei da política das forças armadas nucleares da RPDC.

Hoje também, a sociedade internacional recorda a invasão há 20 anos do Iraque por parte dos EUA, que massacrou centenas de milhares de inocentes e levou a desordem de guerra à região do Oriente Médio.

Mais quanto países serão invadidos e mais quantas pessoas derramarão sangue para deter a coação e arbitrariedade dos EUA?

Em relação com a acusação atrevida à nossa "situação de direitos humanos" por Thomas Greenfield, já a adverti recentemente que se lamente por seu estado de não ser mais que uma lacaia e servente dos EUA.

Se ela segue empregando malignos atos verbais, sem controle nem paciência, será a primeira a ser julgada pela justiça como uma marionete do "império dos males".

Efetuada reunião da comissão permanente do Presidium da APS


Foi realizada a reunião da comissão permanente do Presidium da Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia.

Na ocasião foram deliberados os projetos de emenda das leis de saúde pública, serviço médico, tráfego rodoviário, etc. e aprovados os decretos correspondentes.

Foram detalhas na primeira e na segunda leis os conteúdos indispensáveis para garantir legalmente os trabalhos para pôr em pleno manifesto a superioridade do regime sanitário socialista e proteger e fomentar a vida e saúde dos habitantes.

Na terceira foram suplementadas as exigências para a erradicação dos atos de violação das regras de trânsito.

Convocado Comitê Estatal de Medidas para Crise de Emergência


Foi convocado em 21 de março por meio de videoconferência o Comitê Estatal Medidas para Crise de Emergência.

Foi presidida por Kim Tok Hun, membro do Presidium do Bureau Político do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, vice-presidente da Comissão de Assuntos Estatais e Primeiro-Ministro da República Popular Democrática da Coreia, e Jon Hyon Chol, secretário do CC do PTC.

Assistiram a reunião os membros desta instituição estatal, os diretivos dos ministérios e órgãos centrais, os funcionários dos órgãos do partido e do Poder das províncias, cidades e condados, assim como o ministro da Defesa Nacional, Kang Sun Nam, e outros funcionários das instituições das forças armadas.

A reunião fez balanço do controle da crise pelos desastres naturais do ano passado e do trabalho dos integrantes deste comitê.

No informe foram enumerados os êxitos alcançados no ano passado na prevenção dos desastres como a reparação de danos pelo dilúvio e na preparação material para fazer frente rápida a qualquer crise, em acato ao propósito do partido de situar o quanto antes na nova altura a capacidade estatal de prevenção de desastre, e foram analisados os efeitos e suas causas.

A reunião instou os funcionários que alcancem novo avanço no controle da crise em seus setores e regiões tendo em mente que a prevenção das calamidades naturais é uma tarefa importante para proteger a vida dos habitantes e transformar a fisionomia do país.

Exigiu todos os funcionários a organizar e desenvolver com previsão os projetos para melhorar a capacidade estatal de prevenção de calamidades e fazer frente rápida à elas, em acato às resoluções das Reunião Plenárias do CC do Partido.

Por último, tarefas detalhadas foram atribuídas aos membros do comitê.

O colapso do capitalismo é inevitável, aponta Rodong Sinmun


"Nos países capitalistas, onde predominam a ideologia e cultura burguesas, são intensificadas a opressão e exploração, desprezados o trabalho sincero e a consciência, difundidas as depravações, imoralidades e vida degenerada e fomentadas a discriminação nacional, o racismo e a misantropia.

Se devem à ideologia e cultura burguesas a desconfiança, a antipatia, o ódio e as relações hostis que se agravam a cada dia naqueles países."

Assim assinala o diário Rodong Sinmun em um artigo individual difundido nesta quarta-feira (22) e prossegue:

"A ideologia e cultura burguesas constituem um terreno fértil de inválidos espirituais na sociedade capitalista.

Seu caráter reacionário reside em paralisar o espírito independente e a consciência de classe das pessoas, deformar sua capacidade criadora e convertê-las em escravos do capital e instrumentos de trabalho no discurso.

