sábado, 4 de maio de 2019

É uma desgraça para a nação a existência do grupo imoral - comentário da ACNC


Foi divulgado na Coreia do Sul outro caso que expõe o atributo asqueroso dos membros do Partido da Coreia Livre que possuem um amplo expediente criminal.

Recentemente, eles abriram uma sessão do comitê de ética do partido e orquestraram a farsa de "castigo" aos "ofensores da Revolta de 18 de Maio" que insultaram o Levante Popular de Kwangju e os familiares dos assassinados como "tumulto dos insurgentes" instigados "pelo Norte (da Coreia)" e "grupo de monstros".

Impotente de resistir à forte condenação da opinião pública a respeito, essa camarilha de traidores prometeu o castigo, porém tardou em ditá-lo por mais de 2 meses apresentando pretextos injustos. Esta vez, se limitou a sentenciar a "advertência" e a "suspensão de militância de 3 meses" às figuras principais envolvidas.

Este fato trata-se de uma zombaria e desafio aberto à opinião pública sul coreana que deseja o castigo severo aos ofensores.

Os rebeldes de Kwangju derramaram sangue e deram a vida vida pela justiça e democratização da sociedade sul coreana.

Todavia, esses traidores, que vem fazendo apologia à ditadura fascista partindo de seu veto crônico ao movimento de democratização, justificam os difamadores que impuseram dupla morte aos rebeldes.

Desde o principio, o PCL utilizava o embuste de que "se pode caber diferentes interpretações sobre os fatos históricos" e "outros partidos podem fazer mau uso do caso nas eleições suplementares". Desta maneira, levou à ruptura o debate de punição aos difamadores na "Assembleia Nacional".

As susoditas sentenças superficiais são descritas cinicamente por essa organização como "síntese da vontade e ideia do povo".

A presente farsa de castigo é, na realidade, uma forma de "premiação" aos difamadores e, assim sendo, um produto do complô do PCL para acabar com a democracia desprezando a vontade e demandas das masas populares.

A existência do PCL como primeira organização da oposição é uma tragédia para a política sul coreana e vergonha nacional.

Não é casual que sul coreanos de diferentes círculos condenem este partido qualificando sua medida de castigo como "uma espécie de estímulo".

Os habitantes de Kwangju e de outras partes da Coreia do Sul condenam os integrantes do PCL "como sediciosos e monstros de verdade que negam a história de 18 de Maio, ao povo, democracia e constituição".

Até os habitantes das regiões tradicionalmente dominadas pelo campo conservador, como a cidade de Taegu e a província de Kyongsang Norte, saem às ruas demandando que desqualifiquem como "parlamentares" os ofensores.

Os militantes do PCL, que consideram o povo como animal, serão duramente condenados pela opinião pública.

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