Han Sol Ya nasceu em 3 de agosto de 1900, em Hamhung, província Hamgyong Sul. Iniciou sua carreira literária em 1925 e, nos anos seguintes, destacou-se como um dos principais representantes da literatura proletária coreana. Durante a ocupação colonial japonesa, participou das atividades do movimento literário proletário e foi preso duas vezes pelas autoridades japonesas em razão de suas atividades literárias e políticas.
Após a libertação da Coreia, passou a desempenhar importantes responsabilidades na vida política e cultural da República Popular Democrática da Coreia. Exerceu os cargos de presidente da União Central dos Escritores, deputado da Assembleia Popular Suprema e dirigente na área educacional, contribuindo para o desenvolvimento da literatura nacional e da política cultural do país.
Como escritor, produziu romances, contos e ensaios dedicados à luta revolucionária e à vida do povo coreano. Entre suas obras mais conhecidas destaca-se o conto "Lobo", publicado em 1951, que denuncia os crimes cometidos por missionários estadunidenses durante o período da ocupação japonesa e desmascara o caráter agressivo do imperialismo estadunidense. A obra tornou-se uma das mais representativas da literatura da Coreia socialista e foi posteriormente adaptada para o teatro.
Han Sol Ya faleceu em 6 de abril de 1976. É reconhecido como um dos principais escritores do país e um dos pioneiros da literatura de representação da liderança revolucionária, deixando uma importante contribuição para o desenvolvimento da literatura socialista coreana.

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