A ideologia e a cultura burguesas se baseiam principalmente no individualismo extremo que inspiram as pessoas à misantropia, lei da selva e luxúria.

Esse veneno perigoso corrompe a sociedade.

O ensino, a ciência, a literatura e arte, a imprensa e informação e outras esferas na sociedade capitalista refletem os hábitos e sentimentos ideológicos reacionários e vulgares da classe capitalista e são usados como meios para oprimir, explorar e tornar ignorantes as massas trabalhadoras.

Como resultado da transmissão do modo de vida corrupta por meio dos meios de propaganda burgueses, se formam a desordem e o caos e reina o ambiente de terror.

À margem da ideologia e cultura sãs, não se pode falar da autêntica vida humana nem pensar no desenvolvimento da nobre civilização da sociedade e da humanidade.

Se um homem degenera no ideológico e moral, é difícil recuperá-lo. E a nação em tal situação será destruída e arruinada por fim. Essa é uma lei da história.

É inevitável o arruinamento do capitalismo."

terça-feira, 21 de março de 2023

Rodong Sinmun exorta a mobilizar-se na luta pelo desenvolvimento agrícola

 

"A solução do problema rural é assunto preliminar e estratégico ao qual o Partido do Trabalho da Coreia concede maior importância para o cumprimento da causa socialista."

Assim assinala o diário Rodong Sinmun em seu editorial difundido nesta terça-feira (21) e prossegue:

"O Comitê Central do PTC chamou todos seus militantes à campanha para revitalizar o quanto antes a agricultura nacional, com base nas demandas legítimas da revolução coreana, na situação atual do campo e nas características do desenvolvimento agrícola que toma por premissa o investimento estatal.

A mobilização de todo o partido para esse fim constitui a exigência urgente para garantir o crescimento sustentável e estável da agricultura materializando estritamente a ideia e espírito da VII Reunião Plenária do VIII Período do CC do PTC.

Para alcançar a todo custo a meta de produção de cereais deste ano e assentar a base de desenvolvimento seguro da agricultura nacional, todas as organizações e militantes do partido devem empreender uma forte ofensiva ideológica, orientada a aumentar o fervor revolucionário, combativo e patriótico dos trabalhadores agrícolas, e resolver de maneira radical e responsável os problemas pendentes nas atividades agrícolas.

O PTC dirige com segurança a luta consciente e escalonada apresentando a solução do problema rural como a demanda vital diretamente relacionada com a existência e o desenvolvimento do Estado, o destino do povo e o futuro da revolução.

Lavrar bem a terra constitui hoje em dia o dever mais importante e a maior prioridade da revolução coreana e seu êxito depende totalmente do desempenho das organizações e militantes partidistas.

Todas as filiais, funcionários e militantes do Partido devem mobilizar-se na luta para alcançar a meta de produção de cereais deste ano e materializar o programa da revolução rural da nova época, tendo em mente o nobre propósito do CC do Partido de dar importância à produção agrícola e abrir a conjuntura de auge da prosperidade estatal mediante o desenvolvimento do campo.

Graças à sábia direção do invicto PTC, à revolucionária e científica guia do desenvolvimento agrícola e às organizações e militantes partidistas fiéis à ideia e direção do CC do Partido, é definitiva a vitória da luta para produzir mudança radical na produção agrícola."

A Rússia está na mesma trincheira que a RPDC, enfatiza Alexandr Matsegora


O embaixador extraordinário e plenipotenciário da Federação Russa na República Popular Democrática da Coreia, Alexandr Matsegora, proferiu um discurso no banquete oferecido em 17 de março com motivo do 74º aniversário da firma do acordo sobre a cooperação econômica cultural entre ambos países.

O diplomata russo disse que seu país apoia o chamado de Pyongyang a rechaçar os atos provocativos dos Estados Unidos e seus satélites que pioram a situação regional recorrendo às ações agressivas, tais como os exercícios bélicos de grande envergadura e a introdução de armas de ataque estratégico na Península Coreana, ademais da retórica conflitiva.

Apontou que devido a tal conduta, a RPDC se viu obrigada a tomar as contramedidas legítimas.

Afirmou que a Rússia está na mesma trincheira que a RPDC na luta para estabelecer uma nova e imparcial ordem mundial que esteja livre da política coercitiva dos EUA.

Leis coloniais fascistas do imperialismo japonês


Durante 40 anos de dominação sobre a Coreia no século passado, o imperialismo japonês fabricou inúmeras leis coloniais fascistas para oprimir os coreanos. Entre elas, há a “Lei de punição da Coreia” e a “Lei criminal da Coreia” proclamadas em março de 1912.

Estas têm o fim de aplicar punições medievais e fortificar opressões penais aos coreanos para consolidar seu sistema de repressão colonialista.

Mediante a “Lei de punição da Coreia” que estipula “aplicar somente aos coreanos”, o imperialismo japonês aplicou punição àqueles condenados à prisão de mais de 3 meses e a multa de cerca de 100 wons caso não tenha certos endereços ou bens. Com isso, o chefe do departamento de policia tinha o direito a executar imediatamente os coreanos aplicando a referida lei punitiva. Tal poder poder concedido à polícia para fazer o julgamento e a imposição da pena, é a expressão intensiva da crueldade e barbaridade da dominação policialesca militar japonesa e da ofensa insuportável aos coreanos.

Na “Assimilação da execução da Lei de punição da Coreia” fabricada pela “Ordem nº 40", explicou o método de execução da pena como segue:

“Pôr o réu na mesa de tortura, amarrar seus braços a ambos lados das mesa, tirar-lhe as calças e golpear suas nádegas”, “Se há o perigo de gritos com o recebimento do golpe, tapar a boca com pedaço de pano molhado.”

A “Lei criminal da Coreia”, além de aplicar leis penais que eram executadas no Japão como código penal e lei de procedimento penal, teve adicionada os “casos excepcionais” com o fim de consolidar a dominação colonialista sobre a Coreia.

Ao “Governo-geral na Coreia, governadores das províncias e gendarmes” foi concedido o poder judicial e policial e o direito de procurador de execução compulsiva mais elevado que se aplicava no Japão, e tais direitos foram permitidos até aos policiais judiciais. Como se não bastasse, deu o poder de encarcerar por 10 dias os suspeitos e interrogados, possibilitando assim arrestar e encarcerar ao seu gosto em qualquer lugar e tempo os coreanos, ainda que não fossem casos de flagrante delito.

A “Lei criminal da Coreia” poderia ser aplicada também no exterior da Coreia por estipular que pode cooperar a todo momento com a polícia judicial do “Estado da Manchúria” a fim de oprimir e exterminar os combatentes antijaponeses e comunistas coreanos que transladaram o cenário de sua luta à Manchúria da China.

Os agressores japoneses se valeram de tais leis para reforçar a opressão medieval sobre os coreanos.

Vociferando que “os coreanos devem obedecer as leis japonesas ou morrer”, arrestaram, encarceraram e assassinaram não só os combatentes patrióticos mas também coreanos comuns. Como resultado, se o número de arresto e encarceramento era de 13.500 em 1912, foi de 142.000 em 1918. Apesar de tudo, não puderam subjugar o espírito nacional independente do povo coreano nem frear sua luta revolucionária pela libertação da pátria.

Transcorreram quase 80 anos desde a derrota do Japão.

Em vez de refletir e indenizar devidamente por seus delitos cometidos no passado, os reacionários japoneses recorrem a encobrir sua história manchada de sangue valendo-se de todos meios vis e atuam de modo furibundo em suas manobras de reforço militar para lograr sua ambição de nova invasão.

Nosso povo jamais esquecerá os crimes brutais cometidos pelo Japão e redobra sua decisão de descarregar o rancor acumulado. A intensão desesperada de nova agressão do Japão só adiantará sua autodestruição.

Kim Nam Su